Leonardo José Motta Campos
Leonardo José Motta Campos é graduado em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa (1998), mestre em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (2001) e doutor em Biologia Vegetal/Fisiologia Vegetal pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Tem experiência na área de Produção Vegetal, Solos e Meio Ambiente, atuando principalmente nos campos de produção vegetal, estresses abióticos em plantas, recuperação de áreas degradadas e conservação e uso dos solos. Atualmente é pesquisador da Embrapa Soja.
Informações coletadas do Lattes em 31/08/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Biologia Vegetal
2003 - 2007
Universidade Federal de Minas Gerais
Título: Fitotoxidez de Alumínio em Milho: Investigações Fisiológicas, Bioquímicas e Biofísicas
, Ano de obtenção: 2007. Cristina Generosa de Senna Queiroz. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Fisiologia Vegetal; Estresses Abióticos; Rizosfera; Alumínio; Milho; Ressonância Paramagnética Eletrônica. Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Nutrição e Crescimento Vegetal. Setores de atividade: Produção Vegetal; Agricultura, Pecuária e Serviços Relacionados.
Mestrado em Agronomia
1999 - 2001
Universidade Federal de Goiás
Título: Efeitos de alta temperatura na raiz e influência do ácido abscísico no crescimento inicial da parte aérea em Phaseolus vulgaris L
, Ano de Obtenção: 2001.Profª Dra. Eliane Stacciarini Seraphin.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: alta temperatura; estresse; hormônios vegetais; ácido abscísico; interação raiz parte áerea; feijão. Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia / Especialidade: Fisiologia de Plantas Cultivadas. Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Nutrição e Crescimento Vegetal. Setores de atividade: Produção Vegetal.
Aperfeiçoamento em Metodologia de Implantação de Tecnologias Limpas
2010 - 2010
Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais
Título: Implantação de Metodologia de Produção Mais Limpa em Indústria de Produção de Cachaça. Ano de finalização: 2010
Orientador: Luiz Ignácio Andrade
Formação complementar
2019 - 2019
FISIOLÓMICA DE LAS RESPUESTAS AL ESTRÉS EN PLANTAS Y SU APLICACIÓN. (Carga horária: 80h). , Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária, INTA, Argentina.
2013 - 2013
Gestão participativa da carteira de projetos.. (Carga horária: 40h). , Cordioli Moderação de Processos Participativos, CORDIOLI, Brasil.
2012 - 2012
Elaboração participativa de projetos. (Carga horária: 40h). , Cordioli Moderação de Processos Participativos, CORDIOLI, Brasil.
2012 - 2012
Gestão por Resultados. (Carga horária: 60h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2012 - 2012
Negociação. (Carga horária: 60h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2012 - 2012
Estatística Experimental Aplicada em R. (Carga horária: 16h). , Centro Nacional de Pesquisa em Pesca, Aquicultura e Sistemas Agrícolas, EMBRAPA, Brasil.
2012 - 2012
Introdutório para novos empregados. (Carga horária: 80h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
1998 - 1998
Extensão universitária em Estágio em Melhoramento Genético. (Carga horária: 184h). , Embrapa Arroz e Feijão, EMBRAPA, Brasil.
1997 - 1998
Extensão universitária em Estágio em Controle Biológico de Nematóides. (Carga horária: 250h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.
1997 - 1998
Extensão universitária em Programa de Desenvolvimento da Pecuária de Leite. (Carga horária: 200h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.
1996 - 1997
Extensão universitária em Programa de Desenvolvimento da Pecuária de Leite. (Carga horária: 265h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.
1996 - 1996
Extensão universitária em Estágio em Melhoramento Genético. (Carga horária: 114h). , Embrapa Arroz e Feijão, EMBRAPA, Brasil.
1996 - 1996
Extensão universitária em Estágio em Extensão Rural. (Carga horária: 240h). , Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Goiás, EMATER/GO, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia/Especialidade: Fisiologia de Plantas sob Estresse Abiótico.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia/Especialidade: Fisiologia de Plantas Cultivadas.
Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais.
Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais / Subárea: Conservação do Solo.
Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais / Subárea: Revegetação e Fitorremediação.
Organização de eventos
CAMPOS, L. J. M. . Semana Acadêmica do Instituto Superior de Ciências da Saúde. 2008. (Outro).
Participação em eventos
XXXIV Reunião de Pesquisa de Soja. 2014. (Encontro).
X Encontro Brasileiro de Substâncias Húmicas. 2013. (Encontro).
VI Congresso Brasileiro de Soja. 2012. (Congresso).
EULASUR WORKSHOP - From Materials to Products. 2011. (Seminário).
IV CICES - Congresso Ibero Americano de Controle de Erosão e Sedimento. 2008. (Congresso).
XIV Curso Sobre Erosão e Controle de Sedimentos. 2006. (Outra).
II Congresso Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa. Influência do Cultivo na Qualidade das Plantas Medicinais. 2003. (Congresso).
Participação em bancas
HEINEMANN, A. B.; MORAES, M. G.;CAMPOS, L. J. M.; LANNA, A. C.; COLOMBARI FILHO, J. M.; STONE, L. F.. Restrição da radiação solar na performance do arroz irrigado e sua relação com a adubação nitrogenada. 2023. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Goiás.
CAMPOS, L. J. M.; PELUZIO, JOÊNES MUCCI. Desenvolvimento de Tecnologia de Produção Sustentável como Serviço Ambiental para Diminuição da Pressão Agrícola sob o Cerrado e a Amazônia. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal - BIONORTE) - Universidade Federal do Tocantins.
CAMPOS, G. O.;CAMPOS, L. J. M.. Estudo de viabilidade para implantação de um programa de coleta seletiva em uma quadra de condomínios residênciais em Belo Horizonte - MG. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
QUEIROZ, C. G. S.; SANTEIRO, R. M.;CAMPOS, L. J. M.. Uma análise da fitorremediação de solos contaminados por herbicidas. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
FIGUEREDO, C. C.; CHRISTIANO, J. C. S.;CAMPOS, L. J. M.. Uso de resíduos da produção sucro-alcooleira como fertilizantes para a cultura de milho. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
QUEIROZ, C. G. S.; RIBEIRO, S. T. M.;CAMPOS, L. J. M.. Potencial das macrófitas aquáticas Pistia stratiotes e Spirodela intermedia para fitoremediação de mercúrio. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
SANTEIRO, R. M.;CAMPOS, L. J. M.; BATISTA, S. V.. Geração e destinação dos resíduos sólidos nas Centrais de Abastecimento de Minas Gerias S/A - CEASAMINAS: análise da unidade de Contagem. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
NACIF, W. F.;CAMPOS, L. J. M.; FIGUEREDO, C. C.. Remoção de Amônia de Efluente Industrial Utilizando Ar Atmosférico. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
CASTRO, F. V. F.; BARRETO, H. N.;CAMPOS, L. J. M.. Proposta de Pré-Zoneamento, utilizando técnicas de Geoprocessamento, do Parque Municipal Fazenda lagoa do Nado, Belo Horizonte/MG, 2008. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
PREZA, R. S. P.; CHRISTIANO, J. C. S.;CAMPOS, L. J. M.. Estudo sobre reciclagem de pneus no Brasil. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
QUEIROZ, C. G. S.;CAMPOS, L. J. M.; BARRETO, H. N.. HIDROEX - Centro de Educação Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
FIGUEREDO, C. C.;CAMPOS, L. J. M.. Potencial do Cultivo do Pinhão manso - Jatropha curcas L. - em pequenas propriedades rurais do norte de Minas Gerais como Proposta de Melhoria da Renda Familiar. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
SANTEIRO, R. M.; QUEIROZ, C. G. S.;CAMPOS, L. J. M.. Avaliação da qualidade da água no reservatório de Furnas. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
QUEIROZ, C. G. S.;CAMPOS, L. J. M.; BATISTA, S. V.. Incineração como processo de tratamento de resíduos sólidos de serviços de saúde. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
COUTINHO, W.;CAMPOS, L. J. M.. Análise Crítica da Eficácia da Implantação de um Sistema de Gestão com base na Norma NBR 14000:2004 - Estudo de Caso: Indústria de Autopeças de Betim. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
COUTINHO, W.;CAMPOS, L. J. M.. Análise de Mecanismos para Economia e Reutilização de Água em Usos Domésticos. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
CHRISTIANO, J. C. S.;CAMPOS, L. J. M.. Qualidade da água na rede de distribuição do município de Pirapora (MG) por meio das condições físico-químicas e bacteriológicas. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Instituto Superior de Ciências da Saúde.
CAMPOS, L. J. M.. Suplementação Mineral para Gado de Corte. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Zootecnia) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
CAMPOS, L. J. M.. Fábrica de Ração. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Zootecnia) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
CAMPOS, L. J. M.. Comparação Siscal x Siscon. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Zootecnia) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
CAMPOS, L. J. M.. Avaliação de Construção para Suínos. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Zootecnia) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
CAMPOS, L. J. M.. Bovinocultura de Leite - Sistema de Produção. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Zootecnia) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
CAMPOS, L. J. M.. Frigorífico - Goiás Carne - Controle de Qualidade e Comercialização de Miúdos Bovinos. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Zootecnia) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
CAMPOS, L. J. M.. Métodos de Pastejo Rotacionado. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Zootecnia) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
Orientou
TÉCNICAS DE PLANTIO PARA ENRIQUECIMENTO FLORÍSTICO EM ÁREA DEGRADA NA FLORESTA ESTADUAL DO UAIMII; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde; Orientador: Leonardo José Motta Campos;
Vantagens dos Métodos de Bioengenharia de Solos na Recuperação de Cursos de Água; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde; Orientador: Leonardo José Motta Campos;
Impactos das Atividades de Distribuição e Revenda de Combustíveis no Brasil; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde; Orientador: Leonardo José Motta Campos;
Avaliação de custos de obras de bioengenharia em quatro experimentos em taludes de rios; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Gestão de Recursos Hídricos) - Instituto Superior de Ciências da Saúde; Orientador: Leonardo José Motta Campos;
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CAMPOS, L. J. M. . Tecnologias para o cultivo da soja. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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CAMPOS, L. J. M. . Arranjos de Soja - Implicações fisiológicas e ganhos de produção. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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CAMPOS, L. J. M. . Arranjos de soja no Tocantins. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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CAMPOS, L. J. M. . Arranjos de plantas de soja e sua eficiência no aproveitamento de recursos naturais. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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CAMPOS, L. J. M. . Fisiologia Vegetal e Pesquisa Agropecuária. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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CAMPOS, L. J. M. . Produção de Soja no Estado do Tocantins. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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CAMPOS, L. J. M. . Conservação do Solo e da Água. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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CAMPOS, L. J. M. . Utililzação de micronutrientes para a obtenção de ganhos de produtividadeno cultivo da soja. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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CAMPOS, L. J. M. . Programa de Selo Combustível Social na Agricultura Familiar. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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CAMPOS, L. J. M. . Contribuição da Fisiologia Vegetal na Produção de Soja. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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CAMPOS, L. J. M. . Pordução de soja na pequena propriedade rural. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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CAMPOS, L. J. M. . Cultivo da Soja em Pequenas Propriedades - Selo Combustível Social. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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CAMPOS, L. J. M. . Análise da Metodologia de P+L de Benefício Ambiental em um Edifício Residencial de Belo Horioznte/MG. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ALMEIDA, RODRIGO ESTAVAN MUNHOZ ; OLIVEIRA, S. M. ; LAGO, BRUNO COCCO ; PIEROZAN JUNIOR, C. ; TRIVELIN, P. C. O. ; FAVARIN, J. L. ; CAMPOS, LEONARDO J. M. ; COSTA, RODRIGO VERAS DA . Destino do fertilizante nitrogenado no consórcio de milho com braquiária. Palmas: Embrapa Pesca e Aquicultura, 2019 (Boletim de Pesquisa).
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HIRAKURI, M. H. ; BALBINOT JUNIOR, A. A. ; PRANDO, A. M. ; CASTRO, C. ; CAMPOS, LEONARDO JOSÉ MOTTA ; CONTE, O. ; OLIVEIRA JUNIOR, A. ; OLIVEIRA, A. B. ; LIMA, D. ; RAMOS JUNIOR, E. U. ; ADEGAS, F. S. ; DEBIASI, H. ; ARAUJO, L. V. ; TAVARES, L. C. V. ; MEYER, M. C. ; ZITO, R. K. ; BROGIN, R. L. ; GODINHO, V. P. C. . Diagnóstico da Produção de Soja na Macrorregião Sojícola 4. Londrina: Embrapa Soja, 2019 (Série Documentos / Embrapa).
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COSTA, RODRIGO VERAS DA ; SILVA, DAGMA DIONÍSIA ; COTA, LUCIANO VIANA ; CAMPOS, L. J. M. ; ALMEIDA, RODRIGO ESTAVAN MUNHOZ ; SIMON, J. . Reação de híbridos de milho às podridões da base do colmo. Brasília: Embrapa, 2017 (Circular Técnica).
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GUARDA, V. A. ; CAMPOS, L. J. M. . Bases Ecofisiológicas da Assimilação de Carbono e Suas Implicações na Produção de Forragem. Palmas/TO: Embrapa Pesca e Aquicultura, 2014 (Série Documentos / Embrapa).
Outras produções
CAMPOS, L. J. M. . Inventário Florestal no Sítio Boa Vista - Santa Luzia/MG. 2011.
CAMPOS, L. J. M. . Plano Técnico de Recuperação da Flora - Cachoeira Velonorte. 2011.
CAMPOS, L. J. M. . Desenho técnico da fazenda Mata do Macuco. 2008.
CAMPOS, L. J. M. . Inventário Florestal para Plano de Utilização Pretendida em São José da Lapa/MG. 2011.
CAMPOS, L. J. M. . Relatório de Monitoramento Ambiental - Belo Horizonte/MG. 2011.
CAMPOS, L. J. M. . Relatório de Controle Ambiental e Plano de Controle Ambiental da Conecta Serviços e Negócios em Energia Ltda. 2011.
CAMPOS, L. J. M. . Plano Técnico de Recuperação da Flora - Facecolor Indústria Mineira de Revestimentos Ltda. 2011.
CAMPOS, L. J. M. . No TO, irregularidade da chuva pode prejudicar o rendimento da soja.. 2013. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
CAMPOS, L. J. M. ; CRUVINEL, A. ; CAFE, J. ; PADUA, R. ; ROCHA, C. M. C. ; CATTELAN, A. J. ; MACHADO, P. ; FRAGOSO, D. B. ; STROSCHON, O. . Embrapa promove reuniões de Negócios na Agrotins 2013. 2013. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
CAMPOS, L. J. M. ; PROCOPIO, S. O. . Tocantins precisa de mais melhoramento genético de soja. 2013. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
CAMPOS, L. J. M. . Girassol Integrado com Pastagem para a Produção de Biodiesel. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
CAMPOS, L. J. M. . Ciclo de Palestras sobre Produção Animal e Vegetal - Fisiologia Vegetal aplicada à Pesquisa Agropecuária. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
CAMPOS, L. J. M. . Elaboração do Plano de Agrcultura de Baixa Emissão de Carbonodo Estado do Tocantins - Plano ABC/TO. 2012. (Oficina de planejamento).
CAMPOS, L. J. M. . Seminários em Conservação e Uso dos Solos. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Projetos de pesquisa
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2019 - 2021
Avanços tecnológicos para enfrentamento do estresse por déficit hídrico na cultura da soja, Descrição: O Brasil é o segundo maior produtor mundial de soja, sendo que, além de abastecer o mercado interno, o grão se constitui no principal produto agrícola de exportação. Dentre os fatores que afetam a estabilidade de produção da cultura da soja, o clima apresenta-se como um dos únicos incontroláveis, sendo a seca e as temperaturas extremas as causas primárias de quebras de safra. Evidências científicas apontam para o aumento na frequência de fenômenos climáticos extremos em decorrência da ação dos gases de efeito estufa. Os impactos negativos da seca, já são realidade na agricultura, levando à necessidade de estratégias amplas, que envolvem desde o desenvolvimento de genótipos mais adaptados a praticas de manejo agronômico que possam atuar na mitigação desses efeitos. Dentre estas estratégias está o desenvolvimento de Plantas Geneticamente Modificadas (PGMs), que vem sendo realizado em colaboração com parceiros de diferentes instituições de pesquisa do Brasil e do mundo. A cooperação com institutos de pesquisa do Japão (JIRCAS/RIKEN/Universidade de Tóquio), com recursos de projeto aprovado anteriormente no SEG e na JICA (Japan International Cooperation Agency), possibilitou o desenvolvimento de PGMs de soja que apresentaram resultados promissores em condições de estresse por déficit hídrico, em casa-de-vegetação e a campo. Nesta nova proposta, pretende-se realizar a introgressão destes genes de tolerância em linhagens de soja com características agronômicas superiores, permitindo a obtenção de um evento elite que posteriormente, poderá ser avaliado quanto às análises de biossegurança, e submetido à liberação comercial no Brasil e no mundo, para finalmente ser incorporado nos programas de melhoramento da Embrapa e/ou de outros obtentores privados, futuros parceiros na desregulamentação do evento. Ainda, em atividades desenvolvidas no LABEX Plant Biotechnology, em parceria com o ARS/USDA Plant Gene Expression Center, foram desenvolvidas novas estratégias de engenharia genética, com possibilidade de proteção intelectual, visando conferir tolerância ao déficit hídrico, as quais já mostraram resultados positivos quando testadas na planta modelo Arabidopsis thaliana, e que serão agora testadas em soja. Nesta proposta serão ainda utilizadas estratégias de mapeamento genético visando desenvolvimento de marcadores moleculares e seu uso na seleção assistida por marcadores em programas de melhoramento para desenvolvimento de genótipos mais tolerantes. Outra estratégia importante do projeto busca gerar/adaptar indicações de manejo do solo e da cultura que permitam a melhor conservação e aproveitamento da água disponível. Além disso, serão testados e validados modelos de risco climático e de simulação de crescimento e de desenvolvimento das plantas, o que permitirá integrar os efeitos de diferentes condições edafoclimáticas sobre o comportamento da cultura. Por fim, o projeto, objetiva realizar o acompanhamento das safras de soja do Brasil, criando uma série histórica de informações sobre perdas por seca, buscando caracterizar o impacto da ocorrência da seca sobre a produção de soja brasileira, através da quantificação das perdas econômicas promovidas e da evolução da sua ocorrência no tempo. As informações geradas e coletadas serão disponibilizadas por meio de plataforma on line (hot site), dentro do portal da Embrapa, que organizará e disponibilizará informações. A aprovação do projeto ora submetido garantirá o prosseguimento de trabalhos exitosos realizados no projeto que finda em 2016 e no Labex USA, o que contribuirá na sustentabilidade dos sistemas de produção agropecuários em que a soja está inserida.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / ALVADI ANTONIO BALBINOT JUNIOR - Integrante / JOSE SALVADOR SIMONETI FOLONI - Integrante / MARCO ANTONIO NOGUEIRA - Integrante / FRANCISCO CARLOS KRZYZANOWSKI - Integrante / MARCELO ALVARES DE OLIVEIRA - Integrante / ALEXANDRE LIMA NEPOMUCENO - Integrante / ANA CLAUDIA BARNECHE DE OLIVEIRA - Integrante / CARINA FERREIRA GOMES RUFINO - Integrante / CARLOS LASARO PEREIRA DE MELO - Integrante / CLARA BEATRIZ HOFFMANN CAMPO - Integrante / FERNANDO AUGUSTO HENNING - Integrante / HENRIQUE DEBIASI - Integrante / JOSE RENATO BOUCAS FARIAS - Integrante / JULIO CEZAR FRANCHINI DOS SANTOS - Integrante / LARISSA ALEXANDRA CARDOSO MORAES - Integrante / LILIANE MARCIA MERTZ HENNING - Integrante / LUIZ ALBERTO COLNAGO - Integrante / Leandro Simões Azeredo Gonçalves - Integrante / MARCELO HIROSHI HIRAKURI - Integrante / MARIA CRISTINA NEVES DE OLIVEIRA - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Outra.
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2019 - Atual
Sistemas de produção integrados como alternativa de manejo sustentável de PLINTOSSOLOS PÉTRICOS, Descrição: Caracterizar os tipos de Plintossolos Pétricos e desenvolver um manejo resiliente às dificuldades edafoclimáticas para os solos cascalhentos, no âmbito da fertilidade do solo, cultivares adaptadas, fitossanidade e sistemas integrados com espécies nativas e aporte de biomassa, a fim de viabilizar a produção agrícola sustentável nestas condições.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (8) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Integrante / DANIEL DE BRITO FRAGOSO - Integrante / DEIVISON SANTOS - Integrante / LEANDRO BORTOLON - Integrante / LEONARDO SIMOES DE BARROS MORENO - Integrante / Gustavo Azevedo Campos - Integrante / Jones Simon - Integrante / ELISANDRA SOLANGE OLIVEIRA BORTOLON - Integrante / MARCELO KONSGEN CUNHA - Integrante / ALMEIDA, RODRIGO ESTAVAN MUNHOZ - Coordenador / Balbino Antonio Evangelista - Integrante / COSTA, RODRIGO VÉRAS DA - Integrante / alexandre UHLMANN - Integrante / jose francisco lumbreras - Integrante / valdinei sofiatti - Integrante / divonzil gonçalves cordeiro - Integrante / michele ribeiro ramos - Integrante / Márcia Mascarenhas Grise - Integrante / Ernandes Barbos Belchior - Integrante / Pablo Vidal Torrado - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2017 - 2023
TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA PARA O SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SOJA NA MACRORREGIÃO SOJÍCOLA 5, Descrição: A área cultivada com grãos vem aumentando nos últimos anos em todas as regiões do Brasil, e a soja sem dúvida é a grande propulsora desse incremento de área. Na região Norte e Nordeste do país, a área cultivada com grãos na safra 2015/16 foi de 2,12 e 8,27 milhões de hectares, sendo que desse montante a soja ocupou uma área de 1,56 e 2,83 milhões de hectares, respectivamente. Considerando a diversidade de ecossistemas e tipos de solo e clima em que a soja vem sendo cultivada nas diferentes regiões do Brasil, este projeto será desenvolvido na macrorregião sojícola 5, que compreende os Estados do Nordeste e Norte do país (com exceção feita aos municípios do Leste do Estado de Rondônia, Sul do Tocantins, e extremo oeste da Bahia, que congregam a macrorregião sojícola 4). Este é um dos projetos componentes do projeto Transferência e Comunicação de Tecnologias para Sistemas Sustentáveis de Produção de Soja que compõe o Arranjo SUSTENSOJA. O referido projeto conta com a participação da Embrapa Soja, Embrapa Cerrados, Embrapa Pesca e Aquicultura, Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Meio-Norte, Embrapa Roraima e Embrapa Tabuleiros Costeiros que juntas envidarão esforços para estruturar uma rede de instituições parceiras com o objetivo de transferir tecnologias e conhecimentos aos arranjos produtivos em que se insere a cultura da soja na Macrorregião Sojícola 5. Pois, apesar dos bons patamares de produtividades da cultura da soja alcançados nas regiões Norte e Nordeste, ainda se faz necessária reduzir os custos de produção, aumentar a rentabilidade da cultura e torna-la tecnicamente mais sustentável. Nesse sentido a adoção de práticas como a correção da acidez do solo, a utilização de fertilizantes baseada na análise do solo e na expectativa de produção da cultura, a adoção de cultivares adaptadas as condições locais, o sistema de plantio direto, as boas práticas para inoculação de sementes com bactérias fixadoras de nitrogênio, o manejo fitossanitário baseado no monitoramento de plantas daninhas, doenças e insetos pragas são práticas que se adotadas pelos agricultores, contribuirão de forma significativa para redução dos custos de produção e aumento da competitividade e sustentabilidade da cadeia produtiva da soja, na região de abrangência do projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Integrante / PEDRO HENRIQUE R DE ALCANTARA - Integrante / ANDRE MATEUS PRANDO - Coordenador / SERGIO ABUD DA SILVA - Integrante / PAULO FERNANDO DE MELO JORGE VIEIRA - Integrante / PAULO DE ALBUQUERQUE SILVA - Integrante / ANA LAURA SILVA DE LIMA COSTA - Integrante / ALYSSON ROBERTO BAIZI E SILVA - Integrante / AUSTRELINO SILVEIRA FILHO - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Outra.
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2017 - 2020
Estratégias para a sustentabilidade da sucessão arroz-soja nas planícies irrigáveis por inundação do Tocantins, Descrição: A área potencial existente no Brasil para irrigação no ecossistema de planícies irrigáveis por inundação (PLANI) no ambiente tropical é estimada em 15 milhões de hectares. O estado do Tocantins possui a maior área plantada de arroz nesse ambiente (80.000 ha) e área potencial de 1,0 milhão de ha. Nas PLANI, o arroz é cultivado na época das chuvas, em sistema de irrigação por inundação, e em 80% dessa área, a soja é cultivada em sucessão na época da seca, com subirrigação. A produtividade do arroz no TO é de 5.514 kg/ha, sendo inferior à média obtida na região subtropical (7.200 kg/ha). No entanto, verifica-se potencial de aumento da produção do arroz tanto pela ampliação da área cultivada quanto pelo incremento da produtividade. O aumento da produção de arroz no TO, pode melhorar a logística de distribuição desse cereal nas regiões CO, N e NE devido à maior proximidade em relação ao RS. Políticas públicas vêm estimulando o aumento da área plantada por meio do programas de fomento no Tocantins. Já o aumento da produtividade pode ser atingido com técnicas sustentáveis de cultivo que devem ser estudadas, validadas e transferidas. A menor produtividade do arroz nessas PLANI está ligada à falta de cultivares resistentes às principais doenças, dificuldade de manejo da água de irrigação, devido ao regime hídrico dos rios; ao aquecimento dessa água de irrigação que pode prejudicar o desenvolvimento das plantas de arroz; aos critérios inadequados de recomendação de fertilizantes; às condições de clima que favorecem a principal doença do arroz, a brusone e à ausência de validação de métodos de controle de pragas que atendam aos requisitos de eficiência e segurança ambiental. Por outro lado, a expansão do cultivo da soja no período seco está proporcionando aumento de renda e aproveitamento mais intensivo das PLANI do TO e pode servir de modelo para o mesmo ecossistema em outros estados. Essa nova realidade aumentou a complexidade da atividade e criou a necessidade de se ajustar o modo de cultivo previamente existente, baseado exclusivamente no arroz. Para a cultura da soja produzida na entressafra, em que o foco é a produção de sementes, os desafios estão relacionados, principalmente, ao manejo adequado da palha de arroz, época e densidade de semeadura e da adubação da sucessão arroz-soja. Esta proposta tem como objetivo aprimorar, desenvolver e disponibilizar tecnologias para o cultivo do arroz no período chuvoso em sucessão com soja na entressafra, nas PLANI do TO. O projeto será estruturado em cinco Planos de Ação, sendo um gerencial, três de pesquisa e um de validação de tecnologias, os quais irão ser executados em 30 atividades. O projeto será coordenado pela Embrapa Arroz e Feijão em parceria com outras três unidades (Pesca e Aquicultura, Clima Temperado e Soja), Fundação Universidade do Tocantins, Ruraltins, Unitins ? Agro, Universidade Federal de Tocantins e Instituto Federal do Tocantins. Espera-se que ao final do projeto tenha-se determinado os critérios para recomendação da adubação da sucessão arroz-soja, os manejos adequados de insetos-pragas, doenças, água de irrigação e da palhada do arroz, os efeitos do uso de herbicidas do grupo das imidazolinonas no arroz e na soja convencionais plantados em sucessão, definidos os ajustes necessários para os cultivares de arroz BRS Catiana e BRS A702 CL, a época de semeadura e população adequada de cultivares de soja e os impactos econômicos e ambientais do uso dessas tecnologias na sucessão arroz-soja. Como impactos desta proposta têm-se maior retorno econômico da atividade agrícola e melhoria da eficiência de uso dos recursos naturais, racionalização do uso de fertilizantes e agrotóxicos e aumento da produção de grãos nas PLANI no ambiente tropical. Além de fortalecer as cadeias do arroz e da soja no estado do Tocantins.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / DANIEL DE BRITO FRAGOSO - Integrante / DEIVISON SANTOS - Integrante / Rodrigo Estevam Munhoz Almeida - Integrante / ADRIANO STEPHAN NASCENTE - Integrante / ALBERTO BAETA DOS SANTOS - Integrante / BERNARDO MENDES DOS SANTOS - Integrante / Eduardo Ribeiro dos Santos - Integrante / Gil Rodrigues dos Santos - Integrante / LUIS FERNANDO STONE - Integrante / MABIO CHRISLEY LACERDA - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Outra.
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2015 - 2017
Consórcio de milho com braquiária: Compreendendo os riscos do estresse hídrico na safrinha do Tocantins., Descrição: O sistema integração lavoura pecuária (ILP) consiste em integrar na mesma área, a produção agrícola e pecuária, e atende muitas diretrizes para estabelecer o manejo sustentável de produção agropecuária. É um sistema para uso eficiente da terra, exploração agrícola e pecuária com menor prejuízo ao meio ambiente e obtenção de maior produtividade. No Brasil o consórcio de milho com braquiária é amplamente utilizado na ILP para se recuperar pastagens degradadas e produção de forragem durante a seca ou no sistema de plantio direto (SPD) para produção de massa vegetal para cobertura do solo e formação de palha. Em parte da área agrícola do cerrado brasileiro, como no estado do Tocantins, o sistema de produção adotado é o cultivo de soja na safra e o milho na safrinha, e ainda é incipiente o consórcio com braquiária por desconhecimento e receios. Determinar critérios técnicos de recomendação é importante para difusão da tecnologia na região. Várias pesquisas demonstraram que não há redução de produtividade de milho quando consorciado com braquiária em situações que não há falta de água, luz e nitrogênio. Em relação ao N, sabe-se uma pequena parte do N-fertilizante aplicado é absorvido pela braquiária consorciada, de tal forma que não é necessário aumentar a dose de N no cultivo em consórcio. Entretanto, não se sabe qual a importância do fator água e como reduzir o risco de perdas na produtividade de milho consorciado com braquiária no cultivo durante a safrinha, época de maior ocorrência de restrição hídrica. No estado do Tocantins a distribuição das chuvas é caracterizada por uma estação chuvosa e outra seca, portanto as últimas chuvas do período úmido são importantes para a viabilidade do cultivo em safrinha. Não se sabe qual o impacto na produtividade do milho safrinha consorciado com braquiária no decorrer do período de semeadura que se estende após a colheita da soja, nem existem critérios de recomendação baseados em dados concretos para recomendar as datas limites para a semeadura de milho com braquiária na safrinha do Tocantins. É importante estudar também os benefícios que o sistema com maior diversificação biológica traz para o agroecossistema, principalmente nas culturas subsequentes ao milho com braquiária. Propõe-se estudo com quatro datas de plantio de milho safrinha em sistema solteiro e consorciado com braquiária, uma vez que o atraso da data de plantio é diretamente proporcional à ocorrência de chuvas na safrinha, permitindo a avaliação do estresse hídrico nas relações interespecíficas do milho com braquiária e os efeitos na cultura da soja subsequente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Integrante / LEANDRO BORTOLON - Integrante / Jones Simon - Integrante / ELISANDRA SOLANGE OLIVEIRA BORTOLON - Integrante / COSTA, RODRIGO VERAS DA - Integrante / ALMEIDA, RODRIGO ESTEVAM MUNHOZ DE - Coordenador., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Cooperação.
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2014 - 2024
DESAFIOS À FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO EM COMPONENTES DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE SOJA: Da seleção de estirpes e de genópitos à inovação em insumos biotecnológicos, Descrição: Pesquisas e produtos visando maximizar a contribuição dos microrganismos para a nutrição e a promoção do crescimento de plantas tornam-se prioritários no cenário da agricultura moderna, baseada em alta produtividade, mas com sustentabilidade. Dentre os processos microbiológicos de maior relevância para o aporte de nutrientes para as plantas está o da fixação biológica do nitrogênio (FBN), em simbiose com leguminosas e em associação com gramíneas. Este projeto abordará linhas de pesquisa visando superar os principais desafios à FBN, previstos para os próximos anos, em componentes de sistemas de produção de soja, incluindo monocultura, sucessão e rotação de culturas e sistemas em integração. O objetivo geral do projeto é "obter novas estirpes visando a dar suporte à autorização/recomendação pelo MAPA para a produção de inoculantes; desenvolvimento de formulações de inoculantes com bactérias e/ou metabólitos microbianos bioestimulantes; obtenção metodologia de seleção de genótipos mais eficientes em FBN sob restrição hídrica; tecnologias, serviços ambientais e ecossistêmicos, visando a maximização da nutrição nitrogenada via microrganismos ou de seus produtos, que seja capaz de dar suporte a altos rendimentos associados à maior sustentabilidade agrícola e menor impacto ambiental, resultando em benefícios científicos, agronômicos, econômicos, sociais e ambientais para o País. Para isso, foram delineados 15 objetivos específicos, organizados em dez planos de ação (PA) de pesquisa e um de gerenciamento (PA1) e 41 atividades (AT) principais, atreladas a 41 metas e seus respectivos resultados esperados. Trabalharão para atingir as metas propostas 23 instituições, sendo 12 centros da Embrapa. Para enfrentar os desafios da FBN na soja, um estudo abrangente envolvendo a bactéria, a planta e a interação planta-bactéria é essencial. Nesse contexto, o PA2 versa sobre o microssimbionte, com a seleção, validação e lançamento de estirpes de bactérias diazotróficas com maior eficácia no processo de FBN e promoção do crescimento das plantas componentes de sistemas de produção de soja e, no PA3, prosseguem com estudos de ecologia das estirpes de Bradyrhizobium em solos brasileiros, visando predizer respostas à inoculação e à reinoculação anual; metodologias inovadoras para esses estudos também são propostas. O PA4 foca o macrossimbionte, a identificação de marcadores moleculares relacionados à FBN em soja, o desenvolvimento de metodologias para a identificação de genótipos com alta capacidade de FBN e tolerantes a estresse hídrico e a avaliação de novos materiais transgênicos. Aspectos fisiológicos da simbiose sob estresse hídrico e FBN x N-mineral serão estudados no PA5, incluindo estudos de silenciamento de genes diferencialmente expressos em raízes. No PA6, o desenvolvimento de novas formulações líquidas de inoculantes e com base em nanotecnologia, que permitam maior tolerância das bactérias a condições de estresses ambientais e compatibilidade com produtos químicos, bem como inovações no desenvolvimento de biomoléculas serão estudadas. Potenciais novas estirpes, inoculantes e tecnologias, bem como novos desafios propostos em fóruns como o do CESB serão objeto de avaliação da eficiência agronômica no PA7. Desafios de seleção de estirpes e avaliação da FBN em solos com deficiência de drenagem natural serão estudados no PA8. No PA9, a contribuição da FBN na soja será estudada em sistemas integrados, incluindo a integração lavoura-pecuária (iLP), lavoura-pecuária floresta (iLPF), sucessão soja/sorgo sacarino em semeadura direta, soja em área de renovação de canaviais e soja em sucessão ao consórcio milho-braquiária. Finalmente, no PA10 serão conduzidos estudos visando viabilizar a FBN como serviço ambiental e ecossistêmico e para a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE). As tecnologias que serão estudadas neste projeto resultam em um. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / RODRIGO ARROYO GARCIA - Integrante / ANA CLAUDIA BARNECHE DE OLIVEIRA - Integrante / MARCO ANTONIO NOGUEIRA - Integrante / Mariangela Hungria - Integrante / Ieda de Carvalho Mendes - Integrante / Edvaldo Sagrilo - Integrante / Eduarda Ferreira - Integrante / Francismar Correa Marcelino Guimarães - Integrante / ANDRÉ LUIZ MARTINEZ DE OLIVEIRA - Integrante / CAUE RIBEIRO DE OLIVEIRA - Integrante / FABIO BUENO DOS REIS JUNIOR - Integrante / LUCIANO PAULINO DA SILVA - Integrante / FABIO MARTINS MERCANTE - Integrante / KRISLE DA SILVA - Integrante / JULIO CESAR SALTON - Integrante / Anderson Ferreira - Integrante / Leonel Neves do Canto e Mello - Integrante / ANTONIO EDUARDO PIPOLO - Integrante / CARLOS ALBERTO ARRABAL ARIAS - Integrante / MARIA LAURA TURINO MATTOS - Integrante / WALKYRIA BUENO SCIVITTARO - Integrante / GESSI CECCON - Integrante / Tiago Santos Telles - Integrante / GISELE FREITAS VILELA - Integrante / Alan Alves Pereira - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2014 - 2020
SUSTENSOJA - Estratégias integradas para geração de tecnologias para a sustentabilidade da cadeia produtiva da soja, Descrição: O desenvolvimento sustentável objetiva atender as necessidades da geração presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras. No âmbito de sistemas agrícolas, a sustentabilidade se relaciona com a capacidade dos sistemas em amortecer choques e tensões e continuar produzindo por longos períodos, visando resultados positivos e favoráveis nas dimensões econômicas, sociais e ambientais. Assim, sistemas agrícolas sustentáveis devem suportar desafios das mais variadas dimensões, desde as econômicas, como riscos de mercado e mecanismos de comercialização adotados pelo produtor, os de ordem ambiental, como estresses bióticos (pragas) ou abióticos, e os de caráter social, como a indisponibilidade de mão de obra qualificada e a qualidade de vida do produtor. Por sua vez, em contexto mais amplo, que se estende além dos sistemas agrícolas, a sustentabilidade da cadeia produtiva está associada ao fortalecimento de outros elos, desde aqueles que fornecem entradas à unidade produtiva até aqueles que irão adquirir, processar, transformar e comercializar a produção vinda do campo. De forma transversal aos processos anteriores atuam as instituições de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) e Transferência de Tecnologia (TT), responsáveis, respectivamente, por gerar e transferir as inovações necessárias ao desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas do segmento agrícola nacional. Em consonância com o exposto, a sustentabilidade da cadeia produtiva da soja dependerá de um esforço coordenado e integrado de diversos atores, no sentido de permitir, dentre outros desdobramentos preponderantes: (1) o desenvolvimento contínuo de insumos, tais como cultivares, inoculantes, fertilizantes e agrotóxicos eficientes, que tornam possível ao sojicultor obter elevada produtividade e superar o efeito de condições edafoclimáticas desfavoráveis; (2) o estabelecimento de técnicas de manejo de pragas, doenças e infestantes que tenham o mínimo impacto ambiental e preservem ao máximo o ambiente, visando à continuidade da prática produtiva; (3) o desenvolvimento e aprimoramento de técnicas de manejo de sistemas e do solo, que considerem fatores primordiais como reciclagem e balanço de nutrientes e a preservação de água no solo, estabelecendo estratégias integradas que mantenham ou melhorem a fertilidade do sistema de produção empregado; (4) a geração de inovações que deem suporte à prática produtiva, como a agricultura de precisão e a espacialização dos sistemas de produção, nos quais a soja seja um de seus componentes; (5) a garantia de alimentos seguros, através de pesquisas voltadas à maximização da qualidade de grãos e sementes armazenadas e pela minimização das perdas na colheita de soja; (6) a estruturação de uma rede de referência para implementar estratégias eficientes de TT e comunicação, das inovações tecnológicas, assim como o fortalecimento do relacionamento da Embrapa com os diferentes setores da cadeia produtiva; (7) a prospecção das demandas reais da cadeia produtiva, vinculadas a aspectos agronômicos, mercadológicos, tecnológicos e estruturais que impactam na sustentabilidade da sojicultura brasileira. Nesse âmbito, por ser uma referência e indutora de ações de PDI e TT vinculadas à soja no Brasil em âmbito internacional, é proposto o Arranjo SUSTENSOJA, uma sofisticada rede de instituições parceiras e equipes multidisciplinares. Estas integrarão esforços para a geração e transferência de inovações tecnológicas vitais para a sustentabilidade da cadeia produtiva da soja.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Integrante / MARCELO HIROSHI HIRAKURI - Integrante / ALVADI ANTONIO BALBINOT JUNIOR - Integrante / SERGIO DE OLIVEIRA PROCOPIO - Integrante / JOSE SALVADOR SIMONETI FOLONI - Integrante / ROBERTO KAZUHIKO ZITO - Integrante / JULIO CEZAR FRANCHINI DOS SANTOS - Integrante / SEBASTIAO PEDRO DA SILVA NETO - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / ANTONIO EDUARDO PIPOLO - Integrante / CARLOS ALBERTO ARRABAL ARIAS - Coordenador / Cesar de Castro - Integrante / MARCELO ALVARES DE OLIVEIRA - Integrante / CLARA BEATRIZ HOFFMANN CAMPO - Integrante / ANDRE MATEUS PRANDO - Integrante / EDSON HIROSE - Integrante / MAURICIO CONRADO MEYER - Integrante / ODILON LEMOS DE MELLO FILHO - Integrante / MONICA JULIANI ZAVAGLIA PEREIRA - Integrante.
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2014 - 2018
Prospecção de demandas e planejamento estratégico de Transferência de Tecnologia e Comunicação essenciais para a produção de soja no Brasil Sigla: PROSPECSOY, Descrição: A soja está dispersa em diversas regiões do País, o que se deve aos bem sucedidos programas de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e de transferência de tecnologia (TT) das empresas de sua cadeia produtiva. No que tange à P&D, são gerados produtos e conhecimentos imprescindíveis à evolução da cultura, desde cultivares adaptadas às diferentes condições edafoclimáticas nacionais às técnicas voltadas para melhorar a capacidade físico-química do solo, passando pelo manejo de pragas e doenças que afetam as plantas. Os programas de TT, por sua vez, propiciam o acesso a essas soluções tecnológicas, tanto pelo produtor quanto por outros usuários da cadeia produtiva. Contudo, a sustentabilidade da sojicultura nacional é continuamente afetada por inúmeros fatores, que exigem respostas ágeis e eficientes das redes nacionais de P&D e TT, dentre os quais: impactos gerados por mudanças e regimes climáticos (dinâmica climática); efeitos das interações entre os sistemas agrícolas e o ambiente, como o crescimento e/ou surgimento de pragas e doenças (dinâmica ambiental); volatilidade nos preços praticados na agricultura (dinâmica de mercado); contexto da expansão da fronteira agrícola, desde aspectos técnico-agronômicos (e.g. tipo de solo, sistemas predominantes e regime pluviométrico) a aspectos conjunturais (e.g. serviços disponíveis, capacidade regional de armazenagem e modais de transporte) (dinâmica de evolução); restrições e pressões ambientais impostas à agropecuária (dinâmica ecológica); nível de eficiência dos processos finalísticos de geração, transferência e comunicação de soluções tecnológicas (dinâmica dos processos finalísticos); políticas públicas e tributárias da agricultura (dinâmica política). Nesse sentido, existem dois processos vitais para transpor obstáculos atuais e futuros, para permitir à sojicultura brasileira se manter como um dos principais vetores de desenvolvimento regional: (1) prospecção das demandas fundamentais de sua cadeia produtiva, decorrentes dos principais limitantes a sua sustentabilidade; (2) geração e transferência eficiente de soluções tecnológicas capazes de atender às referidas demandas do setor produtivo. Em outros termos, os programas de P&D e TT devem estar continuamente alinhados às reais necessidades da cadeia produtiva da soja. Nessa linha de pensamento, esse projeto tem o propósito de prospectar as demandas fundamentais da cadeia produtiva da soja, propiciando proceder ao planejamento estratégico de TT e orientar a agenda de P&D da Rede de Inovação do SUSTENSOJA. Primeiramente, serão realizados painéis com produtores, especialistas e representantes do setor, para coletar informações necessárias para análises qualitativas e quantitativas, visando à elaboração e fundamentação de um diagnóstico acerca dos principais obstáculos à sustentabilidade e competitividade da sojicultura em diferentes regiões produtoras. Assim, a partir desse diagnóstico serão prospectadas as demandas fundamentais relacionadas aos aspectos agronômicos, mercadológicos, tecnológicos e estruturais da sojicultura nacional. Por sua vez, as supracitadas demandas permitirão: (1) proceder ao planejamento estratégico de TT da Rede de Inovação do SUSTENSOJA; (2) selecionar e transferir soluções tecnológicas adequadas ao tratamento dos problemas identificados nas diferentes regiões produtoras; (3) manter as ações de P&D do arranjo SUSTENSOJA alinhadas às necessidades da cadeia produtiva, tanto pela orientação dos projetos em execução quanto pela identificação de linhas de pesquisa a serem atacadas por projetos a serem induzidos; (4) compreender as necessidades de informação e comunicação que permeiam os atores da cadeia produtiva da soja, para alinhamento das abordagens comunicacionais; (5) identificar ações e políticas públicas necessárias para manter a sustentabilidade e competitividade da produção de soja no Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Integrante / LEANDRO BORTOLON - Integrante / MARCELO HIROSHI HIRAKURI - Coordenador / ALVADI ANTONIO BALBINOT JUNIOR - Integrante / SERGIO DE OLIVEIRA PROCOPIO - Integrante / JOSE SALVADOR SIMONETI FOLONI - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / Cesar de Castro - Integrante / ANDRE MATEUS PRANDO - Integrante / Osmar Conte - Integrante / adilson de oliveira júnior - Integrante / divânia lima - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Outra.
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2014 - 2016
Características agronômicas, bromatológicas e fisiológicas de pastagens de capim-massai irrigadas na região de Palmas, Tocantins., Descrição: Plantas tropicais apresentam redução acentuada na sua taxa fotossintética e, consequentemente na produção, quando expostas a temperaturas inferiores a 15° C. No entanto, algumas regiões brasileiras possuem menor variação climática, como o estado do Tocantins. Diferente de outras regiões de maior latitude do Brasil, o Tocantins apresenta um inverno seco de temperaturas elevadas. A temperatura apresenta pouca variabilidade durante o ano, com diferenças menores que 5°C entre o mês mais quente e o mais frio. Isso realça uma variação comportamental climato-meteorológica pouco significativa para a cidade de Palmas. Mais de 93% da precipitação total média anual ocorrem entre os meses de outubro e abril. Sendo assim, entre os meses maio e setembro, devido à falta de chuvas, as pastagens param de crescer e ocorre um déficit na disponibilidade de forragem para a produção animal. Dentre os aspectos desejáveis à utilização de plantas forrageiras, a boa distribuição da produção de forragem durante o ano pode ser considerada um dos atributos mais atraentes e cobiçados, tanto por parte dos pesquisadores quanto por parte dos pecuaristas. Estudos de simulação mostram que o potencial de lotação animal em pastagens irrigadas para o verão e o inverno para essa região foi de 7,79 e 6,41 UA/ha, respectivamente. Essas simulações mostram o grande potencial da região para a produção de forragem em pastos irrigados, uma vez que a água é o fator limitante da produção nessa região. Desse modo, compreender as respostas das plantas forrageiras irrigadas às condições regionais do Tocantins, possibilitaria uma adequação do manejo do pastejo para essa época. Além disso, um incremento na produção anual de forragem no sistema possibilitará maiores ganhos de produtividade e produção animal em épocas de baixa quantidade de forragem disponível para os animais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Integrante / PEDRO HENRIQUE R DE ALCANTARA - Integrante / DEIVISON SANTOS - Integrante / ROSIANA RODRIGUES ALVES - Integrante / Vitor D'Alamo Guarda - Coordenador / VIVIANE RODRIGUES V DOS SANTOS - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - 2016
FORTALECIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DE BIODIESEL NO TOCANTINS, Descrição: A crescente preocupação da sociedade mundial com o ambiente vem gerando pressão sobre o uso de combustíveis fósseis, os quais são os grandes responsáveis pela emissão de gases poluentes na atmosfera. Vários países estão buscando reduzir ao máximo o uso desses combustíveis, seja pela substituição do produto ou pela adição de outros combustíveis para diminuir a carga poluidora. Dessa forma o uso de fontes de energia renovável é uma das estratégias para reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa que tem provocado o aquecimento do planeta.Em anos recentes, como parte das medidas contra o aquecimento global, o governo brasileiro têm promovido políticas publicas voltadas para produção e uso de biocombustíveis, a exemplo da criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) criado pela lei 11.097, de 13 de janeiro de 2005, com o objetivo de introduzir o uso do biodiesel em mistura ao diesel. Além de incentivar a produção de biodiesel, fonte de energia renovável que atende aos aspectos ambientais, o programa possui enfoque na inclusão social e no desenvolvimento regional, via geração de emprego e renda através da organização da cadeia produtiva, das linhas de financiamento e da estruturação das bases tecnológicas, por meio do Selo Combustível Social e da implantação dos Pólos de Produção de Biodiesel ambos com foco no apoio da agricultura familiar, fixando o homem no campo, organizando a cadeia produtiva de oleaginosas, proporcionando elevação da renda dos produtores. Um conjunto de medidas específicas visando estimular a inclusão social da agricultura, nessa importante cadeia produtiva.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / DEIVISON SANTOS - Integrante / EMERSON BORGHI - Integrante / FRANCELINO PETENO DE CAMARGO - Integrante.
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2013 - 2014
Produtividade de forragem e palha, reciclagem de nutrientes e épocas de dessecação de espécies forrageiras consorciadas com soja em solos arenosos do Tocantins, Descrição: Dentro do Bioma Cerrado, algumas regiões apresentam características bastante peculiares, caracterizadas por solos arenosos, baixas latitudes, temperaturas altas e ocorrência de chuvas em grande intensidade no verão, porém com inverno seco. Nestas regiões, as maiores limitações para a sustentabilidade de sistemas integrados envolvendo agricultura e pecuária é a baixa produção de forragem no período de outono até o início da primavera, aliada a rápida decomposição durante a estação das chuvas, dificultando a formação de cobertura morta sobre o solo. Para tentar solucionar o problema, o cultivo consorciado de culturas produtoras de grãos com espécies forrageiras tem apresentado resultados promissores, pois além de fornecer palhada, pode fornecer forragem no período de maior escassez de alimento para a atividade pecuária. Entre as modalidades de consórcio, a sobressemeadura de espécies para estes propósitos na cultura da soja apresenta vantagens operacionais e econômicas. Contudo, por ser uma tecnologia recente, há necessidade de estudos para a viabilidade de cultivo nestas regiões com tais características edafoclimáticas. Em função do exposto, o projeto de pesquisa tem os seguintes objetivos: 1) avaliar as modalidades de cultivo consorciado de soja com cinco espécies forrageiras tropicais, em duas densidades de semeadura; 2) avaliar o comportamento fisiológico, composição bromatológica e produtividade de forrageiras tropicais consorciadas com a cultura da soja, submetidas a cortes no período de outono-primavera; 3) avaliar a produção de palha e melhor época de dessecação das forrageiras para o sistema plantio direto da safra seguinte; 4) verificar a ciclagem de nutrientes no solo e na cobertura vegetal senescente do resíduo das forrageiras após os períodos de dessecação; 5) avaliar as características agronômicas da cultura da soja semeada sob as espécies forrageiras em sistema plantio direto na safra seguinte; 6) verificar as alterações químicas e físicas do solo, além do acúmulo de carbono no solo e na cobertura vegetal senescente do resíduo das forrageiras após corte. O experimento será conduzido em solo arenoso, no Estado do Tocantins. O delineamento experimental será em blocos completos casualizados, com quatro repetições. Os tratamentos serão compostos por cinco espécies forrageiras: Urochloa brizantha cv. Marandu; Urochloa ruziziensis; Panicum maximum cv. Mombaça; Panicum infestans cv. Massai; Pennisetum americanum, em duas densidades de semeadura, com 4 repetições. O tratamento testemunha será composto pelo cultivo tradicional de soja, seguido de pousio no inverno. Serão avaliados na soja: diagnose foliar; características agronômicas, bem como, os componentes da produção e a produtividade de grãos. Nas forrageiras serão avaliadas: características fisiológicas, produtividade e qualidade bromatológica no período de outono-primavera. Em setembro/2013, as unidades experimentais serão subdivididas em 4 épocas de dessecação das forrageiras: 15, 30, 45 e 60 dias antes da semeadura da soja. No segundo ano de condução do experimento (safra 2013/14), os tratamentos e avaliações serão repetidos, sendo a soja avaliada em função dos períodos de dessecação as espécies forrageiras.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Integrante / VITOR DEL ALAMO GUARDA - Integrante / LEANDRO BORTOLON - Integrante / JUNIOR CESAR AVANZI - Integrante / EMERSON BORGHI - Coordenador / Jones Simon - Integrante / ELISANDRA SOLANGE OLIVEIRA BORTOLON - Integrante / MARCELO KONSGEN CUNHA - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2012 - 2015
Novos sistemas de semeadura e arranjos de plantas para aumento da produtividade e sustentabilidade da cultura da soja, Descrição: A cultura da soja vive um momento de grandes mudanças, ou mesmo, de quebra de paradigmas. Na área da fitossanidade, tem-se, como exemplo, a utilização de herbicidas antes não seletivos, como o caso da resistência ao glyphosate, e a introdução da soja-BT, portadora de genes de toxinas da bactéria Bacillus thuringiensis. No melhoramento genético, a introdução de cultivares de hábito crescimento indeterminado e maior precocidade que as tradicionalmente adotadas (hábito de crescimento determinado e ciclo mais longo) tem trazido vários questionamentos quanto ao manejo da cultura da soja. Este fato tem ocorrido não apenas por essa característica, mas também pela nova arquitetura das plantas e pelos maiores potenciais de rendimento de grãos. Folíolos menores e com inclinação mais vertical, menor índice de ramificação são características predominantes dessas cultivares em relação as cultivares tradicionalmente utilizadas e que fazem com que a pesquisa tenha que rever ou atualizar o sistema de produção desses novos materiais. Em relação à fitotecnia, as alterações também são de grandes proporções. Novos sistemas de produção de soja estão sendo formatados no Brasil e no exterior. O sistema conhecido como Semeadura Cruzada foi utilizado pelos ganhadores do Desafio de Produtividade Nacional (safra 2010/2011). O sistema de Semeadura em Fileiras Duplas é utilizado pelo recordista mundial de produtividade de soja, um produtor do Estado do Missouri nos Estados Unidos. O sistema de Semeadura com Espaçamento Reduzido vem sendo estudado no Brasil, com resultados promissores em termos econômicos e ambientais, não tendo evoluído no País na mesma dimensão verificada em outros, por limitações no maquinário agrícola disponível. A maturidade atual dos técnicos/sojicultores brasileiros tem permitido que diversas etapas do sistema de produção sejam repensadas. A modificação do arranjo das plantas de soja nas áreas agrícolas pode ser a forma mais rápida de aumento na média de rendimento de grãos nacional de soja, sem alterações na sustentabilidade dos sistemas de produção. Decorrente desse cenário o projeto, que abrangerá regiões de grande relevância na produção brasileira de soja, tem como objetivo principal desenvolver e disponibilizar novos sistemas de produção sustentáveis voltados à elevação da produtividade nacional de soja. Com isso serão desenvolvidos e disponibilizados três sistemas completos de produção de soja: Sistema de Produção em Semeadura Cruzada, Sistema de Produção em Espaçamento Reduzido e Sistema de Produção em Fileiras Duplas, todos voltados a obtenção de elevadas produtividades. Adicionalmente a elaboração desses sistemas recomendações quanto ao manejo fitossanitário e novas recomendações para a adubação desses sistemas serão formatadas e disponibilizadas. A avaliação dos impactos econômicos, sociais e ambientais será dimensionada e suas possíveis formas de mitigação apresentadas. Conforme as tecnologias forem sendo finalizadas, técnicos e produtores rurais estarão sendo capacitados a implementarem esses novos sistemas de produção em suas regiões.O projeto apresenta uma perspectiva de impactar significativamente a produtividade nacional da cultura da soja, auxiliando o Brasil a se tornar o grande protagonista mundial na produção e exportação dessa oleaginosa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Integrante / ALVADI ANTONIO BALBINOT JUNIOR - Coordenador / HENRIQUE DEBIASI - Integrante / ROBERTO KAZUHIKO ZITO - Integrante / JOSE DE BARROS FRANCA NETO - Integrante / JULIO CEZAR FRANCHINI DOS SANTOS - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / JOSE MIGUEL SILVEIRA - Integrante / GERALDO ESTEVAM DE SOUZA CARNEIRO - Integrante / MARCO ANTONIO NOGUEIRA - Integrante.
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2011 - 2012
ESTADO-DA-ARTE DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO ESTADO DO TOCANTINS, Descrição: O presente projeto teve por objetivo fazer um levantamento, por meio de visitas e entrevistas com produtores e consultores, para avaliação de sistemas produtivos agropecuários no Tocantins na safra 2011/12, para identificação de necessidades de pesquisas, desenvolvimento e inovação. Para o Estado do Tocantins, onde as condições climáticas inerentes condicionam ao cultivo exclusivo de soja no verão, não há resultados de pesquisas que evidenciam o potencial da utilização de sistemas produtivos utilizando cultivos de safrinha, tampouco quando estas são implantadas consorciadas com espécies forrageiras que possam ser exploradas como pastejo no outono e, posteriormente, como cobertura morta para a semeadura da safra seguinte em SPD. Tendo em vista as visitas realizadas às diferentes regiões do Estado e as trocas de experiências, levantaram-se 10 desafios para a sustentabilidade do iLP e SPD no Estado do Tocantins.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Integrante / PEDRO HENRIQUE R DE ALCANTARA - Integrante / DEIVISON SANTOS - Integrante / LEANDRO BORTOLON - Integrante / JUNIOR CESAR AVANZI - Integrante / LEONARDO SIMOES DE BARROS MORENO - Integrante / EMERSON BORGHI - Coordenador / LUIZA VASCONCELOS TAVARES CORREA - Integrante / ELISANDRA SOLANGE OLIVEIRA BORTOLON - Integrante / FRANCELINO PETENO DE CAMARGO - Integrante / Ariovaldo Luchiari Júnior - Integrante., Financiador(es): Fundação Agrisus - Auxílio financeiro.
Projetos de desenvolvimento
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2008 - 2011
SWITCH Project, Descrição: O Projeto SWITCH é um consórcio composto por 32 instituições de 15 países, do qual fazem parte a Prefeitura de Belo Horizonte e a UFMG. Liderado pelo instituto IHE (UNESCO), o projeto foi contemplado por um edital de pesquisa e desenvolvimento na área de recursos hídricos urbanos, lançado pela União Européia em 2004. O principal objetivo do SWITCH corresponde ao desenvolvimento, aplicação e avaliação de soluções tecnológicas e gerenciais voltadas ao manejo de águas urbanas. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / Nilo de Oliveira Nascimento - Integrante / Sônia Mara Miranda Knauer - Integrante., Financiador(es): UNESCO Institute for Water Education - Cooperação.
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2008 - 2011
SWITCH Project, Descrição: O Projeto SWITCH é um consórcio composto por 32 instituições de 15 países, do qual fazem parte a Prefeitura de Belo Horizonte e a UFMG. Liderado pelo instituto IHE (UNESCO), o projeto foi contemplado por um edital de pesquisa e desenvolvimento na área de recursos hídricos urbanos, lançado pela União Européia em 2004. O principal objetivo do SWITCH corresponde ao desenvolvimento, aplicação e avaliação de soluções tecnológicas e gerenciais voltadas ao manejo de águas urbanas. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / Nilo de Oliveira Nascimento - Integrante / Sônia Mara Miranda Knauer - Integrante., Financiador(es): UNESCO Institute for Water Education - Cooperação.
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2008 - 2011
SWITCH Project, Descrição: O Projeto SWITCH é um consórcio composto por 32 instituições de 15 países, do qual fazem parte a Prefeitura de Belo Horizonte e a UFMG. Liderado pelo instituto IHE (UNESCO), o projeto foi contemplado por um edital de pesquisa e desenvolvimento na área de recursos hídricos urbanos, lançado pela União Européia em 2004. O principal objetivo do SWITCH corresponde ao desenvolvimento, aplicação e avaliação de soluções tecnológicas e gerenciais voltadas ao manejo de águas urbanas. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / Nilo de Oliveira Nascimento - Integrante / Sônia Mara Miranda Knauer - Integrante., Financiador(es): UNESCO Institute for Water Education - Cooperação.
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2008 - 2011
SWITCH Project, Descrição: O Projeto SWITCH é um consórcio composto por 32 instituições de 15 países, do qual fazem parte a Prefeitura de Belo Horizonte e a UFMG. Liderado pelo instituto IHE (UNESCO), o projeto foi contemplado por um edital de pesquisa e desenvolvimento na área de recursos hídricos urbanos, lançado pela União Européia em 2004. O principal objetivo do SWITCH corresponde ao desenvolvimento, aplicação e avaliação de soluções tecnológicas e gerenciais voltadas ao manejo de águas urbanas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / Nilo de Oliveira Nascimento - Integrante / Sônia Mara Miranda Knauer - Integrante., Financiador(es): UNESCO Institute for Water Education - Cooperação.
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2008 - 2011
SWITCH Project, Descrição: O Projeto SWITCH é um consórcio composto por 32 instituições de 15 países, do qual fazem parte a Prefeitura de Belo Horizonte e a UFMG. Liderado pelo instituto IHE (UNESCO), o projeto foi contemplado por um edital de pesquisa e desenvolvimento na área de recursos hídricos urbanos, lançado pela União Européia em 2004. O principal objetivo do SWITCH corresponde ao desenvolvimento, aplicação e avaliação de soluções tecnológicas e gerenciais voltadas ao manejo de águas urbanas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / Nilo de Oliveira Nascimento - Integrante / Sônia Mara Miranda Knauer - Integrante., Financiador(es): UNESCO Institute for Water Education - Cooperação.
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2008 - 2011
SWITCH Project, Descrição: O Projeto SWITCH é um consórcio composto por 32 instituições de 15 países, do qual fazem parte a Prefeitura de Belo Horizonte e a UFMG. Liderado pelo instituto IHE (UNESCO), o projeto foi contemplado por um edital de pesquisa e desenvolvimento na área de recursos hídricos urbanos, lançado pela União Européia em 2004. O principal objetivo do SWITCH corresponde ao desenvolvimento, aplicação e avaliação de soluções tecnológicas e gerenciais voltadas ao manejo de águas urbanas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Leonardo José Motta Campos - Coordenador / Nilo de Oliveira Nascimento - Integrante / Sônia Mara Miranda Knauer - Integrante., Financiador(es): UNESCO Institute for Water Education - Cooperação.
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2008 - 2011
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2008 - 2011
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2008 - 2011
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2008 - 2011
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Histórico profissional
Endereço profissional
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Embrapa Soja, Embrapa Pesca Aquicultura e Sistemas Agrícolas. , Quadra 104 Sul, Av. LO 1, Número 34, Conjunto 4, 1º e 2º pavimentos, Plano Diretor Sul, 77020020 - Palmas, TO - Brasil, Telefone: (63) 32297821, Fax: (63) 32297850, URL da Homepage:
Experiência profissional
2013 - Atual
Comissão de Sementes e Mudas do Estado do TocantinsVínculo: Representante da Embrapa, Enquadramento Funcional: Membro titular
2014 - 2017
Comissão de Sementes e Mudas do Estado do TocantinsVínculo: Presidente da Comissão, Enquadramento Funcional: Presidente da Comissão de Sementes e Mudas, Carga horária: 4
2011 - Atual
Embrapa sojaVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Pesquisador A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
-
12/2012
Pesquisa e desenvolvimento, Embrapa Pesca Aquicultura e Sistemas Agrícolas.,Linhas de pesquisa
2010 - 2011
CP Solutions Engenharia e Consultoria AmbientalVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Engenheiro Agrônomo Responsável Técnico, Carga horária: 6
2006 - 2011
Instituto Superior de Ciências da SaúdeVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 10
Outras informações:
Professor das disciplinas "Conservação e Uso dos Solos" e "Revegetação e Fitorremediação".
2008 - 2009
Instituto Superior de Ciências da SaúdeVínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Coordenador de cursos de Graduação, Carga horária: 30
Atividades
-
06/2006
Ensino,,Disciplinas ministradas, Conservação e Uso dos Solos, Revegetação e Fitorremediação
1999 - 2001
Universidade Federal de GoiásVínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Outro, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Aluno do mestrado da Escola de Agronomia da UFG.
Atividades
-
03/1999 - 12/2000
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica.,Linhas de pesquisa
-
05/2000 - 10/2000
Ensino,,Disciplinas ministradas, Fisiologia Vegetal
2002 - 2002
Fundação de Apoio à Pesquisa e ao DesenvolvimentoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador bolsista, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
1998 - 2000
Nutribrasil Rep. de Prod. AgropecuáriosVínculo: Contrato por período, Enquadramento Funcional: Responsável Técnico, Carga horária: 20
Outras informações:
Acompanhamento de toda a comercialização de defensivos agrícolas, treinamento e coordenação de equipe de vendas, vendas externas e compra de produtos agropecuários para empresa.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Leonardo José Motta Campos e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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Confirma a exclusão?