Ulysses Oliveira dos Santos Corrêa

Minha trajetória acadêmica se inciou na UFRRJ, quando fui aprovado no curso de Eng. Florestal. No ano de 2017, me mudei para Santa Maria - RS ao ser aprovado na Eng. Florestal da UFSM. Desde então me empenhei para buscar oportunidades e viver experiências que as salas de aula não proporcionam... foi então que comecei a trbalhar no Lab. de Silvicultura da universidade, com atividades de iniciação científica e monitoria da disciplina de Silvicultura. Um ano e meio depois fiz parte do Lab. de Física dos Solos, também com atividades de iniciação científica bem como ensaios em laboratório. Na grande parte da minha trajetória da gradução, fiz parte da emprea júnior do curso de engenharia florestal (Floresta Jr.) pelo período de 3 anos, sendo o primeiro como gerente de projetos, o segundo como diretor de gestão de pessoas e o terceiro como presiednte executivo. Perto do fim do curso busquei um estágio extra-curricular, em que gerenciei por quase um ano uma equipe de 10 profissionais que, por sua vez, realizavam serviços de licenciamento ambiental junto à FEPAM, referente ao manejo florestal para instalação de redes elétricas até 38kv. Por último e não menos importante, trabalhei esporadicamente como garçom e também realizei atividades de conscientização social junto da Floresta Jr., como ações que envolviam o Centro de Apoio à Criança com Câncer (CACC Camobi).

Informações coletadas do Lattes em 29/10/2022

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Engenharia Florestal

2017 - Atual

Universidade Federal de Santa Maria

Curso técnico/profissionalizante

2008 - 2012

IFRJ Campus Paracambi

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Projetos de pesquisa

  • 2018 - 2023

    Programa de valorização das espécies arbóreas nativas do Bioma Mata Atlântica, Descrição: A conscientização ambiental é um tema de extrema importância à conservação da natureza, tendo em vista a modificação dos ecossistemas naturais para usos diversos, entretanto para isso o indivíduos precisa se posicionar como parte do ambiente ao qual está envolvido. O objetivo desse programa de Extensão é agregar diferentes ações de educação ambiental que vêm sendo realizadas pelo Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM, buscando despertar o interesse de estudantes e comunidade geral sobre a valorização das espécies arbóreas nativas sobre sua função ambiental, social e econômica. Nas escolas e comunidades serão realizadas as seguintes ações: observação do ambiente que vive, da natureza no entorno; aplicação de questionário de avaliação do contexto ambiental; identificação de espécies arbóreas e sua (s) função (ões) no local; marcação de árvores matrizes; arborização; e/ou recuperação das matas ciliares. Na UFSM: atividades no subprograma Bolsa de Sementes, recepção de visitantes externos ao laboratório e apoio as atividades didáticas das disciplinas dos curso de Agronomia, Engenharia Florestal, Técnico em Agropecuária e Técnico em Paisagismo; realização de mini cursos para estudantes e funcionários da Instituição e para comunidade geral. Com base nas atividades desse programa, busca-se desenvolver a observação e contemplação da natureza com senso crítico à necessidade de mudança de atitude dos envolvidos, visando reduzir e contornar possíveis impactos, assim como para valorização das espécies arbóreas nativas, sobre sua função ambiental, social e econômica. O Programa permitirá aos acadêmicos de graduação e pós-graduação, que atuam no Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal, desenvolver o senso extensionista, com base nas ações de pesquisa e ensino.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Ulysses Oliveira dos Santos Corrêa - Coordenador / Masistela Araujo - Integrante.

  • 2016 - 2022

    Estrutura e compactação do solo em agrossitemas, Descrição: O Rio Grande de Sul possui uma participação notável na produção de grãos do Brasil, com cerca de 8,5 milhões de ha plantadas na safra 2014/15. Desse total, apenas cerca de 1,2 milhões de ha são cultivados com culturas de inverno, após a colheita das culturas de verão. O restante da área não cultivada no período de entressafra de verão é uma oportunidade para a adoção de Sistemas Integrados de Produção Agropecuária (SIPA). Os SIPA do Subtrópico Brasileiro, de maneira geral, são caracterizados pela produção de culturas de verão produtoras de grãos, como soja, milho e arroz, seguidas pela implantação de pastagens de gramíneas no inverno, como aveia preta e azevém, destinadas ao pastejo animal. O manejo inadequado do pastejo nesse sistema, com alta lotação animal, promove inúmeras consequências negativas, sobretudo a propriedades estruturais do solo dependentes do espaço poroso, embora melhore a capacidade de suporte de carga do solo. As alterações podem ser limitantes tanto para o desenvolvimento de plantas, quanto para a sustentabilidade do sistema. Contudo existem indícios de que o pastejo animal bem manejado pode gerar benefícios à estruturação do solo, devido ao intenso efeito do sistema radicular das plantas de cobertura, que são estimuladas de forma positiva após o pastejo. Quanto a resistência de solo à deformação, esta pode ser aumentada após os ciclos de pastejo. Os processos de deformação são bastante dinâmicos em condições de campo, pois o solo é submetido constantemente a pequenas cargas repetidas, seja pela passagem de uma máquina ou pisoteio animal. Portanto, a avaliação da deformação do solo por meio de ensaios dinâmicos de compressibilidade é uma forma de se obter resultados mais próximos da realidade do campo. Há escassez de informações das propriedades do solo que dizem respeito à dinâmica de fluxos, tanto de água quanto de ar para estes sistemas. A forma como habitualmente se simula a deformação do solo por cargas estáticas é diferente de como ocorre no campo, e a avaliação por meio de ensaios dinâmicos pode ser mais adequada. Investigar se níveis moderados de pastejo, em Sistemas Integrados de Produção Agropecuária, além de melhorarem a estrutura do solo, também melhoram o fluxo de água e ar, capacidade de suporte de carga e a elasticidade do solo. O pastejo moderado em Sistema Integrado de Produção Agropecuária promove melhorias na qualidade estrutural no solo, expressas pelo aumento dos fluxos de água e ar, maior suporte de carga, menor deformação e maior elasticidade quando submetido a ensaios de carregamento dinâmico simulando o pisoteio animal. A área experimental está localizada no município de São Miguel das Missões. O solo é classificado como Latossolo Vermelho distroférrico. A área é conduzida sob SIPA desde o ano de 2001, com aveia-preta + azevém, no período hibernal e soja, no período estival. A área total do experimento é de aproximadamente 22 hectares, sendo dividida em 12 parcelas cujos tamanhos variam de 0,8 a 3,6 hectares. O efeito das diferentes pressões de pastejo sobre as propriedades físicas e mecânicas do solo será avaliado por meio da análise de variância e, quando o teste F for significativo, será feita a comparação de médias pelo teste de Tuquey a 5% de probabilidade de erro (Ambiente estatístico R).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ulysses Oliveira dos Santos Corrêa - Integrante / Jose Michel Reichert - Coordenador.

  • 2016 - 2022

    Dinâmica hidrossedimentológica e predição de processos com o modelo SWAT e identificação de fontes de sedimentos em uma bacia hidrográfica, Descrição: Atividades agropecuárias têm sido intensificadas e abrangem maiores áreas para produção nas últimas décadas. Porém, essa expansão, em muitos casos, não preconizou técnicas de manejo adequadas para a conservação do solo e da água. O objetivo desse estudo é avaliar a dinâmica hidrossedimentológica de uma bacia hidrográfica rural, identificar a origem dos sedimentos e parametrizar o modelo Soil and Water Assessment Tool (SWAT) para a predição de processos hidrossedimentológicos e de transferência de nutrientes, em Quinze de Novembro (RS). A bacia possui 133 ha de área de drenagem, e, 78% dela é composta por áreas agricultáveis. Usualmente cultiva-se soja e milho, no verão, e aveia e trigo, no inverno, em plantio direto. Algumas áreas da bacia são utilizadas com bovinocultura leiteira. A caracterização física e hídrica do solo será realizada em todas as classes de solo da bacia, com abrangência dos diferentes usos do solo e classes de relevo. A avaliação da descarga sólida e líquida e da perda de nutrientes na bacia, será realizada com monitoramento contínuo da precipitação, da vazão e da turbidez da água, em uma seção de monitoramento composta por vertedor triangular e automatizada com pluviógrafo, linígrafo, turbidímetro. Os dados serão obtidos e armazenados em um datalogger. Amostras de sedimentos serão coletadas mensalmente em um amostrador integrador e durante eventos de chuva. Na mesma ocasião, serão coletadas amostras de água, para determinar a concentração dos elementos químicos como C orgânico total e particulado, NO3-, NH4+, N total, P solúvel e total, Cu e Zn extraíveis e totais. Os sedimentos coletados serão utilizados para a calibração do sensor de turbidez, a estimativa da concentração de sedimentos transportados em suspensão, e a identificação das fontes produtoras de sedimentos por meio da técnica "fingerprinting". A caracterização física e hídrica do solo e o monitoramento hidrossedimentológico possibilitará formar um banco de dados que poderá ser utilizado para a parametrização, calibração e validação do modelo SWAT para a predição de processos hidrossedimentológicos na escala de bacia e, assim, ser utilizado como ferramenta para a gestão dos recursos naturais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ulysses Oliveira dos Santos Corrêa - Integrante / Jose Michel Reichert - Coordenador.

  • 2016 - 2021

    Estudo de tecnologias adequadas para produção de sementes e mudas florestais utilizadas na formação de povoamentos e recuperação de áreas: Fase II, Descrição: A importância das florestas para o desenvolvimento econômico, social e ambiental, é de evidente interesse, sendo que qualquer ação depende do desenvolvimento de tecnologias capazes de obter um produto florestal com mínimo impacto. Além disso, tal ação é possível somente diante do entendimento e demanda da sociedade, que associada à comunidade científica, busca técnicas adequadas para o desenvolvimento sustentável. A silvicultura tem como interesse o cultivo de florestas, estabelecendo seu êxito quando atua desde o conhecimento do ambiente original e atual da área foco de interesse, até a formação ou enriquecimento de florestas produtivas, de conservação ou de preservação. Assim, pesquisas enfocando áreas promissoras para coleta de sementes, técnicas e insumos adequados para produção de mudas e condução de plantios, são estratégicas para o desenvolvimento florestal regional e, consequentemente, nacional. Nesse sentido, o objetivo desse projeto é identificar tecnologias adequadas à produção de sementes e mudas de diferentes espécies florestais, como forma de subsidiar material de qualidade para formação de povoamentos, enriquecimento de florestas e recuperação de áreas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ulysses Oliveira dos Santos Corrêa - Integrante / Masistela Araujo - Coordenador.

Prêmios

2005

Aluno padrão do Inst. de Ed. Aquarela, Rotary Club Internacional.

Histórico profissional

Experiência profissional

2018 - 2023

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: , Enquadramento Funcional: