Luana Leite Pinheiro Bizerra

Possui graduação em Formação Intercultural Para Educadores Indígenas pela Universidade Federal de Minas Gerais(2022) e ensino-medio-segundo-grau pela Escola Estadual Indígena Bukinuk(2016). Atualmente é Professora da Escola Estadual Indígena Bukinuk e da Universidade Federal do Pará. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Indígena.

Informações coletadas do Lattes em 18/06/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Formação Intercultural Para Educadores Indígenas

2019 - 2022

Universidade Federal de Minas Gerais

Ensino Médio (2º grau)

2014 - 2016

ESCOLA ESTADUAL INDIGENA BUKINUK

Idiomas

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação Indígena.

Participação em eventos

Tercer Encuentro Latinoamericano de Etnomatemática ELEm-3. O QUE A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PODE APRENDER DAS PESQUISAS DE AUTORÍA INDÍGENA?. 2022. (Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    A opção decolonial em Educação Matemática: problematizando a formação inicial de professores, Descrição: Este projeto de pesquisa interinstitucional toma como ponto de partida o debate aberto por Jacques Derrida sobre a ?Universidade sem condição?. Uma universidade sem condições se pauta pela inserção e interlocução com saberes e racionalidades que extrapolam o campo exclusivamente disciplinar de organização da Universidade Contemporânea, em particular no que se refere ao modo como a educação superior mobiliza disciplinarmente a Matemática, em seus diversos cursos acadêmicos. Os modelos curriculares universitários silenciam, eliminam, hierarquizam e ignoram a existência de outras matemáticas, no plural. Este projeto visa identificar movimentos de decolonização do projeto intelectual/civilizatório de caráter disciplinar que permeia os cursos de formação de professores de sete universidades públicas brasileiras e uma estrangeira em que predominam a manutenção de imagem única da Matemática e os seus efeitos para pensar a Educação Matemática escolar. Propomos a inserção na educação matemática universitária e na educação matemática escolar, de outras epistemologias e racionalidades não hegemônicas. Mesmo reconhecendo que em algumas instituições de ensino superior já se encontram em andamento movimentos nessa direção, entendemos que seus efeitos se restringem predominantemente a formas de debate acadêmico, ainda com pouca repercussão nas estruturas curriculares de formação inicial de professores. Para esse fim, propomos a promoção de movimentos curriculares formativos decoloniais em âmbito acadêmico em cursos de formação de professores, com repercussões também formativas para se conceber a educação escolar. Metodologicamente, assumimos uma postura terapêutico desconstrucionista nas práticas de pesquisas em Educação Matemática como opção decolonial para analisar com lentes praxiológico/decoloniais os resultados de se ofertar disciplinas que abordem a temática em programas de graduação e pós-graduação, assim como, em cursos de extensão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (5) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Luana Leite Pinheiro Bizerra - Coordenador / Carolina Tamayo - Integrante / elizabeth Gomes - Integrante / Aldo Iván Parra Sánchez - Integrante / Diego Matos Pinto - Integrante / Filipe Santos Fernandes - Integrante / Luzia Aparecida de Souza - Integrante / Michela Tuchapesk da Silva - Integrante / Thiago Pedro Pinto - Integrante / Victor Augusto Giraldo - Integrante / Tainah Carneiro Oliveira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra.

  • 2020 - 2022

    Decolonialidade, Educação como Desobediência Política e Epistêmica e Atravessamentos Outros, Descrição: Nesta curso, procuramos desnaturalizar e tensionar concepções essencialistas do conhecimento que se apresentam não só na academia, mas também nos currículos escolares; assim como os processos históricos e sociais que constituem suas delimitações epistemológicas e as dicotomizações associadas ? tais como a oposição entre disciplinas ditas ?humanas? e ?exatas?. Esperamos, também, abordar os processos por meio dos quais essas concepções e as formas coloniais de opressão e subalternização de saberes e de corpos ? capitalismo, racismo, classicismo e patriarcado ? se coproduzem e se mantém. Buscamos, sobretudo, construir e visibilizar caminhos de insurgência e de resistência a essas relações de opressão, genocídios e epistemicídios ? caminhos que sejam entrelaçados com pedagogias decoloniais e com lutas antirracistas e antipatriarcais. Assim, como movimento de desobediência política e epistêmica, reivindicamos uma educação outra, comprometida com a vida, construída a partir de encontros entre diversos saberes e diversas formas de estar no mundo, em que a diferença não se apresente como divergência em relação a algo que é colocado como ?normal?, mas sim como lugar de enunciação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Luana Leite Pinheiro Bizerra - Coordenador / Carolina Tamayo - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Minas Gerais. , Universidade Federal de Minas Gerais, Pampulha, 31270901 - Belo Horizonte, MG - Brasil, Telefone: (31) 34095320

Experiência profissional

2022 - Atual

Universidade Federal do Pará

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2020 - 2022

Universidade Federal de Minas Gerais

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2018 - Atual

ESCOLA ESTADUAL INDIGENA BUKINUK

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora