Roque Guilherme Abrenhosa
Graduando do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas pelo Instituto Federal Goiano - Campus Rio Verde e ocupo atualmente a posição de membro suplente do Colegiado do referido curso na mesma instituição. Ademais, integrei o projeto de extensão da empresa júnior de Ciências Biológicas, Bio Concepts. Atualmente, desde 2022, faço parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) e trabalho como voluntário no Projeto de Iniciação Científica na área de Anatomia Vegetal, com ênfase em estruturas secretoras (coléteres).
Informações coletadas do Lattes em 19/06/2023
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em andamento em Ciências Biológicas
2021 - Atual
Formação complementar
2023 - 2023
Biólogos na Vigilância Epidemiológica e Ambiental. (Carga horária: 2h). , Conselho Regional de Biologia, CRBIO.06, Brasil.
2022 - 2022
Minicurso ? Descomplicando a ABNT: referenciação. (Carga horária: 3h). , Instituto Federal Goiano - Campus Rio Verde, IF GOIANO, Brasil.
2021 - 2021
Minicurso - Biomarcadores: conceitos e aplicações em ecotoxicologia. (Carga horária: 4h). , Instituto Federal Goiano - Campus Rio Verde, IF GOIANO, Brasil.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Morfologia Vegetal/Especialidade: Anatomia Vegetal.
Participação em eventos
I Simpósio de Biologia Marinha: Bio Maré. 2023. (Simpósio).
Desvios de conduta em publicação científica: do triste bastidor ao currículo ético. 2021. (Seminário).
Produções bibliográficas
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SILVA, R. A. ; ABRENHOSA, R. G. ; DITOMASO, A. . O Derretimento Das Geleiras e Suas Consequências. In: IF Pop Science, 2021, Rio Verde. IF Pop Science 2021, 2021.
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
Diversidade de plantas com coléteres: quantas são? Quem são? Onde estão?, Descrição: Os coléteres são estruturas secretoras encontradas em diversos órgãos da planta sendo responsáveis por secretar substâncias mucilaginosas as quais protegem órgãos em desenvolvimento da dessecação. Na última revisão proposta para o tema, que data de mais de 30 anos, os coléteres foram descritos para cerca de 60 famílias de angiospermas. No entanto, há um crescente aumento de artigos sobre o tema incluindo primeiros registros essa estrutura secretora em novas famílias de angiospermas bem como primeiros relatos de coléteres em grupos mais basais como as Monilófitas. Visto a função primordial dos coléteres de proteção contra a dessecação seriam os coléteres mais comuns em plantas de ambientes secos em detrimento de plantas de ambientes mais úmidos? Ou seriam essas estruturas fixadas geneticamente em determinados clados? Dados sobre a diversidade de plantas com coléteres em detrimento da distribuição geográfica dessas plantas são inexistentes e poderiam esclarecer se essas estruturas secretoras estão correlacionadas com fatores ambientais ou filogenéticos. Assim, o presente trabalho busca compilar o conhecimento sobre coléteres na literatura acadêmica, através do uso das palavras-chave ?colleter x anatomy? e ?colleter x taxonomy? em quatro plataformas de busca: Scielo, Web of Science, Scopus e Google Acadêmico. Esses dados visam responder aos seguintes questionamentos: Quão comuns são os coléteres em plantas? Os coléteres são mais comuns em partes reprodutivas ou vegetativas? Há correlação entre o hábitat/bioma e a presença/ausência de coléteres?. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Roque Guilherme Abrenhosa - Integrante / Valdnéa Casagrande Dalvi - Coordenador / Bianca El Ajouz - Integrante.
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2022 - Atual
Coléteres em plantas vasculares: evolução e implicações taxonômicas, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Valdnéa Casagrande Dalvi em 19/05/2023., Descrição: Coléteres são estruturas secretoras envolvidas com a proteção de meristemas e órgãos em desenvolvimento, além de desempenharem outras funções ecológicas, como proteção contra herbivoria e microrganismos. Embora a maioria dos trabalhos seja focado em Eudicotiledôneas, especialmente Rubiaceae e Apocynaceae os novos registrois dessas estruturas em outros clados é crescente e têm-se intensificado nas últimas duas décadas. Contudo, estudos envolvendo origem e evolução dos coléteres são inexistentes até mesmo para famílias ou clados mais abrangentes. Assim, devido ao relato da presença de coléteres em diferentes clados de plantas e as funções desempenhadas por essas estruturas, nossa hipótese é que os coléteres surgiram independentemente diferentes vezes nas Traqueófitas, representando uma convergência evolutiva, a qual pode ter sido influenciada por fatores ambientais como ambientes mais secos ou mais úmidos e fatores e/ou pressão por herbivoria... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Roque Guilherme Abrenhosa - Integrante / Valdnéa Casagrande Dalvi - Coordenador / Bianca El Ajouz - Integrante / Christian da Silva - Integrante / Luiz Fernando Silva Magnago - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
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