Maria Julia Bovetto Munhoz

Atualmente cursando Biomedicina na Universidade Estadual de Maringá. Bolsista de Iniciação Científica, com projeto de pesquisa, no Laboratório de Inovação Tecnológica no Desenvolvimento de Fármacos e Cosméticos. Também, participou da Empresa Júnior de Biomedicina - Analysis como assessora de projetos e qualidade. Fez parte do Projeto Ensino intitulado "Seminários e atividades de ensino em Microbiologia"

Informações coletadas do Lattes em 12/07/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Biomedicina

2020 - Atual

Universidade Estadual de Maringá
Título: Avaliação da atividade fotoprotetora de nanopartículas de óxido de cério associadas ao ácido tânico
Orientador: Sueli de Oliveira Silva Lautenschlager
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Ensino Médio (2º grau)

2017 - 2019

Colégio Dom Bosco COC

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.

Participação em eventos

Descomplicando o Excel. 2021. (Outra).

Treinamento em Canva. 2021. (Outra).

Ciclos de Palestras em tempos de pandemia COVID-19. 2020. (Outra).

Educação para Prevenção IV: Ciencia e Comunidade Aliadas no Controle de Doenças. 2020. (Simpósio).

Fundamentos de Microbiologia: as Características Gerais das Bactérias, Fungos e Vírus. 2020. (Outra).

Hora da Conscientização: Novembro Azul. 2020. (Seminário).

I Encontro Digital de Biotecnologia UEM. 2020. (Outra).

Neurociencia Integrativa - Dor. 2020. (Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    Avaliação da atividade fotoprotetora de nanopartículas de óxido de cério associadas ao ácido tânico, Descrição: A exposição crônica à radiação solar induz distúrbios dermatológicos, incluindo fotoenvelhecimento (envelhecimento precoce da pele) e fotocarcinogênese. Um dos principais motivos para o ambiente de tais danos é devido à geração de espécies reativas de oxigênio (EROs) na pele, provocada pela radiação ultravioleta (UV), com consequentes danos celulares a epiderme e derme. Entretanto, o organismo apresenta defesas naturais contra a radiação UV, incluindo o sistema de defesa antioxidante celular. Porém, quando há exposição aguda ou prolongada ao UV, o sistema antioxidante celular torna-se sobrecarregado, e incapaz de proteger as células da pele contra o estresse oxidativo gerado. Considerando isso, atualmente há maior preocupação com a busca de fotoprotetores que previnam danos celulares. Sendo assim, uma das alternativas para atenuar a geração de EROs é por meio do uso de substâncias antioxidantes exógenas, os quais irão sequestrar compostos radicalares e não radicalares, de modo a impedir o ataque de EROs a macromoléculas celulares. Um dos compostos antioxidantes já estudados por este grupo de pesquisa é o ácido tânico, um composto fenólico amplamente distribuído no reino vegetal, o qual apresentou atividade promissora quanto à fotoproteção de fibroblastos L929 irradiados com UVB. O presente trabalho será uma continuação deste estudo, com a análise do efeito fotoprotetor de nanopartículas de óxido de cério associadas ao ácido tânico. Será avaliada a atividade antioxidante deste sistema utilizando-se o ensaio xantina/luminol/xantina oxidase. E será avaliado o efeito protetor frente a fibroblastos L929 irradiados com UVB, por meio da avaliação da peroxidação lipídica e do potencial da membrana mitocondrial.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Julia Bovetto Munhoz - Coordenador / Sueli de Oliveira Silva Lautenschlager - Integrante.

  • 2021 - 2022

    Padronização da técnica de ELISA de captura para diagnóstico de doença de Chagas crônica, Descrição: A doença de Chagas, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, atinge principalmente os países da América Latina e é uma doença negligenciada. O diagnóstico na fase aguda pode ser realizado pelo encontro de parasitos no sangue, entretanto, na fase crônica isso é mais difícil devido a diminuição de parasitemia. Na fase crônica da doença, o paciente pode apresentar ninhos de amastigotas teciduais, apresentando ou não sintomas. Este projeto visa desenvolver uma técnica de ELISA de captura para detectar e quantificar o antígeno (ASP-2) de amastigotas de T. cruzi, para ser utilizado como diagnóstico da fase crônica da doença. Será otimizada a forma de bloqueio da placa de Elisa, bem como a determinação da concentração ideal de uso da enzima peroxidase e da temperatura e tempo ideal para a incubação das amostras. Os anticorpos de detecção e de captura foram fornecidos pelo IC-MedTech ?. Posteriormente, esta padronização poderá ser utilizada em amostras clínicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Julia Bovetto Munhoz - Coordenador / Sueli de Oliveira Silva Lautenschlager - Integrante / Cristiane Maria Colli - Integrante / Aline Rangel Teixeira - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2020 - Atual

Universidade Estadual de Maringá

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluna de Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.