Débora Pinheiro da Silva Montibeler

Psicóloga pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010), Especialização em Gestalt Terapia (2013) e mestra em Psicologia Social pela mesma universidade (2022). Com pesquisa intitulada "Fronteiras de Cor: A produção da identidade racial de mulheres negras de pele clara", meu foco de estudos são os processos de subjetivação e racialização da população negra brasileira e sua experiência em uma sociedade pautada pelo mito da democracia racial e ideologia de embranquecimento. Essa dissertação recebeu o prêmio de primeiro lugar como melhor dissertação em estudos feministas e de gênero defendida em 2022 na UFSC e em núcleos associados ao IEG de outras universidades catarinenses (Prêmio Zahidé Muzart).Paralelamente, trabalho como especialista em diversidade e inclusão na Blend Edu, uma startup de inovação para diversidade. Atuo também como associada ao Pacto de Promoção de Equidade Racial e sou membra do conselho consultivo da UNESCO-SOST Transcriativa. Além disso, possuo 11 anos de experiência no desenho, execução, análise e entrega de resultados de projetos de pesquisas, especializada em desvendar os "por quês" por trás do comportamento do consumidor.

Informações coletadas do Lattes em 26/03/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Psicologia

2020 - 2022

Universidade Federal de Santa Catarina
Título: Fronteiras de cor: A produção da identidade racial de mulheres negras de pele clara, Ano de Obtenção: 2022
Raquel de Barros Pinto Miguel.Coorientador: Mara Coelho de Souza Lago. Palavras-chave: pardismo; colorismo; racismo; embranquecimento; mulheres negras de pele clara.

Especialização em Gestalt Terapia

2010 - 2013

Comunidade Gestaltica - Clínica e Escola de Psicoterapia
Título: Sexualidade, sua Expressão e Implicações no Setting Terapêutico: Um Olhar da Gestalt-terapia
Orientador: Angela Schillings

Graduação em Psicologia

2005 - 2010

Universidade Federal de Santa Catarina

Formação complementar

2021 - 2021

Colorismo, Pardismo e Embranquecimento. (Carga horária: 20h). , Portal Pretitudes, PP, Brasil.

2021 - 2021

Descolonizando a Psicologia: O Olhar de uma Gestalt-terapeuta. (Carga horária: 6h). , Instituto Quilombo Gestáltico, IQG, Brasil.

2021 - 2021

Psicologia, racismo e relações raciais: o fenômeno social e a prática psico. (Carga horária: 9h). , Instituto de Psicologia do Grande ABC, IP.ABC, Brasil.

2020 - 2020

Curso Online de Introdução à Filosofia Africana. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2020 - 2020

Introdução ao Feminismo Decolonial. (Carga horária: 2h). , Outro Grupo de Teatro, OGT, Brasil.

2018 - 2018

O Pensamento de Sueli Carneiro. , NKANDA - Plataforma com cursos sobre feminismo negro e mulher negra, NK, Brasil.

2009 - 2009

Formação Básica em Gestalt Terapia. (Carga horária: 48h). , Comunidade Gestáltica - Clínica e Escola de Psicoterapia, CG, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Organização de eventos

MONTIBELER, D. P. S. . II Fórum Pacto das Pretas. 2023. (Congresso).

MONTIBELER, D. P. S. . I Fórum Pacto das Pretas. 2022. (Congresso).

Participação em eventos

XII Congresso de Pesquisadores/as Negros - XII COPENE. Você sabe sambar, não é? A mulher negra de pele clara e a imagem da ?mulata? no contexto amefricano. 2022. (Congresso).

I Colóquio Latino-Americano sobre Insurgências Decoloniais, Psicologia e os Povos Tradicionais. 2020. (Congresso).

Ciclo de Palestras | 13 de Maio - Da abolição inconclusa ao Racismo Estrutural. 2019. (Seminário).

8º Congresso Brasileiro de Pesquisa de Mercado, Opinião e Mídia. Carreira versus maternidade: Regulando a desigualdade no mercado de trabalho. 2018. (Congresso).

XVI Encontro Nacional de Gestalt-terapia & XIII Congresso Brasileiro da Abordagem Gestáltica.Sexualidade, sua Expressão e Implicações no Setting Terapêutico: Um Olhar da Gestalt-terapia. 2018. (Encontro).

2015 QRCA Annual Conference (Qualitative Research Consultants Association). 2015. (Congresso).

Pharmaceutical Marketing Research Group Institute 2015. 2015. (Congresso).

Esomar Qualitative Research 2013. 2013. (Congresso).

2º GT Catarina ? Encontro de Gestalt Terapia: As Clínicas Gestálticas. 2009. (Encontro).

18º Seminário de Iniciação Científica.Emergência de leitura de frases a partir do ensino isolado de palavras e números. 2008. (Seminário).

I Encontro Catarinense de Anáise do Comportamento. 2007. (Encontro).

I Congresso Sulbrasileiro de Saúde Mental e IV Encontro Catarinense de Saúde Mental. 2006. (Congresso).

II Semana de Integração CFH e Curso de Pedagogia/CED: Inclusão/Exclusão. 2006. (Outra).

Segundo Encontro Regional da ABEP/SC.Oficina Regional da ABEP: Psicologia e Saúde Pública. 2006. (Oficina).

Segundo Encontro Regional da ABEP/SC. 2006. (Encontro).

V Congresso Internacional de Salud Mental e Derechos Humanos. 2006. (Congresso).

Reunião Lacanoamericana de Psicanálise. 2005. (Congresso).

V Encontro de Psicologia Existencialista - Comunicações Científicas de Intervenções Terapêuticas. 2005. (Encontro).

V Seminário do Projeto de Integralidade: Saberes e práticas no cotidiano das instituições de saúde. 2005. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • LAGO, M. C. S. ; MONTIBELER, D. P. S. ; MIGUEL, R. B. P. . Pardismo, Colorismo e a ?Mulher Brasileira?: produção da identidade racial de mulheres negras de pele clara. REVISTA ESTUDOS FEMINISTAS , v. 31, p. 1, 2023.

  • MONTIBELER, D. P. S. ; CAMARGO, A. B. B. . Carreira versus maternidade: Regulando a desigualdade no mercado de trabalho. Revista Brasileira de Pesquisa de Marketing Opinião e Mídia, São Paulo, p. 261 - 271, 18 dez. 2018.

  • CANTO, R. ; MONTIBELER, D. P. S. . O assédio na América Latina e a reação das brasileiras. Carta Capital, 08 maio 2018.

  • MONTIBELER, D. P. S. ; CANHADA, D. I. D. . Technology and Market Research in Brazil. Insights Association, 15 maio 2016.

  • MEDEIROS, J. G. ; MONTIBELER, D. P. S. ; ANTUNES, L. ; BOTTENBERG, D. ; POKREVIESCKI, J. . A emergência de frases compostas por números, palavras substantivadas e nomes de cores ensinados independentemente.. In: Semana da Psicologia da UFSC, 2009, Florianópolis. Anais da Semana de Psicologia da UFSC 2009, 2009. v. 1.

  • MEDEIROS, J. G. ; MONTIBELER, D. P. S. ; ANTUNES, L. . A emergência de frases compostas por números, palavras substantivadas e nomes de cores ensinados independentemente.. In: XVII Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental, 2008, Campinas. Anais do XVII Encontro da ABPMC, 2008. p. 168-170.

  • MEDEIROS, J. G. ; MONTIBELER, D. P. S. ; ANTUNES, L. . A emergência de frases compostas por números, palavras substantivadas e nomes de cores ensinados independentemente.. In: XXXVIII Reunião Anual de Psicologia, 2008, Uberlândia. Anais da XXXVIII Reunião Anual de Psicologia, 2008.

  • MONTIBELER, D. P. S. . Fronteiras de cor: a produção da identidade racial de mulheres negras de pele clara. 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MONTIBELER, D. P. S. . Fronteiras de cor: reflexões sobre as relações raciais na prática da/o psicóloga/o. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MONTIBELER, D. P. S. . A (não) diversidade nas organizações: Explicando o Diversity Washing. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MONTIBELER, D. P. S. ; SANTOS, T. R. ; PEREIRA, C. S. ; MELO, W. C. . Você sabe sambar, não é? A mulher negra de pele clara e a imagem da ?mulata? no contexto amefricano. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MONTIBELER, D. P. S. . Aula sobre Responsabilidade Social e Diversidade Racial. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MONTIBELER, D. P. S. ; CAMARGO, A. B. B. . Carreira versus maternidade: Regulando a desigualdade no mercado de trabalho. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MONTIBELER, D. P. S. . Sexualidade, sua Expressão e Implicações no Setting Terapêutico: Um Olhar da Gestalt-terapia. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MEDEIROS, J. G. ; MONTIBELER, D. P. S. ; ANTUNES, L. ; BOTTENBERG, D. ; POKREVIESCKI, J. . A emergência de frases compostas por números, palavras substantivadas e nomes de cores ensinados independentemente.. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MEDEIROS, J. G. ; MONTIBELER, D. P. S. ; ANTUNES, L. . A emergência de frases compostas por números, palavras substantivadas e nomes de cores ensinados independentemente.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MEDEIROS, J. G. ; MONTIBELER, D. P. S. ; ANTUNES, L. . A emergência de frases compostas por números, palavras substantivadas e nomes de cores ensinados independentemente.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MONTIBELER, D. P. S. ; FERMIANO, B. H. . Dimensionando a Violência de Gênero no Brasil: Um estudo sobre percepções e vivências de violência entre as mulheres 2018 (Relatório de Pesquisa).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    Fronteiras de cor: Processos de Produção da Identidade Racial de Mulheres Negras de Pele Clara, Descrição: Este projeto tem como propósito refletir sobre a produção da identidade racial da população parda e o tema do ?pardismo? na sociedade brasileira. Busca-se refletir a respeito dos processos de invisibilizarão da negritude com base na ambiguidade de traços fenotípicos. Como todas as opressões que operam na sociedade ocidental colonial, a violência simbólica da desracialização, combinada com as opressões de gênero, pode provocar efeitos psicossociais significativos em pessoas que ocupam posições de gênero não-hegemônicas. Com foco em mulheres negras de pele clara, a pesquisa procura refletir sobre as formas como a negação da identidade racial incide sobre os processos de subjetivação dessas mulheres em uma sociedade marcada pela colonialidade. O trabalho reflete ainda sobre a adequação do conceito de ?colorismo? à realidade brasileira.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Débora Pinheiro da Silva Montibeler - Coordenador / Raquel de Barros Pinto Miguel - Integrante / Mara Coelho de Souza Lago - Integrante.

  • 2018 - 2019

    Estudo sobre Masculinidades e Paternidade Responsável, Descrição: Pesquisa nacional desenvolvida pela Market Analysis Brasil para discutir o estado da paternidade no país na perspectiva das mães, seu impacto na divisão sexual do trabalho e das tarefas parentais, que acabam impactando também nas desigualdades de gênero no geral. A pesquisa entrevistou online 603 mães com crianças entre 3 e 13 anos em 2018. A amostra selecionou mães participantes no maior painel de internautas ativos no Brasil, distribuídas em termos de sexo, idade e classe social de modo a representar a população geral. As entrevistadas residem em 519 municípios diferentes das 5 macro-regiões do país. A discussão a respeito da participação masculina e responsabilidade dos homens nos cuidados com os filhos tem ganhado cada vez mais centralidade no debate de gênero vigente. Omitir problematizar essa função perpetua a ideia de que o cuidado é um papel inerentemente feminino. Ao incluir os homens nas funções de cuidado também se enfrentam às desigualdades de gênero, viabilizando uma sociedade mais equitativa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Débora Pinheiro da Silva Montibeler - Integrante / Fabián Antonio Echegaray - Coordenador.

  • 2018 - 2018

    Dimensionando a Violência de Gênero: Um estudo sobre percepções e vivências de violência entre as mulheres, Descrição: Pesquisa nacional realizada em parceria com a ONG Promundo e que visou quantificar e qualificar os diferentes tipos de violência a que mulheres foram submetidas no ano de 2018 e discutir a prevalência deste fenômeno na sociedade brasileira. O estudo ouviu as opiniões de 1019 pessoas em 128 cidades de grande e médio porte em todos os estados brasileiros. As entrevistas foram realizadas usando um questionário online e a amostra foi ponderada por cotas cruzadas de sexo, idade e classe social para representar a população adulta residente no Brasil urbano.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Débora Pinheiro da Silva Montibeler - Integrante / Bianca Helena Fermiano - Coordenador / Fabián Antonio Echegaray - Integrante.

  • 2017 - 2018

    Carreira versus Maternidade - Regulando a desigualdade no mercado de trabalho, Descrição: Pesquisa quantitativa online conduzida pela Market Analysis entre 1019 pessoas em 128 cidades das 5 regiões do país, no fim de 2017. As entrevistas foram realizadas usando questionário online e, portanto, todos os respondentes tinham acesso à internet. Foi utilizada análise descritivo-exploratória (tabulações cruzadas, testes de significância e correlação) desse estudo e também dos dados sobre ocupação e renda de mães e não mães da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNAD-C) realizada pelo IBGE do último trimestre de 2017. A amostra foi ponderada por meio de variáveis de classe social, sexo e idade para representar a população adulta residente no Brasil urbano. Entre as representantes do sexo feminino, tivemos uma amostra de 61% de mães e 39% não mães. No Brasil, a maternidade é acompanhada de uma penalização profissional que aprofunda as disparidades de oportunidades entre homens e mulheres. Ser mãe dificulta de forma persistente a procura por emprego e a progressão na carreira, além de impactar negativamente os salários da mulher. Essa tensão é alimentada por marcas que simultaneamente exaltam a maternidade e a realização profissional sem reconhecer a contraposição existente entre elas. Muito tem se debatido recentemente sobre o fato de que brasileiras, sobretudo de classes mais altas e com maior escolaridade, adiam ou evitam a maternidade para priorizar suas carreiras. Pouco se tem analisado, entretanto, a outra face desta mesma moeda: o quanto são penalizadas em suas trajetórias profissionais as mulheres que se tornam mães. Empresas que procuram mitigar essas desigualdades e valorizar a maternidade, criando identidade de marca ao redor desse propósito, são exceção. Esse artigo visa dimensionar essa problemática no Brasil e ampliar o debate sobre políticas empresariais que ajudem a reduzir e superar a contradição entre carreira e maternidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Débora Pinheiro da Silva Montibeler - Integrante / Alisson Bittencourt Bueno de Camargo - Integrante / Fabián Antonio Echegaray - Coordenador.

  • 2006 - 2008

    Emergência de leitura de frases a partir do ensino isolado de palavras, números e nomes de cores., Descrição: A presente pesquisa, de natureza escolar, procurou demonstrar que os processos de aprendizagem, presentes nas salas de aula e examinados na perspectiva da análise dos processos comportamentais e das contingências ambientais e sociais que os constituem fazem parte de sistemas organizacionais e de trabalho. Desse modo, a pesquisa em andamento, de natureza básica, realizada em contexto de aplicação, mostrou as possibilidades de avaliar a emergência de leitura de frases a partir do ensino isolado de palavras e números. Participaram desse estudo 14 crianças, sendo 7 da primeira série do ensino fundamental e 7 de uma turma da pré-escola que apresentavam o repertório de ler e o de identificar números com baixa porcentagem de acertos (entre 0 e 20 por cento). O grupo foi composto por crianças do sexo masculino e feminino, com idade variando entre 6 e 8 anos de idade, regularmente matriculadas em uma escola da rede pública estadual de Florianópolis (SC). As classes de respostas de ler e escrever, bem como as classes de identificar números foram ensinadas através de um procedimento de discriminação condicional por exclusão das palavras e números conhecidos. Os estímulos modelo e de comparação bem como as contingências experimentais foram apresentadas por meio do software Mestre@. Os dados mostram que todos participantes da 1ª série aprenderam a ler e escrever as palavras ensinadas e a conceituar números, contudo as crianças da pré-escola apresentaram mais dificuldades. Nas etapas de testes, estabeleceram, também, as equivalências BC/CB. Na fase final do experimento, em situação de teste, as crianças da 1ª série leram as novas expressões, agora compostas por palavras e números, contudo as crianças da pré-escola apresentaram mais dificuldades. Os dados são discutidos em termos de serem as classes de respostas de ler e escrever palavras e conceituar números como classes equivalentes, podendo ser compreendidos como uma unidade mínima de frase.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Débora Pinheiro da Silva Montibeler - Integrante / José Gonçalves Medeiros - Coordenador.

Prêmios

2023

Prêmio Zahidé Muzart, IEG - UFSC.

2018

Prêmio Alfredo Carmo (melhor paper apresentado no 8º Congresso da ABEP: Carreira versus Maternidade), Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa.

Histórico profissional

Experiência profissional

2021 - Atual

Blend Edu

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Especialista em Diversidade e Inclusão, Carga horária: 40

2010 - 2021

Market Analysis Brasil

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Analista Sênior de Pesquisas Qualitativas, Carga horária: 40

Outras informações:
Recentemente, esteve responsável por pesquisas relacionadas à responsabilidade social, violência de gênero, maternidade & carreira.

2013 - 2020

Comunidade Gestaltica - Clínica e Escola de Psicoterapia

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Psicóloga Clínica na Abordagem Gestáltica, Carga horária: 10

2009 - 2012

Comunidade Gestaltica - Clínica e Escola de Psicoterapia

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiária em Psicologia Clínica, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio obrigatório (07/2009-12/2009) e não obrigatório (02/2010-06/2012) em Psicologia Clínica realizado na Clínica Social do Comunidade Gestaltica. Principais atividades desenvolvidas: Atendimento psicoterápico na modalidade individual adulto segundo a abordagem da Gestalt Terapia

2009 - 2010

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Estágio Obrigatório, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio realizado na empresa júnior Ação Júnior do CSE e orientado pela Profª Edite Krawulski (UFSC).

2007 - 2009

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista CNPQ, Carga horária: 20

Outras informações:
Bolsista CNPQ do projeto "Emergência de leitura de frases a partir do ensino isolado de palavras e números"