Cláudio França Barbosa

Zootecnista pela Universidade Federal de Viçosa (1987) e mestre em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal de Uberlândia (2009). Analista A do Centro Nacional de Pesquisa em Pesca, Aquicultura e Sistemas Agrícolas. Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Produção Animal, dentro dos seguintes temas: gestão de atividades de pecuária, eficiência reprodutiva, sincronização, reprodução, rebanhos leiteiros e de corte. Trabalha com projetos de transferência de tecnologias de sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e de intensificação de produção sustentável de carne e de leite a pasto, por meio de formação de parcerias e de rede de agentes multiplicadores e Unidades de referência tecnológica na região do MATOPIBA.

Informações coletadas do Lattes em 11/04/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Ciências Veterinárias

2007 - 2009

Universidade Federal de Uberlândia
Título: Iinseminação artificial em tempo fixo e diagnóstico precoce de gestação em vacas leiteiras mestiças, Ano de Obtenção: 2009
José Octávio Jacomini.Coorientador: Ricarda Maria dos Santos. Palavras-chave: Concepção; eficiência reprodutiva; ovulação; protocolo de sincronização.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Reprodução Animal / Especialidade: Inseminação Artificial Animal. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Extensão Rural. Setores de atividade: Desenvolvimento Rural; Agricultura, Pecuária e Serviços Relacionados Com Essas Atividades.

Graduação em Zootecnia

1983 - 1987

Universidade Federal de Viçosa
Título: Em 1983 a graduação não apresentava Monografia
Orientador: Vicente Ângelo Ferreira da Motta

Formação complementar

2010 - 2010

Silagens e uso de Leveduras na dieta de ruminantes. , KATEC Lallemand, KATEC, Brasil.

2009 - 2009

Extensão universitária em VII Curso teórico prático de Andrologia em bovinos. (Carga horária: 70h). , Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil.

2007 - 2007

Treinamento de Bovinocultura Leiteira. (Carga horária: 24h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2005 - 2005

Open Office. (Carga horária: 20h). , Prefeitura Municipal de Uberlândia, PMU, Brasil.

2005 - 2005

Capacitação em Segurança Alimentar. (Carga horária: 5h). , Secretaria Municipal de Agropecuária e Abastecimento de Uberlândia, PMU, Brasil.

1997 - 1997

Como Administrar uma Pequena Empresa-NI. (Carga horária: 18h). , Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, Brasil.

1979 - 1981

Proficiência em Língua Estrangeira. (Carga horária: 468h). , Centro de Cultura Anglo Americana, CCAA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Produção Animal.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Sistemas Agrícolas Integrados.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Manejo e Conservação de Pastagens.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Avaliação, Produção e Conservação de Forragens.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Genética e Melhoramento dos Animais Domésticos.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Inseminação Artificial Animal.

Organização de eventos

ALCANTARA, P. H. R. ; BARBOSA, C. F. . Agrotins 2019. 2019. .

BARBOSA, C. F. . Agrotins 2018. 2018. .

BARBOSA, C. F. . Agrotins 2017. 2017. .

BARBOSA, C. F. . Agrotins 2016. 2016. .

BARBOSA, C. F. . Agrotins 2015. 2015. .

BARBOSA, C. F. . Agrotins 2014. 2014. .

BARBOSA, C. F. . Agrotins 2013. 2013. .

BARBOSA, C. F. . Agrotins 2012. 2012. .

Participação em eventos

12ª Feira Agrotecnológica do Tocantins. Como escolher uma matriz leiteira. 2012. (Feira).

1º Encontro da Pecuária Leiteira nos Trópicos. 2010. (Encontro).

9º Simpósio Internacional sobre Produção Competitiva de Leite. 2009. (Simpósio).

9º Simpósio Internacional sobre Produção Competitiva de Leite. 2009. (Simpósio).

XII Congresso Brasileiro de Zootecnia. 2009. (Congresso).

20ª Semana da Família Rural.Curso de Inseminação Artificial em Bovinos. 2008. (Encontro).

20ª Semana da Família Rural.Curso de bovinocultura de leite. 2008. (Encontro).

2º Encontro sobre Formação Gerencial de Produtores de Leite. 2008. (Encontro).

IX Feira de Conhecimentos.I Semana Multidisciplinar. 2008. (Outra).

XXII COngresso Brasileiro de Entomologia. 2008. (Congresso).

8º Interleite. 2007. (Simpósio).

I Seminário de Apicultura do Mineiro. 2007. (Seminário).

I Simpósio Regional de Melhoria da Qualidade do Queijo. 2007. (Simpósio).

XI Projeto Porteira Adentro.Pesquisas zootécnicas. 2007. (Outra).

1ª Conferência Internacional sobre Segurança Alimentar e Saúde Animal. 2006. (Encontro).

1 º Encontro sobre Formação Gerencial de Produtores de Leite.1º Encontro sobre Formação Gerencial de Produtores de Leite. 2006. (Encontro).

Certificado de avaliador de projetos na 10ª edição do Porteira Adentro.10º Porteira Adentro. 2006. (Oficina).

ll Curso de Nutrição de Peixes e Camarões. 2006. (Outra).

Curso de Como Administrar uma Pequena Empresa.Curso de Como Administrar uma Pequena Empresa. 1997. (Outra).

Curso de Manejo e Utilização de Forrageiras para Bovinos.Curso de Manejo e Utilização de Forrageiras para Bovinos. 1996. (Outra).

I Seminário de Responsabilidade Técnica.I Seminário de Responsabilidade Técnica. 1995. (Seminário).

Curso de suplementação Mineral para Ruminantes.Curso de Suplementação Mineral para Ruminantes. 1988. (Outra).

Curso de Fisiologia da Reprodução e Diagnóstico de Gestação em Eqüinos.Curso de Fisiologia da Reproduçãoe Diagnóstico de Gestação em Eqüinos. 1987. (Outra).

Curso de Inseminação Artificial em Bovinos.CursoTeórico e Prático de Inseminação Artificial em Bovinos. 1987. (Outra).

Congresso Brasileiro de Apicultura. Congresso Brasileiro de Apicultura. 1986. (Congresso).

Curso de Formação e Manejo de Pastagens.Curso de Formação e Manejo de Pastagens. 1986. (Outra).

Curso de Operador de Colheitadeiras Automotrizes.Curso de Operador de Máquinas Colheitadeiras Automotrizes. 1986. (Outra).

Curso de Suplementação Mineral para Ruminantes.Curso de Suplementação Mineral para Ruminantes. 1986. (Outra).

ll Encontro de Profissionais Zootecnistas de Minas Gerais.II Encontro de Profissionais zootecnistas de Minas Gerais. 1986. (Encontro).

Vlll Semana de Zootecnia.VIII Semana de Zootecnia. 1986. (Encontro).

Vl Semana de Zootecnia.VI Semana de Zootecnia. 1983. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Carolina Costa Boldorini

CARVALHO, D. H. F.; FERREIRA, I. M.;BARBOSA, C. F.. Bioindicadores em maravalha utilizada para cama de frangos e perus de corte. 2008. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em IV Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Ciências A) - Universidade Federal de Uberlândia.

Aluno: Cristiano do Nascimento Vaz

VAZ, C. N.; RIECK, S. E.; SANTOS, R. M.; FERREIRA, I. C.;BARBOSA, C. F.. Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva de vacas leiteiras. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Uberlândia.

EDUCACIONAL, D. D.;BARBOSA, C. F.. IX Feira de Conhecimentos. 2008. Escola Agrotécnica Federal de Uberlândia.

Orientou

Poliana Ramos da Silva

Efeito da calagem e adubação fosfatada na produtividade inicial do capim Andropogon gayanus cv; Planaltina no município de Palmas - TO; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Zootecnia) - CENTRO UNIVERSITARIO CATOLICA DO TOCANTINS; Orientador: Cláudio França Barbosa;

Produções bibliográficas

  • MASCARENHAS GRISE, MARCIA ; DE ALCANTARA, PEDRO HENRIQUE REZENDE ; FRANÇA BARBOSA, CLAUDIO ; NEVES DE SOUSA, DIEGO . TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS AGRÍCOLAS NO MATOPIBA E OS ODS: CONTRIBUIÇÕES PARA A POLÍTICA DE AGRICULTURA DE BAIXO CARBONO. Capim Dourado: Diálogos em Extensão , v. 6, p. 326-359, 2024.

  • ALCANTARA, P. H. R. ; LIRA, C. A. P. ; BARBOSA, C. F. ; MORENO, L. S. de B. ; GRISE, M. M. ; BRITO, M. N. C. ; ABREU, J. L. S. . Avaliação técnico-econômica da intensificação da produção de carne a pasto no Tocantins: o caso da Fazenda Morro Branco. DOCUMENTOS / EMBRAPA PESCA E AQUICULTURA , v. 42, p. 1-31, 2021.

  • CORDEIRO, D. G. ; CUSTODIO, D. P. ; VALENTIM JUNIOR, C. ; BARBOSA, C. F. ; RESPLANDEZ, L. P. ; RIBEIRO, I. L. . Desenvolvimento e validação de um sistema de Tríplices Anéis Concêntricos Semiautomatizados (TACS). DOCUMENTOS / EMBRAPA PESCA E AQUICULTURA , v. 47, p. 1-35, 2021.

  • ALCANTARA, P. H. R. ; VIANNA, C. H. M. ; MILHOMEM, G. B. M. ; GRISE, M. M. ; BARBOSA, C. F. ; CUNHA, M. K. ; MORENO, L. S. de B. . Projeto ABC Corte: intensificação da produção de carne a pasto no Tocantins: o caso da Fazenda Limeira. DOCUMENTOS / EMBRAPA PESCA E AQUICULTURA , v. 38, p. 1-26, 2020.

  • BELCHIOR, E. B. ; FLORES, R. M. V. ; ALCANTARA, P. H. R. ; SANTOS, D. ; BARBOSA, C. F. ; BELCHIOR, L. S. . Avaliação dos impactos ambientais e sociais das tecnologias de mitigação do plano ABC em propriedades rurais no estado do Tocantins. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento , v. 15, p. 1-36, 2017.

  • BARBOSA, C. F. ; Jacomini, José Octavio ; Diniz, Elmo Gomes ; Santos, Ricarda Maria dos ; Tavares, Marcelo . Inseminação artificial em tempo fixo e diagnóstico precoce de gestação em vacas leiteiras mestiças. Revista Brasileira de Zootecnia (Online) , v. 40, p. 79-84, 2011.

  • Grise, Marcia Mascarenhas ; Alcântara, Pedro Henrique Rezende De ; Barbosa, Claudio França ; Belchior, Ernandes Barboza . O PROJETO ABC CORTE: INOVANDO NA PECUÁRIA DE CORTE DO ESTADO DO TOCANTINS. In: Robson José de Oliveira. (Org.). Agronomia: Jornadas Científicas. 1ed.Guarujá: Editora Científica Digital, 2020, v. 2, p. 84-101.

  • TEIXEIRA NETO, M. L. ; ARAUJO, R. B. ; ALCANTARA, R. M. C. M. ; SOUZA, H. A. ; AZEVEDO, D. M. P. ; CARVALHO, G. M. C. ; FROTA, M. N. L. ; VILELA, L. ; COSTA, J. B. ; FRASAO, J. M. F. ; TOLEDO, M. M. ; QUINZEIRO NETO, T. ; BARBOSA, C. F. ; SANTOS, A. M. ; BORTOLON, E. S. O. ; BELCHIOR, E. B. ; BORTOLON, L. ; ALCANTARA, P. H. R. ; ALMEIDA, R. E. M. ; SANTOS, D. ; et.al . SISTEMAS ILPF E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA NOS ESTADOS DO MARANHÃO, TOCANTINS, PIAUÍ E OESTE DA BAHIA. In: Victor Paulo Marques Simão. (Org.). SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA NO BRASIL. 1ed.: , 2019, v. 1, p. 105-163.

  • BARBOSA, C. F. ; GRISE, M. M. ; ALCANTARA, P. H. R. . Vantagens da ILPF em Fazendas de Pecuária de Corte. MB Rural, Palmas, TO, p. 20 - 22, 10 maio 2019.

  • SILVA, P. R. ; ABREU, J. L. S. ; CUNHA, M. K. ; BARBOSA, C. F. ; NUNES, A. G. ; TELLES, R. S. M. S. . EFEITO DA CALAGEM E ADUBAÇÃO FOSFATADA NA PRODUTIVIDADE INICIAL DO CAPIM ANDROPOGON GAYANUS CV. PLANALTINA NO MUNICÍPIO DE PALMAS ? TO. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA, 2019, Uberaba. Tecnologias que alimentam o mundo: anais eletrônicos, 2019. v. 29.

  • SILVA, G. M. ; GRISE, M. M. ; BARBOSA, C. F. ; MATAVELI, M. ; KATO, H. C. A. . ESTRATÉGIAS DA EMBRAPA PESCA E AQUICULTURA E SISTEMAS AGRÍCOLAS PARA TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS I - SPIT. In: CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA, 2019, Palmas. Estratégias da engenharia, da agronomia e das geociências para o desenvolvimento nacional, 2019. v. 76.

  • SANTOS, R. M. ; BARBOSA, C. F. ; Bortolleto, N. ; MELO JUNIOR, M. ; QUEIROZ, I. M. ; JACOMINI, J. O. . Sazonalidade da taxa de ovulação e de concepção após protocolo de inseminação artificial em tempo fixo em vacas leiteiras mestiças. In: XVIII Congresso Brasileiro de Reprodução Animal, 2009, Belo Horizonte. Anais do XVIII Congresso Brasileiro de Reprodução Animal, 2009. p. 350-350.

  • Bortolleto, N. ; BARBOSA, C. F. ; QUEIROZ, I. M. ; MELO JUNIOR, M. ; DINIZ, E. G. ; SANTOS, R. M. . FATORES QUE AFETAM A TAXA DE OVULAÇÃO AO FINAL DO PROTOCOLO DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO (IATF). In: XX SEMANA CIENTÍFICA DE MEDICINA VETERINÁRIA DE UBERLÂNDIA E V MOSTRA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA-UFU, 2008, Uberlândia. Anais da XX Semana Científica de Medicina Veterinária e V Mostra de Pós-Graduação em Medicina Veterinária, 2008, 2008. p. 86-86.

  • MELO JUNIOR, M. ; BARBOSA, C. F. ; Bortolleto, N. ; QUEIROZ, I. M. ; DINIZ, E. G. ; SANTOS, R. M. . FATORES QUE AFETAM A TAXA DE CONCEPÇÃO AO FINAL DO PROTOCOLO DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO (IATF). In: XX SEMANA CIENTÍFICA DE MEDICINA VETERINÁRIA DE UBERLÂNDIA E V MOSTRA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA-UFU, 2008, Uberlândia. Anais da XX Semana Científica de Medicina Veterinária e V Mostra de Pós-Graduação em Medicina Veterinária, 2008, 2008. p. 68-68.

  • SANTOS, D. ; BARBOSA, C. F. ; ALCANTARA, P. H. R. . Innovative Approach to Address Challenges and Opportunities to Conservation Agriculture Adoption in Brazilian Agricultural F rontie. In: 6th World Congress on Conservation Agriculture, 2014, Winnipeg. Proceedings of the 6th World Congress on Conservation Agriculture, 2014.

  • BARBOSA, C. F. . Raças Leiteiras. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • BARBOSA, C. F. . Alternativas de Alimentação de Bovinos de Leite na Seca. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • BARBOSA, C. F. ; ALCANTARA, P. H. R. . Projeto ABC Leite. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • BARBOSA, C. F. ; JACOMINI, J. O. ; DINIZ, E. G. ; SANTOS, R. M. ; TAVARES, M. . Inseminação artificial em tempo fixo e diagnóstico precoce de gestação em vacas leiteiras mestiças. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • BARBOSA, C. F. . Alimentação - Concentrado x Volumoso. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ALCANTARA, P. H. R. ; GRISE, M. M. ; BARBOSA, C. F. ; CUNHA, M. K. ; MORENO, L. S. de B. . Projeto ABC Corte: resultados das safras 2017/2018 e 2018/2019. Palmas,TO: Embrapa Pesca e Aquicultura, 2020 (Folder/Folheto/Cartilha).

  • BARBOSA, C. F. . Curso de Inseminação Artificial em Bovinos. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

  • BARBOSA, C. F. . Curso de Inseminação Artificial em Bovinos. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

  • SANTOS, R. M. ; BARBOSA, C. F. . Inseminação Artificial em Bovinos. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2013 - Atual

    Projeto de Transferência de Tecnologia e Conhecimentos em Bovinocultura Leiteira do Estado do Tocantins, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1

  • 2011 - 2012

    Assistência Técnica e Avaliação Econômica da Produção de Leite em Propriedades Familiares da Microrregião de Uberlândia (MG), Descrição: Analisar os sistemas de produção de leite adotados pelos produtores na microrregião de Uberlândia, sob os aspectos tecnológicos, comerciais e socioeconômicos e proporcionar aos produtores rurais orientações técnicas acerca dos sistemas produtivos adotados, dos canais de comercialização e dos diferentes tipos de organização social.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Djalma Ferreira Pelegrini - Coordenador / Ademar Franco Guimarães - Integrante / Alan Ferreira de Freitas - Integrante / Carlos Juliano Brant Albuquerque - Integrante / Carlos Miguel Rodrigues Couto - Integrante / Gilberto Carlos de Freitas - Integrante / José Geraldo Peixoto - Integrante / Julio Gomes Ferreira Neto - Integrante / Natascha Almeida Marques Silva - Integrante / Raquel Satomi Komatsu - Integrante / Robin Pereira Rodrigues - Integrante / Teresinha Inês de Assumpção - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro.

  • 2007 - 2008

    Inseminação artificial em tempo fixo e diagnóstico precoce de gestação em vacas leiteiras mestiças, Descrição: Pesquisa sobre a determinação do efeito do número de DPP, presença de corpo lúteo, ECC, reutilização do CIDR e estação do ano sobre as taxas de ovulação e concepção de um rebanho de vacas leiteiras mestiças bos taurus x bos indicus, submetidas à tecnologia de um protocolo de inseminação artificial em tempo fixo e dianóstico precoce de gestação, em sistema de produção semi-intensivo na fazenda experimental do Glória (UFU).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / RIcarda Maria dos Santos - Integrante / Elmo Gomes Diniz - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro / Universidade Federal de Uberlândia - Cooperação / Pfizer S/A - Cooperação., Número de produções C, T & A: 11

Projetos de desenvolvimento

  • 2014 - Atual

    Rede de Transferência de Tecnologia em ILPF, Descrição: Macroprograma 4 - Projeto em rede da Embrapa que realiza transferência de tecnologias de integração Lavoura-Pecuária-Floresta em parceria com a Cocamar, John Deere, Parker e Syngenta.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Leandro Bortolon - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Transferência de Tecnologia em Bovinocultura Leiteira no Tocantins, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Transferência de Tecnologia em Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Estado do Tocantins - ABCTO, Descrição: O projeto desenvolvido pela Embrapa Pesca e Aquicultura em parceria com o MAPA, Seagro e Ruraltins, tem por principal objetivo a Capacitação de multiplicadores para implementar tecnologias em Agricultura de baixa emissão de carbono, priorizando as reformas de pastagens degradadas, adoção de plantio direto e iLPF no estado do Tocantins.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Graduação: (20) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Coordenador / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Roberto Valladão Flores - Integrante., Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

  • 2014 - Atual

    Rede de Transferência de Tecnologia em ILPF, Descrição: Macroprograma 4 - Projeto em rede da Embrapa que realiza transferência de tecnologias de integração Lavoura-Pecuária-Floresta em parceria com a Cocamar, John Deere, Parker e Syngenta.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Leandro Bortolon - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Transferência de Tecnologia em Bovinocultura Leiteira no Tocantins, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Transferência de Tecnologia em Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Estado do Tocantins - ABCTO, Descrição: O projeto desenvolvido pela Embrapa Pesca e Aquicultura em parceria com o MAPA, Seagro e Ruraltins, tem por principal objetivo a Capacitação de multiplicadores para implementar tecnologias em Agricultura de baixa emissão de carbono, priorizando as reformas de pastagens degradadas, adoção de plantio direto e iLPF no estado do Tocantins.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Graduação: (20) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Coordenador / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Roberto Valladão Flores - Integrante., Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

  • 2014 - Atual

    Rede de Transferência de Tecnologia em ILPF, Descrição: Macroprograma 4 - Projeto em rede da Embrapa que realiza transferência de tecnologias de integração Lavoura-Pecuária-Floresta em parceria com a Cocamar, John Deere, Parker e Syngenta.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Leandro Bortolon - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Transferência de Tecnologia em Bovinocultura Leiteira no Tocantins, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Transferência de Tecnologia em Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Estado do Tocantins - ABCTO, Descrição: O projeto desenvolvido pela Embrapa Pesca e Aquicultura em parceria com o MAPA, Seagro e Ruraltins, tem por principal objetivo a Capacitação de multiplicadores para implementar tecnologias em Agricultura de baixa emissão de carbono, priorizando as reformas de pastagens degradadas, adoção de plantio direto e iLPF no estado do Tocantins.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Graduação: (20) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Coordenador / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Roberto Valladão Flores - Integrante., Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

  • 2018 - Atual

    PC 2 -CAPACITAÇÃO CONTINUADA BALDE CHEIO, Descrição: O Plano Componente ?Capacitação continuada Balde Cheio? dedica-se as ações de ampliação de conhecimentos técnico-metodológico e competências em bovinocultura de leite sustentável e implantação de propriedades assistidas e unidades demonstrativas. Envolve uma fase de nivelamento dos conhecimentos entre os integrantes das Unidades da Embrapa e parceiros locais, operacionalizado por visitas regionais conjuntas as experiências já implantadas para apreensão de conceitos e fundamentos da metodologia; ações de implementação de Unidades Demonstrativas (UDs) para implementação das salas de aula para treinamento dos técnicos com a realização treinamentos em ?Manejo intensivo de pastagens?, ?Irrigação de pastagens? e ?Balanceamento da dieta e manejo do rebanho? e de eventos de difusão nas UDs; e coordenação de aplicação dos instrumentos de acompanhamento (planilhas de acompanhamento e diagnóstico) e sua inserção na plataforma eletrônica desenvolvida no PC de Gestão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2017 - Atual

    Rede de transferência de tecnologias do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono para a bovinocultura de corte do Tocantins com ênfase na intensificação da produção de carne em pastagens., Descrição: As mudanças climáticas estão associadas ao aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE) (Huang et al., 2016). No Brasil cerca de 37% das emissões totais de GEE são provenientes da agricultura (MCTI, 2014). Todavia, apesar do avanço da fronteira agrícola a emissões de GEE pelo setor tem apresentado uma tendência de redução. Entre 2011 e 2012 o país reduziu em 0,75% as emissões de GEE provenientes da agricultura, o que não era registrado desde 1990, de acordo com dados publicados pelo MCTI (2014). Segundo Silva et al. (2016), o aumento da demanda mundial por carne associada ao maior uso de tecnologias que evitem o desmatamento e aumentem o aporte de carbono no solo podem diminuir as emissões de GEE. Ainda de acordo com os autores, um aumento de 30% na demanda por carne promoveria uma redução de 10% das emissões líquidas de GEE da atividade, devido à pressão para aumento da eficiência produtiva da pecuária associada à recuperação de pastagens. Dentre os esforços brasileiros no sentido de mitigar as emissões de GEE provenientes da agropecuária destaca-se o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) (Brasil, 2012). No estado do Tocantins o plano tem sido executado sob acompanhamento do Grupo Gestor Estadual do Plano ABC (GG ABC TO) coordenado da Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), além de outras instituições integrantes do GG ABC TO, tem trabalhado em parceria com a Embrapa na promoção das tecnologias do ABC. Uma equipe de 30 técnicos desta instituição e também de empresas privadas de assistência técnica foram capacitados nas tecnologias do ABC entre 2012 e 2015 por meio dos projetos ABC TO (SEG 04.11.100.03.00.00). Todavia, o desafio para alcance das metas do Plano ABC Estadual é grande. A bovinocultura de corte é um dos setores mais importantes do agronegócio do Tocantins, construindo relevante parcela da pauta de exportações do Estado. Todavia, este setor ainda apresenta produtividade e rentabilidade abaixo do seu potencial. Acredita-se que a assistência técnica de qualidade seja um dos pilares para a adoção das tecnologias ABC, as quais apresentam constituem ganhos técnicos e econômicos para os sistemas de produção de carne a pasto. Para que haja adoção efetiva de tais tecnologias é necessário que sejam ampliados os processos de capacitação continuada de técnicos multiplicadores e de difusão de tecnologias. Por conseguinte, é premente a execução de ações que promovam o aumento da produtividade e rentabilidade dos sistemas de produção de carne a pasto no Tocantins. Objetiva-se com este projeto promover a adoção de tecnologias do Plano ABC por propriedades de pecuária de corte do Tocantins, com ênfase intensificação da produção de carne em pastagens, por meio de uma rede de transferência de tecnologia. O princípio básico do processo de capacitação continuada será a realização de atividades teóricas e práticas. O projeto será gerenciado por meio de seis planos de ação (PA): PA 01 ? Gerencial; PA 02 ? Capacitação teórica; PA 03 ? Capacitação prática; PA 04 ? Difusão de tecnologias; PA 05 ? Avaliação de impactos; PA 06 ? Comunicação. Espera-se por meio deste projeto constituir uma rede de técnicos multiplicadores e Unidades de Referência Tecnológica nas tecnologias ABC relacionadas à recuperação e intensificação de pastagens. Estipular-se-á uma meta de 20 técnicos multiplicadores e 10 URT na constituição da rede. No âmbito desta rede será realizada a capacitação continuada de técnicos multiplicadores, outro resultado previsto. Ainda por meio da rede de multiplicadores e URT, serão realizados eventos de difusão de tecnologia como dias de campo, palestras e visitas técnicas, visando a indução de demandas de adoção das tecnologias ABC pelo setor produtivo. Por fim, haverá um resultado relacionado ao relatório de avaliação. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Coordenador / Marcelo Konsgen Cunha - Integrante.

  • 2016 - 2018

    Rede de transferência de tecnologias para o aumento da competitividade e da sustentabilidade da mandiocultura no Tocantins - ManiREDE., Descrição: A proposta do ManiREDE objetiva estabelecer um projeto Piloto em REDE para validar e transferir ?tecnologias-chave? para o desenvolvimento da cadeia produtiva da mandioca no Tocantins. Vários problemas foram identificados, mas o de maior evidencia para o grupo gestor da mandiocultura foi a existência de gargalos limitantes ao desenvolvimento da cadeia como um todo. Alargar estes gargalos são o foco desta proposta. Entre os principais gargalos identificados estão: i) Baixa qualidade e produtividade das raízes de mandioca e seus derivados; ii) Pouca ou nenhuma disponibilidade de manivas-semente com qualidade genética e fitossanitária para o plantio; e iii) Dificuldades primárias de gestão, organização, processamento e comercialização dos produtos. Esta proposta prevê atuação focada em algumas tecnologias-chave, com poder de resolver pontos nevrálgicos desta cadeia na Região. Fica claro também que outros projetos futuros serão necessários para atender demandas específicas identificadas na oficina temática da mandiocultura (validação das demandas). Utilizaremos da metodologia de Treino e visita adaptada e dentre as tecnologias-chave abordadas estão: manivas-semente indexadas, multiplicação rápida, trio da produtividade, produzir mais com menos, boas praticas de beneficiamento, além de mecanização/automação. As ações do projeto contemplam: i) Validar técnicas de manejo de produção sustentável de mandioca em cinco polos/regiões do Tocantins; ii) Promover a capacitação de técnicos multiplicadores e de produtores de mandioca; iii) Transferir tecnologias estratégicas de manejo e produção econômica de mandioca; iv) Transferir tecnologias estratégicas para processamento e obtenção de derivados de mandioca de qualidade. Entre os principais resultados esperados destacamos: i) Maior disponibilidade de manivas sementes livres de patógenos; ii) Aumento da produtividade entre os produtores envolvidos; iii) Melhoria da qualidade dos produtos comerciais da mandioca; iv) Apontamentos para políticas publicas com a organização formal da cadeia produtiva; v) Resgate e Valorização da mandiocultura. Como principais impactos, destaca-se: i) Melhora da produtividade, o que reduzirá percentual de custos de produção, resultando em maior renda para o produtor e sustentabilidade econômica para este agronegócio; ii) O aspecto social será impactado inicialmente pela menor dependência do agricultor para produzir mandioca, em função de que grande parte da tecnologias transferidas serem tecnologias de processo e não de insumos, ou seja, dependem muito mais da iniciativa do agricultor do que de ações paternalistas do estado; e que o aumento da produtividade proporcionará maior segurança alimentar nestas comunidades marginalizadas e possibilitará a comercialização de excedentes (raízes, farinha, manivas) para capitalizar cada unidade produtiva; iii) O impacto ambiental é esperado na medida que as tecnologias relacionadas ao manejo sustentável para produção de raízes é adotado e incorporado ao modo de produção das comunidades. Pois estas tecnologias pressupõe manejo adequado do solo, da matéria orgânica e uso racional de defensivos agrícolas, por exemplo. Ainda como desdobramento da maior produtividade e rentabilidade, novas áreas desmatadas serão desnecessárias e mesmo o extrativismo se tornaria desinteressante.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2016 - Atual

    Carne Carbono Neutro: estratégia de produção de carne sustentável e certificável para um mercado global, Descrição: Carne Carbono Neutro (CCN) é uma marca-conceito desenvolvida pela Embrapa que visa atestar, por meio de um protocolo parametrizável e auditável, que a produção de carne bovina em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) proporciona a neutralização das emissões de metano entérico dos animais em pastejo e, também, conforto térmico para esses animais. Pretende-se, neste projeto, validar o protocolo de produção de carne com neutralização das emissões de metano entérico que também incorpora diretrizes para o adequado manejo da pastagem e para produção de carne de qualidade (Protocolo CCN), em nove propriedades comerciais em diferentes regiões do Brasil, representativas da pecuária bovina brasileira. Estão propostas as seguintes ações: levantamentos dos coeficientes técnicos e econômicos das propriedades, avaliações da qualidade da carne produzida, estudos prospectivos sobre alternativas de rastreamento, de certificação e sobre a aceitação da carne CCN no mercado, e divulgação da marca-conceito em fóruns internacionais relacionados à pecuária e às mudanças climáticas. Além disso, será desenvolvido e validado um aplicativo mobile para coleta e registro de dados na propriedade, com habilitação de uso para o produtor e para o auditor/certificador. Ao final destas ações, espera-se viabilizar o uso do Protocolo CCN para produção de carne com ecoeficiência em três biomas brasileiros, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. A marca-conceito CCN com Protocolo validado, que possibilitará auditoria e certificação, irá contribuir para agregar valor à carne produzida em sistemas de integração do tipo IPF e ILPF, estimulando a implementação de sistemas de produção pecuários mais sustentáveis, especialmente quanto ao aspecto ambiental, com a introdução do componente arbóreo capaz de neutralizar o metano emitido pelo rebanho e conferir maior conforto térmico ao animal. Neste sentido, a marca-conceito CCN apresenta forte alinhamento com o Plano ABC do governo federal, podendo atuar como estratégia de fomento à adoção de sistemas de ILPF preconizados e contribuir para acelerar o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na COP 15, em 2009, que foram ratificados e ampliados na COP 21, em 2015. Com isto, o uso da marca-conceito CCN poderá contribuir na ampliação de mercados internacionais para a carne brasileira, principalmente, para aqueles mais exigentes e com disposição a pagar por um produto de qualidade e com apelo ambiental. No âmbito interno, a marca-conceito CCN poderá estimular iniciativas para melhoria dos processos nos demais elos da cadeia produtiva da carne com vistas à diminuição das emissões de gases de efeito estufa. Esta proposta também está alinhada aos Portfólios de ILPF e de Mudanças Climáticas da Embrapa, e está estruturada em oito Planos de Ação (PAs), com a participação de pesquisadores e analistas de doze Unidades da Embrapa, em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), da Secretaria de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação de Mato Grosso do Sul (SECTEI-MS) e da Università di Pisa, Itália.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2015 - 2018

    Sistematização de Informações e Avaliação da Adoção e dos impactos de Sistemas iLPF, Descrição: O projeto tem como objetivo sistematizar as informações técnicas existentes nas URTs implantas e em implantação para que possam subsidiar a avaliação de impactos dos diversos sistemas de iLPF existentes. Propõe, também, avaliar a adoção dos diversos sistemas no Brasil e os impactos reais ou potenciais dela decorrentes. Para isso, será necessário arregimentar as competências técnicas hoje existentes em iLPF na Embrapa e parceiros (públicos e privados) para que, em um amplo processo de discussão técnica, seja possível alcançar o nível desejado de conhecimento sobre as potencialidades dos sistemas nas dimensões agronômica, socioeconômica e ambiental, bem como uma análise estratégica das possibilidades de sua expansão nos diversos biomas brasileiros. A disponibilização das informações geradas é uma das prioridades da proposta por meio da criação da Árvore de Conhecimento, e da alimentação do banco de dados e do portal em iLPF.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2014 - 2018

    Rede de Transferência de Tecnologia em ILPF, Descrição: Projeto desenvolvido nos cerrados da Região Nordeste e áreas periféricas, nos estados do Piauí, Maranhão e Oeste da Bahia, bem como no estado de Tocantins, na região atualmente denominada MATOPIBA, no período de 2014 a 2018. Compreende um conjunto de ações cujo principal objetivo será transferir tecnologias de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) por meio de unidades demonstrativas, unidades de observações, vitrines tecnológicas, eventos de difusão, publicações técnicas e capacitação para formação de agentes multiplicadores da ATER, visando aumentar a adoção da ILPF como forma de diversificar a produção na região dos cerrados do Piauí, Maranhão, Tocantins, Oeste da Bahia. A execução das atividades de campo será nas fazendas parceiras da Embrapa onde já foi validado o sistema de ILPF e dando continuidade ao outros projetos que vem sendo executados desde 2005 e se encerrando em 2013. O processo de transferência de tecnologia, na capacitação de agentes multiplicadores, incluirá a implantação e acompanhamento de Unidades de Referências Tecnológicas (URT) em cada estado com vistas a tornar as fazendas parceiras em modelos na ILPF. Nas URTs de cada estado serão implantadas várias Unidades Demonstrativas (UD), Unidades de Observações (UO) e Vitrines Vivas com tecnologias do componente agrícola, componente animal e componente florestal, além de capacitação de técnicos da ATER em tecnologias e fundamentos técnicos na integração de lavoura-pecuária-floresta. Para potencializar os esforços de transferência, serão realizados esforços de comunicação os quais buscarão dar maior visibilidade à iLPF perante os diferentes públicos-alvo da Rede iLPF, ampliar o acesso dos agentes da ATER e de cooperativas às informações referentes à iLPF, promover as tecnologias de iLPF junto a clientes e usuários e buscar novos parceiros para a Rede de Fomento de iLPF. Nesse sentido serão contemplados ações promocionais, de divulgação na mídia e visitas dirigidas envolvendo lideranças e formadores de opinião. Inicialmente será realizada uma reunião de nivelamento de conhecimento para os técnicos da equipe do projeto na Embrapa Meio-Norte, Embrapa Cocais, Embrapa Pesca e Aquicultura e Embrapa Cerrados. Concomitantemente, serão implantadas e acompanhadas unidades demonstrativas, possibilitando a divulgação, ajustes tecnológicos e informação para a pesquisa, sistematizadas em Banco de Dados, a partir das tecnologias envolvidas em cada uma dessas Unidades. Essas unidades serão monitoradas e os resultados gerados farão parte de um banco de dados. Na sequência serão realizados cursos para os técnicos multiplicadores de ATER e dias de campo nas URTs das fazendas parceiras que desenvolvem o sistema ILPF. Em adição, todos os técnicos envolvidos integrarão uma rede de transferência de tecnologia sobre integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados do nordeste e do Tocantins. Os resultados esperados com a introdução e o aumento da adoção da integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados tocantinenses e nordestinos são: aumento da produção de grãos, carne e produtos madeireiros, aumento da renda do produtor rural, maior competitividade do agronegócio na região; sustentabilidade dos sistemas de produção; redução da pressão na ampliação da fronteira agrícola e. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Leandro Bortolon - Integrante / Ernandes Barboza Belchior - Integrante / Divonzil Gonçalves Cordeiro - Integrante / Alisson Moura Santos - Integrante / Marcos Lopes Teixeira Neto - Integrante / Lourival Vilela - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    FORTALECIMENTO DA AGROPECUÁRIA DE BAIXA EMISSÃO DE CARBONO NO TOCANTINS: AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES DE CARBONO ORGÂNICO DO SOLO, Descrição: O esforço do Brasil em mitigar os impactos negativos das mudanças climáticas globais é internacionalmente reconhecido. Ao contrário dos países desenvolvidos, no Brasil, a principal fonte das emissões de gases de efeito estufa (GEE) está associada às mudanças no uso do solo, com a remoção e queima das florestas, e ao uso agrícola do solo e produção animal. Neste contexto, o país assumiu o compromisso voluntário de reduzir suas emissões de GEE, tendo como uma das estratégias a criação do Plano ABC ? o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono. Através deste Plano o Brasil se compromete a reduzir em 80% a taxa de desmatamento na Amazônia e em 40% no Cerrado, além de adotar, intensivamente na agricultura, a recuperação de pastagens degradadas, promover integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), ampliar a adoção do sistema plantio direto (SPD) e fixação biológica de nitrogênio. O Tocantins faz parte da Amazônia Legal e seu território compreende os Biomas Amazônico (9%) e Cerrado (91%). Além disso, tem sido considerado como a última fronteira agrícola do país, juntamente com o Maranhão, Piauí e Bahia, e encontra-se em franca ocupação, o que potencializa a sua contribuição nas emissões de GEE através da redução dos estoques de matéria orgânica do solo (MOS) e, consequentemente, de carbono orgânico do solo (COS). Neste contexto, o presente projeto tem por objetivo caracterizar os estoques de COS em áreas de produção agropecuária do Estado do Tocantins que estejam sob usos com pastagem degradada e/ou em processo de recuperação, iLPF (em qualquer das suas modalidades) e agricultura sob o SPD, que são temas prioritários no âmbito do Plano ABC, tomando-se como referência áreas sob Cerrado nativo.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Elisandra Solange Oliveira Bortolon - Integrante.

  • 2012 - 2016

    Transferência de Tecnologia em Bovinocultura Leiteira no Tocantins, Descrição: O complexo agroindustrial do leite tem se destacado como um dos principais segmentos do agronegócio brasileiro. No ano de 2010 foram produzidos mais de 30 bilhões de litros de leite, movimentando cerca de R$ 21 bilhões (IBGE, 2010b). Segundo levantamento divulgado no Anualpec (2011), o Tocantins possui em seu efetivo animal 386 mil vacas leiteiras, o que corresponde a 4,83% do rebanho bovino total do estado. O Tocantins é responsável por apenas 0,52% da produção nacional (IBGE, 2010b). Na busca por respostas para a condição atual da produção de leite do Tocantins, pode-se afirmar que a baixa tecnificação dos sistemas apresenta-se como um dos principais pontos de estrangulamento ao desenvolvimento desta. A falta de informação por parte dos produtores é fato de destaque. No Tocantins a bovinocultura leiteira é praticada seguindo conceitos vetustos e muitas vezes repassados entre os produtores, sendo que estes por vezes não constituem práticas adequadas à exploração da pecuária leiteira. O setor de ATER, por sua vez, possui profissionais que de uma forma geral não apresentam formação direcionada à bovinocultura leiteira, o que por vezes, os inabilita a orientar o desenvolvimento desta atividade tão complexa. Existe no estado um desafio em aumento de produção visando o atendimento da demanda interna e mercados circunvizinhos, além disso, a Instrução Normativa 62/2011 representa um desafio em aumento da qualidade do leite produzido no Tocantins. Acredita-se que a capacitação de técnicos multiplicadores seja uma ação necessária para encarar o desafio exposto. Objetiva-se com o presente projeto capacitar e orientar técnicos, neste denominados Multiplicadores I, habilitando os mesmos a atuarem diretamente com produtores de leite ou ainda capacitando outros técnicos. Para tal, será adotada a metodologia de capacitação proposta por Benor et al. (1984), com adaptações realizadas no Brasil descritas por Domit (2007). Esta metodologia baseia-se na capacitação de técnicos multiplicadores, que poderão atuar diretamente com produtores ou mesmo outros grupos de técnicos, repassando os conhecimentos adquiridos e tecnologias absorvidas. O método prevê a realização das capacitações tendo como base ambientes reais de produção, onde os técnicos deverão colocar em prática os conceitos e tecnologias abordados nas capacitações. Tais ambientes serão denominados unidades de referência tecnológica (URT) constituindo-se de propriedades rurais que trabalham com bovinocultura leiteira e que buscam um avanço de produtividade e rentabilidade tendo os técnicos multiplicadores I como catalisadores do processo. Seguindo a metodologia descrita por Domit (2007) será formado um Grupo Gestor Estadual do projeto, o qual reunirá instituições de interesse do setor leiteiro, tendo como atribuição principal articular e promover ações que confiram robustez ao projeto. A nível operacional o projeto será executado no âmbito de comitês técnicos locais formados pelos técnicos multiplicadores da região, a equipe técnica da Embrapa envolvida no projeto e pesquisadores e especialistas convidados. O projeto será constituído de cinco planos de ação (PA): PA 1 ? Plano Gerencial, PA 2 ? Capacitação teórica, PA 3 ? Capacitação prática, PA 4 ? Avaliação de impactos e PA 5 ? Comunicação. Serão realizadas capacitações modulares com frequência semestral as quais deverão abordar assuntos que atendam às demandas levantadas pelos comitês técnicos locais. Entre os módulos de capacitação serão realizadas reuniões técnicas de acompanhamento das atividades das URT. Espera-se ao final dos 36 meses do projeto que os Multiplicadores I, então capacitados para atuarem na bovinocultura leiteira, sejam irradiadores dos conhecimentos adquiridos, de forma a ?multiplicar? o impacto das ações deste projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2012 - 2015

    Transferência de Tecnologia em Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Estado do Tocantins - ABCTO, Descrição: Nas últimas décadas tem sido crescente a preocupação mundial com as mudanças climáticas provenientes principalmente, da emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O). Smith et al. (2001) consideram que a agricultura é um dos setores econômicos possivelmente mais ameaçados pelas mudanças climáticas, devido à alta influência do clima sobre os sistemas biológicos. A interação entre aumento da temperatura média do ar, aumento da concentração atmosférica de dióxido de carbono, alterações no regime pluviométrico, entre outros fatores, provocam incertezas quanto ao futuro da agropecuária em diferentes regiões. Tendo em vista a diminuição das emissões de gases do efeito estufa pela agropecuária brasileira, o governo brasileiro lançou o plano setorial de mitigação e de adaptação às mudanças climáticas para a consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura (Plano ABC). O trabalho de elaboração do plano foi coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com ampla participação de diversos setores sociais. A criação deste plano vem ao encontro do compromisso nacional voluntário assumido após a 15ª Conferência das Nações Unidas para sobre Mudanças Climáticas (COP 15), de reduzir de 36,1% e 38,9% suas emissões de gases de efeito estufa previsto na Lei 12.187/2009. Através do Plano ABC o Governo Federal pretende promover uma redução em na ordem de 133 a 166 milhões de toneladas de equivalente CO2. O plano foi estruturado em seis linhas de ação: recuperação de pastagens degradadas, adoção do sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e de Sistemas Agroflorestais (SAFs), ampliação do Sistema Plantio Direto (SPD), ampliação do uso de Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN), aumento da área de florestas plantadas e geração de energia e compostagem por meio do tratamento de dejetos animais. Para efetivar o uso das tecnologias o Plano ABC propõe a adoção de uma série de ações, como por exemplo, fortalecimento das organizações de assistência técnica e extensão rural oficiais, capacitação e informação, estratégias de transferência de tecnologia, tais como, dias de campo, palestras, seminários, workshops, implantação de Unidades de Referência Tecnológica (URT?s), além de campanhas de divulgação e chamadas públicas para contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Nessa primeira etapa o governo federal escolheu quatro estados para iniciar a operacionalização das ações do Plano ABC: Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. O Tocantins pode contribuir com a meta de redução na emissão de gases de efeito estufa na agropecuária brasileira, através da adoção das seis práticas previstas no Plano ABC. O estado recentemente foi beneficiado com a implantação do Programa de Produção Integrada de Sistemas Agropecuários em Microbacias Hidrográficas II (PISA II), que tem como objetivo principal promover o desenvolvimento agropecuário sustentável baseado na produção integrada. A médio prazo a expectativa é que projetos dessa natureza sejam incorporados, no âmbito do MAPA, pelo Plano ABC. O projeto ABC-TO está alinhado a essas tendências e demandas e tem por objetivo central transferir tecnologias apropriadas ao Tocantins para consolidação de uma agricultura de baixa emissão de carbono no estado. Para tal, foram definidas e dimensionadas atividades organizadas em 4 planos de ação, a saber: PA1-Plano Gerencial, PA2-Transferência de tecnologias para consolidação de uma agricultura com baixa emissão de carbono no Tocantins, PA3-Avaliação de impacto da adoção de tecnologias e PA4-Comunicação. O processo de TT basear-se-á na estratégia de capacitação continuada com abordagem teórico-prática.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Graduação: (20) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Coordenador / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Roberto Valladão Flores - Integrante.Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

  • 2018 - Atual

    PC 2 -CAPACITAÇÃO CONTINUADA BALDE CHEIO, Descrição: O Plano Componente ?Capacitação continuada Balde Cheio? dedica-se as ações de ampliação de conhecimentos técnico-metodológico e competências em bovinocultura de leite sustentável e implantação de propriedades assistidas e unidades demonstrativas. Envolve uma fase de nivelamento dos conhecimentos entre os integrantes das Unidades da Embrapa e parceiros locais, operacionalizado por visitas regionais conjuntas as experiências já implantadas para apreensão de conceitos e fundamentos da metodologia; ações de implementação de Unidades Demonstrativas (UDs) para implementação das salas de aula para treinamento dos técnicos com a realização treinamentos em ?Manejo intensivo de pastagens?, ?Irrigação de pastagens? e ?Balanceamento da dieta e manejo do rebanho? e de eventos de difusão nas UDs; e coordenação de aplicação dos instrumentos de acompanhamento (planilhas de acompanhamento e diagnóstico) e sua inserção na plataforma eletrônica desenvolvida no PC de Gestão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Arthur Chinelato de Camargo - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Rede de transferência de tecnologias do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono para a bovinocultura de corte do Tocantins com ênfase na intensificação da produção de carne em pastagens., Descrição: As mudanças climáticas estão associadas ao aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE) (Huang et al., 2016). No Brasil cerca de 37% das emissões totais de GEE são provenientes da agricultura (MCTI, 2014). Todavia, apesar do avanço da fronteira agrícola a emissões de GEE pelo setor tem apresentado uma tendência de redução. Entre 2011 e 2012 o país reduziu em 0,75% as emissões de GEE provenientes da agricultura, o que não era registrado desde 1990, de acordo com dados publicados pelo MCTI (2014). Segundo Silva et al. (2016), o aumento da demanda mundial por carne associada ao maior uso de tecnologias que evitem o desmatamento e aumentem o aporte de carbono no solo podem diminuir as emissões de GEE. Ainda de acordo com os autores, um aumento de 30% na demanda por carne promoveria uma redução de 10% das emissões líquidas de GEE da atividade, devido à pressão para aumento da eficiência produtiva da pecuária associada à recuperação de pastagens. Dentre os esforços brasileiros no sentido de mitigar as emissões de GEE provenientes da agropecuária destaca-se o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) (Brasil, 2012). No estado do Tocantins o plano tem sido executado sob acompanhamento do Grupo Gestor Estadual do Plano ABC (GG ABC TO) coordenado da Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), além de outras instituições integrantes do GG ABC TO, tem trabalhado em parceria com a Embrapa na promoção das tecnologias do ABC. Uma equipe de 30 técnicos desta instituição e também de empresas privadas de assistência técnica foram capacitados nas tecnologias do ABC entre 2012 e 2015 por meio dos projetos ABC TO (SEG 04.11.100.03.00.00). Todavia, o desafio para alcance das metas do Plano ABC Estadual é grande. A bovinocultura de corte é um dos setores mais importantes do agronegócio do Tocantins, construindo relevante parcela da pauta de exportações do Estado. Todavia, este setor ainda apresenta produtividade e rentabilidade abaixo do seu potencial. Acredita-se que a assistência técnica de qualidade seja um dos pilares para a adoção das tecnologias ABC, as quais apresentam constituem ganhos técnicos e econômicos para os sistemas de produção de carne a pasto. Para que haja adoção efetiva de tais tecnologias é necessário que sejam ampliados os processos de capacitação continuada de técnicos multiplicadores e de difusão de tecnologias. Por conseguinte, é premente a execução de ações que promovam o aumento da produtividade e rentabilidade dos sistemas de produção de carne a pasto no Tocantins. Objetiva-se com este projeto promover a adoção de tecnologias do Plano ABC por propriedades de pecuária de corte do Tocantins, com ênfase intensificação da produção de carne em pastagens, por meio de uma rede de transferência de tecnologia. O princípio básico do processo de capacitação continuada será a realização de atividades teóricas e práticas. O projeto será gerenciado por meio de seis planos de ação (PA): PA 01 ? Gerencial; PA 02 ? Capacitação teórica; PA 03 ? Capacitação prática; PA 04 ? Difusão de tecnologias; PA 05 ? Avaliação de impactos; PA 06 ? Comunicação. Espera-se por meio deste projeto constituir uma rede de técnicos multiplicadores e Unidades de Referência Tecnológica nas tecnologias ABC relacionadas à recuperação e intensificação de pastagens. Estipular-se-á uma meta de 20 técnicos multiplicadores e 10 URT na constituição da rede. No âmbito desta rede será realizada a capacitação continuada de técnicos multiplicadores, outro resultado previsto. Ainda por meio da rede de multiplicadores e URT, serão realizados eventos de difusão de tecnologia como dias de campo, palestras e visitas técnicas, visando a indução de demandas de adoção das tecnologias ABC pelo setor produtivo. Por fim, haverá um resultado relacionado ao relatório de avaliação. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Coordenador / Marcelo Konsgen Cunha - Integrante.

  • 2016 - 2018

    Rede de transferência de tecnologias para o aumento da competitividade e da sustentabilidade da mandiocultura no Tocantins - ManiREDE., Descrição: A proposta do ManiREDE objetiva estabelecer um projeto Piloto em REDE para validar e transferir ?tecnologias-chave? para o desenvolvimento da cadeia produtiva da mandioca no Tocantins. Vários problemas foram identificados, mas o de maior evidencia para o grupo gestor da mandiocultura foi a existência de gargalos limitantes ao desenvolvimento da cadeia como um todo. Alargar estes gargalos são o foco desta proposta. Entre os principais gargalos identificados estão: i) Baixa qualidade e produtividade das raízes de mandioca e seus derivados; ii) Pouca ou nenhuma disponibilidade de manivas-semente com qualidade genética e fitossanitária para o plantio; e iii) Dificuldades primárias de gestão, organização, processamento e comercialização dos produtos. Esta proposta prevê atuação focada em algumas tecnologias-chave, com poder de resolver pontos nevrálgicos desta cadeia na Região. Fica claro também que outros projetos futuros serão necessários para atender demandas específicas identificadas na oficina temática da mandiocultura (validação das demandas). Utilizaremos da metodologia de Treino e visita adaptada e dentre as tecnologias-chave abordadas estão: manivas-semente indexadas, multiplicação rápida, trio da produtividade, produzir mais com menos, boas praticas de beneficiamento, além de mecanização/automação. As ações do projeto contemplam: i) Validar técnicas de manejo de produção sustentável de mandioca em cinco polos/regiões do Tocantins; ii) Promover a capacitação de técnicos multiplicadores e de produtores de mandioca; iii) Transferir tecnologias estratégicas de manejo e produção econômica de mandioca; iv) Transferir tecnologias estratégicas para processamento e obtenção de derivados de mandioca de qualidade. Entre os principais resultados esperados destacamos: i) Maior disponibilidade de manivas sementes livres de patógenos; ii) Aumento da produtividade entre os produtores envolvidos; iii) Melhoria da qualidade dos produtos comerciais da mandioca; iv) Apontamentos para políticas publicas com a organização formal da cadeia produtiva; v) Resgate e Valorização da mandiocultura. Como principais impactos, destaca-se: i) Melhora da produtividade, o que reduzirá percentual de custos de produção, resultando em maior renda para o produtor e sustentabilidade econômica para este agronegócio; ii) O aspecto social será impactado inicialmente pela menor dependência do agricultor para produzir mandioca, em função de que grande parte da tecnologias transferidas serem tecnologias de processo e não de insumos, ou seja, dependem muito mais da iniciativa do agricultor do que de ações paternalistas do estado; e que o aumento da produtividade proporcionará maior segurança alimentar nestas comunidades marginalizadas e possibilitará a comercialização de excedentes (raízes, farinha, manivas) para capitalizar cada unidade produtiva; iii) O impacto ambiental é esperado na medida que as tecnologias relacionadas ao manejo sustentável para produção de raízes é adotado e incorporado ao modo de produção das comunidades. Pois estas tecnologias pressupõe manejo adequado do solo, da matéria orgânica e uso racional de defensivos agrícolas, por exemplo. Ainda como desdobramento da maior produtividade e rentabilidade, novas áreas desmatadas serão desnecessárias e mesmo o extrativismo se tornaria desinteressante.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Gustavo Azevedo Campos - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Carne Carbono Neutro: estratégia de produção de carne sustentável e certificável para um mercado global, Descrição: Carne Carbono Neutro (CCN) é uma marca-conceito desenvolvida pela Embrapa que visa atestar, por meio de um protocolo parametrizável e auditável, que a produção de carne bovina em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) proporciona a neutralização das emissões de metano entérico dos animais em pastejo e, também, conforto térmico para esses animais. Pretende-se, neste projeto, validar o protocolo de produção de carne com neutralização das emissões de metano entérico que também incorpora diretrizes para o adequado manejo da pastagem e para produção de carne de qualidade (Protocolo CCN), em nove propriedades comerciais em diferentes regiões do Brasil, representativas da pecuária bovina brasileira. Estão propostas as seguintes ações: levantamentos dos coeficientes técnicos e econômicos das propriedades, avaliações da qualidade da carne produzida, estudos prospectivos sobre alternativas de rastreamento, de certificação e sobre a aceitação da carne CCN no mercado, e divulgação da marca-conceito em fóruns internacionais relacionados à pecuária e às mudanças climáticas. Além disso, será desenvolvido e validado um aplicativo mobile para coleta e registro de dados na propriedade, com habilitação de uso para o produtor e para o auditor/certificador. Ao final destas ações, espera-se viabilizar o uso do Protocolo CCN para produção de carne com ecoeficiência em três biomas brasileiros, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. A marca-conceito CCN com Protocolo validado, que possibilitará auditoria e certificação, irá contribuir para agregar valor à carne produzida em sistemas de integração do tipo IPF e ILPF, estimulando a implementação de sistemas de produção pecuários mais sustentáveis, especialmente quanto ao aspecto ambiental, com a introdução do componente arbóreo capaz de neutralizar o metano emitido pelo rebanho e conferir maior conforto térmico ao animal. Neste sentido, a marca-conceito CCN apresenta forte alinhamento com o Plano ABC do governo federal, podendo atuar como estratégia de fomento à adoção de sistemas de ILPF preconizados e contribuir para acelerar o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na COP 15, em 2009, que foram ratificados e ampliados na COP 21, em 2015. Com isto, o uso da marca-conceito CCN poderá contribuir na ampliação de mercados internacionais para a carne brasileira, principalmente, para aqueles mais exigentes e com disposição a pagar por um produto de qualidade e com apelo ambiental. No âmbito interno, a marca-conceito CCN poderá estimular iniciativas para melhoria dos processos nos demais elos da cadeia produtiva da carne com vistas à diminuição das emissões de gases de efeito estufa. Esta proposta também está alinhada aos Portfólios de ILPF e de Mudanças Climáticas da Embrapa, e está estruturada em oito Planos de Ação (PAs), com a participação de pesquisadores e analistas de doze Unidades da Embrapa, em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), da Secretaria de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação de Mato Grosso do Sul (SECTEI-MS) e da Università di Pisa, Itália.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Roberto Giolo de Almeida - Coordenador.

  • 2015 - 2018

    Sistematização de Informações e Avaliação da Adoção e dos impactos de Sistemas iLPF, Descrição: O projeto tem como objetivo sistematizar as informações técnicas existentes nas URTs implantas e em implantação para que possam subsidiar a avaliação de impactos dos diversos sistemas de iLPF existentes. Propõe, também, avaliar a adoção dos diversos sistemas no Brasil e os impactos reais ou potenciais dela decorrentes. Para isso, será necessário arregimentar as competências técnicas hoje existentes em iLPF na Embrapa e parceiros (públicos e privados) para que, em um amplo processo de discussão técnica, seja possível alcançar o nível desejado de conhecimento sobre as potencialidades dos sistemas nas dimensões agronômica, socioeconômica e ambiental, bem como uma análise estratégica das possibilidades de sua expansão nos diversos biomas brasileiros. A disponibilização das informações geradas é uma das prioridades da proposta por meio da criação da Árvore de Conhecimento, e da alimentação do banco de dados e do portal em iLPF.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Ladislau Araujo Skorupa - Integrante.

  • 2014 - 2018

    Rede de Transferência de Tecnologia em ILPF, Descrição: Projeto desenvolvido nos cerrados da Região Nordeste e áreas periféricas, nos estados do Piauí, Maranhão e Oeste da Bahia, bem como no estado de Tocantins, na região atualmente denominada MATOPIBA, no período de 2014 a 2018. Compreende um conjunto de ações cujo principal objetivo será transferir tecnologias de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) por meio de unidades demonstrativas, unidades de observações, vitrines tecnológicas, eventos de difusão, publicações técnicas e capacitação para formação de agentes multiplicadores da ATER, visando aumentar a adoção da ILPF como forma de diversificar a produção na região dos cerrados do Piauí, Maranhão, Tocantins, Oeste da Bahia. A execução das atividades de campo será nas fazendas parceiras da Embrapa onde já foi validado o sistema de ILPF e dando continuidade ao outros projetos que vem sendo executados desde 2005 e se encerrando em 2013. O processo de transferência de tecnologia, na capacitação de agentes multiplicadores, incluirá a implantação e acompanhamento de Unidades de Referências Tecnológicas (URT) em cada estado com vistas a tornar as fazendas parceiras em modelos na ILPF. Nas URTs de cada estado serão implantadas várias Unidades Demonstrativas (UD), Unidades de Observações (UO) e Vitrines Vivas com tecnologias do componente agrícola, componente animal e componente florestal, além de capacitação de técnicos da ATER em tecnologias e fundamentos técnicos na integração de lavoura-pecuária-floresta. Para potencializar os esforços de transferência, serão realizados esforços de comunicação os quais buscarão dar maior visibilidade à iLPF perante os diferentes públicos-alvo da Rede iLPF, ampliar o acesso dos agentes da ATER e de cooperativas às informações referentes à iLPF, promover as tecnologias de iLPF junto a clientes e usuários e buscar novos parceiros para a Rede de Fomento de iLPF. Nesse sentido serão contemplados ações promocionais, de divulgação na mídia e visitas dirigidas envolvendo lideranças e formadores de opinião. Inicialmente será realizada uma reunião de nivelamento de conhecimento para os técnicos da equipe do projeto na Embrapa Meio-Norte, Embrapa Cocais, Embrapa Pesca e Aquicultura e Embrapa Cerrados. Concomitantemente, serão implantadas e acompanhadas unidades demonstrativas, possibilitando a divulgação, ajustes tecnológicos e informação para a pesquisa, sistematizadas em Banco de Dados, a partir das tecnologias envolvidas em cada uma dessas Unidades. Essas unidades serão monitoradas e os resultados gerados farão parte de um banco de dados. Na sequência serão realizados cursos para os técnicos multiplicadores de ATER e dias de campo nas URTs das fazendas parceiras que desenvolvem o sistema ILPF. Em adição, todos os técnicos envolvidos integrarão uma rede de transferência de tecnologia sobre integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados do nordeste e do Tocantins. Os resultados esperados com a introdução e o aumento da adoção da integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados tocantinenses e nordestinos são: aumento da produção de grãos, carne e produtos madeireiros, aumento da renda do produtor rural, maior competitividade do agronegócio na região; sustentabilidade dos sistemas de produção; redução da pressão na ampliação da fronteira agrícola e. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Leandro Bortolon - Integrante / Ernandes Barboza Belchior - Integrante / Divonzil Gonçalves Cordeiro - Integrante / Alisson Moura Santos - Integrante / Marcos Lopes Teixeira Neto - Integrante / Lourival Vilela - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    FORTALECIMENTO DA AGROPECUÁRIA DE BAIXA EMISSÃO DE CARBONO NO TOCANTINS: AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES DE CARBONO ORGÂNICO DO SOLO, Descrição: O esforço do Brasil em mitigar os impactos negativos das mudanças climáticas globais é internacionalmente reconhecido. Ao contrário dos países desenvolvidos, no Brasil, a principal fonte das emissões de gases de efeito estufa (GEE) está associada às mudanças no uso do solo, com a remoção e queima das florestas, e ao uso agrícola do solo e produção animal. Neste contexto, o país assumiu o compromisso voluntário de reduzir suas emissões de GEE, tendo como uma das estratégias a criação do Plano ABC ? o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono. Através deste Plano o Brasil se compromete a reduzir em 80% a taxa de desmatamento na Amazônia e em 40% no Cerrado, além de adotar, intensivamente na agricultura, a recuperação de pastagens degradadas, promover integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), ampliar a adoção do sistema plantio direto (SPD) e fixação biológica de nitrogênio. O Tocantins faz parte da Amazônia Legal e seu território compreende os Biomas Amazônico (9%) e Cerrado (91%). Além disso, tem sido considerado como a última fronteira agrícola do país, juntamente com o Maranhão, Piauí e Bahia, e encontra-se em franca ocupação, o que potencializa a sua contribuição nas emissões de GEE através da redução dos estoques de matéria orgânica do solo (MOS) e, consequentemente, de carbono orgânico do solo (COS). Neste contexto, o presente projeto tem por objetivo caracterizar os estoques de COS em áreas de produção agropecuária do Estado do Tocantins que estejam sob usos com pastagem degradada e/ou em processo de recuperação, iLPF (em qualquer das suas modalidades) e agricultura sob o SPD, que são temas prioritários no âmbito do Plano ABC, tomando-se como referência áreas sob Cerrado nativo.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Elisandra Solange Oliveira Bortolon - Integrante.

  • 2012 - 2016

    Transferência de Tecnologia em Bovinocultura Leiteira no Tocantins, Descrição: O complexo agroindustrial do leite tem se destacado como um dos principais segmentos do agronegócio brasileiro. No ano de 2010 foram produzidos mais de 30 bilhões de litros de leite, movimentando cerca de R$ 21 bilhões (IBGE, 2010b). Segundo levantamento divulgado no Anualpec (2011), o Tocantins possui em seu efetivo animal 386 mil vacas leiteiras, o que corresponde a 4,83% do rebanho bovino total do estado. O Tocantins é responsável por apenas 0,52% da produção nacional (IBGE, 2010b). Na busca por respostas para a condição atual da produção de leite do Tocantins, pode-se afirmar que a baixa tecnificação dos sistemas apresenta-se como um dos principais pontos de estrangulamento ao desenvolvimento desta. A falta de informação por parte dos produtores é fato de destaque. No Tocantins a bovinocultura leiteira é praticada seguindo conceitos vetustos e muitas vezes repassados entre os produtores, sendo que estes por vezes não constituem práticas adequadas à exploração da pecuária leiteira. O setor de ATER, por sua vez, possui profissionais que de uma forma geral não apresentam formação direcionada à bovinocultura leiteira, o que por vezes, os inabilita a orientar o desenvolvimento desta atividade tão complexa. Existe no estado um desafio em aumento de produção visando o atendimento da demanda interna e mercados circunvizinhos, além disso, a Instrução Normativa 62/2011 representa um desafio em aumento da qualidade do leite produzido no Tocantins. Acredita-se que a capacitação de técnicos multiplicadores seja uma ação necessária para encarar o desafio exposto. Objetiva-se com o presente projeto capacitar e orientar técnicos, neste denominados Multiplicadores I, habilitando os mesmos a atuarem diretamente com produtores de leite ou ainda capacitando outros técnicos. Para tal, será adotada a metodologia de capacitação proposta por Benor et al. (1984), com adaptações realizadas no Brasil descritas por Domit (2007). Esta metodologia baseia-se na capacitação de técnicos multiplicadores, que poderão atuar diretamente com produtores ou mesmo outros grupos de técnicos, repassando os conhecimentos adquiridos e tecnologias absorvidas. O método prevê a realização das capacitações tendo como base ambientes reais de produção, onde os técnicos deverão colocar em prática os conceitos e tecnologias abordados nas capacitações. Tais ambientes serão denominados unidades de referência tecnológica (URT) constituindo-se de propriedades rurais que trabalham com bovinocultura leiteira e que buscam um avanço de produtividade e rentabilidade tendo os técnicos multiplicadores I como catalisadores do processo. Seguindo a metodologia descrita por Domit (2007) será formado um Grupo Gestor Estadual do projeto, o qual reunirá instituições de interesse do setor leiteiro, tendo como atribuição principal articular e promover ações que confiram robustez ao projeto. A nível operacional o projeto será executado no âmbito de comitês técnicos locais formados pelos técnicos multiplicadores da região, a equipe técnica da Embrapa envolvida no projeto e pesquisadores e especialistas convidados. O projeto será constituído de cinco planos de ação (PA): PA 1 ? Plano Gerencial, PA 2 ? Capacitação teórica, PA 3 ? Capacitação prática, PA 4 ? Avaliação de impactos e PA 5 ? Comunicação. Serão realizadas capacitações modulares com frequência semestral as quais deverão abordar assuntos que atendam às demandas levantadas pelos comitês técnicos locais. Entre os módulos de capacitação serão realizadas reuniões técnicas de acompanhamento das atividades das URT. Espera-se ao final dos 36 meses do projeto que os Multiplicadores I, então capacitados para atuarem na bovinocultura leiteira, sejam irradiadores dos conhecimentos adquiridos, de forma a ?multiplicar? o impacto das ações deste projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Coordenador.

  • 2012 - 2015

    Transferência de Tecnologia em Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Estado do Tocantins - ABCTO, Descrição: Nas últimas décadas tem sido crescente a preocupação mundial com as mudanças climáticas provenientes principalmente, da emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O). Smith et al. (2001) consideram que a agricultura é um dos setores econômicos possivelmente mais ameaçados pelas mudanças climáticas, devido à alta influência do clima sobre os sistemas biológicos. A interação entre aumento da temperatura média do ar, aumento da concentração atmosférica de dióxido de carbono, alterações no regime pluviométrico, entre outros fatores, provocam incertezas quanto ao futuro da agropecuária em diferentes regiões. Tendo em vista a diminuição das emissões de gases do efeito estufa pela agropecuária brasileira, o governo brasileiro lançou o plano setorial de mitigação e de adaptação às mudanças climáticas para a consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura (Plano ABC). O trabalho de elaboração do plano foi coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com ampla participação de diversos setores sociais. A criação deste plano vem ao encontro do compromisso nacional voluntário assumido após a 15ª Conferência das Nações Unidas para sobre Mudanças Climáticas (COP 15), de reduzir de 36,1% e 38,9% suas emissões de gases de efeito estufa previsto na Lei 12.187/2009. Através do Plano ABC o Governo Federal pretende promover uma redução em na ordem de 133 a 166 milhões de toneladas de equivalente CO2. O plano foi estruturado em seis linhas de ação: recuperação de pastagens degradadas, adoção do sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e de Sistemas Agroflorestais (SAFs), ampliação do Sistema Plantio Direto (SPD), ampliação do uso de Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN), aumento da área de florestas plantadas e geração de energia e compostagem por meio do tratamento de dejetos animais. Para efetivar o uso das tecnologias o Plano ABC propõe a adoção de uma série de ações, como por exemplo, fortalecimento das organizações de assistência técnica e extensão rural oficiais, capacitação e informação, estratégias de transferência de tecnologia, tais como, dias de campo, palestras, seminários, workshops, implantação de Unidades de Referência Tecnológica (URT?s), além de campanhas de divulgação e chamadas públicas para contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Nessa primeira etapa o governo federal escolheu quatro estados para iniciar a operacionalização das ações do Plano ABC: Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. O Tocantins pode contribuir com a meta de redução na emissão de gases de efeito estufa na agropecuária brasileira, através da adoção das seis práticas previstas no Plano ABC. O estado recentemente foi beneficiado com a implantação do Programa de Produção Integrada de Sistemas Agropecuários em Microbacias Hidrográficas II (PISA II), que tem como objetivo principal promover o desenvolvimento agropecuário sustentável baseado na produção integrada. A médio prazo a expectativa é que projetos dessa natureza sejam incorporados, no âmbito do MAPA, pelo Plano ABC. O projeto ABC-TO está alinhado a essas tendências e demandas e tem por objetivo central transferir tecnologias apropriadas ao Tocantins para consolidação de uma agricultura de baixa emissão de carbono no estado. Para tal, foram definidas e dimensionadas atividades organizadas em 4 planos de ação, a saber: PA1-Plano Gerencial, PA2-Transferência de tecnologias para consolidação de uma agricultura com baixa emissão de carbono no Tocantins, PA3-Avaliação de impacto da adoção de tecnologias e PA4-Comunicação. O processo de TT basear-se-á na estratégia de capacitação continuada com abordagem teórico-prática.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Graduação: (20) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Coordenador / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Roberto Valladão Flores - Integrante., Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

  • 2018 - Atual

    PC 2 -CAPACITAÇÃO CONTINUADA BALDE CHEIO, Descrição: O Plano Componente ?Capacitação continuada Balde Cheio? dedica-se as ações de ampliação de conhecimentos técnico-metodológico e competências em bovinocultura de leite sustentável e implantação de propriedades assistidas e unidades demonstrativas. Envolve uma fase de nivelamento dos conhecimentos entre os integrantes das Unidades da Embrapa e parceiros locais, operacionalizado por visitas regionais conjuntas as experiências já implantadas para apreensão de conceitos e fundamentos da metodologia; ações de implementação de Unidades Demonstrativas (UDs) para implementação das salas de aula para treinamento dos técnicos com a realização treinamentos em ?Manejo intensivo de pastagens?, ?Irrigação de pastagens? e ?Balanceamento da dieta e manejo do rebanho? e de eventos de difusão nas UDs; e coordenação de aplicação dos instrumentos de acompanhamento (planilhas de acompanhamento e diagnóstico) e sua inserção na plataforma eletrônica desenvolvida no PC de Gestão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Arthur Chinelato de Camargo - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Rede de transferência de tecnologias do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono para a bovinocultura de corte do Tocantins com ênfase na intensificação da produção de carne em pastagens., Descrição: As mudanças climáticas estão associadas ao aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE) (Huang et al., 2016). No Brasil cerca de 37% das emissões totais de GEE são provenientes da agricultura (MCTI, 2014). Todavia, apesar do avanço da fronteira agrícola a emissões de GEE pelo setor tem apresentado uma tendência de redução. Entre 2011 e 2012 o país reduziu em 0,75% as emissões de GEE provenientes da agricultura, o que não era registrado desde 1990, de acordo com dados publicados pelo MCTI (2014). Segundo Silva et al. (2016), o aumento da demanda mundial por carne associada ao maior uso de tecnologias que evitem o desmatamento e aumentem o aporte de carbono no solo podem diminuir as emissões de GEE. Ainda de acordo com os autores, um aumento de 30% na demanda por carne promoveria uma redução de 10% das emissões líquidas de GEE da atividade, devido à pressão para aumento da eficiência produtiva da pecuária associada à recuperação de pastagens. Dentre os esforços brasileiros no sentido de mitigar as emissões de GEE provenientes da agropecuária destaca-se o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) (Brasil, 2012). No estado do Tocantins o plano tem sido executado sob acompanhamento do Grupo Gestor Estadual do Plano ABC (GG ABC TO) coordenado da Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), além de outras instituições integrantes do GG ABC TO, tem trabalhado em parceria com a Embrapa na promoção das tecnologias do ABC. Uma equipe de 30 técnicos desta instituição e também de empresas privadas de assistência técnica foram capacitados nas tecnologias do ABC entre 2012 e 2015 por meio dos projetos ABC TO (SEG 04.11.100.03.00.00). Todavia, o desafio para alcance das metas do Plano ABC Estadual é grande. A bovinocultura de corte é um dos setores mais importantes do agronegócio do Tocantins, construindo relevante parcela da pauta de exportações do Estado. Todavia, este setor ainda apresenta produtividade e rentabilidade abaixo do seu potencial. Acredita-se que a assistência técnica de qualidade seja um dos pilares para a adoção das tecnologias ABC, as quais apresentam constituem ganhos técnicos e econômicos para os sistemas de produção de carne a pasto. Para que haja adoção efetiva de tais tecnologias é necessário que sejam ampliados os processos de capacitação continuada de técnicos multiplicadores e de difusão de tecnologias. Por conseguinte, é premente a execução de ações que promovam o aumento da produtividade e rentabilidade dos sistemas de produção de carne a pasto no Tocantins. Objetiva-se com este projeto promover a adoção de tecnologias do Plano ABC por propriedades de pecuária de corte do Tocantins, com ênfase intensificação da produção de carne em pastagens, por meio de uma rede de transferência de tecnologia. O princípio básico do processo de capacitação continuada será a realização de atividades teóricas e práticas. O projeto será gerenciado por meio de seis planos de ação (PA): PA 01 ? Gerencial; PA 02 ? Capacitação teórica; PA 03 ? Capacitação prática; PA 04 ? Difusão de tecnologias; PA 05 ? Avaliação de impactos; PA 06 ? Comunicação. Espera-se por meio deste projeto constituir uma rede de técnicos multiplicadores e Unidades de Referência Tecnológica nas tecnologias ABC relacionadas à recuperação e intensificação de pastagens. Estipular-se-á uma meta de 20 técnicos multiplicadores e 10 URT na constituição da rede. No âmbito desta rede será realizada a capacitação continuada de técnicos multiplicadores, outro resultado previsto. Ainda por meio da rede de multiplicadores e URT, serão realizados eventos de difusão de tecnologia como dias de campo, palestras e visitas técnicas, visando a indução de demandas de adoção das tecnologias ABC pelo setor produtivo. Por fim, haverá um resultado relacionado ao relatório de avaliação. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Coordenador / Marcelo Konsgen Cunha - Integrante.

  • 2016 - 2018

    Rede de transferência de tecnologias para o aumento da competitividade e da sustentabilidade da mandiocultura no Tocantins - ManiREDE., Descrição: A proposta do ManiREDE objetiva estabelecer um projeto Piloto em REDE para validar e transferir ?tecnologias-chave? para o desenvolvimento da cadeia produtiva da mandioca no Tocantins. Vários problemas foram identificados, mas o de maior evidencia para o grupo gestor da mandiocultura foi a existência de gargalos limitantes ao desenvolvimento da cadeia como um todo. Alargar estes gargalos são o foco desta proposta. Entre os principais gargalos identificados estão: i) Baixa qualidade e produtividade das raízes de mandioca e seus derivados; ii) Pouca ou nenhuma disponibilidade de manivas-semente com qualidade genética e fitossanitária para o plantio; e iii) Dificuldades primárias de gestão, organização, processamento e comercialização dos produtos. Esta proposta prevê atuação focada em algumas tecnologias-chave, com poder de resolver pontos nevrálgicos desta cadeia na Região. Fica claro também que outros projetos futuros serão necessários para atender demandas específicas identificadas na oficina temática da mandiocultura (validação das demandas). Utilizaremos da metodologia de Treino e visita adaptada e dentre as tecnologias-chave abordadas estão: manivas-semente indexadas, multiplicação rápida, trio da produtividade, produzir mais com menos, boas praticas de beneficiamento, além de mecanização/automação. As ações do projeto contemplam: i) Validar técnicas de manejo de produção sustentável de mandioca em cinco polos/regiões do Tocantins; ii) Promover a capacitação de técnicos multiplicadores e de produtores de mandioca; iii) Transferir tecnologias estratégicas de manejo e produção econômica de mandioca; iv) Transferir tecnologias estratégicas para processamento e obtenção de derivados de mandioca de qualidade. Entre os principais resultados esperados destacamos: i) Maior disponibilidade de manivas sementes livres de patógenos; ii) Aumento da produtividade entre os produtores envolvidos; iii) Melhoria da qualidade dos produtos comerciais da mandioca; iv) Apontamentos para políticas publicas com a organização formal da cadeia produtiva; v) Resgate e Valorização da mandiocultura. Como principais impactos, destaca-se: i) Melhora da produtividade, o que reduzirá percentual de custos de produção, resultando em maior renda para o produtor e sustentabilidade econômica para este agronegócio; ii) O aspecto social será impactado inicialmente pela menor dependência do agricultor para produzir mandioca, em função de que grande parte da tecnologias transferidas serem tecnologias de processo e não de insumos, ou seja, dependem muito mais da iniciativa do agricultor do que de ações paternalistas do estado; e que o aumento da produtividade proporcionará maior segurança alimentar nestas comunidades marginalizadas e possibilitará a comercialização de excedentes (raízes, farinha, manivas) para capitalizar cada unidade produtiva; iii) O impacto ambiental é esperado na medida que as tecnologias relacionadas ao manejo sustentável para produção de raízes é adotado e incorporado ao modo de produção das comunidades. Pois estas tecnologias pressupõe manejo adequado do solo, da matéria orgânica e uso racional de defensivos agrícolas, por exemplo. Ainda como desdobramento da maior produtividade e rentabilidade, novas áreas desmatadas serão desnecessárias e mesmo o extrativismo se tornaria desinteressante.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Gustavo Azevedo Campos - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Carne Carbono Neutro: estratégia de produção de carne sustentável e certificável para um mercado global, Descrição: Carne Carbono Neutro (CCN) é uma marca-conceito desenvolvida pela Embrapa que visa atestar, por meio de um protocolo parametrizável e auditável, que a produção de carne bovina em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) proporciona a neutralização das emissões de metano entérico dos animais em pastejo e, também, conforto térmico para esses animais. Pretende-se, neste projeto, validar o protocolo de produção de carne com neutralização das emissões de metano entérico que também incorpora diretrizes para o adequado manejo da pastagem e para produção de carne de qualidade (Protocolo CCN), em nove propriedades comerciais em diferentes regiões do Brasil, representativas da pecuária bovina brasileira. Estão propostas as seguintes ações: levantamentos dos coeficientes técnicos e econômicos das propriedades, avaliações da qualidade da carne produzida, estudos prospectivos sobre alternativas de rastreamento, de certificação e sobre a aceitação da carne CCN no mercado, e divulgação da marca-conceito em fóruns internacionais relacionados à pecuária e às mudanças climáticas. Além disso, será desenvolvido e validado um aplicativo mobile para coleta e registro de dados na propriedade, com habilitação de uso para o produtor e para o auditor/certificador. Ao final destas ações, espera-se viabilizar o uso do Protocolo CCN para produção de carne com ecoeficiência em três biomas brasileiros, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. A marca-conceito CCN com Protocolo validado, que possibilitará auditoria e certificação, irá contribuir para agregar valor à carne produzida em sistemas de integração do tipo IPF e ILPF, estimulando a implementação de sistemas de produção pecuários mais sustentáveis, especialmente quanto ao aspecto ambiental, com a introdução do componente arbóreo capaz de neutralizar o metano emitido pelo rebanho e conferir maior conforto térmico ao animal. Neste sentido, a marca-conceito CCN apresenta forte alinhamento com o Plano ABC do governo federal, podendo atuar como estratégia de fomento à adoção de sistemas de ILPF preconizados e contribuir para acelerar o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na COP 15, em 2009, que foram ratificados e ampliados na COP 21, em 2015. Com isto, o uso da marca-conceito CCN poderá contribuir na ampliação de mercados internacionais para a carne brasileira, principalmente, para aqueles mais exigentes e com disposição a pagar por um produto de qualidade e com apelo ambiental. No âmbito interno, a marca-conceito CCN poderá estimular iniciativas para melhoria dos processos nos demais elos da cadeia produtiva da carne com vistas à diminuição das emissões de gases de efeito estufa. Esta proposta também está alinhada aos Portfólios de ILPF e de Mudanças Climáticas da Embrapa, e está estruturada em oito Planos de Ação (PAs), com a participação de pesquisadores e analistas de doze Unidades da Embrapa, em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), da Secretaria de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação de Mato Grosso do Sul (SECTEI-MS) e da Università di Pisa, Itália.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Roberto Giolo de Almeida - Coordenador.

  • 2015 - 2018

    Sistematização de Informações e Avaliação da Adoção e dos impactos de Sistemas iLPF, Descrição: O projeto tem como objetivo sistematizar as informações técnicas existentes nas URTs implantas e em implantação para que possam subsidiar a avaliação de impactos dos diversos sistemas de iLPF existentes. Propõe, também, avaliar a adoção dos diversos sistemas no Brasil e os impactos reais ou potenciais dela decorrentes. Para isso, será necessário arregimentar as competências técnicas hoje existentes em iLPF na Embrapa e parceiros (públicos e privados) para que, em um amplo processo de discussão técnica, seja possível alcançar o nível desejado de conhecimento sobre as potencialidades dos sistemas nas dimensões agronômica, socioeconômica e ambiental, bem como uma análise estratégica das possibilidades de sua expansão nos diversos biomas brasileiros. A disponibilização das informações geradas é uma das prioridades da proposta por meio da criação da Árvore de Conhecimento, e da alimentação do banco de dados e do portal em iLPF.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Ladislau Araujo Skorupa - Integrante.

  • 2014 - 2018

    Rede de Transferência de Tecnologia em ILPF, Descrição: Projeto desenvolvido nos cerrados da Região Nordeste e áreas periféricas, nos estados do Piauí, Maranhão e Oeste da Bahia, bem como no estado de Tocantins, na região atualmente denominada MATOPIBA, no período de 2014 a 2018. Compreende um conjunto de ações cujo principal objetivo será transferir tecnologias de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) por meio de unidades demonstrativas, unidades de observações, vitrines tecnológicas, eventos de difusão, publicações técnicas e capacitação para formação de agentes multiplicadores da ATER, visando aumentar a adoção da ILPF como forma de diversificar a produção na região dos cerrados do Piauí, Maranhão, Tocantins, Oeste da Bahia. A execução das atividades de campo será nas fazendas parceiras da Embrapa onde já foi validado o sistema de ILPF e dando continuidade ao outros projetos que vem sendo executados desde 2005 e se encerrando em 2013. O processo de transferência de tecnologia, na capacitação de agentes multiplicadores, incluirá a implantação e acompanhamento de Unidades de Referências Tecnológicas (URT) em cada estado com vistas a tornar as fazendas parceiras em modelos na ILPF. Nas URTs de cada estado serão implantadas várias Unidades Demonstrativas (UD), Unidades de Observações (UO) e Vitrines Vivas com tecnologias do componente agrícola, componente animal e componente florestal, além de capacitação de técnicos da ATER em tecnologias e fundamentos técnicos na integração de lavoura-pecuária-floresta. Para potencializar os esforços de transferência, serão realizados esforços de comunicação os quais buscarão dar maior visibilidade à iLPF perante os diferentes públicos-alvo da Rede iLPF, ampliar o acesso dos agentes da ATER e de cooperativas às informações referentes à iLPF, promover as tecnologias de iLPF junto a clientes e usuários e buscar novos parceiros para a Rede de Fomento de iLPF. Nesse sentido serão contemplados ações promocionais, de divulgação na mídia e visitas dirigidas envolvendo lideranças e formadores de opinião. Inicialmente será realizada uma reunião de nivelamento de conhecimento para os técnicos da equipe do projeto na Embrapa Meio-Norte, Embrapa Cocais, Embrapa Pesca e Aquicultura e Embrapa Cerrados. Concomitantemente, serão implantadas e acompanhadas unidades demonstrativas, possibilitando a divulgação, ajustes tecnológicos e informação para a pesquisa, sistematizadas em Banco de Dados, a partir das tecnologias envolvidas em cada uma dessas Unidades. Essas unidades serão monitoradas e os resultados gerados farão parte de um banco de dados. Na sequência serão realizados cursos para os técnicos multiplicadores de ATER e dias de campo nas URTs das fazendas parceiras que desenvolvem o sistema ILPF. Em adição, todos os técnicos envolvidos integrarão uma rede de transferência de tecnologia sobre integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados do nordeste e do Tocantins. Os resultados esperados com a introdução e o aumento da adoção da integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados tocantinenses e nordestinos são: aumento da produção de grãos, carne e produtos madeireiros, aumento da renda do produtor rural, maior competitividade do agronegócio na região; sustentabilidade dos sistemas de produção; redução da pressão na ampliação da fronteira agrícola e. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Leandro Bortolon - Integrante / Ernandes Barboza Belchior - Integrante / Divonzil Gonçalves Cordeiro - Integrante / Alisson Moura Santos - Integrante / Marcos Lopes Teixeira Neto - Integrante / Lourival Vilela - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    FORTALECIMENTO DA AGROPECUÁRIA DE BAIXA EMISSÃO DE CARBONO NO TOCANTINS: AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES DE CARBONO ORGÂNICO DO SOLO, Descrição: O esforço do Brasil em mitigar os impactos negativos das mudanças climáticas globais é internacionalmente reconhecido. Ao contrário dos países desenvolvidos, no Brasil, a principal fonte das emissões de gases de efeito estufa (GEE) está associada às mudanças no uso do solo, com a remoção e queima das florestas, e ao uso agrícola do solo e produção animal. Neste contexto, o país assumiu o compromisso voluntário de reduzir suas emissões de GEE, tendo como uma das estratégias a criação do Plano ABC ? o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono. Através deste Plano o Brasil se compromete a reduzir em 80% a taxa de desmatamento na Amazônia e em 40% no Cerrado, além de adotar, intensivamente na agricultura, a recuperação de pastagens degradadas, promover integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), ampliar a adoção do sistema plantio direto (SPD) e fixação biológica de nitrogênio. O Tocantins faz parte da Amazônia Legal e seu território compreende os Biomas Amazônico (9%) e Cerrado (91%). Além disso, tem sido considerado como a última fronteira agrícola do país, juntamente com o Maranhão, Piauí e Bahia, e encontra-se em franca ocupação, o que potencializa a sua contribuição nas emissões de GEE através da redução dos estoques de matéria orgânica do solo (MOS) e, consequentemente, de carbono orgânico do solo (COS). Neste contexto, o presente projeto tem por objetivo caracterizar os estoques de COS em áreas de produção agropecuária do Estado do Tocantins que estejam sob usos com pastagem degradada e/ou em processo de recuperação, iLPF (em qualquer das suas modalidades) e agricultura sob o SPD, que são temas prioritários no âmbito do Plano ABC, tomando-se como referência áreas sob Cerrado nativo.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Elisandra Solange Oliveira Bortolon - Integrante.

  • 2012 - 2016

    Transferência de Tecnologia em Bovinocultura Leiteira no Tocantins, Descrição: O complexo agroindustrial do leite tem se destacado como um dos principais segmentos do agronegócio brasileiro. No ano de 2010 foram produzidos mais de 30 bilhões de litros de leite, movimentando cerca de R$ 21 bilhões (IBGE, 2010b). Segundo levantamento divulgado no Anualpec (2011), o Tocantins possui em seu efetivo animal 386 mil vacas leiteiras, o que corresponde a 4,83% do rebanho bovino total do estado. O Tocantins é responsável por apenas 0,52% da produção nacional (IBGE, 2010b). Na busca por respostas para a condição atual da produção de leite do Tocantins, pode-se afirmar que a baixa tecnificação dos sistemas apresenta-se como um dos principais pontos de estrangulamento ao desenvolvimento desta. A falta de informação por parte dos produtores é fato de destaque. No Tocantins a bovinocultura leiteira é praticada seguindo conceitos vetustos e muitas vezes repassados entre os produtores, sendo que estes por vezes não constituem práticas adequadas à exploração da pecuária leiteira. O setor de ATER, por sua vez, possui profissionais que de uma forma geral não apresentam formação direcionada à bovinocultura leiteira, o que por vezes, os inabilita a orientar o desenvolvimento desta atividade tão complexa. Existe no estado um desafio em aumento de produção visando o atendimento da demanda interna e mercados circunvizinhos, além disso, a Instrução Normativa 62/2011 representa um desafio em aumento da qualidade do leite produzido no Tocantins. Acredita-se que a capacitação de técnicos multiplicadores seja uma ação necessária para encarar o desafio exposto. Objetiva-se com o presente projeto capacitar e orientar técnicos, neste denominados Multiplicadores I, habilitando os mesmos a atuarem diretamente com produtores de leite ou ainda capacitando outros técnicos. Para tal, será adotada a metodologia de capacitação proposta por Benor et al. (1984), com adaptações realizadas no Brasil descritas por Domit (2007). Esta metodologia baseia-se na capacitação de técnicos multiplicadores, que poderão atuar diretamente com produtores ou mesmo outros grupos de técnicos, repassando os conhecimentos adquiridos e tecnologias absorvidas. O método prevê a realização das capacitações tendo como base ambientes reais de produção, onde os técnicos deverão colocar em prática os conceitos e tecnologias abordados nas capacitações. Tais ambientes serão denominados unidades de referência tecnológica (URT) constituindo-se de propriedades rurais que trabalham com bovinocultura leiteira e que buscam um avanço de produtividade e rentabilidade tendo os técnicos multiplicadores I como catalisadores do processo. Seguindo a metodologia descrita por Domit (2007) será formado um Grupo Gestor Estadual do projeto, o qual reunirá instituições de interesse do setor leiteiro, tendo como atribuição principal articular e promover ações que confiram robustez ao projeto. A nível operacional o projeto será executado no âmbito de comitês técnicos locais formados pelos técnicos multiplicadores da região, a equipe técnica da Embrapa envolvida no projeto e pesquisadores e especialistas convidados. O projeto será constituído de cinco planos de ação (PA): PA 1 ? Plano Gerencial, PA 2 ? Capacitação teórica, PA 3 ? Capacitação prática, PA 4 ? Avaliação de impactos e PA 5 ? Comunicação. Serão realizadas capacitações modulares com frequência semestral as quais deverão abordar assuntos que atendam às demandas levantadas pelos comitês técnicos locais. Entre os módulos de capacitação serão realizadas reuniões técnicas de acompanhamento das atividades das URT. Espera-se ao final dos 36 meses do projeto que os Multiplicadores I, então capacitados para atuarem na bovinocultura leiteira, sejam irradiadores dos conhecimentos adquiridos, de forma a ?multiplicar? o impacto das ações deste projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Coordenador.

  • 2012 - 2015

    Transferência de Tecnologia em Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Estado do Tocantins - ABCTO, Descrição: Nas últimas décadas tem sido crescente a preocupação mundial com as mudanças climáticas provenientes principalmente, da emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O). Smith et al. (2001) consideram que a agricultura é um dos setores econômicos possivelmente mais ameaçados pelas mudanças climáticas, devido à alta influência do clima sobre os sistemas biológicos. A interação entre aumento da temperatura média do ar, aumento da concentração atmosférica de dióxido de carbono, alterações no regime pluviométrico, entre outros fatores, provocam incertezas quanto ao futuro da agropecuária em diferentes regiões. Tendo em vista a diminuição das emissões de gases do efeito estufa pela agropecuária brasileira, o governo brasileiro lançou o plano setorial de mitigação e de adaptação às mudanças climáticas para a consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura (Plano ABC). O trabalho de elaboração do plano foi coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com ampla participação de diversos setores sociais. A criação deste plano vem ao encontro do compromisso nacional voluntário assumido após a 15ª Conferência das Nações Unidas para sobre Mudanças Climáticas (COP 15), de reduzir de 36,1% e 38,9% suas emissões de gases de efeito estufa previsto na Lei 12.187/2009. Através do Plano ABC o Governo Federal pretende promover uma redução em na ordem de 133 a 166 milhões de toneladas de equivalente CO2. O plano foi estruturado em seis linhas de ação: recuperação de pastagens degradadas, adoção do sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e de Sistemas Agroflorestais (SAFs), ampliação do Sistema Plantio Direto (SPD), ampliação do uso de Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN), aumento da área de florestas plantadas e geração de energia e compostagem por meio do tratamento de dejetos animais. Para efetivar o uso das tecnologias o Plano ABC propõe a adoção de uma série de ações, como por exemplo, fortalecimento das organizações de assistência técnica e extensão rural oficiais, capacitação e informação, estratégias de transferência de tecnologia, tais como, dias de campo, palestras, seminários, workshops, implantação de Unidades de Referência Tecnológica (URT?s), além de campanhas de divulgação e chamadas públicas para contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Nessa primeira etapa o governo federal escolheu quatro estados para iniciar a operacionalização das ações do Plano ABC: Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. O Tocantins pode contribuir com a meta de redução na emissão de gases de efeito estufa na agropecuária brasileira, através da adoção das seis práticas previstas no Plano ABC. O estado recentemente foi beneficiado com a implantação do Programa de Produção Integrada de Sistemas Agropecuários em Microbacias Hidrográficas II (PISA II), que tem como objetivo principal promover o desenvolvimento agropecuário sustentável baseado na produção integrada. A médio prazo a expectativa é que projetos dessa natureza sejam incorporados, no âmbito do MAPA, pelo Plano ABC. O projeto ABC-TO está alinhado a essas tendências e demandas e tem por objetivo central transferir tecnologias apropriadas ao Tocantins para consolidação de uma agricultura de baixa emissão de carbono no estado. Para tal, foram definidas e dimensionadas atividades organizadas em 4 planos de ação, a saber: PA1-Plano Gerencial, PA2-Transferência de tecnologias para consolidação de uma agricultura com baixa emissão de carbono no Tocantins, PA3-Avaliação de impacto da adoção de tecnologias e PA4-Comunicação. O processo de TT basear-se-á na estratégia de capacitação continuada com abordagem teórico-prática.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Graduação: (20) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Coordenador / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Roberto Valladão Flores - Integrante., Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

  • 2018 - Atual

    PC 2 -CAPACITAÇÃO CONTINUADA BALDE CHEIO, Descrição: O Plano Componente ?Capacitação continuada Balde Cheio? dedica-se as ações de ampliação de conhecimentos técnico-metodológico e competências em bovinocultura de leite sustentável e implantação de propriedades assistidas e unidades demonstrativas. Envolve uma fase de nivelamento dos conhecimentos entre os integrantes das Unidades da Embrapa e parceiros locais, operacionalizado por visitas regionais conjuntas as experiências já implantadas para apreensão de conceitos e fundamentos da metodologia; ações de implementação de Unidades Demonstrativas (UDs) para implementação das salas de aula para treinamento dos técnicos com a realização treinamentos em ?Manejo intensivo de pastagens?, ?Irrigação de pastagens? e ?Balanceamento da dieta e manejo do rebanho? e de eventos de difusão nas UDs; e coordenação de aplicação dos instrumentos de acompanhamento (planilhas de acompanhamento e diagnóstico) e sua inserção na plataforma eletrônica desenvolvida no PC de Gestão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Arthur Chinelato de Camargo - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Rede de transferência de tecnologias do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono para a bovinocultura de corte do Tocantins com ênfase na intensificação da produção de carne em pastagens., Descrição: As mudanças climáticas estão associadas ao aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE) (Huang et al., 2016). No Brasil cerca de 37% das emissões totais de GEE são provenientes da agricultura (MCTI, 2014). Todavia, apesar do avanço da fronteira agrícola a emissões de GEE pelo setor tem apresentado uma tendência de redução. Entre 2011 e 2012 o país reduziu em 0,75% as emissões de GEE provenientes da agricultura, o que não era registrado desde 1990, de acordo com dados publicados pelo MCTI (2014). Segundo Silva et al. (2016), o aumento da demanda mundial por carne associada ao maior uso de tecnologias que evitem o desmatamento e aumentem o aporte de carbono no solo podem diminuir as emissões de GEE. Ainda de acordo com os autores, um aumento de 30% na demanda por carne promoveria uma redução de 10% das emissões líquidas de GEE da atividade, devido à pressão para aumento da eficiência produtiva da pecuária associada à recuperação de pastagens. Dentre os esforços brasileiros no sentido de mitigar as emissões de GEE provenientes da agropecuária destaca-se o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) (Brasil, 2012). No estado do Tocantins o plano tem sido executado sob acompanhamento do Grupo Gestor Estadual do Plano ABC (GG ABC TO) coordenado da Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), além de outras instituições integrantes do GG ABC TO, tem trabalhado em parceria com a Embrapa na promoção das tecnologias do ABC. Uma equipe de 30 técnicos desta instituição e também de empresas privadas de assistência técnica foram capacitados nas tecnologias do ABC entre 2012 e 2015 por meio dos projetos ABC TO (SEG 04.11.100.03.00.00). Todavia, o desafio para alcance das metas do Plano ABC Estadual é grande. A bovinocultura de corte é um dos setores mais importantes do agronegócio do Tocantins, construindo relevante parcela da pauta de exportações do Estado. Todavia, este setor ainda apresenta produtividade e rentabilidade abaixo do seu potencial. Acredita-se que a assistência técnica de qualidade seja um dos pilares para a adoção das tecnologias ABC, as quais apresentam constituem ganhos técnicos e econômicos para os sistemas de produção de carne a pasto. Para que haja adoção efetiva de tais tecnologias é necessário que sejam ampliados os processos de capacitação continuada de técnicos multiplicadores e de difusão de tecnologias. Por conseguinte, é premente a execução de ações que promovam o aumento da produtividade e rentabilidade dos sistemas de produção de carne a pasto no Tocantins. Objetiva-se com este projeto promover a adoção de tecnologias do Plano ABC por propriedades de pecuária de corte do Tocantins, com ênfase intensificação da produção de carne em pastagens, por meio de uma rede de transferência de tecnologia. O princípio básico do processo de capacitação continuada será a realização de atividades teóricas e práticas. O projeto será gerenciado por meio de seis planos de ação (PA): PA 01 ? Gerencial; PA 02 ? Capacitação teórica; PA 03 ? Capacitação prática; PA 04 ? Difusão de tecnologias; PA 05 ? Avaliação de impactos; PA 06 ? Comunicação. Espera-se por meio deste projeto constituir uma rede de técnicos multiplicadores e Unidades de Referência Tecnológica nas tecnologias ABC relacionadas à recuperação e intensificação de pastagens. Estipular-se-á uma meta de 20 técnicos multiplicadores e 10 URT na constituição da rede. No âmbito desta rede será realizada a capacitação continuada de técnicos multiplicadores, outro resultado previsto. Ainda por meio da rede de multiplicadores e URT, serão realizados eventos de difusão de tecnologia como dias de campo, palestras e visitas técnicas, visando a indução de demandas de adoção das tecnologias ABC pelo setor produtivo. Por fim, haverá um resultado relacionado ao relatório de avaliação. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Coordenador / Marcelo Konsgen Cunha - Integrante.

  • 2016 - 2018

    Rede de transferência de tecnologias para o aumento da competitividade e da sustentabilidade da mandiocultura no Tocantins - ManiREDE., Descrição: A proposta do ManiREDE objetiva estabelecer um projeto Piloto em REDE para validar e transferir ?tecnologias-chave? para o desenvolvimento da cadeia produtiva da mandioca no Tocantins. Vários problemas foram identificados, mas o de maior evidencia para o grupo gestor da mandiocultura foi a existência de gargalos limitantes ao desenvolvimento da cadeia como um todo. Alargar estes gargalos são o foco desta proposta. Entre os principais gargalos identificados estão: i) Baixa qualidade e produtividade das raízes de mandioca e seus derivados; ii) Pouca ou nenhuma disponibilidade de manivas-semente com qualidade genética e fitossanitária para o plantio; e iii) Dificuldades primárias de gestão, organização, processamento e comercialização dos produtos. Esta proposta prevê atuação focada em algumas tecnologias-chave, com poder de resolver pontos nevrálgicos desta cadeia na Região. Fica claro também que outros projetos futuros serão necessários para atender demandas específicas identificadas na oficina temática da mandiocultura (validação das demandas). Utilizaremos da metodologia de Treino e visita adaptada e dentre as tecnologias-chave abordadas estão: manivas-semente indexadas, multiplicação rápida, trio da produtividade, produzir mais com menos, boas praticas de beneficiamento, além de mecanização/automação. As ações do projeto contemplam: i) Validar técnicas de manejo de produção sustentável de mandioca em cinco polos/regiões do Tocantins; ii) Promover a capacitação de técnicos multiplicadores e de produtores de mandioca; iii) Transferir tecnologias estratégicas de manejo e produção econômica de mandioca; iv) Transferir tecnologias estratégicas para processamento e obtenção de derivados de mandioca de qualidade. Entre os principais resultados esperados destacamos: i) Maior disponibilidade de manivas sementes livres de patógenos; ii) Aumento da produtividade entre os produtores envolvidos; iii) Melhoria da qualidade dos produtos comerciais da mandioca; iv) Apontamentos para políticas publicas com a organização formal da cadeia produtiva; v) Resgate e Valorização da mandiocultura. Como principais impactos, destaca-se: i) Melhora da produtividade, o que reduzirá percentual de custos de produção, resultando em maior renda para o produtor e sustentabilidade econômica para este agronegócio; ii) O aspecto social será impactado inicialmente pela menor dependência do agricultor para produzir mandioca, em função de que grande parte da tecnologias transferidas serem tecnologias de processo e não de insumos, ou seja, dependem muito mais da iniciativa do agricultor do que de ações paternalistas do estado; e que o aumento da produtividade proporcionará maior segurança alimentar nestas comunidades marginalizadas e possibilitará a comercialização de excedentes (raízes, farinha, manivas) para capitalizar cada unidade produtiva; iii) O impacto ambiental é esperado na medida que as tecnologias relacionadas ao manejo sustentável para produção de raízes é adotado e incorporado ao modo de produção das comunidades. Pois estas tecnologias pressupõe manejo adequado do solo, da matéria orgânica e uso racional de defensivos agrícolas, por exemplo. Ainda como desdobramento da maior produtividade e rentabilidade, novas áreas desmatadas serão desnecessárias e mesmo o extrativismo se tornaria desinteressante.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Gustavo Azevedo Campos - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Carne Carbono Neutro: estratégia de produção de carne sustentável e certificável para um mercado global, Descrição: Carne Carbono Neutro (CCN) é uma marca-conceito desenvolvida pela Embrapa que visa atestar, por meio de um protocolo parametrizável e auditável, que a produção de carne bovina em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) proporciona a neutralização das emissões de metano entérico dos animais em pastejo e, também, conforto térmico para esses animais. Pretende-se, neste projeto, validar o protocolo de produção de carne com neutralização das emissões de metano entérico que também incorpora diretrizes para o adequado manejo da pastagem e para produção de carne de qualidade (Protocolo CCN), em nove propriedades comerciais em diferentes regiões do Brasil, representativas da pecuária bovina brasileira. Estão propostas as seguintes ações: levantamentos dos coeficientes técnicos e econômicos das propriedades, avaliações da qualidade da carne produzida, estudos prospectivos sobre alternativas de rastreamento, de certificação e sobre a aceitação da carne CCN no mercado, e divulgação da marca-conceito em fóruns internacionais relacionados à pecuária e às mudanças climáticas. Além disso, será desenvolvido e validado um aplicativo mobile para coleta e registro de dados na propriedade, com habilitação de uso para o produtor e para o auditor/certificador. Ao final destas ações, espera-se viabilizar o uso do Protocolo CCN para produção de carne com ecoeficiência em três biomas brasileiros, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. A marca-conceito CCN com Protocolo validado, que possibilitará auditoria e certificação, irá contribuir para agregar valor à carne produzida em sistemas de integração do tipo IPF e ILPF, estimulando a implementação de sistemas de produção pecuários mais sustentáveis, especialmente quanto ao aspecto ambiental, com a introdução do componente arbóreo capaz de neutralizar o metano emitido pelo rebanho e conferir maior conforto térmico ao animal. Neste sentido, a marca-conceito CCN apresenta forte alinhamento com o Plano ABC do governo federal, podendo atuar como estratégia de fomento à adoção de sistemas de ILPF preconizados e contribuir para acelerar o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na COP 15, em 2009, que foram ratificados e ampliados na COP 21, em 2015. Com isto, o uso da marca-conceito CCN poderá contribuir na ampliação de mercados internacionais para a carne brasileira, principalmente, para aqueles mais exigentes e com disposição a pagar por um produto de qualidade e com apelo ambiental. No âmbito interno, a marca-conceito CCN poderá estimular iniciativas para melhoria dos processos nos demais elos da cadeia produtiva da carne com vistas à diminuição das emissões de gases de efeito estufa. Esta proposta também está alinhada aos Portfólios de ILPF e de Mudanças Climáticas da Embrapa, e está estruturada em oito Planos de Ação (PAs), com a participação de pesquisadores e analistas de doze Unidades da Embrapa, em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), da Secretaria de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação de Mato Grosso do Sul (SECTEI-MS) e da Università di Pisa, Itália.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Roberto Giolo de Almeida - Coordenador.

  • 2015 - 2018

    Sistematização de Informações e Avaliação da Adoção e dos impactos de Sistemas iLPF, Descrição: O projeto tem como objetivo sistematizar as informações técnicas existentes nas URTs implantas e em implantação para que possam subsidiar a avaliação de impactos dos diversos sistemas de iLPF existentes. Propõe, também, avaliar a adoção dos diversos sistemas no Brasil e os impactos reais ou potenciais dela decorrentes. Para isso, será necessário arregimentar as competências técnicas hoje existentes em iLPF na Embrapa e parceiros (públicos e privados) para que, em um amplo processo de discussão técnica, seja possível alcançar o nível desejado de conhecimento sobre as potencialidades dos sistemas nas dimensões agronômica, socioeconômica e ambiental, bem como uma análise estratégica das possibilidades de sua expansão nos diversos biomas brasileiros. A disponibilização das informações geradas é uma das prioridades da proposta por meio da criação da Árvore de Conhecimento, e da alimentação do banco de dados e do portal em iLPF.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Ladislau Araujo Skorupa - Integrante.

  • 2014 - 2018

    Rede de Transferência de Tecnologia em ILPF, Descrição: Projeto desenvolvido nos cerrados da Região Nordeste e áreas periféricas, nos estados do Piauí, Maranhão e Oeste da Bahia, bem como no estado de Tocantins, na região atualmente denominada MATOPIBA, no período de 2014 a 2018. Compreende um conjunto de ações cujo principal objetivo será transferir tecnologias de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) por meio de unidades demonstrativas, unidades de observações, vitrines tecnológicas, eventos de difusão, publicações técnicas e capacitação para formação de agentes multiplicadores da ATER, visando aumentar a adoção da ILPF como forma de diversificar a produção na região dos cerrados do Piauí, Maranhão, Tocantins, Oeste da Bahia. A execução das atividades de campo será nas fazendas parceiras da Embrapa onde já foi validado o sistema de ILPF e dando continuidade ao outros projetos que vem sendo executados desde 2005 e se encerrando em 2013. O processo de transferência de tecnologia, na capacitação de agentes multiplicadores, incluirá a implantação e acompanhamento de Unidades de Referências Tecnológicas (URT) em cada estado com vistas a tornar as fazendas parceiras em modelos na ILPF. Nas URTs de cada estado serão implantadas várias Unidades Demonstrativas (UD), Unidades de Observações (UO) e Vitrines Vivas com tecnologias do componente agrícola, componente animal e componente florestal, além de capacitação de técnicos da ATER em tecnologias e fundamentos técnicos na integração de lavoura-pecuária-floresta. Para potencializar os esforços de transferência, serão realizados esforços de comunicação os quais buscarão dar maior visibilidade à iLPF perante os diferentes públicos-alvo da Rede iLPF, ampliar o acesso dos agentes da ATER e de cooperativas às informações referentes à iLPF, promover as tecnologias de iLPF junto a clientes e usuários e buscar novos parceiros para a Rede de Fomento de iLPF. Nesse sentido serão contemplados ações promocionais, de divulgação na mídia e visitas dirigidas envolvendo lideranças e formadores de opinião. Inicialmente será realizada uma reunião de nivelamento de conhecimento para os técnicos da equipe do projeto na Embrapa Meio-Norte, Embrapa Cocais, Embrapa Pesca e Aquicultura e Embrapa Cerrados. Concomitantemente, serão implantadas e acompanhadas unidades demonstrativas, possibilitando a divulgação, ajustes tecnológicos e informação para a pesquisa, sistematizadas em Banco de Dados, a partir das tecnologias envolvidas em cada uma dessas Unidades. Essas unidades serão monitoradas e os resultados gerados farão parte de um banco de dados. Na sequência serão realizados cursos para os técnicos multiplicadores de ATER e dias de campo nas URTs das fazendas parceiras que desenvolvem o sistema ILPF. Em adição, todos os técnicos envolvidos integrarão uma rede de transferência de tecnologia sobre integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados do nordeste e do Tocantins. Os resultados esperados com a introdução e o aumento da adoção da integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados tocantinenses e nordestinos são: aumento da produção de grãos, carne e produtos madeireiros, aumento da renda do produtor rural, maior competitividade do agronegócio na região; sustentabilidade dos sistemas de produção; redução da pressão na ampliação da fronteira agrícola e. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Leandro Bortolon - Integrante / Ernandes Barboza Belchior - Integrante / Divonzil Gonçalves Cordeiro - Integrante / Alisson Moura Santos - Integrante / Marcos Lopes Teixeira Neto - Integrante / Lourival Vilela - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    FORTALECIMENTO DA AGROPECUÁRIA DE BAIXA EMISSÃO DE CARBONO NO TOCANTINS: AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES DE CARBONO ORGÂNICO DO SOLO, Descrição: O esforço do Brasil em mitigar os impactos negativos das mudanças climáticas globais é internacionalmente reconhecido. Ao contrário dos países desenvolvidos, no Brasil, a principal fonte das emissões de gases de efeito estufa (GEE) está associada às mudanças no uso do solo, com a remoção e queima das florestas, e ao uso agrícola do solo e produção animal. Neste contexto, o país assumiu o compromisso voluntário de reduzir suas emissões de GEE, tendo como uma das estratégias a criação do Plano ABC ? o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono. Através deste Plano o Brasil se compromete a reduzir em 80% a taxa de desmatamento na Amazônia e em 40% no Cerrado, além de adotar, intensivamente na agricultura, a recuperação de pastagens degradadas, promover integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), ampliar a adoção do sistema plantio direto (SPD) e fixação biológica de nitrogênio. O Tocantins faz parte da Amazônia Legal e seu território compreende os Biomas Amazônico (9%) e Cerrado (91%). Além disso, tem sido considerado como a última fronteira agrícola do país, juntamente com o Maranhão, Piauí e Bahia, e encontra-se em franca ocupação, o que potencializa a sua contribuição nas emissões de GEE através da redução dos estoques de matéria orgânica do solo (MOS) e, consequentemente, de carbono orgânico do solo (COS). Neste contexto, o presente projeto tem por objetivo caracterizar os estoques de COS em áreas de produção agropecuária do Estado do Tocantins que estejam sob usos com pastagem degradada e/ou em processo de recuperação, iLPF (em qualquer das suas modalidades) e agricultura sob o SPD, que são temas prioritários no âmbito do Plano ABC, tomando-se como referência áreas sob Cerrado nativo.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Elisandra Solange Oliveira Bortolon - Integrante.

  • 2012 - 2016

    Transferência de Tecnologia em Bovinocultura Leiteira no Tocantins, Descrição: O complexo agroindustrial do leite tem se destacado como um dos principais segmentos do agronegócio brasileiro. No ano de 2010 foram produzidos mais de 30 bilhões de litros de leite, movimentando cerca de R$ 21 bilhões (IBGE, 2010b). Segundo levantamento divulgado no Anualpec (2011), o Tocantins possui em seu efetivo animal 386 mil vacas leiteiras, o que corresponde a 4,83% do rebanho bovino total do estado. O Tocantins é responsável por apenas 0,52% da produção nacional (IBGE, 2010b). Na busca por respostas para a condição atual da produção de leite do Tocantins, pode-se afirmar que a baixa tecnificação dos sistemas apresenta-se como um dos principais pontos de estrangulamento ao desenvolvimento desta. A falta de informação por parte dos produtores é fato de destaque. No Tocantins a bovinocultura leiteira é praticada seguindo conceitos vetustos e muitas vezes repassados entre os produtores, sendo que estes por vezes não constituem práticas adequadas à exploração da pecuária leiteira. O setor de ATER, por sua vez, possui profissionais que de uma forma geral não apresentam formação direcionada à bovinocultura leiteira, o que por vezes, os inabilita a orientar o desenvolvimento desta atividade tão complexa. Existe no estado um desafio em aumento de produção visando o atendimento da demanda interna e mercados circunvizinhos, além disso, a Instrução Normativa 62/2011 representa um desafio em aumento da qualidade do leite produzido no Tocantins. Acredita-se que a capacitação de técnicos multiplicadores seja uma ação necessária para encarar o desafio exposto. Objetiva-se com o presente projeto capacitar e orientar técnicos, neste denominados Multiplicadores I, habilitando os mesmos a atuarem diretamente com produtores de leite ou ainda capacitando outros técnicos. Para tal, será adotada a metodologia de capacitação proposta por Benor et al. (1984), com adaptações realizadas no Brasil descritas por Domit (2007). Esta metodologia baseia-se na capacitação de técnicos multiplicadores, que poderão atuar diretamente com produtores ou mesmo outros grupos de técnicos, repassando os conhecimentos adquiridos e tecnologias absorvidas. O método prevê a realização das capacitações tendo como base ambientes reais de produção, onde os técnicos deverão colocar em prática os conceitos e tecnologias abordados nas capacitações. Tais ambientes serão denominados unidades de referência tecnológica (URT) constituindo-se de propriedades rurais que trabalham com bovinocultura leiteira e que buscam um avanço de produtividade e rentabilidade tendo os técnicos multiplicadores I como catalisadores do processo. Seguindo a metodologia descrita por Domit (2007) será formado um Grupo Gestor Estadual do projeto, o qual reunirá instituições de interesse do setor leiteiro, tendo como atribuição principal articular e promover ações que confiram robustez ao projeto. A nível operacional o projeto será executado no âmbito de comitês técnicos locais formados pelos técnicos multiplicadores da região, a equipe técnica da Embrapa envolvida no projeto e pesquisadores e especialistas convidados. O projeto será constituído de cinco planos de ação (PA): PA 1 ? Plano Gerencial, PA 2 ? Capacitação teórica, PA 3 ? Capacitação prática, PA 4 ? Avaliação de impactos e PA 5 ? Comunicação. Serão realizadas capacitações modulares com frequência semestral as quais deverão abordar assuntos que atendam às demandas levantadas pelos comitês técnicos locais. Entre os módulos de capacitação serão realizadas reuniões técnicas de acompanhamento das atividades das URT. Espera-se ao final dos 36 meses do projeto que os Multiplicadores I, então capacitados para atuarem na bovinocultura leiteira, sejam irradiadores dos conhecimentos adquiridos, de forma a ?multiplicar? o impacto das ações deste projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Coordenador.

  • 2012 - 2015

    Transferência de Tecnologia em Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Estado do Tocantins - ABCTO, Descrição: Nas últimas décadas tem sido crescente a preocupação mundial com as mudanças climáticas provenientes principalmente, da emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O). Smith et al. (2001) consideram que a agricultura é um dos setores econômicos possivelmente mais ameaçados pelas mudanças climáticas, devido à alta influência do clima sobre os sistemas biológicos. A interação entre aumento da temperatura média do ar, aumento da concentração atmosférica de dióxido de carbono, alterações no regime pluviométrico, entre outros fatores, provocam incertezas quanto ao futuro da agropecuária em diferentes regiões. Tendo em vista a diminuição das emissões de gases do efeito estufa pela agropecuária brasileira, o governo brasileiro lançou o plano setorial de mitigação e de adaptação às mudanças climáticas para a consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura (Plano ABC). O trabalho de elaboração do plano foi coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com ampla participação de diversos setores sociais. A criação deste plano vem ao encontro do compromisso nacional voluntário assumido após a 15ª Conferência das Nações Unidas para sobre Mudanças Climáticas (COP 15), de reduzir de 36,1% e 38,9% suas emissões de gases de efeito estufa previsto na Lei 12.187/2009. Através do Plano ABC o Governo Federal pretende promover uma redução em na ordem de 133 a 166 milhões de toneladas de equivalente CO2. O plano foi estruturado em seis linhas de ação: recuperação de pastagens degradadas, adoção do sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e de Sistemas Agroflorestais (SAFs), ampliação do Sistema Plantio Direto (SPD), ampliação do uso de Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN), aumento da área de florestas plantadas e geração de energia e compostagem por meio do tratamento de dejetos animais. Para efetivar o uso das tecnologias o Plano ABC propõe a adoção de uma série de ações, como por exemplo, fortalecimento das organizações de assistência técnica e extensão rural oficiais, capacitação e informação, estratégias de transferência de tecnologia, tais como, dias de campo, palestras, seminários, workshops, implantação de Unidades de Referência Tecnológica (URT?s), além de campanhas de divulgação e chamadas públicas para contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Nessa primeira etapa o governo federal escolheu quatro estados para iniciar a operacionalização das ações do Plano ABC: Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. O Tocantins pode contribuir com a meta de redução na emissão de gases de efeito estufa na agropecuária brasileira, através da adoção das seis práticas previstas no Plano ABC. O estado recentemente foi beneficiado com a implantação do Programa de Produção Integrada de Sistemas Agropecuários em Microbacias Hidrográficas II (PISA II), que tem como objetivo principal promover o desenvolvimento agropecuário sustentável baseado na produção integrada. A médio prazo a expectativa é que projetos dessa natureza sejam incorporados, no âmbito do MAPA, pelo Plano ABC. O projeto ABC-TO está alinhado a essas tendências e demandas e tem por objetivo central transferir tecnologias apropriadas ao Tocantins para consolidação de uma agricultura de baixa emissão de carbono no estado. Para tal, foram definidas e dimensionadas atividades organizadas em 4 planos de ação, a saber: PA1-Plano Gerencial, PA2-Transferência de tecnologias para consolidação de uma agricultura com baixa emissão de carbono no Tocantins, PA3-Avaliação de impacto da adoção de tecnologias e PA4-Comunicação. O processo de TT basear-se-á na estratégia de capacitação continuada com abordagem teórico-prática.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Graduação: (20) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Coordenador / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Roberto Valladão Flores - Integrante., Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

  • 2018 - Atual

    PC 2 -CAPACITAÇÃO CONTINUADA BALDE CHEIO, Descrição: O Plano Componente ?Capacitação continuada Balde Cheio? dedica-se as ações de ampliação de conhecimentos técnico-metodológico e competências em bovinocultura de leite sustentável e implantação de propriedades assistidas e unidades demonstrativas. Envolve uma fase de nivelamento dos conhecimentos entre os integrantes das Unidades da Embrapa e parceiros locais, operacionalizado por visitas regionais conjuntas as experiências já implantadas para apreensão de conceitos e fundamentos da metodologia; ações de implementação de Unidades Demonstrativas (UDs) para implementação das salas de aula para treinamento dos técnicos com a realização treinamentos em ?Manejo intensivo de pastagens?, ?Irrigação de pastagens? e ?Balanceamento da dieta e manejo do rebanho? e de eventos de difusão nas UDs; e coordenação de aplicação dos instrumentos de acompanhamento (planilhas de acompanhamento e diagnóstico) e sua inserção na plataforma eletrônica desenvolvida no PC de Gestão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Arthur Chinelato de Camargo - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Rede de transferência de tecnologias do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono para a bovinocultura de corte do Tocantins com ênfase na intensificação da produção de carne em pastagens., Descrição: As mudanças climáticas estão associadas ao aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE) (Huang et al., 2016). No Brasil cerca de 37% das emissões totais de GEE são provenientes da agricultura (MCTI, 2014). Todavia, apesar do avanço da fronteira agrícola a emissões de GEE pelo setor tem apresentado uma tendência de redução. Entre 2011 e 2012 o país reduziu em 0,75% as emissões de GEE provenientes da agricultura, o que não era registrado desde 1990, de acordo com dados publicados pelo MCTI (2014). Segundo Silva et al. (2016), o aumento da demanda mundial por carne associada ao maior uso de tecnologias que evitem o desmatamento e aumentem o aporte de carbono no solo podem diminuir as emissões de GEE. Ainda de acordo com os autores, um aumento de 30% na demanda por carne promoveria uma redução de 10% das emissões líquidas de GEE da atividade, devido à pressão para aumento da eficiência produtiva da pecuária associada à recuperação de pastagens. Dentre os esforços brasileiros no sentido de mitigar as emissões de GEE provenientes da agropecuária destaca-se o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) (Brasil, 2012). No estado do Tocantins o plano tem sido executado sob acompanhamento do Grupo Gestor Estadual do Plano ABC (GG ABC TO) coordenado da Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), além de outras instituições integrantes do GG ABC TO, tem trabalhado em parceria com a Embrapa na promoção das tecnologias do ABC. Uma equipe de 30 técnicos desta instituição e também de empresas privadas de assistência técnica foram capacitados nas tecnologias do ABC entre 2012 e 2015 por meio dos projetos ABC TO (SEG 04.11.100.03.00.00). Todavia, o desafio para alcance das metas do Plano ABC Estadual é grande. A bovinocultura de corte é um dos setores mais importantes do agronegócio do Tocantins, construindo relevante parcela da pauta de exportações do Estado. Todavia, este setor ainda apresenta produtividade e rentabilidade abaixo do seu potencial. Acredita-se que a assistência técnica de qualidade seja um dos pilares para a adoção das tecnologias ABC, as quais apresentam constituem ganhos técnicos e econômicos para os sistemas de produção de carne a pasto. Para que haja adoção efetiva de tais tecnologias é necessário que sejam ampliados os processos de capacitação continuada de técnicos multiplicadores e de difusão de tecnologias. Por conseguinte, é premente a execução de ações que promovam o aumento da produtividade e rentabilidade dos sistemas de produção de carne a pasto no Tocantins. Objetiva-se com este projeto promover a adoção de tecnologias do Plano ABC por propriedades de pecuária de corte do Tocantins, com ênfase intensificação da produção de carne em pastagens, por meio de uma rede de transferência de tecnologia. O princípio básico do processo de capacitação continuada será a realização de atividades teóricas e práticas. O projeto será gerenciado por meio de seis planos de ação (PA): PA 01 ? Gerencial; PA 02 ? Capacitação teórica; PA 03 ? Capacitação prática; PA 04 ? Difusão de tecnologias; PA 05 ? Avaliação de impactos; PA 06 ? Comunicação. Espera-se por meio deste projeto constituir uma rede de técnicos multiplicadores e Unidades de Referência Tecnológica nas tecnologias ABC relacionadas à recuperação e intensificação de pastagens. Estipular-se-á uma meta de 20 técnicos multiplicadores e 10 URT na constituição da rede. No âmbito desta rede será realizada a capacitação continuada de técnicos multiplicadores, outro resultado previsto. Ainda por meio da rede de multiplicadores e URT, serão realizados eventos de difusão de tecnologia como dias de campo, palestras e visitas técnicas, visando a indução de demandas de adoção das tecnologias ABC pelo setor produtivo. Por fim, haverá um resultado relacionado ao relatório de avaliação. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Coordenador / Marcelo Konsgen Cunha - Integrante.

  • 2016 - 2018

    Rede de transferência de tecnologias para o aumento da competitividade e da sustentabilidade da mandiocultura no Tocantins - ManiREDE., Descrição: A proposta do ManiREDE objetiva estabelecer um projeto Piloto em REDE para validar e transferir ?tecnologias-chave? para o desenvolvimento da cadeia produtiva da mandioca no Tocantins. Vários problemas foram identificados, mas o de maior evidencia para o grupo gestor da mandiocultura foi a existência de gargalos limitantes ao desenvolvimento da cadeia como um todo. Alargar estes gargalos são o foco desta proposta. Entre os principais gargalos identificados estão: i) Baixa qualidade e produtividade das raízes de mandioca e seus derivados; ii) Pouca ou nenhuma disponibilidade de manivas-semente com qualidade genética e fitossanitária para o plantio; e iii) Dificuldades primárias de gestão, organização, processamento e comercialização dos produtos. Esta proposta prevê atuação focada em algumas tecnologias-chave, com poder de resolver pontos nevrálgicos desta cadeia na Região. Fica claro também que outros projetos futuros serão necessários para atender demandas específicas identificadas na oficina temática da mandiocultura (validação das demandas). Utilizaremos da metodologia de Treino e visita adaptada e dentre as tecnologias-chave abordadas estão: manivas-semente indexadas, multiplicação rápida, trio da produtividade, produzir mais com menos, boas praticas de beneficiamento, além de mecanização/automação. As ações do projeto contemplam: i) Validar técnicas de manejo de produção sustentável de mandioca em cinco polos/regiões do Tocantins; ii) Promover a capacitação de técnicos multiplicadores e de produtores de mandioca; iii) Transferir tecnologias estratégicas de manejo e produção econômica de mandioca; iv) Transferir tecnologias estratégicas para processamento e obtenção de derivados de mandioca de qualidade. Entre os principais resultados esperados destacamos: i) Maior disponibilidade de manivas sementes livres de patógenos; ii) Aumento da produtividade entre os produtores envolvidos; iii) Melhoria da qualidade dos produtos comerciais da mandioca; iv) Apontamentos para políticas publicas com a organização formal da cadeia produtiva; v) Resgate e Valorização da mandiocultura. Como principais impactos, destaca-se: i) Melhora da produtividade, o que reduzirá percentual de custos de produção, resultando em maior renda para o produtor e sustentabilidade econômica para este agronegócio; ii) O aspecto social será impactado inicialmente pela menor dependência do agricultor para produzir mandioca, em função de que grande parte da tecnologias transferidas serem tecnologias de processo e não de insumos, ou seja, dependem muito mais da iniciativa do agricultor do que de ações paternalistas do estado; e que o aumento da produtividade proporcionará maior segurança alimentar nestas comunidades marginalizadas e possibilitará a comercialização de excedentes (raízes, farinha, manivas) para capitalizar cada unidade produtiva; iii) O impacto ambiental é esperado na medida que as tecnologias relacionadas ao manejo sustentável para produção de raízes é adotado e incorporado ao modo de produção das comunidades. Pois estas tecnologias pressupõe manejo adequado do solo, da matéria orgânica e uso racional de defensivos agrícolas, por exemplo. Ainda como desdobramento da maior produtividade e rentabilidade, novas áreas desmatadas serão desnecessárias e mesmo o extrativismo se tornaria desinteressante.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Gustavo Azevedo Campos - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Carne Carbono Neutro: estratégia de produção de carne sustentável e certificável para um mercado global, Descrição: Carne Carbono Neutro (CCN) é uma marca-conceito desenvolvida pela Embrapa que visa atestar, por meio de um protocolo parametrizável e auditável, que a produção de carne bovina em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) proporciona a neutralização das emissões de metano entérico dos animais em pastejo e, também, conforto térmico para esses animais. Pretende-se, neste projeto, validar o protocolo de produção de carne com neutralização das emissões de metano entérico que também incorpora diretrizes para o adequado manejo da pastagem e para produção de carne de qualidade (Protocolo CCN), em nove propriedades comerciais em diferentes regiões do Brasil, representativas da pecuária bovina brasileira. Estão propostas as seguintes ações: levantamentos dos coeficientes técnicos e econômicos das propriedades, avaliações da qualidade da carne produzida, estudos prospectivos sobre alternativas de rastreamento, de certificação e sobre a aceitação da carne CCN no mercado, e divulgação da marca-conceito em fóruns internacionais relacionados à pecuária e às mudanças climáticas. Além disso, será desenvolvido e validado um aplicativo mobile para coleta e registro de dados na propriedade, com habilitação de uso para o produtor e para o auditor/certificador. Ao final destas ações, espera-se viabilizar o uso do Protocolo CCN para produção de carne com ecoeficiência em três biomas brasileiros, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. A marca-conceito CCN com Protocolo validado, que possibilitará auditoria e certificação, irá contribuir para agregar valor à carne produzida em sistemas de integração do tipo IPF e ILPF, estimulando a implementação de sistemas de produção pecuários mais sustentáveis, especialmente quanto ao aspecto ambiental, com a introdução do componente arbóreo capaz de neutralizar o metano emitido pelo rebanho e conferir maior conforto térmico ao animal. Neste sentido, a marca-conceito CCN apresenta forte alinhamento com o Plano ABC do governo federal, podendo atuar como estratégia de fomento à adoção de sistemas de ILPF preconizados e contribuir para acelerar o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na COP 15, em 2009, que foram ratificados e ampliados na COP 21, em 2015. Com isto, o uso da marca-conceito CCN poderá contribuir na ampliação de mercados internacionais para a carne brasileira, principalmente, para aqueles mais exigentes e com disposição a pagar por um produto de qualidade e com apelo ambiental. No âmbito interno, a marca-conceito CCN poderá estimular iniciativas para melhoria dos processos nos demais elos da cadeia produtiva da carne com vistas à diminuição das emissões de gases de efeito estufa. Esta proposta também está alinhada aos Portfólios de ILPF e de Mudanças Climáticas da Embrapa, e está estruturada em oito Planos de Ação (PAs), com a participação de pesquisadores e analistas de doze Unidades da Embrapa, em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), da Secretaria de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação de Mato Grosso do Sul (SECTEI-MS) e da Università di Pisa, Itália.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Roberto Giolo de Almeida - Coordenador.

  • 2015 - 2018

    Sistematização de Informações e Avaliação da Adoção e dos impactos de Sistemas iLPF, Descrição: O projeto tem como objetivo sistematizar as informações técnicas existentes nas URTs implantas e em implantação para que possam subsidiar a avaliação de impactos dos diversos sistemas de iLPF existentes. Propõe, também, avaliar a adoção dos diversos sistemas no Brasil e os impactos reais ou potenciais dela decorrentes. Para isso, será necessário arregimentar as competências técnicas hoje existentes em iLPF na Embrapa e parceiros (públicos e privados) para que, em um amplo processo de discussão técnica, seja possível alcançar o nível desejado de conhecimento sobre as potencialidades dos sistemas nas dimensões agronômica, socioeconômica e ambiental, bem como uma análise estratégica das possibilidades de sua expansão nos diversos biomas brasileiros. A disponibilização das informações geradas é uma das prioridades da proposta por meio da criação da Árvore de Conhecimento, e da alimentação do banco de dados e do portal em iLPF.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Ladislau Araujo Skorupa - Integrante.

  • 2014 - 2018

    Rede de Transferência de Tecnologia em ILPF, Descrição: Projeto desenvolvido nos cerrados da Região Nordeste e áreas periféricas, nos estados do Piauí, Maranhão e Oeste da Bahia, bem como no estado de Tocantins, na região atualmente denominada MATOPIBA, no período de 2014 a 2018. Compreende um conjunto de ações cujo principal objetivo será transferir tecnologias de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) por meio de unidades demonstrativas, unidades de observações, vitrines tecnológicas, eventos de difusão, publicações técnicas e capacitação para formação de agentes multiplicadores da ATER, visando aumentar a adoção da ILPF como forma de diversificar a produção na região dos cerrados do Piauí, Maranhão, Tocantins, Oeste da Bahia. A execução das atividades de campo será nas fazendas parceiras da Embrapa onde já foi validado o sistema de ILPF e dando continuidade ao outros projetos que vem sendo executados desde 2005 e se encerrando em 2013. O processo de transferência de tecnologia, na capacitação de agentes multiplicadores, incluirá a implantação e acompanhamento de Unidades de Referências Tecnológicas (URT) em cada estado com vistas a tornar as fazendas parceiras em modelos na ILPF. Nas URTs de cada estado serão implantadas várias Unidades Demonstrativas (UD), Unidades de Observações (UO) e Vitrines Vivas com tecnologias do componente agrícola, componente animal e componente florestal, além de capacitação de técnicos da ATER em tecnologias e fundamentos técnicos na integração de lavoura-pecuária-floresta. Para potencializar os esforços de transferência, serão realizados esforços de comunicação os quais buscarão dar maior visibilidade à iLPF perante os diferentes públicos-alvo da Rede iLPF, ampliar o acesso dos agentes da ATER e de cooperativas às informações referentes à iLPF, promover as tecnologias de iLPF junto a clientes e usuários e buscar novos parceiros para a Rede de Fomento de iLPF. Nesse sentido serão contemplados ações promocionais, de divulgação na mídia e visitas dirigidas envolvendo lideranças e formadores de opinião. Inicialmente será realizada uma reunião de nivelamento de conhecimento para os técnicos da equipe do projeto na Embrapa Meio-Norte, Embrapa Cocais, Embrapa Pesca e Aquicultura e Embrapa Cerrados. Concomitantemente, serão implantadas e acompanhadas unidades demonstrativas, possibilitando a divulgação, ajustes tecnológicos e informação para a pesquisa, sistematizadas em Banco de Dados, a partir das tecnologias envolvidas em cada uma dessas Unidades. Essas unidades serão monitoradas e os resultados gerados farão parte de um banco de dados. Na sequência serão realizados cursos para os técnicos multiplicadores de ATER e dias de campo nas URTs das fazendas parceiras que desenvolvem o sistema ILPF. Em adição, todos os técnicos envolvidos integrarão uma rede de transferência de tecnologia sobre integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados do nordeste e do Tocantins. Os resultados esperados com a introdução e o aumento da adoção da integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados tocantinenses e nordestinos são: aumento da produção de grãos, carne e produtos madeireiros, aumento da renda do produtor rural, maior competitividade do agronegócio na região; sustentabilidade dos sistemas de produção; redução da pressão na ampliação da fronteira agrícola e. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Leandro Bortolon - Integrante / Ernandes Barboza Belchior - Integrante / Divonzil Gonçalves Cordeiro - Integrante / Alisson Moura Santos - Integrante / Marcos Lopes Teixeira Neto - Integrante / Lourival Vilela - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    FORTALECIMENTO DA AGROPECUÁRIA DE BAIXA EMISSÃO DE CARBONO NO TOCANTINS: AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES DE CARBONO ORGÂNICO DO SOLO, Descrição: O esforço do Brasil em mitigar os impactos negativos das mudanças climáticas globais é internacionalmente reconhecido. Ao contrário dos países desenvolvidos, no Brasil, a principal fonte das emissões de gases de efeito estufa (GEE) está associada às mudanças no uso do solo, com a remoção e queima das florestas, e ao uso agrícola do solo e produção animal. Neste contexto, o país assumiu o compromisso voluntário de reduzir suas emissões de GEE, tendo como uma das estratégias a criação do Plano ABC ? o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono. Através deste Plano o Brasil se compromete a reduzir em 80% a taxa de desmatamento na Amazônia e em 40% no Cerrado, além de adotar, intensivamente na agricultura, a recuperação de pastagens degradadas, promover integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), ampliar a adoção do sistema plantio direto (SPD) e fixação biológica de nitrogênio. O Tocantins faz parte da Amazônia Legal e seu território compreende os Biomas Amazônico (9%) e Cerrado (91%). Além disso, tem sido considerado como a última fronteira agrícola do país, juntamente com o Maranhão, Piauí e Bahia, e encontra-se em franca ocupação, o que potencializa a sua contribuição nas emissões de GEE através da redução dos estoques de matéria orgânica do solo (MOS) e, consequentemente, de carbono orgânico do solo (COS). Neste contexto, o presente projeto tem por objetivo caracterizar os estoques de COS em áreas de produção agropecuária do Estado do Tocantins que estejam sob usos com pastagem degradada e/ou em processo de recuperação, iLPF (em qualquer das suas modalidades) e agricultura sob o SPD, que são temas prioritários no âmbito do Plano ABC, tomando-se como referência áreas sob Cerrado nativo.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Elisandra Solange Oliveira Bortolon - Integrante.

  • 2012 - 2016

    Transferência de Tecnologia em Bovinocultura Leiteira no Tocantins, Descrição: O complexo agroindustrial do leite tem se destacado como um dos principais segmentos do agronegócio brasileiro. No ano de 2010 foram produzidos mais de 30 bilhões de litros de leite, movimentando cerca de R$ 21 bilhões (IBGE, 2010b). Segundo levantamento divulgado no Anualpec (2011), o Tocantins possui em seu efetivo animal 386 mil vacas leiteiras, o que corresponde a 4,83% do rebanho bovino total do estado. O Tocantins é responsável por apenas 0,52% da produção nacional (IBGE, 2010b). Na busca por respostas para a condição atual da produção de leite do Tocantins, pode-se afirmar que a baixa tecnificação dos sistemas apresenta-se como um dos principais pontos de estrangulamento ao desenvolvimento desta. A falta de informação por parte dos produtores é fato de destaque. No Tocantins a bovinocultura leiteira é praticada seguindo conceitos vetustos e muitas vezes repassados entre os produtores, sendo que estes por vezes não constituem práticas adequadas à exploração da pecuária leiteira. O setor de ATER, por sua vez, possui profissionais que de uma forma geral não apresentam formação direcionada à bovinocultura leiteira, o que por vezes, os inabilita a orientar o desenvolvimento desta atividade tão complexa. Existe no estado um desafio em aumento de produção visando o atendimento da demanda interna e mercados circunvizinhos, além disso, a Instrução Normativa 62/2011 representa um desafio em aumento da qualidade do leite produzido no Tocantins. Acredita-se que a capacitação de técnicos multiplicadores seja uma ação necessária para encarar o desafio exposto. Objetiva-se com o presente projeto capacitar e orientar técnicos, neste denominados Multiplicadores I, habilitando os mesmos a atuarem diretamente com produtores de leite ou ainda capacitando outros técnicos. Para tal, será adotada a metodologia de capacitação proposta por Benor et al. (1984), com adaptações realizadas no Brasil descritas por Domit (2007). Esta metodologia baseia-se na capacitação de técnicos multiplicadores, que poderão atuar diretamente com produtores ou mesmo outros grupos de técnicos, repassando os conhecimentos adquiridos e tecnologias absorvidas. O método prevê a realização das capacitações tendo como base ambientes reais de produção, onde os técnicos deverão colocar em prática os conceitos e tecnologias abordados nas capacitações. Tais ambientes serão denominados unidades de referência tecnológica (URT) constituindo-se de propriedades rurais que trabalham com bovinocultura leiteira e que buscam um avanço de produtividade e rentabilidade tendo os técnicos multiplicadores I como catalisadores do processo. Seguindo a metodologia descrita por Domit (2007) será formado um Grupo Gestor Estadual do projeto, o qual reunirá instituições de interesse do setor leiteiro, tendo como atribuição principal articular e promover ações que confiram robustez ao projeto. A nível operacional o projeto será executado no âmbito de comitês técnicos locais formados pelos técnicos multiplicadores da região, a equipe técnica da Embrapa envolvida no projeto e pesquisadores e especialistas convidados. O projeto será constituído de cinco planos de ação (PA): PA 1 ? Plano Gerencial, PA 2 ? Capacitação teórica, PA 3 ? Capacitação prática, PA 4 ? Avaliação de impactos e PA 5 ? Comunicação. Serão realizadas capacitações modulares com frequência semestral as quais deverão abordar assuntos que atendam às demandas levantadas pelos comitês técnicos locais. Entre os módulos de capacitação serão realizadas reuniões técnicas de acompanhamento das atividades das URT. Espera-se ao final dos 36 meses do projeto que os Multiplicadores I, então capacitados para atuarem na bovinocultura leiteira, sejam irradiadores dos conhecimentos adquiridos, de forma a ?multiplicar? o impacto das ações deste projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Coordenador.

  • 2012 - 2015

    Transferência de Tecnologia em Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Estado do Tocantins - ABCTO, Descrição: Nas últimas décadas tem sido crescente a preocupação mundial com as mudanças climáticas provenientes principalmente, da emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O). Smith et al. (2001) consideram que a agricultura é um dos setores econômicos possivelmente mais ameaçados pelas mudanças climáticas, devido à alta influência do clima sobre os sistemas biológicos. A interação entre aumento da temperatura média do ar, aumento da concentração atmosférica de dióxido de carbono, alterações no regime pluviométrico, entre outros fatores, provocam incertezas quanto ao futuro da agropecuária em diferentes regiões. Tendo em vista a diminuição das emissões de gases do efeito estufa pela agropecuária brasileira, o governo brasileiro lançou o plano setorial de mitigação e de adaptação às mudanças climáticas para a consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura (Plano ABC). O trabalho de elaboração do plano foi coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com ampla participação de diversos setores sociais. A criação deste plano vem ao encontro do compromisso nacional voluntário assumido após a 15ª Conferência das Nações Unidas para sobre Mudanças Climáticas (COP 15), de reduzir de 36,1% e 38,9% suas emissões de gases de efeito estufa previsto na Lei 12.187/2009. Através do Plano ABC o Governo Federal pretende promover uma redução em na ordem de 133 a 166 milhões de toneladas de equivalente CO2. O plano foi estruturado em seis linhas de ação: recuperação de pastagens degradadas, adoção do sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e de Sistemas Agroflorestais (SAFs), ampliação do Sistema Plantio Direto (SPD), ampliação do uso de Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN), aumento da área de florestas plantadas e geração de energia e compostagem por meio do tratamento de dejetos animais. Para efetivar o uso das tecnologias o Plano ABC propõe a adoção de uma série de ações, como por exemplo, fortalecimento das organizações de assistência técnica e extensão rural oficiais, capacitação e informação, estratégias de transferência de tecnologia, tais como, dias de campo, palestras, seminários, workshops, implantação de Unidades de Referência Tecnológica (URT?s), além de campanhas de divulgação e chamadas públicas para contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Nessa primeira etapa o governo federal escolheu quatro estados para iniciar a operacionalização das ações do Plano ABC: Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. O Tocantins pode contribuir com a meta de redução na emissão de gases de efeito estufa na agropecuária brasileira, através da adoção das seis práticas previstas no Plano ABC. O estado recentemente foi beneficiado com a implantação do Programa de Produção Integrada de Sistemas Agropecuários em Microbacias Hidrográficas II (PISA II), que tem como objetivo principal promover o desenvolvimento agropecuário sustentável baseado na produção integrada. A médio prazo a expectativa é que projetos dessa natureza sejam incorporados, no âmbito do MAPA, pelo Plano ABC. O projeto ABC-TO está alinhado a essas tendências e demandas e tem por objetivo central transferir tecnologias apropriadas ao Tocantins para consolidação de uma agricultura de baixa emissão de carbono no estado. Para tal, foram definidas e dimensionadas atividades organizadas em 4 planos de ação, a saber: PA1-Plano Gerencial, PA2-Transferência de tecnologias para consolidação de uma agricultura com baixa emissão de carbono no Tocantins, PA3-Avaliação de impacto da adoção de tecnologias e PA4-Comunicação. O processo de TT basear-se-á na estratégia de capacitação continuada com abordagem teórico-prática.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Graduação: (20) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Coordenador / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Roberto Valladão Flores - Integrante., Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

  • 2022 - 2024

    Desenvolvimento de multiplicadores e avaliação da adoção e dos impactos das tecnologias do projeto Balde Cheio no Estado do Tocantins e no Sudeste Paraense, Descrição: O estado do Tocantins e o sudeste paraense possuem características de logística, mercado, solo e clima que impõem desafios à estabilidade e ao incremento de produtividade e rentabilidade de seus pecuaristas de leite. A Embrapa Pesca e Aquicultura (CNPASA) tem executado o programa Balde Cheio há cinco anos, transferindo, ao setor produtivo, tecnologias e resultados de pesquisa em sistemas intensivos de produção de leite em pastagens. Articula parcerias, com instituições públicas e privadas, que fomentam capacitações teóricas e práticas de agentes multiplicadores, implantações de unidades demonstrativas (UDs) e eventos de difusão de tecnologias, como dias de campo, encontros e intercâmbios entre técnicos e produtores. Promove uma pecuária de baixa emissão de Carbono e contribuindo com muitos ODS ao reduzir a desigualdade social no ambiente rural, a ameaça à biodiversidade de florestas de alto valor de conservação e as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa). O projeto BCTOPA da Embrapa e seus parceiros objetiva implementar ações de transferência e de difusão de tecnologias para promover a adoção de práticas agropecuárias sustentáveis na produção intensiva de leite, com foco em uma Agricultura de Baixo CarbonoABC. Práticas tais como a intensificação de produção de leite a pasto por meio de correções e fertilizações do solo, o conforto térmico e bem estar dos animais e o uso da IPF e da ILPF. Do projeto, resultará a consolidação de uma rede de agentes multiplicadores de tecnologias e de Unidades Demonstrativas em vários municípios tocantinenses e alguns do sudeste do Pará. Para alcançar o objetivo do projeto, três contribuições para a adoção da inovação serão realizadas, tendo como beneficiários, em diferentes quesitos, os parceiros, o instrutor, os técnicos, os produtores e a própria Embrapa. As formalizações de termos de cooperação técnica com novos parceiros que forem cooptados ao longo da execução deste projeto; A capacitação técnica de agentes multiplicadores, que acontece por meio da contratação de um consultor técnico, pela CI Brasil, ou por novos parceiros. Este INSTRUTOR realizará, presencialmente, a cada 4 meses, o treinamento dos técnicos consultores e extensionistas na implantação, condução, consolidação e avaliação das tecnologias adotadas nas UDs e os orientará, continuamente, por meio de aplicativo de mídia social. A terceira contribuição para a inovação é a formação de uma rede de UDs, as quais se constituem em áreas de intervenção técnica dentro de propriedades rurais, onde são implantadas muitas das seguintes tecnologias de produção de leite sustentáveis: Gestão técnico-econômica da atividade leiteira, fertilização do solo, sistema intensivo de produção a pasto, manejo de vacas em lactação em pastejo rotacionado, balanceamento de dietas, sombreamento, canavial, capineira, consórcio milho e forrageiras, irrigação de forrageiras, ILPF, calendário zoosanitário e manejo adequado de ordenha. Espera-se implantar e consolidar ao menos oito UDs com tecnologias sustentáveis para a cadeia do leite. A quarta contribuição para inovação são as avaliações da adoção e dos impactos das tecnologias transferidas por meio do BCTOPA, nas UD's e seus entornos. Esta última, após terem sido demonstrados os resultados já obtidos nelas, por meio de eventos de transferência de tecnologias, tais como dias de campo, palestras, encontros técnicos e outros. Nestes dois anos, espera-se elevar a produtividade de leite das áreas das UDs em média até 50. Além disso, espera-se que o efeito multiplicador permita a ampliação da adoção das tecnologias propostas em propriedades vizinhas. Outros produtores que eventualmente se interessarem pela implantação dos sistemas em suas propriedades poderão acessar a rede de multiplicadores formada pelo projeto e demandar sua assistência técnica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Márcia Mascarenhas Grise - Integrante / Alcântara, Pedro Henrique Rezende De - Integrante / Andrea Elena Pizarro Muñoz - Integrante / Elizangela de Franca Carneiro Carvalho - Integrante / Clenio Araujo - Integrante / Andre Luiz Monteiro Novo - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Software de gestão de pecuária de corte AGRO365 / Embrapa - Módulo ABC Corte, Descrição: A Embrapa vem desenvolvendo, desde 2017, o ABC Corte. Antes projeto (com início, meio e fim) e agora programa (portanto, com duração mais permanente) de transferência de tecnologia em pecuária de corte, hoje possui uma rede de técnicos periodicamente capacitados que atendem propriedades rurais do Tocantins, do Sul do Pará e do Nordeste do Mato Grosso. Por meio do ABC Corte, são transferidas tecnologias da Embrapa voltadas à intensificação sustentável da produção de carne a pasto.A metodologia é a Treino Visita, que, além de prever a atualização tecnológica de extensionistas e consultores, estabelece que cada técnico participante deve implantar uma área piloto com as tecnologias propostas na área de pelo menos um de seus clientes. Esta área é denominada Unidade de Referência Tecnológica (URT) e, para que esta unidade possa ser utilizada para transferência de tecnologias a outros interessados, é essencial que sejam levantados e sistematizados os indicadores técnicos e econômicos obtidos mediante a aplicação das tecnologias Embrapa.Ao longo do projeto, a equipe desenvolveu uma ferramenta de gestão em planilhas de Excel. Essa ferramenta foi melhorada e validada entre 2017 e 2021. Considera-se que a base construída pode ser utilizada para o desenvolvimento de um módulo de avaliação de resultados da produção de carne a pasto, denominado módulo ABC Corte. A proposta é que esse módulo seja construído em parceria com a Agro365, empresa com experiência de mercado no desenvolvimento de soluções de gestão para a agricultura.O software terá área dedicada à transferência de tecnologias e à promoção de produtos da Embrapa por meio de links para o portal e canais de comunicação da empresa. Para o desenvolvimento do produto, serão levantados requisitos com base nas planilhas técnicas de campo do ABC Corte, em entrevistas com os técnicos do ABC Corte e da Embrapa e nos outros sistemas já desenvolvidos pela Agro365.Desenvolvido em tecnologia para web (o que facilita o dia a dia do produtor, já que não será necessário instalar nenhuma aplicação nas estações de trabalho), o software terá vários módulos, como cadastros, transferências e movimentações, e um módulo financeiro que a empresa parceira já utiliza em seus produtos. A ideia é contemplar 21 indicadores de eficiência técnico-econômica. Acredita-se que o acompanhamento desses indicadores, facilitado pelo software, colaborará para a profissionalização da gestão das propriedades rurais de pecuária de corte.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Alcântara, Pedro Henrique Rezende De - Coordenador / José Daniel Tavares - Integrante.

  • 2021 - 2023

    Ampliação da rede de multiplicadores e avaliação da adoção e dos impactos das tecnologias do projeto Balde Cheio no Estado do Tocantins, Descrição: O Tocantins possui características de logística, mercado, solo e clima que desafiam os pecuaristas de leite do ponto de vista de estabilidade e de incremento de produtividade e, consequentemente, de rentabilidade dentro da atividade de produção leiteira.Nos últimos anos, a Embrapa vem coordenando no estado o projeto Balde Cheio em Rede, que conecta ações e resultados de pesquisa em sistemas de produção de leite com o setor produtivo, por meio de parcerias com instituições governamentais e entidades privadas, considerando sempre todas estas características, a fim de promover um desenvolvimento sustentável desta cadeia do leite, a qual envolve outras funções técnicas e tantos outros atores. Como fornecedores de insumos consideramos as indústrias e lojas de fertilizantes, grãos, suplementos minerais e concentrados, medicamentos veterinários, materiais de construção de salas de ordenha e equipamentos de ordenha, materiais de cercas de divisão de pastagens, etc. Na agroindústria, temos os Laticínios e as queijarias; no fomento financeiro temos as instituições de crédito rural; no de conhecimento temos as instituições de ATER e de pesquisa.Na metodologia do Programa Balde Cheio, são desenvolvidas ações de transferência de tecnologia, como capacitações teóricas e práticas para agentes multiplicadores, implantação de Unidades Demonstrativas e eventos para intercâmbio de conhecimentos e de experiências no setor. Tudo isso buscando a intensificação sustentável da produção de leite a pasto e, principalmente, a prática de uma pecuária de baixa emissão de carbono.O projeto Balde Cheio Norte, atualmente em parceria com a CI Brasil e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural no Tocantins (Senar-TO), propõe a formação de uma nova rede de agentes multiplicadores e de Unidades Demonstrativas (UDs) por meio de ações executadas em diversos municípios tocantinenses e do Sudeste do Pará. Dessa maneira, a já existente rede na temática de pecuária de leite no Tocantins será ampliada e fortalecida. O objetivo é apoiar a inovação da atividade no estado, buscando incentivar a intensificação sustentável da produção de leite a pasto.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Márcia Mascarenhas Grise - Integrante / Andrea Elena Pizarro Muñoz - Integrante., Financiador(es): Conservation & Research Center - Cooperação.

  • 2021 - 2023

    Ampliação da rede de multiplicadores e avaliação da adoção e dos impactos das tecnologias do projeto Balde Cheio no Estado do Tocantins, Descrição: Nos últimos anos, a Embrapa vem coordenando no estado o projeto Balde Cheio em Rede, que conecta ações e resultados de pesquisa em sistemas de produção de leite com o setor produtivo, por meio de parcerias com instituições governamentais e entidades privadas, considerando sempre todas estas características, a fim de promover um desenvolvimento sustentável desta cadeia do leite, a qual envolve outras funções técnicas e tantos outros atores. Como fornecedores de insumos consideramos as indústrias e lojas de fertilizantes, grãos, suplementos minerais e concentrados, medicamentos veterinários, materiais de construção de salas de ordenha e equipamentos de ordenha, materiais de cercas de divisão de pastagens, etc. Na agroindústria, temos os Laticínios e as queijarias; no fomento financeiro temos as instituições de crédito rural; no de conhecimento temos as instituições de ATER e de pesquisa.Na metodologia do Programa Balde Cheio, são desenvolvidas ações de transferência de tecnologia, como capacitações teóricas e práticas para agentes multiplicadores, implantação de Unidades Demonstrativas e eventos para intercâmbio de conhecimentos e de experiências no setor. Tudo isso buscando a intensificação sustentável da produção de leite a pasto e, principalmente, a prática de uma pecuária de baixa emissão de carbono.O projeto Balde Cheio Norte, atualmente em parceria com a CI Brasil e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural no Tocantins (Senar-TO), propõe a formação de uma nova rede de agentes multiplicadores e de Unidades Demonstrativas (UDs) por meio de ações executadas em diversos municípios tocantinenses e do Sudeste do Pará.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Integrante / Grise, Marcia Mascarenhas - Integrante / Andrea Elena Pizarro Muñoz - Integrante., Financiador(es): Conservation International - Cooperação.

  • 2021 - 2023

    Ampliação da rede de multiplicadores e avaliação da adoção e dos impactos das tecnologias do projeto Balde Cheio no Estado do Tocantins., Descrição: o projeto objetivou ampliar e fortalecer as ações de transferência de tecnologia, por meio do Programa Balde Cheio da Embrapa, ao promover a adoção da inovação, visando o incentivo à intensificação sustentável da produção de leite a pasto no Tocantins e no sudeste paraense.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (15) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Integrante / Márcia Mascarenhas Grise - Integrante., Financiador(es): Conservation International - Cooperação.

  • 2018 - Atual

    PC 2 -CAPACITAÇÃO CONTINUADA BALDE CHEIO, Descrição: O Plano Componente ?Capacitação continuada Balde Cheio? dedica-se as ações de ampliação de conhecimentos técnico-metodológico e competências em bovinocultura de leite sustentável e implantação de propriedades assistidas e unidades demonstrativas. Envolve uma fase de nivelamento dos conhecimentos entre os integrantes das Unidades da Embrapa e parceiros locais, operacionalizado por visitas regionais conjuntas as experiências já implantadas para apreensão de conceitos e fundamentos da metodologia; ações de implementação de Unidades Demonstrativas (UDs) para implementação das salas de aula para treinamento dos técnicos com a realização treinamentos em ?Manejo intensivo de pastagens?, ?Irrigação de pastagens? e ?Balanceamento da dieta e manejo do rebanho? e de eventos de difusão nas UDs; e coordenação de aplicação dos instrumentos de acompanhamento (planilhas de acompanhamento e diagnóstico) e sua inserção na plataforma eletrônica desenvolvida no PC de Gestão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Arthur Chinelato de Camargo - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Rede de transferência de tecnologias do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono para a bovinocultura de corte do Tocantins com ênfase na intensificação da produção de carne em pastagens., Descrição: As mudanças climáticas estão associadas ao aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE) (Huang et al., 2016). No Brasil cerca de 37% das emissões totais de GEE são provenientes da agricultura (MCTI, 2014). Todavia, apesar do avanço da fronteira agrícola a emissões de GEE pelo setor tem apresentado uma tendência de redução. Entre 2011 e 2012 o país reduziu em 0,75% as emissões de GEE provenientes da agricultura, o que não era registrado desde 1990, de acordo com dados publicados pelo MCTI (2014). Segundo Silva et al. (2016), o aumento da demanda mundial por carne associada ao maior uso de tecnologias que evitem o desmatamento e aumentem o aporte de carbono no solo podem diminuir as emissões de GEE. Ainda de acordo com os autores, um aumento de 30% na demanda por carne promoveria uma redução de 10% das emissões líquidas de GEE da atividade, devido à pressão para aumento da eficiência produtiva da pecuária associada à recuperação de pastagens. Dentre os esforços brasileiros no sentido de mitigar as emissões de GEE provenientes da agropecuária destaca-se o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) (Brasil, 2012). No estado do Tocantins o plano tem sido executado sob acompanhamento do Grupo Gestor Estadual do Plano ABC (GG ABC TO) coordenado da Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), além de outras instituições integrantes do GG ABC TO, tem trabalhado em parceria com a Embrapa na promoção das tecnologias do ABC. Uma equipe de 30 técnicos desta instituição e também de empresas privadas de assistência técnica foram capacitados nas tecnologias do ABC entre 2012 e 2015 por meio dos projetos ABC TO (SEG 04.11.100.03.00.00). Todavia, o desafio para alcance das metas do Plano ABC Estadual é grande. A bovinocultura de corte é um dos setores mais importantes do agronegócio do Tocantins, construindo relevante parcela da pauta de exportações do Estado. Todavia, este setor ainda apresenta produtividade e rentabilidade abaixo do seu potencial. Acredita-se que a assistência técnica de qualidade seja um dos pilares para a adoção das tecnologias ABC, as quais apresentam constituem ganhos técnicos e econômicos para os sistemas de produção de carne a pasto. Para que haja adoção efetiva de tais tecnologias é necessário que sejam ampliados os processos de capacitação continuada de técnicos multiplicadores e de difusão de tecnologias. Por conseguinte, é premente a execução de ações que promovam o aumento da produtividade e rentabilidade dos sistemas de produção de carne a pasto no Tocantins. Objetiva-se com este projeto promover a adoção de tecnologias do Plano ABC por propriedades de pecuária de corte do Tocantins, com ênfase intensificação da produção de carne em pastagens, por meio de uma rede de transferência de tecnologia. O princípio básico do processo de capacitação continuada será a realização de atividades teóricas e práticas. O projeto será gerenciado por meio de seis planos de ação (PA): PA 01 ? Gerencial; PA 02 ? Capacitação teórica; PA 03 ? Capacitação prática; PA 04 ? Difusão de tecnologias; PA 05 ? Avaliação de impactos; PA 06 ? Comunicação. Espera-se por meio deste projeto constituir uma rede de técnicos multiplicadores e Unidades de Referência Tecnológica nas tecnologias ABC relacionadas à recuperação e intensificação de pastagens. Estipular-se-á uma meta de 20 técnicos multiplicadores e 10 URT na constituição da rede. No âmbito desta rede será realizada a capacitação continuada de técnicos multiplicadores, outro resultado previsto. Ainda por meio da rede de multiplicadores e URT, serão realizados eventos de difusão de tecnologia como dias de campo, palestras e visitas técnicas, visando a indução de demandas de adoção das tecnologias ABC pelo setor produtivo. Por fim, haverá um resultado relacionado ao relatório de avaliação. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Coordenador / Marcelo Konsgen Cunha - Integrante.

  • 2016 - 2018

    Rede de transferência de tecnologias para o aumento da competitividade e da sustentabilidade da mandiocultura no Tocantins - ManiREDE., Descrição: A proposta do ManiREDE objetiva estabelecer um projeto Piloto em REDE para validar e transferir ?tecnologias-chave? para o desenvolvimento da cadeia produtiva da mandioca no Tocantins. Vários problemas foram identificados, mas o de maior evidencia para o grupo gestor da mandiocultura foi a existência de gargalos limitantes ao desenvolvimento da cadeia como um todo. Alargar estes gargalos são o foco desta proposta. Entre os principais gargalos identificados estão: i) Baixa qualidade e produtividade das raízes de mandioca e seus derivados; ii) Pouca ou nenhuma disponibilidade de manivas-semente com qualidade genética e fitossanitária para o plantio; e iii) Dificuldades primárias de gestão, organização, processamento e comercialização dos produtos. Esta proposta prevê atuação focada em algumas tecnologias-chave, com poder de resolver pontos nevrálgicos desta cadeia na Região. Fica claro também que outros projetos futuros serão necessários para atender demandas específicas identificadas na oficina temática da mandiocultura (validação das demandas). Utilizaremos da metodologia de Treino e visita adaptada e dentre as tecnologias-chave abordadas estão: manivas-semente indexadas, multiplicação rápida, trio da produtividade, produzir mais com menos, boas praticas de beneficiamento, além de mecanização/automação. As ações do projeto contemplam: i) Validar técnicas de manejo de produção sustentável de mandioca em cinco polos/regiões do Tocantins; ii) Promover a capacitação de técnicos multiplicadores e de produtores de mandioca; iii) Transferir tecnologias estratégicas de manejo e produção econômica de mandioca; iv) Transferir tecnologias estratégicas para processamento e obtenção de derivados de mandioca de qualidade. Entre os principais resultados esperados destacamos: i) Maior disponibilidade de manivas sementes livres de patógenos; ii) Aumento da produtividade entre os produtores envolvidos; iii) Melhoria da qualidade dos produtos comerciais da mandioca; iv) Apontamentos para políticas publicas com a organização formal da cadeia produtiva; v) Resgate e Valorização da mandiocultura. Como principais impactos, destaca-se: i) Melhora da produtividade, o que reduzirá percentual de custos de produção, resultando em maior renda para o produtor e sustentabilidade econômica para este agronegócio; ii) O aspecto social será impactado inicialmente pela menor dependência do agricultor para produzir mandioca, em função de que grande parte da tecnologias transferidas serem tecnologias de processo e não de insumos, ou seja, dependem muito mais da iniciativa do agricultor do que de ações paternalistas do estado; e que o aumento da produtividade proporcionará maior segurança alimentar nestas comunidades marginalizadas e possibilitará a comercialização de excedentes (raízes, farinha, manivas) para capitalizar cada unidade produtiva; iii) O impacto ambiental é esperado na medida que as tecnologias relacionadas ao manejo sustentável para produção de raízes é adotado e incorporado ao modo de produção das comunidades. Pois estas tecnologias pressupõe manejo adequado do solo, da matéria orgânica e uso racional de defensivos agrícolas, por exemplo. Ainda como desdobramento da maior produtividade e rentabilidade, novas áreas desmatadas serão desnecessárias e mesmo o extrativismo se tornaria desinteressante.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Gustavo Azevedo Campos - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Carne Carbono Neutro: estratégia de produção de carne sustentável e certificável para um mercado global, Descrição: Carne Carbono Neutro (CCN) é uma marca-conceito desenvolvida pela Embrapa que visa atestar, por meio de um protocolo parametrizável e auditável, que a produção de carne bovina em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) proporciona a neutralização das emissões de metano entérico dos animais em pastejo e, também, conforto térmico para esses animais. Pretende-se, neste projeto, validar o protocolo de produção de carne com neutralização das emissões de metano entérico que também incorpora diretrizes para o adequado manejo da pastagem e para produção de carne de qualidade (Protocolo CCN), em nove propriedades comerciais em diferentes regiões do Brasil, representativas da pecuária bovina brasileira. Estão propostas as seguintes ações: levantamentos dos coeficientes técnicos e econômicos das propriedades, avaliações da qualidade da carne produzida, estudos prospectivos sobre alternativas de rastreamento, de certificação e sobre a aceitação da carne CCN no mercado, e divulgação da marca-conceito em fóruns internacionais relacionados à pecuária e às mudanças climáticas. Além disso, será desenvolvido e validado um aplicativo mobile para coleta e registro de dados na propriedade, com habilitação de uso para o produtor e para o auditor/certificador. Ao final destas ações, espera-se viabilizar o uso do Protocolo CCN para produção de carne com ecoeficiência em três biomas brasileiros, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. A marca-conceito CCN com Protocolo validado, que possibilitará auditoria e certificação, irá contribuir para agregar valor à carne produzida em sistemas de integração do tipo IPF e ILPF, estimulando a implementação de sistemas de produção pecuários mais sustentáveis, especialmente quanto ao aspecto ambiental, com a introdução do componente arbóreo capaz de neutralizar o metano emitido pelo rebanho e conferir maior conforto térmico ao animal. Neste sentido, a marca-conceito CCN apresenta forte alinhamento com o Plano ABC do governo federal, podendo atuar como estratégia de fomento à adoção de sistemas de ILPF preconizados e contribuir para acelerar o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na COP 15, em 2009, que foram ratificados e ampliados na COP 21, em 2015. Com isto, o uso da marca-conceito CCN poderá contribuir na ampliação de mercados internacionais para a carne brasileira, principalmente, para aqueles mais exigentes e com disposição a pagar por um produto de qualidade e com apelo ambiental. No âmbito interno, a marca-conceito CCN poderá estimular iniciativas para melhoria dos processos nos demais elos da cadeia produtiva da carne com vistas à diminuição das emissões de gases de efeito estufa. Esta proposta também está alinhada aos Portfólios de ILPF e de Mudanças Climáticas da Embrapa, e está estruturada em oito Planos de Ação (PAs), com a participação de pesquisadores e analistas de doze Unidades da Embrapa, em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), da Secretaria de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação de Mato Grosso do Sul (SECTEI-MS) e da Università di Pisa, Itália.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Roberto Giolo de Almeida - Coordenador.

  • 2015 - 2018

    Sistematização de Informações e Avaliação da Adoção e dos impactos de Sistemas iLPF, Descrição: O projeto tem como objetivo sistematizar as informações técnicas existentes nas URTs implantas e em implantação para que possam subsidiar a avaliação de impactos dos diversos sistemas de iLPF existentes. Propõe, também, avaliar a adoção dos diversos sistemas no Brasil e os impactos reais ou potenciais dela decorrentes. Para isso, será necessário arregimentar as competências técnicas hoje existentes em iLPF na Embrapa e parceiros (públicos e privados) para que, em um amplo processo de discussão técnica, seja possível alcançar o nível desejado de conhecimento sobre as potencialidades dos sistemas nas dimensões agronômica, socioeconômica e ambiental, bem como uma análise estratégica das possibilidades de sua expansão nos diversos biomas brasileiros. A disponibilização das informações geradas é uma das prioridades da proposta por meio da criação da Árvore de Conhecimento, e da alimentação do banco de dados e do portal em iLPF.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Ladislau Araujo Skorupa - Integrante.

  • 2014 - 2018

    Rede de Transferência de Tecnologia em ILPF, Descrição: Projeto desenvolvido nos cerrados da Região Nordeste e áreas periféricas, nos estados do Piauí, Maranhão e Oeste da Bahia, bem como no estado de Tocantins, na região atualmente denominada MATOPIBA, no período de 2014 a 2018. Compreende um conjunto de ações cujo principal objetivo será transferir tecnologias de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) por meio de unidades demonstrativas, unidades de observações, vitrines tecnológicas, eventos de difusão, publicações técnicas e capacitação para formação de agentes multiplicadores da ATER, visando aumentar a adoção da ILPF como forma de diversificar a produção na região dos cerrados do Piauí, Maranhão, Tocantins, Oeste da Bahia. A execução das atividades de campo será nas fazendas parceiras da Embrapa onde já foi validado o sistema de ILPF e dando continuidade ao outros projetos que vem sendo executados desde 2005 e se encerrando em 2013. O processo de transferência de tecnologia, na capacitação de agentes multiplicadores, incluirá a implantação e acompanhamento de Unidades de Referências Tecnológicas (URT) em cada estado com vistas a tornar as fazendas parceiras em modelos na ILPF. Nas URTs de cada estado serão implantadas várias Unidades Demonstrativas (UD), Unidades de Observações (UO) e Vitrines Vivas com tecnologias do componente agrícola, componente animal e componente florestal, além de capacitação de técnicos da ATER em tecnologias e fundamentos técnicos na integração de lavoura-pecuária-floresta. Para potencializar os esforços de transferência, serão realizados esforços de comunicação os quais buscarão dar maior visibilidade à iLPF perante os diferentes públicos-alvo da Rede iLPF, ampliar o acesso dos agentes da ATER e de cooperativas às informações referentes à iLPF, promover as tecnologias de iLPF junto a clientes e usuários e buscar novos parceiros para a Rede de Fomento de iLPF. Nesse sentido serão contemplados ações promocionais, de divulgação na mídia e visitas dirigidas envolvendo lideranças e formadores de opinião. Inicialmente será realizada uma reunião de nivelamento de conhecimento para os técnicos da equipe do projeto na Embrapa Meio-Norte, Embrapa Cocais, Embrapa Pesca e Aquicultura e Embrapa Cerrados. Concomitantemente, serão implantadas e acompanhadas unidades demonstrativas, possibilitando a divulgação, ajustes tecnológicos e informação para a pesquisa, sistematizadas em Banco de Dados, a partir das tecnologias envolvidas em cada uma dessas Unidades. Essas unidades serão monitoradas e os resultados gerados farão parte de um banco de dados. Na sequência serão realizados cursos para os técnicos multiplicadores de ATER e dias de campo nas URTs das fazendas parceiras que desenvolvem o sistema ILPF. Em adição, todos os técnicos envolvidos integrarão uma rede de transferência de tecnologia sobre integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados do nordeste e do Tocantins. Os resultados esperados com a introdução e o aumento da adoção da integração lavoura-pecuária-floresta nos cerrados tocantinenses e nordestinos são: aumento da produção de grãos, carne e produtos madeireiros, aumento da renda do produtor rural, maior competitividade do agronegócio na região; sustentabilidade dos sistemas de produção; redução da pressão na ampliação da fronteira agrícola e. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Leandro Bortolon - Integrante / Ernandes Barboza Belchior - Integrante / Divonzil Gonçalves Cordeiro - Integrante / Alisson Moura Santos - Integrante / Marcos Lopes Teixeira Neto - Integrante / Lourival Vilela - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    FORTALECIMENTO DA AGROPECUÁRIA DE BAIXA EMISSÃO DE CARBONO NO TOCANTINS: AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES DE CARBONO ORGÂNICO DO SOLO, Descrição: O esforço do Brasil em mitigar os impactos negativos das mudanças climáticas globais é internacionalmente reconhecido. Ao contrário dos países desenvolvidos, no Brasil, a principal fonte das emissões de gases de efeito estufa (GEE) está associada às mudanças no uso do solo, com a remoção e queima das florestas, e ao uso agrícola do solo e produção animal. Neste contexto, o país assumiu o compromisso voluntário de reduzir suas emissões de GEE, tendo como uma das estratégias a criação do Plano ABC ? o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono. Através deste Plano o Brasil se compromete a reduzir em 80% a taxa de desmatamento na Amazônia e em 40% no Cerrado, além de adotar, intensivamente na agricultura, a recuperação de pastagens degradadas, promover integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), ampliar a adoção do sistema plantio direto (SPD) e fixação biológica de nitrogênio. O Tocantins faz parte da Amazônia Legal e seu território compreende os Biomas Amazônico (9%) e Cerrado (91%). Além disso, tem sido considerado como a última fronteira agrícola do país, juntamente com o Maranhão, Piauí e Bahia, e encontra-se em franca ocupação, o que potencializa a sua contribuição nas emissões de GEE através da redução dos estoques de matéria orgânica do solo (MOS) e, consequentemente, de carbono orgânico do solo (COS). Neste contexto, o presente projeto tem por objetivo caracterizar os estoques de COS em áreas de produção agropecuária do Estado do Tocantins que estejam sob usos com pastagem degradada e/ou em processo de recuperação, iLPF (em qualquer das suas modalidades) e agricultura sob o SPD, que são temas prioritários no âmbito do Plano ABC, tomando-se como referência áreas sob Cerrado nativo.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Coordenador / Elisandra Solange Oliveira Bortolon - Integrante.

  • 2012 - 2016

    Transferência de Tecnologia em Bovinocultura Leiteira no Tocantins, Descrição: O complexo agroindustrial do leite tem se destacado como um dos principais segmentos do agronegócio brasileiro. No ano de 2010 foram produzidos mais de 30 bilhões de litros de leite, movimentando cerca de R$ 21 bilhões (IBGE, 2010b). Segundo levantamento divulgado no Anualpec (2011), o Tocantins possui em seu efetivo animal 386 mil vacas leiteiras, o que corresponde a 4,83% do rebanho bovino total do estado. O Tocantins é responsável por apenas 0,52% da produção nacional (IBGE, 2010b). Na busca por respostas para a condição atual da produção de leite do Tocantins, pode-se afirmar que a baixa tecnificação dos sistemas apresenta-se como um dos principais pontos de estrangulamento ao desenvolvimento desta. A falta de informação por parte dos produtores é fato de destaque. No Tocantins a bovinocultura leiteira é praticada seguindo conceitos vetustos e muitas vezes repassados entre os produtores, sendo que estes por vezes não constituem práticas adequadas à exploração da pecuária leiteira. O setor de ATER, por sua vez, possui profissionais que de uma forma geral não apresentam formação direcionada à bovinocultura leiteira, o que por vezes, os inabilita a orientar o desenvolvimento desta atividade tão complexa. Existe no estado um desafio em aumento de produção visando o atendimento da demanda interna e mercados circunvizinhos, além disso, a Instrução Normativa 62/2011 representa um desafio em aumento da qualidade do leite produzido no Tocantins. Acredita-se que a capacitação de técnicos multiplicadores seja uma ação necessária para encarar o desafio exposto. Objetiva-se com o presente projeto capacitar e orientar técnicos, neste denominados Multiplicadores I, habilitando os mesmos a atuarem diretamente com produtores de leite ou ainda capacitando outros técnicos. Para tal, será adotada a metodologia de capacitação proposta por Benor et al. (1984), com adaptações realizadas no Brasil descritas por Domit (2007). Esta metodologia baseia-se na capacitação de técnicos multiplicadores, que poderão atuar diretamente com produtores ou mesmo outros grupos de técnicos, repassando os conhecimentos adquiridos e tecnologias absorvidas. O método prevê a realização das capacitações tendo como base ambientes reais de produção, onde os técnicos deverão colocar em prática os conceitos e tecnologias abordados nas capacitações. Tais ambientes serão denominados unidades de referência tecnológica (URT) constituindo-se de propriedades rurais que trabalham com bovinocultura leiteira e que buscam um avanço de produtividade e rentabilidade tendo os técnicos multiplicadores I como catalisadores do processo. Seguindo a metodologia descrita por Domit (2007) será formado um Grupo Gestor Estadual do projeto, o qual reunirá instituições de interesse do setor leiteiro, tendo como atribuição principal articular e promover ações que confiram robustez ao projeto. A nível operacional o projeto será executado no âmbito de comitês técnicos locais formados pelos técnicos multiplicadores da região, a equipe técnica da Embrapa envolvida no projeto e pesquisadores e especialistas convidados. O projeto será constituído de cinco planos de ação (PA): PA 1 ? Plano Gerencial, PA 2 ? Capacitação teórica, PA 3 ? Capacitação prática, PA 4 ? Avaliação de impactos e PA 5 ? Comunicação. Serão realizadas capacitações modulares com frequência semestral as quais deverão abordar assuntos que atendam às demandas levantadas pelos comitês técnicos locais. Entre os módulos de capacitação serão realizadas reuniões técnicas de acompanhamento das atividades das URT. Espera-se ao final dos 36 meses do projeto que os Multiplicadores I, então capacitados para atuarem na bovinocultura leiteira, sejam irradiadores dos conhecimentos adquiridos, de forma a ?multiplicar? o impacto das ações deste projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Integrante / Pedro Henrique Rezenda de Alcântara - Coordenador.

  • 2012 - 2015

    Transferência de Tecnologia em Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Estado do Tocantins - ABCTO, Descrição: Nas últimas décadas tem sido crescente a preocupação mundial com as mudanças climáticas provenientes principalmente, da emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O). Smith et al. (2001) consideram que a agricultura é um dos setores econômicos possivelmente mais ameaçados pelas mudanças climáticas, devido à alta influência do clima sobre os sistemas biológicos. A interação entre aumento da temperatura média do ar, aumento da concentração atmosférica de dióxido de carbono, alterações no regime pluviométrico, entre outros fatores, provocam incertezas quanto ao futuro da agropecuária em diferentes regiões. Tendo em vista a diminuição das emissões de gases do efeito estufa pela agropecuária brasileira, o governo brasileiro lançou o plano setorial de mitigação e de adaptação às mudanças climáticas para a consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura (Plano ABC). O trabalho de elaboração do plano foi coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com ampla participação de diversos setores sociais. A criação deste plano vem ao encontro do compromisso nacional voluntário assumido após a 15ª Conferência das Nações Unidas para sobre Mudanças Climáticas (COP 15), de reduzir de 36,1% e 38,9% suas emissões de gases de efeito estufa previsto na Lei 12.187/2009. Através do Plano ABC o Governo Federal pretende promover uma redução em na ordem de 133 a 166 milhões de toneladas de equivalente CO2. O plano foi estruturado em seis linhas de ação: recuperação de pastagens degradadas, adoção do sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e de Sistemas Agroflorestais (SAFs), ampliação do Sistema Plantio Direto (SPD), ampliação do uso de Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN), aumento da área de florestas plantadas e geração de energia e compostagem por meio do tratamento de dejetos animais. Para efetivar o uso das tecnologias o Plano ABC propõe a adoção de uma série de ações, como por exemplo, fortalecimento das organizações de assistência técnica e extensão rural oficiais, capacitação e informação, estratégias de transferência de tecnologia, tais como, dias de campo, palestras, seminários, workshops, implantação de Unidades de Referência Tecnológica (URT?s), além de campanhas de divulgação e chamadas públicas para contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Nessa primeira etapa o governo federal escolheu quatro estados para iniciar a operacionalização das ações do Plano ABC: Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. O Tocantins pode contribuir com a meta de redução na emissão de gases de efeito estufa na agropecuária brasileira, através da adoção das seis práticas previstas no Plano ABC. O estado recentemente foi beneficiado com a implantação do Programa de Produção Integrada de Sistemas Agropecuários em Microbacias Hidrográficas II (PISA II), que tem como objetivo principal promover o desenvolvimento agropecuário sustentável baseado na produção integrada. A médio prazo a expectativa é que projetos dessa natureza sejam incorporados, no âmbito do MAPA, pelo Plano ABC. O projeto ABC-TO está alinhado a essas tendências e demandas e tem por objetivo central transferir tecnologias apropriadas ao Tocantins para consolidação de uma agricultura de baixa emissão de carbono no estado. Para tal, foram definidas e dimensionadas atividades organizadas em 4 planos de ação, a saber: PA1-Plano Gerencial, PA2-Transferência de tecnologias para consolidação de uma agricultura com baixa emissão de carbono no Tocantins, PA3-Avaliação de impacto da adoção de tecnologias e PA4-Comunicação. O processo de TT basear-se-á na estratégia de capacitação continuada com abordagem teórico-prática.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Graduação: (20) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Cláudio França Barbosa - Integrante / Deivison Santos - Coordenador / Pedro Henrique Rezende de Alcântara - Integrante / Roberto Valladão Flores - Integrante., Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

Prêmios

2006

Certificado de avaliador de projetos na 10ª edição do Porteira Adentro, FAZU.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Centro Nacional de Pesquisa em Pesca, Aquicultura e Sistemas Agrícolas, Setor de Implementação e Programação de Transferência de Tecnologia. , Quadra 104 Sul Avenida LO 1, nº 34, Conj. 4, Pavs 1 e 2, Plano Diretor Sul, 77020020 - Palmas, TO - Brasil, Telefone: (63) 32297800, Ramal: 7813, URL da Homepage:

Experiência profissional

2012 - Atual

Centro Nacional de Pesquisa em Pesca, Aquicultura e Sistemas Agrícolas

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Analista A, Carga horária: 40

Outras informações:
Analista no Setor de Implementação e Programação de Tecnologia, vinculado ao Setor de Transferência de Tecnologia do CNPASA.

Atividades

  • 01/2014

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Câmara Setorial do Leite do Estado do Tocantins.Cargo ou função, Membro do Comitê Técnico.

  • 05/2013

    Direção e administração, Setor de Implementação e Programação de Transferência de Tecnologia.Cargo ou função, Líder de PLano de Ação de Projeto em Rede de Transferência de Tecnologias de ILPF no Estado do Tocantins.

  • 05/2013

    Treinamentos ministrados , Setor de Implementação e Programação de Transferência de Tecnologia.Treinamentos ministrados, Capacitação Prática de Agentes Multiplicadores em Tecnologias de Bovinocultura Leiteira no Estado do Tocantins, Gestor do orçamento do Plano gerencial do Projeto de Transferência de Tecnologias de Bovinocultura Leiteira no Estado do Tocantins

  • 04/2012

    Serviços técnicos especializados , Setor de Implementação e Programação de Transferência de Tecnologia.Serviço realizado, Transferência de Tecnologia para Consolidação de uma Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no estado do Tocantins.

2005 - 2012

Prefeitura Municipal de Uberlândia

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Zootecnista, Carga horária: 20

Outras informações:
Execução de programas municipais de apoio à agricultura familiar.

2010 - 2011

Prefeitura Municipal de Uberlândia

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Coord. N. de Pec., Def. e Educ. Sanitária, Carga horária: 30

Outras informações:
Coordenação de equipe técnica na execução de programas de educação sanitária e profissional de produtores rurais de bovinos.

Atividades

  • 01/2005 - 03/2012

    Serviços técnicos especializados , Secretaria Municipal de Agropecuária e Abastecimento.Serviço realizado, Pesquisa e desenvolvimento de programas de apoio à agricultura familiar.

  • 07/2010 - 06/2011

    Direção e administração, Prefeitura Municipal de Uberlândia.Cargo ou função, Cargo administrativo.

2011 - 2012

Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Zootecnista, Carga horária: 20

2011 - 2011

Colégio Mais Positivo - Uberlândia

Vínculo: Professor vistante, Enquadramento Funcional: Professor de zootecnia, Carga horária: 14

Outras informações:
Professor das disciplinas Forragicultura e Piscicultura para alunos do Segundo Período do Curso Técnico em Zootecnia; Professor das disciplinas Bovinocultura de Corte e Caprinocultura e Ovinocultura para alunos do Terceiro Período do Curso Técnico em Zootecnia;

2007 - 2009

Universidade Federal de Uberlândia

Vínculo: aluno de mestrado, Enquadramento Funcional: aluno regular, Carga horária: 8

Outras informações:
Linha de pesquisa:Biotécnicas e reprodução Animal

Atividades

  • 05/2007

    Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Medicina Veterinária.Linhas de pesquisa

1996 - 2012

Cria Bem Comércio e Zootecnia Ltda

Vínculo: Proprietário, Enquadramento Funcional: Presidente, Carga horária: 20

Outras informações:
Comercialização varejista de produtos agropecuários, consultoria e assitência técnica aos produtores rurais do município de Uberlândia.

Atividades

  • 11/1996

    Direção e administração, Cria Bem.Cargo ou função, Diretor-presidente.

2000 - 2000

CN Flora Meio Ambiente LTDA

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Técnico em reflorestamento, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Direção e execução do projeto de reflorestamento com plantas nativas do cerrado em GO e TO sob toda a extensão da rede de alta tensão da energia gerada na usina hidrelétrica da Serra da Mesa .

Atividades

  • 01/2000 - 07/2000

    Serviços técnicos especializados , Conflora.Serviço realizado, Reflorestamento sob a rede elétrica da Usina Hidrelétrica da Serra da Mesa - GO e TO.

1998 - 1999

Agropecuária Barra Bonita Ltda

Vínculo: Trabalhista (CPT), Enquadramento Funcional: Gerente Administrativo, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Supervisão administrativa do gerenciamento de 2 fazendas de produção semi-intensiva de gado de corte em Goiás.

Atividades

  • 10/1997 - 05/1999

    Direção e administração, Fazenda Mundo Novo, Fazenda Barra Bonita.Cargo ou função, Supervisor Administrativo.

1995 - 1996

Goiasvet

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Zootecnista, Carga horária: 44

Outras informações:
RT deste comércio de produtos agropecuários e Ccnsultor autônomo em zootecnia dos produtores rurais do município de Anápolis e regiões circunvizinhas em Goiás.

Atividades

  • 01/1995 - 12/1996

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Goiasvet.Cargo ou função, Zootecnista.

  • 01/1995 - 10/1996

    Pesquisa e desenvolvimento, Goiasvet.Linhas de pesquisa

1994 - 1994

Colégio Estadual Virgílio Santillo

Vínculo: Professor adjunto, Enquadramento Funcional: Professor de Biologia - 2º Grau, Carga horária: 8

Outras informações:
Anápolis - GO

1993 - 1993

Colégio Estadual Jader Barbalho

Vínculo: Professor adjunto, Enquadramento Funcional: Professor de Biologia 2º Grau, Carga horária: 12

Outras informações:
Xinguara - PA

1991 - 1995

Zootec

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Zootecnista, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Atuação como profissional liberal (pessoa física)

Atividades

  • 11/1991 - 12/1995

    Direção e administração, Zootec.Cargo ou função, Zootecnista.

1990 - 1992

Colégio Castro Alves

Vínculo: Professor adjunto, Enquadramento Funcional: Professor de Biologia 2º Grau, Carga horária: 12

Outras informações:
Xinguara - PA

1990 - 1990

Agropecuária Felipe Ltda

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Gerente Administrativo, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Administração de comércio de distribuição, representação e varejista de produtos agropecuários.

Atividades

  • 05/1989 - 11/1991

    Direção e administração, Agropecuária Felipe Ltda.Cargo ou função, Gerente Administrativo.

1988 - 1989

Fernando Luiz Quagliato e outros, FAZENDA STª ROSA

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Zootecnista, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Controle geral de produção de 18.000 cabeças de bovinos de corte nas fases de cria, recria e engorda.

Atividades

  • 11/1988 - 05/1989

    Direção e administração, .Cargo ou função, Zootecnista.

  • 11/1988 - 05/1989

    Serviços técnicos especializados .Serviço realizado, Planejamento do programa de reprodução com EM e IA.

1987 - 1987

Agroceres Pic Melhoramento de Suínos Ltda

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Zootecnista, Carga horária: 40

Outras informações:
Treinamento zootécnico da produção, reprodução e melhoramento de suínos tipo carne em sistema de confinamento total.

Atividades

  • 10/1987 - 10/1987

    Treinamentos ministrados , UPL.Treinamentos ministrados, Produção, Reprodução e Melhoramento de Suínos

1987 - 1987

Associação Brasileira de Criadores do Cavalo da Raça Mangalarga Marchador

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Auxiliar Técnico, Carga horária: 40

Outras informações:
Acompanhamento técnico de todo o processo de registro e julgamento de eqüinos do Stud Book da ABCCRMM.

Atividades

  • 01/1987 - 02/1987

    Estágios , ABCCRMM.Estágio realizado, Técnico de Registro do Stud Book e Juiz da ABCCRMM.

2016 - Atual

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2012 - Atual

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Analista a

Outras informações:
Analista do Setor de Inovação, atividades de transferência de tecnologias de processos e produtos de inovação desenvolvidos pela Embrapa.