Anna Carolina Soares Carvalho

Acadêmica do 8 período de enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Formação técnica em Biotecnologia pelo Colégio Técnico de Minas Gerais (COLTEC). Bolsista do projeto de iniciação científica "A enfermagem no cuidado à criança e ao adolescente: perspectivas para um cuidado orientado pela humanização, integralidade e segurança do paciente"; e voluntária do do projeto de extensão "RENASCER - Cuidado Multidisciplinas ao Luto Perinatal". Desejo em atuar na área neonatal e periátrica, com ênfase em cuidados intensivos.

Informações coletadas do Lattes em 01/09/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Enfermagem

2019 - Atual

Universidade Federal de Minas Gerais

Curso técnico/profissionalizante

2019 - 2021

Colégio Técnico de Minas Gerais

Ensino Médio (2º grau)

2012 - 2014

INSTITUTO EDUCACIONAL EVANGÉLICO MONTE SÃO

Formação complementar

2021 - 2021

Curso de Assistência de Enfermagem no Pré-Natal. (Carga horária: 3h). , CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS, COREN-MG, Brasil.

2021 - 2021

Curso de Semiologia Aplicada à Enfermagem. (Carga horária: 3h). , CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS, COREN-MG, Brasil.

2021 - 2021

Curso de Enfermagem em Oncologia. (Carga horária: 3h). , CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS, COREN-MG, Brasil.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Enfermagem em Saúde da Criança e do Adolescente.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: cuidados paliativos.

Organização de eventos

CARVALHO, A. C. S. ; MARCATTO, J. O. ; SOARES, M. F. M. R. ; DUARTE, E. D. . Roda de Conversa: Cuidados Paliativos em Pediatria. 2022. (Outro).

CARVALHO, A. C. S. ; MARCATTO, J. O. ; SOARES, M. F. M. R. . Doação de leite por mães enlutadas: ressignificação do luto gestacional e neonatal. 2022. (Outro).

CARVALHO, A. C. S. ; SOARES, M. F. M. R. ; MARCATTO, J. O. . 2ciclo de debates sobre o recém-nascido prematuro - Contato pele a pele desde o momento do nascimento. 2022. (Outro).

CARVALHO, A. C. S. ; MARCATTO, J. O. ; OLIVEIRA, E. C. V. ; SOARES, M. F. M. R. . 1° Ciclo de Debates Sobre Boas Práticas no Cuidados com o Recém-Nascido Prematuro. 2021. (Outro).

Participação em eventos

2° Congresso do Coren-MG, 3° Congresso Mineiro de Enfermagem e 2° Simpósio de Processo de Enfermagem,. A IMPORTÂNCIA DO MONITORAMENTO DO LUTO APÓS A PERDA GESTACIONAL/NEONATAL: relato de experiência. 2022. (Congresso).

2 Ciclo de debates sobre o recém-nascido prematuro - Contato pele a pele desde o momento do nascimento. 2022. (Seminário).

INTRODUÇÃO AO MAXQDA - SOFTWARE PARA ANÁLISE DE DADOS QUALITATIVOS,. 2022. (Seminário).

I Simpósio Internacional de Proteção do Aleitamento Materno - SIPAM 2022. 2022. (Simpósio).

IV Simpósio de Neonatologia e Aleitamento Materno e III Simpósio Interdisciplinar da Prematuridade.DOAÇÃO DE LEITE POR MÃES ENLUTADAS - UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.. 2022. (Simpósio).

XVI Congresso Mineiro de Pediatria. IMPACTO DA PARTICIPAÇÃO DE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM UM PROJETO DE EXTENSÃO QUE ABORDA A TEMÁTICA DA PERDA GESTACIONAL E NEONATAL.. 2022. (Congresso).

1° Ciclo de Debates Sobre Boas Práticas no Cuidados com o Recém-Nascido Prematuro. 20. 2021. (Seminário).

2 Simpósio Nacional Interligas de Neonatologia. 2021. (Simpósio).

Semana da Enfermagem, COREN-MG. 2021. (Seminário).

1 Simpósio de Pediatria da LAPed - UFN: Temas relevantes da infância. 2020.. 2020. (Simpósio).

Produções bibliográficas

  • CARVALHO, A. C. S. . DOAÇÃO DE LEITE POR MÃES ENLUTADAS - UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.. 2022. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • CARVALHO, A. C. S. ; MARCATTO, J. O. . DOAÇÃO DE LEITE POR MÃES ENLUTADAS: RESSIGNIFICAÇÃO DO LUTO GESTACIONAL E NEONATAL.. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • CARVALHO, A. C. S. ; MARCATTO, J. O. . IMPACTO DA PARTICIPAÇÃO DE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM UM PROJETO DE EXTENSÃO QUE ABORDA A TEMÁTICA DA PERDA GESTACIONAL E NEONATAL.. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • CARVALHO, A. C. S. ; MARCATTO, J. O. . A IMPORTÂNCIA DO MONITORAMENTO DO LUTO APÓS A PERDA GESTACIONAL/NEONATAL: relato de experiência. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    A enfermagem no cuidado à criança e ao adolescente: perspectivas para um cuidado orientado pela humanização, integralidade e segurança do paciente, Descrição: O projeto ?A enfermagem no cuidado à criança e ao adolescente: perspectivas para um cuidado orientado pela humanização, integralidade e segurança do paciente? articula parceria entre a Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (EEUFMG) e o Hospital Municipal Odilon Behrens (HMOB). Foi inicialmente implantado em maio de 2009, a partir de necessidades identificadas na experiência clínica e na atividade docente na disciplina de Saúde da Criança e do Adolescente do curso de Graduação em Enfermagem da EEUFMG. A vivência no serviço de saúde permitiu acompanhar o aumento crescente das internações prolongadas nas unidades pediátricas, a fragmentação do cuidado e o aumento de numero eventos adversos, repercutindo na segurança do paciente. A despeito nesse aumento no período de hospitalização, o cuidado voltado a crianças e adolescentes nessa condição tem mantido sua centralidade nas necessidades biológicas, desconsiderando as dimensões psicológicas, sociais e emocionais do indivíduo em crescimento e desenvolvimento e atenção voltada para segurança. Adicionalmente, a participação dos familiares e/ou acompanhantes no processo de cuidado e na segurança do paciente ainda é pouco valorizada. Frente ao exposto, o presente projeto busca desenvolver atividades junto a crianças, adolescentes, familiares e profissionais da unidade de internação pediátrica do HMOB, com vistas a qualificar o cuidado oferecido às crianças, adolescentes e suas famílias pautado na humanização, integralidade e segurança do paciente, bem como, construir um cuidado favorecedor para o enfrentamento do processo de adoecimento e hospitalização vivenciado por crianças/adolescentes, familiares. Ademais, o projeto visa estimular a participação das crianças/adolescentes e seus familiares em busca do cuidado seguro na unidade de pediatria. Tendo em vista os diferentes atores envolvidos na realização do projeto e os resultados obtidos anteriormente, verifica-se que este projeto contribui para o fortalecimento da integração entre discentes da graduação e pós graduação e docentes da EEUFMG e a equipe de assistencial e interdisciplinar do HMOB , construindo práticas de cuidado integral, seguro e qualificado aos usuários. Entende-se essa integração como necessária para as atividades de ensino clínico do curso de Graduação em Enfermagem, para a melhoria da qualidade dos serviços prestados pela Pediatria do HMOB e para a potencialização de atividades de pesquisa, fatores estes que justificam sua continuidade. Ressalta-se que esse projeto de extensão é articulada com ensino na disciplina de enfermagem da criança e adolescente e pesquisas realizadas nessa temática com inclusão de alunos de graduação e pós graduação. A integração dos alunos de graduação e pós graduação acontece por meio do desenvolvendo das atividades da extensão e pesquisa articulados com produção de monografias, dissertações e teses.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (9) . , Integrantes: Anna Carolina Soares Carvalho - Coordenador / BRUNA FIGUEIREDO MANZO - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Acolhimento ao luto perinatal: atuação das equipes de saúde, ONG e coletivos de apoio a famílias enlutadas, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Juliana de Oliveira Marcatto em 06/04/2023., Descrição: A perda gestacional e neonatal precoce é um problema de saúde pública que tem ganhado destaque em nível mundial. A morte de um bebê exerce forte impacto na vida das mulheres, famílias, profissionais de saúde e sociedade, com repercussões físicas, emocionais, espirituais e econômicas (HEAZELL et al., 2016). Em 2015, ocorreram cerca de 2,6 milhões de perdas gestacionais no mundo, sendo a maioria delas em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento (LAWN et al., 2015). No Brasil, em decorrência da extensão territorial e densidade populacional, é possível observar diferenças significativas entre regiões no que se refere ao acesso aos serviços de saúde, fato que impacta diretamente no elevado número de casos e na qualidade da assistência prestada pelas equipes de saúde. Durante o ano de 2019, foram notificados 29.105 óbitos fetais e 18.402 óbitos neonatais precoces (recém-nascidos de 0 a 6 dias de vida), com maiores proporções observadas nas regiões sudeste e nordeste (DATASUS, 2019). A perda do filho, independentemente da idade gestacional, constitui uma contradição por romper a ordenação natural com impactos que podem resultar em desordens de natureza psicológica (KERSTING et al., 2012), alimentar, distúrbios de sono, agravamento de condições crônicas prévias, ansiedade (COUTO et al., 2009; SCOTT, 2011), depressão (COUTO et al., 2009; ADOLFSSON, 2011; SCOTT, 2011), estresse pós-traumático (GRAVENSTEEN et al., 2013), adoecimento mental e transtorno do luto prolongado, também descrito na literatura como luto complicado (HEAZELL et al, 2016; HORTON, 2016 ; AGUIAR; ZORNING, 2016). O luto é a resposta à ruptura de um vínculo significativo, no qual havia um investimento afetivo entre o enlutado e a pessoa que morreu e este processo parece ser proporcional ao grau de apego. Nesse contexto de perda, o enlutado vivencia uma série de mudanças relacionadas ao meio social, familiar, econômico, entre outras, de maneira particular e singular (BOWLBY, 1990). No luto normal o indivíduo compreende e aceita a perda, adaptando-se á nova realidade. O transtorno do luto prolongado é reconhecido como transtorno mental e está inserido na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Também é um diagnóstico de enfermagem descrito como Sentimento de Pesar Disfuncional, aprovado na NANDA. O transtorno do luto prolongado é uma experiência de desorganização prolongada que impede o indivíduo de retomar suas atividades com a qualidade anterior à perda (FRANCO, 2010). Worden (2013) destaca que podem estar presentes neste processo manifestações tais como expressão de sentimentos intensos que persistem mesmo muito tempo após a perda, somatizações frequentes, mudanças radicais no estilo de vida que tendem ao isolamento, episódios depressivos, baixa autoestima e impulso autodestrutivo (WORDEN, 20213; HERDMAN; KAMITUSURU & LOPES, 2021). Na prática clínica é possível observar dificuldades por parte dos profissionais de saúde na condução do cuidado das famílias acometidas. Para que seja efetivo, o acolhimento deve ser iniciado no momento do diagnóstico, quando uma condição ameaçadora à vida do feto é identificada, durante o parto e sustentado após a morte do bebê durante a fase do luto o (AMTHAUER et al., 2012; KERSTING et al., 2012). O cuidado da família durante o luto é fundamental para prevenir impactos negativos em curto e longo prazo. Além de várias dificuldades de condução observadas durante o pré-natal e nascimento, o seguimento das famílias após a morte do feto ou bebê é um grande desafio e as evidências científicas acerca desse processo constitui um hiato na literatura. Diante do exposto, o objetivo do evento é discutir os protocolos que subsidiam as práticas dos profissionais de saúde no acolhimento e as contribuições do trabalho desenvolvido por ONG e coletivos de apoio a famílias que vivenciam a experiência da perda perinatal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (8) . , Integrantes: Anna Carolina Soares Carvalho - Integrante / JULIANA DE OLIVEIRA MARCATTO - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2021 - 2021

Universidade Federal de Minas Gerais

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2022 - Atual

Hospital Municipal Odilon Behrens

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista em projeto de extensão, Carga horária: 20

2022 - Atual

Hospital das Clínicas da UFMG/Ebserh, HC-UFMG/Ebserh

Vínculo: Voluntária, Enquadramento Funcional: Voluntária no ambulatório São Vicente, Carga horária: 12