Carolina Litchina Brasil

Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade da Região da Campanha (2014), mestre em Ciências Veterinárias pelo Programa de Pós Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas, doutoranda do Programa de Pós graduação em microbiologia e parasitologia da Universidade Federal de Pelotas, especialização em diagnóstico por imagem de animais de companhia.

Informações coletadas do Lattes em 17/11/2022

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Universidade Federal de Pelotas

2017 - Atual

Universidade Federal de Pelotas
Daniela Isabel Brayer Pereira. Coorientador: Fábio Pereira Leivas Leite. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Biotecnologia / Subárea: Biotecnologia em Saúde Humana e Animal. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.

Mestrado em andamento em Veterinária

2015 - Atual

Universidade Federal de Pelotas
Título: Avaliação do Colostro de Eguas da Raça Crioula,Orientador:
Carlos Eduardo Wayne Nogueira.

Especialização em andamento em Especialização em diagnóstico por imagem de pequenos animais

2017 - Atual

Instituto Qualittas

Especialização em andamento em Pós Graduação com Especialização em Gestão de Micro e Pequenas Empresas

2016 - Atual

Portal Educação de Campo Grande

Graduação em Medicina Veterinária

2009 - 2014

Universidade da Região da Campanha
Título: Biotécnicas da Reprodução
Orientador: Patrícia Salla

Formação complementar

2018 - 2018

Capacitação em Ultrassonografia Abdominal em Cães e Gatos. (Carga horária: 30h). , Instituto Qualittas, QUALITTAS, Brasil.

2017 - 2017

Obstetrícia equina neonatologia e clínica de potros. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2016 - 2016

Ministrante de aulas práticas na disciplina de clínica médica de grandes. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2016 - 2016

Ministrante de aulas práticas na disciplina de clínica médica de grandes. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2015 - 2016

Ministrante de aulas práticas na disciplina de fisiopatologia da reprodução. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2015 - 2015

Obstetrícia equina neonatologia e clínica de potros. (Carga horária: 18h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2015 - 2015

Ministrante de aulas práticas na disciplina de clínica médica de grandes. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2015 - 2015

Ministrante de aulas práticas na disciplina de clínica médica de grandes. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2015 - 2015

Prova de proficiências da lingua inglesa. , Universidade da Região da Campanha, URCAMP, Brasil.

2011 - 2014

Estágio Extra Curricular. (Carga horária: 500h). , Henrique Litchina González, H.G., Brasil.

2011 - 2014

Inglês Avançado I. (Carga horária: 432h). , One Way Escola de Inglês, ONE WAY, Brasil.

2012 - 2012

Extensão universitária em Estágio extracurricular. (Carga horária: 40h). , Universidad Nacional de Rio Cuarto, UNRC, Argentina.

2012 - 2012

Primeiros Passos no Word. (Carga horária: 15h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2012 - 2012

Trabalho decente. (Carga horária: 8h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2012 - 2012

Curso de Transferência Embrionária Equina. (Carga horária: 40h). , Universidad Nacional de Rio Cuarto, UNRC, Argentina.

2012 - 2012

Saúde Rural. (Carga horária: 30h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2011 - 2012

Pobreza Rural. (Carga horária: 4h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2011 - 2011

Meio ambiente. (Carga horária: 10h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2011 - 2011

Curso Teórico Prático de Andrologia e Manipulação. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2011 - 2011

Reprodução em equinos: Atualização Histofisiologia. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2011 - 2011

Curso Teórico Prático Congelamento e Transferencia. (Carga horária: 16h). , Dr. Cláudio Alves Pimentel, P. C., Brasil.

2011 - 2011

Estágio Extra Curricular. (Carga horária: 112h). , Henrique Litchina González, H.G., Brasil.

2010 - 2010

2 curso de melhoramento de bovinos de corte. (Carga horária: 16h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2010 - 2010

Estágio Extra Curricular. (Carga horária: 112h). , Associação Brasileira de Hereford e Braford, ABHB, Brasil.

2010 - 2010

Inglês Básico 2 a. (Carga horária: 54h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - RS, SENAC/RS, Brasil.

2010 - 2010

Desmame e Recria de Bovinos de Corte. (Carga horária: 24h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2010 - 2010

Estágio Extra Curricular. (Carga horária: 450h). , Haras Anderson Agropecuária Ltda., HARAS ANDERSON, Brasil.

2010 - 2010

Ferrageamento de Equinos. (Carga horária: 24h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2009 - 2009

Extensão universitária em EXTÁGIO EXTRACURRICULAR. (Carga horária: 80h). , Associação Brasileira de Hereford e Braford, ABHB, Brasil.

2009 - 2009

Apresentação de Animais em Pista. (Carga horária: 8h). , Associação Brasileira de Hereford e Braford, ABHB, Brasil.

2009 - 2009

Inglês Básico I a. (Carga horária: 54h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - RS, SENAC/RS, Brasil.

2009 - 2009

1º Ciclo de Palestras da Rural Jovem. (Carga horária: 8h). , Associação Rural de Bagé, ARBAGÉ, Brasil.

2007 - 2007

datilografia informatizada com uso do software. (Carga horária: 50h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - RS, SENAC/RS, Brasil.

2007 - 2007

tecnicas administrativas. (Carga horária: 62h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - RS, SENAC/RS, Brasil.

2007 - 2007

Manejo de Ovinos. (Carga horária: 24h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2007 - 2007

Excel Avançado. (Carga horária: 16h). , Exxatus escola de informática, EXATTUS, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Estágio nas áreas de Reprodução e Neonatologia Equina.

Organização de eventos

BRASIL, C. L. . II CURSO TEÓRICO PRÁTICO DE NEONATOLOGIA EQUINA. 2017. (Outro).

BRASIL, C. L. ; Nogueira C.E.W. ; CURCIO, B. R. ; PAZINATO, F. ; SANTOS, A. C. . Curso Teorico pratico de Neonatologia. 2016. (Outro).

Nogueira C.E.W. ; BRASIL, C. L. ; PAZINATO, F. ; CURCIO, B. R. ; MORAES, B. ; SANTOS, A. C. . Treinamento e Capacitação Teorico pratico influencia da obesidade materna em eguas gestantes sobre características metabolicas morfometricas e comportamentais dos potros. 2016. (Outro).

BRASIL, C. L. ; PEREIRA, D. I. B. ; VALENTE, J. S. S. . III ENCONTRO GAUCHO DE MICOLOGIA. 2016. (Outro).

Nogueira C.E.W. ; PAZINATO, F. M. ; CURCIO, B. R. ; BRASIL, C. L. ; SANTOS, A. C. ; MORAES, B. . IV ABRAVEQ SUL CONGRESSO DO CAVALO CRIOULO. 2015. (Congresso).

BRASIL, C. L. ; Nogueira C.E.W. ; SANTOS, A. C. ; MORAES, B. ; PAZINATO, F. . Treinamento Teorico e pratico de Manejo do Parto e Cuidados com Neonato. 2015. (Outro).

Participação em eventos

minicurso Introdução a biotecnologia microbiana promovido durante o V Simpósio de Biotecnologia: O potencial da Integração Científica e I Mostra Científica.minicurso Introdução a biotecnologia microbiana promovido durante o V Simpósio de Biotecnologia: O potencial da Integração Científica e I Mostra Científica. 2017. (Simpósio).

V Simpósio de Biotecnologia: O potencial da Integração Científica e I Mostra Científica. 2017. (Simpósio).

III Encontro Gaúcho de Micologia.Efeito dam vulgare sobre pythium insidiosum combinação in vitro de óleos essencais de Mentha Piperita E origanu. 2016. (Encontro).

III Encontro Gaúcho de Micologia.Identificação de proteínas imunodominantes de isolados brasileiros de pythium insidiosum. 2016. (Encontro).

III Encontro Gaúcho de Micologia.Suscetibilidade do oomiceto pythium insidiosum a oleos essenciais de origanum majorana, mentha piperita e rosmarinus offiicinalis. 2016. (Encontro).

III Encontro Gaúcho de Micologia. 2016. (Encontro).

III Encontro Gaúcho de Micologia.Suscetibilidade in vitro do óleo essencail de Melaleuca alternifolia em formuação livre e nanoemulsão sobre pythium insidiosum. 2016. (Encontro).

III Encontro Gaúcho de Micologia.Atividade in vitro de itraconazol em combinação com origanum vulgare frente a pythium insidiosum. 2016. (Encontro).

III Encontro Gaúcho de Micologia.Toxicidade dérmica de formulação tópica contendo óleo essencial de Melaleuca alternifollia para o tratamento de infecções cutâneas cuasadas por pythium insidiosum. 2016. (Encontro).

III Encontro Gaúcho de Micologia.Isolamento e carécies de pythium cacterização de especies de ambiente aquaticos no estado do RS e avaliação da patogenicidade em modelo experimental. 2016. (Encontro).

VIII Congresso Brasileiro de Micologia. ATIVIDADE ANTI Pythium insidiosum da combinação in vitro entre os óles essenciasi de mentha piperita e origanum vulgare. 2016. (Congresso).

VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE MICOLOGIA. SUSCETIBILIDADE IN VITRO DO OOMICETO PYTHIUM INSIDIOSUM FRENTE A COMBINAÇÃO DE ITRACONAZOL COM O OLEO ESSENCIAL DE ORIGANUM VULGARE. 2016. (Congresso).

VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE MICOLOGIA. ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DO ÓLEO ESSENCIAL DE MELALEUCA ALTERNIFOLIA SOBRE O YTHIUM INSIDIOSUM. 2016. (Congresso).

XVII CONFERENCIA ANUAL ABRAVEQ. AVALIAÇÃO DO GANHO DE PESO E COMPARAÇÃO DE METODOS ALTERNATIVOS DE PESAGEM NO TERÇO MEDICO E FINAL DA GESTAÇÃO EM EGUAS. 2016. (Congresso).

XVII CONFERENCIA ANUAL ABRAVEQ. PITIOSE EQUINA NA RAÇA CRIOULA NO SUL DO RIO GRANDE DO SUL. 2016. (Congresso).

CURSO TEÓRICO PRÁTICO OBSTETRÍCIA EQUINA, NEONATOLOGIA E CLÍNICA DE POTROS. 2015. (Seminário).

IV ABRAVEQ SUL - Congresso do Cavalo Crioulo. 2015. (Congresso).

XVI Conferencia Anual ABRAVEQ 2015. Acúmulo de Gordura e lesões osteoarticulares em potros da raça crioula. 2015. (Congresso).

XVI Conferencia Anual da ABRAVEQ. ACÚMULO DE GORDURA E LESÕES OSTEOARTICULARES EM POTROS DA RACA CRIOULA. 2015. (Congresso).

XVII A ANUAL ABRAVEQ. UTILIZAÇÃO DO PH DO COLOSTRO COMO METODO PREVISOR DO PARTO EM ÉGUAS. 2015. (Congresso).

XVII ENPOS.AVALIAÇÃO FISICA DO SEMEN DE GARANHÕES DA RAÇA CRIOULA PRÉ E POS CRIOPRESERVAÇÃO. 2015. (Encontro).

CONGREGA URCAMP. COMPARAÇÃO DE MOTILIDADE ESPERMÁTICA PRE E PÓS CRIOPRESERVAÇÃO EM GARANHÕES DA RAÇA CRIOULA NO SUL DO RS. 2014. (Congresso).

Demonstração Teórico Prática INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BOVINOS. 2013. (Outra).

III Congresso Argentino de Reprodução Equina. 2013. (Congresso).

Palestra sobre Síndrome Cólica Dr. Flávio de La Côrte. 2013. (Outra).

Ciclo de Palestras do Projeto "Educação, Cultura e Religiosidade". 2012. (Outra).

XIII Conferência Anual da ABRAVEQ. 2012. (Congresso).

CONGREGA URCAMP. PRINCIPAIS ENDOPARASITAS DE EQUINOS DA RAÇA PURO SANGUE INGLES DA REGIÃO DE BAGÉ RS, DIAGNOSTICADOS ATRAVES DE TECNICAS COPROPARASITOLOGICAS. 2011. (Congresso).

CONGREGA URCAMP. DIAGNÓSTICO DE MAMITE EM BOVINOS DE CORTE. 2011. (Congresso).

CONGREGA URCAMP. INFESTAÇÃO POR TRICHODECTIS CANIS EM FILHOTE CANINO: RELATO DE CASO. 2011. (Congresso).

CONGREGA URCAMP 2011. PARTICIPAÇÃO COMO PARTICIPANTE. 2011. (Congresso).

CONGREGA URCAMP 2011 Minicurso "USO DO ULTRASSOM NA AVALIAÇÃO OBSTÉTRICA NA ÉGUA". 2011. (Congresso).

II Congresso Argentino de Reprodução Equina. 2011. (Congresso).

II Simpósio Abraveq Sul Gramado. 2011. (Simpósio).

1 Simpósio Internacional - América Funcional.PARTICIPAÇÃO COMO PARTICIPANTE. 2010. (Simpósio).

Encontro Nacional de Neonatologia Equina.PARTICIPAÇÃO COMO PARTICIPANTE. 2010. (Encontro).

Semana academica de medicina veterinária.Semana academica de medicina veterinária. 2010. (Outra).

Semana Academica de Medicina Veterinaria 3 a 4 novembro 2010.carga horária de 8 horas. 2010. (Encontro).

Seminário de Responsabilidade Técnica- Modulo Básico.PARTICIPAÇÃO COMO PARTICIPANTE. 2010. (Seminário).

Seminário de Sanidade Animal e Saúde Pública de Bagé.PARTICIPAÇÃO COMO PARTICIPANTE. 2010. (Seminário).

1 ciclo de palestras rural jovem. 2009. (Outra).

apresentação de animais em pista.apresentação de animais em pista. 2009. (Outra).

CONGREGA URCAMP 2009. PARTICIPAÇÃO COMO PARTICIPANTE. 2009. (Congresso).

congrega urcamp- ouvinte minicurso "COMO OBTER UM DIAGNÓSTICO CORRETO COLETA E ACONDICIONAMENTO DAS AMOSTRAS PARA OS DIFERENTES TIPOS DE EXAMES LABORATORIAIS". 2009. (Congresso).

semana acadêmica de Medicina Veterinária.semana academica de medicina veterinária. 2009. (Outra).

Participação em bancas

Corcini D.C.;BRASIL, C. L.. Projeto Jornal na escola: Educando para a cidadania. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

Corcini D.C.;BRASIL, C. L.. O Som do Tempo: Democratização do Conhecimento Histórico Através do Rádio. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

Corcini D.C.;BRASIL, C. L.. As forças e os fluxos do cinema em salas alternativas experincia do cine UFPel. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

BRASIL, C. L.; Corcini D.C.. Designeria empresa júnior projetos de design para a comunidade interna e externa a UFPel. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

BRASIL, C. L.; Corcini D.C.. Projeto Documental ONG Anjos e Querubins. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

BRASIL, C. L.; Corcini D.C.. no ar, a importancia do rádio educativo no resgate da pluralidade cultural. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

BRASIL, C. L.; Corcini D.C.. MESMA: encontros sobre representação feminista. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

BRASIL, C. L.; Corcini D.C.. Conectando saberes: um jornal que contribui para a geração de conhecimento e para o compartilhamento de ideias. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

Corcini D.C.;BRASIL, C. L.. Educomunicação: Jornalismo Comunitário dentro das escolas. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

BRASIL, C. L.; Corcini D.C.. Mídia Educação experiencias de web rádio e web tv no ambiente escolar inclusivo. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

BRASIL, C. L.; Corcini D.C.. useu arqueológico e antropológico da ufpel. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

Corcini D.C.;BRASIL, C. L.. Originalidade na identidade visual a guga dos cliches e a criação de materiais autenticos. 2016. Universidade Federal de Pelotas.

Orientou

Gabriela Castro da Silva

Estágio Extracurricular clínica e reprodução de equinos; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carolina Litchina Brasil;

João Pedro Etges

Estágio Extracurricular clínica e reprodução de equinos; 2016; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carolina Litchina Brasil;

Gabriela Castro da Silva

Estágio Extracurricular clínica e reprodução de equinos; 2016; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carolina Litchina Brasil;

Isabel Wetzel

Estágio Extracurricular clínica e reprodução de equinos; 2016; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carolina Litchina Brasil;

Isabel Wetzel

Estágio Extracurricular clínica e reprodução de equinos; 2015; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carolina Litchina Brasil;

João Pedro Etges

Estágio Extracurricular clínica e reprodução de equinos; 2015; Orientação de outra natureza - Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carolina Litchina Brasil;

Produções bibliográficas

  • VIEIRA, P. ; Nogueira C.E.W. ; SANTOS, A. C. ; ARAUJO, L. ; SCALCO, R. ; BRASIL, CAROLINA LICHTINA ; BARROS, W. S. ; CURCIO, B. R. . Development of a weight estimation model to use in pregnant criollo type mares. CIÊNCIA RURAL , v. 48, p. 1-6, 2018.

  • MOREIRA, ANDRIOS DA SILVA ; BAPTISTA, CRISTIANE TELLES ; BRASIL, CAROLINA LITCHINA ; VALENTE, JÚLIA DE SOUZA SILVEIRA ; BRUHN, FÁBIO RAPHAEL PASCOTI ; PEREIRA, DANIELA ISABEL BRAYER . Risk factors and infection due to Cryptosporidium spp. in dogs and cats in southern Rio Grande do Sul. REVISTA BRASILEIRA DE PARASITOLOGIA VETERINARIA , v. 27, p. 112-117, 2018.

  • ZAMBRANO, CRISTINA GOMES ; GOMES, ANGELITA REIS ; BRASIL, CAROLINA LITCHINA ; VALENTE, JÚLIA DE SOUZA SILVEIRA ; BRAGA, CAROLINA QUINTANA ; DE AZEVEDO, MARIA ISABEL ; BOTTON, SÔNIA DE AVILA ; PEREIRA, DANIELA ISABEL BRAYER . Influence of temperature on in vitro zoosporogenesis of Pythium insidiosum. MEDICAL MYCOLOGY (OXFORD. ONLINE) , v. 00, p. 1-7, 2017.

  • DAL BEN, VANESSA ; OLIVEIRA, RÔMULO S. ; BORCHARDT, JÉSSICA L. ; VALENTE, JÚLIA DE SOUZA S. ; BRASIL, CAROLINA LICHTINA ; ZAMBRANO, CRISTINA GOMES ; LEITE, FÁBIO PEREIRA LEIVAS ; BOTTON, SÔNIA DE AVILA ; PEREIRA, DANIELA ISABEL BRAYER . Protein profile of Brazilian Pythium insidiosum isolates. MEDICAL MYCOLOGY , v. 00, p. 1-8, 2017.

  • VALENTE, J. S. S. ; FONSECA, A. O. S. ; BRASIL, C. L. ; SAGAVE, L. ; FLORES, F. C. ; SILVA, C. B. ; SANGION, L. A. ; POTTER, L. ; SANTURIO, J. M. ; BOTTON, S. A. ; PEREIRA, D. I. B. . In vitro activity of Melaleuca alternifolia (tea tree) in its free oil and nanoemulsion formulations against Pythium insidiosum. Mycopathologia (1975. Print) , v. 181, p. 7-8, 2016.

  • BRASIL, C. L. ; PAZINATO, F. M. ; OTTE, M. ; Nogueira C.E.W. ; CURCIO, B. R. ; MOREIRA, A. ; BAPTISTA, C. T. . Avaliação Física do Semen de Garanhões da Raça Crioula Pré e Pós Criopreservação. Revista SODEBRAS , v. 132, p. 176-179, 2016.

  • OLIVEIRA, L. C. ; CURCIO, B. R. ; PAZINATO, F. M. ; Del Pino C. ; BRASIL, C. L. ; Nogueira C.E.W. . Avaliação da Placenta Equina no pós-parto. Revista Brasileira de Medicina Eqüina , v. 11, p. 4-9, 2016.

Outras produções

PEREIRA, D. I. B. ; BRASIL, C. L. . III ENCONTRO GAUCHO DE MICOLOGIA. 2016; Tema: Desenvolvimento da pagina para divulgação e organização de evento. (Site).

Nogueira C.E.W. ; BRASIL, C. L. . HOSPITAL DE CLÍNICAS VETERINÁRIA UFPEL. 2015; Tema: Elaboração da pagina de divulgação do Hospital de Clínicas Veterinária UFPel. (Site).

BRASIL, C. L. ; Nogueira C.E.W. ; PAZINATO, F. . Elaboração da pagina do Grupo CLINEQ. 2015; Tema: Elaboração da página para divulgação do grupo ClinEq. (Site).

BRASIL, C. L. ; Nogueira C.E.W. ; CURCIO, B. R. ; MORAES, B. ; PAZINATO, F. M. ; SANTOS, A. C. . Curso teorico pratico de neonatologia. 2016. .

CURCIO, B. R. ; BRASIL, C. L. ; BRASIL, C. L. . Apostila de Terapeutica. 2016. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Apostila para uso da graduação da disciplina de terapeutica aplicada a grandes animais).

Projetos de pesquisa

  • 2016 - 2017

    Resposta Imunológia a Theileria Equi em éguas prenhes vacinadas com proteína EMA-2 recombinante e seu reflexo no neonato, Descrição: A Theileria equi é um protozoário hemoparasita que juntamente com a Babesia caballi são transmissores da piroplasmose equina, doença endêmica em regiões tropicais e subtropicais. Apesar de serem transmissores da mesma doença, a B. caballi e T. equi são organismos distintos, tanto na severidade da doença provocada, ciclo de vida, persistência no cavalo infectado e susceptibilidade ao tratamento. Ambas são parasitas intraeritrocitários, porém o que diferencia a T. equi além do tamanho é a presença de uma fase extraeritrocitária em células polimorfonucleares do sangue periférico. O importante impacto que a T. equi causa é que uma vez infectado, o animal torna-se portador durante toda a vida, podendo transmitir a doença a outros animais mesmo sendo assintomático. No Rio Grande do Sul a T. equi é endêmica na população equina, por esse motivo seu controle é extremamente importante, e embora não haja monitoramento efetivo da doença, a profilaxia é fundamental para a manutenção do estado e do Brasil no mercado equestre internacional. Inicialmente a hipótese para a transmissão transplacentária da T. equi era de que os animais entravam em contato com o agente através de danos placentários, os quais permitiam a mistura do sangue materno e fetal e consequentemente a infecção do feto. Porém, como nem todos os neonatos positivos para T. equi eram provenientes de gestações com danos placentários, acreditou-se que a infecção poderia se dar através da nutrição fetal por histotrofo, que é composto de secreção uterina e eritrócitos maternos e ocorre por volta dos 40 a 150 dias de gestação, momento no qual o potro ainda não tem desenvolvimento do sistema imune. Nesse contexto, a infecção do potro pelo sangue materno não tem como ser evitada, já que a nutrição fetal pelo histotrofo faz parte da fisiologia gestacional da égua. Mesmo que a transmissão transplacentária da T. equi ainda não tenha o mecanismo bem descrito, fica evidente a necessidade de estimular a imunidade materna para que o potro que já nasce infectado seja capaz de responder nos primeiros momentos de vida.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (24) / Especialização: (4) / Mestrado acadêmico: (4) . , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / fabio pereira leivas leite - Integrante / Taís Del PINO - Integrante / Guilherme Weege - Integrante / Vinícius De Souza Izquierdo - Integrante / Anna Vianna - Integrante / Patrícia Vieira - Integrante / João Pedro Etges - Integrante / Jhamila Abdala - Integrante / Veronica La Cruz Bueno - Integrante / Leonardo Fornari - Integrante / Isabel Wetzel - Integrante / Plínio Avila - Integrante / Gabriela Da Silva - Integrante / Augusto Dal Sim - Integrante / Douglas Oliveira - Integrante / Ilusca Finges - Integrante / William Dorr - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Wentd - Integrante / Luciana de Araújo - Integrante / Francine Belem - Integrante / Bruna Moraes - Integrante / Mariana Mousquer - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Avaliação da resposta clínica e metabólica de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente submetidas a diferentes tratamentos hormonais, Descrição: A placentite é a causa mais frequente de aborto e ocorrência de natimorto na medicina equina, representando mais de 30% dos partos prematuros e mortes neonatais dentro das primeiras 24 horas de vida. Contudo, o tratamento para esta doença ainda é realizado de forma empírica, principalmente no que se refere a hormônios, devido a falta de entendimento de alguns processos metabólicos. Nos últimos anos aumentou a demanda de trabalhos experimentais relacionados a indução de placentite, a fim de sanar algumas dúvidas relacionadas a doença. No entanto, não há literatura disponível referente ao tratamento hormonal e a resposta materna, fetal e placentária. Quando os processos endócrinos são interrompidos, dentre eles, a produção de progestágenos e estrógenos pela unidade feto-placentária, podem ocorrer abortos e partos prematuros. Desta forma, além de antibióticos e anti-inflamatórios utilizados comumente no tratamento de placentite, a hormonioterapia é realizada no intuito de promover a manutenção da gestação, possibilitando a maturação fetal precoce e o nascimento de um potro viável. Na medicina humana, estudos clínicos têm demonstrado efeito positivo do tratamento com agentes progestágenos administrados em mulheres com histórico prévio de parto prematuro. Em estudo experimental em éguas com indução de placentite ascendente realizado foi observada maior viabilidade dos potros nascidos de éguas tratadas com progesterona. Durante a gestação, a placenta é o órgão responsável pela homeostase e excreção de fluídos e eletrólitos fetais. Desta forma, o perfil bioquímico é importante para caracterizar a capacidade de depuração do indivíduo e grau de resposta neonatal. Em potros neonatos, o período periparto é um período de adaptação ao ambiente extrauterino com o fim da circulação materno fetal, início da respiração pulmonar e início da nutrição enteral, sendo que os resultados clínicos e laboratoriais deste momento refletem a qualidade de vida fetal e demonstram o padrão clínico metabólico dos neonatos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Taís Del PINO - Integrante / Patrícia Vieira - Integrante / Veronica La Cruz Bueno - Integrante / Leonardo Fornari - Integrante / Plínio Avila - Integrante / Gabriela Da Silva - Integrante / Douglas Oliveira - Integrante / Ilusca Finges - Integrante / William Dorr - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Wentd - Integrante / Luciana de Araújo - Integrante / Bruna Moraes - Integrante / Debora Noguera - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / fernanda maria pazinato - Integrante / LETÍCIA SOUZA - Integrante / CASSIANO DORNELES - Integrante / CARMEM GARCEZ - Integrante / CRISTINA FERNANDEZ - Integrante / MARCIO CORREA - Integrante / SILVIA LADEIRA - Integrante / LAURA DE OLIVEIRA - Integrante / BRUNO ALBUQUERQUE DE ALMEIDA - Integrante / LORENA FEIJO - Integrante / GABRIEL RODRIGUES - Integrante / SABINE KASINGER - Integrante.

  • 2016 - Atual

    AVALIAÇÃO DO ESTRESSE OXIDATIVO DA PLACENTA DE ÉGUAS NO PÓS PARTO E RESPECTIVOS POTROS NEONATOS, Descrição: O estresse oxidativo ocorre de forma fisiológica quando em situações de hipóxia transitória ou reações inflamatórias, sendo após estabilizado pela ação dos mecanismos antioxidantes. No entanto, quando há um desequilíbrio entre a formação de radicais livres e sua estabilização pelos antioxidantes, ocorre o dano oxidativo. O período perinatal é crítico para a manutenção do equilíbrio entre a produção de radicais livres e a proteção antioxidante no feto e neonato Estudos em humanos relacionam a presença do estresse oxidativo com o desenvolvimento de doenças perinatais, como sepse e retardo de desenvolvimento intra-uterino. Entretanto, esta relação não está bem definida em equinos neonatos. Assim, o estresse oxidativo ocorre em resposta à reações inflamatórias ou reperfusão após eventos isquêmicos. Dessa forma, o projeto descrito baseia-se na hipótese de que as éguas que apresentem alterações inflamatórias na placenta e enfermidades hipertensivas ou metabólicas durante a gestação apresentarão dano oxidativo na placenta com consequente alteração na maturidade de seus respectivos potros.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Taís Del PINO - Integrante / Patrícia Vieira - Integrante / João Pedro Etges - Integrante / Leonardo Fornari - Integrante / Plínio Avila - Integrante / Gabriela Da Silva - Integrante / Augusto Dal Sim - Integrante / Ilusca Finges - Integrante / William Dorr - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Wentd - Integrante / Luciana de Araújo - Integrante / Bruna Moraes - Integrante / Debora Noguera - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / LETÍCIA SOUZA - Integrante / FERNANDA PAZINATO - Integrante / CASSIANO DORNELES - Integrante / ANTONIO VARELLA - Integrante / CARMEM GARCEZ - Integrante / CRISTINA FERNANDEZ - Integrante / MARCIO CORREA - Integrante / SILVIA LADEIRA - Integrante / LUCIANA LINS - Integrante / VINICIUS ISQUIERDO - Integrante / LAURA DE OLIVEIRA - Integrante / BRUNO ALBUQUERQUE DE ALMEIDA - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Medidas morfométricas em éguas gestantes e sua relação com diferentes métodos de pesagem e perfil energético, Descrição: Medidas corporais maternas podem estar relacionadas ao desenvolvimento fetal e tamanho ao nascimento. O tamanho e o crescimento do potro neonato estão relacionados com a habilidade da égua gestante em suprir o feto, podendo ser considerada a placenta como um reflexo das condições nutricionais, metabólicas, endócrinas e vasculares maternas. A gestação é um período marcado por várias alterações metabólicas, uma vez que o feto é totalmente dependente nutritivamente das reservas maternas. Dessa maneira, ocorrem alterações metabólicas durante a gestação com a finalidade de suprir o feto em desenvolvimento, fornecer condições de manter um estoque de energia para o início da vida neonatal e armazenar energia para o começo da lactação ou eventual período de restrição alimentar durante a lactação. A partir da necessidade de se ter maiores informações sobre a avaliação de medidas morfométricas e do perfil energético em éguas gestantes, assim como o seu reflexo no potro neonato a fim de se prevenir a ocorrência de problemas que possam comprometer o desenvolvimento dos mesmos torna importante a realização deste estudo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Vinícius De Souza Izquierdo - Integrante / João Pedro Etges - Integrante / Plínio Avila - Integrante / Gabriela Da Silva - Integrante / Ilusca Finges - Integrante / William Dorr - Integrante / Camila Wentd - Integrante / Luciana de Araújo - Integrante / Francine Belem - Integrante / Bruna Moraes - Integrante / Debora Noguera - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / fernanda maria pazinato - Integrante / jemhally delinberg - Integrante / LETÍCIA SOUZA - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Acompanhamento gestacional, obstétrico e neonatal na raça Crioula, Descrição: A indústria equina exerce mundialmente um importante papel como fonte geradora de renda e empregos. O Brasil possui o 3 maior rebanho equino do mundo, perdendo em quantidade apenas para a China (1) e México (2). O rebanho efetivo brasileiro é de aproximadamente 8,5 milhões de equinos e 1,2 milhões de muares e jumentos. Este segmento agropecuário é responsável pela geração de 1,2 milhões de empregos, mobilizando cerca de 7,3 bilhões de reais ao ano, ocupando posição de destaque na economia nacional. Dentre as raças nacionais, a Raça Crioula é constituída por animais rústicos e resistentes. Tem sua origem dos cavalos trazidos da península ibérica, no século XVI, quando pela conquista da América adquiriram características únicas e após quatro séculos de adaptação e evolução no meio ambiente sul americano. A população de equinos da raça Crioula é expressiva na região Sul do Brasil, tendo 28 mil novos animais registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) somente no ano de 2014. A Raça vive um momento de ascensão se destacando em provas e exposições a nível nacional e internacional, resultado de grandes investimentos na criação, treinamento e comercialização de exemplares. A rusticidade que o cavalo Crioulo adquiriu através de privações alimentares e intempéries climáticas no passado permitiu que hoje a raça se destacasse pela resistência e boa conversão alimentar. Adicional a isto, a dieta preconizada atualmente pelos criadores, de alto valor nutricional, garante um padrão arredondado e com depósito de gordura acentuado, que se estende também aos animais destinados a reprodução. Esse manejo pode ser prejudicial em éguas gestantes, pois predispõe a distúrbios metabólicos e obesidade. Além disso, a condição corporal da gestante pode influenciar diretamente na eficiência reprodutiva e complicações no parto e pós-parto (Fradinho, 2014). A crescente valorização do mercado de equinos da raça Crioula estimula a realização de pesquisas acerca das características reprodutivas, pois apesar do crescimento da utilização das biotécnicas de reprodução, ainda são poucos os estudos referentes ao acompanhamento gestacional, obstetricia e neonatologia. Dessa forma, o presente estudo visa o acompanhamento gestacional intensivo, levando a redução dos fatores de risco para o desenvolvimento neonatal, bem como o acompanhamento do desenvolvimento dos produtos provenientes dessas éguas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Taís Del PINO - Integrante / Vinícius De Souza Izquierdo - Integrante / Patrícia Vieira - Integrante / João Pedro Etges - Integrante / Jhamila Abdala - Integrante / Veronica La Cruz Bueno - Integrante / Leonardo Fornari - Integrante / Isabel Wetzel - Integrante / Plínio Avila - Integrante / Gabriela Da Silva - Integrante / Augusto Dal Sim - Integrante / Douglas Oliveira - Integrante / Ilusca Finges - Integrante / William Dorr - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Wentd - Integrante / Luciana de Araújo - Integrante / Francine Belem - Integrante / Bruna Moraes - Integrante / Mariana Mousquer - Integrante / Amanda Pereira - Integrante / Debora Noguera - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / fernanda maria pazinato - Integrante / ANIBAL TORRES - Integrante / CASSIANO DORNELES - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Avaliação de glicose e insulina em éguas prenhes com diferentes escores corporais e comparação com a morfometria do potro recém-nascido, Descrição: A obesidade é um problema comum encontrado dentro da criação de equinos atualmente, sendo um dos principais fatores predisponentes ao desenvolvimento da Síndrome Metabólica Equina (SME), doença que cursa com uma síndrome inflamatória crônica e com alterações importantes como a resistência à insulina e laminite (Frank & Tadros, 2013). Segundo Ralston, (2002); Galantino-Homer & Engiles (2013) durante a gestação, a égua passa por um período de necessidade de maior aporte glicêmico para o crescimento do potro, geralmente isto acontece no terço final da gestação, onde a sensibilidade à insulina encontra-se diminuída fisiologicamente para facilitar esse processo. Em éguas obesas, portadoras de SME, sugere-se que essas condições se tornariam exacerbadas, torando-as também mais suscetíveis ao desenvolvimento de alterações prejudiciais tanto para égua quanto para sua prole (Oke, 2013). Na medicina humana, já foi identificado alterações em crianças nascidas de mães obesas, sendo da mesma forma prejudicial para saúde da mãe quanto para o bebê. Sendo assim, este estudo tem como justificativa a identificação de alterações em potros nascidos de éguas obesas, portadoras de resistência à insulina, que possam ser prejudiciais na sua vida adulta e desempenho atlético. Ainda, a identificação precoce de animais obesos com resistência a insulina é importante para o estabelecimento de um tratamento e manejo correto, evitando então o desenvolvimento das consequências já conhecidas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / João Pedro Etges - Integrante / Leonardo Fornari - Integrante / Plínio Avila - Integrante / Camila Wentd - Integrante / Bruna Moraes - Integrante / Mariana Mousquer - Integrante / Charles Martins - Integrante / Amanda Pereira - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / fernanda maria pazinato - Integrante / CASSIANO DORNELES - Integrante.

  • 2016 - Atual

    INFLUÊNCIA DA OBESIDADE MATERNA EM ÉGUAS GESTANTES SOBRE CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS, MORFOMÉTRICAS E COMPORTAMENTAIS DOS POTROS, Descrição: O Brasil com seus 5.450.601 milhões de cabeças de acordo com o IBGE (2014), detém atualmente o quarto maior rebanho equino do mundo, atrás dos Estados Unidos, China e México, chegando a um faturamento anual de R$ 7,5 bilhões relacionados ao mercado do cavalo (CFMV, 2010). Nesse contexto, a criação de cavalos da raça Crioula aparece com significativa movimentação de aproximadamente R$ 1,28 bilhão ao ano, gerando cerca de 240 mil empregos diretos e indiretos, segundo a pesquisa realizada pela Esalq/USP (ABCCC, 2012). Em 2014 foram registrados 373. 922 animais em todo o Brasil, refletindo um aumento de 6,45% de crescimento em relação a 2013 (ABCCC, 2014). O crescimento da raça no Brasil e no exterior vem dando visibilidade a criação do Cavalo Crioulo no agronegócio, envolvendo grandes investimentos e movimentando o mercado nacional e internacional (ABCCC, 2013). Os animais da raça Crioula de aparência morfológica mais arredondada, aparentam ser esteticamente mais bonitos (PAZ et al., (2013). Para tanto, visando produzir animais que atendam cada vez mais as exigências morfológicas das competições, o confinamento e a introdução de dietas ricas em energia passaram a ser uma constante nos criatórios, sendo frequentemente observado que muitos animais preparados para competições morfológicas, em especial na raça Crioula, exibem a mesma condição corporal, muitas vezes de sobre peso, ao serem submetidos a atividades atléticas. Essa situação de ganho de peso é agravada, quando as fêmeas deixam a atividade atlética e são encaminhadas para a reprodução, passando a aumentar excessivamente sua condição corporal, estando muitas vezes em sobrepeso (MARCHIORI et al., 2015). Os índices de obesidade em equinos tem sido relatados em alguns países como Estados Unidos (THATCHER et al., 2007) e Escócia (WISE et al., 2008), mas no Brasil dados sobre obesidade na espécie equina e mais especificamente da raça Crioula ainda são desconhecidos. Hipertrigliceridemia parece ocorrer com mais frequência em éguas lactantes ou prenhes, e resistência à insulina é relatada mais comumente em animais obesos ou com síndrome metabólica, mas as taxas reais de ocorrência de hiperlipidemias nestes grupos são desconhecidas (MCKENZIE, 2011). Também são necessárias mais pesquisas sobre os reais efeitos da obesidade e perfil metabólico maternos de éguas sobre alterações futuras em seus potros. Sendo assim, todo estudo que venha e contribuir com a melhoria dos sistemas de criação e, permitir. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / VICTOR ROLL - Integrante / FERNANDA PAZINATO - Integrante / ANIBAL TORRES - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Biometria de Potros da Raça Crioula, Descrição: A altura à cernelha demonstrou tendência de crescimento mais acentuado aos primeiros meses de vida, diminuindo nos meses subsequentes até aproximar-se da estabilidade aos 17 -23 meses. Por outro lado, o peso corporal, embora também apresente crescimento ligeiramente mais intenso nos primeiros meses, mostrou-se mais regular ao longo do período estudado, com evidente tendência de crescimento após, aos 11 meses de idade. Estes resultados concordam com pesquisa realizada por Hintz et al. (1979), em animais Quarto de Milha, os quais observaram que aos 18 meses de idade os cavalos alcançam 95% e 80% das mensurações de altura e peso à maturidade, respectivamente. Principais Resultados: 2. Dados Gerais Grande Área CNPQ: 5.00.00.00-4 - Ciências Agrárias A avaliação do crescimento por intermédio da variação do tamanho corporal: peso, altura de cernelha, condição corporal dentre outras medidas fornecem valores que podem ser utilizados não somente para avaliação do desenvolvimento do animal como também a avaliação nutricional e seleção genética (CABRERA et al.,1990; REZENDE et al.; 2000). Essas medidas já estão estabelecidas em algumas raças como Mangalarga Marchador, Puro Sangue Inglês, Brasileiro de Hipismo, Árabe, Quarto de Milha, entre outras. Contudo, esses dados ainda não haviam sido descritos na raça Crioula. Justificativa: Sim Envolve experimentação com modelos de animais sob registro CEEA: Registro CEEA: 2046 5.05.00.00-7 - Medicina Veterinária Área CNPQ: Para este período está planejada a discussão dos resultados, e, consequentemente, a redação científica a partir dos dados obtidos. Trabalha-se também no desenvolvimento de um software que tem por objetivo realizar a biometria dos animais a partir de suas fotos, um método prático e que possa ser usado pelo criador de equinos dentro da rotina de sua propriedade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Taís Del PINO - Integrante / Vinícius De Souza Izquierdo - Integrante / João Pedro Etges - Integrante / Leonardo Fornari - Integrante / Isabel Wetzel - Integrante / Plínio Avila - Integrante / Gabriela Da Silva - Integrante / Augusto Dal Sim - Integrante / Ilusca Finges - Integrante / William Dorr - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Wentd - Integrante / Luciana de Araújo - Integrante / Francine Belem - Integrante / Bruna Moraes - Integrante / Mariana Mousquer - Integrante / Amanda Pereira - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / jemhally delinberg - Integrante / LETÍCIA SOUZA - Integrante / FERNANDA PAZINATO - Integrante / CASSIANO DORNELES - Integrante / LORENA AMARAL - Integrante / VITORIA MILLER - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Avaliação do efeito da hormonioterapia em éguas com placentite através da identificação de receptores na placenta e grau de perfusão sanguínea uterina e sua relação com a viabilidade do neonato, Descrição: A placenta caracteriza-se como órgão transitório, responsável pelo transporte de substâncias nutritivas do organismo materno para o feto, bem como promover trocas gasosas e metabólicas. Alem disso, desempenha funções endócrinas quanto a produção de hormônios na manutenção da gestação. A placentite é uma das principais causas de insuficiência placentária e perdas no terço final de gestação. Esta doença leva a redução das trocas nutricionais, metabólicas e gasosas entre a mãe e o feto, bem como alterações na produção hormonal. Dentre os hormônios produzidos pela unidade feto-placentária, destacam-se os progestágenos e estrógenos como fatores de manutenção gestacional. Os progestágenos são responsáveis pela manutenção da quiescência uterina, e os estrógenos estão diretamente relacionados ao bem-estar fetal. Além do tratamento convencional, com a utilização de antibióticos e antiinflamatórios, a hormonioterapia é utilizada para manutenção da gestação, viabilizar o desenvolvimento fetal e evitar a contratilidade uterina. Como terapia hormonal é descrita administração de progestágenos sintéticos e sugere-se a associação de estrógenos no tratamento. Ambos os hormônios são produzidos pela unidade feto-placentária e apresentam alteração da produção frente à injúria intra-uterina. Para monitoramento da efetividade do tratamento hormonal, pode-se realizar a avaliação dos níveis hormonais de progestágenos e estrógenos. Entretanto, não há descrição da cinética dos receptores hormonais na placenta em quadros de placentite, sob diferentes tratamentos hormonais. Dessa forma, o presente estudo visa avaliar o a expressão dos hormônios progestágenos e estrógenos, bem como seus respectivos receptores na placenta de éguas com placentite induzida.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Taís Del PINO - Integrante / Vinícius De Souza Izquierdo - Integrante / João Pedro Etges - Integrante / Jhamila Abdala - Integrante / Leonardo Fornari - Integrante / Plínio Avila - Integrante / Gabriela Da Silva - Integrante / Ilusca Finges - Integrante / William Dorr - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Wentd - Integrante / Luciana de Araújo - Integrante / Francine Belem - Integrante / Bruna Moraes - Integrante / Debora Noguera - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / FERNANDA PAZINATO - Integrante / CASSIANO DORNELES - Integrante / VITORIA MILLER - Integrante / ANTONIO VARELLA - Integrante / CRISTINA FERNANDEZ - Integrante / FABIANA MOREIRA - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Avaliação do Colostro de éguas, Descrição: A reprodução equina busca permanentemente elevar os índices de nascimentos com potros sadios. Dessa forma, o acompanhamento do parto é imprescindível para adequado prognóstico de saúde materna e neonatal. Para este ser efetivo, é necessário estimar a data provável do parto, a qual é frequentemente prevista pela média do tempo gestacional de éguas, que perfaz 335 dias (Ley, 2011). Entretanto, há uma variação extremamente grande devido há fatores intrínsecos e extrínsecos da égua, sendo assim, se faz necessário à busca por marcadores mais fidedignos. A espécie equina é caracterizada por depender do colostro materno para obter defesa contra enfermidades, sendo considerados ao nascimento agamaglobulinêmicos ou hipogamaglobulemicos (Simon et al, 2012). Para haver produção de colostro, ocorre o início da lactação e esta, depende de fatores hormonais, principalmente da secreção de progesterona. Dessa forma, o colostro não é importante apenas para o fornecimento de anticorpos, mas também de nutrientes, hormônios e fatores de crescimento. (Santos e Zanine, 2006). O desenvolvimento da glândula mamária requer a ação coordenada de alguns hormônios incluindo a prolactina, estrógeno, progesterona, esteroides adrenais, insulina e hormônios da tireóide. A ação desses hormônios pode ser direta sobre a produção e secreção de leite, como no caso da prolactina, estrógeno e progesterona, ou pode-se dar por meio de estímulo ao desenvolvimento do sistema mamário, caso dos hormônios da tireóide, esteroides adrenais e insulina (Starbuck, 2006; Hafez e Hafez, 2004). A prolactina é essencial para todos os estágios de desenvolvimento da glândula mamária, além de regular a produção e secreção de leite, incluindo a síntese de proteínas, caseína e lactoalbumina (Santos e Zanine, 2006). O colostro pode aparecer tanto alguns dias como algumas horas antes do parto. A secreção do colostro ocorre de uma só vez e a sua "saída" do úbere antes do parto pode reduzir a quantidade de imunoglobulina necessária ao recém-nascido (Saafeld et. al, 2014). No desenvolvimento da glândula mamária, há mudanças na composição da secreção, estas, ocorrem concomitantes com a proximidade do parto. Dentre as alterações na concentração dos eletrólitos, principalmente na relação entre os eletrólitos cálcio, magnésio, sódio e potássio, já são descritos como características de proximidade do parto em éguas saudáveis (Canisso et al, 2013; Ousey, et al. 1984).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / fabio pereira leivas leite - Integrante / fernanda maria pazinato - Integrante / ANDERSSON SCHWINGEL RIBEIRO - Integrante / DANIELA ISABEL BRAYER PEREIRA - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Relação de dados clínicos da laminite em éguas prenhes com a morfometria neonatal, Descrição: A laminite ou degeneração laminar consiste em uma perda da interdigitação das lâminas dérmicas e epidérmicas primárias e secundárias do casco. Se a perda dessa união for suficientemente grave, a rotação e deslocamento distal da terceira falange poderão ocorrer (STASHAK, 2006). Esta doença usualmente ocorre como alteração secundária a diferentes processos clínicos, tais como doenças envolvendo septicemia, excesso de peso em um membro devido a dano no membro contralateral, Síndrome de Cushing e Síndrome Metabólica Equina (BELKNAP & PARKS, 2011). Segundo Costa et al (2005), em humanos a hipertensão arterial sistêmica é definida como uma elevação sustentada da pressão arterial. Durante a gestação, a frequência cardíaca, o volume de ejeção, o débito cardíaco e a massa ventricular esquerda aumentam, enquanto a resistência vascular periférica diminui. Em pacientes com hipertensão arterial crônica, a pressão arterial pode elevar-se principalmente no último trimestre de gestação, trazendo complicações para a gestação, o feto e a mãe (COSTA et al, 2005). Sabe-se que a laminite crônica em éguas prenhes pode agudizar no último trimestre de gestação; associadas à presença de dor crônica há um aumento de citocinas pró-inflamatórias e prostaglandinas circulantes, resultando em alterações circulatórias e desequilíbrios hormonais (LE BLANC, 2010). Portanto, a laminite apresenta-se como um processo sistêmico, podendo ser relacionada a pré-eclâmpsia ocorrida em mulheres gestantes, que cursa com disfunção endotelial, vasoespasmo e ativação de mecanismos de coagulação (PASCOAL, 2002).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Litchina Brasil - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Vinícius De Souza Izquierdo - Integrante / Leonardo Fornari - Integrante / Plínio Avila - Integrante / Gabriela Da Silva - Integrante / William Dorr - Integrante / Mariana Mousquer - Integrante / Charles Martins - Integrante / Amanda Pereira - Integrante / Debora Noguera - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante.

Prêmios

2016

TRABALHO CIENTÍFICO INTITULADO: UTILIZAÇÃO DO pH DO COLOSTRO COMO MÉTODO PREVISOR DO PARTO EM ÉGUAS foi selecionado entre os 10 primeiros trabalhos na área de REPRODUÇÃO EQUINA, XVII CONFERÊNCIA ANUAL ABRAVEQ CAMPOS DO JORDÃO.

2015

1 LUGAR do trabalho científico intitulado: ACÚMULO DE GORDURA E LESÕES OSTEOARTICULARES EM POTROS DA RAÇA CRIOULA na área de FISIOLOGIA E NUTRIÇÃO DE EQUÍDEOS, XVI CONFERÊNCIA ANUAL DA ABRAVEQ.

Histórico profissional

Experiência profissional

2015 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Monitora de Disciplina, Enquadramento Funcional: Aluna Pós Graduação

Outras informações:
Monitoria da disciplina de Clínica Médica de Grandes Animais II, CADASTRADO NO COCEPE N 14122015 no primeiro e segundo semestre do ano de 2016 na Faculdade de Veterinária da UFPel, totalizando 80 horas ou dois semestres equivalentes a discipllina. Monitoria da disciplina de Clínica Médica de Grandes Animais II, CADASTRADO NO COCEPE N 14122015 no primeiro e segundo semestre do ano de 2015 na Faculdade de Veterinária da UFPel, totalizando 80 horas ou dois semestres equivalentes a discipllina

2007 - 2008

seoy corretora de seguro de vida ltda.

Vínculo: promotora de vendas, Enquadramento Funcional: promotora de vendas no banco bradesco, Carga horária: 40

Outras informações:
seoy é uma empresa que presta serviço para o banco bradesco

2007 - 2007

trevizzano locação de mão de obra ltda.

Vínculo: escritutária, Enquadramento Funcional: escritutária no banco do brasil, Carga horária: 30

Outras informações:
contrato temporário de 4 meses para trabalhar no banco do brasil com trevizzano empresa terceirizada servidora de serviços para o banco.

2014 - 2015

Capanegra Agropecuária

Vínculo: Veterinária, Enquadramento Funcional: Prestação de serviços veterinários, Carga horária: 40

Outras informações:
Prestação de serviços veterinários relacionados a temporada reprodutiva bem como biotécnicas da reprodução

2014 - 2015

Cabanha Basca

Vínculo: Veterinária, Enquadramento Funcional: Veterinária, Carga horária: 40

Outras informações:
Prestação de serviços veterinários relacionados a biotécnicas da reprodução (congelamento de semen e transferencia de embrioes equinos)

2014 - 2015

Cabanha CalaBassa

Vínculo: Veterinária, Enquadramento Funcional: Prestação de Serviços Vet., Carga horária: 40

Outras informações:
Prestaçaõ de serviços veterinários relacionados a biotécnicas reprodutivas em equinos

2016 - Atual

Laboratorio de Micologia da UFPel

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsa de auxílio técnico CNPQ

Outras informações:
Bolsista apoio técnico a pesquisa, nível superior programa básico de medicina veterinária. Coordenador: Professora Daniela Pereira.

2011 - 2011

Universidade da Região da Campanha

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista projeto de pesquisa

Outras informações:
Bolsista em projeto de pesquisa PQ 504/11 DIAGNÓSTICO DE MAMITE EM BOVINOS DE CORTE, Coordenado pela professora Margarete Alves Franco da Fonseca de janeiro a novembro de 2011 totalizando 1.320 horas.

2009 - 2015

Aline da Rocha Vivian

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Extra curricular