Larissa Rodrigues de Sousa

Fisioterapeuta pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e pós graduanda em Terapia Intensiva Adulto, Pediátrica e Neonatal pela Faculdade Inspirar. Durante graduação colaborou e desenvolveu projetos de pesquisa, ensino e extensão pela Liga Acadêmica de Fisioterapia em Neonatologia e Pediatria (SAFE).

Informações coletadas do Lattes em 05/03/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em andamento em Terapia Intensiva Adulto, Pediátrica e Neonatal

2024 - Atual

Faculdade Inspirar

Graduação em Fisioterapia

2018 - 2023

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Ensino Médio (2º grau)

2014 - 2016

Overdose

Formação complementar

2024 - 2024

CAPACITAÇÃO - PSICOMOTRICIDADE E APRENDIZAGEM NA PRÁTICA. (Carga horária: 60h). , Instituto Neuro, INSTITUTO NEURO, Brasil.

2023 - 2023

CURSO DE FÉRIAS FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2022 - 2022

SUPORTE BÁSICO DE VIDA. (Carga horária: 30h). , UFRN - AVASUS, UFRN, Brasil.

2021 - 2021

Estimulação Precoce (Online). (Carga horária: 120h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Organização de eventos

SOUSA, L. R. . IV Simpósio de Fisioterapia Neonatal do Grupo SAFE. 2023. (Congresso).

SOUSA, L. R. . III Simpósio de fisioterapia do Grupo SAFE: Cuidado do recém-nascido e lactente de risco. 2022. (Congresso).

SOUSA, L. R. . II Simpósio de fisioterapia do Grupo SAFE: Cuidado do recém-nascido e lactente de risco. 2021. (Congresso).

SOUSA, L. R. . I Simpósio de fisioterapia do Grupo SAFE. 2020. (Congresso).

Participação em eventos

12 Congresso Internacional de Fisioterapia (CIF). Riscos de atrasos no desenvolvimento motor e socioemocional de bebês nascidos durante a pandemia de COVID-19: um estudo transversal. 2022. (Congresso).

Produções bibliográficas

  • MONTEIRO, K. S. ; PEREIRA, S.A. ; ALVAREZ, C. D. L. ; BULHOES, E. R. F. N. ; SILVA, J. D. D. ; FONSECA FILHO, G. G. ; MOURA, I. C. R. R. ; SILVA, F. G. M. ; NUNES, A. M. ; NUNES, A. B. F. ; SOUSA, B. R. C. ; SOUSA JUNIO, F. S. ; ANUNCIACAO, J. O. ; NASCIMENTO, J. R. C. ; FEITOSA, J. V. A. ; RODOLFO, J. I. A. ; SOUSA, L. R. ; LUZ, L. S. ; SILVA, M. A. P. S. . Guia de cuidados para bebês prematuros: um guia para mamães e papais. 1. ed. , 2022.

  • Rodrigues, N. A. A. ; SAMPAIO, S. ; PEREIRA, S.A. ; SOUSA, L. R. . Fatores preditivos para sucesso na extubação de recém-nascidos internados em uti neonatal: uma coorte retrospectiva. In: 12 Congresso Internacional de Fisioterapia, 2022, Natal. Apresentação de tema livre no Congresso Internacional de Fisioterapia, 2022.

  • SOUSA, L. R. ; Cruz, M. C. L. ; SOUSA JUNIO, F. S. ; Silva, P. Y. F. ; PEREIRA, S.A. . Riscos de atrasos no desenvolvimento motor e socioemocional de bebês nascidos durante a pandemia de COVID-19: um estudo transversal. In: 12 Congresso Internacional de Fisioterapia, 2022, Natal. ANAIS DO 12 CONGRESSO INTERNACIONAL DE FISIOTERAPIA, 2022.

  • SOUSA, L. R. . Uso da bandagem no tratamento para pé torto congênito em recém-nascidos. In: XXXII Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN - eCICT 2021, 2021, Natal. XXXII Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN, 2021.

  • SOUSA, L. R. ; Cruz, M. C. L. ; SOUSA JUNIO, F. S. ; Silva, P. Y. F. ; PEREIRA, S.A. . Riscos de atrasos no desenvolvimento motor e socioemocional de bebês nascidos durante a pandemia de COVID-19: um estudo transversal. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - 2023

    IDENTIFICAÇÃO DOS FATORES DE RISCO RELACIONADOS AO TEA EM CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS, Descrição: O transtorno do espectro autista (TEA) é uma condição complexa do neurodesenvolvimento que se expressa por meio de uma anomalia do comportamento social, levando a um distúrbio da conectividade neuronal caracterizado por um excesso de conexões locais e uma falha nas conexões de maior distância, resultando numa inadequada regulação entre os processos de excitação e inibição (Muratori et al., 2014). É comumente descrito como um dos principais transtornos que causam incapacidades na população infantil, e o aumento da prevalência do diagnóstico tem se tornado um sério problema de saúde pública com grande impacto econômico, familiar e social (Oliveira,2017). A etiologia do TEA permanece indeterminada, sua patogênese multifatorial pode se encontrar associada a fatores genéticos, alterações durante o desenvolvimento cerebral intra-uterino e nascimento, e fatores ambientais. A maioria dos estudos que investigam fatores de risco do autismo baseiam-se na prevalência e uma diversidade de fatores de risco foram estudadas, por exemplo, complicações obstétricas maternas (Gardener et al., 2011;Burd, Severud, Kerbeshian, Klug, 1999; Eaton, Mortensen, Thomsen, Frydenberg, 2001; Hultman, Sparen, Cnattingius, 2002; Glasson et al., 2004), infecções virais durante a gravidez (Xadrez, 1971; Wilkerson, Volpe, Dean, Titus, 2002), idade materna (Wu et al., 2017; Croen, Grether, Selvin, 2002), anormalidades imunológicas (Korvatska, Van de Water, Anders, Gershwin, 2002), vacinas (Madsen et al., 2002), e temporada de nascimento (Bolton, Pickles, Harrington, Macdonald, Rutter, 1992). A identificação de fatores de risco pré e perinatais do autismo pode ajudar a entender melhor os mecanismos causais do autismo. Nos últimos anos, é crescente a investigação de fatores de proteção (biológicos ou ambientais) que podem mitigar o impacto do risco para TEA. Nesse sentido, destacam-se os processos de resiliência, que podem explicar por que alguns indivíduos em risco de autismo alcançam resultados melhores do que o esperado. Preencher essas lacunas de conhecimento ajudaria a fornecer ferramentas para identificação e intervenção precoces que reflitam os caminhos dinâmicos de desenvolvimento do risco aos resultados (Elsabbagh, 2020). Dentro desse contexto, os fatores riscos são considerados preditores consistentes do TEA que necessitam de melhor entendimento. Assim, identificar a ocorrência dos fatores de risco pré-natais, perinatais e pós-natais relacionados com TEA em crianças de 0 a 3 anos em um serviço de referência de diagnóstico de TEA permite o avanço nesse campo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Larissa Rodrigues de Sousa - Coordenador / Silvana Alves Pereira - Integrante., Financiador(es): CNPq - Bolsa.

  • 2022 - 2022

    Teleavaliação da marcha e descarga de peso em crianças que fizeram uso de órtese ou bandagem nos primeiros dias de vida, Descrição: O pé torto congênito (PTC), também conhecido como talipes equinovarus é uma deformidade ortopédica que se caracteriza por uma displasia congênita das estruturas musculoesqueléticas como músculos, tendões, ligamentos, estruturas osteoarticulares e neurovasculares, de origem multifatorial e causa idiopática.Com incidência estimada, no Brasil, de um a cada 1.000 nascidos vivos, o PTC ocorre predominantemente em recém-nascidos (RN) do sexo masculino, na proporção de 2 por 1. As ocorrências indicam acometimento bilateral em 50 dos casos, Maranho e Volpon (2011) e dados estatísticos do Sistema Único de Saúde brasileiro (SUS) registram 11.009 tratamentos cirúrgicos para PTC entre os anos 2013 e 2016, nas regiões norte, nordeste, sudeste, sul e centro-oeste do país (DATASUS). A literatura aponta diferentes tratamentos para a correção do PTC. Essa coletânea se resume em tratamentos conservadores (gesso, órteses e manipulação cinesiofuncional do pé) e cirúrgico (tenotomia), realizados por intermédio de equipe multidisciplinar e iniciados ainda no período neonatal, devido ao alto potencial de resposta em razão da boa elasticidade dos ligamentos, cápsulas articulares e tendões que ainda estão em estabilização durante esse período. A manipulação cinesiofuncional, normalmente realizada pela fisioterapia abrange diferentes técnicas de correção do desalinhamento articular, com o intuito de reduzir as deficiências funcionais, melhorar as habilidades motoras, contribuindo assim para um desenvolvimento normal, independência nas atividades de vida diária e ganho da marcha. Considerando a plasticidade e fragilidade do sistema musculoesquelético do recém-nascido e a necessidade de investir em órteses com materiais simples e de baixo custo como alternativa aos dispendiosos procedimentos cirúrgicos, este estudo tem como objetivo oferecer intervenção precoce, através do teleatendimento, no tratamento de pé torto congênito de recém-nascidos, apresentando o uso da órtese ou bandagem sobre a qualidade da marcha nesses lactentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Larissa Rodrigues de Sousa - Coordenador / Silvana Alves Pereira - Integrante.

  • 2021 - 2022

    Teleacompanhamento de recém-nascidos e lactentes com pé torto congênito em uso de órteses de EVA, Descrição: O pé torto congênito (PTC) é uma deformidade ortopédica, com etiologias diversas que podem envolver fatores genéticos, idiopáticos ou até multifatoriais (MARANHO; VOLPON., 2011). Se caracteriza por uma displasia congênita das estruturas musculoesqueléticas como músculos, tendões, ligamentos, estruturas osteoarticulares e neurovasculares, que resulta em posição cava, e supinada do pé, adução e inversão do médio e antepé, assim como equino e varo do retropé (CURY et al., 2016).Com incidência estimada, no Brasil, de um a cada 1.000 nascidos vivos, o PTC ocorre predominantemente em recém-nascidos (RN) do sexo masculino, na proporção de 2 por 1. As ocorrências indicam acometimento bilateral em 50 dos casos, Maranho e Volpon (2011) e dados estatísticos do Sistema Único de Saúde brasileiro (SUS) registram 11.009 tratamentos cirúrgicos para PTC entre os anos 2013 e 2016, nas regiões norte, nordeste, suldeste, sul e centro-oeste do país (DATASUS).Alguns autores classificam o PTC em postural, idiopático e teratológico. O postural normalmente é resultante de mal posicionamento do membro inferior do recém-nascido dentro do útero, com presença de grau leve de deformação (HART et al., 2005; ANAND; SALA, 2008; CHAWEERAT et al., 2014). Apresenta leve rigidez ou ausência de rigidez, grande flexibilidade, não há equinismo de calcâneo e rotineiramente sua deformidade reduz com facilidade de acordo com a descarga de peso do pé durante o processo de aquisição da marcha, além de apresentar boa resposta ao tratamento conservador em poucas semanas (CHAWEERAT et al., 2014).A literatura aponta diferentes tratamentos para a correção do PTC. Essa coletânea se resume em tratamentos conservadores (gesso, órteses e manipulação cinesiofuncional do pé) e cirúrgico (tenotomia), realizados por intermédio de equipe multidisciplinar (CHUEIRE et al., 2016) e iniciados ainda no período neonatal (CURY et al., 2016), devido ao alto potencial de resposta em razão da boa elasticidade dos ligamentos, cápsulas articulares e tendões que ainda estão em estabilização durante esse período (MARANHO; VOLPON., 2011).A manipulação cinesiofuncional, normalmente realizada pela fisioterapia abrange diferentes técnicas de correção do desalinhamento articular, com o intuito de reduzir as deficiências funcionais, melhorar as habilidades motoras, contribuindo assim para um desenvolvimento normal, independência nas atividades de vida diária e ganho da marcha (PAIVA; BARBOSA; LIRA., 2017).Historicamente o PTC postural não apresenta indicação de acompanhamento longitudinal, mas também não há descrição detalhada na literatura de como é a marcha destas crianças em seu processo de aquisição. Dessa forma, por ser a desordem ostemioarticular da infância de mais alta incidência, este estudo tem como objetivo avaliar os efeitos do tratamento com tecnologia assistiva versus convencional em recém-nascidos com diagnóstico de PTC, na qualidade da marcha e no desenvolvimento dos arcos plantares, e ao mesmo tempo, oferecer apoio ao recém-nascido, criança, e sua família, proporcionando tratamento precoce e acessível.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Larissa Rodrigues de Sousa - Coordenador / Silvana Alves Pereira - Integrante.

  • 2021 - 2021

    Uso da bandagem no tratamento para pé torto congênito em recém-nascidos, Descrição: O pé torto congênito (PTC), também conhecido como talipes equinovarus é uma deformidade ortopédica que se caracteriza por uma displasia congênita das estruturas musculoesqueléticas como músculos, tendões, ligamentos, estruturas osteoarticulares e neurovasculares, de origem multifatorial e causa idiopática. Com incidência estimada, no Brasil, de um a cada 1.000 nascidos vivos, o PTC ocorre predominantemente em recém-nascidos (RN) do sexo masculino, na proporção de 2 por 1. As ocorrências indicam acometimento bilateral em 50 dos casos, Maranho e Volpon (2011) e dados estatísticos do Sistema Único de Saúde brasileiro (SUS) registram 11.009 tratamentos cirúrgicos para PTC entre os anos 2013 e 2016, nas regiões norte, nordeste, sudeste, sul e centro-oeste do país. A literatura aponta diferentes tratamentos para a correção do PTC. Essa coletânea se resume em tratamentos conservadores (gesso, órteses e manipulação cinesiofuncional do pé) e cirúrgico (tenotomia), realizados por intermédio de equipe multidisciplinar e iniciados ainda no período neonatal (CURY et al., 2016), devido ao alto potencial de resposta em razão da boa elasticidade dos ligamentos, cápsulas articulares e tendões que ainda estão em estabilização durante esse período.A manipulação cinesiofuncional, normalmente realizada pela fisioterapia abrange diferentes técnicas de correção do desalinhamento articular, com o intuito de reduzir as deficiências funcionais, melhorar as habilidades motoras, contribuindo assim para um desenvolvimento normal, independência nas atividades de vida diária e ganho da marcha. Considerando a plasticidade e fragilidade do sistema musculoesquelético do recém-nascido e a necessidade de investir em órteses com materiais simples e de baixo custo como alternativa aos dispendiosos procedimentos cirúrgicos, este estudo tem como objetivo oferecer intervenção precoce, através do teleatendimento, no tratamento de pé torto congênito de recém-nascidos e apresentar o uso de bandagem como um material disponível para a produção de órteses ainda no período neonatal.Integrantes: Larissa Rodrigues de Sousa - Integrante / Silvana Alves Pereira - Coordenador.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Larissa Rodrigues de Sousa - Coordenador / Silvana Alves Pereira - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2018 - 2023

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: ., Enquadramento Funcional: .