Guilherme Batista da Silva

Possui graduação em Fonoaudiologia pela Universidade Federal de São Paulo (2025).

Informações coletadas do Lattes em 05/05/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Fonoaudiologia

2022 - 2025

Universidade Federal de São Paulo
Título: Investigação dos fatores de risco intrínsecos e extrínsecos para quedas em adultos e idosos com tontura crônica
Orientador: Profª Drª Fatima Alves Branco-Barreiro
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.

Ensino Médio (2º grau)

2017 - 2018

E.E Professora Luiza Hidaka

Formação complementar

2024 - 2024

Primeiros Socorros e Atendimento Inicial de Parada Cardiorrespiratória. (Carga horária: 3h). , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Participação em eventos

Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia. Investigação dos fatores de risco intrínsecos e extrínsecos para quedas em adultos e idosos com tontura crônica. 2025. (Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2024 - 2025

    Investigação dos fatores de risco intrínsecos e extrínsecos para quedas em adultos e idosos com tontura crônica, Descrição: Objetivo: Investigar os fatores de risco intrínsecos e extrínsecos para quedas em adultos e idosos com tontura crônica e verificar se existe associação com o número de quedas. Método: Estudo observacional de corte transversal descritivo e analítico, realizado no Ambulatório de Avaliação e Reabilitação Vestibular de um Hospital Universitário na cidade de São Paulo, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição sob parecer número: 6.621.342. Participaram 42 indivíduos, de ambos os gêneros, com diagnóstico clínico de tontura crônica decorrente de disfunção vestibular e que estavam na fila de espera para reabilitação vestibular. Os critérios de exclusão da pesquisa foram: não ter deambulação independente, ter passado por reabilitação vestibular nos últimos seis meses e não ter capacidade cognitiva, visual e/ou auditiva para responder aos instrumentos da pesquisa. Foi aplicada anamnese sobre dados sociodemográficos e de saúde. A investigação de fatores de risco para queda foi realizada por meio do Checklist de Fatores de Risco Intrínsecos e Extrínsecos para Queda em Idosos (Huang et al., 2003), aplicado em formato de entrevista. Para verificar a influência dos itens do Checklist baseado em Huang sobre o número de quedas e a ocorrência de pelo menos uma queda, foram utilizados modelos lineares gerais (MLG) com método de mínimos quadrados ordinários e modelos de regressão de Poisson robusta, respectivamente. Resultados: Entre os 42 participantes, 52 relataram ao menos uma queda nos últimos seis meses, com média de 2,12 quedas por indivíduo (DP = 4,96). A presença de problemas visuais aumentou significativamente a probabilidade de queda, enquanto mais fatores de risco no banheiro elevaram a ocorrência de eventos. Indivíduos cujas quedas tiveram causa intrínseca apresentaram maior número de episódios em comparação aos com causas extrínsecas. Conclusão: Os achados indicam que fatores intrínsecos (visuais e fisiológicos) e extrínsecos (ambientais) influenciam o risco e a recorrência de quedas em adultos e idosos com tontura crônica. A avaliação integrada desses fatores é essencial para orientar intervenções clínicas, promover segurança domiciliar e reduzir a ocorrência de quedas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme Batista da Silva - Coordenador / Fatima Cristina Alves Branco-Barreiro - Integrante / Rodrigo Lima Marques - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

  • 2024 - 2025

    ASSOCIAÇÃO ENTRE MEDO DE CAIR E DESEMPENHO FUNCIONAL EM INDIVÍDUOS COM TONTURA CRÔNICA, Descrição: Objetivo: Investigar o medo e o risco de quedas em adultos eidosos com tontura crônica, além de verificar se existeassociação entre o medo e o risco de cair. Método: Estudoobservacional prospectivo descritivo de corte transversal,realizado no Ambulatório de Avaliação e ReabilitaçãoVestibular de um Hospital Universitário na cidade de SãoPaulo, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa dainstituição sob parecer número: 6.621.342. Foramconvidados a participar do estudo indivíduos na fila deespera para reabilitação vestibular, ambos os gêneros ediagnóstico clínico de tontura crônica decorrente dedisfunção vestibular. Os critérios de exclusão da pesquisaforam: não ter deambulação independente, ter passado porreabilitação vestibular nos últimos seis meses e não tercapacidade cognitiva, visual e/ou auditiva para responder aosinstrumentos da pesquisa. Foi aplicada anamnese sobredados sociodemográficos e de saúde. A investigação domedo e do risco de quedas foi realizada respectivamentepela Falls Efficacy Scale-International (FES-I) e pelo Índice deMarcha dinâmica-Brief (Dynamic Gait Index - DGI) e peloTimed Up and Go (TUG). Para investigar as correlações entreas medidas do DGI, TUG e FES-I, foi utilizado o teste decorrelação de Pearson. O valor de significância estatísticaadotado foi igual a 5 (p #8804; 0,05) e o tamanho do efeito foimensurado a partir do coeficiente r. Resultados: Participaram42 indivíduos, majoritariamente do sexo feminino (69), commédia de idade de 62,71 anos, e com nível fundamental deeducação (47,6). A pontuação média na FES-I foi de 35,52pontos, na DGI-Brief foi de 9,55 pontos e o tempo médio noTUG simples foi de 12,35 segundos. De acordo com a FES-I,73,8 dos participantes apresentavam medo de cair. Osresultados da DGI-Brief mostraram que a maioria dosparticipantes (78,6) apresentava risco alto de queda e riscoleve a moderado segundo o TUG (54,8). Houve correlaçãonegativa moderada entre a FES-I e a DGI (p<0,001) e entre oTUG e a DGI (p=0,017). Conclusão: A maioria dos adultos eidosos com tontura crônica avaliados apresentou medo decair e alto risco de quedas, evidenciado por escores elevadosna FES-I e comprometimento na marcha dinâmica emobilidade funcional. A correlação negativa entre o medo decair e o desempenho na marcha sugere que a percepção deinsegurança está associada à limitação funcional. Essesachados reforçam a necessidade de intervenções queconsiderem tanto o risco físico quanto o medo subjetivo dequedas na reabilitação vestibular. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Guilherme Batista da Silva - Integrante / Fatima Cristina Alves Branco-Barreiro - Coordenador / Rodrigo Lima Marques - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2024 - 2025

FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA DO ESTADO DE SP

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 30

Outras informações:
Bolsista FAPESP pelo projeto de pesquisa ''Investigação dos fatores de risco intrínsecos e extrínsecos para quedas em adultos e idosos com tontura crônica''

2024 - 2025

Universidade Federal de São Paulo

Vínculo: Extensão universitária, Enquadramento Funcional: Membro Liga Acadêmica de Audição e Equilíbrio, Carga horária: 8