Victória Louise Mattos

Cantora lírica, atriz e tradutora de teatro (português-espanhol). Cursa o 5o. período do Bacharelado em Teatro da Faculdade CAL de Artes Cênicas, RJ (2021 - atual). Bolsista PIBIC-CNPq dos Projetos de pesquisa "Bernardo Kordon e o Brasil: a tradução como aventura" (2020-2022) e "Kordon entre o Brasil e a China: tradução, alteridade e política" (2022-atual) da UFRJ. Formada no Curso Profissionalizante de Teatro da Escola de Atores Wolf-Maya, RJ (2018-2021). Colaboradora da equipe de realização da Oficina Volante de Leitura Dramatizada e Adaptação Teatral, Projeto de Extensão da UFRJ (2020-2021). Estudou canto lírico com Hilton Prado Antonelli (2014-2017) e Mirna Rubim (Estúdio VOCE, 2018 - atual). É co-tradutora das peças A Ilha Deserta e Savério o Cruel, de Roberto Arlt (Rio de Janeiro: editora Papéis Selvagens, 2022). Pesquisa principalmente o contexto latino-americano nos seguintes temas: teatro, música, tradução, estudos culturais e cinema.

Informações coletadas do Lattes em 10/04/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Teatro

2021 - Atual

Faculdade Cal de Artes Cênicas

Graduação interrompida em 2020 em Nutrição

2019 - Atual

Universidade Estácio de Sá
Ano de interrupção: 2020

Curso técnico/profissionalizante em Curso Profissionalizante de Atores

2018 - 2021

Escola de Atores Wolf-Maya

Curso técnico/profissionalizante em Curso Básico - Piano e canto coral

2020 - 2020

Escola de Música Villa Lobos

Ensino Médio (2º grau)

2009 - 2012

Colégio Ícaro

Ensino Fundamental (1º grau)

2001 - 2008

Colégio Pinheiro Guimarães

Formação complementar

2018 - 2021

Canto lírico e preparação vocal. (Carga horária: 480h). , Estúdio VOCE, VOCE, Brasil.

2019 - 2019

Extensão universitária em Candomblé: símbolos, elementos, divindades e ritualística. (Carga horária: 26h). , Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.

2019 - 2019

Montagem de musicais. (Carga horária: 40h). , Escola de Atores Wolf-Maya, EAWM, Brasil.

2018 - 2019

Espanhol - Nível Avançado. (Carga horária: 60h). , Centro Cultural Brasil-Argentina (Buenos Aires), CCBA, Argentina.

2018 - 2018

Borges e os livros. (Carga horária: 12h). , Espaço Livre de Leitura, Escura e Escrita, ELLE, Brasil.

2018 - 2018

Narrativa Comtemporânea. (Carga horária: 12h). , Espaço Livre de Leitura, Escura e Escrita, ELLE, Brasil.

2018 - 2018

Poesia Femininina. (Carga horária: 12h). , Espaço Livre de Leitura, Escura e Escrita, ELLE, Brasil.

2018 - 2018

Leitura Dramatizada (bilingue espanhol-português). (Carga horária: 12h). , Centro Cultural Brasil Argentina, CCBA, Argentina.

2017 - 2017

Curso de Inglês (Básico). (Carga horária: 60h). , CNA - Inglês/Espanhol, CNA, Brasil.

2017 - 2017

Curso de Espanhol (Básico-Intermediário). (Carga horária: 120h). , Casa da Espanha, CE, Brasil.

2014 - 2017

Canto lírico e preparação vocal. (Carga horária: 360h). , Estúdio de Hilton Prado Antonelli, EHPA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Teatro.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Música.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Tradução.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Estudos Culturais.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Cinema.

Participação em eventos

11 Semana de Integração Acadêmica da UFRJ.Sobre a experiência da leitura dramatizada online. 2022. (Outra).

XII Congresso Brasileiro de Hispanistas. 2022. (Congresso).

Produções bibliográficas

  • ARLT, R. ; LABRIOLA, R. F. ; MATTOS, V. L. ; SCHWEITZER, L. . A Ilha Deserta / Savério o Cruel, de Roberto Arlt. 1. ed. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2022. v. 1. 126p .

  • MATTOS, V. L. ; LABRIOLA, R. F. . Sobre a experiência da leitura dramatizada online. In: 11 Semana de Integração Acadêmica da UFRJ (SIAc), 2022, Rio de Janeiro. Caderno de Resumos da 11 Semana de Integração Acadêmica da UFRJ - CLA, 2022. v. 1. p. 136-136.

  • MATTOS, V. L. ; LABRIOLA, R. F. . Sobre a experiência da leitura dramatizada online. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Outras produções

MATTOS, V. L. . Canal Youtube: Victória Louise canta. 2021; Tema: Canto Lírico-Crossover. (Rede social).

MATTOS, V. L. . Canal Youtube: Victória Louise - Cantora Lírica / Atriz. 2021; Tema: Teatro, Atuação e Canto Lírico. (Rede social).

COQUEIRO, I. ; MATTOS, V. L. . Impasse (v.1). 2022. Audiovisual.

COQUEIRO, I. ; MATTOS, V. L. . A escolha. 2022. Audiovisual.

COQUEIRO, I. ; MATTOS, V. L. . Impasse (v.2). 2022. Audiovisual.

MATTOS, V. L. ; ROSSETO, D. ; LISPECTOR, C. . A hora da estrela, de Clarice Lispector. 2021. Teatral.

MATTOS, V. L. ; GAROLLI, A. . Picolé (filme - curtametragem). 2021. Audiovisual.

MATTOS, V. L. ; MELLO, A. . Beijo no asfalto, de Nelson Rodrigues. 2021. Teatral.

MATTOS, V. L. ; RODRIGUES, N. . Na cama com Myrna. 2020. Audiovisual.

MATTOS, V. L. ; SHAKESPEARE, W. . Lady Macbeth. 2020. Audiovisual.

MATTOS, V. L. ; AMADO, R. ; LACERDA, A. P. . Sou Assim - o musical. 2020. Teatral.

MATTOS, V. L. ; DOMINGUES, S. . Musicais do Broadway. 2016. Teatral.

MATTOS, V. L. ; GOODDARTH, P. ; RESKI, F. . Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá. 2015. Teatral.

MATTOS, V. L. . My! My! Time flies!. 2021. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Astra et Luna. 2021. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . I could never say goodbye. 2021. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Unexpected song. 2021. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . If I could be where you are. 2021. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Lascia ch'io pianga (ao vivo). 2021. Interpretação.

MATTOS, V. L. . Scarborough fair. 2020. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Música da escuridão. 2020. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Think of me. 2020. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Eu tinha um sonho pra viver. 2020. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Coisas que eu amo (ao vivo). 2020. Interpretação.

MATTOS, V. L. . Tango das presidiárias. 2020. Interpretação.

MATTOS, V. L. . May it be. 2020. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Pocket-show de Canto Lírico-Crossover. 2019. Interpretação.

MATTOS, V. L. . Hallelujah. 2019. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Wishing You Were Somehow Here Again. 2019. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Quem me dera vê-lo uma outra vez. 2019. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Coisas que eu amo. 2019. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Memórias. 2019. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Zarzuela - Dia do Hispanismo. 2018. Interpretação.

MATTOS, V. L. . Angel of music. 2018. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Il mio cuore va. 2018. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Feira Cultural do Colégio Pinheiro Guimarães. 2017. Interpretação.

MATTOS, V. L. . The Second Element. 2017. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Who wants to live forever. 2017. Registro Fonográfico.

MATTOS, V. L. . Pocket-show de Canto Lírico-Crossover. 2016. Interpretação.

MATTOS, V. L. ; RESKI, F. . Gente Carioca - Apresentação de Canto Lírico. 2015. Interpretação.

MATTOS, V. L. ; ECKHARDT, V. . My! My! Time flies! (videoclipe). 2021. Vídeo.

MATTOS, V. L. . Picolé. 2021. Filme.

MATTOS, V. L. . Na cama com Myrna (monólogo). 2020. Vídeo.

MATTOS, V. L. ; ECKHARDT, V. . Scarborough fair (videoclipe). 2020. Vídeo.

MATTOS, V. L. . Lady Macbeth (dança). 2020. Vídeo.

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    KORDON, ENTRE O BRASIL E A CHINA: TRADUÇÃO, ALTERIDADE E POLÍTICA, Descrição: O objetivo principal deste projeto PIBIC 2022-2024 é aprofundar no mapeamento, análise e interpretação do material e dos documentos sobre Bernardo Kordon nas pesquisas anteriores, focando na questão da tradução cultural no percurso de duas linhas de trabalho com objetivos conexos: A) Kordon, o Brasil e a ficção Das novelas Vagabundo en Tombuctú (1961) e A punto de reventar (1971), relatos que misturam o autobiográfico e a autoficção de viagens, surge uma representação do Brasil inédita na literatura hispano-americana e na argentina em particular. O objetivo aqui é estabelecer uma comparação detalhada com o diário de viagem ao Brasil de Bioy Casares, e avaliar a possibilidade de uma prospecção dessa ficção sobre o Brasil em autores posteriores, como Perlongher. São relevantes aqui, além do prefácio que Kordon mesmo escreve para sua tradução de Vidas secas (RAMOS, 1947), os primeiros relatos de Kordon no livro Macumba, Relatos de la Tierra Verde (1939). Com efeito, a análise das representações ficcionais do Brasil nesse dois textos da década de 1930-40 vai conduzir diretamente as representações do Brasil do texto anterior com os relatos ?Vagabundo em Tombuctú? e ?A ponto de arrebentar? (já traduzidos para o português no projeto PIBIC 20220-2022). Trata-se de um ponto de avanço importante na pesquisa deste Projeto 2022-2024, pois ficção argentina sobre o Brasil esteve desde o século XIX ancorada na linha que vai de Sarmiento (como espaço de segurança política perante as tiranias do governo platino, porém questionado com observações civilizadoras como as que realiza sobre o Rio de Janeiro em Viagens...) a Borges (um território fantástico do gaúcho nos pampas do Rio Grande do Sul, região fora do tempo e da modernização). b) Kordon, a China e o teatro político O seguimento da militância de Kordon e seu contato com o PCB nas décadas de 50 e 60 pode ser pesquisado na coleção da revista Capricornio ? descrita no Catálogo de microfilmes de las publicaciones políticas y culturales argentinas (1900-1986), do Centro de Documentación e Investigación de la Cultura de Izquierdas en la Argentina (PITTALUGA, 2007) ? e no periódico Así (disponível na hemeroteca da Biblioteca Nacional de Argentina). È nessas publicações que Kordon da a conhecimento sues primeiros textos sobre a política, a cultura e o teatro da China, que vão ser depois publicados sob o formato de livros, sendo: : Seiscientos millones y uno (1958), Viaje nada secreto al país de los misterios: China extraa y clara (1958) e El teatro chino tradicional (1958). Levando em conta esses publicações, a conexão brasileira se estabelece, então, em duas linhas. A primeira com Edison Carneiro, cuja biblioteca pessoal registra um exemplar de El teatro chino tradicional dedicado por Kordon. Nesse sentido, é importante aprofundar essa linha com novas pesquisas em torno da relação Kordon-Carneiro. A segunda linha de contato, porém, é ainda mais clara e passa pela militância comunista da Pagu (Patrícia Galvão, íncone do modernismo brasileiro) e sua recuperação de Antonin Artaud no Jornal de Notícias, matéria já mencionada de 12 de março de 1950. O objetivo desta linha de trabalho, portanto, é mergulhar nessa leituras e vínculos que Kordon faz com os comunistas brasileiros encabeçados por Pagu, pois a leitura de Artaud através de Pagu vai ser fundamental no entendimento do teatro chinês por parte de Kordon. Daí se segue que é necessária, também, a análise dos ensaios de Kordon sobre a China, em especial China extraa y clara (1958) e El teatro chino tradicional (1958), em seu vínculo político com o ?teatro da crueldade?, sendo a posteriori realizado um cruzamento dos textos de Kordon com a experiência mexicana de Artaud em D'un voyage au pays des Tarahumaras (1945). Da mesma forma, serão pesquisados os vínculos com as vanguardas do modernismo brasileiro e do surrealismo francês.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Victória Louise Mattos - Integrante / Rodrigo Fernandez Labriola - Coordenador / Marcos Silva Cardoso dos Santos - Integrante / Rodrigo Silva da Costa - Integrante / Fabiana Carolina da Silva Pires - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2020 - 2022

    BERNARDO KORDON E O BRASIL: A TRADUÇÃO COMO AVENTURA, Descrição: A fortuna da narrativa do narrador argentino Bernardo Kordon (1915-2002) foi paradoxal, pois, embora bastante conhecido durante sua época de produção (p.e. mereceu um prólogo de Pablo Neruda no seu livro de relatos Vagabundo en Tombuctú, de 1961), logo foi encaixado nos estereótipos do quadro de costumes, do realismo social ou da picaresca portenha, e são escassos os trabalhos de recepção e crítica da sua obra. Só a partir de 2015 (com as jornadas sobre Kordon na Universidade de Buenos Aires), os relatos de Kordon começaram aos poucos a serem relidos focalizando a heterogeneidade dos mundos que invadem sua literatura, destacando noções como vitalidade, intensidade, experiência e migrança: que o que se observa é um cruzamento dos artifícios literários do relato de aventuras com diversas inter-línguas e, sobretudo, entre-lugares (SANTIAGO, 1978) vividos durante suas experiências de andarilho pela América Latina, Europa e Ásia. Noutras palavras, a narrativa de Kordon já carregava um componente cultural que bem poderia ser descrito nos termos da ?virada antropológica? (KINGER, 2016) que direciona o interesse à ficção latino-americana contemporânea. Assim, em Kordon a literatura é descolada para territórios fronteiriços e complexos, atravessados pelas questões da vida e da política, da alteridade e da cultura, do traslado e da tradução das experiências do autor como estrangeiro, misturando com heretogeneidade social do continente graças a sua militância política. Por isso, resulta inquietante a maneira como Kordon remanesceu até hoje, na historiografia da literatura, em uma espécie de limbo entre continental utópico e o nacional apátrida, mediante aproximações teóricas que insistem no quadro de costumes, no realismo político ou na identidade portenha dos anti-heróis suburbanos, comuns e populares das narrativas de Kordon, sem levar em conta, para estudar seus relatos, dois elementos da sua vida intelectual e política (e que o distinguem claramente de outros escritores da época): (a) as viagens constantes pela América Latina como andarilho, que aparentam sua escrita com a etnografia e com os diversos diários de Ernesto Guevara, por exemplo, e (b) sua aproximação ao Brasil como tradutor do português e conhecedor da literatura vizinha, a ponto de misturar sua experiência no Brasil e a ficção nos próprios relatos e contos. A questão da tradução lato sensu emerge, então, como um fundamento teórico a ser considerado na pesquisa proposta aqui. Kordon, muito provavelmente, aprendeu seu português como andarilho pelo Brasil (Cf. ANTELO, 1983). A experiência (quase a ?aventura? da tradução, no sentido de Georg Simmel) prima sobre a legitimidade que poderia dar às traduções dele uma ?educação formal? (mediada de alguma maneira pela ?cidade letrada?, no sentido de Rama) nessas línguas. A ?contaminação? linguística derivada desse trato ?informal? (ou da ordem da experiência vital e não da ordem cognoscitiva) das línguas alheias, também pode ser observada em múltiplas marcas ficcionais das narrações de Kordon, que vai atrelando o problema da tradução ao tópico do deslocamento físico e lingüístico para além do nacional, incluída a língua ?materna? (Cf. MORABITO, 2014). O presente projeto de pesquisa se sustenta nos resultados obtidos em meus dois projetos prévios: (a) ?Os problemas do exílio e da tradução nas narrativas de Virgilio Piera e Bernardo Kordon? e (b) ?Arquivos heterodoxos de escritores: aventura, tradução e relato?, além de contribuir tangencialmente para o meu projeto de pesquisa atual ?A tradução como conceito para uma nova história da literatura hispano-americana: contribuições teórico-culturais?. ). O objetivo principal é aprofundar no mapeamento, análise e interpretação, focando na questão da tradução cultural em três frentes: a) Kordon e a cultura negra, b) Kordon e o anti-fascismos, e c) Kordon e a ficção sobre o Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Victória Louise Mattos - Integrante / Rodrigo Fernandez Labriola - Coordenador / Larissa Vieira de Araujo Pires - Integrante / Ana Paula Silvestri Maciel - Integrante / Marcos Silva Cardoso dos Santos - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2

Histórico profissional

Experiência profissional

2022 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC-CNPq / Externo Faculdade CAL, Carga horária: 25, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Bolsista PIBIC-CNPq (Externo - Faculdade CAL) - Projeto de pesquisa: "Kordon entre o Brasil e a China: tradução, alteridade, política". Orientador: Rodrigo Fernandez Labriola.

2020 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro da Equipe de Projeto de Extensão, Carga horária: 5

Outras informações:
Projeto de Extensão: Oficina Volante de Leitura Dramatizada e Adaptação Teatral.

2022 - 2022

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC-CNPq / Externo Faculdade CAL, Carga horária: 25

Outras informações:
Bolsista PIBIC-CNPq (Externo - Faculdade CAL) - Projeto de pesquisa: "Bernardo Kordon e o Brasil: a tradução como aventura". Orientador: Rodrigo Fernandez Labriola.

Atividades

  • 08/2022

    Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Letras.,Linhas de pesquisa

  • 04/2020

    Extensão universitária , Faculdade de Letras.,Atividade de extensão realizada, Assistente e membro da equipe da Oficina Volante de Leitura Dramatizada e Adaptação Teatral (Projeto).

  • 03/2022 - 08/2022

    Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Letras.,Linhas de pesquisa

2022 - Atual

Faculdade Cal de Artes Cênicas

Vínculo: Aluna de graduação, Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC-CNPq / Externo Faculdade CAL, Carga horária: 25