Guilherme de Jesus Leite

Graduado em Medicina Veterinária no Centro Universitário Max Planck. Pós Graduação em Anestesiologia Veterinaria pelo Instituto Brasileiro de Medicina Veterinaria -IBVET. Tem experiência nas áreas de clínica médica e cirúrgica de pequenos e grandes animais, laboratórios de Anatomia e Patologia, Granjas de Aves e Suínos ; Habilitado pela Coordenadoria de Defesa Animal CDA para atuação no Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal - PECEBT. Faz parte do CEUA (Comite de Ética para Uso de Animais) do Centro Universitário Max Planck de 2017 a 2024. Estagiário bolsista de 2016 a 2017 no Centro Universitário Max Planck. Ensino Fundamental e Médio na Escola Estadual Professora Maria Januária Vaz Tuccuri. Responsável técnico da Cabanha Campestre 53 - ovinocultura de leite e Supervisor das Granjas escola de aves e suínos do Centro universitário Max Planck . Atualmente trabalha como professor no Centro Universitário UniMax, do Grupo Unieduk, na escola Viacerta e autônomo a campo na empresa G.LEITE VETERINÁRIA.

Informações coletadas do Lattes em 11/07/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Anestesiologia Veterinaria

2021 - 2022

IBVET- Instituto Brasileiro de Medicina Veterinária
Título: Anestesia Dissociativa empequeno ruminante com urolitíase - relato de caso

Graduação em MEDICINA VETERINÁRIA

2015 - 2019

Faculdade Max Planck
Bolsista do(a): Programa Universidade para Todos, PROUNI, Brasil.

Ensino Médio (2º grau)

2012 - 2014

E.E.PROFESSORA MARIA JANUÁRIA VAZ TUCCURI

Ensino Fundamental (1º grau)

2004 - 2011

E.E. Professora Maria Januária Vaz Tuccuri

Formação complementar

2023 - 2023

Programa de Excelência Docente. (Carga horária: 20h). , Grupo UNIEDUK, PIC, Brasil.

2021 - 2021

Tópicos de seguranca em anestesia. (Carga horária: 20h). , Servicos de anestesia veterinaria especializada, SAVE, Brasil.

2020 - 2020

Curso de Habilitação em Métodos de Diagnóstico e controle da brucelose. (Carga horária: 38h). , FMVZ-UNESP-Botucatu SP, FMVZ, Brasil.

2019 - 2019

Treinamento Basico de Combate a Incêndio e Primeiros Socorros. (Carga horária: 5h). , CENTRO UNIVERSITÃ?RIO MAX PLANCK, UNIMAX, Brasil.

2019 - 2019

Coleta e envio de amostras de bovinos para diagnóstico de raiva e BSE. (Carga horária: 4h). , CENTRO UNIVERSITÃ?RIO MAX PLANCK, UNIMAX, Brasil.

2019 - 2019

Mini ciclo teórico- prático sobre reprodução de muares e asininos. (Carga horária: 6h). , FMVZ-UNESP-Botucatu SP, FMVZ, Brasil.

2019 - 2019

Minicurso Prático de Manejo e Contenção em Animais Selvagens. (Carga horária: 2h). , Centro Universitário Max Planck, UNIMAX, Brasil.

2019 - 2019

Minicurso Teórico de Manejo e Contenção em Animais Selvagens. (Carga horária: 2h). , Centro Universitário Max Planck, UNIMAX, Brasil.

2017 - 2017

Treinamento Prático de Concentração e Morfologia Espermática. (Carga horária: 4h). , Faculdade Max Planck, FMAX, Brasil.

2016 - 2016

Inseminação Artificial. (Carga horária: 8h). , Faculdade Max Planck, FMAX, Brasil.

2016 - 2016

Artroscopia de Equinos. (Carga horária: 8h). , IBVET- Instituto Brasileiro de Medicina Veterinária, IBVET, Brasil.

2016 - 2016

Acupuntura em Cães e Gatos. (Carga horária: 8h). , FACULDADE MAX PLANCK, FMAX, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.

Organização de eventos

LEITE, G. J. . Minicurso intitulado Abordagem teórico prático das pelagens dos equinos. 2019. (Outro).

LEITE, G. J. ; MARVULO, M. F. V. . Minicurso intitulado " Exame Clínico em Pequenos Animais: teória e prática. 2019. (Outro).

LEITE, G. J. ; MARVULO, M. F. V. . Minicurso intitulado Introdução a Equinocultura - teórico prático. 2019. (Outro).

LEITE, G. J. ; MARVULO, M. F. V. . Mini curso intitulado " Manejo e contenção de animais - teórico prático. 2019. (Outro).

LEITE, G. J. . GERA-MAX Grupo de Estudos em Reprodução Animal. 2018. (Outro).

LEITE, G. J. . GEPRA-MAX Grupo de Estudos de Animais de Produção. 2018. (Outro).

LEITE, G. J. . Minicurso intitulado " Manejo e Contenção de Aves". 2018. (Outro).

LEITE, G. J. . Minicurso intitulado "Emergências e Pronto Atendimento em Pequenos Animais". 2018. (Outro).

LEITE, G. J. ; MARVULO, M. F. V. . VII VET MAX - Ciclo de Estudos do Curso de Medicina Veterinária. 2018. (Outro).

LEITE, G. J. ; MARVULO, M. F. V. . Minicurso intitulado Mecanismos da ação da Acupuntura. 2018. (Outro).

LEITE, G. J. . Minicurso intitulado "Orquiectomia em Equinos" do VII VETMAX. 2018. (Outro).

LEITE, G. J. . Minicurso intitulado "Inseminação Artificial em Éguas com semen congelado" do VII VETMAX. 2018. (Outro).

LEITE, G. J. . Minicurso intitulado "Manejo e Contenção de Répteis" do VII VETMAX. 2018. (Outro).

LEITE, G. J. . Minicurso intitulado " Exame físico em Animais " do Centro Universitário Max Planck. 2018. (Outro).

LEITE, G. J. . VI VET MAX - Ciclo de Estudos do Curso de Medicina Veterinária. 2017. (Outro).

LEITE, G. J. . GEAS-MAX Grupo de Estudos de Animais Selvagens. 2017. (Outro).

LEITE, G. J. . Curso de Reprodução em Ovinos. 2017. (Outro).

LEITE, G. J. . V VET MAX - Ciclo de Estudos do Curso de Medicina Veterinária. 2016. (Outro).

Participação em eventos

Inseminaçao artificial e congelamento de semen em caninos. 2020. (Outra).

Atualidades no Estadiamento e Terapêutica Nefroprotetora. 2019. (Outra).

Aula Inaugural intitulada " A importancia dos Zoológicos modernos para conservação da vida selvagem pelo Médico Veterinário Fabrício Braga Rassy ". 2019. (Encontro).

Aula Inaugural Medicina Veterinária intitulada Acupuntura na prática pelas médicas Veterinárias Dra. Carolinne Torres e Marianne Camargos Dias. 2019. (Encontro).

Ciclo de Atualização em Medicina Veterinária ". 2019. (Encontro).

COMGRAN- Congresso Medvep de Grandes Animais e Animais de Produção. 2019. (Congresso).

DRC em Gatos : como aumentar a expectativa de vida do seu paciente. 2019. (Outra).

Encontro GEAS-UNIMAX : "ultrassonografia em pets não convencionais " por Natália Oliveira. 2019. (Encontro).

Encontro GEAS- UNIMAX " Anestesia em animais silvestres e pets não convencionais " pelo Médico Veterinário Paulo Gabriel Gonzale. 2019. (Encontro).

Encontro GEAS UNIMAX " Terapias Holísticas em Animais Silvestres e Exóticos " pelo M.V. Leonardo Araújo Rosa. 2019. (Encontro).

Encontro GEPRA UNIMAX "Criação de cavalos atletas " pelos Médicos Veterinários Irineu Palmeira Filho e Andressa Maranhão. 2019. (Encontro).

Encontro GEPRA -UNIMAX " Minipigs - desafios e curiosidades " pela médica veterinária Izabelle J. de Oliveira. 2019. (Encontro).

Encontro GERE UNIMAX !Bubalinos -principais diferenças na produção de leite". 2019. (Encontro).

Encontro GERE UNIMAX " Acidose Lática Ruminal " pela Médica Veterinária Débora Cassiano. 2019. (Encontro).

Encontro GERE UNIMAX " Atendimento Emergencial de Síndrome Cólica " pelo médico Veterinário Luis Rodolfo Pucci. 2019. (Encontro).

Encontro GERE UNIMAX "Cuidados com neonatos ovinos pelo M.v. Eduardo Panelli. 2019. (Encontro).

Encontro GERE UNIMAX " Produção de Leite Organico - mercado e novas pesquisas. 2019. (Encontro).

FAICI 2019 (Feira Agropecuária Comercial e Industrial de Indaiatuba). 2019. (Feira).

Palestra Intitulada. 2019. (Encontro).

Progresso Científico , Ética e Prática Médica : O médico ao longo da história da medicina ministrada por Prof. Dr. Silvano Paia. 2019. (Encontro).

Reunião Clínica GERE - Ruptura do Tendão do Musculo Peroneus (Fibularis) Tertius por Milena Haln. 2019. (Encontro).

Reunião Clínica GERE - UNIMAX " Infiltração Sacroilíaca " por Nádia Quiroz. 2019. (Encontro).

Unimax Profissões 2019. Curso de Medicina Veterinária da Unimax. 2019. (Feira).

Utilização de Equinos na Produção de Plasma Hiperimune pelo Msc. Dacio Castro Dias. 2019. (Encontro).

XX Conferência Anual ABRAVEQ. 2019. (Congresso).

XX Encontro de Iniciação Cientifíca - XX ENIC.Enterolitíase em colon dorsal de equino - relato de caso. 2019. (Encontro).

26 Encontro do Grupo de Estudos GEAS MAX. 2018. (Oficina).

27 Encontro do Grupo de Estudos GEAS MAX. 2018. (Oficina).

28 Encontro do Grupo de Estudos GEAS Max- Reabilitação de Animais Marinhos. 2018. (Encontro).

Abordagem ao tutor do Paciente Crítico por Tiago Almeida. 2018. (Encontro).

Apicultura Ecossistêmica- manejo, comportamento e bem estar. 2018. (Encontro).

Aula Inaugural intitulada Medicina Veterinária : oportunidades, áreas de atuação e órgãos de classe ministrada pelos Conselheiros do CRMV São Paulo. 2018. (Encontro).

Aula Magna intitulada "Atuação do Médico Veterinário na Perícia da Policia Federal", Ministrada pelo Medico Veterinário Marcelo Americo de Almeida. 2018. (Encontro).

Aula Magna intitulada "Exames Neurológicos em Pequenos Animais". 2018. (Encontro).

Aula Magna intitulada "Localizando Lesões Neurológicas" ministrada pelo Doutor Rodrigo Casarin Costa. 2018. (Encontro).

Biodiversidade Antártica: Adaptações Evolutivas e Sensibilidade às Mudanças Ambientais por Profa. Dra. Lucia de Siqueira Campos. 2018. (Encontro).

Biotecnologia Aplicada aos Primatas Neotropicais por Rafaela Garcia. 2018. (Encontro).

Encontro GEPA - MAX :Emergências na rotina de Animais de Companhia por Danilo Bíscaro. 2018. (Encontro).

Encontro GEPRA- MAX: Estratégias Nutricionais voltadas a Neonatos Suínos. 2018. (Encontro).

Encontro GEPRA- MAX: Patogenicidade de Silagem e Implicações para a Cadeia Produtiva de Ruminantes. 2018. (Encontro).

Encontro GERA- MAX: Criopreservação de Espermatozoides Colhidos da Cauda do Epidídimo de Garanhões. 2018. (Encontro).

Encontro GERA- MAX: Manejo de Éguas Doadoras e Receptoras em Programas de Transferência de Embriões. 2018. (Encontro).

Encontro GERA- MAX: Manejo e Métodos de Inseminação Artificial em Pequenos Ruminantes l em. 2018. (Encontro).

Encontro GERA- MAX: Métodos de Sexagem em Animais Silvestres. 2018. (Encontro).

Encontro GERA- MAX: Refrigeração e Transporte de Sêmen Equino. 2018. (Encontro).

Encontro GERA - MAX :Reprodução de Mamíferos Marinhos. 2018. (Encontro).

Encontro GERA- MAX: Reprodução de Suínos: da Coleta do sêmen à Criopreservação l. 2018. (Encontro).

Expo Veterinária 2018. 2018. (Outra).

FAICI 2018 (Feira Agropecuária Comercial e Industrial de Indaiatuba )1. Apresentação do curso de Medicina Veterinária. 2018. (Feira).

FAICI 2018 (Feira Agropecuária Comercial e Industrial de Indaiatuba) 2. Apresentação do curso de Medicina Veterinária. 2018. (Feira).

FAICI 2018 (Feira Agropecuária Comercial e Industrial de Indaiatuba) 3. Apresentação do curso de Medicina Veterinária. 2018. (Feira).

Grupo de Estudo em Reprodução Animal. 2018. (Oficina).

II Reunião do Programa de Iniciação Científica 2018. 2018. (Encontro).

I Reunião do Programa de Iniciação Científica 2018. 2018. (Encontro).

Manejo de felinos Silvestres em Cativeiro por Prof. Dr. Jean Carlos Ramos da Silva. 2018. (Encontro).

Métodos de Sexagem em Animais Silvestres. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada " Aspectos Gerais e Manejo Básico na Ovinocultura " por Dr. Matheus de Oliveira Souza Castro. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada " Bem Estar em Animais Atletas " pelo Dr. César Fabiano Vilela. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada " Criptorquidismo em Equinos " por Juliana Padula. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada " Cuidados na Preparação Cirúrgica do paciente com Cólica " pelo Médico Veterinário Maurício Zinsly. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada "Hipertensão Arterial Sistêmica" por André Ananias. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada "Mastocitoma " por Renan Bignotto Ferreira. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada " Pilates para Cavalos " por Julia David Lourenzon. 2018. (Encontro).

Palestra Intitulada " Produção de Tilápias : pontos de interesse para Melhoramento Genético " por Marco Aurélio Pereira de Almeida. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada "Toracocentese" por João Paulo Magnusson. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada Estratégias que otimizam Resultados de IATF no Campo. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada Mesoterapia aplicada à Lombalgia. 2018. (Encontro).

Palestra intitulada Patologias de Rebanho de Ovinos. 2018. (Encontro).

Práticas de Captura de Fauna. 2018. (Oficina).

Principais Enfermidades na Clínica de Répteis. 2018. (Encontro).

Principais Lesões Podais: do reconhecimento à prevenção.. 2018. (Outra).

Reunião Clínica de Grandes Animais - Raiva Rural. 2018. (Encontro).

Reunião Clínica intitulada Hemiplegia Laríngea. 2018. (Encontro).

Reunião Clínica intitulada Tenossinovite Séptica em Equinos. 2018. (Encontro).

Reunião Clínica intitulada Torção Gástrica em Equinos. 2018. (Encontro).

Reunião Ordinária do GEPRA- MAX. 2018. (Oficina).

Reunião Ordinária GEAS MAX. 2018. (Oficina).

Sanidade na Criação de Bezerras:do nascimento ao desmame. 2018. (Outra).

Sistema Voisin na Produção Leiteira por Prof. Fabrício Rogério Castelini. 2018. (Encontro).

Terapia Assistida por Animais Não Convencionais por Breno Martins Jancowski. 2018. (Encontro).

VII International Symposium on Animal Biology of Reproduction Reproductive: Biotechnology and Future.Cytoplasmic droplet translocation during epididymal sprm maturation in horses. 2018. (Simpósio).

Vivência de Estágio com Animais Silvestres no Pantanal Sul por Wagner C.M. Diniz. 2018. (Encontro).

XI Simpósio de Cólica Equina. 2018. (Simpósio).

XIX - Encontro de Iniciação Científica - XIX ENIC.Levantamento do número de casos de síndrome cólica em equinos atendidos no Hospital Escola Veterinário do Centro Universitário Max Planck. 2018. (Encontro).

17° CONIC - Congresso Nacional de Iniciação Científica. Uso Própolis no tratamento da otite externa ? Resultados Parciais. 2017. (Congresso).

3 EIMV- Encontro Internacional de medicina Veterinária. 2017. (Congresso).

Apicultura Ecossistêmica- manejo, comportamento e bem estar. 2017. (Encontro).

Conservação e Saúde de Felídeos Selvagens Brasileiros. 2017. (Encontro).

Encontro das reuniões Clinicas de Grandes Animais HEV- Max Planck.Insuficiência Renal em Equinos. 2017. (Seminário).

Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Indaiatuba. MONITOR DE ESTAGIÁRIOS. 2017. (Feira).

Max Profissões. 2017. (Encontro).

Micotoxinas, perigo oculto na Nutrição Animal. 2017. (Encontro).

Práticas Veterinárias em Comportamento: Orientações para tutores de cães e gatos. 2017. (Encontro).

Principais Fraturas do Cavalo de Corrida. 2017. (Encontro).

Reunião Clínica de Grandes Animais - Artrite Séptica. 2017. (Encontro).

Reunião Clínica de Grandes Animais - Cirrose em equinos. 2017. (Encontro).

Reunião Clínica de Grandes Animais - Persistência do úraco em potros. 2017. (Encontro).

Treinamento Prático de Concentração e Morfologia Espermática. 2017. (Encontro).

Vigilância de Primatas Não Humanos e a situação Epidemiológica da Febre Amarela no Brasil. 2017. (Encontro).

XVII Encontro de Iniciação Cientifica.Uso Própolis no tratamento da otite externa ? Resultados Parciais. 2017. (Encontro).

XVII Encontro de Iniciação Cientifica.Prevenção e Controle de doenças infecciosas em central de reprodução equina.. 2017. (Encontro).

XVII Encontro de Iniciação Cientifica.Avaliação de Neem (Azadirachta indica) na Prevenção de Miíases. 2017. (Encontro).

2 Encontro Internacional de Medicina Veterinária - IB VET. 2016. (Congresso).

AULA MAGNA DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA. 2016. (Encontro).

CRAS e CBC de Felinos Neotropicais. 2016. (Encontro).

Curso Prático de Artroscopia de Equinos, prof. Andrew Bathe. 2016. (Congresso).

Encontro GERE UNIMAX " Bubalinos - Principais diferenças na produção de leite. 2016. (Encontro).

Endoscopia do Trato Respiratório Anterior - Dr. Luis Renato Oseleiro. 2016. (Encontro).

ENIC (Encontro de iniciação Científica ). 2016. (Encontro).

I Comfel- Congresso Medvep Internacional de Medicina Veterinária. Tratamento da Otite Externa em Felinos com Própolis. 2016. (Congresso).

Minicurso de Acupuntura em Cães e Gatos. 2016. (Encontro).

Minicurso Inseminação Artificial. 2016. (Encontro).

Neonatologia Equina - Dra. Raffaella Bertoni Cavalcanti Teixeira. 2016. (Encontro).

Quiropraxia em Equinos - Dra.Luciana Kratschmer. 2016. (Encontro).

Trabalho veterinário com Cavalos de Corrida. 2016. (Encontro).

Biologia e Status das Tartarugas Marinhas. 2015. (Encontro).

Encontro de Iniciação Cientifica. 2015. (Encontro).

FAICI (Feira Agropecuária Comercial e Industrial de Indaiatuba). Exposição para divulgar o curso de Medicina Veterinária. 2015. (Exposição).

IV VETMAX - Ciclo de Estudos do Curso de Medicina Veterinária. 2015. (Encontro).

Outubro ROSA 2015 - Anestesias e Emergências. 2015. (Oficina).

Outubro ROSA 2015 - COLHEITA E PROCESSAMENTO DE AMOSTRAS PARA IDENTIFICAÇÃO DAS NEOFORMAÇÕES EM MAMA. 2015. (Oficina).

Orientou

Vanessa Mendes Machado ; Nicolly Mary Martins de Souza

Estudo comparativo entre rendimento de carcaças de borregos em relação as biotecnologias aplicadas a reprodução; Início: 2023; Iniciação científica (Graduando em Medicina Veterinária) - Grupo UNIEDUK; (Orientador);

Produções bibliográficas

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  • BUENO, J. A. P. ; LEITE, G. J. ; CARETTA, C. M. ; FERNANDES, P. R. ; SILVA, R. A. ; MOTA, R. A. ; SILVA, J. C. R. ; MARVULO, M. F. V. . PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI-TOXOPLASMA GONDII EM OVINOS DA REGIÃO DE INDAIATUBA, SP. In: 19 CONGRESSO NACIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2019, SÃO PAULO. PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI-TOXOPLASMA GONDII EM OVINOS DA REGIÃO DE INDAIATUBA, SP, 2019.

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  • LEITE, G. J. ; MORAES, N. C. ; FORTI JUNIOR, C. ; GARCIA, M. A. . Programa de prevenção e controle de doenças infecciosas em Central de Reprodução Equina.. In: XVII Encontro de Iniciação Cientifica, 2017, Indaiatuba -SP. Programa de prevenção e controle de doenças infecciosas em Central de Reprodução Equina., 2017. v. 01. p. 058-059.

  • LEITE, G. J. ; FERNANDES, C. P. M. . Própolis como tratamento alternativo da otite externa em cães.. In: XVI Encontro de Iniciação Cientifica, 2016, Indaiatuba. Própolis como tratamento alternativo da otite externa em cães., 2016.

  • LEITE, G. J. ; SANTOS, M. G. ; FORTI JUNIOR, C. ; SANTOS, M. . Brucelose Bovina. In: XV Encontro de Iniciação Cientifica, 2015, Indaiatuba -SP. Brucelose Bovina, 2015.

  • LEITE, G. J. . medicina veterinária. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. . Neonatologia em pequenos. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. . Atuaçao do Medico Veterinário: clínica, cirurgia e anestesiologia veterinária. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. . Neurofisiologia da Reprodução. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LEITE, G. J. . Fisiologia da Reprodução Equina. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LEITE, G. J. . Pelagens dos Equinos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. ; MEDEIROS, D. R. ; FORTI JUNIOR, C. ; PEREIRA, N. R. ; MORAES, N. C. ; BICUDO, M. C. ; GAZZANO, F. C. M. ; CASSIANO, D. A. ; PUCCI, L. R. ; LEMFERS, T. R. ; DERCOLI, T. E. ; MARCONDES, G. M. ; ALBERNAZ, R. M. . Funiculite Crônica Unilateral em Muar : Relato de Caso. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SARTORATO, W. V. P. ; LEITE, G. J. ; SCHWEIGER, A. C. ; CARNEIRO, T. U. ; MAGRI, I. ; CARETTA, C. M. ; CASTRO, M. O. S. ; DERCOLI, T. E. ; MORENO, L. Z. ; FERNANDES, C. P. M. ; PALERMO, M. R. . Estudo Comparativo em ovinos dos métodos coprológicos de Willis, Hoffmann e Paratest Eco Vet. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LEITE, G. J. ; MARVULO, M. F. V. . Introdução a Equinocultura. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. ; MARVULO, M. F. V. . Manejo e Contenção de Animais. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • BUENO, J. A. P. ; LEITE, G. J. ; MARVULO, M. F. V. . Levantamento do número de casos de síndrome cólica em equinos atendidos no Hospital Escola Veterinário do Centro Universitário Max Planck. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PITEL, V. C. M. ; LEITE, G. J. ; SURH, J. V. E. ; PUCCI, L. R. ; DERCOLI, T. E. ; ARAUJO, M. S. . Prolapso Uterino em Jumenta - Relato de Caso. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BUENO, J. A. P. ; LEITE, G. J. ; CARETTA, C. M. ; LIMA, M. C. ; SOEIRO, C. S. ; FERNANDES, P. R. ; SILVA, R. A. ; MOTA, R. A. ; SILVA, J. C. R. ; MARVULO, M. F. V. . Pesquisa de Anticorpos anti toxoplasma gondii em ovinos da região de Indaiatuba - SP. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LEITE, G. J. ; BUENO, J. A. P. ; CARETTA, C. M. ; LIMA, M. C. ; SOEIRO, C. S. ; GUEDES, I. B. ; CASTRO, J. F. P. ; HEINEMANN, M. B. ; SILVA, J. C. R. ; MARVULO, M. F. V. . Levantamento sorológico de anticorpos anti-Leptospira interrogans em ovinos.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • BUENO, J. A. P. ; LEITE, G. J. ; CARETTA, C. M. ; LIMA, M. C. ; SOEIRO, C. S. ; SILVA, J. C. R. ; MARVULO, M. F. V. . Levantamento sorológico de anticorpos anti-Toxoplasma gondii em ovinos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. ; BUENO, J. A. P. ; CARETTA, C. M. ; LIMA, M. C. ; SOEIRO, C. S. ; SILVA, J. C. R. ; MARVULO, M. F. V. . Levantamento sorológico de anticorpos anti Neospora caninum em ovinos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • BUENO, J. A. P. ; LEITE, G. J. ; DERCOLI, T. E. ; MARVULO, M. F. V. . Levantamento retrospectivo dos casos de síndrome cólica atendidos no Hospital Escola Veterinário do Centro Universitário Max Planck. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. ; PEREIRA, N. R. ; CARNEIRO, T. U. ; PEREIRA, R. P. L. M. S. ; ZINSLY, M. C. ; ALBERNAZ, R. M. . Enterolitíase em cólon dorsal de equino - relato de caso. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. . Exame Clínico em Pequenos Animais. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. . Exame Clínico em Grandes Animais. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LEITE, G. J. . Introdução à Clínica de Grandes Animais. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LEITE, G. J. . O Papel do Médico Veterinário na Bovinocultura e Ovinocultura de Corte e Leite. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LEITE, G. J. . O Papel do Médico Veterinário na Avicultura de Corte e Postura. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LEITE, G. J. . Fases e Mercado Atual da Suinocultura. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LEITE, G. J. ; MARVULO, M. F. V. . Introdução à Clínica de Pequenos Animais. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LEITE, G. J. ; PEREIRA, N. R. ; CAMARGO, L. S. ; PAPA, P. M. ; SCHMITH, R. A. ; SILVA, L. F. M. C. ; ANDRADE JUNIOR, L. R. P. ; DELLAQUA JUNIOR, J. A. ; PAPA, F. O. ; DERCOLI, T. E. ; GUASTI, P. N. . Cytoplasmic droplet translocation during epididymal sprm maturation in horses. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • PEREIRA, N. R. ; LEITE, G. J. ; CAMARGO, L. S. ; PAPA, P. M. ; SCHMITH, R. A. ; SILVA, L. F. M. C. ; ANDRADE JUNIOR, L. R. P. ; DERCOLI, T. E. ; DELLAQUA JUNIOR, J. A. ; PAPA, F. O. ; GUASTI, P. N. . Morphological changes between cauda epididymal and ejaculated sperm in stallions. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • LEITE, G. J. ; PEREIRA, N. R. ; PEREIRA, R. P. L. M. S. ; CAMARGO, L. S. ; PAPA, P. M. ; SCHMITH, R. A. ; SILVA, L. F. M. C. ; ANDRADE JUNIOR, L. R. P. ; DELLAQUA JUNIOR, J. A. ; PAPA, F. O. ; DERCOLI, T. E. ; GUASTI, P. N. . AVALIAÇÃO MORFOLÓGICA DE ESPERMATOZOIDES EPIDIDIMÁRIOS EM EQUINOS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PEREIRA, N. R. ; LEITE, G. J. ; PEREIRA, R. P. L. M. S. ; CAMARGO, L. S. ; PAPA, P. M. ; SCHMITH, R. A. ; SILVA, L. F. M. C. ; ANDRADE JUNIOR, L. R. P. ; DELLAQUA JUNIOR, J. A. ; PAPA, F. O. ; DERCOLI, T. E. ; GUASTI, P. N. . Alterações Morfológicas entre a cauda do espermatozóide epididimal e ejaculado em Garanhões .. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • GONÇALVES ; LEITE, G. J. ; FERNANDES, C. P. M. ; PALERMO, M. R. ; MARVULO, M. F. V. . Avaliação do Neem (Azadirachta indica) na prevenção de miíases. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LEITE, G. J. ; GONCALVES, V. F. . Insuficiência Renal em Equinos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LEITE, G. J. ; GONÇALVES ; FERNANDES, C. P. M. . Própolis como tratamento alternativo para otite externa em cães. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LEITE, G. J. ; GONÇALVES ; FERNANDES, C. P. M. . Uso Própolis no tratamento da otite externa ? Resultados Parciais. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • GONÇALVES ; LEITE, G. J. ; FERNANDES, C. P. M. . Avaliação de Neem (Azadirachta indica) na Prevenção de Miíases. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. ; FORTI JUNIOR, C. ; GARCIA, M. A. . Prevenção e Controle de doenças infecciosas em central de reprodução equina.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. . Principais Distúrbios Reprodutivos dos Garanhões. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LEITE, G. J. ; FERNANDES, C. P. M. . Própolis como tratamento alternativo para otite externa em cães. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FERNANDES, C. P. M. ; LEITE, G. J. ; LIMA, C. . Tratamento da Otite Externa em Felinos com Própolis- Resultados Parciais. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LEITE, G. J. . Brucelose Bovina. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - Atual

    Avaliação da técnica de congelamento DT em embriões de ovinos, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Coordenador / Maria Fernanda Vianna Marvulo - Integrante / Raquel Freitas Zambonatto - Integrante.

  • 2023 - Atual

    ESTUDO COMPARATIVO ENTRE RENDIMENTO DE CARCAÇAS DE BORREGOS EM RELAÇÃO ÀS BIOTECNOLOGIAS APLICADAS À REPRODUÇÃO, Descrição: A ovinocultura no Brasil tem crescido de modo avassalador nos últimos anos, sendo aproximadamente um rebanho de 20.537.474 animais (IBGE,2021). Esse avanço na produtividade contribui para a elevação da demanda e procura por ovinos, segundo estudos de mercado (ZANELLA, 2009). A produção de carne ovina é uma opção viável e econômica para promover o desenvolvimento rural no Brasil, inclusive nos programas de desenvolvimento da agricultura familiar (SOUZA NETO, 1987). Nesse sentido, os cordeiros com peso vivo em torno de 28-30 kg são a categoria mais aceita no mercado consumidor, com as melhores características de carcaça (SIQUEIRA, 1999). A reprodução é um fator primordial de grande importância, que influencia diretamente a eficácia e a economia da produção animal, são utilizadas as biotecnologias da reprodução e o melhoramento genético para cada vez mais aprimorar o rendimento de carcaça desses animais.A monta natural pode ocorrer de forma livre ou controlada. A maioria das populações de ovinos do mundo é manejada sob condições de pastagem extensiva, onde a criação ao ar livre é amplamente praticada. Os criadores o usam de forma irracional na reprodução livre, e as fêmeas são mantidas com os machos durante todo o ano. Esse tipo de manejo pode levar à ocorrência de acasalamentos deficientes, levando a perdas incalculáveis #8203;#8203;em rebanhos com altos índices de endogamia e fêmeas jovens acasaladas precocemente. Em condições de monta livre, dependendo da raça, estação do ano, etc., recomenda-se a utilização de mais carneiros para servir o rebanho de ovelhas (relação sexual 1:25 ou 1:30). Assim sendo, quanto maior o investimento aplicado às biotecnologias da reprodução, melhor a qualidade do produto, tendo um retorno econômico positivo ao produtor. No acasalamento natural controlado, grupos de fêmeas são mantidos ou contatados por machos específicos, durante o tempo programado da estação de acasalamento, dessa forma, é possível identificar e registrar a genealogia da prole, ou seja, o produtor sabe quem é o pai (AZEVEDO,2012). O uso da inseminação artificial tem um grande potencial nos ovinos, pois seus aspectos produtivos e reprodutivos são precoces, além de apresentar ciclo biológico curto, destacando um curto intervalo entre as gerações. Por tanto, é necessário a renovação constante de reprodutores com a intensificação de manjei, para que haja a consanguinidade do rebanho. O ciclo estral de ovelhas varia de 17 a 21 dias de duração, é possível estabelecer as estações de monta de 60 dias com quatro chances de cobertura para as fêmeas, além disso a inseminação artificial favorece também a antecipação e o agrupamento das coberturas e partos. (BORGES; GONÇALVES, 2002). A técnica da inseminação artificial consiste em depositar o sêmen do Carneiro no trato reprodutivo das fêmeas com os instrumentos auxiliares. A indução/sincronização de estro, ovulação e tecnologia de sêmen, são colaboradoras da inseminação artificial. Existem diversos tipos de técnicas de inseminação artificial em ovinos: Vaginal, cervical ou intrauterina, como é o caso das técnicas transcervical e laparoscópica. Por tanto, alguns fatores podem afetar diretamente determinados resultados como: concepção, gestação, e fertilidade. Deve-se destacar a anatomia tortuosa do colo do útero ovino, vários regimes hormonais e tipo de sêmen. Ao realizar o processo de congelamento e descongelamento, os espermatozóides podem apresentar baixa resistência. Assim, afetando e limitando as taxas de concepção (ALVAREZ,2015). As etapas da produção in vitro de embriões (PIV) de maneira sucinta são: Colheita e maturação in vitro (MIV) de oócitos, fecundação in vitro (FIV) e cultivo in vitro (CIV) de zigotos ao estádio de blastocisto. Na primeira etapa é realizada a colheita de oócitos competentes ao desenvolvimento, sendo os oócitos com eficiência a alcançar a meiose, ser fecundado, se desenvo. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Coordenador / Maria Fernanda Vianna Marvulo - Integrante / Vanessa Mendes Machado - Integrante / Nicolly Mary Martins de Souza - Integrante.

  • 2020 - 2021

    Levantamento sorológico de anticorpos anti- Neospora caninum em ovinos na regiao de Indaiatuba - SP, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Integrante / Maria Fernanda Vianna Marvulo - Integrante / Jaíne De Ávila Palmeira Bueno - Coordenador / Carolina Martins Caretta - Integrante.

  • 2019 - 2020

    Levantamento sorológico de anticorpos anti-Toxoplasma gondii em ovinos, Descrição: Toxoplasma gondii é um protozoário unicelular, que tem como hospedeiro definitivo os felídeos e outras espécies como hospedeiro intermediário. Os gatos domésticos, por exemplo, são fontes de transmissão da toxoplasmose para outros animais e para os humanos. Em fazendas e sítios, costumam utilizar os gatos como controle de roedores em galpões para armazenamento de comida, mas ao defecar eles contaminam a comida, podendo transmitir essa doença para os humanos, por ser uma zoonose e para os animais de produção causando prejuízos econômicos. Na espécie ovina, vários estudos apontam malformações fetais e abortos. É de extrema importância realizar os testes sorológicos para confirmar a presença de anticorpos e ter o conhecimento sobre a contaminação com T.gondii na ovinocultura. Diante disso, o objetivo do trabalho é avaliar os fatores de risco e contabilizar quantos animais são positivos e negativos para o T. gondii.O presente estudo tem como objetivos,realizar levantamento sorológico de anticorpos de ovinos,verificar os animais positivos e negativos e determinar os fatores de risco.Serão realizadas coletas sorológica dos animais e avaliados para identificar a presença de anti-toxoplasma gondii. Através da avaliação do local e informações dos produtores serão determinado os fatores de riscos encontrados no local.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Integrante / Maria Fernanda Vianna Marvulo - Integrante / Jaíne De Ávila Palmeira Bueno - Coordenador / Carolina Martins Caretta - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Estudo Comparativo dos métodos coprológicos de Willis , Hoffmann e paratest em Suínos, Descrição: Com o avanço da suinocultura no Brasil, os sistemas de criação tiveram que ser modificados, as criações extensivas foram substituídas pelo sistema de confinamento, exigindo a utilização de novas técnicas de manejo que se executadas inadequadamente propiciam a proliferação e a permanência de diversos agentes patogênicos (D?Alencar et al. 2011). Os distúrbios gastrointestinais são frequentemente observados em suínos, em diferentes faixas etárias, levando a perdas econômicas significantes. Dentre os parasitos mais comuns estão os: Ascaris suum, Trichuris suis, Strongyloides,Balantidium coli e Cryptosporidium sp. (Aguiar 2009). Os métodos usados para a identificação destes parasitas gastrointestinais são duas técnicas coproparasitológicas para helmintos: flutuação simples (técnica de Willis) e sedimentação (técnica de Hoffman), que serão comparadas com a eficiência do paratest® da empresa Dk Diagnostics o qual será utilizado pela primeira vez em suínos. Para a realização da pesquisa serão utilizadas 50 amostras de 50 animais diferentes, com o trabalho em andamento esperasse a compatibilidade dos testes e a eficiência do paratest, para ter a conclusão do mesmo. Referencias: :Parasitos intestinais em suínos confinados em uma criação no município de Pinheiral, RJ*. Disponível em: http://www.rbmv.com.br/pdf_artigos/31-12-2016_15-11RBMV%20021-Supl.2.pdf. PARASITAS INTESTINAIS EM SUÍNOS CONFINADOS NOS ESTADOS DE SÃO PAULO E MINAS GERAIS. Disponível em: http://biologico.agricultura.sp.gov.br/uploads/docs/arq/V67_2/11.pdf. Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína -Abipecs. Relatório 2016.D?Alencar S., Farias M.P.O., Rosas E.O., De Lima M.M., Alves L.C. & Machado M.A.G. Influência do manejo higiênico-sanitário na infecção por helmintos gastrintestinais em suínos de granjas tecnificadas e de subsistência abatidos na região Metropolitana de Recife e Zona da Mata do Estado de Pernambuco, Brasil. Arquivos do Instituto Biológico, 78:207-215, 2011.Aguiar P.C. Aspectos epidemiológicos das parasitoses gastrintestinais de suínos naturalizados de criações familiares do Distrito Federal. Dissertação (Mestrado em saúde animal) -Universidade de Brasília, Brasília, 2009. 117pToma S.B., Moreira R.J.C. & Canavaci F.H.T. Atividade anti-helmíntica da ivermectina 1% injetável em suínos naturalmente parasitados. Hora Veterinária, 2:31-33, 2003.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Integrante / Ciciane Pereira Marten Fernandes - Integrante / Victoria Caroline Marocci Pitel - Integrante / Monica Ruz Palermo - Coordenador / Luisa Zanolli Moreno - Integrante / João Vitor Elias Surh - Integrante / Carolini Pereira do Santos - Integrante / Roberta Stein da Palma - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Estudo Comparativo dos métodos coprológicos de Willis , Hoffmann e paratest em gatos domésticos, Descrição: Este projeto foi estabelecido com o intuito de comparar a eficiência do paratest®, da empresa DK Diagnostics, fabricante exclusiva do Sistema Parasitológico paratest®, baseado em duas técnicas coproparasitológicas para helmintos: flutuação simples (técnica de Willis) e sedimentação (técnica de Hoffman). Desse modo, foram coletadas o total 50 amostras fecais, exclusivamente de felinos domésticos, encontradas em propriedades localizadas em Indaiatuba e região. As amostras são conduzidas para análise no laboratório de parasitologia ? Unimax. Introdução O paratest®, da empresa Dk Diagnostics, é um sistema parasitológico biodegradável, não tóxico e não agressivo ao meio ambiente. Sua principal função é facilitar análises microscópicas no diagnóstico parasitológico por conservar e preservar características morfológicas de cistos de protozoários, larva e ovos de helmintos. No presente estudo, será realizada a comparação do paratest® com duas técnicas coproparasitológicas para helmintos: a técnica de Willis (flutuação simples), fundamentada na flutuação de ovos leves através de solução saturada de NaCl, açúcar ou sulfato de Zinco; e a técnica de Hoffman (sedimentação), que consiste na sedimentação espontânea em água permitindo encontrar ovos e larvas de helmintos e cistos de protozoários. Objetivo O objetivo do projeto é comparar a eficiência do paratest® da empresa Dk Diagnostics com duas técnicas coproparasitológicas para helmintos: flutuação simples (técnica de Willis) e sedimentação (técnica de Hoffman). Justificativa Visto que, o exame fecal para detectar a presença de ovos ou larvas de vermes é o auxiliar mais comum para o diagnóstico, é crucial o estudo e o melhoramento das técnicas empregadas durante esse processo, visando melhor aproveitamento das amostras, de tempo e recursos. Adicionalmente, a utilização do paratest®, um sistema completo para análise parasitológica de fezes, será de grande contribuição na área da saúde visto os benefícios que o produto oferece como: otimização da mão de obra; maior limpeza e higiene, uma vez que elimina a necessidade do uso de vidrarias e outros acessórios; baixo custo em comparação a outros métodos e, por fim, a sintetização das etapas de análise. Metodologia Primeiramente, é realizado o trabalho com as amostras cedidas pelos proprietários dos animais. As fezes frescas são retiradas do ambiente com o auxílio de luvas plásticas de procedimento, armazenadas em frascos coletores e conservadas para a utilização nos laboratórios da Unimax. A preparação das amostras para o exame microscópico com objetivo de detectar a presença de ovos é realizada pelos métodos de Flutuação (Willis) e Sedimentação (Hoffmann). Em ambos as lâminas são observadas sob baixo aumento e, quando necessário, é empregada maior ampliação, visando maior detalhamento de diferenças morfológicas. Para o primeiro procedimento, técnica de Willis, é necessário homogeneizar em um béquer um grama de fezes com dez mililitros de sulfato de zinco. A suspenção é transferida para um tubo de ensaio, com a ajuda de um funil e duas gazes para filtração. Em seguida, é adicionado sulfato de zinco até a formação de um menisco positivo e cobre-se com uma lamínula. Após quinze minutos a lamínula está pronta para ser colocada em uma lâmina e analisada. A segunda técnica empregada, Sedimentação (Hoffmann), utiliza de dois a três gramas de fezes diluídas com vinte mililitros de água em um béquer. Após a homogeneização, a suspensão é transferida através de filtração com duas gazes para um cálice cônico, adicionando mais dez mililitros de água. Após trinta minutos, o sedimento acumulado na parte inferior é recolhido com o auxilio de uma pipeta, inserido na lâmina e recoberto pela lamínula. Por fim, para a utilização do Paratest, basta ut. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Integrante / Ciciane Pereira Marten Fernandes - Integrante / Monica Ruz Palermo - Coordenador / Luisa Zanolli Moreno - Integrante / Julia Alvarez Lomba - Integrante / Raíssa Menabó de Oliveira - Integrante / Kelly Christinne de Souza - Integrante / Marcella Soares Batista - Integrante / Paula Fernanda Ferreira - Integrante.

  • 2018 - 2019

    AVALIAÇÃO MORFOLÓGICA DE ESPERMATOZOIDES EPIDIDIMÁRIOS EM EQUINOS, Descrição: A morfologia espermática é um parâmetro importante para avaliar a qualidade do sêmen, e qualquer distúrbio na espermatogênese e durante a passagem do espermatozoide no epidídimo acarretará em anormalidades morfológicas, afetando consequentemente a fertilidade destas células (MALGREM, 1997).Após a espermatogênese, os espermatozoides ainda não são capazes de fertilizar o oócito. Além disso, os últimos estágios de diferenciação emespermátides são marcados pela condensação do DNA, diminuindo progressivamente o processo de transcrição e tradução no gameta até sua estagnação. Portanto, durante o trânsito epididimário, a célula espermática necessita passar por sucessivas modificações morfofuncionais que contribuirão para a maturação do espermatozoide (DACHEUX & DACHEUX, 2014).No entanto, o processo de maturação epididimária em equinos não é totalmente conhecida. A avaliação morfológica das células espermáticas em diversas regiões do epidídimo permitirá elucidar as alterações estruturais necessárias em cada porção do órgão, permitindo assim o melhor entendimento da fisiologia reprodutiva do garanhão. Ainda, não há na literatura, até o momento, estudos sobre a avaliação da morfologia espermática epididimária em equinos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (10) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Coordenador / Neilson Rodrigo Pereira - Integrante / Priscilla Nascimento Guasti - Integrante / Patricia de Mello Papa - Integrante / Rubia Alves Schmith - Integrante / José Antonio Dellaqua Júnior - Integrante / Frederico Ozonam Papa - Integrante / roberta de paula leite moraes sargo pereira - Integrante / Thiago Urbano Carneiro - Integrante / (Laiza Sartori de Camargo - Integrante.

  • 2018 - 2019

    Estudo Comparativo dos métodos coprológicos de Willis , Hoffmann e paratest em Aves, Descrição: O plantel brasileiro de aves possui aproximadamente 1,3 bilhões de cabeças, sendo as criações extensivas as que possuem a maior incidência de infecções parasitárias, principalmente em unidades agrícolas familiares onde as instalações e práticas de manejo são ineficientes. Os vermes nematoides são os que mais comuns, e consequentemente são considerados os mais patogênicos e os que geram maior impacto econômico. Para diagnosticar as infecções parasitárias é necessário a realização de testes coproparasitológicos. O objetivo desse trabalho foi comparar a eficiência do Paratest® Eco Vet (Dk Diagnostics®) com duas técnicas coproparasitológicas utilizadas na rotina clínica: flutuação simples (técnica de Willis) e sedimentação (técnica de Hoffman). O Paratest® Eco Vet, é um sistema parasitológico biodegradável, não tóxico e não agressivo ao meio ambiente, utilizado rotineiramente em laboratório clínico médico. O estudo comparativo foi realizado em criações de aves do município de Itupeva ? SP. Foram utilizadas cinco amostras fecais de Gallus gallus de cada propriedade cuja as criações eram do tipo extensiva, totalizando 100 amostras. Os resultados foram de 66% das amostras positivas para pelo menos um tipo de parasita, nos quais foram encontrados, Ascaridea, Capillaria, Choanotaenia, coccídeos, Heterakis, e Raillietina, sendo a Capillaria e os coccídeos os mais encontrados. Foi possível notar que o Método Hoffman e o Método Paratest® Eco Vet apresentaram resultados semelhantes quanto suas positividades (Paratest® Eco Vet ? 87,87%; Hoffman ? 86,36%), e obtiveram um número maior de ovos de parasitas. Dessa forma, é possível concluir que o Paratest® Eco Vet é compatível com os testes comumente utilizados nos exames coproparasitológicos em aves. Dk diagnostics: Inovação a serviço da saúde. Disponível em: https://www.dkdiagnostics.com/index.php?continente=1&lang=pt. Acesso em 20 de novembro de 2018. GOMES, F. F. et al. Principais Parasitos Intestinais Diagnosticados Em Galinhas Domésticas Criadas Em Regime Extensivo Na Municipalidade De Campos Dos Goytacazes, RJ. Net, Rio de Janeiro, jul./set. 2009. Disponível em:

  • 2018 - 2019

    Levantamento retrospectivo dos casos de Síndrome Cólica em equinos atendidos no Hospital Escola Veterinário da Faculdade Max Planck, Descrição: Os cavalos são animais altamente suscetíveis a doenças que envolvem o sistema digestório, tais como cólicas, diarreias e enterotoxemias. Em torno de 50% das mortes de cavalos adultos estão relacionadas aos problemas desse sistema (GONÇALVES et al., 2002). A cólica, por exemplo, é um problema comum em equinos e é caracterizada como uma síndrome por representar um conjunto de sinais. A etiopatogenia da cólica pode estar relacionada com diversos fatores o que provoca casos mais leves até casos graves, resultando na doença mais comum e severa para equinos (ALVES, 1994). Estudos realizados nos Estados Unidos, Grã Bretanha e Irã apontam a incidência de cólica variando entre 4 e 9% (a cada 100 animais atendidos por ano) (MEHDI & MOHAMMAD, 2006;HILLYER et al., 2001).Os casos que requerem tratamento cirúrgico resultam em um maior número de óbitos do que os casos tratados clinicamente. A letalidade atinge 13% dos casos não submetidos à cirurgia e 31% nos casos que requerem intervenção cirúrgica (KANEENE et al., 1997). As porcentagens dos episódios de cólica que resultam em cirurgia variam de 1,4% a 6,3%, segundo os animais analisados e o tipo de cólica verificada (TINKER et al., 1997; TRAUB-DARGATZ et al., 2001). Equinos com histórico de cólicas recorrentes apresentam risco 3,6 vezes maior de serem acometidos por novo episódio (TINKER et al., 1997).No Brasil, em estudo realizado no Hospital Veterinário da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinária (FCAV) da Unesp em Jaboticabal, dos cinquenta animais com cólica submetidos à laparotomia, 27 (54%) sobreviveram e 23 (46%) foram a óbito ou sacrificados. Dentre os 27 sobreviventes, 21 (78%) apresentavam lesões no intestino grosso (IG) e 6 (22%) no intestino delgado (ID). Entretanto, dos 23 animais que foram a óbito ou sacrificados, 8 (34,78%) apresentavam lesões no no IG e 15 (65,21%) ID. O tempo médio de evolução do distúrbio até que os animais recebessem atendimento especializado foi de 20,13 horas para os animais com lesões no IG e de 13,29 horas para os equinos com lesões no ID. A demora no atendimento reduz as chances de recuperação dos animais e contribui para o expressivo número de procedimentos cirúrgicos realizados (DI FILIPPOet al, 2010). Com base nessas considerações, justifica-se o estudo da cólica no Hospital-Escola Veterinário da Faculdade Max Planck (HEV-Max), pois a síndrome cólica é a principal doença que acomete os equinos. Diversos fatores implicam no aparecimento desta enfermidade, tais como raça, idade, manejo alimentar incorreto, entre outros (COHEN, 1997). A conformação anatômica natural deste animal e seu manejo facilitam o aparecimento. Estudos apontam a incidência de cólica entre 4 e 9% (a cada 100 animais atendidos por ano). O estudo da cólica equina é importante para oentendimento dos fatores de risco envolvidos, que variam de acordo com o tipo de cólica. Em meses mais quentes do ano, por exemplo, pode haver o aumento de incidências (COHEN, 1997). Além disso, a espécie equina apresenta predisposição a alterações morfofisiológicas graves, responsáveis por dor abdominal (FERNANDES, 2009). Apesar da relativa facilidade na identificação de um equino com a síndrome cólica, determinar a origem da dor e os fatores que levam ao quadro clínico pode ser difícil(LARANJEIRA e ALMEIDA, 2008). O presente estudo será realizado por meio da análise das fichas hospitalares individuais, dos equinos atendidos no HEV- Max Planck, durante o ano de 2017. Será realizado o levantando dos dados a partir do cadastro e da anamnese do animal para a identificação dos seguintes fatores: raça, idade, sinais clínicos, tempo de atendimento, diagnóstico, achados clínico-cirúrgicos, época do ano, cidade de origem. Será formado um banco de dados para a análise estatística que será realizada por meio da análise de frequência de ocorrência de cada um dos fatores e da associação entre eles.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Integrante / Maria Fernanda Vianna Marvulo - Integrante / Jaíne De Ávila Palmeira Bueno - Coordenador.

  • 2018 - 2019

    AVALIAÇÃO MORFOLÓGICA DE ESPERMATOZOIDES DA CAUDA DO EPIDÍDIMO E DO EJACULADO DE GARANHÕES, Descrição: A colheita de espermatozoides do epidídimo possibilita a recuperação e criopreservação de células espermáticas viáveis de garanhões que tenham a sua vida reprodutiva interrompida por morte inesperada. Nestes casos, tal procedimento é indicado principalmente para garanhões com alto valor genético, pois minimiza a perda do germoplasma e consequentemente possibilita a obtenção de produtos geneticamente superiores mesmo após a incapacidade reprodutiva ou morte do reprodutor (PAPA et al., 2008). Sabe-se que os espermatozoides da cauda do epidídimo possuem maior quantidade de gotas citoplasmáticas distais, as quais se destacam durante a ejaculação (SOSTARIC et al., 2008), e em estudo realizado em gato doméstico, foi observado maior proporção de defeitos de cauda nos espermatozoides do ejaculado em comparação a espermatozoides obtidos da cauda do epidídimo, sugerindo que algumas anormalidades espermáticas podem ser induzidas no momento ou após a ejaculação (AXNER et al., 1998). Os espermatozoides epididimários não possuem contato com plasma seminal, o qual é um importante fluido reprodutivo com a expressão de proteínas que contribuem para capacidade fertilizante da célula espermática (MOURA et al., 2011). No entanto, Monteiro et al. (2011), verificaramque espermatozoides colhidos da cauda do epidídimo possuem fertilidade superior em relação a espermatozoides do ejaculado. Assim, os mecanismos que alteram a capacidade fecundante da célula espermática após a ejaculação ainda sãodesconhecidos. O conhecimento sobre a morfologia do espermatozoide equino antes e após a ejaculação, poderá contribuir com o entendimento da fisiologia e funcionalidade da célula espermática no processo de fertilização. Ainda, não há até o momento, na literatura, a comparação morfológica entre espermatozoides do ejaculado e do epidídimo na espécie equina. Serão utilizadas amostras de espermatozoides do ejaculado e espermatozoides colhidos da cauda do epidídimo de 12 garanhões, da raça Brasileiro de Hipismo, com 4 anos de idade, as quais já estão colhidas e armazenadas a 5ºC. A análise da morfologia espermática será realizada na ST Genetics®, Indaiatuba.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (10) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Integrante / Neilson Rodrigo Pereira - Coordenador / Priscilla Nascimento Guasti - Integrante / Patricia de Mello Papa - Integrante / Rubia Alves Schmith - Integrante / Luis Fernando Mêrces Chaves Silva - Integrante / José Antonio Dellaqua Júnior - Integrante / roberta de paula leite moraes sargo pereira - Integrante / (Laiza Sartori de Camargo - Integrante / (Luis Roberto Pena de Andrade Júnio - Integrante / (Frederico Ozonam Papa - Integrante / Thyago Escodro Dercoli - Integrante.

  • 2017 - 2018

    Própolis como tratamento alternativo para Otite externa em cães, Descrição: A otite é uma doença comum em cães, mas também pode estar presente em felinos, sendo que nestes a maior ocorrência da doença é de origem parasitária (BAPTISTA et al., 2010). Diversos fatores podem desencadear a inflamação da orelha externa, podendo ser divididos em fatores predisponentes, primários e perpetuantes. O diagnóstico da doença é relativamente simples com a identificação do agente primário causador da doença (ROSSER, 2004), sendo que de maneira geral o alvo terapêutico de maior importância são os microrganismos (LYSKOVA; VYDRZALOVA; MAZUROVA, 2007). O tratamento da otite externa é geralmente muito negligenciado, resultando em recivida e evolução para casos crônicos, fato que leva a resistência bacteriana, custo de tratamento e, muitas vezes, culminam com a necessidade de procedimentos cirúrgicos para resolução do quadro (GRIFFIN, 2006; NASCENTE et al., 2006; LINZMEIER; ENDO; LOT, 2009). A otite é uma doença comum em cães, mas também pode estar presente em felinos, sendo que nestes a maior ocorrência da doença é de origem parasitária (BAPTISTA et al., 2010). Diversos fatores podem desencadear a inflamação da orelha externa, podendo ser divididos em fatores predisponentes, primários e perpetuantes. O diagnóstico da doença é relativamente simples com a identificação do agente primário causador da doença (ROSSER, 2004), sendo que de maneira geral o alvo terapêutico de maior importância são os microrganismos (LYSKOVA; VYDRZALOVA; MAZUROVA, 2007). O tratamento da otite externa é geralmente muito negligenciado, resultando em recivida e evolução para casos crônicos, fato que leva a resistência bacteriana, custo de tratamento e, muitas vezes, culminam com a necessidade de procedimentos cirúrgicos para resolução do quadro (GRIFFIN, 2006; NASCENTE et al., 2006; LINZMEIER; ENDO; LOT, 2009). A otite é uma doença comum em cães, mas também pode estar presente em felinos, sendo que nestes a maior ocorrência da doença é de origem parasitária (BAPTISTA et al., 2010). Diversos fatores podem desencadear a inflamação da orelha externa, podendo ser divididos em fatores predisponentes, primários e perpetuantes. O diagnóstico da doença é relativamente simples com a identificação do agente primário causador da doença (ROSSER, 2004), sendo que de maneira geral o alvo terapêutico de maior importância são os microrganismos (LYSKOVA; VYDRZALOVA; MAZUROVA, 2007). O tratamento da otite externa é geralmente muito negligenciado, resultando em recivida e evolução para casos crônicos, fato que leva a resistência bacteriana, custo de tratamento e, muitas vezes, culminam com a necessidade de procedimentos cirúrgicos para resolução do quadro (GRIFFIN, 2006; NASCENTE et al., 2006; LINZMEIER; ENDO; LOT, 2009). O tratamento da otite externa em cães muitas vezes é negligenciado e levando a resistência bacteriana. A investigação clínica da ação antinflamatória da própolis em otite externa em cães representa uma contribuição para o conhecimento científico desta droga de origem vegetal. Serão utilizados 50 cães, adultos, de ambos sexos, apresentando sinais clínicos de otite externa ceruminosa e/ou purulenta segundo Nelson e Couto (2010). Os animais serão divididos aleatoriamente em três grupos (A, B e C) e serão avaliados pré- tratamento através de análise bacteriana e/ou fúngica e temperatura auricular. Após a coleta dos dados, os animais do grupo A (grupo controle negativo) serão tratados com solução de propilenoglicol a 75%, os animais do grupo B (grupo teste) serão tratados com solução aquosa de própolis a 80% ou novas moléculas e o grupo C (grupo controle positivo) será tratado com solução comercial Otomax®. O tratamento será realizado a cada 24 horas, uma vez ao dia por durante 7 dias. Após o período de tratamento será realizada nova avaliação dos condutos auditivos com coleta de material para análise bacteriana e/ou fúngica e temperatura auricular.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Coordenador / Ciciane Pereira Marten Fernandes - Integrante / camila gonçalves - Integrante.

  • 2017 - 2018

    Uso de Nim (Azadirachta indica) como repelente., Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Victoria Caroline Marocci Pitel em 14/05/2019., Descrição: Na maior parte do tempo nosso clima é tropical e subtropical, o que leva a grande frequência de animais (principalmente da espécie canina) com míiase devido ao grande número de moscas neste período. A ampla quantidade de plantas com propriedades farmacológicas disponíveis no Brasil, desperta interesse internacional, tanto científico como empresarial, quanto ao potencial destes compostos (COSTA-SILVA et al., 2006). A biodiversidade das plantas brasileiras é ampla sendo necessário explorar as diversas regiões do país com o intuito de se obter um mapeamento das ações farmacológicas e toxicológicas dos diversos biomas brasileiros (MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL, 2006). A planta Azadirachtaindica,conhecida popularmente como Nim ou Neem, tem sido usada por séculos no oriente como planta medicinal (no tratamento de inflamações, infecções virais, hipertensão e febre), planta sombreadora, repelente, material para construção, combustível, lubrificante, adubo e mais recentemente como praguicida CURSO: MeME MÊS /ANO: AUTOR: RA: E-MAIL: ORIENTADOR: Ciciane Pereira Marten Fernandes E-MAIL: cici.marten@gmail.com (MOSSINI; KEMMELMEIER, 2005). Nim é uma planta de origem asiática se adapta muito bem em países quentes (MOURA; SOARES, 2006), como clima tropical e subtropical, pertence à família Meliaceae. A árvore pode chegar de 15 á 20m de altura e seu diâmetro varia de 8 á 12m, e o fornecimento de frutos é de 3 á 5 anos após o plantio, geralmente a produção ocorre nos meses de julho, setembro, novembro e janeiro (MOSSINI; KEMMELMEIER, 2005). O Nim no meio veterinário é utilizado para ação repelente contra carrapatos, mosca-do-chifre, controle de pulgas e piolhos, estudos indicam que limonóides presentes na planta possuem diversos mecanismos e sítios de ação gerando um efeito repelente de postura de ovos. É utilizando também como cicatrizante (MOSSINI; KEMMELMEIER, 2005). Foram realizado teste de toxidade em mamíferos utilizando produtos as bases de Nim, foram aplicadas doses máximas por diferentes vias, onde nenhuma causou mortalidade. Pesquisas realizadas com o produto Nimbokil-60 EC (inseticida à base de óleo de sementedeNim) para determinação de toxicidade em mamíferos revelaram ausência de efeitos adversos ou doença nos animais testados. Porém extratos pode causar fitotoxidade em altas concentrações, varia de acordo com a espécie, idade e a fase de desenvolvimento da planta sobre a qual são aplicadas (MOSSINI; KEMMELMEIER, 2005).Serão construídas armadilhasutilizando fígado bovino deteriorado como atrativo. No interior de cada armadilha serão colocados 200g de fígado bovino deteriorado em pote plástico. Em cada armadilha será adicionado 3ml de solução de Nim de concentrações e diluições diferentes, sendo uma armadilha utilizada para controle positivo (CP) com somente fígado bovino deteriorado. O experimento será realizado nas dependências do Hospital Escola Veterinário (HEV) no município de Indaiatuba, no estado de São Paulo, região de clima tropical e subtropical, com cinco repetições em dias alternados. Serão utilizadas cinco armadilhas, instaladas a dez metros de distancia de cada, suspensas a 1,20 metros do solo, permanecendo instaladas com troca dos fígados e fitoterápicos a cada 24 horas. Após o período de captura avaliar-se-a a quantidade e as espécies de moscas presentes no interior de cada armadilha. Serão realizadas cinco repetições, em dias alternados, removendo as moscas a cada 24 horas.Após a obtenção das moscas estas serão acondicionadas em frascos de plásticos e congeladas para quantificação e verificação das espécies utilizando chave de identificação proposta por Carvalho e Ribeiro (2000).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme de Jesus Leite - Integrante / Ciciane Pereira Marten Fernandes - Integrante / camila gonçalves - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2022 - Atual

Grupo UniEduk

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor Universitário, Carga horária: 4

Outras informações:
Professor titular da disciplina Doenças de Suínos e Produção de Suínos

2017 - 2017

Feira Agropecuária Industrial e Comercial de Indaiatuba

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2018 - 2020

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Funcionário, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Trabalha como Supervisor de aualas práticas do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Max Planck

2018 - 2019

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Programa de Iniciação Científico, Carga horária: 6

Outras informações:
Aluno Colobarador como Co- autor no Instrumento Particular de Concessão de Bolsa de Estudos PIC Programa de Iniciação Científica, com o tema "Levantamento Retrospectivo dos casos de síndrome cólica em equinos atendidos no Hospital Escola Veterinário da Faculdade Max Planck em 2017"

2018 - 2019

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Programa de Iniciação Científico, Carga horária: 6

Outras informações:
Aluno Voluntário como Co-autor no Instrumento Particular de Concessão de Bolsa de Estudos PIC Programa de Iniciação Científica, com o tema "Avaliação Morfológica de Espermatozoides da cauda do epidídimo e do ejaculado de garanhões"

2018 - 2019

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Programa de Iniciação Científica, Carga horária: 6

Outras informações:
Aluno Colaborador/ Voluntário no Instrumento Particular de Concessão de Bolsa de Estudos PIC Programa de Iniciação Científica, com o tema "Avaliação Morfológica de Espermatozoides Epididimários em Equinos "

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Auxíliar de Aula Prática, Carga horária: 2

Outras informações:
Auxiliou em aulas práticas do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Max Planck na disciplina de Introdução à Medicina Veterinária, como o tema "Fases e Mercado Atual da Suinocultura".

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Auxíliar de Aula Prática, Carga horária: 2

Outras informações:
Auxiliou em aulas práticas do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Max Planck na disciplina de Introdução à Medicina Veterinária, como o tema "Introdução a Clínica de Grandes Animais".

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Auxíliar de Aula Prática, Carga horária: 2

Outras informações:
Auxiliou em aulas práticas do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Max Planck na disciplina de Introdução à Medicina Veterinária, como o tema "O papel do Médico Veterinário na Bovinocultura e Ovinocultura de Corte e Leite".

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Auxíliar de Aula Prática, Carga horária: 2

Outras informações:
Auxiliou em aulas práticas do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Max Planck na disciplina de Introdução à Medicina Veterinária, como o tema "O papel do Médico Veterinário na Avicultura de Corte e Postura".

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Minicurso Exame Clínico em Pequenos Animais, Carga horária: 4

Outras informações:
Ministrei como colaborador o minicurso intitulado "Exame Clínico em Pequenos Animais " do Curso de Medicina Veterinária da Faculdade Max Planck.

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Minicurso Exame Clínico em Grandes Animais, Carga horária: 4

Outras informações:
Ministrei como colaborador o minicurso intitulado "Exame Clínico em Grandes Animais " do Curso de Medicina Veterinária da Faculdade Max Planck.

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Auxíliar em Aulas Práticas, Carga horária: 2

Outras informações:
Auxiliou em aulas práticas do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Max Planck na disciplina de Introdução à Medicina Veterinária, como o tema " Introdução à Clínica Médica de Pequenos Animais".

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Minicurso Exame Clínico em Animais, Carga horária: 4

Outras informações:
Ministrei como colaborador o minicurso intitulado "Exame Clínico em Animais " do Curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Max Planck.

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 3

Outras informações:
Ministrei como monitor o minicurso intitulado "Exame Clínico em Animais " do Curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Max Planck

2018 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Limpeza, Esterelização e enfermaria, Carga horária: 44

Outras informações:
Trabalhou como responsável pela limpeza, esterelização , cuidados e enfermaria nos setores de Grandes e Pequenos Animais do Hospital Escola Veterinário do Centro Universitário Max Planck.

2017 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Bolsista (Bolsa de Estudos), Enquadramento Funcional: Programa de Iniciação Cientifica, Carga horária: 6

Outras informações:
Aluno Bolsista no Instrumento Particular de Concessão de Bolsa de Estudos PIC Programa de Iniciação Científica, com o tema "Própolis como tratamento alternativo para otite externa em cães"

2017 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Programa de Iniciação Científica, Carga horária: 6

Outras informações:
Aluno Voluntário como Co-autor no Instrumento Particular de Concessão de Bolsa de Estudos PIC Programa de Iniciação Científica, com o tema "Avaliação de Neem na prevenção de Miíases"

2017 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Vice Presidente do Grupo de Estudo GEPRA -MAX, Carga horária: 2

Outras informações:
Participou como Comissão Organizadora no cargo de Vice Presidente do Grupo de Estudos de Produção Animal (GEPRA- MAX), do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Max Planck , no período de Setembro de 2017 à Novembro de 2018.

2017 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Vice Presidente do Grupo de Estudo GERA -MAX

Outras informações:
Participou como Comissão Organizadora no cargo de Vice Presidente do Grupo de Estudos de Reprodução Animal (GERA- MAX), do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Max Planck , no período de Agosto de 2017 à Novembro de 2018.

2017 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Manejo de Aves e Suinos, Carga horária: 44

Outras informações:
Trabalhou como responsável pelo manejo dos animais na Granja Escola de Aves e Suínos do Centro Universitário Max Planck.

2016 - 2018

Faculdade Max Planck

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Vice Presidente do Grupo de Estudo GEAS -MAX, Carga horária: 2

Outras informações:
Participou como Comissão Organizadora no cargo de Vice Presidente do Grupo de Estudos de Animais Selvagens (GEAS- MAX), do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Max Planck , no período de Março de 2016 à Novembro de 2018.

2016 - 2017

Faculdade Max Planck

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 30

Outras informações:
TOTALIZANDO 1720 HORAS

2016 - 2017

Faculdade Max Planck

Vínculo: Estágiario, Enquadramento Funcional: Estágio no HEV- Hospital Escola Veterinário

Outras informações:
Acompanhei atividades no setor de Grandes Animais de 19/10/2016 até 30/10/2017

2016 - 2016

Faculdade Max Planck

Vínculo: Estágiario, Enquadramento Funcional: Estágio no HEV- Hospital Escola Veterinário

Outras informações:
Acompanhei atividades do setor de Grandes Animais no período de 08/03/2016 até 19/10/2016.

2015 - 2015

Faculdade Max Planck

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estágio no Hospital Escola Veterinário

Outras informações:
Estágio no Hospital Escola Veterinário, da Faculdade Max Planck, na área de Clínica Medico Cirurgica de grandes animais, totalizando 110 horas.

2015 - 2015

Faculdade Max Planck

Vínculo: Estágiario, Enquadramento Funcional: Estágio no HEV- Hospital Escola Veterinário, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio no Hospital Escola Veterinário da Faculdade Max Planck, na área de Clínica Médico Cirúrgica de Pequenos Animais , totalizando 20 horas.

2015 - 2015

Faculdade Max Planck

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estágio no Hospital Escola Veterinário, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio no Hospital Escola Veterinário, da Faculdade Max Planck, na área de Clínica Médico Cirúrgica de Grandes Animais , totalizando 20 horas.

2019 - 2019

VETHY-Clínica e Reprodução de Equino

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 30

Outras informações:
No período de 01/08/2019 a 31/08/2019 estagiei na VETHY , na area de clínica e reprodução equina, perfazendo carga horária total de 132 horas.

2019 - 2019

VETHY-Clínica e Reprodução de Equino

Vínculo: Estágio Obrigatório, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 138

Outras informações:
No período de 01/10/2019 a 31/10/2019 estagiei na VETHY , na area de clínica e reprodução equina, perfazendo carga horária total de 138 horas.

2016 - 2016

VETHY-Clínica e Reprodução de Equino

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estágio no VETHY, Carga horária: 30

Outras informações:
Estágio no VETHY- Clínica e Reprodução de Equinos , na área de vistas a campo e auxilio no HEV-Hospital Escola Veterinário da Faculdade Max Planck, totalizando 122 horas. OBS: sem Dóc.

2018 - 2018

TEC LAB - Laboratório Clínico Veterinário

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: estagiário, Carga horária: 4

Outras informações:
Realizou estágio no TEC LAB - Laboratório Clínico Veterinário, no período de 03/07/2018 á 31/07/2018, com carga horaria total de 68 horas.

2019 - 2019

FMVZ-UNESP-Botucatu SP

Vínculo: Estágio Curricular, Enquadramento Funcional: estagiário, Carga horária: 40

Outras informações:
Realizei o estágio curricular na área de reprodução animal, junto ao departamento de reprodução e radiologia veterinária da faculdade de medicina veterinária da Universidade Estadual Paulista , no período de 01/09/2019 a 30/09/2019 com duração de 168horas de atividades , sob orientação da Professora Eunice Oba.

2019 - 2019

Embryoplus, Embryoplus

Vínculo: Estagiário -estágio curricular, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 30

Outras informações:
Durante o mês de Julho de 2019 estagiei na Embryoplus Brasil no período de 01/07/2019 a 31/07/2019, contemplando técnicas como aspiração folicular guiada por ultrassonografia em bovinos, ultrassonografia doppler, aspiração folicular em ovelhas por laparoscopia, fertilização in vitro em bovinos e manejo sanitário.

2020 - 2020

M.VET

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 8

Outras informações:
Estagiei a campo com o Médico Veterinário Maurício Zinsley, no qual acompanhei e desenvolvi atividades na clínica médica de grandes animais, diagnóstico por imagem, cirúrgias em equinos (orquiectomias e celiotomias exploratória) e anestesiologia de grandes animais

2021 - Atual

Coordenadoria da Defesa Agropecuaria

Vínculo: atuaçao no PNCEBT, Enquadramento Funcional: responsavel tecnico pela vacinaçao brucelose

2022 - Atual

CENTRO UNIVERSITÃ?RIO MAX PLANCK

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 4

Outras informações:
Professor das disciplinas de Produção de Suínos e Doenças de Suínos