Cristiane Silva do Prado
Possui graduação em História pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2009). Especialista em Conservação e Restauração pelo Senai e em Gestão Cultural pelo Centro de Pesquisa e Formação do SESC São Paulo.
Possui experiência em inúmeros centros de acervo histórico desempenhando trabalhos de conservação, gestão de equipe e desenvolvimento de banco de dados. Atualmente exerce a função de coordenadora de projetos culturais, atuando com exposições, centros de memória e publicações.
Informações coletadas do Lattes em 30/08/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em História
2006 - 2009
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Título: Ultramontanismo no Brasil: Influência na Questão Religiosa
Orientador: Ivan Aparecido Manoel
Formação complementar
2017 - 2018
Gestão Cultural. (Carga horária: 480h). , Centro de Pesquisa e Formação SESC São Paulo, CPF, Brasil.
2016 - 2017
Assistente de Conservação e Restauração de Papel. (Carga horária: 450h). , SENAI - Departamento Regional de São Paulo, SENAI/DR/SP, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Projetos de pesquisa
-
2008 - 2009
Questão religiosa no Brasil: Conflito entre o Ultramontanismo católico e o Regalismo Imperial, Descrição: A Igreja Católica passava por um período no qual ela estava abalada pelo avanço da modernidade. O governo imperial tinha tendências ao liberalismo e o ministro do Império ? Rio Branco ? era membro da maçonaria, desta forma, a contenda existente era fruto de ideologias opostas. A Igreja na sua condenação ao liberalismo, e a tudo que dele vinha, condenava a maçonaria. Os Bispos Dom Vital e Dom Macedo Costa, seguindo essa mentalidade, lançaram um interdito punindo as irmandades que tolerassem membros do clero nas lojas maçônicas. O Bispo de Olinda e do Pará são obrigados pelo Império a revogar seus interditos, como eles se negam acabam sendo presos. O conflito se dá pelo fato de o governo considerar os membros da Igreja como funcionários do Estado, enquanto que os Bispos estavam colocando em prática os preceitos do Ultramontanismo. A doutrina Ultramontana condenava o mundo moderno e tem como documento principal para ser seguido o Syllabus. A Constituição de 1824 do Império brasileiro admitia que a religião católica era a religião oficial do Estado, contudo, os membros do clero não se sentiam livres para dirigir sua Igreja, pois era constante a intervenção do governo nos âmbitos clericais. O choque entre a Igreja e o Estado se dá nesses moldes, a Igreja no Brasil tentando fazer valer seus dogmas ultramontanos e o Estado tratando-a como submissa as suas ordens.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cristiane Silva do Prado - Coordenador / Ivan Aparecido Manoel - Integrante.
Histórico profissional
Endereço profissional
-
Memória Web. , Rua Sete de Abril - lado ímpar, República, 01043000 - São Paulo, SP - Brasil, Telefone: (11) 34259118
Experiência profissional
2008 - 2009
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoVínculo: , Enquadramento Funcional:
2015 - Atual
Memória WebVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenadora de projetos culturais, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
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