Rafaela Dias Valeck Bueno

Mestre em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente; Graduada em Ciências Biológicas (bacharel/licenciatura); Pós-graduada em Docência no Ensino Superior. Experiências com levantamentos de flora (florística, inventário florestal, fitossociologia e sucessão ecológica) e Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração - PAEBM. Responsável por elaboração de projetos de caracterização de flora e avaliação de dimensão de impactos ambientais, atuando com licenciamento ambiental, em contato com órgãos fiscalizadores para solução de possíveis irregularidades e cumprimento de condicionantes de licenças. Estágio no Instituto Florestal auxiliando em pesquisas (ecologia e botânica). Voluntariados em Parques Nacionais pelo ICMBIO e Estaduais na área de uso público e educação ambiental.

Informações coletadas do Lattes em 12/07/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente

2018 - 2020

Instituto de Botánica
Título: FLORESTAS SECUNDÁRIAS DO PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA: VARIAÇÕES FLORÍSTICAS E ESTRUTURAIS, Ano de Obtenção: 2020
Inês Cordeiro.Coorientador: Frederico Alexandre Roccia Dal Pozzo Arzolla. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Floristica. Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral / Subárea: Sucessão Vegetal.

Especialização em Docência Ensino Superior

2020 - 2021

Iteq
Título: ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NAS COMUNIDADES TRADICIONAIS

Graduação em Licenciatura em Biologia Plena

2020 - 2020

Iteq

Graduação em Ciências Biológicas

2013 - 2017

Universidade Nove de Julho

Ensino Médio (2º grau)

2006 - 2007

E.E.PROFª ILIA ZILDA INNOCENTI BLANCO

Ensino Fundamental (1º grau)

1998 - 2005

E.E.PROFª ILIA ZILDA INNOCENTI BLANCO

Formação complementar

2017 - 2017

Programa de Uso Público como estratégia de manejo de Áreas Protegidas. (Carga horária: 8h). , Instituto Florestal, IF, Brasil.

2017 - 2017

Excursão - Sítio Roberto Burle Marx. , 68º Congresso Nacional de Botãnica, CNB, Brasil.

2016 - 2016

Noções Básicas de Comunicação para Divulgação Científica. (Carga horária: 4h). , Instituto Florestal do Estado de São Paulo, IF, Brasil.

2016 - 2016

Biólogo na biotecnologia- Academia, pesquisa e desenvolvimento. (Carga horária: 2h). , Universidade Nove de Julho, UNINOVE, Brasil.

2016 - 2016

Bases Ecológicas para a Restauração e Manejo de Ambientes Tropicais. (Carga horária: 8h). , Instituto de Biociência da Universidade de S]o Paulo, IB-USP, Brasil.

2016 - 2016

VIII Ciclo de Atualização em Zoonoses e saúde Publica: Controle de baratas. (Carga horária: 3h). , Centro de Apoio à Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, CEAP/FSP, Brasil.

2016 - 2016

VIII Ciclo de Atualização em Zoonoses e saúde Publica: Morcegos. (Carga horária: 3h). , Centro de Apoio à Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, CEAP/FSP, Brasil.

2015 - 2016

Escola da Ciencia. (Carga horária: 20h). , Universidade Nove de Julho, UNINOVE, Brasil.

2015 - 2015

Biotecnologia de plantas. (Carga horária: 12h). , instituto de biociencias USP, IB-USP, Brasil.

2015 - 2015

INTRODUÇÃO AO MANEJO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO M2. (Carga horária: 40h). , Instituto Florestal do Estado de São Paulo, IF, Brasil.

2015 - 2015

INTRODUÇÃO AO MANEJO DE UINIDADE DE CONSERVAÇÃO M1. (Carga horária: 40h). , Instituto Florestal do Estado de São Paulo, IF, Brasil.

2015 - 2015

SITUAÇÃO DOS ANIMAIS SILVESTRES EM SAO PAULO. (Carga horária: 3h). , Centro de Apoio à Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, CEAP/FSP, Brasil.

2015 - 2015

CONTROLE BIOLOGICO DE Aedes Aegypti, A.Albopictus. (Carga horária: 3h). , Centro de Apoio à Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, CEAP/FSP, Brasil.

2015 - 2015

MANEJO DE TRILHAS. (Carga horária: 4h). , Instituto Florestal do Estado de São Paulo, IF, Brasil.

2015 - 2015

INTRODUÇÃO ÁS GEOTECNOLOGIAS PARA PLANEJAMENTO UCs. (Carga horária: 4h). , Instituto Florestal do Estado de São Paulo, IF, Brasil.

2015 - 2015

Orquídeas da Serra da Cantareira, maior spot da familia Orchideaceae. , Instituto Florestal, IF, Brasil.

2015 - 2015

Falando do Cerrado. (Carga horária: 4h). , Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, SVMA, Brasil.

2015 - 2015

IV SEMINÁRIO FRUTOS DA MATA ATLÂNTICA. (Carga horária: 8h). , Instituto Florestal do Estado de São Paulo, IF, Brasil.

2015 - 2015

Febre maculosa/ Prog. reprodutivo caes e gatos S.P. (Carga horária: 3h). , Faculdade de Saúde Pública - USP, FSP USP, Brasil.

2014 - 2014

MINI CURSO DE MANEJO DE ANFIBIOS EM CATIVEIRO. (Carga horária: 4h). , O BICHO BIOTRIPS, BBT, Brasil.

2014 - 2014

mini curso de manejo de répteis em cativeiro. (Carga horária: 4h). , O BICHO BIOTRIPS, BBT, Brasil.

2014 - 2014

Saída técnica ao Parque Estadual Turistico do Alto Ribeira. (Carga horária: 20h). , O bicho Biotrips, BBPS, Brasil.

2013 - 2013

CURSO DE PERICIAS FORENSES. (Carga horária: 8h). , RENOVA CURSOS E EVENTOS Ltda, RCE, Brasil.

2013 - 2013

Saída técnica ao Parque Estadual da Ilha do Cardoso (Núcleo Maruja). (Carga horária: 20h). , O BICHO BIOTRIPS, BBT, Brasil.

2012 - 2012

APRIMORAMENTO DE AUXILIAR VETERINÁRIO E PET SHOP. (Carga horária: 99h). , INSTITUTO CIMAS, ICCMS, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral.

Participação em eventos

12º Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal. 2018. (Seminário).

11º Seminário de Iniciação Cientifica do Instituto Florestal.ESPÉCIES TARDIAS VERSUS INICIAIS E A SUCESSÃO SECUNDÁRIA NA SERRA DA CANTAREIRA, SP.. 2017. (Seminário).

11º Seminário de Iniciação Cientifica do Instituto Florestal.COMPOSIÇÃO FLORISTICA DAS FORMAÇÕES VEGETAIS DA ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITARARÉ, SP.. 2017. (Seminário).

68º Congresso Nacional de Botânica. COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA DAS FORMAÇÕES VEGETAIS DA ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITARARÉ, SP.. 2017. (Congresso).

VII Simpósio de Restauração Ecológica.Espécies tardias versus iniciais e a sucessão secundária na Serra da Cantareira, SP.. 2017. (Simpósio).

10º Seminário de Iniciação Cientifica do Instituto Florestal.Espécies tardias, sucessão secundária e a estrutura da Floresta Ombrófila Densa Montana na Serra da Cantareira, SP.. 2016. (Seminário).

66º Congresso Nacional de Botânica. COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA E ESTRUTURA DA FLORESTA MADURA NO NÚCLEO PEDRA GRANDE, P.E. CANTAREIRA, SP. 2015. (Congresso).

9o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal.Florestas maduras do Núcleo Pedra Grande, P.E. Cantareira, SP: variações florísticas e estruturais.. 2015. (Seminário).

9o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal.Estrutura da Floresta Ombrófila Densa Montana em diferentes estágios sucessionais na Serra da Cantareira, São Paulo-SP.. 2015. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • PACHECO, Y. S. ; ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; FERREIRA, J. M. J. ; SILVA, R. D. V. ; PAULA, G. C. R. . SUCESSÃO, SUBSTITUIÇÃO FLORÍSTICA E A ESTRUTURA DA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA MONTANA NA SERRA DA CANTAREIRA, SP.. In: 12º Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2018, SãoPaulo. 12º Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2018.

  • FERREIRA, J. M. J. ; ARZOLA, F. A. R. D. P. ; PACHECO, Y. S. ; SILVA, R. D. V. ; PASTORE, L. . ESPÉCIES EXÓTICAS INVASORAS E A REGENERAÇÃO FLORESTAL NO PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA - SP. In: 12º Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2018, São Paulo. 12º Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2018.

  • SILVA, R. D. V. ; ARZOLA, F. A. R. D. P. ; BAITELLO, J. B. ; AGUIAR, O. T. ; VILELA, F. E. S. P. . Composição florística das formações vegetais da Estação Experimental de Itararé, SP.. In: 11o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2017, São Paulo. 11o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2017.

  • BRAGA, L. S. ; ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; SILVA, R. D. V. ; PAULA, G. C. R. ; WEINGARTNER, P. . Espécies tardias versus iniciais e a sucessão secundária na Serra da Cantareira, SP.. In: 11o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2017, São Paulo. 11o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2017.

  • SILVA, R. D. V. ; BRAGA, L. S. ; FERRATO, B. V. ; ARZOLA, F. A. R. D. P. ; PAULA, G. C. R. ; VILELA, F. E. S. P. ; WEINGARTNER, P. ; DESCIO, F. . Composição florística das formações vegetais da Estação Experimental de Itararé, SP.. In: 68o Congresso Nacional de Botânica, 2017, Rio de Janeiro. 68o Congresso Nacional de Botânica, 2017.

  • BRAGA, L. S. ; SILVA, R. D. V. ; FERRATO, B. V. ; ARZOLA, F. A. R. D. P. ; PAULA, G. C. R. ; VILELA, F. E. S. P. ; WEINGARTNER, P. ; DESCIO, F. . Espécies tardias versus iniciais e a sucessão secundária na Serra da Cantareira, SP.. In: VII Simpósio de Restauração Ecológica, 2017, São Paulo. VII Simpósio de Restauração Ecológica, 2017.

  • BRAGA, L. S. ; SILVA, R. D. V. ; BAITELLO, J. B. ; ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; AGUIAR, O. T. ; VILELA, F. E. S. P. . Espécies tardias versus iniciais e a sucessão secundária na Serra da Cantareira, SP.. In: 68o Congresso Nacional de Botânica, 2017, Rio de Janeiro. 68o Congresso Nacional de Botânica, 2017.

  • BRAGA, L. S. ; ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; SILVA, R. D. V. ; VILELA, F. E. S. P. ; PAULA, G. C. R. . Espécies tardias, sucessão secundária e a estrutura da Floresta Ombrófila Densa Montana na Serra da Cantareira, SP.. In: 10o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2016, São Paulo. 10o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal, 2016.

  • MORI, M. K. ; ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; VILELA, F. E. S. P. ; AQUINO, L. F. ; SILVA, R. D. V. . Florestas maduras do Núcleo Pedra Grande, P.E. Cantareira, SP: variações florísticas e estruturais.. In: 9o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal., 2015, São Paulo. 9o Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal., 2015.

  • MORI, M. K. ; AQUINO, L. F. ; ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; VILELA, F. E. S. P. ; PAULA, G. C. R. ; DESCIO, F. ; SILVA, R. D. V. . Composição florística e estrutura da Floresta Madura no Núcleo Pedra Grande, P.E. Cantareira, SP.. In: 66o Congresso Nacional de Botânica, 2015, Santos. 66o Congresso Nacional de Botânica, 2015.

  • PACHECO, Y. S. ; ARZOLA, F. A. R. D. P. ; FERREIRA, J. M. J. ; SILVA, R. D. V. ; PAULA, G. C. R. . SUCESSÃO, SUBSTITUIÇÃO FLORÍSTICA E A ESTRUTURA DA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA MONTANA NA SERRA DA CANTAREIRA, SP. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • FERREIRA, J. M. J. ; ARZOLA, F. A. R. D. P. ; PACHECO, Y. S. ; SILVA, R. D. V. ; PASTORE, L. . ESPÉCIES EXÓTICAS INVASORAS E A REGENERAÇÃO FLORESTAL NO PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA - SP. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • SILVA, R. D. V. ; ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; BAITELLO, J. B. ; AGUIAR, O. T. ; VILELA, F. E. S. P. . COMPOSIÇÃO FLORISTICA DAS FORMAÇÕES VEGETAIS DA ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITARARÉ, SP.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MORI, M. K. ; ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; VILELA, F. E. S. P. ; AQUINO, L. F. ; SILVA, R. D. V. ; SILVA, R. D. V. . FLORESTAS MADURAS DO NÚCLEO PEDRA GRANDE, P.E.CANTAREIRA, SP: VARIAÇÕES FLORISTICAS E ESTRUTURAIS. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MORI, M. K. ; AQUINO, L. F. ; ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; VILELA, F. E. S. P. ; PAULA, G. C. R. ; DESCIO, F. ; SILVA, R. D. V. . COMPOSIÇÃO FLORISTICA E ESTRUTURA DA FLORESTA MADURA NO NÚCLEO PEDRA GRANDE, P.E. CANTAREIRA, SP.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções

ARZOLLA, F. A. R. D. P. ; ARAGAKI, S. ; AGUIAR, O. T. ; CATHARINO, E. L. M. ; BAITELLO, J. B. ; KANASHIRO, S. ; MATTOS, I. F. A. ; SILVA, R. D. V. ; BRAGA, L. S. . VEGETAÇÃO DA FLORESTA ESTADUAL DE GUARULHOS. 2017.

SILVA, R. D. V. ; ARZOLA, F. A. R. D. P. ; BAITELLO, J. B. ; AGUIAR, O. T. ; VILELA, F. E. S. P. . Estudo Florístico da Serra de Itapeti, SP.. 2016.

Projetos de pesquisa

  • 2017 - Atual

    COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA DAS FORMAÇÕES VEGETAIS DA ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITARARÉ, SP., Descrição: O município de Itararé, situado na região sudoeste do Estado de São Paulo, apresenta grande diversidade de formações vegetais naturais, constituindo um mosaico formado por floresta de altitude, floresta de araucária, cerrados, campos naturais e afloramentos rochosos. Neste estudo foi realizado o levantamento florístico com o objetivo de caracterização das formações vegetais, mostrando sua importância para conservação. Até o momento foram amostradas 287 espécies, pertencentes a 67 famílias e 162 gêneros. As famílias mais ricas foram Myrtaceae (27 espécies), Lauraceae (21), seguidas de Fabaceae e Rubiaceae (20 cada) e Asteraceae (18). Os gêneros mais ricos foram Ocotea (14 espécies), Myrcia (12), Ilex (seis) seguidos de Eugenia e Mimosa (cinco cada). Verificou-se a presença de 14 espécies ameaçadas nas listas de São Paulo e do Brasil: Butia microspadix, Byrsonima brachybotrya, Cedrela fissilis, Lafoensia nummularifolia, Gomesa praetexta, Rudgea jasminoides e Sinningia canescens estão enquadradas como vulneráveis (VU), já as espécies Agarista pulchra, Galianthe souzae, Ocotea odorifera, Ocotea porosa, Ocotea virgultosa, Pouteria bullata e Dicksonia sellowiana estão em perigo de extinção (EN). A presença do mosaico de formações vegetais, a riqueza da composição florística e a presença de espécies ameaçadas mostram a importância desta área para a conservação da biodiversidade, indicando a necessidade de criação de uma Unidade de Conservação no local.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Rafaela Dias Valeck Bueno - Coordenador / FREDERICO ALEXANDRE ROCCIA DAL POZZO ARZOLLA - Integrante / Francisco Eduardo Silva Pinto Vilela - Integrante / JOÃO BATISTA BAITELLO - Integrante / Osny Tadeu Aguiar - Integrante.

  • 2016 - 2017

    SUCESSÃO E A ESTRUTURA DA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA MONTANA NA SERRA DA CANTAREIRA, SP., Descrição: A estrutura da floresta secundária varia no decorrer do tempo, ocorrendo a substituição no dossel de espécies iniciais por tardias. Na Serra da Cantareira a Floresta Ombrófila Densa Montana está organizada em mosaicos de fases sucessionais, predominando a fase intermediária. Foi realizada a análise do processo sucessional em três áreas do P.E. da Cantareira, São Paulo, SP, sendo uma madura e duas intermediárias, uma contígua (1) e outra a 600m de distância (2) da área madura. Para cada área foi instalado um bloco de 10 parcelas de 10x10m (0,1ha), num total de 0,3 ha. O critério de inclusão foi o PAP ≥ 15 cm. Amostraram-se 509 indivíduos, pertencentes a 71 espécies, 54 gêneros e 35 famílias. As famílias mais ricas foram Myrtaceae (doze espécies) e Lauraceae (dez). A densidade e dominância absolutas variaram de 47,56 a 48,57 m2/ha e 1520 a 1820 ind./ha respectivamente. A principal diferença entre as áreas foi a composição do dossel. Na área madura predominaram espécies tardias (Qualea glaziovii e Heisteria silvianii); na intermediária 1, Alchornea triplinervia e Platymiscium floribundum, e na intermediária 2, Cupania oblongifolia e Cabralea canjerana, todas iniciais. A densidade e dominância relativas das espécies tardias da área madura (47,4% e 85,13%), foram maiores que das intermediária 1 (34,64% e 24,15%) e intermediária 2 (27,4% e 11,94%). Heisteria silvianii foi a espécie tardia que mais se destacou nas áreas intermediárias. A substituição de espécies iniciais por tardias é um processo lento e pode levar centenas de anos, assim como mostra o presente estudo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Rafaela Dias Valeck Bueno - Integrante / FREDERICO ALEXANDRE ROCCIA DAL POZZO ARZOLLA - Coordenador / FRANCISCO EUARDO SILVA PINTO VILELA - Integrante / Gláucia Cortez Ramos de Paula - Integrante / Luiza Stehling Braga - Integrante / Maria Solange Francos - Integrante.

  • 2016 - 2017

    Espécies tardias versus iniciais e a sucessão secundária na Serra da Cantareira, SP, Descrição: A estrutura da floresta sofre alterações durante o processo sucessional, destacando-se no dossel a substituição de espécies iniciais por secundárias tardias. Essas espécies iniciais podem ser longevas, com ciclos de vida que podem ultrapassar um século de existência, e a substituição destas por espécies tardias pode levar séculos ou mesmo não ocorrer. Este projeto propõe estudar a estrutura de manchas de florestas nas fases madura e intermediária da sucessão mediante o uso de parâmetros fitossociológicos, caracterizando os estratos existentes e os processos de substituição de espécies no dossel, no Núcleo Pedra Grande, do Parque Estadual da Cantareira, São Paulo ? SP, em área total de 0,6 ha. As manchas na fase intermediária serão instaladas a diferentes distâncias da mancha da mata madura, avaliando os rumos do processo sucessional nessa porção do Parque Estadual. Tais informações contribuirão para um maior conhecimento da dinâmica da sucessão secundária na Floresta Ombrófila Densa Montana no Planalto Atlântico paulista e na Serra da Cantareira, contribuindo para ações de conservação, manejo e restauração ecológica na região... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Rafaela Dias Valeck Bueno - Coordenador / FREDERICO ALEXANDRE ROCCIA DAL POZZO ARZOLLA - Integrante / Gláucia Cortez Ramos de Paula - Integrante / Francisco Eduardo Silva Pinto Vilela - Integrante / Fernando Descio - Integrante / Luiza Stehling Braga - Integrante / Priscila Weingartner - Integrante.

  • 2016 - 2016

    ESTUDO FLORISTICO DA SERRA DE ITAPETI, SP, Descrição: A Serra de Itapeti é constituída pela Floresta Ombrófila Densa, uma das fisionomias da Mata Atlântica. No passado, a região da Serra sofreu diversas perturbações que resultaram na supressão da vegetação primitiva. Atualmente, a vegetação da Serra encontra-se em processos de regeneração ocorrendo vários estágios sucessionais. Em sua maior extensão, é representada por vegetação em estágio intermediário de sucessão. Uma pequena porção da Serra é constituída por áreas protegidas. Neste estudo foi realizado análise florística, com o objetivo de caracterizar e analisar a composição da floresta presente na Serra de Itapeti, como subsídio a uma proposta para criação de uma Unidade de Conservação no local,,,. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Rafaela Dias Valeck Bueno - Integrante / FREDERICO ALEXANDRE ROCCIA DAL POZZO ARZOLLA - Coordenador / FRANCISCO EUARDO SILVA PINTO VILELA - Integrante / Luiza Stehling Braga - Integrante / JOÃO BATISTA BAITELLO - Integrante / Osny Tadeu Aguiar - Integrante.

  • 2014 - 2015

    ESPÉCIES TARDIAS, SUCESSÃO SECUNDÁRIA E A ESTRUTURA DA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA MONTANA NA SERRA DA CANTAREIRA, SP, Descrição: A estrutura da floresta sofre alterações durante o processo sucessional, destacando-se no dossel a substituição de espécies pioneiras por secundárias tardias. Essa substituição pode levar séculos ou mesmo não ocorrer por razões antrópicas ou naturais. Este projeto propõe estudar a estrutura de manchas de florestas secundárias situadas a diferentes distâncias de uma mancha de mata madura (área fonte) localizada nas proximidades da Pedra Grande (Núcleo Pedra Grande) do Parque Estadual da Cantareira. Mediante a caracterização da estrutura e a inserção das espécies secundárias tardias nos estratos da floresta, serão analisados os rumos do processo sucessional nessas áreas. Tais informações contribuirão para um maior conhecimento do estado do processo sucessional na Floresta Ombrófila Densa Montana na Serra da Cantareira e no Planalto Atlântico paulista.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Rafaela Dias Valeck Bueno - Integrante / FREDERICO ALEXANDRE ROCCIA DAL POZZO ARZOLLA - Coordenador / Gláucia Cortez Ramos de Paula - Integrante / Francisco Eduardo Silva Pinto Vilela - Integrante / Fernando Descio - Integrante.

  • 2014 - 2015

    FLORESTAS MADURAS DO NÚCLEO PEDRA GRANDE, P. E. CANTAREIRA, SP: VARIAÇÕES FLORÍSTICAS E ESTRUTURAIS, Descrição: Florestas maduras apresentam uma estrutura caracterizada pela presença de espécies secundárias tardias no dossel da floresta. Em áreas secundárias, com a Serra da Cantareira, a estrutura da floresta está organizada em mosaicos, havendo pequenas manchas de florestas maduras em meio a uma matriz de florestas em estádio intermediário. A partir de uma mesma composição florística regional, o processo sucessional pode resultar em diferentes estruturas quando a floresta atingir sua maturidade. Este projeto propõe o estudo das variações florísticas e estruturais entre essas manchas, contribuindo para um maior conhecimento da fase madura da Floresta Ombrófila Densa Montana na Serra da Cantareira, pertencente ao Planalto Atlântico paulista, e ao aprimoramento da legislação ambiental. Palavras-chave: sucessão secundária, espécies arbóreas, convergência, divergência, Serra da Cantareira.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Rafaela Dias Valeck Bueno - Integrante / MAYRA KAORY MORI - Integrante / FREDERICO ALEXANDRE ROCCIA DAL POZZO ARZOLLA - Coordenador / LARISSA FERREIRA DE AQUINO - Integrante / Gláucia Cortez Ramos de Paula - Integrante / Francisco Eduardo Silva Pinto Vilela - Integrante / Fernando Descio - Integrante.

  • 2014 - 2015

    ESTRUTURA DA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA MONTANA EM DIFERENTES ESTÁGIOS SUCESSIONAIS NA SERRA DA CANTAREIRA, SÃO PAULO SP, Descrição: A estrutura da floresta sofre alterações durante o processo sucessional, destacando-se no dossel a substituição de espécies pioneiras por secundárias tardias. Essas espécies pioneiras podem ser longevas, com ciclos de vida que podem ultrapassar um século de existência. O processo sucessional pode originar diferentes estruturas quando a floresta atingir a sua maturidade. Este projeto propõe estudar a estrutura de florestas centenárias mediante o uso de parâmetros fitossociológicos, caracterizando os estratos existentes e processos de substituição de espécies no dossel. Ao comparar trechos de floresta adjacentes em diferentes estágios sucessionais, serão discutidos os rumos do processo sucessional, convergentes para a estrutura da floresta madura atual ou divergentes. Tais informações contribuirão para um maior conhecimento da dinâmica da sucessão secundária na Floresta Ombrófila Densa Montana na Serra da Cantareira e no Planalto Atlântico paulista.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Rafaela Dias Valeck Bueno - Integrante / MAYRA KAORY MORI - Integrante / FREDERICO ALEXANDRE ROCCIA DAL POZZO ARZOLLA - Coordenador / LARISSA FERREIRA DE AQUINO - Integrante / Gláucia Cortez Ramos de Paula - Integrante / Francisco Eduardo Silva Pinto Vilela - Integrante / Fernando Descio - Integrante.

Prêmios

2017

Premiado em 2° lugar, na categoria Painel durante o 11° Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal., Instituto Florestal.

2017

Premiado em 3° lugar, na categoria Apresentação Oral durante o 11° Seminário de Iniciação Científica do Instituto Florestal., Instituto Florestal.

Histórico profissional

Experiência profissional

2015 - 2017

Instituto Florestal do Estado de São Paulo

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: ESTÁGIO, Carga horária: 20

2014 - 2016

Centro de Controle de Zoonoses

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 20

2018 - 2018

Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, ICMBio

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Voluntário, Carga horária: 40

Outras informações:
Trabalho voluntário nos Parques Nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral na Linha Temática Uso Público.

2020 - Atual

ARCADIS LOGOS S.A.

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Analista Ambiental, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Experiências com levantamentos de flora (florística, inventário florestal, fitossociologia e sucessão ecológica), responsável por elaboração de projetos de caracterização de flora e avaliação de dimensão de impactos ambientais, atuando com licenciamento ambiental, em contato com órgãos fiscalizadores para solução de possíveis irregularidades e cumprimento de condicionantes de licenças