Vladmir Kronemberger Alves

Possui graduação em Engenharia de Minas pela Universidade Federal de Minas Gerais (1995), mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Minas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006) e doutorado em Engenharia Metalúrgica e de Minas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013).

Informações coletadas do Lattes em 28/02/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Engenharia Metalúrgica e de Minas

2010 - 2013

Universidade Federal de Minas Gerais
Título: Metodologia para Simulação e Escalonamento de Prensas de Rolos
Antônio Eduardo Clark Peres. Coorientador: Claudio Luiz Shneider. Palavras-chave: HPGR; Modelagem Matemática; Simulação; Cominuição.Grande área: EngenhariasGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Matemática. Grande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Ciência da Computação. Setores de atividade: Extração de Minerais Metálicos; Metalurgia; Fabricação de produtos de minerais não-metálicos.

Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Minas

2005 - 2006

Universidade Federal de Minas Gerais
Título: Otimização de carga moedora utilizando ferramentas de modelamento matemático e simulação de moagem
, Ano de Obtenção: 2006.Antonio Eduardo Clark Peres.Coorientador: Roberto Galéry. Palavras-chave: Moagem de bolas; Simulação; Modelagem Matemática; Otimização; Cominuição.Grande área: Ciências Exatas e da TerraGrande Área: Engenharias / Área: Engenharia de Minas. Grande Área: Engenharias / Área: Engenharia de Materiais e Metalúrgica. Setores de atividade: Fabricação de máquinas e equipamentos; Metalurgia; Fabricação de produtos de minerais não-metálicos.

Graduação em Engenharia de Minas

1990 - 1995

Universidade Federal de Minas Gerais

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Minas / Subárea: Tratamento de Minérios.

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Minas / Subárea: Tratamento de Minérios/Especialidade: Equipamentos de Beneficiamento de Minérios.

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Minas / Subárea: Tratamento de Minérios/Especialidade: Métodos de Concentração e Enriquecimento de Minérios.

Organização de eventos

ALVES, V. K. . XXVI ENTMME - Encontro Nacional de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa. 2015. (Congresso).

ALVES, V. K. . XXV Encontro Nacional de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa (ENTMME). 2013. (Congresso).

ALVES, V. K. . XXIV Encontro Nacional de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa (ENTMME). 2011. (Congresso).

ALVES, V. K. . XXIII Encontro Nacional de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa. 2009. (Congresso).

Participação em eventos

VI Workshop Técnico Operacional.Mineração atual: Desafios e Cenários. 2019. (Seminário).

XXVIII Encontro Nacional de Tratamento de Minérios e Metalurgia Wxtrativa. Sessão Técnica 27 - Cominuição e Classificação. 2019. (Congresso).

Mill Operation. principal speaker. 2011. (Congresso).

Participação em bancas

Aluno: Anderson Fillipe Nascimento Batalha

ALVES, V. K.; TAVARES, L. M. M.; NOGUEIRA, F. C.. MODELO MULTICOMPONENTE PARA SIMULAÇÃO DE MOINHO DE BOLAS. 2021. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: THAÍS DE CASTRO NEVES

ORTIZ, C. E. A.;ALVES, V. K.; CANDIA, R. C.. ANÁLISE COMPARATIVA DO CONSUMO ENERGÉTICO NA MOAGEM DE MINÉRIO E GRAU DE LIBERAÇÃO A PARTIR DE DESMONTE COM EXPLOSIVOS E COM USO DE TRATOR. 2021. Dissertação (Mestrado em Engenharia Metalúrgica, Materiais e de Minas) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Aluno: Kessius Bortolan Menezes

REIS, E. L.; TURRER, H. D. G.;ALVES, V. K.. Separação Magnética do Rejeito da Deslamagem da Usina de Beneficiamento da Serra do Sapo em Conceição do Mato Dentro-Mg. 2020. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: PAULA BERNARDES BARRETO

BARRETO, P. B.; PEREIRA, C. A.; ALBUQUERQUE, R. O.;ALVES, V. K.. CARACTERIZAÇÃO E CONCENTRAÇÃO DO MINÉRIO DE COBRE DA MINERAÇÃO CARAÍBA. 2020. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Francisco Junior Batista Pedrosa

ALVES, V. K.; BERGERMAN, M.; Sandra Lúcia de Moraes. O High Pressure Grinding Rolls como alternativa à cominuição de óxido de alumínio eletrofundido: uma avaliação do potêncial de simplificação de um circuito.. 2019 - Universidade de São Paulo.

Aluno: Pedro Lopes Bretas

LUZ, J. A. M.;ALVES, V. K.; LIMA, N. P.. Concentração de Lama de Minério de Ferro por Floculação Seletiva. 2019. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Pedro Henrique Neuppmann

LUZ, J. A. M.; KRUGER, F. L. V.;ALVES, V. K.. Enriquecimento de Finos Hematíticos Via Flotação por Carreador. 2019. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Juliana Segura Salazar

TAVARES, L. M. M.;ALVES, V. K.. Comparação de Rotas de Cominuição Usando Princípios de Eco-Eficiência. 2012. Dissertação (Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais) - Fundação Coordenação de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnológicos.

Aluno: Gabriel Kamilo Pantoja Barrios

ALVES, V. K.; TAVARES, L. M. M.. Métodos de escalonamentos de moinhos de bolas e modelagem mecanística na moagem de minério de ferro. 2008. Dissertação (Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Yanneth Yrenne Canaza Machca

TAVARES, L. M. M.;ALVES, V. K.. Modelagem da Reologia e da Classificação de Polpas de Minérios de Ferro e Bauxita em Hidrociclones. 2008. Dissertação (Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Priscila Maria Esteves Brandão

MAZZINGHY, DOUGLAS B.;GALERY, R.ALVES, V. K.; BERGERMAN, M.; MACHADO, L.. Evaluation of the gravity induced stirred mills screw liner wearing in laboratory-scale and using Discrete Element Method. 2020. Tese (Doutorado em Engenharia Metalúrgica e de Minas) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Aluno: Gabriel Kamilo Pantoja Barrios

ALVES, V. K.; TAVARES, L. M. M.. Modelagem Mecanicista da Prensa de Rolos. 2013. Tese (Doutorado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Douglas Batista Mazzinghy

SHNEIDER, C. L.;GALERY, R.ALVES, V. K.MONTENEGRO. Metodologia para Escalonamento e Simulação de Moinho Vertical. 2012. Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação em Engenharia Metalúrgica e de Minas (CPGEM)) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Aluno: Marcus Alexandre de Carvalho Winistskowski da Silveira

LUZ, J. A. M.; FARIA, G. L.;ALVES, V. K.. Termocinética da Calcinação de Carbonatos. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Felipe de Orquiza Milhomem

LUZ, J. A. M.; NOGUEIRA, F. C.;ALVES, V. K.. Granulometria de Flotação do Sistema Hematita e Quartzo com Uso de Óleos Vegetais. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Victor Alfonso Rodriguez

TAVARES, L. M. M.; MAGALHAES, R. C.; CUNHA, E. R.;ALVES, V. K.. ?Methodology to simulate HPGR simulation s using the discrete element method DEM with, dynamics coupling and breakage models. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Engenharia Metalúrgica e de Materiais) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Matheus Naves Moraes

MAZZINGHY, D. B.; SHNEIDER, C. L.; MORAES, M. N.; MONTENEGRO, L. C.; PASCHOAL BONADIA NETO,; LUIS RODOLFO MARIANI BITTENCOURT,;ALVES, VLADMIR K. IMPROVING THE GRINDING PROCESS PRODUCTIVITY THOUGH THE CIRCUIT TYPE AND PARAMETERS EVALUATION. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Curso de Pós-Graduação em Engenharia Metalúrgica e Minas/UFMG) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Aluno: Tuğra Semercioğlu

ALVES, V. K.GALERY, R.; MAZZINGHY, DOUGLAS B.. Software development for selection and breakage function estimation at laboratory ball mill. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Daiane Münch

MALENA, R.;ALVES, V. K.; PINTAUDE, G.. ABRASIVIDADE DE JASPILITOS E QUARTZO-ITABIRITOS. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Marcus Vinicius Cunha Lopes

ALVES, V. K.; BRANDAO, P. M. E.; DESTRO, E.. Desenvolvimento de software para dimensionamento de espessadores convencionais. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Nayara Rilla de Souza Machado

ALVES, V. K.GALERY, R.; MONTENEGRO, L. C.. Simulação de moagem SAG ? Usina do Sossego. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Alair Corrêa Maia

ALVES, V. K.; NOGUEIRA, F. C.; BERGERMAN, M.. Determinação da função quebra de minério em diferentes condições operacionais em escala de laboratório. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Anderson Fillipe Nascimento Batalha

ALVES, V. K.GALERY; SHNEIDER, C. L.; MONTENEGRO, L. C.. MODELO MULTICOMPONENTE PARA SIMULAÇÃO DE MOINHO DE BOLAS. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Paôlla de Carvalho Barbosa

REIS, E. L.; LUZ, J. A. M.;ALVES, V. K.. APROVEITAMENTO DE FINOS DE MINÉRIO DE MANGANÊS PARA AGLOMERAÇÃO POR BRIQUETAGEM. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Tonimar Mendes de Oliveira

ALVES, V. K.; SHNEIDER, C. L.;MAZZINGHY, D. B.; NOGUEIRA, F. C.; BERGERMAN, M.. Peneiramento de Bauxita à Umidade Natural. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Paulo César Gonçalces

LUZ, J. A. M.; SILVA, J. M.;ALVES, V. K.. Manuseio de Minério de Ferro Coesivo Sob Umidade Natural. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Jacinto Tchipa Daniel Cumena

ALVES, V. K.; DESTRO, E.; NOGUEIRA, F. C.; CHIEREGATI, A. C.. DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE PARA DETERMINAÇÃO DE MASSA MÍNIMA EM AMOSTRAGEM MINERAL - UMA COMPROVAÇÃO PARA MINÉRIO DE OURO. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Felipe de Paulo

ALVES, V. K.; LUZ, J. A. M.; REIS, E. L.. Beneficiamento Físico-Químico de Finos de Aciaria. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Késsius Bprtolan Menezes

REIS, E. L.;ALVES, V. K.; TURRER, H. D. G.. Separação Magnética para Recuperação de Ferro do Rejeito da Deslamagem de Minérios da Serra do Sapo em Conceição do Mato Dentro - MG. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Bruno Augusto Vilaça da Silveira

ALVES, V. K.; OLIVEIRA, T. M.; CUMENA, J. T. D.. ANÁLISE DO DESEMPENHO DOS FILTROS PRENSA DE UMA EMPRESA DE MINÉRIO DE FERRO DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Emanuel Amorim Bueno

ALVES, V. K.; BATALHA, A. F. N.; DESTRO, E.. SIMULAÇÃO DE CICLONES. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: CAIO TORRES DE CASTRO

ALVES, V. K.; OLIVEIRA, T. M.; CASTRO, L. O. G.. PROPOSTA DE REDUÇÃO DA VARIABILIDADE DO TEOR DE FERRO NA ALIMENTAÇÃO DO PRIMEIRO ESTÁGIO DA CONCENTRAÇÃO MAGNÉTICA ATRAVÉS DA METODOLOGIA LEAN SEIS SIGMA. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Julia Ellen Brito Mota do Nascimento

DESTRO, E.; SANTOS, T. B. D.;ALVES, V. K.. MAPEAMENTO DOS DADOS OPERACIONAS HISTÓRICOS DE UMA MINERADORA PARA SEREM UTILIZADOS NO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO PROCESSO DE BRITAGEM: Um estudo de caso. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Vinícius Tavares de Lanna Rocha

LUZ, J. A. M.;ALVES, V. K.; MILHOMEM, F. O.. Balanço Redundante de Massas em Circuito de Concentração Magnética. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto.

Aluno: Fernanda Aucar França

TAVARES, L. M. M.; ADAMIAN, R.; MAGALHAES, R. C.;ALVES, V. K.. Eco Eficiência de circuitos de cominuição. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Metalúrgica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

NADER, A. S.; SALUM, M. J. G.; OLIVEIRA, M. S.; ALBUQUERQUE, R. O.;ALVES, VLADMIR K. Comissão Examinadora do Concurso de Professor Adjunto A. 2019. Universidade Federal de Minas Gerais.

Orientou

Marcus Vinicius Cunha Lopes

Desenvolvimento de Software para dimensionamento e simulação de espessadores; Início: 2020; Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto; (Coorientador);

Nayara Rilla de Souza Machado

Simulação de Moagem SAG ? Usina do Sossego; Início: 2020; Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto; (Coorientador);

Alair Corrêa Maia

Determinação da função quebra de minério em diferentes condições operacionais em escala de laboratório; Início: 2020; Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto; (Coorientador);

Tonimar Mendes de Oliveira

CLASSIFICAÇÃO DE BAUXITA À UMIDADE NATURAL; Início: 2019; Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto; (Coorientador);

Evandro Costa e Silva

Extraindo valor a partir da retomada e reprocessamento de depósitos de rejeitos de carvão metalúrgico: uma abordagem estruturada; Início: 2020; Tese (Doutorado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto; (Coorientador);

Rebeca Lucena Chaves Silva

Metodologia simplificada para previsão do índice de trabalho de Bond de minérios; Início: 2021; Iniciação científica (Graduando em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);

Anderson Fillipe Nascimento Batalha

MODELO MULTICOMPONENTE PARA SIMULAÇÃO DE MOINHO DE BOLAS; 2021; Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Jacinto Tchipa Daniel Cumena

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA AMOSTRAGEM DE MATERIAIS PARTICULADOS; 2021; Dissertação (Mestrado em Engenharia Mineral) - Universidade Federal de Ouro Preto, ; Coorientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Cecília da Conceição Rodriguês

Dimensionamento de Moinhos de Bolas Utilizando o Método do Balanço Populacional; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

MATEUS DOS ANJOS SILVA

ESCALONAMENTO DE DIÂMETRO DE BOLAS DE REPOSIÇÃO EM MOINHOS VIA SIMULAÇÃO; 2024; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

GABRIEL RIBEIRO DRUMOND E SOUSA MESSIAS

UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS INOVADORAS COMO USO ALTERNATIVO À DISPOSIÇÃO DE REJEITOS EM BARRAGENS; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

IURI DOS SANTOS CORDEIRO

SIMULAÇÃO DE CICLONES ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DO MODELO MATEMÁTICO DO CIMM; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Giovanna Maria Barbosa Silva

COMPARAÇÃO DE DIFERENTES METODOLOGIAS DO ENSAIOS DE WI BOND PARA MOINHOS DE BOLAS COM AMOSTRAS DE GRANDE QUANTIDADE DE FINOS; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

FERNANDA HOFFMANN

JIGAGEM COMO ETAPA DE PRÉ-CONCENTRAÇÃO DO MINÉRIO DE FERRO; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Lucas Jean Wurzner

"ESTUDO DE CASO PARA UMA PLANTA DE RECICLAGEM DE SUCATA; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Emanuel Amorim Bueno

SIMULAÇÃO DE CICLONES; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Bruno Augusto Vilaça da Silveira

ANÁLISE DO DESEMPENHO DOS FILTROS PRENSA DE UMA EMPRESA DE MINÉRIO DE FERRO DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

CAIO TORRES DE CASTRO

PROPOSTA DE REDUÇÃO DA VARIABILIDADE DO TEOR DE FERRO NA ALIMENTAÇÃO DO PRIMEIRO ESTÁGIO DA CONCENTRAÇÃO MAGNÉTICA ATRAVÉS DA METODOLOGIA LEAN SEIS SIGMA; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Robert MAYRINK

ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DA MODELAGEM MATEMÁTICA NA ESTIMATIVA DOS PARÂMETROS DA FUNÇÃO QUEBRA PARA UMA AMOSTRA DE CARVÃO PROVENIENTE DO CONTINENTE AFRICANO; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Matemática) - Universidade Paulista; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

LAIS MARLIERE E LIMA

UMA ABORDAGEM MATEMÁTICA PARA PREVISÃO DA FUNÇÃO SELEÇÃO DE POLPAS COM DIFERENTES PORCENTAGENS DE SÓLIDOS; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

LUCAS BARRETO NAPOLI

APLICABILIDADE DO SENSOR BASED SORTING PARA MINÉRIO DE FERRO NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Agne Aparecida dos Santos

Desenvolvimento de software para previsão de distribuição granulométrica de material após detonação; ; 2024; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

CAIO HIRSCH NASCIMENTO TEIXEIRA

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA CRIAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS DE WORK INDEX PARA MONHOS DE MOINHO DE BOLAS; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Rebeca Lucena Chaves Silva

METODOLOGIA SIMPLIFICADA PARA PREVISÃO DO ÍNDICE DE TRABALHO DE BOND DE MINÉRIOS; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Vagner Carvalho Fernandes

Validação da metodologia para avaliação da influencia da porcentagem de sólidos na estimação da função seleção de moinhos de bolas em escala de bancada; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

GABRIELA PEREIRA BALBINO SILVA

Estudo para definição de metodologia para estimativa de custo de capital de investimento (CAPEX) de equipamentos de usinas de beneficiamento mineral; ; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

VITOR MOREIRA CANGUSSU

Modelagem matemática e simulação de fragmentação de misturas de minérios em moinhos de bolas; ; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

LAIS MARLIERE E LIMA

Avaliação da influencia da porcentagem de sólidos na estimação da função seleção de moinhos de bolas em escala de bancada; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Minas) - Universidade Federal de Ouro Preto, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Vladmir Kronemberger Alves;

Produções bibliográficas

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  • OLIVEIRA, TONIMAR MENDES DE ; PEREIRA, CARLOS ALBERTO ; ALVES, VLADMIR KRONEMBERGER . Peneiramento de bauxita à umidade natural em escala piloto. CADERNO PEDAGÓGICO (LAJEADO. ONLINE) , v. 22, p. e15756, 2025.

  • MAGALHAES, L. F. N. ; ALVES, V. K. ; SANTOS, R. C. P. ; PUPERI, FERNANDO BARROS . Uso de splines cúbicas naturais para interpolação de curvas de sedimentação em proveta. CADERNO PEDAGÓGICO (LAJEADO. ONLINE) , v. 22, p. 1-24, 2025.

  • SILVA, MATEUS DOS ANJOS ; ALVES, VLADMIR KRONEMBERGER ; PUPERI, FERNANDO BARROS . Estimativa de parâmetros de função seleção e função quebra de moinhos de bolas em escala de bancada. CADERNO PEDAGÓGICO (LAJEADO. ONLINE) , v. 22, p. e21294, 2025.

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  • SILVA, DANIEL HENRIQUE CORDEIRO ; ALVES, V. K. ; SAVIO, ERNANDES . Machine Learning for Particle Size Prediction in Iron Ore Grinding Process. In: COMMINUTION 25, 2025, Cape Town. COMMINUTION ?25 Conference & Exhibition. Falmouth, Cornwall, UK: MEI, 2025. v. 1. p. 622-633.

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  • ALVES, V. K. . Studies of Optimization of Coal Grinding Circuit From Vale - Tubarão. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ALVES, V. K. ; FREITAS, R. ; VIEIRA, J. ; COSTA, E. ; BEZERRA, H. . ESTUDO DE OTIMIZAÇÃO DO CIRUITO DE MOAGEM DE ANTRACITO DA V ALE - PLANTA II. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, V. K. . ESTUDO DE AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS QUE INFLUENCIAM DE MANEIRA SIGNIFICATIVA NOS RESULTADOS DE ENSAIO DE WI DE BOND. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, V. K. ; SCHNEIDER . Implementação de um modelo para simulação e escalonamento de prensas de rolos de alta pressão. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALVES, V. K. ; SCHNEIDER . Previsão do Resultado do Ensaio Completo de Bond a Partir de Parâmetros de Balanço Populacional Medidos em Simples Ensaios de Batelada Nas Condições Padrão do Ensaio de Bond. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, V. K. ; SCHNEIDER ; GOBBO ; GONÇALVES . Cálculo de Parâmetros de Modelo de Sedimentação para Simulação e Escalonamento de Espessadores de Polpa. 2006. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • ALVES, V. K. ; GONÇALVES . METHODOLOGY FOR SCALE UP OF GRINDING AND FLOTATION CIRCUITS OF CVRD?S NEW PROJECTS. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, V. K. ; MONTENEGRO ; GALERY ; PERES . ESTADO DA ARTE ENVOLVENDO AS TECNOLOGIAS UTILIZADAS PARA O DIMENSIONAMENTO, MODELAGEM, SIMULAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS DE FRAGMENTAÇÃO. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, V. K. . Metodologia para dimensionamento de circuitos de moagem e flotação para novos projetos da CVRD. 2005. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • ALVES, V. K. . Estado da Arte Envolvendo as Tecnologias Utilizadas Para o Dimensionamento, Modelagem, Simulação e Otimização de Processos de Fragmentação. 2005. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • ALVES, V. K. . Mill charge optimization by simulation. In: 1st international symposium on iron ore. 2004. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • ALVES, V. K. . Estudo da Otimização de carga de moinho utilizando tecnologia de simulação. 2004. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • ALVES, V. K. . Mill Charge Optimization by Simulation: a Case Study. 2004. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • ALVES, V. K. ; SCHNEIDER ; PERES ; GALERY, R. . Optimization Of Mill Charge Using Simulation. 2004. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, V. K. ; GALERY, R. . Simulação de Moagem. 1997. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções

ALVES, V. K. . advocate at CEEC. 2018; Tema: Eficiência de cominuição. (Site).

ALVES, V. K. ; PERES, A. E. C. . Modelagem matemática e simulação de circuitos de cominuição (Engenharia de Minas com ênfase em Beneficiamento Mineral/UFOP/ABM ). 2012. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

ALVES, V. K. ; PERES, A. E. C. . Modelagem matemática e simulação de circuitos de cominuição (Engenharia de Minas com ênfase em Beneficiamento Mineral/UFOP/ABM ). 2011. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    Estudo para definição de metodologia para estimativa de custo de capital de infraestrutura de usinas de beneficiamento mineral, Descrição: Este projeto visa definir uma metodologia para estimativa de custo de capital de infraestrutura baseada em parâmetros de equipamentos de usina de beneficiamento de minérios e índices publicados anualmente para correção dos valores.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Thais de Souza Pereira - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Estudo para definição de metodologia para estimativa de custo de capital de investimento (CAPEX) de equipamentos de usinas de beneficiamento mineral., Descrição: Este projeto visa definir uma metodologia para estimativa de CAPEX baseada em parâmetros de equipamentos de usina de beneficiamento de minérios e índices publicados anualmente para correção dos valores.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GABRIELA PEREIRA BALBINO SILVA - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Avaliação da influencia da porcentagem de sólidos na estimação da função seleção em escala de bancada, Descrição: Resumo Serão realizados ensaios em escala de bancada em um moinho de 200 mm x 205 mm de diâmetro e comprimento respectivamente, utilizando-se diferentes porcentagens de sólidos. Para cada teste serão levantadas a função seleção e quebra do minério, posteriormente será definido um modelo matemático que estimará a função seleção para diferentes porcentagens de sólidos baseados em um único ensaios de moagem, sem necessitada de realização de ensaios com diferentes porcentagens de sólidos. Palavra Chave Moagem de bolas, simulação, modelagem matemática. Introdução O processo de cominuição constitui uma etapa importante na recuperação de bens minerais. Tanto da parte econômica como da adequação de suas propriedades físicas e mineralógicas, o produto do moinho determina a eficiência das etapas de separação, concentração ou adequação da granulometria de produtos subsequentes. O elevado consumo de energia, característico de todas as distintas metodologias de fragmentação atualmente em prática, constitui?se, sem dúvida, num dos principais itens de custo do processo extrativo. Tal situação permite concluir que existe a necessidade de pesquisa e desenvolvimento de novas alternativas operacionais que agreguem melhorias concretas na eficiência global do processo de moagem, utilizando para isso as mais avançadas metodologias de avaliação. Nesse contexto, a formulação de modelos matemáticos e sua posterior incorporação a um simulador serve como uma poderosa ferramenta para avaliação das mais diversas alternativas operacionais. O presenta trabalho tem como objetivo desenvolver uma metodologia para previsão da distribuição granulométrica do produto de moinhos de bolas em escala de bancada via modelo matemático, sem a necessidade da realização de ensaios com diferentes porcentagens de sólidos. Objetivo Este trabalho visa avaliar a possibilidade de otimização de um moinho de bolas, utilizando ferramentas de modelamento matemático e simulação de moagem. Justificativa / Relevância. Em decorrência dos custos elevados de capex, estão sendo desenvolvidas e aprimoradas ferramentas para um melhor dimensionamento e previsão de desempenho de circuitos de cominuição. Uma ferramenta muito poderosa, que vem sendo implantada em novos projetos e operações existentes, são os estudos de variabilidade de processo, onde através de ensaios simplificados com amostras de diferentes regiões da mina é feita a previsão do desempenho da planta, com a utilização de correlações ou modelos empíricos de equipamentos (Alves & Gonçalves., 2005; Alves & Schneider., 2010; Alves & Schneider., 2010; Alves & Schneider., 2010; Schneider et al., 2013; Alves & Schneider., 2013; Schneider et al. ,2014; Alves et al., 2015). Outra ferramenta muito utilizada, com melhor previsão de desempenho dos equipamentos industriais, é a modelagem matemática e simulação (Alves, 2006; Schneider et al., 2008; Alves, 2011; Mazzinghy & Alves., 2012; Mazzinghy et al., 2014). Modelos muito robustos com uma excelente exatidão e precisão já foram desenvolvidos e vem sendo aprimorados a cada dia (Herbst et al., 1968; Whiten, 1972; Herbst et al., 1973; Lynch, 1977; Herbst & Fuerstenau., 1980; Austin et al., 1984; Andersen & Napier-Munn., 1988; Alves, 2006; Schneider et al., 2008; Bueno et al., 2010; Alves, 2011; Mazzinghy et al., 2012; Mazzinghy et al., 2014). A previsão via simulação, com a utilização de amostras da alimentação do circuito de cominuição, obtém resultados com erros menores que 5%, quando comparado o resultado real da planta com o previsto pelo simulador (Alves, 2006; Alves, 2011; Mazzinghy et al., 2014). A grande pergunta é: como prever o desempenho do circuito de cominuição utilizando-se diferentes porcentagens de sólidos baseado somente em um ensaio de bancada? Considera-se que é de extrema relevância e utilidade o desenvolvimento de uma metodologia de previsão de desempenho de circuitos de. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Lais Marliere e Lima - Integrante / Vagner Carvalho Fernades - Integrante.

  • 2019 - Atual

    MODELO MULTICOMPONENTE PARA SIMULAÇÃO DE MOINHO DE BOLAS, Descrição: Para definição desta metodologia, baseada em ensaios em escala de laboratório, serão escolhidos dois minérios homogêneos e dois minérios heterogêneos, todos de work indexes diferentes. Também serão estimados os parâmetros das funções seleção e quebra de britagem e moagem de cada minério individualmente e de diferentes blendagens, utilizando como base para o cálculo as distribuições granulométricas completas da alimentação e produto de cada ensaio. Em seguida, será definida uma metodologia de previsão de desempenho destes equipamentos sendo alimentados com diferentes blends, baseada nos valores de paramentos de quebra de cada minério individual e sua proporção utilizada na mistura. Todo o estudo será desenvolvido em escala de bancada, pois, a metodologia de escalonamento utilizando valores de parâmetros de quebra levantados em laboratório já está consolidada e aplicada amplamente. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Anderson Fillipe Nascimento Batalha - Integrante / VITOR MOREIRA CANGUSSU - Integrante.

  • 2009 - 2012

    Modelagem matemática e simulação de Vertimill e Isamill, Descrição: O Vertimill é utilizado com sucesso, já há algum tempo, na remoagem de minérios. Nesta aplicação, o Vertimill é mais eficiente que o moinho de bolas. Neste contexto, serão realizados testes com material grosseiro em um Vertimill com o objetivo de verificar a sua aplicabilidade nesta condição. O Isamill tem sido aplicado na moagem fina com sucesso. Testes em escala de laboratório serão realizados com o objetivo de modelar este equipamento e verificar a sua aplicabilidade em projetos da Vale. O objetivo deste projeto é desenvolver modelos para escalonamento e simulação de Vertimill e Isamill. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Douglas B. Mazzinghy - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante / L. H. REIS - Integrante.

Projetos de desenvolvimento

  • 2007 - 2012

    Modelagem matemática e simulação de liberação, Descrição: De forma a capacitar a CVRD a utilizar estas ferramentas efetivamente, é proposto aqui um estudo de caso, com a amostragem e caracterização dos fluxos da planta de Sossego. Além das amostras de fluxo, uma amostra de alimentação da planta será utilizada para a obtenção dos parâmetros de Andrews e Mika. O método de amostragem de plantas e auditoria é bem conhecido. As amostras obtidas serão caracterizadas também para análise de liberação, e calibração de um simulador dos processos de cominuição e concentração da planta de Sossego. Este será o produto principal deste projeto. De forma a possibilitar a simulação do processo de liberação, na moagem, é necessário parametrizar o diagrama de Andrews e Mika para o minério em questão. A metodologia utilizada consiste em um teste de moagem em batelada de uma amostra mono-tamnho, na faixa 2 mm x 1 mm, aproximadamente. Esta é uma fração onde não ocorre liberação da fase de interesse. A amostra é separada em líquido denso para produzir amostras de frações mono-teor. Estas amostras são moídas em moinho de batelada, e os produtos da moagem peneirados. Cada amostra de tamanho no produto e alimentação do teste de moagem é caracterizada para liberação, em MEV, obtendo-se assim diagramas de Andrews e Mika. Os diagramas de Andrews e Mika obtidos para o minério, são utilizados para o cálculo de parâmetros de liberação que podem ser utilizados no Modsim. Assim, o simulador pode ser utilizados para obter dados de recuperação e teor na etapa de flotação, em função da distribuição de tamanhos obtida na moagem, e possibilitando a otimização da etapa de cominuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Parâmetros que influenciam no resultado do ensaio de bancada para determinação do Work Index de Bond, Descrição: O Wi de Bond é um ensaio em escala de laboratório que mede a resistência do minério em relação à moagem de bolas. Corresponde numericamente ao trabalho, expresso em kWh, necessário para reduzir uma tonelada de minério, desde um tamanho teoricamente infinito, até 80% da massa passante em 100 #. Sua determinação consiste em moer uma quantidade fixa de minério previamente britado a 100% passante em 3,36mm, em um moinho de 12"x12", em condições operacionais padronizadas. Após determinado tempo de moagem, a massa é retirada, peneirada e a fração passante na peneira substituída por igual massa de alimentação nova. O ciclo se repete até que se obtenha um equilíbrio do processo em termos de massa de minério moído por rotação do moinho. O valor Wi é apresentado em kWh/t, obtido através de fórmula empírica que correlaciona a abertura da malha de classificação (Am), a massa moída abaixo desta malha por rotação (Mob) e as aberturas das peneiras que permitem a passagem de 80% da massa de alimentação (A) e do produto (P), como mostrado a seguir: Wi = (44,5) / (Am 0,23 x Mob 0,82 x 10 x [(P) -0,5 - (A) -0,5])*1,1 Este procedimento encontra-se padronizado pela ABNT . O presente trabalho visa comparar a metodologia de ensaio de WI realizado pela CVRD com outros laboratórios de renome mundial e será composto pelas seguintes etapas: a) Seleção, preparação de amostras e remessa de alíquotas para os laboratórios estipulados, b) Execução dos ensaios de WI em cada laboratório; c) Análise rigorosa de procedimentos de preparação de amostras, equipamentos e materiais empregados, execução dos testes, procedimentos de tratamento das amostras e cálculos para obtenção de resultados; d) Análise estatística comparativa entre os resultados obtidos; Emissão de relatório contendo pareceres conclusivos sobre a validação de testes de WI conduzidos na CVRD, bem como recomendações para adequação de possíveis não-conformidades. O Consultor será responsável por executar as etapas c, d, e. A CVRD deverá providenciar a seleção de pelo menos 4 amostras de minérios com massa mínima de 600 kg. Essas amostras deverão apresentar diferenças significativas de resistência à moagem. A título de orientação recomenda-se que sejam obtidas as seguintes amostras: (a) bauxita de Paragominas, (b) minério do Salobo, (c) minério do Sossego e (d) minério de Timbopeba. Cada laboratório deverá assim receber um total de 6 alíquotas, das quais 4 serão selecionadas para execução de testes de WI e as demais duas (uma tal-qual e uma preparada) deverão ser arquivadas no próprio laboratório de destino. No caso da CVRD serão executados apenas dois ensaios com as alíquotas preparadas (duas alíquotas dentre A2D, A2I e A2N) e as demais alíquotas arquivadas (A1D, A1I e A1N). De acordo com o esquema proposto, cada um dos 3 laboratórios externos executará um total de 16 testes de WI de Bond para moinhos de bolas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / LUCAS HENRIQUE REIS - Integrante / Airtron Fonseca - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Remoagem, Descrição: Um dos problemas associados a remoagem para preparação de pellet feed é a ausência de informações granulométricas nas faixas de tamanho menores, abaixo de 45 micrômetros, e que controlam largamente a geração de área superficial nos produtos da moagem. Partículas pequenas têm energias de fratura bastante elevadas, e a probabilidade de quebra por impacto nestas faixas é baixa. O mecanismo de cominuição por atrição passa a ganhar importância no processo de moagem nas partículas menores, e para os tamanhos mais finos é, provavelmente, o mecanismo predominante. O atrito é favorecido, até um certo ponto, elevando-se a fração volumétrica de sólidos no moinho. Este procedimento se chama de moagem de pasta. Isto é praticado nos moinhos de produção de pellet feed, e é praxe alimentar moinhos com 80% de sólidos em peso. Os modelos de balanço populacional existentes para moagem de bolas não incluem um procedimento de escalonamento para fenômenos de transporte mais complexos, como a variação da % de sólidos na alimentação. Sabe-se que os moinhos podem ser operados na faixa de 65% de sólidos até 100% de sólidos, com uma transição reológica importante ocorrendo entre 85% e 95% de sólidos, quando o transporte é extremamente problemático. Os valores exatos dependem das propriedades reológicas do material, mas podem ser determinados experimentalmente. Como a moagem a seco não precisa ser levada em consideração, já que é menos eficiente que a moagem a úmido, os fenômenos reológicos só necessitam de modelamento nas faixas utilizadas na região da moagem de pasta. Os fatores que contribuem, portanto, são a distribuição de tamanhos dos corpos moedores na carga do moinho e a porcentagem de sólidos na alimentação. O primeiro fator já foi modelado, e está disponível no modelo de escalonamento de moinhos do ModSim. Quanto a reologia, esta pode ser modelada através dos fenômenos de classificação no modelo de transporte, e da função quebra. Sabe-se que para polpas diluídas, a classificação é mais intensa, e os valores dos parâmetros da função quebra se aproximam dos valores correspondentes à quebra por impacto. Para polpas menos diluídas, os fenômenos de classificação são mais incipientes, e a polpa é transportada uniformemente através do moinho. No entanto, os parâmetros da função quebra variam para refletir a maior contribuição do atrito, principalmente pela diminuição do parâmetro . Esta variação é acompanhada pela diminuição da taxa de quebra, como se fosse um fenômeno compensador. Assim, se o objetivo é gerar uma superfície específica pré-determinada, a otimização da moagem deve levar em consideração: Fenômenos de transporte associados a reologia Contribuição da cominuição por atrito para geração de superfície específica Contribuição da cominuição por atrito para o consumo de aço Variações nas taxas de quebra Distribuição de tamanhos dos corpos moedores A relação custo/benefício é portanto complexa. Os estudos reológicos podem ser feitos experimentalmente, e um modelo pode ser desenvolvido sem maiores dificuldades contanto que existam dados suficientes e de boa qualidade. O problema maior é com respeito às variações da função quebra nas faixas mais finas de tamanho, e determinar os valores corretos dos parâmetros para cada reologia. Em outras palavras, é necessário obter-se distribuições de tamanhos de partículas até 1 ou 2 micrômetros nos testes de moagem sob diferentes condições, e com bastante acuracidade. Recentemente foi desenvolvida uma alternativa ao cyclosizer que poderá suprir estas informações de forma rápida e eficiente. O procedimento é baseado em medições com difratômetro a LASER, e um software para conversão de tamanhos equivalentes de esferas para distribuições de peneiras, Diffract2Mesh, baseado em técnicas de conversão estereológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Modelamento e escalonamento de High Pressure Grinding Rolls ? HPGR, Descrição: Existe um potencial muito grande de aplicação deste tipo de equipamento nas etapas anteriores à moagem, em substituição a britadores e até mesmo a moagem em SAG. No entanto, este tipo de aplicação ainda não se tornou uma realidade, porque os ganhos energéticos são de difícil quantificação e comprovação. É necessário portanto desenvolver-se uma metodologia laboratorial que permita o escalonamento seguro, não só de um moinho HPGR, mas simultaneamente do impacto que qualquer danificação que possa contribuir para a redução do consumo de energia em processos subseqüentes. Uma série de ensaios de moagem HPGR pode ser executada para uma estimativa da performance deste tipo de equipamento, e técnicas de escalonamento adequadas já foram desenvolvidas pelos fabricantes, com base nesta metodologia, destacando-se o procedimento de escalonamento da Krupp-Polysius, que foi desenvolvida em conjunto com o consultor Prof. Leonard G. Austin. Esta metodologia já se encontra implementada no simulador de plantas Modsim. Um problema que tem sido estudado com bastante afinco em centros de pesquisa no mundo é o da previsão da distribuição de tamanhos de partículas nos produto de um HPGR, em função das características intrínsecas do minério, e das condições operacionais. Os HPGRs tem sido utilizados na CVRD para preparação de pellet feed moído, e a previsão da distribuição de tamanhos no produto cai, novamente, no problema das medidas de distribuição de tamanhos em faixas de até 1 micrômetro ou até mesmo sub-micrômetros. (Ver proposta de trabalho referente à moagem fina, ultrafina). Para aplicações antes das etapas de moagem, um modelo baseado em técnicas de balanço populacional já tem sido proposto, e isto necessita de implementação, neste caso no Modsim. Este modelo deve ser, em uma etapa subseqüente, expandido para um modelo de escalonamento, que permita o dimensionamento de HPGRs com o cálculo da distribuição de tamanhos no produto, em função da alimentação e das condições operacionais. O segundo problema a ser abordado, é o da quantificação dos efeitos de danificação observados no HPGR em etapas subseqüentes de moagem. Isto requer a produção de quantidades relativamente grandes de minério moído, no HPGR. Os produtos do HPGR podem ser caracterizados de várias formas, e na literatura, invariavelmente, testes de WI de Bond são executados para a quantificação dos ganhos energéticos. Como se sabe, e isto é o elo fraco no problema, o método de Bond tem acuracidade limitada, e o erro associado não tem permitido um escalonamento suficientemente confiável para determinar-se o ganho energético de danificação no HPGR. Se quantidades relativamente grandes de produtos danificados forem disponibilizadas, as técnicas modernas de escalonamento, Austin e Herbst-Fuesternau, podem ser utilizadas, em laboratório, para uma estimativa acurada de ganhos energéticos potencias por danificação. Testes em escala piloto, de moagem de bolas, com os produtos de HPGR como alimentação, também podem ser executados de forma a produzirem dados ainda mais acurados, para um tipo de minério específico, e as técnicas de escalonamento poderiam ser utilizadas para previsões da performance de circuitos de moagem completos, com o HPGR em qualquer etapa do processo. Estudo de Variabilidade O objetivo fundamental é desenvolver uma metodologia apropriada para testes de variabilidade. Esta metodologia deverá ser testada compreensivamente em pelo menos duas instalações industriais existentes. O programa de testes deverá incluir a monitoração da performance energética, condições operacionais e distribuição de tamanhos na alientação e produto dos moinhos industriais. Durante um período relativamente longo de operação (dias ou meses) com monitoramento intensivo, amostras deverão ser obtidas da alimentação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2005 - 2012

    Escalonamento e Otimização de Espessadores, Descrição: O espessamento é um processo importante de desaguamento parcial de polpas comparativamente densas. A maioria dos processos de tratamento de minérios é executada a úmido, e invariavelmente pelo menos uma etapa de separação sólido-líquido é necessária nos fluxos de produtos da maioria das plantas de tratamento de minérios. Quando partículas muito finas estão presentes, o processo de espessamento deve ser utilizado em lugar de simples drenagem, ou ciclonagem, uma vez que o espessamento permite a eliminação da maior parte das partículas sub-micrométricas da água de processo, antes da sua reutilização no processo, ou da sua devolução ao ambiente. O processo de escalonamento de espessadores requer dados de sedimentação, que são obtidos no laboratório. Ensaios de sedimentação são padronizados, e bem estabelecidos. Existem diversos métodos de escalonamento, porém o método baseado na construção de Kynch, que é o modelo implementado no ModSim, será, em princípio, utilizado neste projeto. No entanto, outros métodos poderão ser considerados, e eventualmente implementados. A ligação entre o ensaio de sedimentação em batelada, e o método de escalonamento de Kynch, é uma série de parâmetros que definem uma equação de sedimentação, conhecidos como parâmetros de Wilhelm-Nade. O escalonamento de um espessador, passa portanto pela determinação dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, a partir dos resultados do ensaio de sedimentação em batelada. A equação de Wilhelm-Nade contém um número variável de parâmetros, e é importante obter-se uma interpolação com o número correto de parâmetros significativos. Este processo não pode ser executado de forma eficiente em planilhas eletrônicas do tipo Excel. Os testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em duplicata, e os problemas associados à parte experimental são: 1. Testes com partículas finas, sem floculante: os testes são demorados e podem requerer várias horas. A obtenção de dados precisos é dificultada devido à ausência de um operador durante a duração do teste, e devido à necessidade de agendar operadores para o tempo de duração do teste. 2. Testes com floculantes. Ocasionalmente, dependendo das condições pré-estabelecidas, o teste de sedimentação em batelada é extremamente rápido, e a obtenção de dados precisos é difícil, mesmo com a repetição do teste. A otimização do espessador requer uma correlação entre investimento de capital (tamanho do espessador) e custos operacionais (fixos e variáveis), sendo o fator relevante, em ambos os casos, a concentração de floculante a ser utilizada. Com isto, testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em diversas concentrações de floculante. O número de testes requeridos é portanto grande. Para contornar estes problemas, sugere-se: Etapa 1: Desenvolvimento de um aplicativo para o cálculo dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, com precisão máxima, e com parâmetros que possam ser utilizados diretamente no ModSim. O aplicativo deve ser intuitivo e conveniente para uso por técnicos treinados, nos mesmos moldes do que é feito com o BatchMill TM Etapa 2: Estudo de caso com aplicação do modelo implementado no ModSim Etapa 3: Aquisição de equipamento de captura de imagem para medição de velocidade da interface.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GOBBO, O. - Integrante / GONÇALVES, K. - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2007 - 2012

    Modelagem matemática e simulação de liberação, Descrição: De forma a capacitar a CVRD a utilizar estas ferramentas efetivamente, é proposto aqui um estudo de caso, com a amostragem e caracterização dos fluxos da planta de Sossego. Além das amostras de fluxo, uma amostra de alimentação da planta será utilizada para a obtenção dos parâmetros de Andrews e Mika. O método de amostragem de plantas e auditoria é bem conhecido. As amostras obtidas serão caracterizadas também para análise de liberação, e calibração de um simulador dos processos de cominuição e concentração da planta de Sossego. Este será o produto principal deste projeto. De forma a possibilitar a simulação do processo de liberação, na moagem, é necessário parametrizar o diagrama de Andrews e Mika para o minério em questão. A metodologia utilizada consiste em um teste de moagem em batelada de uma amostra mono-tamnho, na faixa 2 mm x 1 mm, aproximadamente. Esta é uma fração onde não ocorre liberação da fase de interesse. A amostra é separada em líquido denso para produzir amostras de frações mono-teor. Estas amostras são moídas em moinho de batelada, e os produtos da moagem peneirados. Cada amostra de tamanho no produto e alimentação do teste de moagem é caracterizada para liberação, em MEV, obtendo-se assim diagramas de Andrews e Mika. Os diagramas de Andrews e Mika obtidos para o minério, são utilizados para o cálculo de parâmetros de liberação que podem ser utilizados no Modsim. Assim, o simulador pode ser utilizados para obter dados de recuperação e teor na etapa de flotação, em função da distribuição de tamanhos obtida na moagem, e possibilitando a otimização da etapa de cominuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Remoagem, Descrição: Um dos problemas associados a remoagem para preparação de pellet feed é a ausência de informações granulométricas nas faixas de tamanho menores, abaixo de 45 micrômetros, e que controlam largamente a geração de área superficial nos produtos da moagem. Partículas pequenas têm energias de fratura bastante elevadas, e a probabilidade de quebra por impacto nestas faixas é baixa. O mecanismo de cominuição por atrição passa a ganhar importância no processo de moagem nas partículas menores, e para os tamanhos mais finos é, provavelmente, o mecanismo predominante. O atrito é favorecido, até um certo ponto, elevando-se a fração volumétrica de sólidos no moinho. Este procedimento se chama de moagem de pasta. Isto é praticado nos moinhos de produção de pellet feed, e é praxe alimentar moinhos com 80% de sólidos em peso. Os modelos de balanço populacional existentes para moagem de bolas não incluem um procedimento de escalonamento para fenômenos de transporte mais complexos, como a variação da % de sólidos na alimentação. Sabe-se que os moinhos podem ser operados na faixa de 65% de sólidos até 100% de sólidos, com uma transição reológica importante ocorrendo entre 85% e 95% de sólidos, quando o transporte é extremamente problemático. Os valores exatos dependem das propriedades reológicas do material, mas podem ser determinados experimentalmente. Como a moagem a seco não precisa ser levada em consideração, já que é menos eficiente que a moagem a úmido, os fenômenos reológicos só necessitam de modelamento nas faixas utilizadas na região da moagem de pasta. Os fatores que contribuem, portanto, são a distribuição de tamanhos dos corpos moedores na carga do moinho e a porcentagem de sólidos na alimentação. O primeiro fator já foi modelado, e está disponível no modelo de escalonamento de moinhos do ModSim. Quanto a reologia, esta pode ser modelada através dos fenômenos de classificação no modelo de transporte, e da função quebra. Sabe-se que para polpas diluídas, a classificação é mais intensa, e os valores dos parâmetros da função quebra se aproximam dos valores correspondentes à quebra por impacto. Para polpas menos diluídas, os fenômenos de classificação são mais incipientes, e a polpa é transportada uniformemente através do moinho. No entanto, os parâmetros da função quebra variam para refletir a maior contribuição do atrito, principalmente pela diminuição do parâmetro . Esta variação é acompanhada pela diminuição da taxa de quebra, como se fosse um fenômeno compensador. Assim, se o objetivo é gerar uma superfície específica pré-determinada, a otimização da moagem deve levar em consideração: Fenômenos de transporte associados a reologia Contribuição da cominuição por atrito para geração de superfície específica Contribuição da cominuição por atrito para o consumo de aço Variações nas taxas de quebra Distribuição de tamanhos dos corpos moedores A relação custo/benefício é portanto complexa. Os estudos reológicos podem ser feitos experimentalmente, e um modelo pode ser desenvolvido sem maiores dificuldades contanto que existam dados suficientes e de boa qualidade. O problema maior é com respeito às variações da função quebra nas faixas mais finas de tamanho, e determinar os valores corretos dos parâmetros para cada reologia. Em outras palavras, é necessário obter-se distribuições de tamanhos de partículas até 1 ou 2 micrômetros nos testes de moagem sob diferentes condições, e com bastante acuracidade. Recentemente foi desenvolvida uma alternativa ao cyclosizer que poderá suprir estas informações de forma rápida e eficiente. O procedimento é baseado em medições com difratômetro a LASER, e um software para conversão de tamanhos equivalentes de esferas para distribuições de peneiras, Diffract2Mesh, baseado em técnicas de conversão estereológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Parâmetros que influenciam no resultado do ensaio de bancada para determinação do Work Index de Bond, Descrição: O Wi de Bond é um ensaio em escala de laboratório que mede a resistência do minério em relação à moagem de bolas. Corresponde numericamente ao trabalho, expresso em kWh, necessário para reduzir uma tonelada de minério, desde um tamanho teoricamente infinito, até 80% da massa passante em 100 #. Sua determinação consiste em moer uma quantidade fixa de minério previamente britado a 100% passante em 3,36mm, em um moinho de 12"x12", em condições operacionais padronizadas. Após determinado tempo de moagem, a massa é retirada, peneirada e a fração passante na peneira substituída por igual massa de alimentação nova. O ciclo se repete até que se obtenha um equilíbrio do processo em termos de massa de minério moído por rotação do moinho. O valor Wi é apresentado em kWh/t, obtido através de fórmula empírica que correlaciona a abertura da malha de classificação (Am), a massa moída abaixo desta malha por rotação (Mob) e as aberturas das peneiras que permitem a passagem de 80% da massa de alimentação (A) e do produto (P), como mostrado a seguir: Wi = (44,5) / (Am 0,23 x Mob 0,82 x 10 x [(P) -0,5 - (A) -0,5])*1,1 Este procedimento encontra-se padronizado pela ABNT . O presente trabalho visa comparar a metodologia de ensaio de WI realizado pela CVRD com outros laboratórios de renome mundial e será composto pelas seguintes etapas: a) Seleção, preparação de amostras e remessa de alíquotas para os laboratórios estipulados, b) Execução dos ensaios de WI em cada laboratório; c) Análise rigorosa de procedimentos de preparação de amostras, equipamentos e materiais empregados, execução dos testes, procedimentos de tratamento das amostras e cálculos para obtenção de resultados; d) Análise estatística comparativa entre os resultados obtidos; Emissão de relatório contendo pareceres conclusivos sobre a validação de testes de WI conduzidos na CVRD, bem como recomendações para adequação de possíveis não-conformidades. O Consultor será responsável por executar as etapas c, d, e. A CVRD deverá providenciar a seleção de pelo menos 4 amostras de minérios com massa mínima de 600 kg. Essas amostras deverão apresentar diferenças significativas de resistência à moagem. A título de orientação recomenda-se que sejam obtidas as seguintes amostras: (a) bauxita de Paragominas, (b) minério do Salobo, (c) minério do Sossego e (d) minério de Timbopeba. Cada laboratório deverá assim receber um total de 6 alíquotas, das quais 4 serão selecionadas para execução de testes de WI e as demais duas (uma tal-qual e uma preparada) deverão ser arquivadas no próprio laboratório de destino. No caso da CVRD serão executados apenas dois ensaios com as alíquotas preparadas (duas alíquotas dentre A2D, A2I e A2N) e as demais alíquotas arquivadas (A1D, A1I e A1N). De acordo com o esquema proposto, cada um dos 3 laboratórios externos executará um total de 16 testes de WI de Bond para moinhos de bolas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / LUCAS HENRIQUE REIS - Integrante / Airtron Fonseca - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Modelamento e escalonamento de High Pressure Grinding Rolls ? HPGR, Descrição: Existe um potencial muito grande de aplicação deste tipo de equipamento nas etapas anteriores à moagem, em substituição a britadores e até mesmo a moagem em SAG. No entanto, este tipo de aplicação ainda não se tornou uma realidade, porque os ganhos energéticos são de difícil quantificação e comprovação. É necessário portanto desenvolver-se uma metodologia laboratorial que permita o escalonamento seguro, não só de um moinho HPGR, mas simultaneamente do impacto que qualquer danificação que possa contribuir para a redução do consumo de energia em processos subseqüentes. Uma série de ensaios de moagem HPGR pode ser executada para uma estimativa da performance deste tipo de equipamento, e técnicas de escalonamento adequadas já foram desenvolvidas pelos fabricantes, com base nesta metodologia, destacando-se o procedimento de escalonamento da Krupp-Polysius, que foi desenvolvida em conjunto com o consultor Prof. Leonard G. Austin. Esta metodologia já se encontra implementada no simulador de plantas Modsim. Um problema que tem sido estudado com bastante afinco em centros de pesquisa no mundo é o da previsão da distribuição de tamanhos de partículas nos produto de um HPGR, em função das características intrínsecas do minério, e das condições operacionais. Os HPGRs tem sido utilizados na CVRD para preparação de pellet feed moído, e a previsão da distribuição de tamanhos no produto cai, novamente, no problema das medidas de distribuição de tamanhos em faixas de até 1 micrômetro ou até mesmo sub-micrômetros. (Ver proposta de trabalho referente à moagem fina, ultrafina). Para aplicações antes das etapas de moagem, um modelo baseado em técnicas de balanço populacional já tem sido proposto, e isto necessita de implementação, neste caso no Modsim. Este modelo deve ser, em uma etapa subseqüente, expandido para um modelo de escalonamento, que permita o dimensionamento de HPGRs com o cálculo da distribuição de tamanhos no produto, em função da alimentação e das condições operacionais. O segundo problema a ser abordado, é o da quantificação dos efeitos de danificação observados no HPGR em etapas subseqüentes de moagem. Isto requer a produção de quantidades relativamente grandes de minério moído, no HPGR. Os produtos do HPGR podem ser caracterizados de várias formas, e na literatura, invariavelmente, testes de WI de Bond são executados para a quantificação dos ganhos energéticos. Como se sabe, e isto é o elo fraco no problema, o método de Bond tem acuracidade limitada, e o erro associado não tem permitido um escalonamento suficientemente confiável para determinar-se o ganho energético de danificação no HPGR. Se quantidades relativamente grandes de produtos danificados forem disponibilizadas, as técnicas modernas de escalonamento, Austin e Herbst-Fuesternau, podem ser utilizadas, em laboratório, para uma estimativa acurada de ganhos energéticos potencias por danificação. Testes em escala piloto, de moagem de bolas, com os produtos de HPGR como alimentação, também podem ser executados de forma a produzirem dados ainda mais acurados, para um tipo de minério específico, e as técnicas de escalonamento poderiam ser utilizadas para previsões da performance de circuitos de moagem completos, com o HPGR em qualquer etapa do processo. Estudo de Variabilidade O objetivo fundamental é desenvolver uma metodologia apropriada para testes de variabilidade. Esta metodologia deverá ser testada compreensivamente em pelo menos duas instalações industriais existentes. O programa de testes deverá incluir a monitoração da performance energética, condições operacionais e distribuição de tamanhos na alientação e produto dos moinhos industriais. Durante um período relativamente longo de operação (dias ou meses) com monitoramento intensivo, amostras deverão ser obtidas da alimentação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2005 - 2012

    Escalonamento e Otimização de Espessadores, Descrição: O espessamento é um processo importante de desaguamento parcial de polpas comparativamente densas. A maioria dos processos de tratamento de minérios é executada a úmido, e invariavelmente pelo menos uma etapa de separação sólido-líquido é necessária nos fluxos de produtos da maioria das plantas de tratamento de minérios. Quando partículas muito finas estão presentes, o processo de espessamento deve ser utilizado em lugar de simples drenagem, ou ciclonagem, uma vez que o espessamento permite a eliminação da maior parte das partículas sub-micrométricas da água de processo, antes da sua reutilização no processo, ou da sua devolução ao ambiente. O processo de escalonamento de espessadores requer dados de sedimentação, que são obtidos no laboratório. Ensaios de sedimentação são padronizados, e bem estabelecidos. Existem diversos métodos de escalonamento, porém o método baseado na construção de Kynch, que é o modelo implementado no ModSim, será, em princípio, utilizado neste projeto. No entanto, outros métodos poderão ser considerados, e eventualmente implementados. A ligação entre o ensaio de sedimentação em batelada, e o método de escalonamento de Kynch, é uma série de parâmetros que definem uma equação de sedimentação, conhecidos como parâmetros de Wilhelm-Nade. O escalonamento de um espessador, passa portanto pela determinação dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, a partir dos resultados do ensaio de sedimentação em batelada. A equação de Wilhelm-Nade contém um número variável de parâmetros, e é importante obter-se uma interpolação com o número correto de parâmetros significativos. Este processo não pode ser executado de forma eficiente em planilhas eletrônicas do tipo Excel. Os testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em duplicata, e os problemas associados à parte experimental são: 1. Testes com partículas finas, sem floculante: os testes são demorados e podem requerer várias horas. A obtenção de dados precisos é dificultada devido à ausência de um operador durante a duração do teste, e devido à necessidade de agendar operadores para o tempo de duração do teste. 2. Testes com floculantes. Ocasionalmente, dependendo das condições pré-estabelecidas, o teste de sedimentação em batelada é extremamente rápido, e a obtenção de dados precisos é difícil, mesmo com a repetição do teste. A otimização do espessador requer uma correlação entre investimento de capital (tamanho do espessador) e custos operacionais (fixos e variáveis), sendo o fator relevante, em ambos os casos, a concentração de floculante a ser utilizada. Com isto, testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em diversas concentrações de floculante. O número de testes requeridos é portanto grande. Para contornar estes problemas, sugere-se: Etapa 1: Desenvolvimento de um aplicativo para o cálculo dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, com precisão máxima, e com parâmetros que possam ser utilizados diretamente no ModSim. O aplicativo deve ser intuitivo e conveniente para uso por técnicos treinados, nos mesmos moldes do que é feito com o BatchMill TM Etapa 2: Estudo de caso com aplicação do modelo implementado no ModSim Etapa 3: Aquisição de equipamento de captura de imagem para medição de velocidade da interface.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GOBBO, O. - Integrante / GONÇALVES, K. - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2007 - 2012

    Modelagem matemática e simulação de liberação, Descrição: De forma a capacitar a CVRD a utilizar estas ferramentas efetivamente, é proposto aqui um estudo de caso, com a amostragem e caracterização dos fluxos da planta de Sossego. Além das amostras de fluxo, uma amostra de alimentação da planta será utilizada para a obtenção dos parâmetros de Andrews e Mika. O método de amostragem de plantas e auditoria é bem conhecido. As amostras obtidas serão caracterizadas também para análise de liberação, e calibração de um simulador dos processos de cominuição e concentração da planta de Sossego. Este será o produto principal deste projeto. De forma a possibilitar a simulação do processo de liberação, na moagem, é necessário parametrizar o diagrama de Andrews e Mika para o minério em questão. A metodologia utilizada consiste em um teste de moagem em batelada de uma amostra mono-tamnho, na faixa 2 mm x 1 mm, aproximadamente. Esta é uma fração onde não ocorre liberação da fase de interesse. A amostra é separada em líquido denso para produzir amostras de frações mono-teor. Estas amostras são moídas em moinho de batelada, e os produtos da moagem peneirados. Cada amostra de tamanho no produto e alimentação do teste de moagem é caracterizada para liberação, em MEV, obtendo-se assim diagramas de Andrews e Mika. Os diagramas de Andrews e Mika obtidos para o minério, são utilizados para o cálculo de parâmetros de liberação que podem ser utilizados no Modsim. Assim, o simulador pode ser utilizados para obter dados de recuperação e teor na etapa de flotação, em função da distribuição de tamanhos obtida na moagem, e possibilitando a otimização da etapa de cominuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Modelamento e escalonamento de High Pressure Grinding Rolls ? HPGR, Descrição: Existe um potencial muito grande de aplicação deste tipo de equipamento nas etapas anteriores à moagem, em substituição a britadores e até mesmo a moagem em SAG. No entanto, este tipo de aplicação ainda não se tornou uma realidade, porque os ganhos energéticos são de difícil quantificação e comprovação. É necessário portanto desenvolver-se uma metodologia laboratorial que permita o escalonamento seguro, não só de um moinho HPGR, mas simultaneamente do impacto que qualquer danificação que possa contribuir para a redução do consumo de energia em processos subseqüentes. Uma série de ensaios de moagem HPGR pode ser executada para uma estimativa da performance deste tipo de equipamento, e técnicas de escalonamento adequadas já foram desenvolvidas pelos fabricantes, com base nesta metodologia, destacando-se o procedimento de escalonamento da Krupp-Polysius, que foi desenvolvida em conjunto com o consultor Prof. Leonard G. Austin. Esta metodologia já se encontra implementada no simulador de plantas Modsim. Um problema que tem sido estudado com bastante afinco em centros de pesquisa no mundo é o da previsão da distribuição de tamanhos de partículas nos produto de um HPGR, em função das características intrínsecas do minério, e das condições operacionais. Os HPGRs tem sido utilizados na CVRD para preparação de pellet feed moído, e a previsão da distribuição de tamanhos no produto cai, novamente, no problema das medidas de distribuição de tamanhos em faixas de até 1 micrômetro ou até mesmo sub-micrômetros. (Ver proposta de trabalho referente à moagem fina, ultrafina). Para aplicações antes das etapas de moagem, um modelo baseado em técnicas de balanço populacional já tem sido proposto, e isto necessita de implementação, neste caso no Modsim. Este modelo deve ser, em uma etapa subseqüente, expandido para um modelo de escalonamento, que permita o dimensionamento de HPGRs com o cálculo da distribuição de tamanhos no produto, em função da alimentação e das condições operacionais. O segundo problema a ser abordado, é o da quantificação dos efeitos de danificação observados no HPGR em etapas subseqüentes de moagem. Isto requer a produção de quantidades relativamente grandes de minério moído, no HPGR. Os produtos do HPGR podem ser caracterizados de várias formas, e na literatura, invariavelmente, testes de WI de Bond são executados para a quantificação dos ganhos energéticos. Como se sabe, e isto é o elo fraco no problema, o método de Bond tem acuracidade limitada, e o erro associado não tem permitido um escalonamento suficientemente confiável para determinar-se o ganho energético de danificação no HPGR. Se quantidades relativamente grandes de produtos danificados forem disponibilizadas, as técnicas modernas de escalonamento, Austin e Herbst-Fuesternau, podem ser utilizadas, em laboratório, para uma estimativa acurada de ganhos energéticos potencias por danificação. Testes em escala piloto, de moagem de bolas, com os produtos de HPGR como alimentação, também podem ser executados de forma a produzirem dados ainda mais acurados, para um tipo de minério específico, e as técnicas de escalonamento poderiam ser utilizadas para previsões da performance de circuitos de moagem completos, com o HPGR em qualquer etapa do processo. Estudo de Variabilidade O objetivo fundamental é desenvolver uma metodologia apropriada para testes de variabilidade. Esta metodologia deverá ser testada compreensivamente em pelo menos duas instalações industriais existentes. O programa de testes deverá incluir a monitoração da performance energética, condições operacionais e distribuição de tamanhos na alientação e produto dos moinhos industriais. Durante um período relativamente longo de operação (dias ou meses) com monitoramento intensivo, amostras deverão ser obtidas da alimentação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Remoagem, Descrição: Um dos problemas associados a remoagem para preparação de pellet feed é a ausência de informações granulométricas nas faixas de tamanho menores, abaixo de 45 micrômetros, e que controlam largamente a geração de área superficial nos produtos da moagem. Partículas pequenas têm energias de fratura bastante elevadas, e a probabilidade de quebra por impacto nestas faixas é baixa. O mecanismo de cominuição por atrição passa a ganhar importância no processo de moagem nas partículas menores, e para os tamanhos mais finos é, provavelmente, o mecanismo predominante. O atrito é favorecido, até um certo ponto, elevando-se a fração volumétrica de sólidos no moinho. Este procedimento se chama de moagem de pasta. Isto é praticado nos moinhos de produção de pellet feed, e é praxe alimentar moinhos com 80% de sólidos em peso. Os modelos de balanço populacional existentes para moagem de bolas não incluem um procedimento de escalonamento para fenômenos de transporte mais complexos, como a variação da % de sólidos na alimentação. Sabe-se que os moinhos podem ser operados na faixa de 65% de sólidos até 100% de sólidos, com uma transição reológica importante ocorrendo entre 85% e 95% de sólidos, quando o transporte é extremamente problemático. Os valores exatos dependem das propriedades reológicas do material, mas podem ser determinados experimentalmente. Como a moagem a seco não precisa ser levada em consideração, já que é menos eficiente que a moagem a úmido, os fenômenos reológicos só necessitam de modelamento nas faixas utilizadas na região da moagem de pasta. Os fatores que contribuem, portanto, são a distribuição de tamanhos dos corpos moedores na carga do moinho e a porcentagem de sólidos na alimentação. O primeiro fator já foi modelado, e está disponível no modelo de escalonamento de moinhos do ModSim. Quanto a reologia, esta pode ser modelada através dos fenômenos de classificação no modelo de transporte, e da função quebra. Sabe-se que para polpas diluídas, a classificação é mais intensa, e os valores dos parâmetros da função quebra se aproximam dos valores correspondentes à quebra por impacto. Para polpas menos diluídas, os fenômenos de classificação são mais incipientes, e a polpa é transportada uniformemente através do moinho. No entanto, os parâmetros da função quebra variam para refletir a maior contribuição do atrito, principalmente pela diminuição do parâmetro . Esta variação é acompanhada pela diminuição da taxa de quebra, como se fosse um fenômeno compensador. Assim, se o objetivo é gerar uma superfície específica pré-determinada, a otimização da moagem deve levar em consideração: Fenômenos de transporte associados a reologia Contribuição da cominuição por atrito para geração de superfície específica Contribuição da cominuição por atrito para o consumo de aço Variações nas taxas de quebra Distribuição de tamanhos dos corpos moedores A relação custo/benefício é portanto complexa. Os estudos reológicos podem ser feitos experimentalmente, e um modelo pode ser desenvolvido sem maiores dificuldades contanto que existam dados suficientes e de boa qualidade. O problema maior é com respeito às variações da função quebra nas faixas mais finas de tamanho, e determinar os valores corretos dos parâmetros para cada reologia. Em outras palavras, é necessário obter-se distribuições de tamanhos de partículas até 1 ou 2 micrômetros nos testes de moagem sob diferentes condições, e com bastante acuracidade. Recentemente foi desenvolvida uma alternativa ao cyclosizer que poderá suprir estas informações de forma rápida e eficiente. O procedimento é baseado em medições com difratômetro a LASER, e um software para conversão de tamanhos equivalentes de esferas para distribuições de peneiras, Diffract2Mesh, baseado em técnicas de conversão estereológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Parâmetros que influenciam no resultado do ensaio de bancada para determinação do Work Index de Bond, Descrição: O Wi de Bond é um ensaio em escala de laboratório que mede a resistência do minério em relação à moagem de bolas. Corresponde numericamente ao trabalho, expresso em kWh, necessário para reduzir uma tonelada de minério, desde um tamanho teoricamente infinito, até 80% da massa passante em 100 #. Sua determinação consiste em moer uma quantidade fixa de minério previamente britado a 100% passante em 3,36mm, em um moinho de 12"x12", em condições operacionais padronizadas. Após determinado tempo de moagem, a massa é retirada, peneirada e a fração passante na peneira substituída por igual massa de alimentação nova. O ciclo se repete até que se obtenha um equilíbrio do processo em termos de massa de minério moído por rotação do moinho. O valor Wi é apresentado em kWh/t, obtido através de fórmula empírica que correlaciona a abertura da malha de classificação (Am), a massa moída abaixo desta malha por rotação (Mob) e as aberturas das peneiras que permitem a passagem de 80% da massa de alimentação (A) e do produto (P), como mostrado a seguir: Wi = (44,5) / (Am 0,23 x Mob 0,82 x 10 x [(P) -0,5 - (A) -0,5])*1,1 Este procedimento encontra-se padronizado pela ABNT . O presente trabalho visa comparar a metodologia de ensaio de WI realizado pela CVRD com outros laboratórios de renome mundial e será composto pelas seguintes etapas: a) Seleção, preparação de amostras e remessa de alíquotas para os laboratórios estipulados, b) Execução dos ensaios de WI em cada laboratório; c) Análise rigorosa de procedimentos de preparação de amostras, equipamentos e materiais empregados, execução dos testes, procedimentos de tratamento das amostras e cálculos para obtenção de resultados; d) Análise estatística comparativa entre os resultados obtidos; Emissão de relatório contendo pareceres conclusivos sobre a validação de testes de WI conduzidos na CVRD, bem como recomendações para adequação de possíveis não-conformidades. O Consultor será responsável por executar as etapas c, d, e. A CVRD deverá providenciar a seleção de pelo menos 4 amostras de minérios com massa mínima de 600 kg. Essas amostras deverão apresentar diferenças significativas de resistência à moagem. A título de orientação recomenda-se que sejam obtidas as seguintes amostras: (a) bauxita de Paragominas, (b) minério do Salobo, (c) minério do Sossego e (d) minério de Timbopeba. Cada laboratório deverá assim receber um total de 6 alíquotas, das quais 4 serão selecionadas para execução de testes de WI e as demais duas (uma tal-qual e uma preparada) deverão ser arquivadas no próprio laboratório de destino. No caso da CVRD serão executados apenas dois ensaios com as alíquotas preparadas (duas alíquotas dentre A2D, A2I e A2N) e as demais alíquotas arquivadas (A1D, A1I e A1N). De acordo com o esquema proposto, cada um dos 3 laboratórios externos executará um total de 16 testes de WI de Bond para moinhos de bolas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / LUCAS HENRIQUE REIS - Integrante / Airtron Fonseca - Integrante.

  • 2005 - 2012

    Escalonamento e Otimização de Espessadores, Descrição: O espessamento é um processo importante de desaguamento parcial de polpas comparativamente densas. A maioria dos processos de tratamento de minérios é executada a úmido, e invariavelmente pelo menos uma etapa de separação sólido-líquido é necessária nos fluxos de produtos da maioria das plantas de tratamento de minérios. Quando partículas muito finas estão presentes, o processo de espessamento deve ser utilizado em lugar de simples drenagem, ou ciclonagem, uma vez que o espessamento permite a eliminação da maior parte das partículas sub-micrométricas da água de processo, antes da sua reutilização no processo, ou da sua devolução ao ambiente. O processo de escalonamento de espessadores requer dados de sedimentação, que são obtidos no laboratório. Ensaios de sedimentação são padronizados, e bem estabelecidos. Existem diversos métodos de escalonamento, porém o método baseado na construção de Kynch, que é o modelo implementado no ModSim, será, em princípio, utilizado neste projeto. No entanto, outros métodos poderão ser considerados, e eventualmente implementados. A ligação entre o ensaio de sedimentação em batelada, e o método de escalonamento de Kynch, é uma série de parâmetros que definem uma equação de sedimentação, conhecidos como parâmetros de Wilhelm-Nade. O escalonamento de um espessador, passa portanto pela determinação dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, a partir dos resultados do ensaio de sedimentação em batelada. A equação de Wilhelm-Nade contém um número variável de parâmetros, e é importante obter-se uma interpolação com o número correto de parâmetros significativos. Este processo não pode ser executado de forma eficiente em planilhas eletrônicas do tipo Excel. Os testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em duplicata, e os problemas associados à parte experimental são: 1. Testes com partículas finas, sem floculante: os testes são demorados e podem requerer várias horas. A obtenção de dados precisos é dificultada devido à ausência de um operador durante a duração do teste, e devido à necessidade de agendar operadores para o tempo de duração do teste. 2. Testes com floculantes. Ocasionalmente, dependendo das condições pré-estabelecidas, o teste de sedimentação em batelada é extremamente rápido, e a obtenção de dados precisos é difícil, mesmo com a repetição do teste. A otimização do espessador requer uma correlação entre investimento de capital (tamanho do espessador) e custos operacionais (fixos e variáveis), sendo o fator relevante, em ambos os casos, a concentração de floculante a ser utilizada. Com isto, testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em diversas concentrações de floculante. O número de testes requeridos é portanto grande. Para contornar estes problemas, sugere-se: Etapa 1: Desenvolvimento de um aplicativo para o cálculo dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, com precisão máxima, e com parâmetros que possam ser utilizados diretamente no ModSim. O aplicativo deve ser intuitivo e conveniente para uso por técnicos treinados, nos mesmos moldes do que é feito com o BatchMill TM Etapa 2: Estudo de caso com aplicação do modelo implementado no ModSim Etapa 3: Aquisição de equipamento de captura de imagem para medição de velocidade da interface.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GOBBO, O. - Integrante / GONÇALVES, K. - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2007 - 2012

    Modelagem matemática e simulação de liberação, Descrição: De forma a capacitar a CVRD a utilizar estas ferramentas efetivamente, é proposto aqui um estudo de caso, com a amostragem e caracterização dos fluxos da planta de Sossego. Além das amostras de fluxo, uma amostra de alimentação da planta será utilizada para a obtenção dos parâmetros de Andrews e Mika. O método de amostragem de plantas e auditoria é bem conhecido. As amostras obtidas serão caracterizadas também para análise de liberação, e calibração de um simulador dos processos de cominuição e concentração da planta de Sossego. Este será o produto principal deste projeto. De forma a possibilitar a simulação do processo de liberação, na moagem, é necessário parametrizar o diagrama de Andrews e Mika para o minério em questão. A metodologia utilizada consiste em um teste de moagem em batelada de uma amostra mono-tamnho, na faixa 2 mm x 1 mm, aproximadamente. Esta é uma fração onde não ocorre liberação da fase de interesse. A amostra é separada em líquido denso para produzir amostras de frações mono-teor. Estas amostras são moídas em moinho de batelada, e os produtos da moagem peneirados. Cada amostra de tamanho no produto e alimentação do teste de moagem é caracterizada para liberação, em MEV, obtendo-se assim diagramas de Andrews e Mika. Os diagramas de Andrews e Mika obtidos para o minério, são utilizados para o cálculo de parâmetros de liberação que podem ser utilizados no Modsim. Assim, o simulador pode ser utilizados para obter dados de recuperação e teor na etapa de flotação, em função da distribuição de tamanhos obtida na moagem, e possibilitando a otimização da etapa de cominuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Modelamento e escalonamento de High Pressure Grinding Rolls ? HPGR, Descrição: Existe um potencial muito grande de aplicação deste tipo de equipamento nas etapas anteriores à moagem, em substituição a britadores e até mesmo a moagem em SAG. No entanto, este tipo de aplicação ainda não se tornou uma realidade, porque os ganhos energéticos são de difícil quantificação e comprovação. É necessário portanto desenvolver-se uma metodologia laboratorial que permita o escalonamento seguro, não só de um moinho HPGR, mas simultaneamente do impacto que qualquer danificação que possa contribuir para a redução do consumo de energia em processos subseqüentes. Uma série de ensaios de moagem HPGR pode ser executada para uma estimativa da performance deste tipo de equipamento, e técnicas de escalonamento adequadas já foram desenvolvidas pelos fabricantes, com base nesta metodologia, destacando-se o procedimento de escalonamento da Krupp-Polysius, que foi desenvolvida em conjunto com o consultor Prof. Leonard G. Austin. Esta metodologia já se encontra implementada no simulador de plantas Modsim. Um problema que tem sido estudado com bastante afinco em centros de pesquisa no mundo é o da previsão da distribuição de tamanhos de partículas nos produto de um HPGR, em função das características intrínsecas do minério, e das condições operacionais. Os HPGRs tem sido utilizados na CVRD para preparação de pellet feed moído, e a previsão da distribuição de tamanhos no produto cai, novamente, no problema das medidas de distribuição de tamanhos em faixas de até 1 micrômetro ou até mesmo sub-micrômetros. (Ver proposta de trabalho referente à moagem fina, ultrafina). Para aplicações antes das etapas de moagem, um modelo baseado em técnicas de balanço populacional já tem sido proposto, e isto necessita de implementação, neste caso no Modsim. Este modelo deve ser, em uma etapa subseqüente, expandido para um modelo de escalonamento, que permita o dimensionamento de HPGRs com o cálculo da distribuição de tamanhos no produto, em função da alimentação e das condições operacionais. O segundo problema a ser abordado, é o da quantificação dos efeitos de danificação observados no HPGR em etapas subseqüentes de moagem. Isto requer a produção de quantidades relativamente grandes de minério moído, no HPGR. Os produtos do HPGR podem ser caracterizados de várias formas, e na literatura, invariavelmente, testes de WI de Bond são executados para a quantificação dos ganhos energéticos. Como se sabe, e isto é o elo fraco no problema, o método de Bond tem acuracidade limitada, e o erro associado não tem permitido um escalonamento suficientemente confiável para determinar-se o ganho energético de danificação no HPGR. Se quantidades relativamente grandes de produtos danificados forem disponibilizadas, as técnicas modernas de escalonamento, Austin e Herbst-Fuesternau, podem ser utilizadas, em laboratório, para uma estimativa acurada de ganhos energéticos potencias por danificação. Testes em escala piloto, de moagem de bolas, com os produtos de HPGR como alimentação, também podem ser executados de forma a produzirem dados ainda mais acurados, para um tipo de minério específico, e as técnicas de escalonamento poderiam ser utilizadas para previsões da performance de circuitos de moagem completos, com o HPGR em qualquer etapa do processo. Estudo de Variabilidade O objetivo fundamental é desenvolver uma metodologia apropriada para testes de variabilidade. Esta metodologia deverá ser testada compreensivamente em pelo menos duas instalações industriais existentes. O programa de testes deverá incluir a monitoração da performance energética, condições operacionais e distribuição de tamanhos na alientação e produto dos moinhos industriais. Durante um período relativamente longo de operação (dias ou meses) com monitoramento intensivo, amostras deverão ser obtidas da alimentação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Parâmetros que influenciam no resultado do ensaio de bancada para determinação do Work Index de Bond, Descrição: O Wi de Bond é um ensaio em escala de laboratório que mede a resistência do minério em relação à moagem de bolas. Corresponde numericamente ao trabalho, expresso em kWh, necessário para reduzir uma tonelada de minério, desde um tamanho teoricamente infinito, até 80% da massa passante em 100 #. Sua determinação consiste em moer uma quantidade fixa de minério previamente britado a 100% passante em 3,36mm, em um moinho de 12"x12", em condições operacionais padronizadas. Após determinado tempo de moagem, a massa é retirada, peneirada e a fração passante na peneira substituída por igual massa de alimentação nova. O ciclo se repete até que se obtenha um equilíbrio do processo em termos de massa de minério moído por rotação do moinho. O valor Wi é apresentado em kWh/t, obtido através de fórmula empírica que correlaciona a abertura da malha de classificação (Am), a massa moída abaixo desta malha por rotação (Mob) e as aberturas das peneiras que permitem a passagem de 80% da massa de alimentação (A) e do produto (P), como mostrado a seguir: Wi = (44,5) / (Am 0,23 x Mob 0,82 x 10 x [(P) -0,5 - (A) -0,5])*1,1 Este procedimento encontra-se padronizado pela ABNT . O presente trabalho visa comparar a metodologia de ensaio de WI realizado pela CVRD com outros laboratórios de renome mundial e será composto pelas seguintes etapas: a) Seleção, preparação de amostras e remessa de alíquotas para os laboratórios estipulados, b) Execução dos ensaios de WI em cada laboratório; c) Análise rigorosa de procedimentos de preparação de amostras, equipamentos e materiais empregados, execução dos testes, procedimentos de tratamento das amostras e cálculos para obtenção de resultados; d) Análise estatística comparativa entre os resultados obtidos; Emissão de relatório contendo pareceres conclusivos sobre a validação de testes de WI conduzidos na CVRD, bem como recomendações para adequação de possíveis não-conformidades. O Consultor será responsável por executar as etapas c, d, e. A CVRD deverá providenciar a seleção de pelo menos 4 amostras de minérios com massa mínima de 600 kg. Essas amostras deverão apresentar diferenças significativas de resistência à moagem. A título de orientação recomenda-se que sejam obtidas as seguintes amostras: (a) bauxita de Paragominas, (b) minério do Salobo, (c) minério do Sossego e (d) minério de Timbopeba. Cada laboratório deverá assim receber um total de 6 alíquotas, das quais 4 serão selecionadas para execução de testes de WI e as demais duas (uma tal-qual e uma preparada) deverão ser arquivadas no próprio laboratório de destino. No caso da CVRD serão executados apenas dois ensaios com as alíquotas preparadas (duas alíquotas dentre A2D, A2I e A2N) e as demais alíquotas arquivadas (A1D, A1I e A1N). De acordo com o esquema proposto, cada um dos 3 laboratórios externos executará um total de 16 testes de WI de Bond para moinhos de bolas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / LUCAS HENRIQUE REIS - Integrante / Airtron Fonseca - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Remoagem, Descrição: Um dos problemas associados a remoagem para preparação de pellet feed é a ausência de informações granulométricas nas faixas de tamanho menores, abaixo de 45 micrômetros, e que controlam largamente a geração de área superficial nos produtos da moagem. Partículas pequenas têm energias de fratura bastante elevadas, e a probabilidade de quebra por impacto nestas faixas é baixa. O mecanismo de cominuição por atrição passa a ganhar importância no processo de moagem nas partículas menores, e para os tamanhos mais finos é, provavelmente, o mecanismo predominante. O atrito é favorecido, até um certo ponto, elevando-se a fração volumétrica de sólidos no moinho. Este procedimento se chama de moagem de pasta. Isto é praticado nos moinhos de produção de pellet feed, e é praxe alimentar moinhos com 80% de sólidos em peso. Os modelos de balanço populacional existentes para moagem de bolas não incluem um procedimento de escalonamento para fenômenos de transporte mais complexos, como a variação da % de sólidos na alimentação. Sabe-se que os moinhos podem ser operados na faixa de 65% de sólidos até 100% de sólidos, com uma transição reológica importante ocorrendo entre 85% e 95% de sólidos, quando o transporte é extremamente problemático. Os valores exatos dependem das propriedades reológicas do material, mas podem ser determinados experimentalmente. Como a moagem a seco não precisa ser levada em consideração, já que é menos eficiente que a moagem a úmido, os fenômenos reológicos só necessitam de modelamento nas faixas utilizadas na região da moagem de pasta. Os fatores que contribuem, portanto, são a distribuição de tamanhos dos corpos moedores na carga do moinho e a porcentagem de sólidos na alimentação. O primeiro fator já foi modelado, e está disponível no modelo de escalonamento de moinhos do ModSim. Quanto a reologia, esta pode ser modelada através dos fenômenos de classificação no modelo de transporte, e da função quebra. Sabe-se que para polpas diluídas, a classificação é mais intensa, e os valores dos parâmetros da função quebra se aproximam dos valores correspondentes à quebra por impacto. Para polpas menos diluídas, os fenômenos de classificação são mais incipientes, e a polpa é transportada uniformemente através do moinho. No entanto, os parâmetros da função quebra variam para refletir a maior contribuição do atrito, principalmente pela diminuição do parâmetro . Esta variação é acompanhada pela diminuição da taxa de quebra, como se fosse um fenômeno compensador. Assim, se o objetivo é gerar uma superfície específica pré-determinada, a otimização da moagem deve levar em consideração: Fenômenos de transporte associados a reologia Contribuição da cominuição por atrito para geração de superfície específica Contribuição da cominuição por atrito para o consumo de aço Variações nas taxas de quebra Distribuição de tamanhos dos corpos moedores A relação custo/benefício é portanto complexa. Os estudos reológicos podem ser feitos experimentalmente, e um modelo pode ser desenvolvido sem maiores dificuldades contanto que existam dados suficientes e de boa qualidade. O problema maior é com respeito às variações da função quebra nas faixas mais finas de tamanho, e determinar os valores corretos dos parâmetros para cada reologia. Em outras palavras, é necessário obter-se distribuições de tamanhos de partículas até 1 ou 2 micrômetros nos testes de moagem sob diferentes condições, e com bastante acuracidade. Recentemente foi desenvolvida uma alternativa ao cyclosizer que poderá suprir estas informações de forma rápida e eficiente. O procedimento é baseado em medições com difratômetro a LASER, e um software para conversão de tamanhos equivalentes de esferas para distribuições de peneiras, Diffract2Mesh, baseado em técnicas de conversão estereológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2005 - 2012

    Escalonamento e Otimização de Espessadores, Descrição: O espessamento é um processo importante de desaguamento parcial de polpas comparativamente densas. A maioria dos processos de tratamento de minérios é executada a úmido, e invariavelmente pelo menos uma etapa de separação sólido-líquido é necessária nos fluxos de produtos da maioria das plantas de tratamento de minérios. Quando partículas muito finas estão presentes, o processo de espessamento deve ser utilizado em lugar de simples drenagem, ou ciclonagem, uma vez que o espessamento permite a eliminação da maior parte das partículas sub-micrométricas da água de processo, antes da sua reutilização no processo, ou da sua devolução ao ambiente. O processo de escalonamento de espessadores requer dados de sedimentação, que são obtidos no laboratório. Ensaios de sedimentação são padronizados, e bem estabelecidos. Existem diversos métodos de escalonamento, porém o método baseado na construção de Kynch, que é o modelo implementado no ModSim, será, em princípio, utilizado neste projeto. No entanto, outros métodos poderão ser considerados, e eventualmente implementados. A ligação entre o ensaio de sedimentação em batelada, e o método de escalonamento de Kynch, é uma série de parâmetros que definem uma equação de sedimentação, conhecidos como parâmetros de Wilhelm-Nade. O escalonamento de um espessador, passa portanto pela determinação dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, a partir dos resultados do ensaio de sedimentação em batelada. A equação de Wilhelm-Nade contém um número variável de parâmetros, e é importante obter-se uma interpolação com o número correto de parâmetros significativos. Este processo não pode ser executado de forma eficiente em planilhas eletrônicas do tipo Excel. Os testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em duplicata, e os problemas associados à parte experimental são: 1. Testes com partículas finas, sem floculante: os testes são demorados e podem requerer várias horas. A obtenção de dados precisos é dificultada devido à ausência de um operador durante a duração do teste, e devido à necessidade de agendar operadores para o tempo de duração do teste. 2. Testes com floculantes. Ocasionalmente, dependendo das condições pré-estabelecidas, o teste de sedimentação em batelada é extremamente rápido, e a obtenção de dados precisos é difícil, mesmo com a repetição do teste. A otimização do espessador requer uma correlação entre investimento de capital (tamanho do espessador) e custos operacionais (fixos e variáveis), sendo o fator relevante, em ambos os casos, a concentração de floculante a ser utilizada. Com isto, testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em diversas concentrações de floculante. O número de testes requeridos é portanto grande. Para contornar estes problemas, sugere-se: Etapa 1: Desenvolvimento de um aplicativo para o cálculo dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, com precisão máxima, e com parâmetros que possam ser utilizados diretamente no ModSim. O aplicativo deve ser intuitivo e conveniente para uso por técnicos treinados, nos mesmos moldes do que é feito com o BatchMill TM Etapa 2: Estudo de caso com aplicação do modelo implementado no ModSim Etapa 3: Aquisição de equipamento de captura de imagem para medição de velocidade da interface.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GOBBO, O. - Integrante / GONÇALVES, K. - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2007 - 2012

    Modelagem matemática e simulação de liberação, Descrição: De forma a capacitar a CVRD a utilizar estas ferramentas efetivamente, é proposto aqui um estudo de caso, com a amostragem e caracterização dos fluxos da planta de Sossego. Além das amostras de fluxo, uma amostra de alimentação da planta será utilizada para a obtenção dos parâmetros de Andrews e Mika. O método de amostragem de plantas e auditoria é bem conhecido. As amostras obtidas serão caracterizadas também para análise de liberação, e calibração de um simulador dos processos de cominuição e concentração da planta de Sossego. Este será o produto principal deste projeto. De forma a possibilitar a simulação do processo de liberação, na moagem, é necessário parametrizar o diagrama de Andrews e Mika para o minério em questão. A metodologia utilizada consiste em um teste de moagem em batelada de uma amostra mono-tamnho, na faixa 2 mm x 1 mm, aproximadamente. Esta é uma fração onde não ocorre liberação da fase de interesse. A amostra é separada em líquido denso para produzir amostras de frações mono-teor. Estas amostras são moídas em moinho de batelada, e os produtos da moagem peneirados. Cada amostra de tamanho no produto e alimentação do teste de moagem é caracterizada para liberação, em MEV, obtendo-se assim diagramas de Andrews e Mika. Os diagramas de Andrews e Mika obtidos para o minério, são utilizados para o cálculo de parâmetros de liberação que podem ser utilizados no Modsim. Assim, o simulador pode ser utilizados para obter dados de recuperação e teor na etapa de flotação, em função da distribuição de tamanhos obtida na moagem, e possibilitando a otimização da etapa de cominuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Remoagem, Descrição: Um dos problemas associados a remoagem para preparação de pellet feed é a ausência de informações granulométricas nas faixas de tamanho menores, abaixo de 45 micrômetros, e que controlam largamente a geração de área superficial nos produtos da moagem. Partículas pequenas têm energias de fratura bastante elevadas, e a probabilidade de quebra por impacto nestas faixas é baixa. O mecanismo de cominuição por atrição passa a ganhar importância no processo de moagem nas partículas menores, e para os tamanhos mais finos é, provavelmente, o mecanismo predominante. O atrito é favorecido, até um certo ponto, elevando-se a fração volumétrica de sólidos no moinho. Este procedimento se chama de moagem de pasta. Isto é praticado nos moinhos de produção de pellet feed, e é praxe alimentar moinhos com 80% de sólidos em peso. Os modelos de balanço populacional existentes para moagem de bolas não incluem um procedimento de escalonamento para fenômenos de transporte mais complexos, como a variação da % de sólidos na alimentação. Sabe-se que os moinhos podem ser operados na faixa de 65% de sólidos até 100% de sólidos, com uma transição reológica importante ocorrendo entre 85% e 95% de sólidos, quando o transporte é extremamente problemático. Os valores exatos dependem das propriedades reológicas do material, mas podem ser determinados experimentalmente. Como a moagem a seco não precisa ser levada em consideração, já que é menos eficiente que a moagem a úmido, os fenômenos reológicos só necessitam de modelamento nas faixas utilizadas na região da moagem de pasta. Os fatores que contribuem, portanto, são a distribuição de tamanhos dos corpos moedores na carga do moinho e a porcentagem de sólidos na alimentação. O primeiro fator já foi modelado, e está disponível no modelo de escalonamento de moinhos do ModSim. Quanto a reologia, esta pode ser modelada através dos fenômenos de classificação no modelo de transporte, e da função quebra. Sabe-se que para polpas diluídas, a classificação é mais intensa, e os valores dos parâmetros da função quebra se aproximam dos valores correspondentes à quebra por impacto. Para polpas menos diluídas, os fenômenos de classificação são mais incipientes, e a polpa é transportada uniformemente através do moinho. No entanto, os parâmetros da função quebra variam para refletir a maior contribuição do atrito, principalmente pela diminuição do parâmetro . Esta variação é acompanhada pela diminuição da taxa de quebra, como se fosse um fenômeno compensador. Assim, se o objetivo é gerar uma superfície específica pré-determinada, a otimização da moagem deve levar em consideração: Fenômenos de transporte associados a reologia Contribuição da cominuição por atrito para geração de superfície específica Contribuição da cominuição por atrito para o consumo de aço Variações nas taxas de quebra Distribuição de tamanhos dos corpos moedores A relação custo/benefício é portanto complexa. Os estudos reológicos podem ser feitos experimentalmente, e um modelo pode ser desenvolvido sem maiores dificuldades contanto que existam dados suficientes e de boa qualidade. O problema maior é com respeito às variações da função quebra nas faixas mais finas de tamanho, e determinar os valores corretos dos parâmetros para cada reologia. Em outras palavras, é necessário obter-se distribuições de tamanhos de partículas até 1 ou 2 micrômetros nos testes de moagem sob diferentes condições, e com bastante acuracidade. Recentemente foi desenvolvida uma alternativa ao cyclosizer que poderá suprir estas informações de forma rápida e eficiente. O procedimento é baseado em medições com difratômetro a LASER, e um software para conversão de tamanhos equivalentes de esferas para distribuições de peneiras, Diffract2Mesh, baseado em técnicas de conversão estereológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Modelamento e escalonamento de High Pressure Grinding Rolls ? HPGR, Descrição: Existe um potencial muito grande de aplicação deste tipo de equipamento nas etapas anteriores à moagem, em substituição a britadores e até mesmo a moagem em SAG. No entanto, este tipo de aplicação ainda não se tornou uma realidade, porque os ganhos energéticos são de difícil quantificação e comprovação. É necessário portanto desenvolver-se uma metodologia laboratorial que permita o escalonamento seguro, não só de um moinho HPGR, mas simultaneamente do impacto que qualquer danificação que possa contribuir para a redução do consumo de energia em processos subseqüentes. Uma série de ensaios de moagem HPGR pode ser executada para uma estimativa da performance deste tipo de equipamento, e técnicas de escalonamento adequadas já foram desenvolvidas pelos fabricantes, com base nesta metodologia, destacando-se o procedimento de escalonamento da Krupp-Polysius, que foi desenvolvida em conjunto com o consultor Prof. Leonard G. Austin. Esta metodologia já se encontra implementada no simulador de plantas Modsim. Um problema que tem sido estudado com bastante afinco em centros de pesquisa no mundo é o da previsão da distribuição de tamanhos de partículas nos produto de um HPGR, em função das características intrínsecas do minério, e das condições operacionais. Os HPGRs tem sido utilizados na CVRD para preparação de pellet feed moído, e a previsão da distribuição de tamanhos no produto cai, novamente, no problema das medidas de distribuição de tamanhos em faixas de até 1 micrômetro ou até mesmo sub-micrômetros. (Ver proposta de trabalho referente à moagem fina, ultrafina). Para aplicações antes das etapas de moagem, um modelo baseado em técnicas de balanço populacional já tem sido proposto, e isto necessita de implementação, neste caso no Modsim. Este modelo deve ser, em uma etapa subseqüente, expandido para um modelo de escalonamento, que permita o dimensionamento de HPGRs com o cálculo da distribuição de tamanhos no produto, em função da alimentação e das condições operacionais. O segundo problema a ser abordado, é o da quantificação dos efeitos de danificação observados no HPGR em etapas subseqüentes de moagem. Isto requer a produção de quantidades relativamente grandes de minério moído, no HPGR. Os produtos do HPGR podem ser caracterizados de várias formas, e na literatura, invariavelmente, testes de WI de Bond são executados para a quantificação dos ganhos energéticos. Como se sabe, e isto é o elo fraco no problema, o método de Bond tem acuracidade limitada, e o erro associado não tem permitido um escalonamento suficientemente confiável para determinar-se o ganho energético de danificação no HPGR. Se quantidades relativamente grandes de produtos danificados forem disponibilizadas, as técnicas modernas de escalonamento, Austin e Herbst-Fuesternau, podem ser utilizadas, em laboratório, para uma estimativa acurada de ganhos energéticos potencias por danificação. Testes em escala piloto, de moagem de bolas, com os produtos de HPGR como alimentação, também podem ser executados de forma a produzirem dados ainda mais acurados, para um tipo de minério específico, e as técnicas de escalonamento poderiam ser utilizadas para previsões da performance de circuitos de moagem completos, com o HPGR em qualquer etapa do processo. Estudo de Variabilidade O objetivo fundamental é desenvolver uma metodologia apropriada para testes de variabilidade. Esta metodologia deverá ser testada compreensivamente em pelo menos duas instalações industriais existentes. O programa de testes deverá incluir a monitoração da performance energética, condições operacionais e distribuição de tamanhos na alientação e produto dos moinhos industriais. Durante um período relativamente longo de operação (dias ou meses) com monitoramento intensivo, amostras deverão ser obtidas da alimentação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Parâmetros que influenciam no resultado do ensaio de bancada para determinação do Work Index de Bond, Descrição: O Wi de Bond é um ensaio em escala de laboratório que mede a resistência do minério em relação à moagem de bolas. Corresponde numericamente ao trabalho, expresso em kWh, necessário para reduzir uma tonelada de minério, desde um tamanho teoricamente infinito, até 80% da massa passante em 100 #. Sua determinação consiste em moer uma quantidade fixa de minério previamente britado a 100% passante em 3,36mm, em um moinho de 12"x12", em condições operacionais padronizadas. Após determinado tempo de moagem, a massa é retirada, peneirada e a fração passante na peneira substituída por igual massa de alimentação nova. O ciclo se repete até que se obtenha um equilíbrio do processo em termos de massa de minério moído por rotação do moinho. O valor Wi é apresentado em kWh/t, obtido através de fórmula empírica que correlaciona a abertura da malha de classificação (Am), a massa moída abaixo desta malha por rotação (Mob) e as aberturas das peneiras que permitem a passagem de 80% da massa de alimentação (A) e do produto (P), como mostrado a seguir: Wi = (44,5) / (Am 0,23 x Mob 0,82 x 10 x [(P) -0,5 - (A) -0,5])*1,1 Este procedimento encontra-se padronizado pela ABNT . O presente trabalho visa comparar a metodologia de ensaio de WI realizado pela CVRD com outros laboratórios de renome mundial e será composto pelas seguintes etapas: a) Seleção, preparação de amostras e remessa de alíquotas para os laboratórios estipulados, b) Execução dos ensaios de WI em cada laboratório; c) Análise rigorosa de procedimentos de preparação de amostras, equipamentos e materiais empregados, execução dos testes, procedimentos de tratamento das amostras e cálculos para obtenção de resultados; d) Análise estatística comparativa entre os resultados obtidos; Emissão de relatório contendo pareceres conclusivos sobre a validação de testes de WI conduzidos na CVRD, bem como recomendações para adequação de possíveis não-conformidades. O Consultor será responsável por executar as etapas c, d, e. A CVRD deverá providenciar a seleção de pelo menos 4 amostras de minérios com massa mínima de 600 kg. Essas amostras deverão apresentar diferenças significativas de resistência à moagem. A título de orientação recomenda-se que sejam obtidas as seguintes amostras: (a) bauxita de Paragominas, (b) minério do Salobo, (c) minério do Sossego e (d) minério de Timbopeba. Cada laboratório deverá assim receber um total de 6 alíquotas, das quais 4 serão selecionadas para execução de testes de WI e as demais duas (uma tal-qual e uma preparada) deverão ser arquivadas no próprio laboratório de destino. No caso da CVRD serão executados apenas dois ensaios com as alíquotas preparadas (duas alíquotas dentre A2D, A2I e A2N) e as demais alíquotas arquivadas (A1D, A1I e A1N). De acordo com o esquema proposto, cada um dos 3 laboratórios externos executará um total de 16 testes de WI de Bond para moinhos de bolas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / LUCAS HENRIQUE REIS - Integrante / Airtron Fonseca - Integrante.

  • 2005 - 2012

    Escalonamento e Otimização de Espessadores, Descrição: O espessamento é um processo importante de desaguamento parcial de polpas comparativamente densas. A maioria dos processos de tratamento de minérios é executada a úmido, e invariavelmente pelo menos uma etapa de separação sólido-líquido é necessária nos fluxos de produtos da maioria das plantas de tratamento de minérios. Quando partículas muito finas estão presentes, o processo de espessamento deve ser utilizado em lugar de simples drenagem, ou ciclonagem, uma vez que o espessamento permite a eliminação da maior parte das partículas sub-micrométricas da água de processo, antes da sua reutilização no processo, ou da sua devolução ao ambiente. O processo de escalonamento de espessadores requer dados de sedimentação, que são obtidos no laboratório. Ensaios de sedimentação são padronizados, e bem estabelecidos. Existem diversos métodos de escalonamento, porém o método baseado na construção de Kynch, que é o modelo implementado no ModSim, será, em princípio, utilizado neste projeto. No entanto, outros métodos poderão ser considerados, e eventualmente implementados. A ligação entre o ensaio de sedimentação em batelada, e o método de escalonamento de Kynch, é uma série de parâmetros que definem uma equação de sedimentação, conhecidos como parâmetros de Wilhelm-Nade. O escalonamento de um espessador, passa portanto pela determinação dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, a partir dos resultados do ensaio de sedimentação em batelada. A equação de Wilhelm-Nade contém um número variável de parâmetros, e é importante obter-se uma interpolação com o número correto de parâmetros significativos. Este processo não pode ser executado de forma eficiente em planilhas eletrônicas do tipo Excel. Os testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em duplicata, e os problemas associados à parte experimental são: 1. Testes com partículas finas, sem floculante: os testes são demorados e podem requerer várias horas. A obtenção de dados precisos é dificultada devido à ausência de um operador durante a duração do teste, e devido à necessidade de agendar operadores para o tempo de duração do teste. 2. Testes com floculantes. Ocasionalmente, dependendo das condições pré-estabelecidas, o teste de sedimentação em batelada é extremamente rápido, e a obtenção de dados precisos é difícil, mesmo com a repetição do teste. A otimização do espessador requer uma correlação entre investimento de capital (tamanho do espessador) e custos operacionais (fixos e variáveis), sendo o fator relevante, em ambos os casos, a concentração de floculante a ser utilizada. Com isto, testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em diversas concentrações de floculante. O número de testes requeridos é portanto grande. Para contornar estes problemas, sugere-se: Etapa 1: Desenvolvimento de um aplicativo para o cálculo dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, com precisão máxima, e com parâmetros que possam ser utilizados diretamente no ModSim. O aplicativo deve ser intuitivo e conveniente para uso por técnicos treinados, nos mesmos moldes do que é feito com o BatchMill TM Etapa 2: Estudo de caso com aplicação do modelo implementado no ModSim Etapa 3: Aquisição de equipamento de captura de imagem para medição de velocidade da interface.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GOBBO, O. - Integrante / GONÇALVES, K. - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2007 - 2012

    Modelagem matemática e simulação de liberação, Descrição: De forma a capacitar a CVRD a utilizar estas ferramentas efetivamente, é proposto aqui um estudo de caso, com a amostragem e caracterização dos fluxos da planta de Sossego. Além das amostras de fluxo, uma amostra de alimentação da planta será utilizada para a obtenção dos parâmetros de Andrews e Mika. O método de amostragem de plantas e auditoria é bem conhecido. As amostras obtidas serão caracterizadas também para análise de liberação, e calibração de um simulador dos processos de cominuição e concentração da planta de Sossego. Este será o produto principal deste projeto. De forma a possibilitar a simulação do processo de liberação, na moagem, é necessário parametrizar o diagrama de Andrews e Mika para o minério em questão. A metodologia utilizada consiste em um teste de moagem em batelada de uma amostra mono-tamnho, na faixa 2 mm x 1 mm, aproximadamente. Esta é uma fração onde não ocorre liberação da fase de interesse. A amostra é separada em líquido denso para produzir amostras de frações mono-teor. Estas amostras são moídas em moinho de batelada, e os produtos da moagem peneirados. Cada amostra de tamanho no produto e alimentação do teste de moagem é caracterizada para liberação, em MEV, obtendo-se assim diagramas de Andrews e Mika. Os diagramas de Andrews e Mika obtidos para o minério, são utilizados para o cálculo de parâmetros de liberação que podem ser utilizados no Modsim. Assim, o simulador pode ser utilizados para obter dados de recuperação e teor na etapa de flotação, em função da distribuição de tamanhos obtida na moagem, e possibilitando a otimização da etapa de cominuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

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    Remoagem, Descrição: Um dos problemas associados a remoagem para preparação de pellet feed é a ausência de informações granulométricas nas faixas de tamanho menores, abaixo de 45 micrômetros, e que controlam largamente a geração de área superficial nos produtos da moagem. Partículas pequenas têm energias de fratura bastante elevadas, e a probabilidade de quebra por impacto nestas faixas é baixa. O mecanismo de cominuição por atrição passa a ganhar importância no processo de moagem nas partículas menores, e para os tamanhos mais finos é, provavelmente, o mecanismo predominante. O atrito é favorecido, até um certo ponto, elevando-se a fração volumétrica de sólidos no moinho. Este procedimento se chama de moagem de pasta. Isto é praticado nos moinhos de produção de pellet feed, e é praxe alimentar moinhos com 80% de sólidos em peso. Os modelos de balanço populacional existentes para moagem de bolas não incluem um procedimento de escalonamento para fenômenos de transporte mais complexos, como a variação da % de sólidos na alimentação. Sabe-se que os moinhos podem ser operados na faixa de 65% de sólidos até 100% de sólidos, com uma transição reológica importante ocorrendo entre 85% e 95% de sólidos, quando o transporte é extremamente problemático. Os valores exatos dependem das propriedades reológicas do material, mas podem ser determinados experimentalmente. Como a moagem a seco não precisa ser levada em consideração, já que é menos eficiente que a moagem a úmido, os fenômenos reológicos só necessitam de modelamento nas faixas utilizadas na região da moagem de pasta. Os fatores que contribuem, portanto, são a distribuição de tamanhos dos corpos moedores na carga do moinho e a porcentagem de sólidos na alimentação. O primeiro fator já foi modelado, e está disponível no modelo de escalonamento de moinhos do ModSim. Quanto a reologia, esta pode ser modelada através dos fenômenos de classificação no modelo de transporte, e da função quebra. Sabe-se que para polpas diluídas, a classificação é mais intensa, e os valores dos parâmetros da função quebra se aproximam dos valores correspondentes à quebra por impacto. Para polpas menos diluídas, os fenômenos de classificação são mais incipientes, e a polpa é transportada uniformemente através do moinho. No entanto, os parâmetros da função quebra variam para refletir a maior contribuição do atrito, principalmente pela diminuição do parâmetro . Esta variação é acompanhada pela diminuição da taxa de quebra, como se fosse um fenômeno compensador. Assim, se o objetivo é gerar uma superfície específica pré-determinada, a otimização da moagem deve levar em consideração: Fenômenos de transporte associados a reologia Contribuição da cominuição por atrito para geração de superfície específica Contribuição da cominuição por atrito para o consumo de aço Variações nas taxas de quebra Distribuição de tamanhos dos corpos moedores A relação custo/benefício é portanto complexa. Os estudos reológicos podem ser feitos experimentalmente, e um modelo pode ser desenvolvido sem maiores dificuldades contanto que existam dados suficientes e de boa qualidade. O problema maior é com respeito às variações da função quebra nas faixas mais finas de tamanho, e determinar os valores corretos dos parâmetros para cada reologia. Em outras palavras, é necessário obter-se distribuições de tamanhos de partículas até 1 ou 2 micrômetros nos testes de moagem sob diferentes condições, e com bastante acuracidade. Recentemente foi desenvolvida uma alternativa ao cyclosizer que poderá suprir estas informações de forma rápida e eficiente. O procedimento é baseado em medições com difratômetro a LASER, e um software para conversão de tamanhos equivalentes de esferas para distribuições de peneiras, Diffract2Mesh, baseado em técnicas de conversão estereológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

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    Modelamento e escalonamento de High Pressure Grinding Rolls ? HPGR, Descrição: Existe um potencial muito grande de aplicação deste tipo de equipamento nas etapas anteriores à moagem, em substituição a britadores e até mesmo a moagem em SAG. No entanto, este tipo de aplicação ainda não se tornou uma realidade, porque os ganhos energéticos são de difícil quantificação e comprovação. É necessário portanto desenvolver-se uma metodologia laboratorial que permita o escalonamento seguro, não só de um moinho HPGR, mas simultaneamente do impacto que qualquer danificação que possa contribuir para a redução do consumo de energia em processos subseqüentes. Uma série de ensaios de moagem HPGR pode ser executada para uma estimativa da performance deste tipo de equipamento, e técnicas de escalonamento adequadas já foram desenvolvidas pelos fabricantes, com base nesta metodologia, destacando-se o procedimento de escalonamento da Krupp-Polysius, que foi desenvolvida em conjunto com o consultor Prof. Leonard G. Austin. Esta metodologia já se encontra implementada no simulador de plantas Modsim. Um problema que tem sido estudado com bastante afinco em centros de pesquisa no mundo é o da previsão da distribuição de tamanhos de partículas nos produto de um HPGR, em função das características intrínsecas do minério, e das condições operacionais. Os HPGRs tem sido utilizados na CVRD para preparação de pellet feed moído, e a previsão da distribuição de tamanhos no produto cai, novamente, no problema das medidas de distribuição de tamanhos em faixas de até 1 micrômetro ou até mesmo sub-micrômetros. (Ver proposta de trabalho referente à moagem fina, ultrafina). Para aplicações antes das etapas de moagem, um modelo baseado em técnicas de balanço populacional já tem sido proposto, e isto necessita de implementação, neste caso no Modsim. Este modelo deve ser, em uma etapa subseqüente, expandido para um modelo de escalonamento, que permita o dimensionamento de HPGRs com o cálculo da distribuição de tamanhos no produto, em função da alimentação e das condições operacionais. O segundo problema a ser abordado, é o da quantificação dos efeitos de danificação observados no HPGR em etapas subseqüentes de moagem. Isto requer a produção de quantidades relativamente grandes de minério moído, no HPGR. Os produtos do HPGR podem ser caracterizados de várias formas, e na literatura, invariavelmente, testes de WI de Bond são executados para a quantificação dos ganhos energéticos. Como se sabe, e isto é o elo fraco no problema, o método de Bond tem acuracidade limitada, e o erro associado não tem permitido um escalonamento suficientemente confiável para determinar-se o ganho energético de danificação no HPGR. Se quantidades relativamente grandes de produtos danificados forem disponibilizadas, as técnicas modernas de escalonamento, Austin e Herbst-Fuesternau, podem ser utilizadas, em laboratório, para uma estimativa acurada de ganhos energéticos potencias por danificação. Testes em escala piloto, de moagem de bolas, com os produtos de HPGR como alimentação, também podem ser executados de forma a produzirem dados ainda mais acurados, para um tipo de minério específico, e as técnicas de escalonamento poderiam ser utilizadas para previsões da performance de circuitos de moagem completos, com o HPGR em qualquer etapa do processo. Estudo de Variabilidade O objetivo fundamental é desenvolver uma metodologia apropriada para testes de variabilidade. Esta metodologia deverá ser testada compreensivamente em pelo menos duas instalações industriais existentes. O programa de testes deverá incluir a monitoração da performance energética, condições operacionais e distribuição de tamanhos na alientação e produto dos moinhos industriais. Durante um período relativamente longo de operação (dias ou meses) com monitoramento intensivo, amostras deverão ser obtidas da alimentação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

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    Parâmetros que influenciam no resultado do ensaio de bancada para determinação do Work Index de Bond, Descrição: O Wi de Bond é um ensaio em escala de laboratório que mede a resistência do minério em relação à moagem de bolas. Corresponde numericamente ao trabalho, expresso em kWh, necessário para reduzir uma tonelada de minério, desde um tamanho teoricamente infinito, até 80% da massa passante em 100 #. Sua determinação consiste em moer uma quantidade fixa de minério previamente britado a 100% passante em 3,36mm, em um moinho de 12"x12", em condições operacionais padronizadas. Após determinado tempo de moagem, a massa é retirada, peneirada e a fração passante na peneira substituída por igual massa de alimentação nova. O ciclo se repete até que se obtenha um equilíbrio do processo em termos de massa de minério moído por rotação do moinho. O valor Wi é apresentado em kWh/t, obtido através de fórmula empírica que correlaciona a abertura da malha de classificação (Am), a massa moída abaixo desta malha por rotação (Mob) e as aberturas das peneiras que permitem a passagem de 80% da massa de alimentação (A) e do produto (P), como mostrado a seguir: Wi = (44,5) / (Am 0,23 x Mob 0,82 x 10 x [(P) -0,5 - (A) -0,5])*1,1 Este procedimento encontra-se padronizado pela ABNT . O presente trabalho visa comparar a metodologia de ensaio de WI realizado pela CVRD com outros laboratórios de renome mundial e será composto pelas seguintes etapas: a) Seleção, preparação de amostras e remessa de alíquotas para os laboratórios estipulados, b) Execução dos ensaios de WI em cada laboratório; c) Análise rigorosa de procedimentos de preparação de amostras, equipamentos e materiais empregados, execução dos testes, procedimentos de tratamento das amostras e cálculos para obtenção de resultados; d) Análise estatística comparativa entre os resultados obtidos; Emissão de relatório contendo pareceres conclusivos sobre a validação de testes de WI conduzidos na CVRD, bem como recomendações para adequação de possíveis não-conformidades. O Consultor será responsável por executar as etapas c, d, e. A CVRD deverá providenciar a seleção de pelo menos 4 amostras de minérios com massa mínima de 600 kg. Essas amostras deverão apresentar diferenças significativas de resistência à moagem. A título de orientação recomenda-se que sejam obtidas as seguintes amostras: (a) bauxita de Paragominas, (b) minério do Salobo, (c) minério do Sossego e (d) minério de Timbopeba. Cada laboratório deverá assim receber um total de 6 alíquotas, das quais 4 serão selecionadas para execução de testes de WI e as demais duas (uma tal-qual e uma preparada) deverão ser arquivadas no próprio laboratório de destino. No caso da CVRD serão executados apenas dois ensaios com as alíquotas preparadas (duas alíquotas dentre A2D, A2I e A2N) e as demais alíquotas arquivadas (A1D, A1I e A1N). De acordo com o esquema proposto, cada um dos 3 laboratórios externos executará um total de 16 testes de WI de Bond para moinhos de bolas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / LUCAS HENRIQUE REIS - Integrante / Airtron Fonseca - Integrante.

  • 2005 - 2012

    Escalonamento e Otimização de Espessadores, Descrição: O espessamento é um processo importante de desaguamento parcial de polpas comparativamente densas. A maioria dos processos de tratamento de minérios é executada a úmido, e invariavelmente pelo menos uma etapa de separação sólido-líquido é necessária nos fluxos de produtos da maioria das plantas de tratamento de minérios. Quando partículas muito finas estão presentes, o processo de espessamento deve ser utilizado em lugar de simples drenagem, ou ciclonagem, uma vez que o espessamento permite a eliminação da maior parte das partículas sub-micrométricas da água de processo, antes da sua reutilização no processo, ou da sua devolução ao ambiente. O processo de escalonamento de espessadores requer dados de sedimentação, que são obtidos no laboratório. Ensaios de sedimentação são padronizados, e bem estabelecidos. Existem diversos métodos de escalonamento, porém o método baseado na construção de Kynch, que é o modelo implementado no ModSim, será, em princípio, utilizado neste projeto. No entanto, outros métodos poderão ser considerados, e eventualmente implementados. A ligação entre o ensaio de sedimentação em batelada, e o método de escalonamento de Kynch, é uma série de parâmetros que definem uma equação de sedimentação, conhecidos como parâmetros de Wilhelm-Nade. O escalonamento de um espessador, passa portanto pela determinação dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, a partir dos resultados do ensaio de sedimentação em batelada. A equação de Wilhelm-Nade contém um número variável de parâmetros, e é importante obter-se uma interpolação com o número correto de parâmetros significativos. Este processo não pode ser executado de forma eficiente em planilhas eletrônicas do tipo Excel. Os testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em duplicata, e os problemas associados à parte experimental são: 1. Testes com partículas finas, sem floculante: os testes são demorados e podem requerer várias horas. A obtenção de dados precisos é dificultada devido à ausência de um operador durante a duração do teste, e devido à necessidade de agendar operadores para o tempo de duração do teste. 2. Testes com floculantes. Ocasionalmente, dependendo das condições pré-estabelecidas, o teste de sedimentação em batelada é extremamente rápido, e a obtenção de dados precisos é difícil, mesmo com a repetição do teste. A otimização do espessador requer uma correlação entre investimento de capital (tamanho do espessador) e custos operacionais (fixos e variáveis), sendo o fator relevante, em ambos os casos, a concentração de floculante a ser utilizada. Com isto, testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em diversas concentrações de floculante. O número de testes requeridos é portanto grande. Para contornar estes problemas, sugere-se: Etapa 1: Desenvolvimento de um aplicativo para o cálculo dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, com precisão máxima, e com parâmetros que possam ser utilizados diretamente no ModSim. O aplicativo deve ser intuitivo e conveniente para uso por técnicos treinados, nos mesmos moldes do que é feito com o BatchMill TM Etapa 2: Estudo de caso com aplicação do modelo implementado no ModSim Etapa 3: Aquisição de equipamento de captura de imagem para medição de velocidade da interface.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GOBBO, O. - Integrante / GONÇALVES, K. - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2007 - 2012

    Modelagem matemática e simulação de liberação, Descrição: De forma a capacitar a CVRD a utilizar estas ferramentas efetivamente, é proposto aqui um estudo de caso, com a amostragem e caracterização dos fluxos da planta de Sossego. Além das amostras de fluxo, uma amostra de alimentação da planta será utilizada para a obtenção dos parâmetros de Andrews e Mika. O método de amostragem de plantas e auditoria é bem conhecido. As amostras obtidas serão caracterizadas também para análise de liberação, e calibração de um simulador dos processos de cominuição e concentração da planta de Sossego. Este será o produto principal deste projeto. De forma a possibilitar a simulação do processo de liberação, na moagem, é necessário parametrizar o diagrama de Andrews e Mika para o minério em questão. A metodologia utilizada consiste em um teste de moagem em batelada de uma amostra mono-tamnho, na faixa 2 mm x 1 mm, aproximadamente. Esta é uma fração onde não ocorre liberação da fase de interesse. A amostra é separada em líquido denso para produzir amostras de frações mono-teor. Estas amostras são moídas em moinho de batelada, e os produtos da moagem peneirados. Cada amostra de tamanho no produto e alimentação do teste de moagem é caracterizada para liberação, em MEV, obtendo-se assim diagramas de Andrews e Mika. Os diagramas de Andrews e Mika obtidos para o minério, são utilizados para o cálculo de parâmetros de liberação que podem ser utilizados no Modsim. Assim, o simulador pode ser utilizados para obter dados de recuperação e teor na etapa de flotação, em função da distribuição de tamanhos obtida na moagem, e possibilitando a otimização da etapa de cominuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Modelamento e escalonamento de High Pressure Grinding Rolls ? HPGR, Descrição: Existe um potencial muito grande de aplicação deste tipo de equipamento nas etapas anteriores à moagem, em substituição a britadores e até mesmo a moagem em SAG. No entanto, este tipo de aplicação ainda não se tornou uma realidade, porque os ganhos energéticos são de difícil quantificação e comprovação. É necessário portanto desenvolver-se uma metodologia laboratorial que permita o escalonamento seguro, não só de um moinho HPGR, mas simultaneamente do impacto que qualquer danificação que possa contribuir para a redução do consumo de energia em processos subseqüentes. Uma série de ensaios de moagem HPGR pode ser executada para uma estimativa da performance deste tipo de equipamento, e técnicas de escalonamento adequadas já foram desenvolvidas pelos fabricantes, com base nesta metodologia, destacando-se o procedimento de escalonamento da Krupp-Polysius, que foi desenvolvida em conjunto com o consultor Prof. Leonard G. Austin. Esta metodologia já se encontra implementada no simulador de plantas Modsim. Um problema que tem sido estudado com bastante afinco em centros de pesquisa no mundo é o da previsão da distribuição de tamanhos de partículas nos produto de um HPGR, em função das características intrínsecas do minério, e das condições operacionais. Os HPGRs tem sido utilizados na CVRD para preparação de pellet feed moído, e a previsão da distribuição de tamanhos no produto cai, novamente, no problema das medidas de distribuição de tamanhos em faixas de até 1 micrômetro ou até mesmo sub-micrômetros. (Ver proposta de trabalho referente à moagem fina, ultrafina). Para aplicações antes das etapas de moagem, um modelo baseado em técnicas de balanço populacional já tem sido proposto, e isto necessita de implementação, neste caso no Modsim. Este modelo deve ser, em uma etapa subseqüente, expandido para um modelo de escalonamento, que permita o dimensionamento de HPGRs com o cálculo da distribuição de tamanhos no produto, em função da alimentação e das condições operacionais. O segundo problema a ser abordado, é o da quantificação dos efeitos de danificação observados no HPGR em etapas subseqüentes de moagem. Isto requer a produção de quantidades relativamente grandes de minério moído, no HPGR. Os produtos do HPGR podem ser caracterizados de várias formas, e na literatura, invariavelmente, testes de WI de Bond são executados para a quantificação dos ganhos energéticos. Como se sabe, e isto é o elo fraco no problema, o método de Bond tem acuracidade limitada, e o erro associado não tem permitido um escalonamento suficientemente confiável para determinar-se o ganho energético de danificação no HPGR. Se quantidades relativamente grandes de produtos danificados forem disponibilizadas, as técnicas modernas de escalonamento, Austin e Herbst-Fuesternau, podem ser utilizadas, em laboratório, para uma estimativa acurada de ganhos energéticos potencias por danificação. Testes em escala piloto, de moagem de bolas, com os produtos de HPGR como alimentação, também podem ser executados de forma a produzirem dados ainda mais acurados, para um tipo de minério específico, e as técnicas de escalonamento poderiam ser utilizadas para previsões da performance de circuitos de moagem completos, com o HPGR em qualquer etapa do processo. Estudo de Variabilidade O objetivo fundamental é desenvolver uma metodologia apropriada para testes de variabilidade. Esta metodologia deverá ser testada compreensivamente em pelo menos duas instalações industriais existentes. O programa de testes deverá incluir a monitoração da performance energética, condições operacionais e distribuição de tamanhos na alientação e produto dos moinhos industriais. Durante um período relativamente longo de operação (dias ou meses) com monitoramento intensivo, amostras deverão ser obtidas da alimentação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Remoagem, Descrição: Um dos problemas associados a remoagem para preparação de pellet feed é a ausência de informações granulométricas nas faixas de tamanho menores, abaixo de 45 micrômetros, e que controlam largamente a geração de área superficial nos produtos da moagem. Partículas pequenas têm energias de fratura bastante elevadas, e a probabilidade de quebra por impacto nestas faixas é baixa. O mecanismo de cominuição por atrição passa a ganhar importância no processo de moagem nas partículas menores, e para os tamanhos mais finos é, provavelmente, o mecanismo predominante. O atrito é favorecido, até um certo ponto, elevando-se a fração volumétrica de sólidos no moinho. Este procedimento se chama de moagem de pasta. Isto é praticado nos moinhos de produção de pellet feed, e é praxe alimentar moinhos com 80% de sólidos em peso. Os modelos de balanço populacional existentes para moagem de bolas não incluem um procedimento de escalonamento para fenômenos de transporte mais complexos, como a variação da % de sólidos na alimentação. Sabe-se que os moinhos podem ser operados na faixa de 65% de sólidos até 100% de sólidos, com uma transição reológica importante ocorrendo entre 85% e 95% de sólidos, quando o transporte é extremamente problemático. Os valores exatos dependem das propriedades reológicas do material, mas podem ser determinados experimentalmente. Como a moagem a seco não precisa ser levada em consideração, já que é menos eficiente que a moagem a úmido, os fenômenos reológicos só necessitam de modelamento nas faixas utilizadas na região da moagem de pasta. Os fatores que contribuem, portanto, são a distribuição de tamanhos dos corpos moedores na carga do moinho e a porcentagem de sólidos na alimentação. O primeiro fator já foi modelado, e está disponível no modelo de escalonamento de moinhos do ModSim. Quanto a reologia, esta pode ser modelada através dos fenômenos de classificação no modelo de transporte, e da função quebra. Sabe-se que para polpas diluídas, a classificação é mais intensa, e os valores dos parâmetros da função quebra se aproximam dos valores correspondentes à quebra por impacto. Para polpas menos diluídas, os fenômenos de classificação são mais incipientes, e a polpa é transportada uniformemente através do moinho. No entanto, os parâmetros da função quebra variam para refletir a maior contribuição do atrito, principalmente pela diminuição do parâmetro . Esta variação é acompanhada pela diminuição da taxa de quebra, como se fosse um fenômeno compensador. Assim, se o objetivo é gerar uma superfície específica pré-determinada, a otimização da moagem deve levar em consideração: Fenômenos de transporte associados a reologia Contribuição da cominuição por atrito para geração de superfície específica Contribuição da cominuição por atrito para o consumo de aço Variações nas taxas de quebra Distribuição de tamanhos dos corpos moedores A relação custo/benefício é portanto complexa. Os estudos reológicos podem ser feitos experimentalmente, e um modelo pode ser desenvolvido sem maiores dificuldades contanto que existam dados suficientes e de boa qualidade. O problema maior é com respeito às variações da função quebra nas faixas mais finas de tamanho, e determinar os valores corretos dos parâmetros para cada reologia. Em outras palavras, é necessário obter-se distribuições de tamanhos de partículas até 1 ou 2 micrômetros nos testes de moagem sob diferentes condições, e com bastante acuracidade. Recentemente foi desenvolvida uma alternativa ao cyclosizer que poderá suprir estas informações de forma rápida e eficiente. O procedimento é baseado em medições com difratômetro a LASER, e um software para conversão de tamanhos equivalentes de esferas para distribuições de peneiras, Diffract2Mesh, baseado em técnicas de conversão estereológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

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    Parâmetros que influenciam no resultado do ensaio de bancada para determinação do Work Index de Bond, Descrição: O Wi de Bond é um ensaio em escala de laboratório que mede a resistência do minério em relação à moagem de bolas. Corresponde numericamente ao trabalho, expresso em kWh, necessário para reduzir uma tonelada de minério, desde um tamanho teoricamente infinito, até 80% da massa passante em 100 #. Sua determinação consiste em moer uma quantidade fixa de minério previamente britado a 100% passante em 3,36mm, em um moinho de 12"x12", em condições operacionais padronizadas. Após determinado tempo de moagem, a massa é retirada, peneirada e a fração passante na peneira substituída por igual massa de alimentação nova. O ciclo se repete até que se obtenha um equilíbrio do processo em termos de massa de minério moído por rotação do moinho. O valor Wi é apresentado em kWh/t, obtido através de fórmula empírica que correlaciona a abertura da malha de classificação (Am), a massa moída abaixo desta malha por rotação (Mob) e as aberturas das peneiras que permitem a passagem de 80% da massa de alimentação (A) e do produto (P), como mostrado a seguir: Wi = (44,5) / (Am 0,23 x Mob 0,82 x 10 x [(P) -0,5 - (A) -0,5])*1,1 Este procedimento encontra-se padronizado pela ABNT . O presente trabalho visa comparar a metodologia de ensaio de WI realizado pela CVRD com outros laboratórios de renome mundial e será composto pelas seguintes etapas: a) Seleção, preparação de amostras e remessa de alíquotas para os laboratórios estipulados, b) Execução dos ensaios de WI em cada laboratório; c) Análise rigorosa de procedimentos de preparação de amostras, equipamentos e materiais empregados, execução dos testes, procedimentos de tratamento das amostras e cálculos para obtenção de resultados; d) Análise estatística comparativa entre os resultados obtidos; Emissão de relatório contendo pareceres conclusivos sobre a validação de testes de WI conduzidos na CVRD, bem como recomendações para adequação de possíveis não-conformidades. O Consultor será responsável por executar as etapas c, d, e. A CVRD deverá providenciar a seleção de pelo menos 4 amostras de minérios com massa mínima de 600 kg. Essas amostras deverão apresentar diferenças significativas de resistência à moagem. A título de orientação recomenda-se que sejam obtidas as seguintes amostras: (a) bauxita de Paragominas, (b) minério do Salobo, (c) minério do Sossego e (d) minério de Timbopeba. Cada laboratório deverá assim receber um total de 6 alíquotas, das quais 4 serão selecionadas para execução de testes de WI e as demais duas (uma tal-qual e uma preparada) deverão ser arquivadas no próprio laboratório de destino. No caso da CVRD serão executados apenas dois ensaios com as alíquotas preparadas (duas alíquotas dentre A2D, A2I e A2N) e as demais alíquotas arquivadas (A1D, A1I e A1N). De acordo com o esquema proposto, cada um dos 3 laboratórios externos executará um total de 16 testes de WI de Bond para moinhos de bolas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / LUCAS HENRIQUE REIS - Integrante / Airtron Fonseca - Integrante.

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    Escalonamento e Otimização de Espessadores, Descrição: O espessamento é um processo importante de desaguamento parcial de polpas comparativamente densas. A maioria dos processos de tratamento de minérios é executada a úmido, e invariavelmente pelo menos uma etapa de separação sólido-líquido é necessária nos fluxos de produtos da maioria das plantas de tratamento de minérios. Quando partículas muito finas estão presentes, o processo de espessamento deve ser utilizado em lugar de simples drenagem, ou ciclonagem, uma vez que o espessamento permite a eliminação da maior parte das partículas sub-micrométricas da água de processo, antes da sua reutilização no processo, ou da sua devolução ao ambiente. O processo de escalonamento de espessadores requer dados de sedimentação, que são obtidos no laboratório. Ensaios de sedimentação são padronizados, e bem estabelecidos. Existem diversos métodos de escalonamento, porém o método baseado na construção de Kynch, que é o modelo implementado no ModSim, será, em princípio, utilizado neste projeto. No entanto, outros métodos poderão ser considerados, e eventualmente implementados. A ligação entre o ensaio de sedimentação em batelada, e o método de escalonamento de Kynch, é uma série de parâmetros que definem uma equação de sedimentação, conhecidos como parâmetros de Wilhelm-Nade. O escalonamento de um espessador, passa portanto pela determinação dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, a partir dos resultados do ensaio de sedimentação em batelada. A equação de Wilhelm-Nade contém um número variável de parâmetros, e é importante obter-se uma interpolação com o número correto de parâmetros significativos. Este processo não pode ser executado de forma eficiente em planilhas eletrônicas do tipo Excel. Os testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em duplicata, e os problemas associados à parte experimental são: 1. Testes com partículas finas, sem floculante: os testes são demorados e podem requerer várias horas. A obtenção de dados precisos é dificultada devido à ausência de um operador durante a duração do teste, e devido à necessidade de agendar operadores para o tempo de duração do teste. 2. Testes com floculantes. Ocasionalmente, dependendo das condições pré-estabelecidas, o teste de sedimentação em batelada é extremamente rápido, e a obtenção de dados precisos é difícil, mesmo com a repetição do teste. A otimização do espessador requer uma correlação entre investimento de capital (tamanho do espessador) e custos operacionais (fixos e variáveis), sendo o fator relevante, em ambos os casos, a concentração de floculante a ser utilizada. Com isto, testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em diversas concentrações de floculante. O número de testes requeridos é portanto grande. Para contornar estes problemas, sugere-se: Etapa 1: Desenvolvimento de um aplicativo para o cálculo dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, com precisão máxima, e com parâmetros que possam ser utilizados diretamente no ModSim. O aplicativo deve ser intuitivo e conveniente para uso por técnicos treinados, nos mesmos moldes do que é feito com o BatchMill TM Etapa 2: Estudo de caso com aplicação do modelo implementado no ModSim Etapa 3: Aquisição de equipamento de captura de imagem para medição de velocidade da interface.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GOBBO, O. - Integrante / GONÇALVES, K. - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

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    Modelagem matemática e simulação de liberação, Descrição: De forma a capacitar a CVRD a utilizar estas ferramentas efetivamente, é proposto aqui um estudo de caso, com a amostragem e caracterização dos fluxos da planta de Sossego. Além das amostras de fluxo, uma amostra de alimentação da planta será utilizada para a obtenção dos parâmetros de Andrews e Mika. O método de amostragem de plantas e auditoria é bem conhecido. As amostras obtidas serão caracterizadas também para análise de liberação, e calibração de um simulador dos processos de cominuição e concentração da planta de Sossego. Este será o produto principal deste projeto. De forma a possibilitar a simulação do processo de liberação, na moagem, é necessário parametrizar o diagrama de Andrews e Mika para o minério em questão. A metodologia utilizada consiste em um teste de moagem em batelada de uma amostra mono-tamnho, na faixa 2 mm x 1 mm, aproximadamente. Esta é uma fração onde não ocorre liberação da fase de interesse. A amostra é separada em líquido denso para produzir amostras de frações mono-teor. Estas amostras são moídas em moinho de batelada, e os produtos da moagem peneirados. Cada amostra de tamanho no produto e alimentação do teste de moagem é caracterizada para liberação, em MEV, obtendo-se assim diagramas de Andrews e Mika. Os diagramas de Andrews e Mika obtidos para o minério, são utilizados para o cálculo de parâmetros de liberação que podem ser utilizados no Modsim. Assim, o simulador pode ser utilizados para obter dados de recuperação e teor na etapa de flotação, em função da distribuição de tamanhos obtida na moagem, e possibilitando a otimização da etapa de cominuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

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    Parâmetros que influenciam no resultado do ensaio de bancada para determinação do Work Index de Bond, Descrição: O Wi de Bond é um ensaio em escala de laboratório que mede a resistência do minério em relação à moagem de bolas. Corresponde numericamente ao trabalho, expresso em kWh, necessário para reduzir uma tonelada de minério, desde um tamanho teoricamente infinito, até 80% da massa passante em 100 #. Sua determinação consiste em moer uma quantidade fixa de minério previamente britado a 100% passante em 3,36mm, em um moinho de 12"x12", em condições operacionais padronizadas. Após determinado tempo de moagem, a massa é retirada, peneirada e a fração passante na peneira substituída por igual massa de alimentação nova. O ciclo se repete até que se obtenha um equilíbrio do processo em termos de massa de minério moído por rotação do moinho. O valor Wi é apresentado em kWh/t, obtido através de fórmula empírica que correlaciona a abertura da malha de classificação (Am), a massa moída abaixo desta malha por rotação (Mob) e as aberturas das peneiras que permitem a passagem de 80% da massa de alimentação (A) e do produto (P), como mostrado a seguir: Wi = (44,5) / (Am 0,23 x Mob 0,82 x 10 x [(P) -0,5 - (A) -0,5])*1,1 Este procedimento encontra-se padronizado pela ABNT . O presente trabalho visa comparar a metodologia de ensaio de WI realizado pela CVRD com outros laboratórios de renome mundial e será composto pelas seguintes etapas: a) Seleção, preparação de amostras e remessa de alíquotas para os laboratórios estipulados, b) Execução dos ensaios de WI em cada laboratório; c) Análise rigorosa de procedimentos de preparação de amostras, equipamentos e materiais empregados, execução dos testes, procedimentos de tratamento das amostras e cálculos para obtenção de resultados; d) Análise estatística comparativa entre os resultados obtidos; Emissão de relatório contendo pareceres conclusivos sobre a validação de testes de WI conduzidos na CVRD, bem como recomendações para adequação de possíveis não-conformidades. O Consultor será responsável por executar as etapas c, d, e. A CVRD deverá providenciar a seleção de pelo menos 4 amostras de minérios com massa mínima de 600 kg. Essas amostras deverão apresentar diferenças significativas de resistência à moagem. A título de orientação recomenda-se que sejam obtidas as seguintes amostras: (a) bauxita de Paragominas, (b) minério do Salobo, (c) minério do Sossego e (d) minério de Timbopeba. Cada laboratório deverá assim receber um total de 6 alíquotas, das quais 4 serão selecionadas para execução de testes de WI e as demais duas (uma tal-qual e uma preparada) deverão ser arquivadas no próprio laboratório de destino. No caso da CVRD serão executados apenas dois ensaios com as alíquotas preparadas (duas alíquotas dentre A2D, A2I e A2N) e as demais alíquotas arquivadas (A1D, A1I e A1N). De acordo com o esquema proposto, cada um dos 3 laboratórios externos executará um total de 16 testes de WI de Bond para moinhos de bolas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / LUCAS HENRIQUE REIS - Integrante / Airtron Fonseca - Integrante.

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    Modelamento e escalonamento de High Pressure Grinding Rolls ? HPGR, Descrição: Existe um potencial muito grande de aplicação deste tipo de equipamento nas etapas anteriores à moagem, em substituição a britadores e até mesmo a moagem em SAG. No entanto, este tipo de aplicação ainda não se tornou uma realidade, porque os ganhos energéticos são de difícil quantificação e comprovação. É necessário portanto desenvolver-se uma metodologia laboratorial que permita o escalonamento seguro, não só de um moinho HPGR, mas simultaneamente do impacto que qualquer danificação que possa contribuir para a redução do consumo de energia em processos subseqüentes. Uma série de ensaios de moagem HPGR pode ser executada para uma estimativa da performance deste tipo de equipamento, e técnicas de escalonamento adequadas já foram desenvolvidas pelos fabricantes, com base nesta metodologia, destacando-se o procedimento de escalonamento da Krupp-Polysius, que foi desenvolvida em conjunto com o consultor Prof. Leonard G. Austin. Esta metodologia já se encontra implementada no simulador de plantas Modsim. Um problema que tem sido estudado com bastante afinco em centros de pesquisa no mundo é o da previsão da distribuição de tamanhos de partículas nos produto de um HPGR, em função das características intrínsecas do minério, e das condições operacionais. Os HPGRs tem sido utilizados na CVRD para preparação de pellet feed moído, e a previsão da distribuição de tamanhos no produto cai, novamente, no problema das medidas de distribuição de tamanhos em faixas de até 1 micrômetro ou até mesmo sub-micrômetros. (Ver proposta de trabalho referente à moagem fina, ultrafina). Para aplicações antes das etapas de moagem, um modelo baseado em técnicas de balanço populacional já tem sido proposto, e isto necessita de implementação, neste caso no Modsim. Este modelo deve ser, em uma etapa subseqüente, expandido para um modelo de escalonamento, que permita o dimensionamento de HPGRs com o cálculo da distribuição de tamanhos no produto, em função da alimentação e das condições operacionais. O segundo problema a ser abordado, é o da quantificação dos efeitos de danificação observados no HPGR em etapas subseqüentes de moagem. Isto requer a produção de quantidades relativamente grandes de minério moído, no HPGR. Os produtos do HPGR podem ser caracterizados de várias formas, e na literatura, invariavelmente, testes de WI de Bond são executados para a quantificação dos ganhos energéticos. Como se sabe, e isto é o elo fraco no problema, o método de Bond tem acuracidade limitada, e o erro associado não tem permitido um escalonamento suficientemente confiável para determinar-se o ganho energético de danificação no HPGR. Se quantidades relativamente grandes de produtos danificados forem disponibilizadas, as técnicas modernas de escalonamento, Austin e Herbst-Fuesternau, podem ser utilizadas, em laboratório, para uma estimativa acurada de ganhos energéticos potencias por danificação. Testes em escala piloto, de moagem de bolas, com os produtos de HPGR como alimentação, também podem ser executados de forma a produzirem dados ainda mais acurados, para um tipo de minério específico, e as técnicas de escalonamento poderiam ser utilizadas para previsões da performance de circuitos de moagem completos, com o HPGR em qualquer etapa do processo. Estudo de Variabilidade O objetivo fundamental é desenvolver uma metodologia apropriada para testes de variabilidade. Esta metodologia deverá ser testada compreensivamente em pelo menos duas instalações industriais existentes. O programa de testes deverá incluir a monitoração da performance energética, condições operacionais e distribuição de tamanhos na alientação e produto dos moinhos industriais. Durante um período relativamente longo de operação (dias ou meses) com monitoramento intensivo, amostras deverão ser obtidas da alimentação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Remoagem, Descrição: Um dos problemas associados a remoagem para preparação de pellet feed é a ausência de informações granulométricas nas faixas de tamanho menores, abaixo de 45 micrômetros, e que controlam largamente a geração de área superficial nos produtos da moagem. Partículas pequenas têm energias de fratura bastante elevadas, e a probabilidade de quebra por impacto nestas faixas é baixa. O mecanismo de cominuição por atrição passa a ganhar importância no processo de moagem nas partículas menores, e para os tamanhos mais finos é, provavelmente, o mecanismo predominante. O atrito é favorecido, até um certo ponto, elevando-se a fração volumétrica de sólidos no moinho. Este procedimento se chama de moagem de pasta. Isto é praticado nos moinhos de produção de pellet feed, e é praxe alimentar moinhos com 80% de sólidos em peso. Os modelos de balanço populacional existentes para moagem de bolas não incluem um procedimento de escalonamento para fenômenos de transporte mais complexos, como a variação da % de sólidos na alimentação. Sabe-se que os moinhos podem ser operados na faixa de 65% de sólidos até 100% de sólidos, com uma transição reológica importante ocorrendo entre 85% e 95% de sólidos, quando o transporte é extremamente problemático. Os valores exatos dependem das propriedades reológicas do material, mas podem ser determinados experimentalmente. Como a moagem a seco não precisa ser levada em consideração, já que é menos eficiente que a moagem a úmido, os fenômenos reológicos só necessitam de modelamento nas faixas utilizadas na região da moagem de pasta. Os fatores que contribuem, portanto, são a distribuição de tamanhos dos corpos moedores na carga do moinho e a porcentagem de sólidos na alimentação. O primeiro fator já foi modelado, e está disponível no modelo de escalonamento de moinhos do ModSim. Quanto a reologia, esta pode ser modelada através dos fenômenos de classificação no modelo de transporte, e da função quebra. Sabe-se que para polpas diluídas, a classificação é mais intensa, e os valores dos parâmetros da função quebra se aproximam dos valores correspondentes à quebra por impacto. Para polpas menos diluídas, os fenômenos de classificação são mais incipientes, e a polpa é transportada uniformemente através do moinho. No entanto, os parâmetros da função quebra variam para refletir a maior contribuição do atrito, principalmente pela diminuição do parâmetro . Esta variação é acompanhada pela diminuição da taxa de quebra, como se fosse um fenômeno compensador. Assim, se o objetivo é gerar uma superfície específica pré-determinada, a otimização da moagem deve levar em consideração: Fenômenos de transporte associados a reologia Contribuição da cominuição por atrito para geração de superfície específica Contribuição da cominuição por atrito para o consumo de aço Variações nas taxas de quebra Distribuição de tamanhos dos corpos moedores A relação custo/benefício é portanto complexa. Os estudos reológicos podem ser feitos experimentalmente, e um modelo pode ser desenvolvido sem maiores dificuldades contanto que existam dados suficientes e de boa qualidade. O problema maior é com respeito às variações da função quebra nas faixas mais finas de tamanho, e determinar os valores corretos dos parâmetros para cada reologia. Em outras palavras, é necessário obter-se distribuições de tamanhos de partículas até 1 ou 2 micrômetros nos testes de moagem sob diferentes condições, e com bastante acuracidade. Recentemente foi desenvolvida uma alternativa ao cyclosizer que poderá suprir estas informações de forma rápida e eficiente. O procedimento é baseado em medições com difratômetro a LASER, e um software para conversão de tamanhos equivalentes de esferas para distribuições de peneiras, Diffract2Mesh, baseado em técnicas de conversão estereológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2005 - 2012

    Escalonamento e Otimização de Espessadores, Descrição: O espessamento é um processo importante de desaguamento parcial de polpas comparativamente densas. A maioria dos processos de tratamento de minérios é executada a úmido, e invariavelmente pelo menos uma etapa de separação sólido-líquido é necessária nos fluxos de produtos da maioria das plantas de tratamento de minérios. Quando partículas muito finas estão presentes, o processo de espessamento deve ser utilizado em lugar de simples drenagem, ou ciclonagem, uma vez que o espessamento permite a eliminação da maior parte das partículas sub-micrométricas da água de processo, antes da sua reutilização no processo, ou da sua devolução ao ambiente. O processo de escalonamento de espessadores requer dados de sedimentação, que são obtidos no laboratório. Ensaios de sedimentação são padronizados, e bem estabelecidos. Existem diversos métodos de escalonamento, porém o método baseado na construção de Kynch, que é o modelo implementado no ModSim, será, em princípio, utilizado neste projeto. No entanto, outros métodos poderão ser considerados, e eventualmente implementados. A ligação entre o ensaio de sedimentação em batelada, e o método de escalonamento de Kynch, é uma série de parâmetros que definem uma equação de sedimentação, conhecidos como parâmetros de Wilhelm-Nade. O escalonamento de um espessador, passa portanto pela determinação dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, a partir dos resultados do ensaio de sedimentação em batelada. A equação de Wilhelm-Nade contém um número variável de parâmetros, e é importante obter-se uma interpolação com o número correto de parâmetros significativos. Este processo não pode ser executado de forma eficiente em planilhas eletrônicas do tipo Excel. Os testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em duplicata, e os problemas associados à parte experimental são: 1. Testes com partículas finas, sem floculante: os testes são demorados e podem requerer várias horas. A obtenção de dados precisos é dificultada devido à ausência de um operador durante a duração do teste, e devido à necessidade de agendar operadores para o tempo de duração do teste. 2. Testes com floculantes. Ocasionalmente, dependendo das condições pré-estabelecidas, o teste de sedimentação em batelada é extremamente rápido, e a obtenção de dados precisos é difícil, mesmo com a repetição do teste. A otimização do espessador requer uma correlação entre investimento de capital (tamanho do espessador) e custos operacionais (fixos e variáveis), sendo o fator relevante, em ambos os casos, a concentração de floculante a ser utilizada. Com isto, testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em diversas concentrações de floculante. O número de testes requeridos é portanto grande. Para contornar estes problemas, sugere-se: Etapa 1: Desenvolvimento de um aplicativo para o cálculo dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, com precisão máxima, e com parâmetros que possam ser utilizados diretamente no ModSim. O aplicativo deve ser intuitivo e conveniente para uso por técnicos treinados, nos mesmos moldes do que é feito com o BatchMill TM Etapa 2: Estudo de caso com aplicação do modelo implementado no ModSim Etapa 3: Aquisição de equipamento de captura de imagem para medição de velocidade da interface.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GOBBO, O. - Integrante / GONÇALVES, K. - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2007 - 2012

    Modelagem matemática e simulação de liberação, Descrição: De forma a capacitar a CVRD a utilizar estas ferramentas efetivamente, é proposto aqui um estudo de caso, com a amostragem e caracterização dos fluxos da planta de Sossego. Além das amostras de fluxo, uma amostra de alimentação da planta será utilizada para a obtenção dos parâmetros de Andrews e Mika. O método de amostragem de plantas e auditoria é bem conhecido. As amostras obtidas serão caracterizadas também para análise de liberação, e calibração de um simulador dos processos de cominuição e concentração da planta de Sossego. Este será o produto principal deste projeto. De forma a possibilitar a simulação do processo de liberação, na moagem, é necessário parametrizar o diagrama de Andrews e Mika para o minério em questão. A metodologia utilizada consiste em um teste de moagem em batelada de uma amostra mono-tamnho, na faixa 2 mm x 1 mm, aproximadamente. Esta é uma fração onde não ocorre liberação da fase de interesse. A amostra é separada em líquido denso para produzir amostras de frações mono-teor. Estas amostras são moídas em moinho de batelada, e os produtos da moagem peneirados. Cada amostra de tamanho no produto e alimentação do teste de moagem é caracterizada para liberação, em MEV, obtendo-se assim diagramas de Andrews e Mika. Os diagramas de Andrews e Mika obtidos para o minério, são utilizados para o cálculo de parâmetros de liberação que podem ser utilizados no Modsim. Assim, o simulador pode ser utilizados para obter dados de recuperação e teor na etapa de flotação, em função da distribuição de tamanhos obtida na moagem, e possibilitando a otimização da etapa de cominuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Parâmetros que influenciam no resultado do ensaio de bancada para determinação do Work Index de Bond, Descrição: O Wi de Bond é um ensaio em escala de laboratório que mede a resistência do minério em relação à moagem de bolas. Corresponde numericamente ao trabalho, expresso em kWh, necessário para reduzir uma tonelada de minério, desde um tamanho teoricamente infinito, até 80% da massa passante em 100 #. Sua determinação consiste em moer uma quantidade fixa de minério previamente britado a 100% passante em 3,36mm, em um moinho de 12"x12", em condições operacionais padronizadas. Após determinado tempo de moagem, a massa é retirada, peneirada e a fração passante na peneira substituída por igual massa de alimentação nova. O ciclo se repete até que se obtenha um equilíbrio do processo em termos de massa de minério moído por rotação do moinho. O valor Wi é apresentado em kWh/t, obtido através de fórmula empírica que correlaciona a abertura da malha de classificação (Am), a massa moída abaixo desta malha por rotação (Mob) e as aberturas das peneiras que permitem a passagem de 80% da massa de alimentação (A) e do produto (P), como mostrado a seguir: Wi = (44,5) / (Am 0,23 x Mob 0,82 x 10 x [(P) -0,5 - (A) -0,5])*1,1 Este procedimento encontra-se padronizado pela ABNT . O presente trabalho visa comparar a metodologia de ensaio de WI realizado pela CVRD com outros laboratórios de renome mundial e será composto pelas seguintes etapas: a) Seleção, preparação de amostras e remessa de alíquotas para os laboratórios estipulados, b) Execução dos ensaios de WI em cada laboratório; c) Análise rigorosa de procedimentos de preparação de amostras, equipamentos e materiais empregados, execução dos testes, procedimentos de tratamento das amostras e cálculos para obtenção de resultados; d) Análise estatística comparativa entre os resultados obtidos; Emissão de relatório contendo pareceres conclusivos sobre a validação de testes de WI conduzidos na CVRD, bem como recomendações para adequação de possíveis não-conformidades. O Consultor será responsável por executar as etapas c, d, e. A CVRD deverá providenciar a seleção de pelo menos 4 amostras de minérios com massa mínima de 600 kg. Essas amostras deverão apresentar diferenças significativas de resistência à moagem. A título de orientação recomenda-se que sejam obtidas as seguintes amostras: (a) bauxita de Paragominas, (b) minério do Salobo, (c) minério do Sossego e (d) minério de Timbopeba. Cada laboratório deverá assim receber um total de 6 alíquotas, das quais 4 serão selecionadas para execução de testes de WI e as demais duas (uma tal-qual e uma preparada) deverão ser arquivadas no próprio laboratório de destino. No caso da CVRD serão executados apenas dois ensaios com as alíquotas preparadas (duas alíquotas dentre A2D, A2I e A2N) e as demais alíquotas arquivadas (A1D, A1I e A1N). De acordo com o esquema proposto, cada um dos 3 laboratórios externos executará um total de 16 testes de WI de Bond para moinhos de bolas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (2) Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / LUCAS HENRIQUE REIS - Integrante / Airtron Fonseca - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Remoagem, Descrição: Um dos problemas associados a remoagem para preparação de pellet feed é a ausência de informações granulométricas nas faixas de tamanho menores, abaixo de 45 micrômetros, e que controlam largamente a geração de área superficial nos produtos da moagem. Partículas pequenas têm energias de fratura bastante elevadas, e a probabilidade de quebra por impacto nestas faixas é baixa. O mecanismo de cominuição por atrição passa a ganhar importância no processo de moagem nas partículas menores, e para os tamanhos mais finos é, provavelmente, o mecanismo predominante. O atrito é favorecido, até um certo ponto, elevando-se a fração volumétrica de sólidos no moinho. Este procedimento se chama de moagem de pasta. Isto é praticado nos moinhos de produção de pellet feed, e é praxe alimentar moinhos com 80% de sólidos em peso. Os modelos de balanço populacional existentes para moagem de bolas não incluem um procedimento de escalonamento para fenômenos de transporte mais complexos, como a variação da % de sólidos na alimentação. Sabe-se que os moinhos podem ser operados na faixa de 65% de sólidos até 100% de sólidos, com uma transição reológica importante ocorrendo entre 85% e 95% de sólidos, quando o transporte é extremamente problemático. Os valores exatos dependem das propriedades reológicas do material, mas podem ser determinados experimentalmente. Como a moagem a seco não precisa ser levada em consideração, já que é menos eficiente que a moagem a úmido, os fenômenos reológicos só necessitam de modelamento nas faixas utilizadas na região da moagem de pasta. Os fatores que contribuem, portanto, são a distribuição de tamanhos dos corpos moedores na carga do moinho e a porcentagem de sólidos na alimentação. O primeiro fator já foi modelado, e está disponível no modelo de escalonamento de moinhos do ModSim. Quanto a reologia, esta pode ser modelada através dos fenômenos de classificação no modelo de transporte, e da função quebra. Sabe-se que para polpas diluídas, a classificação é mais intensa, e os valores dos parâmetros da função quebra se aproximam dos valores correspondentes à quebra por impacto. Para polpas menos diluídas, os fenômenos de classificação são mais incipientes, e a polpa é transportada uniformemente através do moinho. No entanto, os parâmetros da função quebra variam para refletir a maior contribuição do atrito, principalmente pela diminuição do parâmetro . Esta variação é acompanhada pela diminuição da taxa de quebra, como se fosse um fenômeno compensador. Assim, se o objetivo é gerar uma superfície específica pré-determinada, a otimização da moagem deve levar em consideração: Fenômenos de transporte associados a reologia Contribuição da cominuição por atrito para geração de superfície específica Contribuição da cominuição por atrito para o consumo de aço Variações nas taxas de quebra Distribuição de tamanhos dos corpos moedores A relação custo/benefício é portanto complexa. Os estudos reológicos podem ser feitos experimentalmente, e um modelo pode ser desenvolvido sem maiores dificuldades contanto que existam dados suficientes e de boa qualidade. O problema maior é com respeito às variações da função quebra nas faixas mais finas de tamanho, e determinar os valores corretos dos parâmetros para cada reologia. Em outras palavras, é necessário obter-se distribuições de tamanhos de partículas até 1 ou 2 micrômetros nos testes de moagem sob diferentes condições, e com bastante acuracidade. Recentemente foi desenvolvida uma alternativa ao cyclosizer que poderá suprir estas informações de forma rápida e eficiente. O procedimento é baseado em medições com difratômetro a LASER, e um software para conversão de tamanhos equivalentes de esferas para distribuições de peneiras, Diffract2Mesh, baseado em técnicas de conversão estereológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2006 - 2012

    Modelamento e escalonamento de High Pressure Grinding Rolls ? HPGR, Descrição: Existe um potencial muito grande de aplicação deste tipo de equipamento nas etapas anteriores à moagem, em substituição a britadores e até mesmo a moagem em SAG. No entanto, este tipo de aplicação ainda não se tornou uma realidade, porque os ganhos energéticos são de difícil quantificação e comprovação. É necessário portanto desenvolver-se uma metodologia laboratorial que permita o escalonamento seguro, não só de um moinho HPGR, mas simultaneamente do impacto que qualquer danificação que possa contribuir para a redução do consumo de energia em processos subseqüentes. Uma série de ensaios de moagem HPGR pode ser executada para uma estimativa da performance deste tipo de equipamento, e técnicas de escalonamento adequadas já foram desenvolvidas pelos fabricantes, com base nesta metodologia, destacando-se o procedimento de escalonamento da Krupp-Polysius, que foi desenvolvida em conjunto com o consultor Prof. Leonard G. Austin. Esta metodologia já se encontra implementada no simulador de plantas Modsim. Um problema que tem sido estudado com bastante afinco em centros de pesquisa no mundo é o da previsão da distribuição de tamanhos de partículas nos produto de um HPGR, em função das características intrínsecas do minério, e das condições operacionais. Os HPGRs tem sido utilizados na CVRD para preparação de pellet feed moído, e a previsão da distribuição de tamanhos no produto cai, novamente, no problema das medidas de distribuição de tamanhos em faixas de até 1 micrômetro ou até mesmo sub-micrômetros. (Ver proposta de trabalho referente à moagem fina, ultrafina). Para aplicações antes das etapas de moagem, um modelo baseado em técnicas de balanço populacional já tem sido proposto, e isto necessita de implementação, neste caso no Modsim. Este modelo deve ser, em uma etapa subseqüente, expandido para um modelo de escalonamento, que permita o dimensionamento de HPGRs com o cálculo da distribuição de tamanhos no produto, em função da alimentação e das condições operacionais. O segundo problema a ser abordado, é o da quantificação dos efeitos de danificação observados no HPGR em etapas subseqüentes de moagem. Isto requer a produção de quantidades relativamente grandes de minério moído, no HPGR. Os produtos do HPGR podem ser caracterizados de várias formas, e na literatura, invariavelmente, testes de WI de Bond são executados para a quantificação dos ganhos energéticos. Como se sabe, e isto é o elo fraco no problema, o método de Bond tem acuracidade limitada, e o erro associado não tem permitido um escalonamento suficientemente confiável para determinar-se o ganho energético de danificação no HPGR. Se quantidades relativamente grandes de produtos danificados forem disponibilizadas, as técnicas modernas de escalonamento, Austin e Herbst-Fuesternau, podem ser utilizadas, em laboratório, para uma estimativa acurada de ganhos energéticos potencias por danificação. Testes em escala piloto, de moagem de bolas, com os produtos de HPGR como alimentação, também podem ser executados de forma a produzirem dados ainda mais acurados, para um tipo de minério específico, e as técnicas de escalonamento poderiam ser utilizadas para previsões da performance de circuitos de moagem completos, com o HPGR em qualquer etapa do processo. Estudo de Variabilidade O objetivo fundamental é desenvolver uma metodologia apropriada para testes de variabilidade. Esta metodologia deverá ser testada compreensivamente em pelo menos duas instalações industriais existentes. O programa de testes deverá incluir a monitoração da performance energética, condições operacionais e distribuição de tamanhos na alientação e produto dos moinhos industriais. Durante um período relativamente longo de operação (dias ou meses) com monitoramento intensivo, amostras deverão ser obtidas da alimentação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (4) Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

  • 2005 - 2012

    Escalonamento e Otimização de Espessadores, Descrição: O espessamento é um processo importante de desaguamento parcial de polpas comparativamente densas. A maioria dos processos de tratamento de minérios é executada a úmido, e invariavelmente pelo menos uma etapa de separação sólido-líquido é necessária nos fluxos de produtos da maioria das plantas de tratamento de minérios. Quando partículas muito finas estão presentes, o processo de espessamento deve ser utilizado em lugar de simples drenagem, ou ciclonagem, uma vez que o espessamento permite a eliminação da maior parte das partículas sub-micrométricas da água de processo, antes da sua reutilização no processo, ou da sua devolução ao ambiente. O processo de escalonamento de espessadores requer dados de sedimentação, que são obtidos no laboratório. Ensaios de sedimentação são padronizados, e bem estabelecidos. Existem diversos métodos de escalonamento, porém o método baseado na construção de Kynch, que é o modelo implementado no ModSim, será, em princípio, utilizado neste projeto. No entanto, outros métodos poderão ser considerados, e eventualmente implementados. A ligação entre o ensaio de sedimentação em batelada, e o método de escalonamento de Kynch, é uma série de parâmetros que definem uma equação de sedimentação, conhecidos como parâmetros de Wilhelm-Nade. O escalonamento de um espessador, passa portanto pela determinação dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, a partir dos resultados do ensaio de sedimentação em batelada. A equação de Wilhelm-Nade contém um número variável de parâmetros, e é importante obter-se uma interpolação com o número correto de parâmetros significativos. Este processo não pode ser executado de forma eficiente em planilhas eletrônicas do tipo Excel. Os testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em duplicata, e os problemas associados à parte experimental são: 1. Testes com partículas finas, sem floculante: os testes são demorados e podem requerer várias horas. A obtenção de dados precisos é dificultada devido à ausência de um operador durante a duração do teste, e devido à necessidade de agendar operadores para o tempo de duração do teste. 2. Testes com floculantes. Ocasionalmente, dependendo das condições pré-estabelecidas, o teste de sedimentação em batelada é extremamente rápido, e a obtenção de dados precisos é difícil, mesmo com a repetição do teste. A otimização do espessador requer uma correlação entre investimento de capital (tamanho do espessador) e custos operacionais (fixos e variáveis), sendo o fator relevante, em ambos os casos, a concentração de floculante a ser utilizada. Com isto, testes de sedimentação em batelada devem ser feitos em diversas concentrações de floculante. O número de testes requeridos é portanto grande. Para contornar estes problemas, sugere-se: Etapa 1: Desenvolvimento de um aplicativo para o cálculo dos parâmetros da equação de Wilhelm-Nade, com precisão máxima, e com parâmetros que possam ser utilizados diretamente no ModSim. O aplicativo deve ser intuitivo e conveniente para uso por técnicos treinados, nos mesmos moldes do que é feito com o BatchMill TM Etapa 2: Estudo de caso com aplicação do modelo implementado no ModSim Etapa 3: Aquisição de equipamento de captura de imagem para medição de velocidade da interface.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vladmir Kronemberger Alves - Coordenador / GOBBO, O. - Integrante / GONÇALVES, K. - Integrante / Claudio Luiz Shneider - Integrante.

Prêmios

2013

Prêmio de Reconhecimento Técnico Samarco, ABM.

2009

Prêmio de Reconhecimento Técnico Samarco, ABM.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Ouro Preto, Escola de Minas. , Campus do Cruzeiro, Bauxita, 35400000 - Ouro Preto, MG - Brasil, Telefone: (31) 35591784, URL da Homepage:

Experiência profissional

2019 - Atual

Universidade Federal de Ouro Preto

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Professor e pesquisador na área de tratamento de minérios

2015 - 2018

VKA Technology

Vínculo: Diretor Operacional, Enquadramento Funcional: Consultor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Dimensionamento de circuitos de cominuição Estudos de variabilidade para circuitos de cominuição Otimização de circuitos de cominuição existentes Dimensionamento de equipamentos para expansões de usinas existentes Simulação de circuitos de cominuição. Definição de custos de investimentos e de produção Avaliação econômica de empreendimentos / investimentos Critérios de tomada de decisão Análise de risco Avaliação dinâmica Depreciação e amortização de capitais Processo de otimização de empreendimentos

2002 - 2015

Vale S.A.

Vínculo: Comminution Team Leader, Enquadramento Funcional: Comminution Team Leader, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Dimensionamento de circuitos de cominuição para projeto Green Field Mapeamento geometalurgico dos equipamentos de cominuição Suporte áreas operacionais (otimização de circuitos e dimensionamento de equipamentos para expansões) Acompanhamento de projetos de pesquisas (AMIRA P9P, desenvolvimento de novos modelos matemáticos para equipamentos de cominuição). Treinamento da equipe de cominuição. Acompanhamento de novas tecnologias de cominuição. Principais Projetos: Bauxita Paragominas (Brasil) *Estudo de variabilidade de cominuição *Ensaios Piloto em diferentes configurações de circuito (Moinho de barras / bolas, Moinho SAG / Bolas) *Simulação e dimensionamento do circuito industrial via simulação utilizando os dados dos estudos de variabilidade e planta piloto. Projeto Água Rica de Cobre, Ouro e Molibdênio (Argentina) *Estudo de variabilidade de cominuição *Simulação e dimensionamento do circuito industrial via simulação utilizando os dados dos estudos de variabilidade. Projeto Alemão de Cobre (Brasil) *Estudo de variabilidade de cominuição *Ensaios Piloto em diferentes configurações de circuito (HPGR / bolas, Moinho SAG / Bolas) *Simulação e dimensionamento do circuito industrial via simulação utilizando os dados dos estudos de variabilidade e planta piloto. Projeto Eina (Chile) *Estudo de variabilidade de cominuição (HPGR / bolas, Moinho SAG / Bolas) *Simulação e dimensionamento do circuito industrial via simulação utilizando os dados dos estudos de variabilidade. Potássio Eina (Argentina) *Estudo de variabilidade de cominuição (moagem de barras) *Simulação e dimensionamento do circuito industrial via simulação utilizando os dados dos estudos de variabilidade. Projeto Bacaba (Brasil) *Estudo de variabilidade de cominuição (Moinho SAG / Bolas) *Simulação e dimensionamento do circuito industrial via simulação utilizando os dados dos estudos de variabilidade. Projeto Bauxita Guiné (Guiné) *Estudo de variabi

2002 - 2002

P & K projetos e Consultoria

Vínculo: Engenheiro de Processos, Enquadramento Funcional: Engenheiro de Processos, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Engenheiro responsável pela operação, projetos e otimização do lavador de Carvão

1999 - 2002

Votorantim Cimentos

Vínculo: Engenheiro de Minas, Enquadramento Funcional: Engenheiro de Minas, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Responsável pela lavra a céu aberto de calcário Responsável pela operação do circuito de britagem de calcário Responsável pelo empilhamento e britagem de argilas. Responsável pela formação da pilha de alimentação do moinho de Crú.

1998 - 1999

Salgema Mineração

Vínculo: Engenehiro Trainee, Enquadramento Funcional: Engeneiro de Processos, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Responsável pela lavra de Sal Gema pelo método de lavra por dissolução

1995 - 1996

CEMI - Consultoria

Vínculo: Engenheiro de processos, Enquadramento Funcional: Engeneiro de Processos, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estudos de simulação e otimização de circuitos de processamento mineral Estudos de geometalurgia Amostragem em circuitos industriais Balanço de massas de circuitos industriais