MAICON EINHARDT GARCIA

Possui ensino-medio-segundo-grau pelo Colégio Objetivo(2009). Tem experiência na área de Arqueologia, com ênfase em Arqueologia Pré-Histórica.

Informações coletadas do Lattes em 04/08/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Conservação e Restauro de bens móveis

2012 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Ensino Médio (2º grau)

2008 - 2009

Colégio Objetivo

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Arqueologia / Subárea: Arqueologia Pré-Histórica.

Histórico profissional

Experiência profissional

2012 - 2012

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Aluno, Enquadramento Funcional: Aluno de técnicas de escavação arqueológica, Carga horária: 60

Outras informações:
Sítio arqueológico Totó PS -03 parte do projeto de mestrado do arqueólogo Aluísio Alves, a princípio aprendendo conservação arqueológica sob supervisão do Prof Jaime Mujica Sallés, devido à tipologia dos fragmentos arqueológicos, que dispensaram conservação insitu, houve uma maior dedicação às técnicas de escavação arqueológica.

2013 - 2013

Tel-Aviv University

Vínculo: Aluno, Enquadramento Funcional: Aluno de técnicas de escavação arqueológica, Carga horária: 50

Outras informações:
Campo escola de arqueologia, com o intuito de realizar diversos resgates e salvamentos no Parque Nacional Apollonia, um projeto que reuniu estudantes e voluntários entusiastas de 17 países,

2014 - 2014

Universidade do Estado do Amazonas

Vínculo: Aluno, Enquadramento Funcional: Conservação arqueológica, Carga horária: 60

Outras informações:
Sítio escola em parceria com a Embrapa, a escavação em área ampla visava revelar uma aldeia pré histórica, com diversos pontos de escavação, reuniu estudantes de muitas instituições, de diversos estados brasileiros, a Embrapa estava pesquisando a formação do solo antropológico conhecido como terra preta indígena, e a escavação ocorreu nas dependências da Embrapa.