Elissa Silvestre de Freitas
Sou estudante atualmente matriculada no curso técnico de Logística na Escola Técnica Estadual Ariano Vilar Suassuna. Minha paixão pela ciência, me levou a participar de projetos de desenvolvimento tecnológico, onde pude aplicar meus conhecimentos e contribuir para soluções inovadoras. Minha busca pelo conhecimento também me levou a participar de feiras de ciência. Essas experiências me proporcionaram uma compressão mais profunda das aplicações práticas da ciência, tecnologia e pesquisa. Estou ansiosa para continuar crescendo, aprendendo e contribuindo para a comunidade científica e acadêmica. Sempre em busca de novas oportunidades, estou aberta a colaborações e desafios que me permitam expandir meus horizontes e aprimorar minhas habilidades.
Informações coletadas do Lattes em 05/08/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Curso técnico/profissionalizante em andamento em Técnico em Logística
2022 - Atual
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química.
Participação em eventos
Feira Brasileira de Ciência Tecnologia e Engenharia - FEBRACE. Análise da regulação de pH para a produção de biogás e biofertilizante a partir da biodigestão anaeróbica de resíduo do processamento da mandioca. 2024. (Feira).
Mostra de Ciência e Tecnologia do Instituto Açaí - MCTIA. Análise da regulação de pH para a produção de biogás e biofertilizante a partir da biodigestão anaeróbica de resíduo do processamento da mandioca. 2023. (Feira).
Olimpíada Brasileira de Biologia Sintética. Estudante Medalhista de Prata. 2023. (Olimpíada).
Olimpíada Nacional de Ciências. Estudante inscrito. 2023. (Olimpíada).
Olimpíada Pernambucana de Astronomia e Aeronáutica. Estudante participante. 2023. (Olimpíada).
Olimpíada Pernambucana de Física. Estudante inscrito. 2023. (Olimpíada).
Olimpíada Pernambucana de Química. Estudante inscrito. 2023. (Olimpíada).
Ciência Jovem. Regulação do pH de resíduo do processamento da mandioca para decomposição anaeróbica. 2022. (Feira).
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Aeronáutica. estudante inscrito. 2022. (Olimpíada).
Olimpíada Nacional de Ciências. Estudante inscrito. 2022. (Olimpíada).
Olimpíada Pernambucana de Química. Estudante inscrito. 2022. (Olimpíada).
Olimpíada Brasileira de Química Júnior. Estudante inscrito. 2021. (Olimpíada).
Produções bibliográficas
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COSTA, JEFFERSON SILVA ; DIAS, DAVID GABRIEL FERREIRA ; BARROS, JOVANE DA SILVA ; FREITAS, ELISSA SILVESTRE DE ; MELO, DAVI ANDRÉ DA SILVA ; OLIVEIRA, SAMYLE ALVES DE ; MOURA, SAMARA MARIA SORIANO DE ; ALMEIDA, LUIZ ARTHUR ALEXANDRE DE ; LOPES, CARLA BISMARCK . BIOFERTILIZANTE PARA A CULTURA DO COENTRO-COMUM (Coriandrum sativum) UTILIZANDO RESÍDUO DO PROCESSAMENTO DA MANDIOCA (Manihot esculenta). Scientia Generalis , v. 4, p. 42-51, 2023.
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BARROS, J. S. ; FREITAS, E. S. ; MELO, D. A. S. ; OLIVEIRA, S. A. ; ALMEIDA, L. A. A. ; DIAS, D. G. F. ; MOURA, S. M. S. ; NASCIMENTO, J. G. Q. ; BARROS, M. T. M. ; LOPES, C. B. ; COSTA, J. S. . Resíduo de processamento da mandioca e meio ambiente: ponte entre agronegócio e sustentabilidade em sementeira do Agreste Meridional de Pernambuco. In: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. (Org.). 1° E-book do Programa de ExtensãoTecnólogica. 1ed.Recife: CDL, 2023, v. 1, p. 87-89.
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FREITAS, E. S. ; BARROS, J. S. ; COSTA, J. S. . Regulação do pH de resíduo do processamento da mandioca para decomposição anaeróbica. 2022. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Projetos de desenvolvimento
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2022 - 2022
Resíduo de processamento da mandioca e meio ambiente: ponte entre agronegócio e sustentabilidade em sementeira pública do Agreste Meridional, Descrição: Uma das principais consequências da atividade humana, seja nos grandes centros urbanos ou na zona rural, é a produção de resíduos que provocam alterações nos meios biótico e abiótico. O processo de gerenciamento desses resíduos é crucial para dirimir o potencial poluidor prejudicial ao ser humano e ao meio ambiente. Neste contexto, resíduos provenientes da agroindústria, a exemplo da manipueira obtida a partir da prensagem da mandioca, podem ser utilizados como matéria-prima para obtenção de bioprodutos, fortalecendo o uso sustentável dos recursos naturais. Se associarmos estas reflexões aos impactos ambientais dos fertilizantes agroindustriais, o reaproveitamento desses resíduos, podem oportunizar a resolução de dois problemas: a disposição inadequada de agentes poluidores e a redução dos impactos de fertilizantes químicos, uma vez que podem ser substituídos por biofertilizantes. A mandioca (Manihot esculenta), que é uma planta que pertence à família das Euforbiáceas, destaca-se pelo aproveitamento integral de toda a planta (SEBRAE, 2015), todavia, a raiz apresenta maior valor econômico e nutricional agregado, com sua produção voltada, principalmente, para o consumo humano (CARTAXO et al., 2020), sendo a região do Agreste Meridional destaque no cultivo de mandioca em Pernambuco. Dentre os resíduos produzidos a partir do processamento da mandioca é interessante destacar a manipueira, que é um líquido amarelado, de pH ácido e de alto potencial poluidor (REBOUÇAS et al., 2015). Segundo Fioretto (2001), essa substância pode ser caracterizada como um extrato que contém fécula, glicose, ácido cianídrico (HCN), bem como outras substâncias orgânicas (carboidratos, proteínas e lipídeos) e nutrientes minerais. Dessa forma, apesar de ácida, a manipueira é altamente nutritiva, especialmente se tratada e utilizada para o processo de fertilização do solo (REBOUÇAS et al., 2015), possibilitando a construção de um diálogo entre agronegócio e meio ambiente. A relevância do projeto se intensifica quando identificamos que a manipueira é descartada no meio ambiente, provocando alteração na capacidade de autodepuração e eutrofização (FIORETTO, 2001), resultando em impactos ambientais que prejudicam a capacidade de recuperação e germinação do solo, assim como a contaminação de lençóis freáticos. Neste sentido, o reaproveitamento da manipueira contribui para evitar a contaminação do solo, reduzindo seus impactos ambientais. Uma das soluções possíveis para reduzir os impactos ecológicos ocasionados por este resíduo seria seu uso como matéria-prima para produção de biofertilizante, através do uso de biodigestores. De acordo com Santos (2019), a manipueira possui um excelente potencial fértil e pode contribuir para dos impactos ambientais do processo agrícola e de cultivo de plantas ornamentais, que costuma utilizar fertilizantes químicos com alguns possíveis impactos severos ao solo.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (1) . , Integrantes: Elissa Silvestre de Freitas - Integrante / Jovane da Silva Barros - Integrante / Jefferson Silva Costa - Coordenador / Samyle Alves de Oliveira - Integrante / Luiz Arthur Alexandre de Almeida - Integrante / Samara Maria Soriano de Moura - Integrante / Daviud Gabriel Ferreira Dias - Integrante / João Guilherme Queiroz do Nascimento - Integrante / Davi André da Silva Melo - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2
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2022 - 2022
Reaproveitamento Do Resíduo Manipueira: Assessorando Casas De Farinha Do Agreste De Pernambuco Na Construção De Biodigestor, Descrição: Diante das necessidades ambientais, que ganharam destaque no século XXI, especialmente decorrente dos estudos e debates a respeito de mudanças climáticas, o tratamento de resíduos, antes do descarte no ambiente, precisa constituir-se como uma prática contínua das empresas de todas as áreas. Com a agroindústria de processamento da mandioca, especialmente para a produção de farinha, não pode ser diferente. Essa discussão ganha ainda mais importância quando se constata que a cada tonelada de mandioca processada, são gerados, aproximadamente, 300 litros de manipueira na fabricação de farinha de mesa (INOUE, 2008). Além disso, alguns autores (SANTOS, 2019) salientam que o processamento de uma tonelada de mandioca, nas casas de farinha, equivale a poluição causada de 150 a 250 pessoas por dia. O potencial poluidor da manipueiria se deve, de acordo com Rebouças et al. (2015), ao fato de que, mesmo diluída em água de fecularia para extração do amido, possui um alto teor de matéria orgânica, exigindo um tratamento adequado antes de seu descarte no ambiente. De acordo com Barros Júnior (2015), o Agreste Meridional de Pernambuco se destaca pela cultura da mandioca, sendo uma região repleta de casas de farinha. Tão logo, torna-se crucial auxiliar essas estruturas de processamento da macaxeira no reaproveitamento/tratamento da manipueira, evitando que o descarte incorreto traga prejuízos ao solo e a própria comunidade produtora dos arredores das casas de farinha. Esta importância é reforçada quando Inoue (2008) salienta que o custo de tratamento desse liquido residuário é elevado para pequenas industrias, sendo necessário buscar alternativas de utilização destes efluentes. Ou seja, trabalhos que objetivem promover uma cultura de reaproveitamento ou mesmo tratamento da manipueira, especialmente em casas de farinha, caminha concomitantemente ao debate emergente sobre a construção de alternativas energéticas renováveis. Segundo Ubalua (2007), uma das técnicas mais comuns, no tratamento desse resíduo, são as denominadas lagoas aeróbias. O autor salienta que esta técnica não é muito eficiente, pois muitas das propriedades energéticas da manipueira não são devidamente aproveitadas. O processo de biodigestão anaeróbica, através de biodigestores, como uma alternativa muito mais eficaz e com potencial bioenergético, inclusive, para as próprias casas de farinha, especialmente aquelas que ainda se utilizam de lenha para a secagem da mandioca e posterior fabricação de farinha. A digestão anaeróbica consiste no tratamento e degradação de resíduos orgânicos em ambiente desprovido de oxigênio, que seria o biodigestor, para obter alguns bioprodutos como o biogás e o biofertilizante. Este processo pode se tornar fonte de renda e transformar diversas atividades agropecuárias em um modelo de produção sustentável, especialmente porque os custos da tecnologia instalada podem ser amortizados pela produção de biogás que pode ser convertido em energia elétrica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (12) Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (1) . , Integrantes: Elissa Silvestre de Freitas - Integrante / Jovane da Silva Barros - Integrante / Jefferson Silva Costa - Coordenador / Samyle Alves de Oliveira - Integrante / Luiz Arthur Alexandre de Almeida - Integrante / Samara Maria Soriano de Moura - Integrante / Daviud Gabriel Ferreira Dias - Integrante / Davi André da Silva Melo - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
Histórico profissional
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