GABBE MENDES DOS ANJOS

Militante acadêmica dos direitos humanos de mulheres trans e travestis, população LGBTQIAPN+ e Negras no Baixo Tocantins- Amazônia Paraense. Educadora e agente territorial de projetos socioambientais no Fundo fiduciário socioambiental por justiça climática- Fundo Dema/FASE- Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional. Graduanda em Letras Língua Portuguesa na Universidade Federal do Pará (UFPA) Campus Universitário do Baixo Tocantins Abaetetuba. Bolsista e pesquisadora em discursos, movimentos sociais, gênero social, interseccionalidades e relações de poder no Grupo de Pesquisa em Discurso e Relações de Poder (DIRE) nos projetos de iniciação científica (PIBIC/PROPESP): Cartografia de pesquisas em discurso e gênero na região Norte (2022-2024); Cartografia Cognitiva dos movimentos sociais (trans)feministas na Amazônia (2024-2026), sob orientação da professora Dr. Rosangela Do Socorro Nogueira de Sousa. É integrante do projeto nacional aprovado pela CNPq, intitulado- Enredando o Caleidoscópio no debate sobre as relações entre discurso, pobreza menstrual, meio ambiente e ciência em escolas de ensino médio no Brasil- coordenado pela Professora Maria Carmen Aires Gomes da Universidade de Brasília, conectado ao projeto- Rede de Pesquisa em Discurso e Gênero: cartografia para integração Brasil e América Latina- coordenada pela professora Dr. Viviane Resende da Universidade de Brasília que integra INCT Caleidoscópio: instituto de estudos avançados em iniquidades, desigualdades e violências de gênero e sexualidade e suas múltiplas insurgências. Associada da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN). Membra da Associação Latino-americana de Estudos do Discurso (ALED). É estudante no grupo de pesquisa Laboratório de Estudos Críticos do Discurso (LabEC/IL/UnB).

Informações coletadas do Lattes em 13/08/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em LETRAS - PORTUGUES - CABAE - (836) - LICENCIATURA

2020 - Atual

Universidade Federal do Pará

Formação complementar

2024 - 2024

Treinamento ScienceDirect & Scopus. (Carga horária: 2h). , Elsevier B.V., ELSEVIER, Holanda.

2024 - 2024

Curso de Outono em Escrita Científica. (Carga horária: 6h). , USP São Carlos, USP, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em Submissão de projetos de pesquisa nos seres humanos ao comitê de ética. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Piauí, UFPI, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em Raça, gênero e sexualidade em aulas de Língua Portuguesa:projetos de ensino. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Piauí, UFPI, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em O corpo feminino: uma análise dos modos de operação da ideologia. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal de Uberlândia, UFU, Brasil.

2023 - 2023

Introdução ao diálogo sobre identidade de gênero e diversidade sexual. (Carga horária: 40h). , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará, IFPA/Parauapebas, Brasil.

2023 - 2023

Curso Preservando e Difundindo Memórias LGBTQIA+. (Carga horária: 20h). , INSTITUTO MEMÓRIAS, IM, Brasil.

2023 - 2023

Problematizando CIStema:letramento em gênero,sexualidade e suas violências. (Carga horária: 8h). , Instituto Federal do Maranhão, IFMA, Brasil.

2023 - 2023

Curso de Comunicação e Escrita Científica. (Carga horária: 4h). , ACS Publications- American Chemical Society, ACS, Brasil.

2023 - 2023

UFC - Explorando Mendeley: O Gestor de Referências da Elsevier. (Carga horária: 2h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

2023 - 2023

Mercados ilegais e violências na Amazônia: histórias de garimpos, grilagens. (Carga horária: 7h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2022 - 2022

Extensão universitária em INTRODUÇÃO A ANÁLISE DE DISCURSO CRÍTICA. (Carga horária: 25h). , Universidade Federal de Uberlândia, UFU, Brasil.

2022 - 2022

Accountability política. (Carga horária: 5h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.

2022 - 2022

CURSO LIVRE: Enfrentamentos à LGBTTQIAfobia. (Carga horária: 4h). , VIII Seminário Corpo, Gênero e Sexualidade, SCGS, Brasil.

2022 - 2022

Gênero e atuação legislativa. (Carga horária: 32h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.

2022 - 2022

Jornada em Diversidade, Equidade e Inclusão. (Carga horária: 22h). , DIÁLOGO ENTRE NÓS Diversidade e Inclusão, DE&I, Brasil.

2022 - 2022

Sociedade da Informação e as Dinâmicas no contexto Acadêmico. (Carga horária: 2h). , Universidade Federal do Pará, UFPA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras.

Organização de eventos

Gabbe Anjos/ Anjos, Gabbe . V JORNADA ACADÊMICA DE LETRAS. 2024. (Congresso).

ANJOS, M. V. G. M. . I Colóquio sobre Museus e Patrimônios Étnico Culturais do Baixo Tocantins. 2022. (Outro).

ANJOS, M. V. G. M. . VI ENCONTRO DOS ESTUDANTES DE PEDAGOGIA (EPED) TEMA: " REFORMAS EDUCACIONAIS, O DESMONTE DA EDUCAÇÃO E O ATAQUE À DEMOCRACIA NO BRASIL".. 2022. (Congresso).

ANJOS, M. V. G. M. . Patrimônio Cultural, Acessibilidade, Inclusão e Políticas Públicas - 20ª Semana Nacional dos Museus e III Seminário de Acessibilidade e Inclusão. 2022. (Outro).

Participação em eventos

?I SEMINÁRIO ?CONSTRUINDO A PRESENÇA DE PESSOAS TRANS E TRAVESTIS NA UFPA?,. 2024. (Seminário).

Entre Mulheres, histórias, perspectivas e trocas.Mulheres trans e travestis. 2024. (Encontro).

II Simpósio Internacional Mulheres, Gênero e Identidades Plurais na Literatura e nas Artes Amazônicas e Latino-americanas.Coletivos Sociais - espaços de lutas e (re) existências. 2024. (Simpósio).

Mulheres e suas múltiplas vivências.As vivencias das Mulheres trans e travestis. 2024. (Seminário).

"CICLO DE DIÁLOGOS SOBRE LETRAMENTOS E ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA [EDIÇÃO 2023.2]". 2023. (Encontro).

1 Encontro de Diálogos sobre Estudos Críticos do Discurso-ECD (Ciclos de Conversa com o Dire ).Os Estudos Críticos do Discurso-ECD como subsídio para ação social. 2023. (Encontro).

Cine Debate: A Mulher Rei. 2023. (Outra).

Descolonização dos currículos de cursos da área da saúde: experiências e desafios atuais. 2023. (Seminário).

ENCONTRO DE SAÚDE, MINERAÇÃO E COMUNICAÇÃO 1. 2023. (Encontro).

Encontro dos Núcleos PIBID. 2023. (Encontro).

I ENCONTRO DE SAÚDE, MINERAÇÃO E COMUNICAÇÃO 1. 2023. (Seminário).

IV Colóquio de Análise de Discurso Crítica e Linguística Sistêmico-Funcional. 2023. (Congresso).

IV JORNADA ACADÊMICA DE LETRAS. 2023. (Seminário).

IV Seminário Internacional, Cidades, Territórios e Identidades(SINCITI).?UMA DÉCADA DE ESTUDOS SOBRE DISCURSO DE GÊNERO NA REGIÃO NORTE?. 2023. (Seminário).

IV Seminário Internacional Cidades, Territórios e Identidades (SINCITI). 2023. (Seminário).

Simpósio Paraense em Atenção Básica em Saúde da Família - SIMPASF,. 2023. (Simpósio).

V Circuito Vidas Negras e Direitos Humanos. 2023. (Seminário).

VII Encontro dos Estudantes de Pedagogia (VII EPED).coordenou o Grupo de Trabalho (GT) com a temática ?DIVERSIDADE LINGUÍSTICA, ESTUDOS DE LINGUAGEM NO ENSINO APRENDIZAGEM?.. 2023. (Encontro).

XXXIV Seminário de Iniciação Científica da Universidade Federal do Pará. 2023. (Seminário).

CINE DEBATE. 2022. (Outra).

CINE DEBATE realizado pela turma de Letras - Língua Portuguesa 2018. 2022. (Outra).

COLÓQUIO LITERATURA, FOTOGRAFIA E AUDIOVISUAL. 2022. (Seminário).

I Oficina de pesquisa científica da LACIGS+. 2022. (Oficina).

IV Seminário Práticas Socioculturais e Discurso.Vozes do Norte: Movimentos Sociais, Gênero e Raça. 2022. (Seminário).

Oficina de Despertar Abaetetuba Ilhas e Estradas. 2022. (Oficina).

VI Seminário Práticas Socioculturais e Discurso. 2022. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • ANJOS, M. V. G. M. . Uma década de estudos sobre discurso e gênero na região Norte. 2023. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ANJOS, M. V. G. M. . Vozes do Norte: Movimentos Sociais, Gênero e Raça. 2022. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Outras produções

ANJOS, M. V. G. M. . 17° Primavera dos Museus- Memoria e Democracia: pessoas LGBT+, Indígenas e Quilombolas. 2023. Performance.

Projetos de pesquisa

  • 2024 - Atual

    Cartografia Cognitiva dos movimentos sociais (trans)feministas na Amazônia, Descrição: O projeto visa estudar os movimentos sociais de gênero na Amazônia e suas interseccionalidades com raça, coletivos tradicionais e meio ambiente. Para isso, parte do reconhecimento de que o feminismo na Amazônia tem contornos variados com expressão forte nas comunidades tradicionais, Resex e com uma posição muito clara das diferentes pautas que dão vasão aos anseios de cada movimento. Assim, sugerimos, pelo menos, três padrões básicos que amparam as pautas Padrões: O ativismo ambiental liderado por mulheres; O ativismo racial liderado por mulheres; O ativismo transgênero liderado por mulheres trans. Apoiamo-nos na provocação de Oliveira (2021) quando propõe, a partir de seus escritos: provocar a necessidade de refletirmos também sobre nossas micro-pirâmides e como as relações de representatividade, visibilidade e protagonismo são pensadas, debatidas e construídas dentro de nossos movimentos feministas, nos permitindo perceber minimamente como estas relações entre mulheres ativistas cis e trans estão refletindo nos caminhos que o movimento está trilhando. (OLIVEIRA, 2021, s.p.) Considerando o objetivo geral de discutir o feminismo na Amazônia, o projeto ocorrerá em três etapas: o primeiro ano do projeto focará na cartografia social dos Movimentos Sociais que se identificam como movimentos filiados a alguma concepção de feminismo, identificando suas principais características e ações. No segundo ano, a partir do diálogo com esses movimentos, estudar os campos de disputa, as crenças, a operacionalização de conceitos e ações discursivas do coletivo durante o calendário planejado e ações motivadas por acontecimentos emergentes. Feito esse registro seja a partir de páginas oficiais, de redes sociais ou entrevistas com as lideranças, passar-se-á a interpretação dos frames cognitivos desses movimentos, reconhecendo as especificidades do feminismo que opera na Amazônia a partir do contexto local. Somam-se esforços aqui para gerar dúvidas incomodas, colocando em xeque alguns fundamentos que precisam ser revistos para que nós, mulheres travestis e transexuais sejamos agregadas por este feminismo atual que visivelmente não nos é plenamente confortável. (OLIVEIRA, 2021, s.p.), partindo da hipótese de que os problemas que afetam os grupos femininos no contexto das lutas amazônidas dão as bases filosóficas e ontológicas do feminismo praticado e defendido pelos movimentos sociais (trans)feministas, de modo que não se pode falar em um feminismo do ponto de vista ocidental e reduzido ao estereótipo cisgênero.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabbe Mendes dos Anjos - Integrante / Marcos Vinicius Gabriel Mendes dos Anjos - Integrante / Rosângela do Socorro Nogueira de Sousa - Coordenador.

  • 2023 - Atual

    Uma década de estudos sobre discurso e gênero na região Norte: mapeamento epistemológico, Descrição: Plano de Trabalho em Iniciação Científica. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabbe Mendes dos Anjos - Integrante / Marcos Vinicius Gabriel Mendes dos Anjos - Integrante / Rosângela do Socorro Nogueira de Sousa - Coordenador., Financiador(es): Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

  • 2023 - Atual

    Enredando o Caleidoscópio no debate sobre as relações entre discurso, pobreza menstrual, meio ambiente e ciência em escolas de ensino médio no Brasil, Descrição: Desde 2014 a Organização das Nações Unidas (ONU) considera o acesso à saúde menstrual uma questão de saúde pública e de direitos humanos. O dia 28 de maio é declarado o Dia Internacional da Dignidade Menstrual. A pobreza menstrual possui uma densa complexidade que se relaciona a muitos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ODS descritos na Agenda 2030 da ONU. Os 17 objetivos surgiram na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável realizada no#8239;Rio de Janeiro em 2012 e buscam eliminar a pobreza, proteger o planeta e assegurar que todas as pessoas tenham seus direitos protegidos com paz e justiça. Desses 17 objetivos, a pobreza menstrual atravessa diretamente, pelo menos, oito deles. A proposta tem consonância com a Agenda 2030 (ODS), com a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação ENCTI - e com a área estratégica Desenvolvimento Sustentável e para Qualidade de Vida (CNPq). A proposta alinha-se também aos dispositivos legais brasileiros:(ECA; BRASIL, 1990), (LDB; BRASIL, 1996), (PNEDH), (PNDH-3; BRASIL, 2009) e o Plano Nacional de Educação (PNE).A proposta destina-se a incentivar a participação de mulheres e meninas preferencialmente da rede pública de ensino do Brasil nas áreas das Ciências da Terra, das Linguagens e Tecnologias, de maneira interdisciplinar, já que a pobreza menstrual ocupa lugar de destaque e atravessa várias áreas do conhecimento: Gênero, Sexualidades, Raça, Etnia e Interseccionalidades; Educação; Tecnologia e Produção; Direitos Humanos, Cidadania e Justiça e Saúde e Qualidade de Vida. Esta proposta vincula-se a três projetos, em andamento: (i) INCT Caleidoscópio Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas Múltiplas Insurgências, CNPq 406771/2022-7, sediado na UnB; (ii) Projeto Rede de Pesquisa em Discurso e Gênero: cartografia para integração Brasil e América Latina - Projeto 409194/2021-2, CNPq,#8239;e também os projetos de pesquisa: Os discursos sobre a pobreza menstrual no Brasil e América Latina e Pobreza/Dignidade menstrual, meio ambiente e ciência: enredando o Caleidoscópio em escolas do DF, aprovado no Programa Meninas e Mulheres na Ciência, do Decanato de Extensão da UnB. Identificar e analisar os discursos sobre práticas de cuidado sobre corpos menstruantes em práticas socioescolares trará impactos no desenvolvimento de pesquisas e estudos da área do discurso que buscam hoje colocar em xeque os discursos produzidos pelo sistema mundo-moderno colonial (GOMES, 2022a, GOMES, 2022b; MACEDO, 2021; RESENDE, 2019; VIEIRA, 2019; 2022; PARDO, 2019; SANTOS, 2019; ACOSTA, 2019; LUGONES, 2020; CURIEL, 2020). Analisar tais discursos pela metodologia interseccional (AKOTIRENE, 2019; COLLINS, 2019; ALCOFF, 2006; NOGUEIRA, 2017; GONZALES, 2020); e da etnografia discursivo-crítica (VIEIRA;RESENDE, 2016; MAGALHÃES, SILVA, ARGENTA, PEREIRA, 2022), por meio das práticas e eventos de letramento na saúde e nas escolas, nos ajudará a identificar e apontar possíveis soluções para transformação social. É uma proposta transdisciplinar decolonial que pode gerar outros potenciais de significação sobre corpos menstruantes e seus direitos. Para o campo dos estudos discursivos, as temáticas sobre gênero, classe e raça à luz de uma analítica decolonial (MALDONADO-TORRES, 2016; 2018) têm sido muito caras ao ensino de linguagens, para as pesquisas sobre letramento e para a nossa vida em sociedade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabbe Mendes dos Anjos - Coordenador / Marcos Vinicius Gabriel Mendes dos Anjos - Integrante / Maria Carmen Aires Gomes - Integrante / Carina Lima de Souza - Integrante / Renata Rena Rodrigues - Integrante / Alexandra Bittencourt - Integrante / osângela do Socorro Nogueira de Sousa - Integrante / Carolina Gonzales - Integrante / Paula Dutra - Integrante / Litiane Macedo - Integrante / Ofelia Imaculada - Integrante / Elisa Matos - Integrante / Aline Mattos - Integrante / Thayane Campos - Integrante.

  • 2022 - 2023

    Uma década de estudos sobre discurso e gênero na região Norte: 2012-2022, Descrição: Neste projeto, objetivamos mapear os grupos de pesquisa em discurso e gênero na região Norte a fim de subsidiar o projeto Rede de Pesquisa em Discurso e Gênero: cartografia para integração Brasil e América Latina coordenada pela professora Viviane Resende (UNB) cuja proposta é articular uma Rede de Pesquisa em Discurso e Gênero que possa integrar os grupos de pesquisa de gênero em análise de discurso das cinco regiões do Brasil e dos países latino-americanos que compõem a estrutura da ALED.O projeto tem como meta integrar a região Norte em um grupo de pesquisadores de diversas instituições nacionais, que engloba a Universidade de Brasília, a Universidade Federal da Bahia, a Universidade Federal do Espírito Santo, a Universidade Federal do Pará, a Universidade Federal de Santa Catarina, a Universidade Federal de Viçosa, a Universidade Federal de Minas Gerais, e internacionais, a Universidad de Buenos Aires.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gabbe Mendes dos Anjos - Integrante / Marcos Vinicius Gabriel Mendes dos Anjos - Integrante / Rosângela do Socorro Nogueira de Sousa - Coordenador., Financiador(es): Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

  • 2022 - Atual

    ede de Pesquisa em Discurso e Gênero: cartografia para integração Brasil e América Latina, Descrição: Neste projeto, do Núcleo de Estudos de Linguagem e Sociedade, do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (NELiS/CEAM/UnB), fundado em 1988, do Laboratório de Estudos Críticos do Discurso (LabEC/IL/UnB), fundado em 2012,e da Associação Latino-americana de Estudos do Discurso (ALED), fundada em 1993. Com equipe formada por pesquisadoras docentes das cinco regiões do Brasil, a que se somam pesquisadoras docentes estrangeiras e estudantes de pós-graduação, propomos pesquisa para articulação de uma Rede de Pesquisa em Discurso e Gênero. O objetivo é integrar os grupos de pesquisa de gênero em estudos críticos do discurso das cinco regiões do Brasil e dos países latino-americanos que compõem a estrutura da ALED. Para isso, reunimos uma equipe consolidada de pesquisadoras de estudos críticos do discurso e gênero e atuantes na ALED-Brasil, com o objetivo de levantar e analisar dados sobre os grupos e as pesquisas em discurso e gênero realizadas no continente, e com a meta final de articulação de uma rede na ALED internacional. Serão realizadas missões de trabalho para pesquisas sobre o tema nas universidades parceiras, mapeamentos de grupos de pesquisa em discurso e gênero nas regiões Nordeste, Sul, Norte, Sudeste, Centro-Oeste do Brasil, e em países do Cone Sul, região Andina e Caribe. Serão produzidas Cartografias com base no mapeamento dos grupos, suas temáticas, abordagens teóricas e metodológicas. O produto final será a consolidação da rede latino-americana de estudos de discurso e gênero. Com essa rede, possibilitaremos internacionalização para vários grupos de pesquisa das cinco regiões do Brasil. Nossa principal motivação é o desejo de conhecer, mapear e articular grupos de pesquisa em discurso e gênero que poderiam beneficiar-se do mútuo contato. Em uma país continental como o Brasil, acreditamos que nossa cartografia será produtiva para a ciência produzida em estudos do discurso e em estudos de gênero no País e sua internacionalização.Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabbe Mendes dos Anjos - Coordenador / Marcos Vinicius Gabriel Mendes dos Anjos - Integrante / Viviane de Melo Resende - Integrante / Viviane Vieira - Integrante / Débora de Carvalho Figueiredo - Integrante / Micheline Tomazi - Integrante / Rosângela do Socorro Nogueira de Sousa - Integrante / Daniele de Oliveira - Integrante / Raylton Carlos Tavares - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Pará, UFPA CAMPUS UNIVERSITARIO DE ABAETETUBA. , Rua Manoel de Abreu S/N, Mutirão, 68440000 - Abaetetuba, PA - Brasil, Telefone: (91) 32017081

Experiência profissional

2022 - Atual

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2024 - Atual

Fundo Dema

Vínculo: Servidor, Enquadramento Funcional: Agente e educadora territorial, Carga horária: 30, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
O FUNDO DEMA é um fundo de justiça socioambiental criado em 2003, que apoia projetos coletivos dos Povos da Floresta povos indígenas, quilombolas, comunidades extrativistas, ribeirinhas e da agricultura familiar, que visem a valorização socioambiental dessas populações, assim como a preservação do Bioma Amazônico, prezando pelo respeito à sociobiodiversidade, pela garantia plena dos Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais DhESCAs, pela Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, pela equidade de gênero, pela valorização e respeito à auto identidade e a diversidade e pluralidade cultural e religiosa.O Fundo é resultado da luta e da conquista das organizações e movimentos sociais da Amazônia Brasileira, que se materializou por meio de um processo bem sucedido de parceria desses atores sociais, mais o Ministério Público Federal e o Governo Brasileiro.Sua história tem origem em 2003, quando cerca de seis mil toras de mogno, madeira nobre da Amazônia, extraídas ilegalmente, foram apreendidas pelo IBAMA. Grande parte da madeira havia sido retirada dos municípios de Altamira e São Félix do Xingu.

2023 - 2023

Fundo Dema

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Agente de projetos socioambientais, Carga horária: 30, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Trabalhou no Fundo Barcarena e Abaetetuba é um fundo específico criado dentro do Fundo Dema para apoiar projetos comunitários rurais e urbanos de todo o município de Barcarena e algumas comunidades de Abaetetuba. Sua atuação ocorre a partir de um Termo de Cooperação Técnica que destina os recursos provenientes dos danos coletivos do naufrágio do navio Haidar, ocorrido em 2015, e que atingiu o território do Baixo Tocantins, no Pará. Este fundo visa fortalecer organizações sociais nas suas formas de bem viver, resistir e em defesa de seus territórios, promovendo práticas agroecológicas, autonomia econômica, segurança alimentar e nutricional, bem como o fortalecimento ao enfrentamento dos inúmeros desafios em Barcarena e Abaetetuba.Em outubro de 2015, um navio, com mais de 5 mil bois vivos e 700 toneladas de óleo combustível, naufragou no porto em Vila do Conde, no município de Barcarena, região metropolitana de Belém (PA).Milhares de animais mortos e todo o óleo combustível foram levados pelas correntes fluviais no rio Pará, chegando a diversas praias, igarapés, rios e comunidades em Barcarena e Abaetetuba.Após diversas tratativas, no dia 06 de fevereiro de 2018, houve audiência de conciliação onde foi homologado um acordo com obrigações às empresas responsáveis pelo crime ambiental. Além da obrigação de fazer, que envolveu diversas ações como limpeza das praias e destinação adequada aos bois mortos, foi determinada a obrigação de indenizar pelos danos ambientais materiais não suscetíveis de reparação, por danos individuais, por danos morais coletivos e maus tratos.

2019 - 2020

Prefeitura Municipal de Abaetetuba

Vínculo: Contrato de trabalho, Enquadramento Funcional: Auxiliar de escritório em geral, Carga horária: 40

2023 - Atual

Laboratório de Estudos Críticos do Discurso

Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Estudante, Carga horária: 20

Outras informações:
É integrante do LabEC - Laboratório de Estudos Críticos do Discurso, da Universidade de Brasília. A fim de subsidiar o projeto Rede de Pesquisa em Discurso e Gênero: cartografia para integração Brasil e América Latina coordenada pela professora Viviane Resende (UNB) cuja proposta é articular uma Rede de Pesquisa em Discurso e Gênero que possa integrar os grupos de pesquisa de gênero em análise de discurso das cinco regiões do Brasil e dos países latino-americanos que compõem a estrutura da ALED.

2023 - Atual

Associação Brasileira de Lingüística

Vínculo: Associação, Enquadramento Funcional: Sócio Colaborador, Carga horária: 20

2023 - Atual

Universidade Federal do Pará

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Representante discente do curso de Letras, Carga horária: 10

Outras informações:
Representante discente no conselho da Faculdade de Ciências da Linguagem (FACL) do Campus Universitário de Abaetetuba, do curso de licenciatura em Letras- Língua Portuguesa.

2020 - Atual

Universidade Federal do Pará

Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Acadêmico do Curso de Letras Português, Carga horária: 40

Outras informações:
Aluno vinculado sob o número 202001140042, no curso de Licenciatura em Letras Português Presencial , e noturno na Universidade Federal do Pará (Campus Universitário de Abaetetuba) com prazo para conclusão 2024.2/ 2026.4.

2023 - Atual

Grupo de Pesquisa em Discurso e Relações de Poder

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador/ bolsista, Carga horária: 20

Outras informações:
Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), PIBIC 2023, orientado(a) pelo(a) Prof.(a) Dr.(a) ROSANGELA DO SOCORRO NOGUEIRA DE SOUSA, vinculado(a) ao plano de trabalho "Uma década de estudos sobre discurso e gênero na região Norte: mapeamento epistemológico".

2022 - Atual

Grupo de Pesquisa em Discurso e Relações de Poder

Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Colaborador, Carga horária: 20

Outras informações:
Colabora direta e ativamente com a organização das atividades acadêmicas e cientificas no grupo de pesquisa em discurso e relações de poder (DIRE/CNPQ). bem como, no manejo e atualização das redes sociais deste grupo de pesquisa.

2022 - 2023

Grupo de Pesquisa em Discurso e Relações de Poder

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador/ bolsista, Carga horária: 20

Outras informações:
foi bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), PIBIC 2022, orientado(a) pelo(a) Prof.(a) Dr.(a) ROSANGELA DO SOCORRO NOGUEIRA DE SOUSA, vinculado(a) ao plano de trabalho "Uma década de estudos sobre discurso e gênero na região Norte: 2012-2022".