Marçal Henrique da Costa
Graduando na Área de Antropologia na Universidade Federal da Paraíba
Informações coletadas do Lattes em 13/01/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Teatro/Especialidade: Interpretação Teatral.
Projetos de pesquisa
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2023 - Atual
Falando sobre Aids: Debates e Informações na Ruas, nas Praças, nas Redes (4a etapa), Descrição: Esta proposta é a quarta edição do projeto Falando sobre Aids: debates e informações nas ruas, nas praças, nas redes, surgido em 2020 com o nome Precisamos falar sobre Aids: enfrentando estigmas e divulgando informações, e vinculado ao Grupo de Pesquisa em Saúde, Sociedade e Cultura (GRUPESSC) da UFPB. Pesquisas prévias realizadas por pesquisadores/as do referido grupo revelaram uma ausência de espaços de debate e disseminação de informações sobre HIV/aids, sobretudo em suas dimensões subjetivas, sociais, culturais e políticas, o que motivou a elaboração de um projeto de extensão universitária voltado à divulgação de informações e ao debate qualificado sobre o tema. Com foco inicial na questão do estigma, já a partir do segundo ano ampliamos o escopo do projeto para o tripé prevenir-viver-conviver com HIV/aids, implicando em debates sobre políticas públicas, acesso a serviços e a informações, e troca de experiências individuais e coletivas em torno do HIV/aids. Nesses três anos de atuação, formamos uma equipe interdisciplinar, definimos áreas de atuação e nos articulamos local e nacionalmente com outros atores importantes no enfrentamento aos estigmas em torno do HIV/aids - movimento social, gestores, profissionais de saúde, pesquisadores e pessoas vivendo com HIV (PVHA). Devido à emergência sanitária deflagrada pela Covid-19, nossas primeiras ações ocorreram principalmente em modalidade remota, com um perfil no Instagram que atualmente está com mais de 1000 seguidores. Desde 2022, iniciamos atividades presenciais, como visitas a instituições que trabalham com HIV/aids em João Pessoa e Campina Grande, articulação com a agenda local do movimento ONG/aids e intervenções em espaços públicos na capital e em outros municípios do estado, principalmente na cidade de Rio Tinto. Para esta edição do projeto, buscamos expandir essas ações, atraindo novos participantes e aprimorando nossa atuação on-line e presencial. Nas redes sociais, continuaremos atualizando nossos quadros Cine Posithivo, Letras Posithivas, Boletim Informathivo, Biografia Posithiva e Primeiros Cuidados Psicológicos, além de divulgarmos informações de interesse dos nossos seguidores. Já as intervenções seguirão o modelo roda de diálogo, motivadas pela exibição de obras audiovisuais e exposições temáticas, incluindo a distribuição de insumos preventivos e de materiais informativos (cartazes, cartilhas, dentre outros elementos infográficos com orientações atualizadas sobre serviços de saúde em João Pessoa e Campina Grande, e sobre a Política nacional de HIV/aids). As intervenções poderão incluir experimentações artísticas, além de servirem como meio de divulgação do atendimento psicológico emergencial (primeiros cuidados). Através de parcerias estabelecidas, intentaremos articular oficinas voltadas a profissionais de saúde, gestores e comunidade em geral evidenciando as dimensões sociais, políticas e simbólicas envolvendo a epidemia. Além de funcionar como um espaço de capacitação para os docentes, discentes e servidores participantes no programa (alguns deles externos à UFPB), o projeto se articula com duas pesquisas atualmente em curso: Fases e faces do HIV/Aids na Paraíba: um estudo antropológico sobre as novas tecnologias de prevenção e tratamento - 5a etapa e Os desafios da descentralização da atenção em HIV/AIDS na Estratégia de Saúde da Família em Rio Tinto/PB: territorialidade, estigma e vulnerabilidades - 3a etapa, além de integrar a rede de pesquisas Antropo-covid.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Marçal Henrique da costa - Coordenador / Luziana marques da Fonseca Silva - Integrante / WERTTON LUÍS DE PONTES MATIAS - Integrante.
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2023 - Atual
Os desafios da descentralização da atenção em HIV/AIDS na Estratégia de Saúde da Família em Rio Tinto/PB: territorialidade, estigma e vulnerabilidades 4 Fase, Descrição: Este projeto diz respeito à quarta fase de uma investigação antropológica sobre os desafios do processo de descentralização da atenção em HIV/Aids na cidade de Rio Tinto/PB, que iniciou a jornada de estudos em 2016, com a 1 fase de investigação (PIBIC/UFPB 2016-2017), seguida pela 2 fase (PIBIC/UFPB 2020-2021) e pela 3 fase com pesquisa desenvolvida entre os anos 2021-2022 (PIBIC 2021-2022). Os resultados das etapas anteriores da pesquisa nos mostraram desde à invisibilidade da temática do HIV/Aids nos serviços de saúde, o receio das pessoas procurarem os serviços em HIV devido ao estigma sobre a doença, o medo de que a rede de fofocas da vizinhança alerte sobre a procura de cuidados, até o desconhecimento dos profissionais de saúde sobre as novas biotecnologias preventivas. Para além disso, a oferta de serviços nas unidades básicas de saúde foi solapada pelas demandas da pandemia do covid-19 e os serviços em HIV se restringiram ao momento de testagem no pré-natal das gestantes. Com isso, nesta quarta fase, pretendemos nos debruçar sobre as estratégias de cuidado em HIV/Aids direcionadas às mulheres assistidas pelos serviços de Atenção Básica. Qual o lugar da saúde da mulher na política de descentralização da atenção em HIV/Aids? Quais os serviços ofertados? Em caso de resultado positivo para o HIV, como é feito o encaminhamento dessa mulher ao serviço especializado? Qual o fluxo ela percorre para cuidar da saúde? Qual a função da Atenção Básica nas linhas de ações para atenção às mulheres vivendo com HIV/Aids? A centralidade na testagem para o HIV em gestantes nos levantou algumas hipóteses que precisam ser verificadas em uma nova etapa do estudo. Para responder tais questionamentos, realizaremos uma pesquisa antropológica, a partir de uma abordagem etnográfica multissituada, em duas Unidades Básicas de Saúde riotinteses. Por meio da observação nas UBS e da realização de entrevistas com roteiro semiestruturado, dialogaremos com profissionais do serviço e com usuárias dos serviços investigados. Pretendemos com este estudo ampliar o escopo do conhecimento sobre a implementação da política de descentralização em HIV/Aids no contexto interiorano e suas especificidades.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Marçal Henrique da costa - Integrante / Luziana marques da Fonseca Silva - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
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