Mayara Carrijo Mouammar
Possui graduação em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá (2023). Especialista em Psicologia Jurídica pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2025). Participou da Rede Temática de Extensão - REDESPARC - Rede Protetiva e de Prevenção ao Desaparecimento de Crianças que faz parte do trabalho interunidades e multiprofissional da UNESP, com a coordenação geral da Profa. Dra. Patrícia Marchetto (Direito - Faculdade de Administração Pública de Araraquara/Unesp) e outros coordenadores de outras Unidades. Realizou a pesquisa "As percepções de policiais sobre o fenômeno da fuga de casa no desaparecimento de crianças e adolescentes", objetivo desta pesquisa, que foi vinculada ao Programa de Iniciação Científica da Universidade Estadual de Maringá (PIC/UEM), foi compreender as percepções de policiais sobre o fenômeno da fuga de casa no desaparecimento de crianças e adolescentes, partindo do ponto de vista dos profissionais que atuam cotidianamente com esta temática. Realizou os cursos de "Introdução à psicossomática psicanalítica: uma visão teórico-clínica" e "A Arte de Contar e Ouvir Histórias na Contemporaneidade" pelo Instituto Sedes Sapientiae - SP. É membro do Grupo de Estudo e Pesquisa da Infância - GEPCRIA de Bauru/SP e região, e do Grupo de Science Studies da Universidade Estadual de Maringá.
Informações coletadas do Lattes em 08/10/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização em Psicologia Jurídica
2024 - 2025
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Título: Sem monografia
Formação complementar
2024 -
Pós-Graduação em Psicologia Jurídica. , Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas, Brasil.
2024 - 2024
Introdução à Justiça Restaurativa. (Carga horária: 44h). , Instituto Paulista de Magistrados, IPM, Brasil.
2022 - 2022
Extensão universitária em A gestão autônoma da medicação no cotidiano das práticas de cuidado Os d. (Carga horária: 9h). , Universidade Estadual de Maringá, UEM, Brasil.
2022 - 2022
Introdução à psicossomática psicanalítica: uma visão teórico-clínica. (Carga horária: 30h). , Instituto Sedes Sapientiae, SEDES, Brasil.
2021 - 2021
A Arte de Contar e Ouvir Histórias na Contemporaneidade. (Carga horária: 30h). , Instituto Sedes Sapientiae, SEDES, Brasil.
2019 - 2019
E aí, Lacan?!. (Carga horária: 6h). , Roda de Psicanálise, RP, Brasil.
2016 - 2016
Certificate in Advanced English (CAE). (Carga horária: 720h). , University of Cambridge, CAM, Inglaterra.
Organização de eventos
MOUAMMAR, M. C. ; RAMON, K. P. . "A gestão autônoma da medicação no cotidiano das práticas de cuidado Os deslocamentos da saúde mental, da clínica e da psicologia no contemporâneo". 2022. (Outro).
MOUAMMAR, M. C. ; RAMON, K. P. . Evento de Extensão "Deleuze, Foucault e Espinosa: Deslocamentos da Psicologia". 2022. (Outro).
Participação em eventos
Evento de Extensão "Combate ao Feminicídio: Avanços, Desafios e Perspectivas no Enfrentamento da Violência contra as Mulheres". 2023. (Encontro).
Psicanálise com crianças e adolescentes: temas da clínica contemporânea. 2023. (Encontro).
"Deleuze, Foucault e Espinosa: Deslocamentos da Psicologia". 2022. (Outra).
"X Seminário de Prática de Pesquisa em Psicologia"."CAMINHOS PARA UMA ÉTICA DO BRINCAR: ESCUTA E ACOLHIMENTO DE CRIANÇAS EM SOFRIMENTO PSÍQUICO". 2022. (Outra).
I Seminário Internacional da Rede Estratégica de enfrentamento ao desaparecimento de crianças - REDESPARC: O desaparecimento de crianças e adolescentes: causas, consequências e modos de proteção.FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA BUSCA E ACOLHIMENTO DE CRIANÇAS DESAPARECIDAS: CAMINHOS DA PSICOLOGIA E DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. 2022. (Seminário).
Treinamento de Oratória pela Psique - Consultoria e Projetos em Psicologia- Empresa Júnior. 2022. (Outra).
Encontros Conceituais: Deleuze e Guattari. 2021. (Encontro).
Em Tempos de Pandemia: Roda de Conversa Sobre Artigos Recém-Publicados. 2020. (Outra).
Humanidades Médicas na Atuação em Saúde: Impacto das Doenças na Cultura. 2020. (Outra).
II Seminário em Análise do Comportamento da UEM: Práxis em Análise do Comportamento. 2019. (Seminário).
Jornada 40 anos do Curso de Psicologia da UEM. 2019. (Outra).
Psicologia Criminal. 2019. (Outra).
Cine-debate: Anjos do Sol - Seminários de Psicanálise e Saraus Artísticos. 2017. (Outra).
Produções bibliográficas
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CECHINI, D. R. ; ABUDI, B. G. ; BRITO, S. M. F. ; MOUAMMAR, M. C. . FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA BUSCA E ACOLHIMENTO DE CRIANÇAS DESAPARECIDAS: CAMINHOS DA PSICOLOGIA E DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Projetos de pesquisa
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2023 - 2024
As percepções de policiais sobre o fenômeno da fuga de casa no desaparecimento de crianças e adolescentes - INICIAÇÃO CIENTÍFICA, Descrição: O objetivo desta pesquisa, que é vinculada ao Programa de Iniciação Científica da Universidade Estadual de Maringá (PIC/UEM), foi compreender as percepções de policiais sobre o fenômeno da fuga de casa no desaparecimento de crianças e adolescentes, partindo do ponto de vista dos profissionais que atuam cotidianamente com esta temática. Para tanto, foi feita uma revisão bibliográfica do tema e foram realizadas entrevistas semiestruturadas e individuais, seguindo o modelo cartográfico, com três policiais. É pertinente uma pesquisa que investigue os passos a serem tomados quando uma criança ou adolescente desaparece devido à falta desse tipo de estudo. A partir das informações iniciais, foram elaboradas considerações sobre como melhorar o processo de condução de casos de desaparecimento, a fim de facilitar o trabalho policial e minimizar o sofrimento dos familiares dos desaparecidos. Um resultado das entrevistas foi a constatação da falta de comunicação policial em nível interestadual, bem como o desconhecimento e não utilização de plataformas existentes que poderiam facilitar as buscas. No geral, há a percepção por parte dos policiais de que a maioria dos desaparecimentos são de adolescentes, devido à fuga de casa, o que desperta um grau de comoção menor do que casos de crianças desaparecidas, que costumam envolver crimes de violência ou negligência. Existe um sentimento de frustração dos policiais em relação às fugas de casa, pois entendem que estas extrapolam o escopo do trabalho policial. Neste sentido, trabalhar o conceito de adolescência com os policiais parece ser um ponto importante de reflexão sobre as problematizações que envolvem a busca por uma pessoa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mayara Carrijo Mouammar - Coordenador / Cristina de Amorim Machado - Integrante.
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2021 - 2022
"CAMINHOS PARA UMA ÉTICA DO BRINCAR: ESCUTA E ACOLHIMENTO DE CRIANÇAS EM SOFRIMENTO PSÍQUICO", Descrição: O brincar pode ser pensado como um gesto que, geralmente, está presente no mundo infantil. Esse gesto pode ser vivenciado de muitas maneiras pelas crianças, seja nas brincadeiras conjuntas, como nos jogos de esconde-esconde, pega-pega, amarelinha; ou em brincadeiras individuais, que vão desde o ato de pentear o cabelo da boneca até a escolinha, onde as bonecas são as alunas e a criança assume o papel de professor, ou seja, o papel do adulto. Sendo assim, partilha-se de um imaginário, próprio ao senso comum, que concebe o brincar como algo intrínseco à infância, fase da vida supostamente vivida por todas as crianças de maneira feliz e divertida. No entanto, o brincar depende de suas condições sociais, culturais e históricas. Nesta pesquisa, buscou-se estudar a experiência do brincar e suas variações como uma estratégia de escuta e acolhimento. Ao visualizarmos uma ética do brincar, estamos discutindo as práticas da psicologia a partir da criação de um espaço que permita às crianças expressarem livremente seus sentimentos. Isto posto, elegemos como objetivo geral investigar os caminhos de uma ética do brincar como escuta e acolhimento de crianças em sofrimento psíquico. Sendo assim, esta pesquisa é um estudo bibliográfico e se utilizou de fichamentos e produção de narrativas das pesquisadoras sobre os temas estudados. Ela foi organizada em quatro etapas. Na primeira, foram levantados materiais nos bancos de dados Scielo, Pepsic e Google Acadêmico. Na segunda, buscou-se compreender o valor do brincar como espaço de expressão da infância e como dispositivo de escuta e acolhimento de crianças em sofrimento psíquico. Na terceira, procurou-se identificar como se apresenta a relação terapeuta-criança através da experiência do brincar. E, na última etapa estudou-se as diferenças entre modos de cuidado que se ocupam do brincar e outros pautados na medicalização da infância. Como resultado, encontrou-se que o brincar é diferente do que se costuma imaginar, pois existem muitos modos de praticar esse gesto e nem todas as crianças possuem tal direito. Ademais, foi possível compreender que para o brincar ser considerado um dispositivo de escuta e acolhimento, é necessário que o olhar dos adultos e, principalmente, dos profissionais psi, seja menos direcionado, ou seja, que haja uma desconstrução dos modos de ver o sofrimento psíquico, para que se consiga, no ambiente terapêutico, construir um território comum a ser habitado com a criança e, assim, proporcionar o cuidado. Por fim, percebeu-se que existem diferenças entre a maneira de cuidar que se baseia no brincar e a medicalização da infância, que cada vez mais aumenta em nossa sociedade. Com este estudo, tivemos acesso a possíveis contribuições para a psicologia, pensando uma ética do brincar na atuação com crianças em sofrimento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Mayara Carrijo Mouammar - Coordenador / Karen Pereira Ramon - Integrante / Adriana Barin de Azevedo - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2022 - Atual
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoVínculo: , Enquadramento Funcional:
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