Nathalia Maske Fiss

Graduanda do 8 semestre de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), colaboradora do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão de Reprodução Animal Comparada (RAC). Possuo interesse na área de reprodução de equinos.

Informações coletadas do Lattes em 14/01/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Medicina Veterinária

2021 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Ensino Médio (2º grau)

2015 - 2018

Escola Estadual de Ensino Médio Cel. Pedro Osório

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Medicina Veterinária.

Organização de eventos

FISS, N. M. . VI Mostra de Cursos e Graduação da UFPel. 2022. (Exposição).

Participação em eventos

Avanços no diagnóstico e terapia da endometrite na égua.Avanços no diagnóstico e terapia da endometrite na égua. 2022. (Outra).

I Conferência de Gestação e Neonatologia Equina. 2022. (Outra).

I Conferência de Subfertilidade. 2022. (Outra).

II Curso de Casqueamento e Ferrageamento em Equinos.II Curso teório-prático de Casqueamento e Ferrageamento em equinos. 2022. (Outra).

II Simpósio de reprodução animal comparada - Módulo III Animais de Produção.II Simpósio de reprodução animal comparada - Módulo III Animais de Produção. 2022. (Outra).

II Simpósio de reprodução animal comparada - Módulo I Pequenos Animais.II Simpósio de reprodução animal comparada - Módulo I Pequenos Animais. 2022. (Outra).

I Simpósio de Pequenos Animais.I Simpósio de Pequenos Animais. 2022. (Simpósio).

3° Feira Binacional de Tecnologia - FEBITEC. 3° Feira Binacional de Tecnologia - FEBITEC. 2021. (Feira).

I Simpósio de Cirurgia Veterinária do CBCV. 2021. (Simpósio).

I Webinar em Ortopedia Equina.I Webinar em Ortopedia Equina. 2021. (Outra).

36º SEAVET: SEMANA ACADÊMICA DA MEDICINA VETERINÁRIA UFPEL. 2020. (Outra).

Orientou

Carlos Eduardo Wayne Nogueira

ClinEq Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Medicina de Equinos; Início: 2021; Iniciação científica (Graduando em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas; (Orientador);

Charles Ferreira Martins

Ortopedia em Equinos; Início: 2021; Iniciação científica (Graduando em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas; (Orientador);

Produções bibliográficas

  • FISS, N. M. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; DALLMANN, P. B. J. ; SILVA, G. C. ; PIVATO, G. M. ; CURCIO, B. R. . Controle Reprodutivo de Equinos - Avaliação do pH da secreção mamária em éguas. 2022. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - Atual

    Estudo morfométrico da placenta e cordão umbilical no pós-parto em éguas da raça crioula., Descrição: A placenta caracteriza-se como um órgão transitório, formado por tecidos de origem materna e fetal, com a função de transportar substâncias nutritivas do organismo materno para o feto, bem como promover trocas metabólicas e desempenhar funções endócrinas, sendo responsável pela síntese, secreção e absorção de uma série de substâncias, incluindo hormônios, fatores de crescimento, enzimas, proteínas e carboidratos, todos essenciais ao desenvolvimento do feto. A placenta é o órgão fundamental na relação materno-fetal e deve ser considerada como um reflexo das condições nutricionais, metabólicas, endócrinas e vasculares maternas. sendo imprescindível uma placenta saudável para desenvolvimento e sobrevivência fetal. A criação de equinos da raça Crioula está amplamente difundida nas Américas. Informações do ano de 2016 demonstram que o Brasil possui um total de 379.957 animais, sendo que 94,2% dessa população se encontram no sul do Brasil, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, sendo que o maior número de exemplares está no Rio Grande do Sul (ABCCC, 2016). Tendo em vista a grande importância da raça e a falta de literatura com informações específicas sobre a placentação este trabalho tem o objetivo de caracterizar a placenta e cordão umbilical de éguas da Raça Crioula no pós-parto, considerando avaliação macroscópica e histológica, relacionando com a biometria materna e a neonatal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Especialização: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Nathalia Maske Fiss - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Giovana Mancilla Pivato - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Milena Miolo Antunes - Integrante / Morgana Alves Borges - Integrante / Rafaela Amestoy de Oliveira - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Raphael Azevedo Fioretti - Integrante / Tatiane Leite Almeida - Integrante / Eduardo Wachholz Kaster - Integrante / Talita de Oliveira - Integrante / Gabriela Camillo - Integrante / Thais Feijo Gomes - Integrante / Gabriela Machado Fick - Integrante / Julia da Cruz Bavaresco - Integrante / Luiza Gheno - Integrante / Micael Feliciano Machado Lopes - Integrante / Nicole Bento Funk - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Efeito da administração de omeprazol associado a anti-inflamatório não esteroidal em equinos, Descrição: O estômago dos equinos têm particularidades anatômicas e fisiológicas que combinadas com fatores predisponentes, facilitam a ocorrência de gastropatias. Os mecanismos de lesão na mucosa gástrica iniciam basicamente pelo desequilíbrio entre os fatores protetivos intrínsecos (prostaglandinas, secreção de muco, irrigação sanguínea) e os fatores agressivos intrínsecos, como a produção de ácido clorídrico, que altera os mecanismos de defesa da mucosa gástrica, resultando em inflamação, erosão e formação de úlceras (RANZALES & ALVES, 2013). Estresse, alterações na dieta, exercício e uso de anti-inflamatórios não esterioidais (AINES) estão associadas ao aparecimento dessas lesões (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Na rotina clínica, medicamentos AINES estão entre os fármacos mais utilizados em uma variedade de doenças agudas ou crônicas, pelas suas propriedades anti-inflamatórias, antipiréticas e antiendotóxicas que resultam da inibição da enzima ciclooxigenase (COX). No entanto, o bloqueio dessa enzima inibe a síntese de prostaglandina que resulta na diminuição do fluxo sanguíneo da mucosa, diminuição da produção de muco e aumento da secreção ácido clorídrico, induzindo úlcera gástrica em várias espécies, especialmente quando usados em altas doses ou por períodos prolongados (PEDERSEN et al., 2017; BUCHANAN & ANDREWS, 2013). A gastroscopia é o único método atualmente disponível para diagnóstico definitivo de úlcera gástrica e o tratamento farmacológico é baseado principalmente no uso de inibidores de bomba de prótons, representado pelo omeprazol (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Mais recentemente, estudos demonstraram que a administração concomitante de omeprazol aumenta o risco de toxicidade gastrointestinal induzida por fenilbutazona em relação a administração de fenilbutazona isolada (Ricord et al., 2020). Além disso, em humanos, o tratamento com inibidores de bomba de prótons estra associado a mudanças na microbiota intestinal e aumento do risco de infecções entéricas por Clostridioides difficile, Salmonella spp. , Shiguella ou Campylobacter spp (IMHANN et al., 2016). Em cavalos as informações sobre esse efeito ainda são escassas. Cerri e colaboradores em 2021 observaram que a administração de omeprazol em equinos durante 7 dias consecutivos não induziu mudanças significativas na composição da microbiota fecal ou glandular gástrica, no entanto, certos gêneros microbianos tornaram-se mais predominantes na mucosa gástrica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (14) / Especialização: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Nathalia Maske Fiss - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Giovana Mancilla Pivato - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Jayne da Rosa Pedrozo - Integrante / Manoela Fátima Pacheco - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Milena Miolo Antunes - Integrante / Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Rafaela Amestoy de Oliveira - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Raphael Azevedo Fioretti - Integrante / Roberta Wilbonr - Integrante / Talita de Oliveira - Integrante / Gabriela Camillo - Integrante / Thais Feijo Gomes - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Concentração Plasmática de Neuroesteróides em Potros com Síndrome de Mau Ajustamento neonatal submetidos a técnica de Squeeze, Descrição: A síndrome do mau ajustamento neonatal (SMN) é o distúrbio neurológico mais comum em potros nas primeiras 72 horas de vida (ALEMAN et al., 2019) e está associado a altos custos com hospitalização. Os potros apresentam alterações de comportamento e estado de consciência do ambiente, como falta de afinidade e ligação com a égua, sono alterado (ALEMAN et al, 2017, NOGUEIRA & LINS, 2009), semelhante a alguns sintomas observados em crianças com autismo. Uma possível conexão entre estes distúrbios têm sido explorada com base em comparações atuais sobre o envolvimento do desequilíbrio de neuroesteróides em distúrbios psiquiátricos comportamentais e cognitivos em humanos, e descobertas recentes da persistência de altas concentrações destes hormônios, que são neuromoduladores in útero, no período pós nascimento em potros com SMN (ALEMAN et al., 2017; TORÍBIO, 2019). Acredita-se que os neuroesteróides sejam parcialmente responsáveis por manter o feto equino no ambiente uterino em um estado reduzido de consciência semelhante ao sono, o que seria importante para evitar lesões do útero, cérvix e tecidos vaginais durante a gestação e periparto. No entanto, uma rápida transição destes efeitos neurológicos para um estado de consciência alerta e ativo deve ocorrer rapidamente após o nascimento para aumentar a chance de sobrevivência, pois qualquer deficiência ou atraso pode resultar em problemas relacionados à ingestão inadequada de colostro, causando depleção de energia e fraqueza, hipotermia, falha na transferência passiva de imunoglobulina, infecção e morte (ALEMAN et al, 2017). A sinalização para esta transição parece envolver processos neuroativos acionados pela compressão física do corpo do neonato durante a passagem pelo canal do parto. Essa suposta associação pode ser apoiada pela observação de que a SMN aparece com mais frequência em potros que nascem por cesárea ou que tiveram um parto extremamente rápido, não sofrendo pressão significativa para desencadear a mudança nos neuroesteróides. Diante da hipótese que a compressão sofrida pelo neonato durante a passagem no canal do parto seja responsável pela diminuição dos neuroesteróides, uma técnica denominada manobra de Squeeze foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Davis, baseada na teoria da exterogestação em humanos, realizada principalmente com bebês prematuros. Além disso, o contato corporal da mãe com o bebê reproduz condições uterinas que estimulam o declínio pós natal natural dos neuroesteróides, que por sua vez, promovem a adaptação à vida extrauterina, especialmente em neonatos nascidos por cesárea, os quais demonstram declínio mais lento destes hormônios (MCCALLIE., 2017). A manobra de Squeeze consiste em envolver o tórax do potro de uma maneira específica com uma corda e exercer pressão moderada por 20 minutos, mimetizando a pressão exercida sobre o feto no canal do parto. Potros com SMN submetidos à manobra desenvolvem um estado de sonolência, semelhante à condição uterina durante a compressão no canal do parto, e subsequentemente, uma resposta rápida após a descompressão, com estado de consciência alerta e ativo. Recentemente, a técnica foi reproduzida bezerros nascidos por cesárea (STIWELL et al, 2019) e cordeiros que resultaram redução no tempo para ficar em pé, para procurar o úbere e para mamar (FLORA et al, 2021).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (14) / Especialização: (4) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Nathalia Maske Fiss - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Giovana Mancilla Pivato - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Jayne da Rosa Pedrozo - Integrante / Manoela Fátima Pacheco - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Milena Miolo Antunes - Integrante / Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Rafaela Amestoy de Oliveira - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Raphael Azevedo Fioretti - Integrante / Roberta Wilbonr - Integrante / Talita de Oliveira - Integrante / Andressa Garcia Motta - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Gabriela Camillo - Integrante / Thais Feijo Gomes - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2021 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaboradora

Outras informações:
Colaboradora do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Medicina de Equinos (ClinEq) da Universidade Federal de Pelotas.

2020 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Estudante

2022 - 2022

Hospital de Clínicas Veterinária

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Treinamento extracurricular, Carga horária: 136

Outras informações:
Realizou treinamento extracurricular no setor de Equinos, como atividade do Projeto "Projeto de desenvolvimento técnico e científico do Hospital de Clínicas Veterinária", participando de plantões hospitalares, no Hospital de Clínicas Veterinária da UFPel durante o período de 03 a 20 de janeiro de 2022 totalizando 136 horas.

2022 - 2022

Hospital de Clínicas Veterinária

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Treinamento extracurricular, Carga horária: 72

Outras informações:
Realizou treinamento extracurricular no setor de Equinos, como atividade do Projeto "Projeto de desenvolvimento técnico e científico do Hospital de Clínicas Veterinária", participando de plantões hospitalares, no Hospital de Clínicas Veterinária da UFPel durante o período de 26 e fevereiro a 06 de março de 2022 totalizando 72 horas.

2021 - 2021

Hospital de Clínicas Veterinária

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Treinamento extracurricular, Carga horária: 40

Outras informações:
Realizou treinamento extracurricular no setor de Equinos, como atividade do Projeto "Projeto de desenvolvimento técnico e científico do Hospital de Clínicas Veterinária", participando de plantões hospitalares, no Hospital de Clínicas Veterinária da UFPel durante o período de 12 a 17 de junho de 2021 totalizando 40 horas.

2022 - 2022

Haras Nijú

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estágio extracurricular, Carga horária: 56

Outras informações:
Realizou estágio extracurricular com ênfase no acompanhamento na rotina da clínica e reprodução de equinos, no mês de Julho de 2022, com a carga horária total de 146 horas.

2022 - 2022

Programa de Bolsas de Iniciação ao Ensino - Projetos

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Controle Reprodutivo em Equinos, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
O bolsista realizou durante o período de maio à dezembro de 2022 atividades direcionadas para o Projeto de Controle Reprodutivo em Equinos. As atividades exercidas foram avaliações periódicas dos animais, manejo dos animais, treinamentos teórico-prático, oficinas de estudo e organização de dados e resultados das atividades desenvolvidas. Com o projeto foi possível realizar a apresentação do trabalho intitulado como "Controle Reprodutivo de Equinos - Avaliação do pH da secreção mamária em éguas associado a proximidade do parto" para o VIII Congresso de Ensino de Graduação.

2023 - 2023

Horsemed

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estágio extracurricular, Carga horária: 160

Outras informações:
Realizou estágio extracurricular em ortopedia, clínica e reprodução equina na HorseMed Medicina de Equinos, de 02 de janeiro a 02 de fevereiro de 2023, totalizando 160 horas.

2023 - 2023

Santos Hospital Equino

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estágio extracurricular, Carga horária: 240

Outras informações:
Realizou estágio extracurricular nas áreas de clínica, cirurgia e diagnóstico por imagem em equinos no período de 20/05/2023 a 20/06/2023, cumprindo o total de 240 horas de estágio.