EDUARDA SALDANHA RIEFFEL

Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (2022). Atualmente trabalha na área de clínica médica de pequenos animais em Clínica Veterinária Cat&Friends - Uruguaiana/RS. Realizou estágio em Clínica Veterinária Toca dos Bichos (Porto Alegre/RS), estágio em Clínica Veterinária Cat & Friends (Uruguaiana/RS), estágio em Instituto Catarinense de Conservação da Fauna e Flora (Balneário Camboriú/SC), estágio em Laboratório Central de Diagnóstico de Patologias Aviárias (LCDPA) da Universidade Federal de Santa Maria e bolsa de extensão no Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em clínica de pequenos animais e animais silvestres.

Informações coletadas do Lattes em 19/01/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Medicina Veterinária

2017 - 2022

Universidade Federal de Santa Maria
Orientador: Anne Santos do Amaral

Formação complementar

2021 - 2021

I Curso sobre Avaliação e Manejo da Dor em Felinos. (Carga horária: 18h). , Universidade Estadual Paulista, UNESP, Brasil.

2018 - 2018

Extensão universitária em Minicurso Doença Renal Crônica - Semana Acadêmica UFSM. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

2018 - 2018

Extensão universitária em Semiologia e exame clínico de psitacídeos. (Carga horária: 2h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

2018 - 2018

Extensão universitária em Minicurso de Citologia Veterinária. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.

Organização de eventos

BRUN, M. V. ; RIEFFEL, E. S. . Organizadora em cursos "On Demand de Videocirurgia em Pequenos Animais". 2021. (Outro).

Participação em eventos

Acesso Venoso em Animais Silvestres. 2022. (Outra).

Congresso Online Acadêmico de Medicina Veterinária. 2022. (Congresso).

36ª Jornada Acadêmica Integrada da UFSM.Correção de defeito da parede abdominal com tela de polipropileno em cão: relato de caso. 2021. (Outra).

36ª Jornada Acadêmica Integrada da UFSM.Relato de caso de cardiomiopatia hipertrófica felina: acompanhamento ao longo de 2 anos de tratamento. 2021. (Outra).

I Curso sobre Avaliação e Manejo da Dor em Felinos. 2021. (Outra).

Simpósio Descomplica Leish. 2021. (Simpósio).

Congresso Internacional de Medicina de Animais Silvestres. 2020. (Congresso).

Wild Clinic Congresse. 2020. (Congresso).

34ª Jornada Acadêmica Integrada da UFSM.Casuística em atendimentos clínicos de psitacídeos no NEPAS/LCDPA/UFSM. 2019. (Outra).

33ª Jornada Acadêmica Integrada da UFSM.Tratamento com alopurinol em um caso de leishmaniose visceral canina. 2018. (Outra).

Grupo de estudos em animais selvagens (GEAS-UFSM).Participação em Grupo de Estudos em Animais Selvagens. 2018. (Encontro).

III Ciclo de Palestras do GEAS-UFSM. 2018. (Outra).

Minicurso Citologia Veterinária - Semana Acadêmica UFSM. 2018. (Outra).

Minicurso Doença Renal Crônica - Semana Acadêmica UFSM. 2018. (Outra).

Minicurso Semiologia e exame clínico de psitacídeos UFSM. 2018. (Outra).

VIII Simpósio Gaúcho de Animais selvagens. 2018. (Simpósio).

XXII Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UFSM. 2018. (Outra).

II Ciclo de Palestras do GEAS-UFSM. 2017. (Outra).

XXI Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UFSM. 2017. (Outra).

Produções bibliográficas

  • RIEFFEL, E. S. ; LANGE, F. D. ; SCHMITD, C. . Relato de caso de cardiomiopatia hipertrófica felina: acompanhamento ao longo de 2 anos de tratamento. In: 36ª Jornada Acadêmica Integrada da Universidade Federal de Santa Maria, 2021, Santa Maria - RS. Relato de caso de cardiomiopatia hipertrófica felina: acompanhamento ao longo de 2 anos de tratamento, 2021.

  • ARAUJO, E. S. ; RIEFFEL, E. S. ; SANTOS, H. F. . Casuística em atendimentos de psitacídeos no NEPAS/LCDPA/UFSM. In: 34ª Jornada Acadêmica Integrada da Universidade Federal de Santa Maria, 2019, Santa Maria - RS. Casuística em atendimentos de psitacídeos no NEPAS/LCDPA/UFSM, 2019.

  • MARTINS, P. C. ; RIEFFEL, E. S. ; ANDRADE, C. M. . Tratamento com alopurinol em um caso de leishmaniose visceral canina: relato de caso. In: 33ª Jornada Acadêmica Integrada da Universidade Federal de Santa Maria, 2018, Santa Maria - RS. Tratamento com alopurinol em um caso de leishmaniose visceral canina: relato de caso, 2018.

  • RIEFFEL, E. S. ; LANGE, F. D. ; SCHMITD, C. . Relato de caso de cardiomiopatia hipertrófica felina: acompanhamento ao longo de 2 anos de tratamento. 2021. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - 2021

    EFEITOS SISTÊMICOS DA OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA EM GATAS SUBMETIDAS A OVARIOHISTERECTOMIA ELETIVA VIDEOASSISTIDA, Descrição: A oxigenioterapia hiperbárica vem despontando como modalidade terapêutica no manejo de diversas afecções agudas e crônicas, tanto na medicina humana quanto veterinária. Sua aplicação leva à hiperoxigenação tecidual, imunomodulação e redução do estresse oxidativo em humanos. A ovariohisterectomia (OVH) eletiva consiste em um dos procedimentos cirúrgicos mais realizado na rotina da clínica de pequenos animais, e tem papel tanto no controle da concepção quanto na prevenção de diversas afecções. Existem diferentes técnicas para a execução da OVH minimamente invasiva, destacando-se entre elas a abordagem videoassistida. Não há na literatura registros das alterações fisiológicas em felinos submetidos à oxigenioterapia hiperbárica. Com esse estudo, objetivou-se avaliar as consequências do uso de oxigenioterapia em câmara hiperbárica em felinos submetidos à ovariohisterectomia videoassistida com dois portais no pré-operatório, além da sua influência sobre a gasometria sanguínea, lactatemia e contagem de células sanguíneas Para isso, 42 gatas foram separadas em três grupos para avaliação destes efeitos, sendo eles: Grupo Sham (GS), Grupo Hiperbárica (GH) e Grupo Hiperbárica Controle (GHC). Realizou-se avaliação hematológica, da lactatemia e gasometria venosa. Concluiu-se que não há influência significativa de pré-tratamento com HBOT sobre parâmetros como excesso de base em felinos hígidos. A HBOT pode levar ao aumento do lactato sérico em felinos e a queda do pH, sem necessariamente causar acidose metabólica. Há influência positiva da HBOT nos valores de pO2 e pCO2. Pode haver queda nos valores de hematócrito, hemácias e hemoglobina, sendo recomendado a realização de hemograma de controle antes da sessão. Pode ser esperada leucocitose com neutrofilia e linfopenia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduarda Saldanha Rieffel - Integrante / Maurício Veloso Brun - Coordenador / Nadine Trinks Fischborn - Integrante.

  • 2020 - Atual

    ACOMPANHAMENTO DE MANEJO SANITÁRIO E MONITORIA PARA SALMONELLA NAS PROPRIEDADES FORNECEDORAS DE OVOS PARA A POLIFEIRA DO COLÉGIO POLITÉCNICO, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduarda Saldanha Rieffel - Integrante / Antonio Carlos Mortari - Coordenador.

  • 2017 - 2019

    EFEITO DA AMICACINA NA PSEUDOTROMBOCITOPENIA EM FELINOS, Descrição: A pseudotrombocitopenia (PTP) consiste numa falsa diminuição na contagem de plaquetas, sendo este um fenômeno que ocorre in vitro, resultante da ativação plaquetária e consequente aglutinação secundária à punção venosa laboriosa, acondicionamento inadequado ou exposição do sangue ao anticoagulante. Fisiologicamente, as plaquetas dos felinos possuem particularidades que as tornam mais reativas e propensas à aglutinação. A presença desses agregados plaquetários interfere na contagem dessas estruturas tanto pelos métodos automatizados quanto manuais. O uso do aminoglicosídeo amicacina em conjunto com o ácido etilenodiamino tetra-acético (EDTA) tem se mostrado eficiente em relação à prevenção de agregados plaquetários em casos de PTP em humanos. Diante disso, este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia da amicacina, associada ao EDTA, na prevenção da formação de agregados plaquetários em amostras de sangue felino, bem como investigar os possíveis efeitos da substância sobre os parâmetros hematológicos. Para isso, foi coletado 1mL de sangue de 100 felinos comprovadamente saudáveis, sendo 0,5mL armazenado em tubos com EDTA (grupo EDTA) e 0,5mL com EDTA e 10μL de amicacina (grupo EDTA-AMK). As amostras foram processadas em aparelho automatizado por impedância para obtenção da contagem plaquetária e dos demais parâmetros hematológicos. Esfregaços sanguíneos também foram confeccionados afim de se verificar a presença de agregados plaquetários. Constatouse a presença de agregados plaquetários em 56% das amostras do grupo EDTA. No grupo EDTA-AMK, esse percentual foi de apenas 5%. Na análise das 56 amostras que apresentaram agregados plaquetários em lâmina, houve diferença estatística (p<0,05) para as amostras do grupo EDTA-AMK em relação às do grupo EDTA, com redução nos valores da contagem de eritrócitos (ERIT), da concentração de hemoglobina (HGB), hematócrito (HCT), volume corpuscular médio (VCM) e da contagem de leucócitos totais (LEUC), bem como aumento da concentração de hemoglobina corpuscular média (CHCM), da contagem de plaquetas (PLT) e do plaquetócrito (PCT). As proporções das alterações sobre esses índices hematimétricos com o uso da amicacina, são em média pouco expressivas para ERIT (-1,73%), HGB (-1,89%), HCT (-3,82%), VCM (-2,12%) e CHCM (2,02%). Por outro lado, para a PLT, PCT e LEUC as alterações médias nos resultados com a adição do aminoglicosídeo foram de 47,73%, 53% e -17,70% respectivamente. Na comparação das 44 amostras do grupo EDTA nas quais não se observou os agregados plaquetários, com as amostras correspondentes do grupo EDTA-AMK, obteve-se resultados semelhantes acerca da influência desse aminoglicosídeo sobre os parâmetros avaliados. Entretanto, as diferenças na PLT, PCT e LEUC do grupo EDTA-AMK em relação ao grupo EDTA foram proporcionalmente menos representativas (18,23%, 19,69% e -9,34%) nas amostras sem a identificação de agregados plaquetários do que naquelas nas quais estes foram observados. Portanto, a adição da amicacina mostrou-se eficaz na prevenção de agregados plaquetários em amostras sanguíneas de felinos, aumentando assim, a acurácia tanto da contagem plaquetária quanto dos leucócitos totais. Diante destes resultados, pode-se recomendar o emprego deste fármaco na rotina laboratorial afim de se aumentar a precisão dos resultados das contagens plaquetária e leucocitária de amostras sanguíneas de felinos destinadas à realização do hemograma.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduarda Saldanha Rieffel - Integrante / Ana Martiele Engelmann - Integrante / Cinthia Melazzo de Andrade - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2022 - Atual

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Estágiário curricular, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio curricular obrigatório na área de clínica médica de pequenos animais, no Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria.

2021 - Atual

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 15

Outras informações:
Estágio extracurricular em Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais no Setor de Soluções Minimamente Invasivas (SOMIV) do Hospital Veterinário Universitário, da Universidade Federal de Santa Maria. Acompanhamento da rotina cirúrgica com ênfase em videocirurgia.

2018 - Atual

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Estagiário extracurricular, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 15

Outras informações:
Estágio no Laboratório Central de Diagnóstico de Patologias Aviárias (LCDPA) da Universidade Federal de Santa Maria. Acompanhamento da rotina laboratorial, exames bacteriológicos, parasitológicos e necropsias de aves domésticas e animais silvestres.

2017 - Atual

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsa de Extensão no HVU-UFSM, Carga horária: 20

Outras informações:
Projeto de Extensão Prestação de Serviços médicos veterinários à comunidade de Santa Maria e região e treinamento acadêmico da rotina hospitalar. Bolsista no Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria (HVU-UFSM) período 01/09/2017 a 28/02/2018. Projeto registrado no SIE 043163.

2017 - Atual

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 15

Outras informações:
Estágio extracurricular em Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Veterinário Universitário, da Universidade Federal de Santa Maria.

2022 - Atual

INSTITUTO CATARINENSE DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA E FLORA

Vínculo: Estágiário curricular, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio curricular obrigatório em Medicina Veterinária no Instituto Catarinense de Conservação da Fauna e Flora, também chamado de Zoológico Cyro Gevaerd, em Balneário Camboriú/SC, na área de medicina de animais silvestres.

2020 - Atual

Clínica Veterinária Cat & Friends - Uruguaiana/RS

Vínculo: Estagiário extracurricular, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 15

Outras informações:
Estágio extracurricular em clínica veterinária Cat & Friends, na cidade de Uruguaiana - RS.

2020 - Atual

Clínica Veterinária Toca dos Bichos

Vínculo: Estagiário extracurricular, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 40

Outras informações:
Estágio extracurricular em Clinica Veterinária Toca dos Bichos, na cidade de Porto Alegre/RS, na área de medicina de animais silvestres e pequenos animais.