Daniel Sevegnani
Pós-Graduando em Tradução de Inglês pela Universidade Estácio de Sá e Graduado em Letras - Português/Inglês e suas respectivas literaturas pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB). Foi membro do Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Criança e do Adolescente (NEICA), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE). Atualmente, é membro do Grupo de Pesquisa Ethos, Alteridade e Desenvolvimento (GPEAD), associado ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR), atuando principalmente na área da tradução, traduzindo teses, resumos, artigos e livros. Além disso, atua também de forma autônoma como tradutor e revisor, trabalhando com uma variedade de textos acadêmicos e literários.
Informações coletadas do Lattes em 04/02/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização em andamento em Tradução Tradução de Inglês Inglês
2025 - Atual
Formação complementar
2022 - 2022
KNN IDIOMAS. , KNN IDIOMAS, KNN, Brasil.
2019 - 2021
KNN IDIOMAS. , KNN IDIOMAS, KNN, Brasil.
2020 - 2020
Questões de linguagem: passeio gramatical diregdo. , Parábola Editorial, TT PARÁBOLA, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Organização de eventos
SEVEGNANI, D. ; KORB, C. A. ; OLIVEIRA, C. F. ; MELLO, E. A. ; CIPRIANI, L. P. ; COSTA, R. C. . IV Ciclo Internacional de História e Infâncias. 2023. (Outro).
Participação em eventos
18ª Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura (MIPE).RE-PENSANDO A IDEIA DE HUMANIDADE POR MEIO DAS TECNOLOGIAS ANCESTRAIS UBUNTU E UKAMA. 2024. (Outra).
IV Ciclo Internacional de História e Infâncias. 2023. (Seminário).
16º MIPE - Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura.TERRITÓRIO(S), DIVERSIDADE(S) E DIFERENÇA(S): TEMPOS/ESPAÇOS/LUGARES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR DA FURB/SC. 2022. (Outra).
16º MIPE - Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura.Estágio Curricular Supervisionado de Língua Inglesa I. 2022. (Outra).
15º MIPE - Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura - FURB.MÚSICAS LAKLÃNÕ/XOKLENG EM REGISTROS: UM ARCABOUÇO E/M RIQUEZA MILENAR NO VALE DO ITAJAI. 2021. (Outra).
Produções bibliográficas
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SEVEGNANI, D. ; SCHLICHTING, T. S. . O abraço das palavras: o português como língua de acolhiento. Fólio - Revista de Letras , v. 15, p. 83-101-83, 2024.
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SEVEGNANI, D. ; CARDOSO, F. F. ; OLIVEIRA, L. B. ; FLORIT, L. F. . RE-PENSANDO A IDEIA DE HUMANIDADE POR MEIO DAS TECNOLOGIAS ANCESTRAIS UBUNTU E UKAMA. In: 18ª Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura (MIPE), 2024, Blumenau. 18º MIPE - Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura (MIPE), 2024.
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PAGNUSSAT, E. ; BENGE, C. P. L. ; SEVEGNANI, D. ; TRIBESS, E. ; CARDOSO, F. F. ; PEREIRA, H. Z. ; DALAGNOL, L. ; COSTA, L. R. D. ; BAMBINETI, P. H. ; WICKERT, T. A. . DIVERSIDADE(s), DIFERENÇA(s) e DESENVOLVIMENTO(s) NO TERRITÓRIO: TEMPOS/ESPAÇOS/LUGARES DA PRESENÇA NEGRA NO VALE DO ITAJAÍ. In: Mipe - Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, 2023, Blumenau. 17º Mipe - 2023 - v.3 - Pesquisa.
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SEVEGNANI, D. ; ROEPKE, J. L. ; BAILER, C. . Ser multitarefa é vantajoso?: uma proposta de prática pedagógica. In: Mipe - Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, 2023, Blumenau. 17º Mipe - 2023 - v.5 - Seminário das Licenciaturas.
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SEVEGNANI, D. ; DEPIN, B. L. S. ; OLIVEIRA, L. B. ; RISKE-KOCK, S. . Território(s), Diversidade(s) e Diferença(s): Tempos/Espaços/Lugares na Educação Superior da FURB/SC. In: Mipe - Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, 2022, Blumenau. 16º Mipe - 2022- v.3 - Pesquisa.
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SEVEGNANI, D. ; KLUG, L. C. . Estágio Curricular Supervisionado de Língua Inglesa I. In: Mipe - Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, 2022, Blumenau. 16º Mipe - 2022 - v.1 - Ensino.
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SEVEGNANI, D. ; RISKE-KOCK, S. ; SUTIL, ; OLIVEIRA, L. B. . MÚSICAS LAKLÃNÕ/XOKLENG EM REGISTROS: UM ARCABOUÇO E/M RIQUEZA MILENAR NO VALE DO ITAJAÍ. In: Mipe - Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, 2021, Blumenau. 15º Mipe - 2021 - v.3 - Pesquisa.
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SEVEGNANI, D. ; MORAES, J. M. ; THOMAS, A. P. . As meninas nas denúncias e confissões do tribunal da Inquisição: um estudo das práticas religiosas e da infância no Brasil colonial. In: MIPE, 2020, Blumenau. 17º Mipe - 2023 - v.3 - Pesquisa, 2023.
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SEVEGNANI, D. ; CARDOSO, F. F. ; OLIVEIRA, L. B. ; FLORIT, L. F. . ?RE-PENSANDO A IDEIA DE HUMANIDADE POR MEIO DAS TECNOLOGIAS ANCESTRAIS UBUNTU E UKAMA. 2024. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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KLUG, L. C. ; SEVEGNANI, D. ; SCHLICHTING, T. S. . PRÁTICAS DE ENSINO NO ESTÁGIO DE LÍNGUA PORTUGUESA. 2023. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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ROEPKE, J. L. ; SEVEGNANI, D. ; BAILER, C. . Ser multitarefa é vantajoso?: uma proposta de prática pedagógica. 2023. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SEVEGNANI, D. ; MORAES, J. M. ; THOMAS, A. P. . As meninas nas denúncias e confissões do tribunal da Inquisição: um estudo das práticas religiosas e da infância no Brasil colonial. 2023. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SEVEGNANI, D. ; DEPIN, B. L. S. ; RISKE-KOCK, S. ; OLIVEIRA, L. B. . TERRITÓRIO(S), DIVERSIDADE(S) E DIFERENÇA(S): TEMPOS/ESPAÇOS/LUGARES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR DA FURB/SC. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SEVEGNANI, D. ; KLUG, L. C. . Estágio Curricular Supervisionado de Língua Inglesa I. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SEVEGNANI, D. ; SUTIL, ; RISKE-KOCK, S. ; OLIVEIRA, L. B. . MÚSICAS LAKLÃNÕ/XOKLENG EM REGISTROS: UM ARCABOUÇO E/M RIQUEZA MILENAR NO VALE DO ITAJAI. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Outras produções
THOMAS, A. P. ; SEVEGNANI, D. ; MORAES, J. M. . As meninas nas denúncias e confissões do tribunal da Inquisição: um estudo das práticas religiosas e da infância no Brasil colonial. 2023. (Relatório de pesquisa).
SEVEGNANI, D. ; BAMBINETI, P. H. ; PAGNUSSAT, E. ; PEREIRA, H. Z. ; COSTA, L. R. D. ; DALAGNOL, L. ; TRIBESS, E. ; BENGE, C. P. L. ; CARDOSO, F. F. ; OLIVEIRA, L. B. ; WICKERT, T. A. . DIVERSIDADE(s), DIFERENÇA(s) E DESENVOLVIMENTO(s) NO TERRITÓRIO: TEMPOS/ESPAÇOS/LUGARES DA PRESENÇA NEGRA NO VALE DO ITAJAÍ. 2023. (Relatório de pesquisa).
SEVEGNANI, D. ; SUTIL, ; RISKE-KOCK, S. ; OLIVEIRA, L. B. . MÚSICAS LAKLÃNÕ/XOKLENG EM REGISTROS: UM ARCABOUÇO E/M RIQUEZA MILENAR NO VALE DO ITAJAÍ. 2020. (Relatório de pesquisa).
Projetos de pesquisa
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2022 - 2023
DIVERSIDADE(s), DIFERENÇA(s) E DESENVOLVIMENTO(s) NO TERRITÓRIO: TEMPOS/ESPAÇOS/LUGARES DA PRESENÇA NEGRA NO VALE DO ITAJAÍ, Descrição: (Introdução) Discursos e registros relativos aos processos de colonialidades, que geraram desenvolvimento para o Brasil, pouco ou raramente se atém a discutir, valorizar e trazer à luz as contribuições da presença dos negros da terra (termo do período da colônia para designar os povos originários como mão de obra escrava) e de negras e negros escravizadas(os) trazidos do continente africano. Os braços que desenvolveram o Brasil colônia são majoritariamente negros, uma vez que os povos originários, buscavam fugir para as matas e/ou eram chacinados. Apesar de gerado com o trabalho e/m sangue indígena e negro, o "progresso" da nação brasileira pensado desde o período imperial buscava o embranquecimento da sua população. Um dos expedientes utilizados, foi a importação de mão de obra europeia. Pesquisas iniciais em diferentes fontes e bancos de dados revelaram a fragilidade de registros da presença de negros diaspóricos na colonização do Alto Vale do Itajaí. Entretanto, correspondências entre colonizadores europeus, registros eclesiásticos e fotográficos relativos ao período da construção da Estrada Blumenau - Rio do Sul e Estrada de Ferro Vale do Itajaí, anteriores aos anos de 1940 revelam a presença de rostos negros, índios e caboclos nesta região catarinense. (Objetivos) Esta investigação tem por objetivo, identificar, situar e caracterizar a presença, cultura e participação de negras e negros afrodiaspóricos na região do Vale do Itajaí, a partir do início do século XIX. (Metodologia) A investigação de caráter qualitativo utiliza pesquisa bibliográfica e documental nos museus e/ou arquivos históricos de Itajaí, Blumenau, Indaial, Ibirama, Rio do Sul, Pouso Redondo, Lages e Curitibanos. (Resultados) Os resultados serão socializados em eventos científicos, seminários e encontros pedagógicos buscando subsidiar e/ou fomentar estudos e pesquisas relacionadas ao tema.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Daniel Sevegnani - Integrante / Lilian Blanck de Oliveira - Coordenador / Pedro Henrique Bambineti - Integrante / Tarcisio Alfonso Wickert - Integrante / Hemerson Zwang Pereira - Integrante / Larissa Regina Dias da Costa - Integrante / Laís Dalagnol - Integrante / Emellie Tribess - Integrante / Cássia Patrícia Lourenço Benge - Integrante / Flavio Fortunato Cardoso - Integrante.
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2022 - 2023
As meninas nas denúncias e confissões do tribunal da Inquisição: um estudo das práticas religiosas e da infância no Brasil colonial, Descrição: O tribunal da Inquisição, embora originária do medievo, se desenvolveu e ampliou suas ações durante a denominada Época Moderna ocidental, ou seja, entre os séculos XV e XVIII. Na península ibérica, a instalação dos tribunais inquisitoriais correspondeu ao período de estreitamento das ligações entre a esfera política e religiosa, visando reforçar a confessionalização e o disciplinamento das populações, no intuito de transformar a consciência moral e os costumes em múltiplos aspectos da vida social. As ações do tribunal inquisitorial português incluíram três visitas ao Brasil colonial, respectivamente entre 1591-1595, 1618-1620 e 1763-1769, as quais resultaram em centenas de denúncias e confissões. Os documentos produzidos pelo tribunal se conservam até hoje e são fonte riquíssima para o estudo das sociedades naquele período. Desde o século XIX, o material produzido pela inquisição é utilizado por historiadores, entretanto alguns temas ainda carecem de estudos, tal como a presença das crianças e as perspectivas sobre esses sujeitos pelo tribunal. No intuito de colmatar essa lacuna, essa pesquisa analisará a presença das meninas na documentação inquisitorial, estabelecendo o perfil e as situações de denúncia e acusação que estão envolvidas. A integração de outros sujeitos as narrativas históricas, principalmente a partir da década de 1960, favoreceu a valorização da história das infâncias e, consequentemente, das crianças. Estas tornaram-se objeto de pesquisa, proporcionando a ampliação de perspectivas e problemáticas historiográficas. Denotar protagonismo às infâncias contribui para ampliar sua visibilidade, auxiliando no reconhecimento das especificidades e da individualidade das crianças. Assim, ao problematizar o tratamento destinado às meninas e as práticas religiosas, esta pesquisa visa refletir acerca das visões e símbolos demarcadores de gênero, contribuindo para a desnaturalização dos estereótipos e das ideias do senso comum que contribuem para a discriminação e violência contra as meninas na atualidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Daniel Sevegnani - Integrante / Ana Paula Thomas - Integrante / Juliana de Mello Moraes - Coordenador.
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2021 - 2022
//TERRITÓRIO(S), DIVERSIDADE(S) E DIFERENÇA(S): TEMPOS/ESPAÇOS/LUGARES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR DA FURB/SC, Descrição: (Introdução) Processos colonizadores ocorridos na América Latina oprimiram, invisibilizaram e marginalizaram uma miríade de sujeitos, povos e culturas levando-os a adotar, aprender e colocar em prática a cultura dos povos dominadores em muitas áreas e campos de atividades, entre elas, a educação formal. A diversidade de saberes e conhecimentos - cosmovisão de cada povo originário - foi substituída pela visão de caráter homogeneizante dos povos colonizadores. Na atualidade estudos e práticas relativas à diversidade de sujeitos, povos e culturas no contexto latino-americano apresentam problemáticas, desafios e possibilidades às democracias preocupadas em construir e cumprir agendas de igualdade, principalmente no tocante a governos, instituições, concepções e processos de desenvolvimento, em simetria com as especificidades das comunidades e povos. Pensar as diferenças implica perceber e assumir que elas existem e lutam cotidianamente para resistir ao poder de homogeneização. Historicamente instituições e organismos sociais têm contribuído para a construção e disseminação de pensamentos e práticas de cunho colonizador. Na atualidade movimentos e práticas acadêmicas tem buscado assumir e incorporar saberes e conhecimentos de povos e culturas originários e/ou invisibilizados numa perspectiva decolonial e intercultural, em contraposição a socialização e perpetuação de conhecimentos universais na perspectiva de uma história oficial e monocultural. (Objetivos) Este projeto busca identificar olhares, leituras, concepções, conteúdos e práticas relacionadas à(s) diversidade(s); diferença(s) e desenvolvimento(s) numa perspectiva decolonial e intercultural, presentes em documentos curriculares de Cursos de Graduação Bacharelados da Universidade Regional de Blumenau. (Metodologia) A investigação se constitui de pesquisa bibliográfica e documental na Biblioteca da FURB e sites de bibliotecas especializados na área. (Resultados) Os resultados serão socializados em eventos científicos, seminários e encontros pedagógicos buscando subsidiar e/ou fomentar estudos e pesquisas relacionadas ao tema.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Daniel Sevegnani - Integrante / Barbara Luiza da Silva Depin - Integrante / Lilian Blanck de Oliveira - Coordenador.
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2020 - 2020
MÚSICAS LAKLÃNÕ/XOKLENG EM REGISTROS: UM ARCABOUÇO E/M RIQUEZA MILENAR NO VALE DO ITAJAI, Descrição: O Povo Indígena Laklanõ/Xokleng (Terra Indígena Ibirama/SC) traz como um dos traços marcantes de sua história a presença da música, elemento integrador e identitário de sua cultura. Enquanto fenômeno universal a música possui significados e linguagens distintas entre os povos sendo culturalmente construída e apreendida. Conhecer as expressões musicais de um povo é achegar-se ao que de mais profundo ele tem e o constitui. Os resultados de uma pesquisa IC FURB desenvolvida em 2016 pelo GPEAD/PPGDR envolvendo a temática sinalizou a necessidade de conhecimento e valorização da história e cultura dos povos indígenas no contexto regional; resgate e socialização de diferentes formas de expressão do Povo Laklãnõ / Xokleng, entre elas as de cunho musical; construção de leituras e olhares comprometidos com à temática; formação inicial e continuada para docentes da EB e processos de pesquisa-extensão-ensino no ES contemplando a temática. Em sintonia com estes resultados e, buscando atender a Lei nº. 11.645/08 ( obrigatoriedade conteúdos de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena ministrados no âmbito de todo o currículo escolar), a Lei nº 11.769/96, (obrigatoriedade componente curricular de Música na EB, o constituindo uma das linguagens do currículo pela Lei nº 13.278/16); integrar acadêmicos, docentes e processos de ensino-pesquisa-extensão da FURB via Curso Licenciatura Pedagogia ¿ Indígena Xokleng e Música intentamos dar continuidade ao projeto inicial, na direção e utilização de seus principais referenciais epistemetodológicos na forma do objetivo que segue. (OBJETIVOS) Este projeto visa identificar e registrar de forma coletiva com acadêmicos do Curso Licenciatura Pedagogia ¿ Indígena Xokleng e Música da FURB canções, que integram o universo da história e cultura Laklãnõ/Xokleng, buscando contribuir com a visibilização deste arcabouço cultural na comunidade regional, movimentos e organismos culturais, Educação Básica e Superior do Vale do Itajaí. (METODOLOGIA) A investigação de cunho qualitativo e caráter etnográfico se constitui de pesquisa bibliográfica, documental e social (entrevistas semiestruturadas e/ou narrativas). (RESULTADOS) Os resultados serão socializados na Terra Indígena Ibirama, Seminário das Licenciaturas FURB, MIPE FURB, eventos científicos, seminários e encontros pedagógicos na área, entre outros.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Daniel Sevegnani - Integrante / Lilian Blanck de Oliveira - Coordenador / Saul Filipe Sutil - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
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