Marcelo Henrique Bezerra Ramos
Professor Substituto na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Departamento de Educação do Campo, Movimentos Sociais e Diversidade. Mestre e Doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense. Graduado em História pela Universidade Estadual do Ceará - UECE. Pesquisdor do Observatório da História da Classe Trabalhadora (UFF). Na pesquisa de doutorado analisou comparativamente a greve dos bancários e a greve das castanheiras do Ceará em 1968, sob uma perspectiva de gênero, raça e classe. A pesquisa da tese "Ternos e Trapos" ganhou o prêmio Labor Research Award for Contingent and Community College Faculty and Independent Scholars (2024), entregue pela Labor and Working Class History Association (LAWCHA - EUA). Foi Bolsista da CAPES-MEC durante o mestrado e doutorado, tendo realizado estágio sanduíche na Universidade de Duke no Doutorado, e na Universidade de Indiana durante o Mestrado. Apresentou sua pesquisa em importantes conferências nacionais e internacionais, dentre elas Working-Class Studies Association (Bloomington, Indiana, 2017), Historical Materialism (SOAS Londres, 2018), Labor and Working Class Studies Association (Washington, 2017, Duke, 2019 e Chicago, 2025), Afro Latin American Research Institute (Harvard, EUA, 2022). Tem interesses de pesquisa em questões de gênero e raça no mundo do trabalho, movimentos antirracistas, greves, migração, mudanças climáticas, Ceará, Nordeste, formação da classe trabalhadora, formação do povo brasileiro e Educação em geral.
Informações coletadas do Lattes em 31/12/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em História
2018 - 2022
Universidade Federal Fluminense
Título: TERNOS E TRAPOS: BANCÁRIOS E CASTANHEIRAS E A FORMAÇÃO DESIGUAL DA CLASSE TRABALHADORA NO CEARÁ (1954-1970)
com Sonia Regina de Mendonça. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: greves; trabalho; gênera, raça e classe.Grande área: Ciências Humanas
Mestrado em História
2016 - 2018
Universidade Federal Fluminense
Título: A guerra das castanheiras da CIONE (Fortaleza-CE, 1968) contra-hegemonia, consciência de classe e memórias de luta
Orientador: em Indiana University ( Joseph Varga)
com , Ano de Obtenção: 2018.Sônia Regina Mendonça.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Estado; Hegemonia; Consciência de classe; Greve.Grande área: Ciências Humanas
Graduação em Licenciatura Plena em História
2008 - 2015
Universidade Estadual do Ceará
Título: A esquerda cearense e a greve CIONE: experiências, memórias e consciência de classe (1968)
Orientador: William James Mello
Bolsista do(a): Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico, FUNCAP, Brasil.
Formação complementar
2020 - 2020
Visiting Scholar. (Carga horária: 400h). , Duke University, DUKE, Estados Unidos.
2017 - 2017
Scholar Visiting for Research - Departament of Labor Studies. (Carga horária: 120h). , Indiana University, IU Bloomington, Estados Unidos.
2017 - 2017
TOEFL Preparation Intensive. (Carga horária: 60h). , Stafford House Chicago, SHC, Estados Unidos.
2016 - 2016
Minicurso ?O Livro I e a crítica da Economia Política: o processo de produç. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
2009 - 2009
A POLÍTICA ARMADA. (Carga horária: 6h). , Universidade Estadual do Ceará, UECE, Brasil.
2009 - 2009
História Indígena dos sertões do Brasil. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal do Pará, UFPA, Brasil.
2009 - 2009
História Indígena na América Portuguesa. (Carga horária: 12h). , Associação Nacional de História, ANPUH, Brasil.
2008 - 2008
Arqueologia Histórica. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2008 - 2008
História Cultural. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de São João Del-Rei, UFSJ, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História e Mundo do Trabalho.
Organização de eventos
CRUMPLER, Courtney ; FRENCH, John ; ALMEIDA, Silvio ; RAMOS, Marcelo H. B. ; KIDD, Gray F. . Black Lives Matter (Brazil-USA). 2020. (Exposição).
RAMOS, Marcelo H. B. ; MATTOS, M. B. ; BONENTE, B. I. ; MEDEIROS, J. L. . Colóquio Internacional Marx e o Marxismo 2019: Marxismo sem tabus ? Enfrentando opressões. 2019. (Congresso).
RAMOS, M. H. B. . XIII Semana de História da UECE. 2009. (Outro).
RAMOS, M. H. B. . XXV Simpósio Nacional de História - História e Ética. 2009. (Outro).
SIQUEIRA, Silvia Márcia Alves ; RAMOS, M. H. B. ; NETO, Joao Moreira ; STUDART, Vitor Melo . I Jornada de Arqueologia da UECE. 2009. (Outro).
Participação em eventos
2020 Global Brazil Conference | Brazil Inside Out: The Arts of Life and Death. 2020. (Seminário).
30° Simpósio Nacional de História - História e o futuro da educação no Brasil /.Racismo e supremacia como forma de hegemonia: diálogos entre gramsci e a crítica da questão racial em uma perspectiva historiográfica. 2019. (Simpósio).
Labor and Working Class History Association?s ?Scales of Struggle? conference. 2017. (Encontro).
Working-Class Studies Association Annual Conference.The Battle of the ?Castanheiras? (1968): An experience in working class organization in Brazil.. 2017. (Encontro).
IV Seminário Internacional Mundos do Trabalho / VIII Jornada Nacional de História do Trabalho,.A GUERRA DAS CASTANHEIRAS DA CIONE (1968): EXPERIÊNCIAS, MEMÓRIAS E CONSCIÊNCIAS DE CLASSE. 2016. (Seminário).
IX Simpósio Nacional Estado e Poder.A Guerra das Castanheiras e a Crítica do Estado e da Política em Gramsci e Marx. 2016. (Simpósio).
Marx e Marxismo 2016. 2016. (Seminário).
XII Conselho Nacional de Entidades de Base da UNE. 2009. (Encontro).
XIII Semana de História da UECE.CATEQUIZAÇÃO: ALTERNATIVA OU OBRIGAÇÃO?. 2009. (Seminário).
XXIX Encontro Nacional dos Estudantes de História.CONTRIBUIÇÃO DA CATEQUESE PARA A OCUPAÇÃO PORTUGUESA DO TERRITÓRIO CEARENSE. 2009. (Encontro).
5 Workshop Arqueológico de Xingó. 2008. (Oficina).
XXVIII Encontro Nacional de Estudantes de História. 2008. (Encontro).
I Conferência Internacional Vozes de Nuestra América. 2007. (Congresso).
Participação em bancas
RAMOS, Marcelo H. B.; MACHADO, B. A.; MELO, D. B.; MIRANDA, K. A.; MATTOS, M. B.. CONVERGÊNCIAS ENTRE OS MOVIMENTOS FEMINISTA E SINDICAL NA EXPERIÊNCIA BRASILEIRA (1968-1988). 2025. Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense.
Produções bibliográficas
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RAMOS, Marcelo H. B. . Elementos para a História da Ação Popular no Ceará: uma análise a partir da atuação na Guerra das Castanheiras (Fortaleza, Ceará - 1968) .. REVISTA HISTÓRIA & LUTA DE CLASSES , v. 1, p. 54, 2021.
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RAMOS, Marcelo H. B. . A ?GUERRA? DAS CASTANHEIRAS (CIONE, FORTALEZA/CE, 1968): UMA EXPERIÊNCIA DE LUTA E A CONSTRUÇÃO DE CONSCIÊNCIAS DE CLASSE. HISTÓRIA E CULTURAS , v. 5, p. seer.uece.br, 2018.
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RAMOS, M. H. B. . Ensinar história pra quê?. Encontro Nacional de Estudantes de História , v. ', p. 108-112, 2014.
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RAMOS, M. H. B. . Um panorama sobre a regulamentação da profissão de historiador. Encontro Nacional de Estudantes de História , v. 1, p. 112-114, 2014.
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RAMOS, Marcelo H. B. . Raça, Gênero e a Mobilização de Trabalhadoras em 1968. In: Danielle Jardim da Silva; Renata Vereza. (Org.). Gênero e Trabalho na História. 1ed.São Paulo: Usina Editorial, 2024, v. 1, p. 120-156.
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RAMOS, Marcelo H. B. . A GUERRA DAS CASTANHEIRAS DA CIONE: CONTRA-HEGEMONIA, GÊNERO, RAÇA E CLASSE (FORTALEZA-CE, 1968). In: Bárbara Araújo Machado; Flávia Fernandes de Souza. (Org.). Gênero, Raça e Reprodução Social. 1ed.São Paulo: Usina Editorial, 2023, v. , p. 1-.
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RAMOS, Marcelo H. B. . CONTRA OS EXTERMÍNIOS DA DITADURA DO PASSADO E DA DEMOCRACIA DO PRESENTE: POR UMA LUTA RADICAL EM DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS, DA VERDADE E DA JUSTIÇA!. Site do campo Rompendo Amarras, 01 abr. 2013.
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RAMOS, Marcelo H. B. . TAPAR O SOL COM PENEIRA? CRIMINALIZAR NÃO É A SOLUÇÃO!. Site do campo Rompendo Amarras, 03 mar. 2013.
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RAMOS, Marcelo H. B. ; FERREIRA, P. ; HAUBRICH, A. ; PERES, R. ; ALTMANN, C. ; GUILHERME, P. ; MODA, F. ; MIOTTO, T. . 15-O: UMA PRIMAVERA QUE SE ESTENDEU. O Viés: jornalismo a contrapelo, 18 out. 2011.
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RAMOS, Marcelo H. B. ; MORAES, Talita . 20 mil pessoas fazem barricadas pela educação em Brasília. Site do Coletivo Barricadas Abrem Caminhos, 29 ago. 2011.
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RAMOS, Marcelo H. B. . A emigração cearense: condições climáticas adversas, produção de commodities e demandas por força de trabalho no desenvolvimento brasileiro (1877-1959). In: 33º Simpósio Nacional de História, 2025, Belo Horizonte. Anais do 33º Simpósio Nacional de História, 2025.
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RAMOS, Marcelo H. B. . Racismo e supremacia como forma de hegemonia: diálogos entre gramsci e a crítica da questão racial em uma perspectiva historiográfica. In: 30º Simpósio Nacional de História, 2019, Recife. Anais do 30° Simpósio Nacional de História - História e o futuro da educação no Brasil, 2019.
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RAMOS, Marcelo H. B. . O caráter educativo de um aparelho privado de hegemonia da classe trabalhadora: a experiência de organização da Ação Popular junto as castanheiras (CIONE, Fortaleza-CE, 1967-1969). In: XVIII Encontro Internacional e Encontro de História da ANPUH-RIO, 2018, Niterói. Anais do Encontro Internacional e XVIII Encontro de História da ANPUH-Rio, 2018.
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RAMOS, Marcelo H. B. . Subalternos e luta contra-hegemônica: uma análise comparativa da história de duas greves em Fortaleza (1967/68). In: X Simpósio Estado e Poder: Estado Ampliado, 2018, Niterói, RJ. Anais do X Simpósio Estado e Poder: Estado Ampliado, 2018. p. 799-816.
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RAMOS, Marcelo H. B. . A Guerra das Castanheiras (Fortaleza-CE, Brasil, 1968): Contra-hegemonia e Consciência de Classe. In: IV Conferência Internacional Greves e Conflitos Sociais., 2018, são paulo. Anais da IV Conferência Internacional Greves e Conflitos Sociais., 2018.
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RAMOS, Marcelo H. B. . A Guerra das Castanheiras (Cione, Fortaleza, 1968) a partir dos conceitos de classe, raça e gênero na nova história social do trabalho. In: Colóquio Internacional Marx e o Marxismo 2017: De O capital à Revolução de Outubro (1867 ? 1917), 2017, niteroi. Anais do Colóquio Internacional Marx e o Marxismo 2017 De O capital à Revolução de Outubro (1867 ? 1917), 2017.
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RAMOS, Marcelo H. B. . guerra das castanheiras a partir dos conceitos de estado, hegemonia, classe e organização política em marx e gramsci. In: XXIX SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA Contra os preconceitos: História e Democracia., 2017, Brasília. CADERNO DE RESUMOS DO XXIX SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA Contra os preconceitos: História e Democracia, 2017.
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RAMOS, Marcelo H. B. . A GUERRA DAS CASTANHEIRAS E A CRÍTICA DO ESTADO E DA POLÍTICA EM GRAMSCI E MARX. In: IX SIMPÓSIO NACIONAL ESTADO E PODER: Gramsci na Pesquisa Histórica, 2016, Niterói, Rio de Janeiro. ANAIS DO IX SIMPÓSIO NACIONAL ESTADO E PODER: Gramsci na Pesquisa Histórica, 2016.
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RAMOS, M. H. B. . A GREVE DAS CASTANHEIRAS DA COMPANHIA INDUSTRIAL DE ÓLEOS DO NORDESTE ? CIONE ? EXPERIÊNCIAS E MEMÓRIAS SOBRE UMA CONSCIÊNCIA DE CLASSE (1968). In: XIV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DO CEARÁ: A Historiografia contemporânea e seu caráter libertário - As contribuições de MARC BLOCH, 2014, Limoiro do Norte - CE. Anais do XIV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DO CEARÁ: A Historiografia contemporânea e seu caráter libertário - As contribuições de MARC BLOCH, 2014.
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RAMOS, Marcelo H. B. . Entre a espada e a bíblia, preferimos a catequese. In: XXX Encontro Nacional de Estudantes de História, 2010, Fortaleza. XXX Encontro Nacional de Estudantes de História (30.: 2010:Fortaleza,CE). Fortaleza: EdUECE, 2010.
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RAMOS, M. H. B. . A GREVE DAS CASTANHEIRAS DA COMPANHIA INDUSTRIAL DE ÓLEOS DO NORDESTE ? CIONE ? EXPERIÊNCIAS E MEMÓRIAS SOBRE UMA CONSCIÊNCIA DE CLASSE (1968). In: XII Encontro Nacional de História Oral: Política, Ética e Conhecimento, 2014, Teresina - PI. Anais do XII Encontro Nacional de História Oral: Política, Ética e Conhecimento, 2014.
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RAMOS, M. H. B. ; OLIVEIRA, Guarany . A Universidade Estadual do Ceará no governo das mudanças (1986-1994). In: V Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo, 2011, Florianópolis - SC. Anais do V Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo, 2011.
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RAMOS, M. H. B. . CONTRIBUIÇÃO DA CATEQUESE PARA A OCUPAÇÃO PORTUGUESA DO TERRITÓRIO CEARENSE. In: XXIX Encontro Nacional dos Estudantes de História, 2009, Belém. Anais do XXIV Encontro Nacional dos Estudantes de História, 2009.
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RAMOS, Marcelo H. B. . SUITS AND RAGS: BANK EMPLOYEES, CASHEW PROCESSORS, AND DEVELOPMENT IN CEARÁ, 1950-1979. LABOR (DURHAM, N.C.) , 2025.
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RAMOS, Marcelo H. B. . NORDESTE EM DESENCANTO: SUDENE, BNB E A INDUSTRIALIZAÇÃO DO CAJU NO CEARÁ NOS ANOS 1950 E 1960. 2024. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . OS ESTÁGIOS INTERDISCIPLINARES DE VIVÊNCIA (EIV) E A EDUCAÇÃO DO CAMPO: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DE CONSTRUÇÃO DO EIV CEARÁ. 2024. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . Raça, branquitude e gênero no movimento de bancários no Ceará (1960-1970). 2023. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . Ternos e Trapos: bancários e castanheiras na formação desigual da classe trabalhadora no Ceará (1954-1970). 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . Ternos e trapos: desigualdades de raça e gênero na vida de bancários e castanheiras no nordeste brasileiro. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . Racismo e supremacia como forma de hegemonia: diálogos entre gramsci e a crítica da questão racial em uma perspectiva historiográfica. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . Subalterns and Counter-hegemonic Struggle: A Comparative Analysis of the History of Two Strikes in Fortaleza, Brazil, 1967-1968. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . The battle of castanheiras (Fortaleza-CE, 1968): counter-hegemony, class consciousness and struggle memories. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . Subalternos e luta contra-hegemônica: uma análise comparativa da história de duas greves em Fortaleza (1967/68). 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . O caráter educativo de um aparelho privado de hegemonia da classe trabalhadora: a experiência de organização da Ação Popular junto as castanheiras (CIONE, Fortaleza-CE, 1967-1969). 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . The Battle of the 'Castanheiras' (1968): An experience in working class organization in Brazil.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . A guerra das castanheiras: memória, experiência e consciências de classe na greve da CIONE (1968). 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . A GUERRA DAS CASTANHEIRAS E A CRÍTICA DO ESTADO E DA POLÍTICA EM GRAMSCI E MARX. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . A Guerra das Castanheiras e a Crítica do Estado e da Política em Gramsci e Marx. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . A guerra das castanheiras: memória, experiência e consciências de classe na greve da CIONE (1968). 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, M. H. B. . CATEQUIZAÇÃO: ALTERNATIVA OU OBRIGAÇÃO?. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, M. H. B. . CONTRIBUIÇÃO DA CATEQUESE PARA A OCUPAÇÃO PORTUGUESA DO TERRITÓRIO CEARENSE. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, M. H. B. . O papel da arqueologia na inclusão social: a contribuição da ciência na transformação da sociedade. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RAMOS, Marcelo H. B. . As Operárias ?Insensatas?: História, memória, cultura e política na greve da CIONE (Fortaleza-CE, 1968) 2016 (Relatório de pesquisa).
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RAMOS, Marcelo H. B. . A esquerda cearense e a greve da CIONE: experiências, memórias e consciência de classe (1968). 2014 (Monografia).
Outras produções
RAMOS, Marcelo H. B. . Audiência Pública - Apresentação do Atlas dos Agrotóxicos. 2024. (Programa de rádio ou TV/Outra).
ALMEIDA, Silvio ; KIDD, Gray F. ; CRUMPLER, Courtney ; FRENCH, John ; RAMOS, Marcelo H. B. . Black Lives Matter (Brazil-USA). 2020; Tema: Black Lives Matter. (Site).
RAMOS, Marcelo H. B. . Gênero, raça e mobilizações de trabalhadores em Fortaleza: as greves de Bancários e Castanheiras em 1968. 2024. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
RAMOS, M. H. B. . Cine Clube "O que eu fiz para você me desrespeitar assim?. 2009 (Cine Clube).
Projetos de pesquisa
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2025 - Atual
A emigração cearense: condições climáticas adversas, produção de commodities e demandas por força de trabalho no desenvolvimento brasileiro (1877-1959), Descrição: Entre o final do século XIX e meados do século XX houve um fluxo de migração de milhões de nordestinos para o centro-sul e região amazônica do Brasil. Isto possibilitou o abastecimento de força de trabalho na produção de commodities (borracha e café) para o mercado global e a industrialização do sudeste do país (Rio de Janeiro e São Paulo), sendo assim um processo marcante do desenvolvimento econômico nacional e na formação da classe trabalhadora brasileira.Na década de 1860, durante o período da Guerra Civil Americana, houve uma relevante expansão da indústria algodoeira no Ceará, suprindo as demandas internacionais por aquela commodity. Porém o retorno da produção do sul dos EUA e as condições climáticas adversas causadas por três anos de secas entre 1877-1879 (A Grande Seca) destruíram a economia e as condições de sobrevivência da massa de trabalhadores local. Abordaremos este caso onde a expansão da fronteira de commodities se estabelece além das possibilidades de adaptação daquela produção às condições naturais do território.Calcula-se em torno de 500 mil mortes causadas pela fome nestes anos em todo o nordeste brasileiro. No Ceará, de longe a província mais afetada. Já nos primeiros anos, enormes campos de concentração de flagelados da seca foram organizados nos arredores e caminhos para Fortaleza. Mas é a migração para outras regiões do país o principal caminho daqueles trabalhadores, chamados desde então de retirantes da seca. Destacamos que a migração dessa massa de trabalhadores aos novos espaços foi acompanhada de racialização e preconceitos xenofóbicos (cabeça-chata) que marcaram a formação da classe trabalhadora brasileira e nordestina em particular.Nos propomos neste trabalho analisar historicamente a migração da força de trabalho cearense dos finais do século XIX à primeira metade do século XX, relacionando esta com a produção de commodities agrícolas e as crises climáticas do nordeste em meio ao desenvolvimento capitalista brasileiro. Faremos isso buscando compreender também como os trabalhadores se organizaram para construir suas formas de resistência, destacando as clivagens raciais e de identidade regional. Para isso utilizaremos as metodologias e abordagens da História Global do Trabalho, relacionando com uma bibliografia e metodologias da história ambiental, evidenciando a expansão das fronteiras de commodities no sul global e seu impacto no meio ambiente e no mundo do trabalho, inseridas na dinâmica periferia-centro do trânsito de commodities e seus capitais pelo mundo. Este trabalho buscará apresentar algumas hipóteses e respostas parciais de um projeto de pós-doutorado a partir de pesquisa em fontes primárias no Instituto Internacional de História Social (Amsterdã) e Arquivo Público do Estado do Ceará.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcelo Henrique Bezerra Ramos - Coordenador.
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2018 - 2022
TERNOS E TRAPOS: BANCÁRIOS E CASTANHEIRAS E A FORMAÇÃO DESIGUAL DA CLASSE TRABALHADORA NO CEARÁ (1954-1970), Descrição: Em outubro e novembro de 1968 bancários e castanheiras realizaram duas greves que questionaram a ordem política e social, tomando manchetes dos jornais, chamando a atenção do Ministério do Trabalho às vésperas do governo ditatorial aprofundar o regime de exceção com o Ato Institucional n 5 que efetuou prisões, torturas e assassinatos contra o efervescente movimento de trabalhadores e estudantes de 1968. Vestidos em ternos: os bancários, uma categoria composta predominantemente de homens brancos, de classe média, tradicionalmente organizados pela esquerda e sindicatos. Vestidas em trapos: castanheiras, operárias da indústria do óleo da castanha de caju, mulheres negras, indígenas, caboclas e cafuzas, pobres, sem tradição sindical, incipientemente organizadas por movimentos ligados à Igreja Católica e à esquerda cristã. Baseado em entrevistas, jornais, relatórios de polícia, acordos trabalhistas e documentos de diplomacia e inteligência, este trabalho vem discutir os conflitos de gênero e raça na vida destes dois diferentes grupos de trabalhadores do nordeste brasileiro enquanto tentavam estabelecer relações de solidariedade e cooperação por melhores salários e condições de trabalho e vida num período de implementação de projetos de desenvolvimentismo regional e nacional marcados pelo autoritarismo e extrema violência política determinantes na história brasileira. Concluiremos entendendo que o racismo e o machismo entranhado pela formação colonialista e escravocrata do nordeste brasileiro, expresso período de desenvolvimentismo, estão presentes como elementos desagregadores para a formação destes movimentos sociais de trabalhadores.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcelo Henrique Bezerra Ramos - Coordenador.
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2016 - 2018
A GUERRA DAS CASTANHEIRAS DA CIONE (FORTALEZA-CE, 1968): CONTRAHEGEMONIA, CONSCIÊNCIA DE CLASSE E MEMÓRIAS DE LUTA., Descrição: Em finais de 1968 centenas de castanheiras (operárias da indústria da extração de óleo dacastanha de caju) da Companhia Industrial de Óleos do Nordeste CIONE (Fortaleza-CE)organizaram uma greve para reivindicar melhores salários e condições de trabalhodesenvolvendo-se numa crítica à lógica da exploração sofrida pelas trabalhadoras e ao papeldo patrão e do Estado na opressão de classe. Este é um período de ditadura empresarial militar no Brasil, marcado pelo aumento da coerção na sociedade, cerceamento das liberdadespolíticas, perseguição aos movimentos sociais e arrocho sobre os salários e a vida dos e dastrabalhadoras, a fim de garantir melhores condições para a produção e reprodução do Capitalno Brasil. Portanto, buscamos entender o processo de organização política e construção deconsciência de classe entre estas trabalhadoras, identificando aparelhos privados dehegemonia para organização dessa ação política, que enfrentaram o projeto hegemônico e acoerção aplicada pelo Estado, contribuindo no movimento contra-hegemônico que marcou1968 como o ano de maior resistência dos subalternos ao regime militar, tais como as grevesdos metalúrgicos de Osasco-SP e Contagem-MG, e a greve dos trabalhadores rurais da zonada mata pernambucana. Nós, por escolha temática e metodológica a partir do que achamosmais importante a destacar no momento a partir do nosso trabalho com as fontes, nosesforçamos para dar um maior aprofundamento a um aspecto em si da greve, os processos detransformação da consciência de classe no processo de construção do movimento e da greve,relacionando as questões de raça e gênero com o processo de formação de classe. Qual era aconsciência que as operárias tinham da sua situação de trabalho? Como as operárias seconscientizaram da necessidade de se organizarem e empreenderem luta contra o patrão?Como o conflito de classes na CIONE, evidenciado sobretudo através da greve, contribuiupara a construção de uma consciência de classe entre os e as sujeitas envolvidas? Como age a greve sobre a consciência de classe? Quem eram os aparelhos de classe que agiram na greve? Qual papel desses aparelhos na construção de uma consciência política de classe? Esses aparelhos privados conseguiram efetivamente disputar a hegemonia em 1968?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcelo Henrique Bezerra Ramos - Coordenador.
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2013 - 2015
As Operárias ?Insensatas?: História, memória, cultura e política na greve da CIONE (Fortaleza-CE, 1968), Descrição: Esta pesquisa é fruto de um esforço de trazer para o debate historiográfico um processo de conflito entre classes no período da ditadura civil militar, mais especificamente em 1968, na cidade de Fortaleza, e que, assim como tantos outros, foram silenciados pela repressão e necessitam de maior atenção acadêmica, contribuindo assim para o entendimento da memória, da cultura política e do fazer-se da classe trabalhadora na capital do Ceará. Buscamos prosseguir um trabalho iniciado com uma monografia para conclusão do curso de história da UECE, tendo aqui o foco na análise da construção da greve entendendo as trajetórias de vida das operárias, a relação com as organizações de esquerda e a forma de organização como parte do processo da construção de culturas políticas da classe trabalhadora em Fortaleza nos finais da década de 1960. A história da greve na CIONE ? Companhia Industrial de Óleos do Nordeste ? de 1968 faz parte da história do conflito de classes e das lutas contra o regime militar brasileiro em Fortaleza. A história desta greve é a história da construção de uma cultura política entre mulheres operárias, uma escola de formação de consciências de classe. Neste sentindo, queremos contribuir para construção da história do movimento operário de Fortaleza, entendendo sua formação cultural e sua importância política.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcelo Henrique Bezerra Ramos - Integrante / William James Mello - Coordenador.
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2009 - 2010
Conservação e sistematização de reserva técnica arqueológica da UECE, Descrição: Bolsista de Iniciação científica e membro do ARCHEA - grupo de pesquisa em antiguidade e medievaliade. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcelo Henrique Bezerra Ramos - Integrante / SIQUEIRA, Silvia Márcia Alves - Coordenador.
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2008 - 2009
Arqueologia cearense: inventário e organização de reserva técnica de material recebido como endosso institucional pelo curso de história da UECE, Descrição: Bolsista de Iniciação Cintífica do projeto Arqueologia cearense: inventário e organização de reserva técnica de material recebido como endosso institucional pelo curso de história da UECE. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcelo Henrique Bezerra Ramos - Integrante / SIQUEIRA, Silvia Márcia Alves - Coordenador.
Prêmios
2025
LAWCHA International Travel Grant, LAWCHA.
2024
LAWCHA/Labor Research Award for Contingent and Community College Faculty and Independent Scholars, Labor and Working Class History Association - LAWCHA.
2024
Moção de Louvor e Reconhecimento (pela atuação em Educação Popular), Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
2019
Labor and Working-Class History Travel Grant, LAWCHA.
Histórico profissional
Experiência profissional
2018 - 2022
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 40
Outras informações:
Pesquisador CAPES Doutorado
2019 - 2019
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio Docente, Carga horária: 4
Outras informações:
Disciplina Seminário Monográfico: História Raça e Classe
2017 - 2018
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 40
Outras informações:
Bolsista CAPES Pesquisador Mestrado
2008 - 2010
Universidade Estadual do CearáVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20
Outras informações:
Estagiário do Laboratória de Reserva Técnica do ARCHEA - Grupo de Pesquisa em Antiguidade e Medievalidade
Atividades
-
05/2014
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Humanidades, Mestrado de História.Linhas de pesquisa
2025 - Atual
Fundação Oswaldo CruzVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Coordenação Pedagógica em Educação Popular, Carga horária: 10
Outras informações:
Tecendo diálogos e produzindo conhecimento: juventude, favela, promoção da saúde e educação superior
2012 - 2013
Fundação Oswaldo CruzVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Assistente Acadêmico, Carga horária: 20
Outras informações:
Trabalho realizado a Escola Nacional de Saúde Pública Joaquim Venâncio - ENSP/FIOCRUZ para os cursos de especialização em Saúde Pública (Educação Permanente em Saúde Pública, Vigilância Sanitária, Ativadores de Mudança em Saúde, Gestão em Saúde).
2012 - 2013
Secretaria Municipal de Educação - Prefeitura Municipal de FortalezaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20
2012 - 2012
Escola de Ensino Fundamental e Médio Marechal Humberto Castelo BrancoVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 16
2015 - 2016
Assembléia Legislativa do Estado do CearáVínculo: Assessor Parlamentar, Enquadramento Funcional: Assessor Parlamentar, Carga horária: 20
2013 - 2013
Instituto Cultura em MovimentoVínculo: Produtor Cultural - RPA, Enquadramento Funcional: Produtor Cultural, Carga horária: 20
2012 - 2013
Colégio Teles - Sede Moura MatosVínculo: Professor Temporário, Enquadramento Funcional: Professor de História, Carga horária: 20
2024 - Atual
Universidade Federal Rural do Rio de JaneiroVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Magisterio Superior - Substituto, Carga horária: 20
Outras informações:
Disciplinas ministradas:2025:- Trabalho e Educação do Campo- Pensamento Social e Cultura Brasileira- História Aplicada à Educação Básica I- PESQUISA E PRÁTICA PEDAGÓGICA EM POVOS TRADICIONAIS2024:- Trabalho e Educação do Campo- Narrativas Historiográficas II- Teoria Política I- Pensamento e Cultura Política da América Latina
2020 - 2025
Câmara dos DeputadosVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Assessor Técnico, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Assessor técnico responsável pelo acompanhamento das Comisssões de Educação e Meio Ambiente.Responsável pela elaboração de pareceres técnicos, relatórios e pesquisa para iniciativas legislativas.
2019 - 2020
Assembléia Legislativa do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: AssessorTécnico, Carga horária: 40
Outras informações:
Assessoria Técnica Parlamentar em Educação e Direitos Humanos
2020 - 2025
Popularize EducaçãoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Professor de História, Carga horária: 10
Outras informações:
Aulas de História do Brasil, História Geral, Atualidades, dentro da grande área de Ciências Humanas e suas tecnologias
2020 - 2025
SOS Educação PopularVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Coordenação Pedagógica em Educação Popular, Carga horária: 10
Outras informações:
Coordenação Pedagógica e Administrativa de Núcleo de Educação Popular - 2020-2025
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Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Marcelo Henrique Bezerra Ramos e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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