Vitória Longuinho Holz

Bacharel em Ciências Biológicas (Ecologia) e Mestre em Ecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pesquisando sobre o tema de Soluções baseadas na Natureza para o Estado do Rio de Janeiro. Experiência em sustentabilidade, soluções baseadas na natureza e mudanças climáticas. Foi aluna de Iniciação Científica no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro atuando no projeto "Estrutura e distribuição de bancos de rodolitos na Plataforma Continental do Espírito Santo", com ênfase em banco de rodolitos, macroalgas e monitoramento de regiões impactadas. Atuou como apoio técnico no "Projeto fundos recifais, bancos de rodolitos e macroalgas", financiado pela Fundação Renova. Atualmente cursa o Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFRJ, integrando a Cátedra Unesco de Alfabetização em Futuros (desde jan 2023), uma parceria entre o Museu do Amanhã (Instituto de Desenvolvimento e Gestão) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Informações coletadas do Lattes em 27/08/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Ecologia

2023 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Futuros das Cidades
Orientador: Fabio Rubio Scarano
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Mestrado em Ecologia

2020 - 2022

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: A abordagem de políticas de Soluções baseadas na Natureza: o estado-da-arte no Estado do Rio de Janeiro, Ano de Obtenção: 2022
Fabio Rubio Scarano.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Graduação em Ciências Biológicas - Ecologia

2015 - 2019

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Estrutura e distribuição de bancos de rodolitos da Plataforma Continental do Espírito Santo
Orientador: Gilberto Menezes Amado-Filho

Formação complementar

2020 - 2020

DIREITO À COMUNICAÇÃO E JUSTIÇA SOCIOAMBIENTAL. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2019 - 2019

Ferramentas de empreendedorismo para Biólogos. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2019 - 2019

Restauração Ecológica em Ecossistemas Florestais. (Carga horária: 9h). , Universidade Veiga de Almeida, UVA/RJ, Brasil.

2018 - 2018

Direito Ambiental. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2017 - 2017

Open Water Diver. , Master Dive Escola de Mergulo, PADI, Brasil., PADI, Brasil.

2010 - 2014

Inglês. , Instituto Cultural Brasil - Estados Unidos, CULTURAL, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia.

Participação em eventos

XXIII BioSemana UFRJ. 2019. (Encontro).

Bio na Rua UFRJ. Procurando Nemo: por que está cada vez mais difícil. 2018. (Exposição).

Ecosystem Services Partnership (ESP) Latin America Conference 2018. Ecosystem-based Adaptation: a review of its implementation. 2018. (Congresso).

Feira Cultural CLAC - 2018. Divulgação Cultura Mexicana. 2018. (Feira).

XXII Biosemana UFRJ. 2018. (Encontro).

XXVI Seminário PIBIC/CNPq/JBRJ.Estrutura e distribuição de bancos de rodolitos na Plataforma Continental do Espírito Santo. 2018. (Seminário).

Bio na Rua UFRJ. Abrolhos: um patrimônio para preservar. 2017. (Exposição).

Bio na Rua UFRJ. Vamos nos Pintar. 2016. (Exposição).

Produções bibliográficas

  • HOLZ, VITÓRIA L. ; BAHIA, RICARDO G. ; KAREZ, CLÁUDIA S. ; VIEIRA, FERNANDA V. ; MORAES, FERNANDO C. ; VALE, NICHOLAS F. ; SUDATTI, DANIELA B. ; SALGADO, LEONARDO T. ; MOURA, RODRIGO L. ; AMADO-FILHO, GILBERTO M. ; BASTOS, ALEX C. . Structure of Rhodolith Beds and Surrounding Habitats at the Doce River Shelf (Brazil). DIVERSITY , v. 12, p. 75, 2020.

  • VIEIRA, FERNANDA V. ; BASTOS, ALEX C. ; QUARESMA, VALÉRIA S. ; LEITE, MARCOS D. ; COSTA, ADEÍLDO ; OLIVEIRA, KYSSYANNE S.S. ; DALVI, CAROL F. ; BAHIA, RICARDO G. ; HOLZ, VITORIA L. ; MOURA, RODRIGO L. ; AMADO FILHO, GILBERTO M. . Along-shelf changes in mixed carbonate-siliciclastic sedimentation patterns. CONTINENTAL SHELF RESEARCH , v. 187, p. 103964, 2019.

  • HOLZ, V. L. ; SÁ, F. R. C. . Os 10 anos da maior tragédia climática do Brasil: como a população da Região Serrana do Rio de Janeiro segue enfrentando velhos desafios. EcoDebate, 18 jan. 2021.

  • HOLZ, V. L. . Estrutura e distribuição de bancos de rodolitos na Plataforma Continental do Espírito Santo. In: XXVII Seminário Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - CNPQ/JBRJ, 2019, Rio de Janeiro. Resumos do XXVII Seminário PIBIC, 2019.

  • HOLZ, V. L. . Estrutura e distribuição de bancos de rodolitos na Plataforma Continental do Espírito Santo. In: XXVI Seminário Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - CNPQ/JBRJ, 2018, Rio de Janeiro. Resumos do XXVI Seminário PIBIC, 2018.

  • HOLZ, V. L. ; PIRES, A. P. F. ; SCARANO, F. R. . Ecosystem-based Adaptation: a review of its implementation. In: Ecosystem Services Partnership (ESP) Latin America Conference 2018., 2018, Rio de Janeiro. Poster Book of abstracts. Thematic Working Group sessions: T12 Ecosystem services and the prevention of disasters, 2018.

  • HOLZ, V. L. . Estrutura e distribuição de bancos de rodolitos na Plataforma Continental do Espírito Santo. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • HOLZ, V. L. ; PIRES, A. P. F. ; SCARANO, F. R. . Ecosystem-based Adaptation: a review of its implementation. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • HOLZ, V. L. . Estrutura e distribuição de bancos de rodolitos na Plataforma Continental do Espírito Santo. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Outras produções

MOURA, RODRIGO L. ; AMADO FILHO, GILBERTO M. ; SALOMON, P. S. ; SALGADO, L. T. ; HOLZ, V. L. . Relatório semestral - Projeto Rede Rio Doce Mar. 2019. (Relatório de pesquisa).

MOURA, RODRIGO L. ; AMADO FILHO, GILBERTO M. ; SALOMON, P. S. ; SALGADO, L. T. ; HOLZ, V. L. . Relatório anual - Projeto Rede Rio Doce Mar. 2019. (Relatório de pesquisa).

MOURA, RODRIGO L. ; AMADO FILHO, GILBERTO M. ; SALOMON, P. S. ; SALGADO, L. T. ; HOLZ, V. L. . Relatório trimestral - Projeto Rede Rio Doce Mar. 2019. (Relatório de pesquisa).

Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2019

    PELD ABROLHOS: MONITORAMENTO DO MAIOR COMPLEXO CORALÍNEO DO ATLÂNTICO SUL, ENTRE O SUL DA BAHIA E O NORTE DO ESPÍRITO SANTO, Descrição: O objetivo geral da proposta é ampliar e assegurar continuidade ao programa de monitoramento do maior e mais importante complexo recifal do país, Abrolhos, incluindo os bancos de rodolitos e outros megahabitats bênticos a eles associados. A aquisição e o processamento de um conjunto abrangente de dados físicos, químicos e biológicos é a base para compreender os principais processos funcionais que operam nesses ecossistemas, bem como suas respostas frente a distúrbios naturais, estressores antropogênicos e mudanças climáticas. Nesse contexto, o PELD Abrolhos endereça desde processos ecológicos que operam em escalas temporais relativamente curtas, de dias a anos, até escalas paleoecológicas, com milhares de anos. Prioritariamente, são exploradas questões teóricas e aplicadas sobre: 1) dinâmica de organismos mineralizadores de CaCO3 (e.g. corais, algas coralináceas) e grupos com eles envolvidos através de interações diretas e indiretas (e.g. peixes, microrganismos), 2) efeitos, efetividade e estratégias de ampliação da rede de Áreas Marinhas Protegidas, 3) papel dos recifes mesofóticos e bancos de rodolitos como matriz de conectividade e refúgio ou fonte de propágulos, 4) bioecologia, manejo e status de espécies comercialmente importantes ou ameaçadas, 5) biodiversidade de grupos ecologicamente importantes mas cronicamente negligenciados em estudos taxonômicos (e.g. esponjas, briozoários e ascídias). Além disso, a partir do próximo ciclo de monitoramento (2017-19), será possível avaliar aspectos centrais acerca da resiliência do sistema coralíneo, especificamente as respostas ao branqueamento em massa registrado detalhadamente pelo PELD Abrolhos em 2016 - ano mais quente do registro histórico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Vitória Longuinho Holz - Integrante / BASTOS, ALEX C. - Coordenador / MOURA, RODRIGO L. - Integrante / AMADO FILHO, GILBERTO M. - Integrante / Leonardo Tavares Salgado - Integrante / Fernando Coreixas Moraes - Integrante., Número de produções C, T & A: 1

  • 2017 - 2019

    IMPACTOS ASSOCIADOS A LAMA DE REJEITO NOS HABITATS MARINHOS E ESTUARINOS DA FOZ DO RIO DOCE: UMA VISÃO GEOLÓGICA, FÍSICA, QUÍMICA E BIOLÓGICA, Descrição: Os rios aportam na plataforma e linha de costa adjacentes sedimentos finos das frações silte e argila, que são comumente associadas a matéria orgânica e poluentes de várias espécies desde orgânicos a inorgânicos. Isso faz do aporte fluvial a principal fonte de sedimentos terrígenos para os oceanos e consequentemente uma via importante de aporte de nutrientes para a região costeira. As características física, química e geológica deste ambiente formam então um sistema único com diluição de água salgada (estuários), aporte de nutrientes e acúmulo de sedimentos. Geralmente a plataforma continental adjacente à foz de um rio possui uma região conhecida como depocentro lamoso, que representa a principal área de deposição de sedimentos finos oriundos do rio. Como toda região de foz de um rio, o Rio Doce reflete geralmente as características dos múltiplos usos do entorno da bacia, acumulando e registrando produtos dos processos naturais e antrópicos. Não de forma diferente, essa região sofreu direta e indiretamente com o aporte da lama de rejeito oriunda do rompimento da Barragem de Fundão em Mariana MG em 05 de novembro de 2015. Os primeiros resultados obtidos pelas campanhas deste grupo indicam um afinamento da granulometria do sedimento que foi depositado e do material particulado em suspensão que aporta a região, além de impactos diretos na comunidade fito e zooplanctônica, além de metais pesados e aumento de nutriente na coluna d?água e sedimento. As principais problemáticas observadas a partir do impacto podem ser listadas como sendo: i) extensão, caracterização e variação temporal do impacto no ecossistema; ii) balneabilidade das praias e iii) impacto nos recursos vivos/pesqueiros. Estas problemáticas estão associadas diretamente à necessidade de se conhecer a influência do impacto na saúde humana e no meio social. para conservação da biodiversidade, uma vez que região marinha e costeira afetada, inclui Unidades de Conservação: Reserva Biológica de Comboios, Refúgio da Vida Silvestre de Santa Cruz e Área de Proteção Ambiental Costa das Algas. Assim, essa proposta tem como alvo investigar de forma integrada a extensão do impacto da lama de rejeito nos ambientes estuarino e marinho adjacente à foz do Rio Doce. Esta visão integrada engloba o mapeamento dos habitats marinhos e estuarinos tendo como base análises sedimentológicas, geoquímicas e biológicas do material que aportou oriundo do Desastre Ambiental de Mariana, e que continua aportando a região de estudo. O grupo de pesquisa envolvido nesta proposta possui uma análise de base da área afetada. Dados de sedimento de fundo com análises geológicas, geoquímicas e de comunidade bentônica existem para momentos anteriores ao desastre. Essa possibilidade de comparar momentos distintos é fundamental para entender o real impacto do evento no ambienta marinho. Outro ponto de grande relevância é o fato que o conhecimento, por ventura, gerado pela proposta apoiará as medidas de gestão, planejamento e implantação de áreas marinhas protegidas além de embasar a implementação de medidas mitigadoras para minimização dos impactos ambientais e sociais causados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Vitória Longuinho Holz - Integrante / VIEIRA, FERNANDA V. - Integrante / BASTOS, ALEX C. - Coordenador / BAHIA, RICARDO G. - Integrante / MOURA, RODRIGO L. - Integrante / AMADO FILHO, GILBERTO M. - Integrante / Leonardo Tavares Salgado - Integrante.

  • 2017 - 2019

    Mapeamento de Habitats Marinhos da Plataforma Continental do Espirito Santo, Descrição: De uma ótica aplicada, existe a necessidade de se obter o conhecimento acerca da distribuição dos diferentes tipos de fundo marinhos e a biodiversidade associada. O mapeamento de habitats se torna, desta forma, uma ferramenta fundamental para o melhor entendimento desta parcela da biodiversidade bêntica marinha. A influência dos tipos de substrato, sua geomorfologia e seus índices de mobilidade são parâmetros que podem definir o potencial de distribuição dos habitats bentônicos, apoiando medidas de gestão, inclusive o planejamento de áreas marinhas protegidas. No que tange a plataforma do Espírito Santo, não existe um levantamento ou um estudo sistemático para que seja caracterizada a distribuição de habitats bentônicos nesta região. Estudos específicos e localizados mostram a grande diversidade de habitats na plataforma adjacente aos municípios de Marataízes e Aracruz/Linhares, respectivamente. Com isso, considera-se que seja de interesse do estado o mapeamento dos diferentes tipos de habitats e a quantificação da diversidade bentônica ao longo da plataforma. Estes dados irão subsidiar os gestores para as tomadas de decisão e avaliação que leve ao desenvolvimento sustentável do ambiente marinho capixaba. O principal objetivo a ser alcançado é o mapeamento de habitats marinho e suas comunidades bentônicas associadas ao longo da plataforma interna dos ES, considerando o seu Mar Territorial (12 milhas). Os objetivos específicos da proposta são: Mapeamento geológico e geomorfológico do fundo marinho; Caracterização da comunidade bentônica associada ao diferentes tipos de fundo marinho (habitats); Mapeamento dos terraços de abrasão ao longo da linha de costa; Preparação de um banco de dados em sistema de informação geográfica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vitória Longuinho Holz - Integrante / BASTOS, ALEX C. - Coordenador / BAHIA, RICARDO G. - Integrante / MOURA, RODRIGO L. - Integrante / AMADO FILHO, GILBERTO M. - Integrante / Fernando Coreixas Moraes - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2019 - 2019

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Monitoria Voluntária, Enquadramento Funcional: Monitora em excursão didático-científica

Outras informações:
Monitoria voluntária em excursão didático-científica da disciplina Ecologia Vegetal (IBE-461), obrigatória do curso de Bacharelado em Ecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

2019 - 2019

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Monitoria Voluntária, Enquadramento Funcional: Monitora em excursão didático-científica

Outras informações:
Monitoria voluntária em excursão didático-científica da disciplina Ecologia Geral, obrigatória do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Rio de Janeiro

2018 - 2018

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Estágio voluntário, Enquadramento Funcional: Estagiária voluntária, Carga horária: 10

2016 - 2017

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica

Atividades

  • 01/2020

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Biologia.,Linhas de pesquisa

2017 - 2019

Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20

Atividades

  • 04/2017 - 08/2019

    Pesquisa e desenvolvimento, Laboratório de Algas.,Linhas de pesquisa

2019 - 2019

Rede Rio Doce Mar

Vínculo: Estágio voluntário, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 24

Outras informações:
Estágio voluntário no âmbito do projeto de pesquisa e monitoramento ambiental, para o "Projeto fundos recifais, bancos de rodolitos e macroalgas".