Raisa Abrantes Penna

Psicóloga graduada em psicologia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2020), com especialização em Psicologia da Saúde no Contexto Hospitalar com ênfase em psicopedagogia (HCFMRP - USP - 2021) e especialização em Reabilitação Neurológica (HCFMRP - USP - 2023). Participou do grupo de pesquisa do Laboratório de Pesquisas em Práticas Dialógicas e Colaborativas (Dialog) e do Laboratório de Estudos Básicos e Aplicados em Análise do Comportamento (LEBAC). Foi membro do centro estudantil de psicologia no ano de 2017. Foi membro da comissão organizadora da I e II Jornada de Análise do Comportamento da USP em Ribeirão Preto. Atualmente atua como psicóloga clínica em psicopedagogia, psicoterapia e avaliação neuropsicológica infantil.

Informações coletadas do Lattes em 20/05/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Reabilitação Neurológica

2022 - 2023

Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto HCFMRP
Título: Avaliação de instrumentos neuropsicológicos para memória no Transtorno Neurocognitivo Leve: Estudo Preliminar
Orientador: Maria Paula Foss
Bolsista do(a): Centro de Formação de Recursos Humanos Para o SUS/SP, CEFOR/SUS/SP, Brasil.

Especialização em Psicologia da saúde no contexto hospitalar

2020 - 2021

Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto HCFMRP
Título: Concepções dos alunos sobre a escola e efeitos na aprendizagem
Orientador: Carina Cella P. M. Mantovani
Bolsista do(a): Centro Formador de Pessoal para a Saúde SUS-SP, CEFOR SUS-SP, Brasil.

Graduação em Psicologia

2015 - 2020

Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)
Título: Comparação entre métodos de ensino de relações nome-face: um estudo com idosos saudáveis e crianças
Orientador: Andréia Schmidt

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2013

ETEC Antonio Devisate

Formação complementar

2020 - 2020

?Orientações sobre a COVID-19 na Atenção Especializada?. (Carga horária: 15h). , Universidade aberta do SUS, UNA-SUS, Brasil.

2020 - 2020

Segurança do Paciente nas Instituições de Saúde. (Carga horária: 6h). , Conhecimento Livre e aberto em saúde, AVASUS, Brasil.

2020 - 2020

??Medidas de proteção no manejo da COVID-19 na Atenção Especializada. (Carga horária: 15h). , Universidade aberta do SUS, UNA-SUS, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: psicopedagogia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Neuropsicologia.

Organização de eventos

PENNA, R. A. ; PIRAN, M. ; BRUNELI, G. G. ; MANTOANI, L. R. . II Jornada de Análise do Comportamento - USP - RP. 2019. (Congresso).

PENNA, R. A. ; GASPAROTI, L. C. ; ALVIM, V. A. F. ; SOUZA, Y. L. P. ; SCHMIDT, A. ; MANTOANI, L. R. ; BRUNELI, G. G. ; PIRAN, M. ; DZOEN, C. ; SILVA, S. A. ; CAVALCANTE, N. R. T. ; NAEGELI, R. O. . I Jornada de Análise do Comportamento USP Ribeirão Preto. 2018. (Congresso).

PENNA, R. A. . Formação Profissional em Psicologia: 50 anos de práticas comprometidas com a comunidade. 2018. (Outro).

PENNA, R. A. . VI Seminário Internacional de Habilidades Sociais. 2017. (Congresso).

Participação em eventos

I Jornada de Análise do Comportamento USP Ribeirão Preto. 2018. (Outra).

Minicurso Terapia de Casais. 2018. (Outra).

V Seminário Internacional de Pós-Graduação (SIPG) do LAPICC-USP. 2018. (Seminário).

II Congresso Internacional de Saúde Mental - Escola Franca e Franco Basaglia. 2017. (Congresso).

II Seminário Internacional de Criminologia. 2017. (Seminário).

Mesa-Redonda Entendendo a Doença de Alzheimer: do diagnóstico ao tratamento. 2017. (Outra).

Psicologia e Políticas Públicas: a atuação no Ministério Público. 2017. (Outra).

VI Seminário Internacional de Habilidades Sociais. 2017. (Seminário).

XI Seminário Internacional sobre Delinquência Juvenil. 2017. (Seminário).

15ª Jornada de Análise do Comportamento de São Carlos. 2016. (Outra).

I Simpósio de Ciências Forenses. 2016. (Simpósio).

Minicurso "Evidências de Eficácia e o Excesso de Confiança Translacional da Terapia Analítico-Comportamental: Reflexões sob a Ótica da Prática Baseada em Evidências". 2016. (Outra).

minicurso Comunicação Não Verbal. 2016. (Outra).

Minicurso de Sonhos. 2016. (Outra).

XV Semana da Psicologia USP Ribeirão Preto. 2016. (Outra).

I Seminário de Direito, Psicologia e Neurociência. 2015. (Seminário).

Mesa redonda "A morte e a terminalidade". 2015. (Outra).

X Encontro de Humanização da Cia do Riso. 2015. (Encontro).

XIV Semana da psicologia. 2015. (Outra).

Produções bibliográficas

  • PENNA, R. A. ; SCHMIDT, A. . Instituições Residenciais Brasileiras para Idosos e Condições Psicológicas e Cognitivas de Residentes. PSICOLOGIA: CIÊNCIA E PROFISSÃO (ONLINE) , v. 41, p. 1-20, 2021.

  • PENNA, Raísa Abrantes ; SCHMIDT, A. . Aprendizagem de relações nome-face por idosos: uma comparação de procedimentos de ensino. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2019

    Comparação entre métodos de ensino de relações nome-face para crianças e idosos saudáveis, Descrição: O envelhecimento frequentemente traz alguns prejuízos na memória, atenção e aprendizagem. Especificamente, estudos sobre a aprendizagem de relações condicionais entre estímulos por idosos mostram que eles apresentam algumas dificuldades e que o desenvolvimento de estratégias de ensino específicas pode facilitar essa aprendizagem, especialmente para idosos com transtornos neurocognitivos. Os objetivos desse estudo foram (a) comparar dois procedimentos de ensino de relações nome ditado-face e nome ditado-palavra escrita em duas amostras (idosos saudáveis e crianças): o pareamento arbitrário ao modelo (AMTS) associado ao ensino por exclusão, e o pareamento ostensivo (PO) associado ao AMTS; (b) verificar a eficácia de cada procedimento na aprendizagem e manutenção de relações ensinadas; e (c) verificar se a eficácia de cada procedimento tem relação com a idade e escolaridade dos participantes. Participaram 20 idosos saudáveis e alfabetizados com idades entre 60 e 80 anos, com pontuação no Mini Exame do Estado Mental maior ou igual a 26, divididos em dois grupos, de acordo com a escolaridade (até 8 anos - Grupo Escolaridade Baixa [EB] e igual ou maior que 9 anos ? Grupo Escolaridade Alta [EA]), e 10 crianças com idades entre 9 e 13 anos. Foi empregado um delineamento de medidas repetidas com balanceamento das condições entre os participantes. Após um teste de reconhecimento e nomeação de fotos, que teve o objetivo de verificar se os estímulos eram familiares aos participantes, foi realizado o ensino de relações entre os nomes ditados e as respectivas fotos (AB) e entre os nomes ditados e os nomes escritos (AC), por AMTS e PO. Em seguida, foi testada a emergência das relações de equivalência entre as faces e seus respectivos nomes-escritos (testes BC e CB) e a nomeação das fotos. As crianças concluíram a aprendizagem das relações AB com o mínimo de exposição ao procedimento de AMTS (5 blocos) e 5,5 blocos em PO. Os idosos EB e EA necessitaram, em média, de 6,7 e 5,6 blocos para as relações AB em AMTS e 6,8 e 5,1 blocos em PO, respectivamente. Todos aprenderam as relações AC com o mínimo de exposições. A principal dificuldade dos idosos ocorreu quando todas as relações ensinadas nos blocos anteriores foram apresentadas ao mesmo tempo. Todos os grupos apresentaram formação de classes de equivalência, com manutenção das relações ensinadas pós uma semana. Em geral, todos os participantes aprenderam todas as relações ensinadas, entretanto os idosos apresentaram mais dificuldades em comparação às crianças. Não houve diferenças entre os métodos de ensino em relação à facilitação da aprendizagem. As crianças tiveram um melhor desempenho na tarefa de nomeação. Na nomeação todos tiveram uma queda de desempenho em N3 com aumento em N4, sugerindo que os testes de equivalência tiveram um efeito de reorganização das relações aprendidas. Os resultados dão indicações importantes para o desenvolvimento de estratégias de ensino apropriadas às dificuldades de idosos. (CNPq). , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Raísa Abrantes Penna - Integrante / Andréia Schmidt - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2016 - 2017

    Caracterização de condições psicológicas e cognitivas de idosos brasileiros institucionalizados: análise da literatura, Descrição: Iniciação científica: O aumento da população idosa no Brasil tem feito crescer a demanda por cuidados de longa duração oferecidos por instituições de longa permanência para idosos (ILPI). A literatura apresenta caracterizações de ILPIs em cidades ou regiões específicas, mas uma visão geral dessas instituições e de seus residentes, especialmente em termos de suas características psicológicas e cognitivas, pode ajudar psicólogos a compreender as necessidades desses idosos e planejar intervenções. O objetivo desta revisão integrativa foi caracterizar ILPIs brasileiras, em termos de condições de funcionamento e de oferta de serviços, bem como funções psicológicas e cognitivas de residentes, com base na literatura científica. A partir de busca nas bases Scielo, Pepsic e Periódicos Capes, foram selecionados nove artigos que caracterizavam ILPIs brasileiras e 19 estudos que caracterizavam as condições psicológicas e cognitivas de residentes. Os artigos caracterizavam 41 ILPIs de quatro regiões brasileiras. A maioria era filantrópica e recebia idosos de ambos os sexos (na maioria mulheres), preferencialmente independentes para atividades de vida diária. O ambiente físico era compatível com a legislação, mas as rotinas eram rígidas e havia pouca oferta de atividades de lazer, o que contribuía para a baixa autonomia dos residentes. Constataram-se quadros reduzidos de funcionários, a maioria profissionais de saúde e cuidadores. A depressão foi a condição mais estudada, com prevalência média de 50%. A prevalência de declínio cognitivo variou entre 45% e 86%. Discute-se a necessidade de profissionais preparados para o trabalho com essa população, especialmente psicólogos capazes de intervir sobre o sofrimento psíquico de residentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Raísa Abrantes Penna - Integrante / Andréia Schmidt - Coordenador.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade de São Paulo. , Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP, Vila Monte Alegre, 14040901 - Ribeirão Preto, SP - Brasil, Telefone: (16) 33153742

Experiência profissional

2015 - 2020

Universidade de São Paulo

Vínculo: Estudante de graduação, Enquadramento Funcional: Estudante de graduação

2022 - 2023

Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto - Faculdade de Medicina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Especialização

Outras informações:
Especialização em Reabilitação Neurológica, com enfoque em avaliação Neuropsicológica

2020 - 2022

Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto - Faculdade de Medicina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Especialização

Outras informações:
Especialização em Psicologia da Saúde no Contexto Hospitalar, ênfase em psicopedagogia

2023 - Atual

Psicologia Clínica

Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Avaliação Neuropsicológica

2022 - Atual

Psicologia Clínica

Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Psicopedagogia

2020 - Atual

Psicologia Clínica

Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Psicoterapia