Natália Ribeiro Pinto

Médica Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas - UFPEL (2019). Foi integrante e colaboradora no grupo ClinEq - Ensino, Pesquisa e Extensão em Medicina Equina (2015-2019). Atuou como Médica Veterinária Residente no Haras Old Friends em Bagé-RS (2020). Mestre em Ciências Veterinária, pelo Programa de Pós-Graduação em Veterinária (PPGV-UFPEL), sob orientação da Profª Bruna da Rosa Curcio (2022), com ênfase em reprodução, obstetrícia e neonatologia equina. Atualmente atua como autônoma na área de clínica, reprodução e neonatologia de equinos. Sócia proprietária do Centro Equino Matriz, localizado em Bagé-RS.

Informações coletadas do Lattes em 28/08/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Veterinária

2020 - 2022

Universidade Federal de Pelotas
Título: Avaliação Obstétrica e Neonatal de equinos da raça Puro Sangue Inglês em Bagé/RS, Ano de Obtenção: 2022
Bruna da Rosa Curcio.Coorientador: Carlos Eduardo Wayne Nogueira. Palavras-chave: Equino; Reprodução; Obstetrícia; Neonatologia.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Reprodução Animal.

Graduação em Medicina Veterinária

2015 - 2019

Universidade Federal de Pelotas

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2013

Colégio Maxi

Formação complementar

2022 - 2022

XIX Curso de IA e TE. , FMVZ-UNESP-Botucatu SP, FMVZ, Brasil.

2020 - 2021

Residência. , Haras Old Friends, HOF, Brasil.

2019 - 2019

I Curso de Ultrassonografia com Doppler. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2017 - 2017

II Curso Teórico Prático de Neonatologia Equina. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2015 - 2015

Minicurso de Regulamento de Exposições de Ovinos. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2015 - 2015

Minicurso de Avaliação Morfo-Funcional de Cavalos Crioulos. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.

Organização de eventos

CURCIO, B. ; NOGUEIRA, C. ; PINTO, N. R. . II CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE NEONATOLOGIA EQUINA. 2017. (Outro).

PINTO, N. R. . I ENPEC SUL. 2017. (Outro).

Participação em eventos

Fluidoterapia Neonatal. 2022. (Outra).

l Conferência de Gestação e Neonatologia Equina. 2022. (Outra).

XIX Curso de IA e TE. 2022. (Outra).

Ciclo de Palestras em Reprodução Equina. 2019. (Simpósio).

II Simpósio de Cólica Equina. 2019. (Simpósio).

I ENEQ SUL. 2018. (Encontro).

Curso de Andrologia e Processamento de Semen Equino. 2017. (Outra).

II Simpósio Nacional do Cavalo. 2017. (Simpósio).

l CURSO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM E EXAME LOCOMOTOR EM EQUINOS. 2017. (Outra).

XVIII Conferência anual Abraveq. 2017. (Congresso).

1 Ciclo de Palestras em Bovinocultura de Corte. 2016. (Outra).

Encontro técnico Vetesul - Anestesiologia. 2016. (Encontro).

Encontro técnico Vetesul - Criando Cavalos Campões. 2016. (Encontro).

1 Ciclo de Palestras Zoonoses em Foco. 2015. (Outra).

31ª Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2015. (Outra).

I Ciclo de Palestras - Construindo Carreiras de Sucesso. 2015. (Outra).

Produções bibliográficas

  • PINTO, N. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . INTUSSUSCEPÇÃO CECOCECAL - RELATO DE DOIS CASOS. In: V Congresso de Iniciação Científica, 2018, Pelotas. V Congresso de Iniciação Científica, 2018.

  • PINTO, N. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . DISTOCIA EM ÉGUA PÔNEI DEVIDO A MALFORMAÇÃO FETAL ? RELATO DE CASO. In: Congresso de Iniciação Científica, 2017, Pelotas. DISTOCIA EM ÉGUA PÔNEI DEVIDO A MALFORMAÇÃO FETAL ? RELATO DE CASO, 2017.

  • PINTO, N. R. ; CURCIO, B. R. . AÇÃO DE CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL JUNTO AO CENTRO DE ENSINO E EXPERIMENTAÇÃO EM EQUINOCULTURA DA PALMA (CEEEP). In: IV Congresso de Extensão e Cultura, 2017, Pelotas. AÇÃO DE CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL JUNTO AO CENTRO DE ENSINO E EXPERIMENTAÇÃO EM EQUINOCULTURA DA PALMA (CEEEP), 2017.

  • NOGUEIRA, C. E. W. ; MULLER, V. ; MORAES, B. S. ; DANIELSKI, J. N. ; GRIEBELER, E. ; PINTO, N. R. . PERDA EMBRIONARIA: A NECESSIDADE DE CONHECER OS FATORES RELACIONADOS À ÉGUA- REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. REVISTA CIENTÍFICA RURAL , 2018.

Outras produções

PINTO, N. R. . MEDICINA EQUINA. 2019; Tema: Conteúdo facilitado de Medicina de Equinos. (Rede social).

Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    Doxiciclina na gestação equina: farmacocinética, distribuição em fluídos maternos e impacto neonatal, Descrição: As tetraciclinas foram os primeiros antibacterianos de amplo espectro descritos, tendo eficácia contra bactérias gram-positivas, gram-negativas, clamídias, micoplasmas, rickettsias e alguns protozoários. É a classe de antibacterianos mais utilizada na medicina veterinária, sendo rotineiramente empregadas na produção animal. Além da atividade antibacteriana, outras propriedades das tetraciclinas vem sendo estudadas. Em menor ou maior grau, a depender do efeito estudado, as moléculas desta classe apresentam ação anti-inflamatória e de inibição da lipase, colagenase, apoptose e angiogênese, além de outras funções. Na medicina humana há evidencias que este fármaco pode ser utilizado com segurança em mulheres gestantes e seus neonatos (CROSS et al., 2016). Em equinos, existem poucos estudos avaliando o uso de antibacterianos durante a gestação. Com relação à doxiciclina, bem como qualquer outra tetraciclina, as informações são restritas sobre a utilização em éguas gestantes. Com isso, o estudo da farmacocinética da doxiciclina em éguas gestantes é relevante para a utilização clínica segura. Além disso, com este estudo será possível avaliar a dose utilizada para éguas gestantes e a distribuição do fármaco nos fluídos maternos e impacto no potro neonato.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Ribeiro Pinto - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante.

  • 2018 - Atual

    Avaliação do efeito da hormonioterapia em éguas com placentite através da identificação de receptores na placenta e grau de perfusão sanguínea uterina e sua relação com a viabilidade do neonato, Descrição: A placenta caracteriza-se como órgão transitório, responsável pelo transporte de substâncias nutritivas do organismo materno para o feto, bem como promover trocas gasosas e metabólicas. Alem disso, desempenha funções endócrinas quanto a produção de hormônios na manutenção da gestação. A placentite é uma das principais causas de insuficiência placentária e perdas no terço final de gestação. Esta doença leva a redução das trocas nutricionais, metabólicas e gasosas entre a mãe e o feto, bem como alterações na produção hormonal. Dentre os hormônios produzidos pela unidade feto-placentária, destacam-se os progestágenos e estrógenos como fatores de manutenção gestacional. Os progestágenos são responsáveis pela manutenção da quiescência uterina, e os estrógenos estão diretamente relacionados ao bem-estar fetal. Além do tratamento convencional, com a utilização de antibióticos e antiinflamatórios, a hormonioterapia é utilizada para manutenção da gestação, viabilizar o desenvolvimento fetal e evitar a contratilidade uterina. Como terapia hormonal é descrita administração de progestágenos sintéticos e sugere-se a associação de estrógenos no tratamento. Ambos os hormônios são produzidos pela unidade feto-placentária e apresentam alteração da produção frente à injúria intra-uterina. Para monitoramento da efetividade do tratamento hormonal, pode-se realizar a avaliação dos níveis hormonais de progestágenos e estrógenos. Entretanto, não há descrição da cinética dos receptores hormonais na placenta em quadros de placentite, sob diferentes tratamentos hormonais. Dessa forma, o presente estudo visa avaliar o a expressão dos hormônios progestágenos e estrógenos, bem como seus respectivos receptores na placenta de éguas com placentite induzida.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Ribeiro Pinto - Coordenador / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante.

  • 2018 - Atual

    Dosagem de hemoglobina fetal em potros neonatos, Descrição: A hemoglobina é um complexo proteico de 64kDa que contem ferro e porfirina. Ocupa um papel central na fisiologia do organismo por se ligar e transportar oxigênio para todo o corpo. Variações nas cadeias polipeptídicas determinam o tipo de hemoglobina em animais adultos. Em equinos, são observados três fenótipos desta proteína: A, B e AB. Nem todos os mamíferos produzem hemoglobina fetal ? roedores e carnívoros, por exemplo, não as possuem. Aqueles que as possuem nascem com uma mistura de hemoglobina fetal e adulta, sendo que ao nascimento a fetal é a mais prevalente. Em humanos, tem-se investigado a utilização deste tipo de hemoglobina como terapia adjuvante no tratamento de certas hemoglobinopatias, como as thalassemias. Sabe-se que indivíduos com persistência hereditária da hemoglobina fetal demonstram curso clínico mais brando e, pensando nisso, tem-se buscado formas de reativar a síntese dessa hemoglobina em portadores de certos tipos de thalassemias. Em equinos, há certa controvérsia quanto a existência da hemoglobina fetal. Estudos mais antigos não observaram a presença deste tipo de hemoglobina, porém alguns trabalhos mais recentes discorrem sobre sua presença e papel durante o período de adaptação do neonato equino à vida extrauterina. O presente estudo tem como objetivo verificar a existência da hemoglobina fetal em equinos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Ribeiro Pinto - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Avaliação da resposta inflamatória de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente através da mensuração das proteínas de fase aguda, Descrição: As proteínas de fase aguda compreendem um grande grupo de proteínas que se reduzem (PFA negativas) ou se elevam (PFAs positivas) rapidamente em resposta à infecções ou lesões teciduais, e os níveis geralmente refletem o grau e extensão do processo inflamatório e infeccioso, sugerindo que alguns destes mediadores podem ser usados como marcadores precoces do processo séptico. Embora outros processos infecciosos ou lesões teciduais estejam associados com a resposta de PFAs, a resposta induzida por infecções bacterianas é geralmente muito acentuada, com grande e rápida variação nos níveis plasmáticos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Ribeiro Pinto - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Avaliação endócrina de potros neonatos nascidos de éguas com gestação de risco, Descrição: Desordens maternas ou placentárias em equinos podem resultar em aborto, nascimento de natimortos ou de potros prematuros com anormalidades no desenvolvimento. Diferentes tratamentos têm sido utilizados com o intuito de prevenir o nascimento de potros imaturos. Este estudo tem como objetivo realizar a avaliação endócrina de potros nascidos de éguas com placentite ascendente experimentalmente induzida, tratadas com diferentes terapias hormonais, e verificar qual terapia promoveu melhor viabilidade neonatal. Serão utilizadas amostras coletadas durante as temporadas reprodutivas de 2012 a 2014. Foram utilizadas 32 éguas mestiças pertencentes ao Centro de Ensino e Experimentação em Equinocultura da Palma (CEEEP) da UFPEL, nas quais 26 éguas foram submetidas a indução experimental de placentite ascendente através da infusão intracervical de Streptococcus equi subespécie zooepidemicus, na concentração de 107 UFC, entre os dias 290-300 de gestação, conforme protocolo sugerido por Bailey et al. (2010). Todas as éguas com placentite foram tratadas com a associação de sulfametoxazol e trimetoprim, na dose de 30mg/kg, via intravenosa, BID e flunixin meglumine, na dose de 1.1mg/kg, SID. O tratamento iniciou 48 horas após a indução com duração de sete dias para a terapia anti-inflamatória e 10 dias para a antibioticoterapia. As éguas que não foram submetidas a indução de placentite foram designadas ao Grupo Controle (n=6), enquanto que as outras 26 éguas foram divididas em grupos e receberam diferentes terapias hormonais: Grupo TMS+FM (n=7) sem terapia hormonal; Grupo TMS+FM+ALT (n=7) tratado com altrenogest de longa ação na dose de 0.088m/kg, via intramuscular, 2 aplicações com intervalo de 7 dias; Grupo TMS+FM+ECP (n=6) tratado com cipionato de estradiol na dose de 10mg/kg, via intramuscular, 3 aplicações com intervalo de 5 dias; Grupo TMS+FM+ALT+ECP (n=6) tratado com altrenogest e cipionato de estradiol, nas doses e intervalos citados anteriormente. Todos os partos foram assistidos e os potros foram avaliados quanto aos sinais vitais e reflexos posturais. Foram colhidas amostras de sangue dos potros utilizando tubos sem anticoagulante em cinco momentos: imediato ao nascimento, 12 horas, 24 horas, 48 horas e 7 dias de vida. A partir destas amostras, serão realizadas as mensurações de níveis séricos de hormônios relacionados com a maturação fetal, adaptação extrauterina do neonato e resposta ao estresse pelas técnicas de radioimunoensaio e ELISA indirereto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Ribeiro Pinto - Coordenador / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Avaliação de glicose e insulina em éguas prenhes com diferentes escores corporais e comparação com a morfometria do potro recém-nascido, Descrição: A obesidade é um problema comum encontrado dentro da criação de equinos atualmente, sendo um dos principais fatores predisponentes ao desenvolvimento da Síndrome Metabólica Equina (SME), doença que cursa com uma síndrome inflamatória crônica e com alterações importantes como a resistência à insulina e laminite (Frank & Tadros, 2013).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Ribeiro Pinto - Coordenador / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Avaliação da resposta clínica e metabólica de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente submetidas a diferentes tratamentos hormonais, Descrição: A placentite é a causa mais frequente de aborto e ocorrência de natimorto na medicina equina, representando mais de 30% dos partos prematuros e mortes neonatais dentro das primeiras 24 horas de vida. Contudo, o tratamento para esta doença ainda é realizado de forma empírica, principalmente no que se refere a hormônios, devido a falta de entendimento de alguns processos metabólicos. Nos últimos anos aumentou a demanda de trabalhos experimentais relacionados a indução de placentite, a fim de sanar algumas dúvidas relacionadas a doença. No entanto, não há literatura disponível referente ao tratamento hormonal e a resposta materna, fetal e placentária. Quando os processos endócrinos são interrompidos, dentre eles, a produção de progestágenos e estrógenos pela unidade feto-placentária, podem ocorrer abortos e partos prematuros. Desta forma, além de antibióticos e anti-inflamatórios utilizados comumente no tratamento de placentite, a hormonioterapia é realizada no intuito de promover a manutenção da gestação, possibilitando a maturação fetal precoce e o nascimento de um potro viável. Na medicina humana, estudos clínicos têm demonstrado efeito positivo do tratamento com agentes progestágenos administrados em mulheres com histórico prévio de parto prematuro. Em estudo experimental em éguas com indução de placentite ascendente realizado foi observada maior viabilidade dos potros nascidos de éguas tratadas com progesterona. Durante a gestação, a placenta é o órgão responsável pela homeostase e excreção de fluídos e eletrólitos fetais. Desta forma, o perfil bioquímico é importante para caracterizar a capacidade de depuração do indivíduo e grau de resposta neonatal. Em potros neonatos, o período periparto é um período de adaptação ao ambiente extrauterino com o fim da circulação materno fetal, início da respiração pulmonar e início da nutrição enteral, sendo que os resultados clínicos e laboratoriais deste momento refletem a qualidade de vida fetal e demonstram o padrão clínico metabólico dos neonatos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Ribeiro Pinto - Coordenador / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Valor Preditivo da mensuração de Proteinas de Fase Aguda na rotina clinica de equinos, Descrição: A inflamação é considerada uns dos primeiros eventos associados a um agente agressor no organismo. Processos inflamatórios que passam despercebido ou não exibem sinais clínicos evidentes podem resultar em infecções subclínicas que subsequentemente podem prejudicar o crescimento e desempenho dos animais. A pesquisa de marcadores precoces de inflamação tem sido o foco na medicina humana e veterinária durante as últimas décadas. Para este fim, os esforços têm-se centrado na identificação bioquímica de proteinas de fase aguda (PFA) como marcadores para o grau de inflamação e seu tempo de evolução. Serão efetuadas coletas de sangue de animais hígidos e infectados por Streptococcus equi. Ainda serão coletos potros jovens obesos. Espera-se observar uma estreita relação dos quadros clínicos e obesidade em potros com os níveis de proteínas de fase aguda mensuradas, alem de apresentar uma relação com o prognostico dos animais. Espera-se observar ainda uma relação de proteínas especificas com os sistemas orgânicos afetados, podendo apresentar valor diagnóstico em doenças comuns em nossa região como a adenite equina causada pela bactéria Streptococcus equi .. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Ribeiro Pinto - Coordenador / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2016 - 2022

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Estágio Extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 5

Outras informações:
Estágio em clínica médica de equinos, no Hospital de Clínicas Veterinárias.

2017 - 2017

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20

Outras informações:
Projeto de Extensão: Centro de Ensino e Experimentação em Equinocultura da Palma (CEEEP). código DIPLAN/PREC 52751012

2016 - 2016

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Estágio Extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 5

Outras informações:
Estágio de Férias em clínica médica de equinos, no Hospital de Clínicas Veterinárias, totalizando 140 horas.

2015 - 2015

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Estágio Extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 5

Outras informações:
Estágio em clínica médica de equinos, no Hospital de Clínicas Veterinárias, totalizando 112 horas.

2015 - 2015

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Estágio Extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 5

Outras informações:
Estágio em clínica médica de equinos, no Hospital de Clínicas Veterinárias, totalizando 120 horas junto aos plantões noturnos na Temporada de parto do Hospital.

2017 - 2017

Hospital Veterinário Luis Leigue

Vínculo: Estágio Extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 56, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Experiência em Clínica Médica de Equinos, com realização de plantões noturnos, totalizando 160 horas.

2018 - 2018

Central de Reprodução Equina Retiro

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: estagiário, Carga horária: 48

Outras informações:
Manejo reprodutivo em éguas e garanhões. Incluindo: coleta de sêmen, inseminação artificial, palpação e controle hormonal.

2018 - 2019

Hospital de Equinos Carlos Nogueira

Vínculo: Estágio Extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 40

2018 - 2019

Horsemed

Vínculo: Estágio Extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 40

2020 - 2021

Haras Old Friends

Vínculo: Medica Veterinária Residente, Enquadramento Funcional: Residente, Carga horária: 56

2021 - Atual

Matriz - Centro Equino

Vínculo: Sócia Proprietária, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária, Carga horária: 56