CAIO COSTABILE MENEGUCCI

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho(2018) e ensino-medio-segundo-grau pela Liceu Albert Sabin(2012). Atualmente é Uso Público, administração da Sociparques e da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Ciências Ambientais.

Informações coletadas do Lattes em 10/07/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Ciências Biológicas

2013 - 2018

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Ensino Médio (2º grau)

2009 - 2012

Liceu Albert Sabin

Formação complementar

2019 - 2019

Atendimento ao Turista. (Carga horária: 80h). , Ministério do Turismo, MTur, Brasil.

2018 - 2018

Interfaces entre a Fiscalização e a Educação Ambiental. (Carga horária: 20h). , Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, SVMA, Brasil.

2016 - 2016

Economia Solidária e Turismo de Base Comunitária. (Carga horária: 40h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais.

Organização de eventos

SANSOLO, D. G. ; RAIMUNDO, S. ; MENEGUCCI, C. C. ; CIOFFI, G. N. ; GROSS, G. ; MAIA, B. ; AVILLA, S. . I Encontro sobre Uso Público em Áreas Protegidas. 2017. (Outro).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    Restaurando ecossistemas neotropicais secos - seria a composição funcional das plantas a chave para o sucesso?, Descrição: Florestas tropicais secas e savanas (TDFS) representam 34% da área territorial do Brasil e contem >50% de sua diversidade de plantas. Entretanto, <10% das florestas secas e <20% das savanas encontram-se intactos, e apenas 1,2% das matas secas e 7,5% das savanas protegidas. Mais de 100 milhões de pessoas vivem nas regiões ocupadas pelas TDFS no Brasil e dependem de seus serviços ecossistêmicos essenciais: provisão de alimentos, atividades econômicas diversas, bem-estar social e segurança hídrica. Além disso, a resiliência das TDFS tem sido questionada por modelos globais, sugerindo que o aumento na frequência e intensidade de secas ameaçam a integridade desses ecossistemas. Logo, e fundamental que a resiliência a longo prazo das TDFS seja melhor compreendida para facilitar sua restauração. O objetivo principal desse projeto e avaliar a relação entre a composição funcional e o sucesso da restauração de TDFS, a fim de melhorar as políticas de restauração de florestas secas e savanas (TDFS) no Brasil e facilitar a criação de TDFS que sejam resilientes a mudanças climáticas. Nos desenvolveremos uma melhor compreensão sobre como a diversidade funcional na escala de comunidade está relacionada com: 1) diversidade taxonômica e filogenética; ii) resistência e resiliência dos ecossistemas a mudanças ambientais em áreas de TDFS restauradas. Mediante o estudo de várias estratégias de restauração em TDFS, e em colaboração com o Ministério do Meio Ambiente e Agricultura, nós pretendemos desenvolver novos conhecimentos científicos que poderão embasar a criação de novas políticas de restauração ecológica no Brasil. Nos alcançaremos esses objetivos mediante o uso de atributos funcionais de plantas para entender como criar ecossistemas TDFS que sejam resilientes a extremos climáticos, maximizando a probabilidade de sucessos de projetos de restauração a longo prazo sob climas atuais e futuros. Nos testaremos cinco hipóteses principais, usando métodos científicos de ponta, que levarão a resultados científicos de alto impacto e de relevância global, além de mudanças significativas nas políticas de restauração do Brasil: H1: diversidade taxonômica e filogenética máximas não são sinônimos de diversidade funcional máxima e alta resistência em comunidades TDFS restauradas. H2: o sucesso de restauração varia de acordo com a estratégia de restauração devido a mudanças na diversidade e composição funcional. H3: restaurar comunidades vegetais mais resistentes a seca reduz o risco de desertificação e invasão de espécies exóticas. H4: gramíneas invasoras exóticas reduzem a resistência de TDFS à seca. H5: maior resistência a extremos climáticos atuais aumenta a resiliência a mudanças climáticas futuras. (AU). , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Caio Costabile Menegucci - Coordenador / Rafael Silva Oliveira - Integrante.

  • 2015 - 2017

    Fórum de Comunidades Tradicionais de Angra, Paraty e Ubatuba e o Mosaico Bocaina de Unidades de Conservação: Conflitos e Diálogos, Descrição: A região que compreende o Litoral Norte de São Paulo e Sul do Rui de Janeiro atualmente representa um dos maiores e mais importantes remanescentes de Mata Atlântica do Brasil, hoje protegida por um Mosaico de Unidades de Conservação da Natureza. O mesmo território, foi onde desenvolveu-se o modo de vida de diversas comunidades tradicionais Indígenas, Caiçaras e Quilombolas. Porém, a implementação dessas áreas protegidas colocam sobre essas comunidades restrições de acesso e uso dos recursos naturais. O trabalho busca explicitar a atual relação entre o Mosaico Bocaina de Unidades de Conservação e o Fórum de Comunidades Tradicionais de Angra, Paraty e Ubatuba, no que diz respeito aos conflitos socioambientais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Caio Costabile Menegucci - Coordenador / Davis Gruber Sansolo - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Campus do Litoral Paulista - Unidade São Vicente. , Avenida Capitão Luis Pimenta, Parque Bitaru, 11330050 - São Vicente, SP - Brasil, Telefone: (013) 32341575, URL da Homepage:

Experiência profissional

2020 - Atual

Universidade Estadual de Campinas

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2019 - Atual

Sociparques

Vínculo: Funcionário, Enquadramento Funcional: Uso Público, administração, Carga horária: 48

2018 - 2019

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Uso Público, administração, Carga horária: 970

2017 - 2017

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Uso Público, admiistração, Carga horária: 200

2016 - 2016

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Uso Público, Pesquisa, Administrativo, Carga horária: 122

2018 - 2018

Parque Nacional El Leoncito

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Guarda Parque Voluntário, Carga horária: 176

2018 - 2018

Parque Estadual da Serra do Mar Picinguaba

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Uso Público, Administração, Carga horária: 30

2017 - 2017

Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte de São Paulo

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Pesquisa, Administrativo., Carga horária: 74

2017 - 2017

Parque Estadual do Jalapão

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Uso Público, Pesquisa, Administrativo, Carga horária: 144

2013 - 2018

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Estudante, Regime: Dedicação exclusiva.