LUARA KATHERINE MACÊDO SANTORO

Formada no ensino técnico de Comunicação Visual pela ETEC Carapicuíba - Centro Paula Souza (2014). Graduada em Fisioterapia pela Universidade Nove de Julho (2018). Aluna do Programa de Iniciação Científica do Laboratório de Avaliação Funcional Respiratória (LARESP) e Laboratório de Análise do Movimento Humano - ênfase na Pletismografia Optoeletrônica (OEP) 2016 - 2017 pela Universidade Nove de Julho atuando como colaboradora nos seguintes projetos de Mestrado: Avaliação da Mobilidade Toracopulmonar pela Pletismografia Optoeletrônica (OEP) em Pacientes com DPOC sob Ventilação Mecânica não Invasiva (VMNI) (2016), Reabilitação pulmonar semi-presencial em pacientes com DPOC (2017), todos sob orientação do Professor Doutor Dirceu Costa. Com exposição e apresentação oral dos temas supracitados nos eventos: XIII Encontro de Iniciação Científica e X Simpósio Nacional de Pesquisa (2016) e XIV Encontro de Iniciação Científica e XI Simpósio Nacional de Pesquisa (2017) pela Universidade Nove de Julho. Pós Graduada no curso de Fisioterapia Intensiva Pediátrica e Neonatal pela Physio Cursos SP (2020)

Informações coletadas do Lattes em 29/08/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Fisioterapia Intensiva Pediátrica e Neonatal

2019 - 2020

Physio Cursos SP
Título: EFEITOS DA POSIÇÃO PRONA EM RECÉM-NASCIDOS EM USO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA: REVISÃO SISTEMÁTICA
Orientador: Juliana Fernandes Barreto de Mendonça

Graduação em Fisioterapia

2014 - 2018

Universidade Nove de Julho

Curso técnico/profissionalizante em Comunicação Visual

2013 - 2014

Centro Paula Souza

Ensino Médio (2º grau)

2008 - 2010

E.E. Amos Meucci

Formação complementar

2019 - 2019

Curso Presencial de Formação Completa em Pilates, Solo, Bola e Aparelhos. (Carga horária: 120h). , VOLL PILATES GROUP, VOLL, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Participação em eventos

II JORNADA DE FISIOTERAPIA EM PEDIATRIA E NEONATOLOGIA. 2017. (Outra).

XIV Encontro de Iniciação Científica XI Seminário Nacional.EFEITOS AGUDOS DA PRESSÃO EXPIRATÓRIA POSITIVA NA MOBILIDADE TORACOABDOMINAL EM PACIENTES COM DPOC. 2017. (Encontro).

XIII ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.AVALIAÇÃO DA MOBILIDADE TORACOPULMONAR PELA PLETISMOGRAFIA OPTOELETRÔNICA (OEP) EM PACIENTES COM DPOC, SOB VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA (VMNI). 2016. (Encontro).

XIII ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.AVALIAÇÃO DE GASTO ENERGÉTICO E DA ATIVIDADE MUSCULAR DE PACIENTES COM DPOC APÓS A REALIZAÇÃO DE DOIS DIFERENTES TIPOS DE ATIVIDADE FÍSICA. 2016. (Encontro).

Projetos de pesquisa

  • 2016 - 2017

    Efeitos Agudos da Pressão Expiratória Positiva nos Movimentos Tóraco Abdominal em Pacientes com DPOC, Descrição: A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada pela obstrução persistente que é geralmente progressiva e associada a uma resposta inflamatória nas vias aéreas e pulmões, por partículas ou gases nocivos. A mobilidade tóraco abdominal de portadores de DPOC se altera em decorrência deste processo obstrutivo que causa hiperinsuflação pulmonar permanente alterando a mecânica respiratória. Em decorrência disso, esforços físicos podem aumentar a ventilação minuto reduzindo o tempo hábil para a expiração aumentado essa hiperinsuflação, A pressão expiratória positiva (PEP) é um recurso fisioterapêutico que auxilia na redução do aprisionamento de ar durante as exacerbações do paciente com DPOC, porém pouco se sabe sobre os efeitos da PEP em tal circunstância de hiperinsuflação pulmonar, na qual, via de regra, a PEEP com altas pressões tem sido contraindicada. Avaliar os efeitos da PEP na mobilidade toracoabdominal e na hiperinsuflação induzida pelo exercício físico por meio da OEP. A mobilidade toracoabdominal foi avaliada pela OEP em 30 indivíduos , em dois grupos, sendo 15 com DPOC classificado GOLD II e 15 indivíduos saudáveis (GC), com idade média 47 a 69 anos, antes e após um atividade de simulação de vida diária, subir e descer degrau e, antes e após realizarem uma série de exercícios com PEP. As variáveis espirométricas mostraram diferença significativa, á favor do GC, conforme o esperado, não houve diferenças significativas na contribuição do compartimento toracoabdominal, , em repouso entre os grupos, com excessão da Ti/Tot no GDPOC, com mediana de 0,77 caracterizando possível hiperinsuflação ou fadiga muscular respiratória. Após esforço físico, por 2 minutos, houve alteração na mobilidade toracoabdominal no GDPOC, apresentou aumento na contribuição toracoabdominal maior que o GC. O mesmo aumento houve após a PEP, no GDPOC. Após a PEP os pacientes do GDPOC, tiveram uma normalização da Ti/Tot, com mediana de 0,41. O esforço físico e o uso da PEP alteram a participação de compartimentos torácicos e abdominais, de forma diferente entre os grupos e, a PEP na DPOC parece contribuir para redução da hiperinsuflação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Luara Katherine Macêdo Santoro - Coordenador / Dirceu Costa - Integrante / Carla Lima Feitosa - Integrante / Graziela Rodrigues da Silva - Integrante.

  • 2016 - 2016

    Avaliação da Mobilidade Toracopulmonar Pela Pletismografia Optoeletrônica em Pacientes com DPOC Sob Ventilação Mecânica não Invasiva (VMNI), Descrição: Apesar de bem conhecido os efeitos da Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI), especialmente no que se refere a diminuição do recrutamento muscular respiratório, na preservação do colabamento das vias aéreas e consequentemente melhora da mecânica pulmonar, minimizando os efeitos da hiperinsuflação dinâmica e, promovendo melhores níveis de tolerância ao esforço físico em portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) há necessidade de evidências científicas de sua influência nas variáveis fisiológicas, bem como de como se comporta a mobilidade toracoabdominal desses pacientes, Assim sendo, o objetivo deste estudo foi avaliar, por meio da OEP, como se comportam as variáveis respiratórias nos pacientes com DPOC sob VMNI comparado à sujeitos saudáveis. Para tal, foram estudados 22 sujeitos, em dois grupos com 11 indivíduos cada, sendo um de pacientes DPOC, com classificação Gold III e outro de indivíduos saudáveis, grupo controle (GC). A VMNI foi realizada com Bilevel STD-30 em modalidades CPAP de 5,8 e 10 cmH2O e Bilevel em IPAP de 10cmH2O e EPAP de 5 cmH2O, IPAP de 13cmH2O e EPAP de 8 cmH2O, IPAP de 15 cmH2O e EPAP de 10 cmH2O. Todos foram avaliados pela Pletismografia Optoeletrônica (OEP System BTS Italy) especialmente quanto às mobilidades da caixa Torácica Superior (CTS) e no Compartimento Abdominal (CAbd). O tempo inspiratório (Ti) foi maior no grupo saudável e o Tempo expiratório (Te) foi maior no GC. Observou-se maior contribuição do abdome no GC do que no grupo DPOC, na CPAP a 5 cmH2O o Te foi maior no GC , a média do ciclo respiratório também foi maior no GG. A VMNI , seja na modalidade CPAP ou Bilevel, não produziu mudanças nas variáveis respiratórias do grupo com DPOC mas melhorou sua mobilidade toracoabdominal reduzindo a utilização da CTS . Resultado esse que possivelmente se traduza no repouso da musculatura e otimização do uso da CAbd, consequentemente com maior desempenho da função muscular diafragmática.. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Luara Katherine Macêdo Santoro - Coordenador / Dirceu Costa - Integrante / Carla Lima Feitosa - Integrante / Graziela Rodrigues da Silva - Integrante / Fernanda Dias - Integrante.

  • 2015 - 2016

    Avaliação do Gasto Energético e da Atividade Muscular em Pacientes com DPOC após a Realização de dois Tipos Diferentes de Atividade Física, Descrição: A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por alterações pulmonares e extrapulmonares, que normalmente apresentam melhoras clínicas e funcionais com Programas de Reabilitação Pulmonar, Os objetivos deste estudo foram avaliar a fadiga do músculo reto femoral e o gasto energético de pacientes com DPOC submetidos a atividade física na esteira ergométrica e em atividade com jogo interativo de videogame. Tratou-se de um ensaio clínico randomizado no qual 13 pacientes (6 homens) com DPOC estável, com idade média entre 65 e 67 anos. Realizaram as atividades físicas em dois dias diferentes, sendo num dia 30 minutos de caminhada em esteira ergométrica e no outro, 30 minutos jogando videogame ativo com XboxTM, jogo Run the World. Foram avaliados durante as atividades pela frequência cardíaca (FC), gasto energético em cal/min e equivalentes metabólicos (MET). Antes e após ambas as atividades foram também avaliados quanto a fadiga do músculo reto femoral, pela eletromiografia de superfície (EMGS). Não foi encontrada diferença significativa (p=0,328) na FC média tanto na esteira ergométrica quanto no videogame, mas sim no gasto energético (p=0,001) avaliado em cal/min e em METs (p=0,002) respectivamente. Foi observada a redução da atividade eletromiográfica após a realização de ambas as atividades semelhantes nos dois tipos de atividade física. Com isso foi possível concluir que a atividade com videogame promoveu respostas fisiológicas similares ao exercício físico aeróbio tradicional realizado na esteira ergométrica, sendo que a atividade com o videogame foi classificada como vigorosa e proporcionou maior gasto energético que a atividade na esteira ergométrica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Luara Katherine Macêdo Santoro - Coordenador / Dirceu Costa - Integrante / Graziela Rodrigues da Silva - Integrante / Carol Castellari - Integrante / Inez Santos - Integrante / Dayse da Cruz Tobelem - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2016 - 2017

Universidade Nove de Julho

Vínculo: , Enquadramento Funcional: