Anna Carolina da Silva Albertini
Possui Graduação em Enfermagem pela Faculdade Santa Marcelina - FASM, Unidade Itaquera (2007), especialista em Clínica Médica e Cirúrgica pela Universidade Federal de São Paulo (2009). Atualmente é Enfermeira da Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês, atua na Unidade de Clínica Médica e Cirúrgica e colabora com o Escritório da Qualidade como Auditora interna e é Coordenadora do Comitê para Prevenção de Quedas na instituição. Especialista em Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente pelo Centro Universitário Senac, Mestranda no Programa de Gerenciamento de Enfermagem na Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo.
Informações coletadas do Lattes em 25/09/2022
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em Enfermagem
2019 - Atual
Universidade de São Paulo
Título: Abordagem Interprofissional na Prevenção de Quedas na Assistência Hospitalar
Marina Peduzzi.Palavras-chave: queda; trabalho interprofissional.Grande área: Ciências da Saúde
Especialização em Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente
2018 - 2019
Centro Universitário Senac
Título: Prevenção de Queda na unidade de internação
Orientador: Cristina Lasevicius
Especialização interrompida em 2010 em Enfermagem em UTI Pediátrica
2009 - Atual
Centro Universitário São Camilo
Título: A Importância da Avaliação Clínica do Enfermeiro diante do Diagnóstico: Padrão Respiratório Ineficaz em Pediatria
Orientador: Mariangela Abate de Lara Soares
Ano de interrupção: 2010
Especialização em Enfermagem em Clínica Médica e Cirúrgica
2008 - 2009
Universidade Federal de São Paulo
Título: Curativos na Deiscência de Sutura Abdominal
Orientador: Solange Diccini
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Graduação em Enfermagem
2004 - 2007
Faculdades Santa Marcelina
Título: O conhecimento e a prática preventiva em relação ao câncer cérvico uterino de mulheres de uma periferia na região leste de São Paulo
Orientador: Zenaide Neto Aguiar
Formação complementar
2020 -
Educação Permanente de Professores e Educadores. (Carga horária: 105h). , Hospital Sírio-Libanês, SIRIO-LIBANÊS, Brasil.
2020 -
Scholars in Medical Innovation. (Carga horária: 20h). , Harvard University, HARVARD, Estados Unidos.
2020 -
Evidence-basedClinical Fellowship Program. (Carga horária: 120h). , Instituto Joanna Briggs, JBI, Austrália.
2020 - 2020
Fundamentos CUSP. (Carga horária: 120h). , Johns Hopkins University, JHU, Estados Unidos.
2014 - 2014
Botão Anestésico na Passagem de Cateter de PICC. (Carga horária: 1h). , Hospital Rede D'or São Luiz, HSL, Brasil.
2011 - 2011
Habilitação para Passagem de Cateter PICC guiada por USG (Adulto/Neo/Ped). (Carga horária: 24h). , Ellu Brasil, ELLU, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Participação em eventos
1°Congresso da Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do paciente - SOBRASP. 2019. (Congresso).
Congresso de Saúde Mental e Cognição - Organização UFSCar - Hotel Mont Blanc Premium R. 2019. (Congresso).
I Jornada de Gestão de Tecnologia em Saúde e Interfaces com Segurança do Paciente.Interrupções das Atividades no Trabalho do Enfermeiro em Hospital Universitário. 2019. (Outra).
I Simpósio Internacional de Implementação de Evidências em Saúde - JBI Siies - Escola de Enfermagem da USP. 2019. (Simpósio).
IV Conferência Internacional de Pesquisa em Gerenciamento de Recursos Humanos em Enfermagem e em Saúde: Sustentabilidade organizacional e a interface com a Segurança do Paciente na Escola de Enfermagem da USP. 2019. (Outra).
I Congresso de Desenvolvimento Profissional em Enfermagem - CONDEPE. 2018. (Congresso).
XV Forum Internacional de Sepse - Centro de Convenções Frei Caneca. 2018. (Outra).
Botão Anestésico na Passagem do Cateter de PICC - Hospital Rede D'Or São Luiz Analia Franco. 2014. (Outra).
VII Simpósio Internacional de Enfermagem - Hospital Albert Einstein. 2014. (Simpósio).
Treinamento dos Indicadores de Qualidade do Grupo de Enfermagem do Nucleo de Apoio à Gestão Hospitalar (NAGEH), do Programa CQH - Coren SP. 2012. (Oficina).
Habilitação para Passagem de Cateter de PICC por USG (Adulto/ Neonatal/ Pediátrico). 2011. (Outra).
Colaborador Referência em Feedback como Ferramenta de Gestão e Excelência Operacional - Hospital São Luiz. 2010. (Outra).
Tratamento de Ulceras Cronicas com abordagem com Alginato e Hidrocolóide (Hospital Santa Marcelina). 2010. (Oficina).
16 Semana de Controle e Prevenção de Infecção Hospitalar - Transformando Protocolos em Ações - Hospital Santa Marcelina. 2009. (Encontro).
Cuidado ao Paciente Crônico Renal, hemodiálise e interpretação laboratorial (Hospital Santa Marcelina). 2009. (Outra).
I Encontro de Emergências Pediátricas - Centro Universitário São Camilo. 2009. (Encontro).
BLS e ACLS para Neonatologia - AHA (Hospital Santa Marcelina). 2008. (Outra).
X Semana de Enfermagem Faculdade Santa Marcelina. 2008. (Encontro).
I Congresso Científico da Faculdade Santa Marcelina e I Encontro Técnico E. F. P. S. Sophia Marchetti.. O conhecimento e a prática preventiva em relação ao câncer cérvico uterino de mulheres de uma periferia na região leste de São Paulo. 2007. (Congresso).
O cuidado e o manejo da terapia ventilatória - HCor. 2007. (Outra).
Palestra sobre Psicologia da Morte. 2007. (Outra).
24 Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo. 2006. (Congresso).
Morfofisiopatologia cardíaca no departamento de cultura e ciências da Unifesp. 2006. (Outra).
VIII Semana de Enfermagem, realizada no Teatro da Faculdade Santa Marcelina. 2006. (Outra).
1 Encontro de Meningites bacterianas - Faculdade Santa Marcelina. 2004. (Encontro).
II Mostra de Iniciação Científica em patologia da Faculdade Santa Marcelina. 2004. (Outra).
VI Semana Científica da Faculdade Santa Marcelina. 2004. (Outra).
Produções bibliográficas
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AGUIAR, Z. N. ; ALBERTINI, A.C.S. . O conhecimento e a prática preventiva em relação ao câncer cérvico uterino de mulheres de uma periferia na região leste de São Paulo. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Outras produções
ALBERTINI, A.C.S. ; ALMEIDA, A. O. . Quem ama o que faz, trabalha bem em qualquer lugar. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Projetos de pesquisa
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2009 - 2010
A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO CLÍNICA DO ENFERMEIRO DIANTE DO DIAGNÓSTICO: PADRÃO RESPIRATÓRIO INEFICAZ EM PEDIATRIA, Descrição: As IRA's são causas comuns de morbidade na população infantil, sendo que a pneumonia é a patologia mais séria em relação as IRA's. Segundo World Health Organization, o número de óbitos em crianças menores de cinco anos no mundo inteiro no ano de 2005 foi de 9,7 milhões, sendo que 19% são por problemas respiratórios. O Ministério da Saúde aponta as IRA's com pelo menos a segunda ou terceira causa de morte em menores de cinco anos com grande número de internações. Mediante esses fatos, considerando o grande número de internações por problemas respiratórios em crianças até a fase pré escolar, acreditamos que o enfermeiro tem um papel importante na avaliação, intervenção e sistematização de enfermagem. Este trabalho tem o objetivo de mostrar o papel do enfermeiro frente ao diagnóstico de padrão respiratório ineficaz, a importância na avaliação e determinação de cuidados individualizados. Para atingir o objetivo proposto, realizou-se uma revisão de literatura com o intuito de fornecer uma síntese dos resultados de pesquisas produzidas no que diz respeito a importância da avaliação clínica pelo enfermeiro em crianças com padrão respiratório ineficaz e após a coleta de dados foi realizada uma análise comparativa entre os estudos, investigando a evolução do processo de saúde a partir da avaliação clínica do enfermeiro no quadro de padrão respiratório ineficaz infantil. Diante disso, percebemos a importância da implantação da sistematização da assistência de enfermagem (SAE) para organizar e sistematizar o cuidado, sendo que o diagnóstico de enfermagem é usado como ferramenta de planejamento para direcionar o cuidado em situações clínicas específicas. O diagnóstico ?padrão respiratório ineficaz? está classificado no padrão de respostas humanas ?trocar?, que é definido como inspiração e/ou expiração que não proporciona ventilação adequada. È fundamental que o enfermeiro tenha plena habilidade em realizar o exame físico e desenvolver o raciocínio clínico, de forma que ele entenda todo o processo de saúde-doença, identificando os fatores de risco para aquisição de IRA em crianças, realizando uma avaliação clínica precoce e adequada na criança para identificar o diagnóstico de enfermagem padrão respiratório ineficaz, afim de intervir através de medidas de cuidado, promoção e prevenção em saúde. Consideramos portanto que o enfermeiro tem papel importante tanto na avaliação como na intervenção e que a sistematização da assistência de enfermagem é instrumento de cuidado, sendo que a avaliação clínica precoce realizada pelo enfermeiro de forma adequada modifica a evolução do quadro dessas crianças. Para atingir o objetivo proposto, realizou-se uma revisão de literatura com o intuito de fornecer uma síntese dos resultados de pesquisas produzidas no que diz respeito a importância da avaliação clínica pelo enfermeiro em crianças com padrão respiratório ineficaz. Faz-se necessário destacar que a revisão de literatura tem sua importância principalmente por disponibilizar um perfil do conhecimento atual, verificar os consensos e as controvérsias, bem como os viezes das pesquisas, possibilitando a realização de estudos que abordem situações não ainda exploradas na área de interesse (OLIVEIRA, 2002).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Anna Carolina da Silva Albertini - Integrante / Mariangela Abate de Lara Soares - Coordenador.
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2008 - 2009
CURATIVOS NA DEISCÊNCIA DE SUTURA ABDOMINAL, Descrição: Em diversos setores de saúde nos deparamos com pacientes portadores de feridas infectadas. Infelizmente, nem sempre os profissionais cuidadores possuem conhecimento técnico-científico para tratar de maneira adequada este tipo de feridas. Desta forma, é essencial que haja uma discussão sobre algumas ações e procedimentos relacionados aos cuidados para feridas infectadas, afim de que os enfermeiros sintam-se com maior propriedade em seu cuidar diário. Estudos mostram que existem muitos fatores que condicionam a infecção cirúrgica, dentre elas podemos citar a resistência de bactérias aos antibióticos administrados, o tempo de hospitalização que pode promover ao paciente uma maior exposição aos microrganismos patógenos, a duração da cirurgia e as oportunidades de contaminação da ferida operatória pelos profissionais do centro cirúrgico e da enfermagem. A própria cirurgia já representa um fator predisponente à infecção, na medida em que, ao provocar uma solução de continuidade na pele, rompe a barreira cutânea e favorece a instalação e o desenvolvimento de microrganismos provenientes, na maioria das vezes, da própria flora endógena do paciente (BRAVO e NETO et. al., 1986). Uma das complicações mais comuns de cirurgia abdominal é a deiscência de sutura, que é caracterizada como a ruptura parcial ou total de qualquer camada da ferida cirúrgica (BUSSETTI e FREIRE, 1993)3. Esse evento pode ocorrer em qualquer tipo de sutura, porém a incidência é muito alta em região abdominal. Segundo algumas pesquisas realizadas, a incidência de deiscência em adulto está entre 0,5% e 7% e a faixa etária mais vulnerável está entre os pacientes com idade igual ou superior a 45 anos. O aparecimento da deiscência pode ocorrer entre o 5 e o 21 dia pós operatório (FERREIRA et. al, 2002). Tendo em vista esta problemática tão freqüente, em especial nos setores de enfermarias clínica e cirúrgica e unidade de terapia intensiva, este estudo busca através da revisão de literatura, detectar entre as publicações científicas, qual é o cuidado mais adequado e eficaz para feridas infectadas, principalmente no que diz respeito à deiscência de sutura abdominal. Com o contínuo avanço tecnológico, observamos que existem inovações no mercado em relação a produtos tópicos para o tratamento de feridas, porém muitas vezes o custo é elevado. Dentre alguns materiais comumente utilizados estão: placa de carvão ativado com prata, alginato de cálcio, papaína gel, ácidos graxos, entre outros que se tornam artifícios para a promoção da recuperação tecidual. No Brasil, infelizmente há uma forte influência econômica na seleção de produtos para o cuidado de feridas. Este fato acentua-se devido a média do salário mínimo e o baixo poder de aquisição dos usuários do Sistema Único de Saúde, bem como os escassos recursos financeiros desse sistema. (FERREIRA et. al, 2005). Portanto, este estudo busca conhecer através de pesquisas já realizadas qual é o melhor cuidado em deiscência abdominal, utilizando técnicas de curativo, materiais e instrumentos que sejam eficazes e financeiramente acessíveis pelas instituições de saúde.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Anna Carolina da Silva Albertini - Integrante / Solange Diccini - Coordenador.
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2007 - 2007
O CONHECIMENTO E A PRÁTICA PREVENTIVA EM RELAÇÃO AO CÂNCER CÉRVICO UTERINO DE MULHERES DE UMA PERIFERIA NA REGIÃO LESTE DE SÃO PAULO, Descrição: O objeto deste estudo refere-se ao conhecimento e prática preventiva para o câncer cérvico-uterino de mulheres moradoras da periferia de uma área de abrangência de uma unidade de saúde da família da região leste da cidade de São Paulo. A motivação para a sua realização decorreu do estudo do tema na disciplina de enfermagem em saúde coletiva no segundo ano do curso de graduação, quando adquiri o conhecimento de alta incidência da doença, especialmente entre as mulheres de menor nível socioeconômico e com dificuldade de acesso aos serviços de saúde. Apesar do avanço tecnológico e do possível aumento do acesso às informações por meio dos diversos meios de comunicação para sua prevenção e detecção precoce, o câncer de colo uterino continua comprometendo a qualidade de vida e promovendo a morte de muitas mulheres em todo o mundo, especialmente, nos países de menor desenvolvimento, inclusive no Brasil. De acordo com alguns autores representa 10% de todas as neoplasias malignas entre as mulheres (GESTEIRA e LOPES, 2000) e segundo outros autores, 15% de todos os tipos de cânceres que afetam essa população no Brasil (NASCIMENTO; ELUF NETO; REGO, 1996). O câncer cérvico-uterino é o segundo mais freqüente no Brasil, excluindo-se as neoplasias de pele, sendo superado apenas pelo câncer de mama e representa a quarta causa de morte por câncer, com um índice de 4,58 por 100.000 mulheres (BRASIL, 2003). Sabe-se que entre as neoplasias mais comuns, o câncer de colo uterino apresenta o maior potencial de controle, tendo em vista a possibilidade de detecção precoce por meio do rastreamento com o teste de Papanicolaou ? que permite a detecção dos estágios iniciais da doença, quando o tratamento é possível e oferece 100% de cura (BRASIL, 2003). Embora essa tecnologia já exista no Brasil desde a década de 70 o acesso não tem sido garantido a todas as mulheres, o que contribui para a manutenção das estatísticas de alta morbidade e mortalidade (NASCIMENTO; ELUF NETO; REGO, 1996). Além disso, pode ser que, por outras questões, tais como, o desconhecimento da importância ou de valores e tabus que envolvem a sua prática, as mulheres não realizam com a freqüência necessária o exame, fazendo com que o diagnóstico da doença ocorra em muitos casos, nas fases avançadas, o que dificulta o tratamento e a cura. Diante desses aspectos, alguns questionamentos compõem a preocupação da pesquisadora na realização desse estudo: as mulheres da periferia estão tendo acesso às informações e conhecimentos sobre a doença, seus fatores de risco, suas formas de prevenção e detecção precoce? Essas mulheres conhecem o exame de Papanicolaou e estão realizando-o com regularidade? Elas conhecem e praticam as formas de prevenção da doença? Quais as dificuldades sentidas por essas mulheres para a prática preventiva e, especialmente, para a realização do exame de Papanicolaou? O estudo teve como objetivo identificar o conhecimento das mulheres a respeito do câncer cérvico-uterino e sua prevenção, assim como conhecer a sua prática preventiva em relação à doença. Trata-se de um estudo exploratório de natureza quanti-qualitativa realizado no mês de outubro de 2007, entrevistando-se 20 mulheres moradoras de uma favela da área de abrangência de uma unidade de saúde da família da região leste da cidade de São Paulo. Para a coleta de dados utilizou-se um instrumento com questões abertas e fechadas contemplando-se os objetivos do estudo, após consentimento das mulheres em participar do estudo. Os dados quantitativos foram analisados pelo método estatístico e as informações qualitativas foram analisadas de forma temática, seguindo-se orientações de MINAYO (2004). Destaca-se que a pesquisa foi aprovada pela Comissão de Ética da Faculdade Santa Marcelina e da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Anna Carolina da Silva Albertini - Integrante / Zenaide Neto Aguiar - Coordenador.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Hospital Sírio-Libanês, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. , Hospital Sírio Libanês, Bela Vista, 01308901 - São Paulo, SP - Brasil - Caixa-postal: 01308901, Telefone: (11) 33940000, Ramal: 1888, Fax: (11) 0000
Experiência profissional
2014 - Atual
Hospital Sirio-LibanesVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Enfermeira Pleno, Carga horária: 36, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Enfermeira Pleno na unidade de Clínica Médica e Cirúrgica - Adulto e atuação como Auditora interna em colaboração com o escritório da Qualidade.
2010 - 2014
Hospital e Maternidade Rede D'or São Luiz Anália FrancoVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Enfermeira Pleno, Carga horária: 36, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Enfermeira na Unidade de Clínica Médica e Cirúrgica Adulto.
Cobertura nos setores de PS Adulto, PS Infantil, UTI Adulto, UTI Infantil, Maternidade e Supervisão de Enfermagem.
Enfermeira do Grupo de PICC do Hospital (Habilitada para insertar o dispositivo nos pacientes que haviam indicação e prescrição médica como solicitação para realização do procedimento.
Enfermeira participante do Grupo de Estudos de SAE (Sistematização da Assistência de Enfermagem) e do Grupo de Estudos de Cuidados com PICC e Cateteres em Geral.
Enfermeira Multiplicadora e Participante Ativa no processo de Implantação do Sistema Tasy no Hospital (Prontuário Eletrônico)
2017 - 2018
Hospital Sancta Maggiore Unidade Higienópolis (Rede Prevent Senior)Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Enfermeira Pleno, Carga horária: 36
Outras informações:
Enfermeira na UTI Adulto, atuando em cuidados críticos intensivos de pacientes idosos, sendo predominante o perfil da unidade nas seguintes especialidades: Cirurgia Vascular, Cirurgia Torácica, Cirurgia Oncológica Abdominal e Cirurgia Urológica.
2008 - 2010
Hospital Santa Marcelina - ItaqueraVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Enfermeira Pleno, Carga horária: 36
Outras informações:
Enfermeira na UTI Infantil e Unidade de Internação Clínica e Cirúrgica Pediátrica.
Experiência no cuidado a crianças em pós operatório cardíaco, cirurgia infantil (herniorrafias, confecção de mitrofanoff, colostomias, ileostomias, oftálmicas e otorrinológicas).
2007 - 2007
Hospital Santa Marcelina - ItaqueraVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 480
Outras informações:
Estágio Curricular na UTI Adulto.
Aprendizado e Experiência no Cuidado ao Paciente Gravemente Enfermo.
2006 - 2006
ONCOCLINVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 60
Outras informações:
Estagiária na Clínica Oncológica, atuando no cuidado ao paciente oncológico, durante administração de quimioterápicos neste centro de infusão, além do cuidado na punção do port-a-cath, bem como a heparinização do dispositivo e realização do curativo em sua inserção.
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