Íris Smaniotto Roschel Rotger
Possui graduação em fisioterapia pela Universidade de São Paulo. Assistente de apoio no Instituto Redes para o Desenvolvimento, mediando e acompanhando empreendimentos de Economia Solidária na Saúde Mental. Atua como Acompanhante Terapêutica. Co-criadora da oficina de literatura no Cecco Ibirapuera.Tem experiência e vivência em empreendimentos de economia solidária da Saúde Mental, no estado de São Paulo. Palestrante, professora e coordenadora do curso: Cooperativismo Social e Saúde Mental.
Informações coletadas do Lattes em 23/09/2022
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em fisioterapia
1999 - 2002
Universidade de São Paulo
Título: Avaliação eletromiográfica de membros superiores durante atividades da vida diária em pacientes fibromiálgicos
Orientador: Isabel de Camargo Neves Sacco
Formação complementar
2020 - 2020
Introdução ao acompanhamento terapêutico. , Instituto Sedes Sapientiae, SEDES, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em CURSO DE INTRODUÇÃO A ECONOMIA SOLIDÁRIA. (Carga horária: 24h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2018 - 2018
I CICLO DE ESTUDOS EM POLÍTICAS PÚBLICAS: A ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. (Carga horária: 12h). , ORÉ COLETIVO SOLIDÁRIO, ORE, Brasil.
2017 - 2017
Extensão universitária em SAÚDE MENTAL E ECONOMIA SOLIDÁRIA. (Carga horária: 32h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2017 - 2017
FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES DO COOPERATIVISMO SOCIAL INTERCÂMBIO BRASIL-ITÁ. (Carga horária: 100h). , Instituto Redes Para o Desenvolvimento, INSTITUTO REDES, Brasil.
2017 - 2017
CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS EM SAÚDE. (Carga horária: 120h). , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.
2006 - 2006
Avaliação física em Academias: da teoria a prática. (Carga horária: 12h). , Tvalle Assessoria e treinamento educacional, TVALLE, Brasil.
2005 - 2005
Atualização em conceito kabat. (Carga horária: 6h). , XVI Congresso Brasileiro de Fisioterapia, COBRAF, Brasil.
2003 - 2003
Drenagem Linfática Manual Corporal. (Carga horária: 40h). , SENAC, SENAC, Brasil.
2002 - 2002
Extensão universitária em Atividades academico-científicas. (Carga horária: 270h). , Liga de Medicina Esportiva da FMUSP, LME DA FMUSP, Brasil.
2002 - 2002
Curso de próteses e reab. de membros sup. e inf.. (Carga horária: 16h). , Curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina Da Univercidade de São Paulo, FISIO FMUSP, Brasil.
2001 - 2001
Técnicas de alongamento como recurso fisioterapêut. (Carga horária: 140h). , Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, FMUSP, Brasil.
2001 - 2001
I Curso de Fisioterapia Esportiva. (Carga horária: 12h). , Departamento Científico do Centro Acadêmico Oswaldo Cruz da FMUSP, DC CAOC FMUSP, Brasil.
2000 - 2000
Plasticidade e adaptação dos músculos esqueléticos. (Carga horária: 12h). , Centro Acadêmico 2 de Setembro da UFSCar, CA 2 SET UFSCAR, Brasil.
2000 - 2000
Dor em Afecções músculo-esqueléticas. (Carga horária: 16h). , Liga de Dor da FMUSP, L DOR FMUSP, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Saúde Mental.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Educação.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
Participação em eventos
6 Congresso Brasileiro de Saúde Mental. 2018. (Congresso).
Fórum Social Mundial.Economia Solidária e Saúde Mental. 2018. (Outra).
V COLÓQUIO INTERNACIONAL DE HUMANIDADES NARRATIVAS E HUMMANIZAÇÃO EM SAÚDE. 2017. (Congresso).
XI CONGRESSO INTERNACIONAL DE ACOMPANHMENTO TERAPÊUTICO. 2017. (Congresso).
Produções bibliográficas
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ROTGER, I. S. R. ; PENTEADO, Daniela Caielli ; SACCO, I. C. N. ; PÁSSARO, Anice de Campos ; SERRÃO, Júlio Cerca ; AMADIO, Alberto Carlos . Avaliação eletromiográfica de membros superiores durante atividades da vida diária em pacientes fibromiálgicos. In: X Congresso Brasileiro de Biomecânica, 2003, Ouro Preto.. Anais do X Congresso Brasileiro de Biomecânica. Ouro Preto: Sociedade Brasileira de Biomecânica, 2003. v. 2. p. 286-290.
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ROTGER, I. S. R. ; SACCO, I. C. N. . Avaliação eletromiográfica de membros superiores durante atividades da vida diária em pacientes fibromiálgicos.. In: XII Ciclo de Monografia do Curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP, 2002, São Paulo. Revista de Fisioterapia da Universidade de São Paulo, 2002. v. 9. p. 97-97.
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ROTGER, I. S. R. ; ASSUMPÇÃO, Ana ; MOURA, Maria Clara ; SACCO, I. C. N. . Análise cinesiológica e mecânica do Petit sauté no ballet e implicações para a fisioterapia. In: VIII Simpósio Internacional da Iniciação Científica da Universidade de São Paulo, 2000, Ribeirão Preto. Anais do VIII Simpósio Internacional da Iniciação Científica da Universidade de São Paulo,, 2000.
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ROTGER, I. S. R. . COOPERATIVISMO SOCIAL, REDE DE SAÚDE MENTAL, ECONOMIA SOLIDÁRIA NA REDINHA ALTO TIETÊ. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ROTGER, I. S. R. . SAÚDE MENTAL E ECONOMIA SOLIDÁRIA: A EXPERIÊNCIA DE TRIESTE. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ROTGER, I. S. R. . COOPERATIVISMO SOCIAL NA SAÚDE MENTAL: ITÁLIA- TRIESTE E BOLONHA. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
Outras produções
ROTGER, I. S. R. . PAINEL DE EXPERIÊNCIAS EM SAÚDE MENTAL E ECONOMIA SOLIDÁRIA. 2018. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
Projetos de pesquisa
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2002 - 2002
Avaliação eletromiográfica durante atividades da vida diária de pacientes fibromiálgicos, Descrição: A fibromialgia é caracterizada por dor difusa e crônica, podendo ser tão intensa que interfere nas atividades de vida diária das pacientes acometidas. Um de seus critérios diagnósticos é a presença de pontos dolorosos a palpação, denominados de tender points. O presente trabalho teve por objetivo descrever a atividade elétrica muscular do m. trapézio (porção inferior e superior) bilateralmente nos pontos motores e nos tender points neles localizados durante a flexão e abdução de ombro em pacientes com fibromialgia, e comparar estes padrões de recrutamento muscular com um grupo controle. A amostra experimental foi constituída de dois grupos : grupo controle 10 sujeitos do sexo feminino, voluntárias, adultas, sem défictis neuro-motores, com idade entre 20 e 40 anos, e grupo fibromiálgico 10 sujeitos do sexo feminino, adultas portadoras da fibromialgia . O protocolo experimental foi composto das etapas: avaliação inicial dos dados demográficos, avaliação da capacidade funcional através do protocolo Health Assesment Questionnaire (HAQ), avaliação da dor através da Escala Analógica Visual (VAS) e através do dolorímetro nos tender points avaliados e avaliação eletromiográfica nos tender points e nos pontos motores do músculo trapézio. Como resultados obteve-se que não houve diferenças na avaliação da qualidade de vida dos sujeitos de ambos os grupos; a dor no GF apresentou-se maior independente da forma que foi mensurada; o GF apresentou atrasos significativos no início e no final da atividade eletromiográfica em relação ao GC considerando a colocação dos eletrodos e sem considerar a colocação dos eletrodos; a magnitude do pico de ativação eletromiográfica é menor para o grupo GF no tender point e no ponto motor. Pode-se concluir que as pacientes com fibromialgia apresentam uma alteração no controle motor destes músculos durante a execução dos exercícios propostos, porém ainda não se pode inferir que haja uma miopatia presente, ou ainda uma alteração neurogênica. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Íris Smaniotto Roschel Rotger - Integrante / PENTEADO, Daniela Caielli - Integrante / SACCO, I. C. N. - Coordenador.
Projetos de desenvolvimento
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2000 - 2000
Análise cinesiológica e mecânica do Petit sauté no ballet e implicaçoes para a fisioterapia, Descrição: O estudo buscou analisar a mecânica e a anatomia funcional do petit sauté sem plie, em primeira posição, à dehors, que consiste em um salto a partir de uma posição de rotação lateral de quadril, com quadril e joelhos estendidos . Também buscou-se analisar as conseqüências biomecânicas crônicas da execução freqüente deste movimento para corpo da bailarina. Este movimento tem como função no treinamento da bailarina, o fortalecimento dos pés. O movimento foi dividido em: 1. posição estática, 2. propulsão do corpo, 3. altura máxima e 4. aterrissagem. Marcou-se pontos anatômicos articulares de interesse no sujeito e foram tiradas fotos digitais no plano frontal. A partir das referências anatômicas identificadas, elaborou-se figuras de palito para a análise dos ângulos articulares. A medição dos ângulos articulares não apresentou grandes variações no decorrer das fases, com exceção da tíbio-tarsica que passou de 90o à 180o. A maior sobrecarga nos tornozelos, pés e joelhos ocorre na fase 4, pois há a recepção de carga sobre os artelhos e sobre as articulações metatarso-falangianas com os joelhos mantidos em extensão, não havendo o amortecimento da carga pelo quadríceps da coxa. No quadril, durante todo o movimento, os ligamentos anteriores estão muito tensos devido à constante rotação lateral do quadril. Durante o movimento, os músculos que mais agem são: o tríceps da perna durante a propulsão e recepção da carga, os glúteos para manutenção do quadril em extensão e os adutores para a manutenção da rotação lateral do quadril. Esta sobrecarga excessiva especialmente nos pés e joelhos, poderia acarretar a médio prazo lesões recorrentes de estruturas articulares (discos fibrocartilaginosos e cartilagem articular) ou ainda artroses oriundas destas lesões recorrentes, provocando muita dor e deformação das estruturas articulares destacadas acima.O estudo recomenda outro tipo de fortalecimento para os pés durante o treinamento do ballet, sem sobrecarregar excessivamente os joelho. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Íris Smaniotto Roschel Rotger - Integrante / SACCO, I. C. N. - Coordenador / ASSUMPÇÃO, Ana - Integrante / MOURA, Maria Clara - Integrante.
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2000 - 2000
Análise cinesiológica e mecânica do Petit sauté no ballet e implicaçoes para a fisioterapia, Descrição: O estudo buscou analisar a mecânica e a anatomia funcional do petit sauté sem plie, em primeira posição, à dehors, que consiste em um salto a partir de uma posição de rotação lateral de quadril, com quadril e joelhos estendidos . Também buscou-se analisar as conseqüências biomecânicas crônicas da execução freqüente deste movimento para corpo da bailarina. Este movimento tem como função no treinamento da bailarina, o fortalecimento dos pés. O movimento foi dividido em: 1. posição estática, 2. propulsão do corpo, 3. altura máxima e 4. aterrissagem. Marcou-se pontos anatômicos articulares de interesse no sujeito e foram tiradas fotos digitais no plano frontal. A partir das referências anatômicas identificadas, elaborou-se figuras de palito para a análise dos ângulos articulares. A medição dos ângulos articulares não apresentou grandes variações no decorrer das fases, com exceção da tíbio-tarsica que passou de 90o à 180o. A maior sobrecarga nos tornozelos, pés e joelhos ocorre na fase 4, pois há a recepção de carga sobre os artelhos e sobre as articulações metatarso-falangianas com os joelhos mantidos em extensão, não havendo o amortecimento da carga pelo quadríceps da coxa. No quadril, durante todo o movimento, os ligamentos anteriores estão muito tensos devido à constante rotação lateral do quadril. Durante o movimento, os músculos que mais agem são: o tríceps da perna durante a propulsão e recepção da carga, os glúteos para manutenção do quadril em extensão e os adutores para a manutenção da rotação lateral do quadril. Esta sobrecarga excessiva especialmente nos pés e joelhos, poderia acarretar a médio prazo lesões recorrentes de estruturas articulares (discos fibrocartilaginosos e cartilagem articular) ou ainda artroses oriundas destas lesões recorrentes, provocando muita dor e deformação das estruturas articulares destacadas acima.O estudo recomenda outro tipo de fortalecimento para os pés durante o treinamento do ballet, sem sobrecarregar excessivamente os joelho. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Íris Smaniotto Roschel Rotger - Integrante / SACCO, I. C. N. - Coordenador / ASSUMPÇÃO, Ana - Integrante / MOURA, Maria Clara - Integrante.
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2000 - 2000
Análise cinesiológica e mecânica do Petit sauté no ballet e implicaçoes para a fisioterapia, Descrição: O estudo buscou analisar a mecânica e a anatomia funcional do petit sauté sem plie, em primeira posição, à dehors, que consiste em um salto a partir de uma posição de rotação lateral de quadril, com quadril e joelhos estendidos . Também buscou-se analisar as conseqüências biomecânicas crônicas da execução freqüente deste movimento para corpo da bailarina. Este movimento tem como função no treinamento da bailarina, o fortalecimento dos pés. O movimento foi dividido em: 1. posição estática, 2. propulsão do corpo, 3. altura máxima e 4. aterrissagem. Marcou-se pontos anatômicos articulares de interesse no sujeito e foram tiradas fotos digitais no plano frontal. A partir das referências anatômicas identificadas, elaborou-se figuras de palito para a análise dos ângulos articulares. A medição dos ângulos articulares não apresentou grandes variações no decorrer das fases, com exceção da tíbio-tarsica que passou de 90o à 180o. A maior sobrecarga nos tornozelos, pés e joelhos ocorre na fase 4, pois há a recepção de carga sobre os artelhos e sobre as articulações metatarso-falangianas com os joelhos mantidos em extensão, não havendo o amortecimento da carga pelo quadríceps da coxa. No quadril, durante todo o movimento, os ligamentos anteriores estão muito tensos devido à constante rotação lateral do quadril. Durante o movimento, os músculos que mais agem são: o tríceps da perna durante a propulsão e recepção da carga, os glúteos para manutenção do quadril em extensão e os adutores para a manutenção da rotação lateral do quadril. Esta sobrecarga excessiva especialmente nos pés e joelhos, poderia acarretar a médio prazo lesões recorrentes de estruturas articulares (discos fibrocartilaginosos e cartilagem articular) ou ainda artroses oriundas destas lesões recorrentes, provocando muita dor e deformação das estruturas articulares destacadas acima.O estudo recomenda outro tipo de fortalecimento para os pés durante o treinamento do ballet, sem sobrecarregar excessivamente os joelho. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Íris Smaniotto Roschel Rotger - Integrante / SACCO, I. C. N. - Coordenador / ASSUMPÇÃO, Ana - Integrante / MOURA, Maria Clara - Integrante.
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2000 - 2000
Análise cinesiológica e mecânica do Petit sauté no ballet e implicaçoes para a fisioterapia, Descrição: O estudo buscou analisar a mecânica e a anatomia funcional do petit sauté sem plie, em primeira posição, à dehors, que consiste em um salto a partir de uma posição de rotação lateral de quadril, com quadril e joelhos estendidos . Também buscou-se analisar as conseqüências biomecânicas crônicas da execução freqüente deste movimento para corpo da bailarina. Este movimento tem como função no treinamento da bailarina, o fortalecimento dos pés. O movimento foi dividido em: 1. posição estática, 2. propulsão do corpo, 3. altura máxima e 4. aterrissagem. Marcou-se pontos anatômicos articulares de interesse no sujeito e foram tiradas fotos digitais no plano frontal. A partir das referências anatômicas identificadas, elaborou-se figuras de palito para a análise dos ângulos articulares. A medição dos ângulos articulares não apresentou grandes variações no decorrer das fases, com exceção da tíbio-tarsica que passou de 90o à 180o. A maior sobrecarga nos tornozelos, pés e joelhos ocorre na fase 4, pois há a recepção de carga sobre os artelhos e sobre as articulações metatarso-falangianas com os joelhos mantidos em extensão, não havendo o amortecimento da carga pelo quadríceps da coxa. No quadril, durante todo o movimento, os ligamentos anteriores estão muito tensos devido à constante rotação lateral do quadril. Durante o movimento, os músculos que mais agem são: o tríceps da perna durante a propulsão e recepção da carga, os glúteos para manutenção do quadril em extensão e os adutores para a manutenção da rotação lateral do quadril. Esta sobrecarga excessiva especialmente nos pés e joelhos, poderia acarretar a médio prazo lesões recorrentes de estruturas articulares (discos fibrocartilaginosos e cartilagem articular) ou ainda artroses oriundas destas lesões recorrentes, provocando muita dor e deformação das estruturas articulares destacadas acima.O estudo recomenda outro tipo de fortalecimento para os pés durante o treinamento do ballet, sem sobrecarregar excessivamente os joelho. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Íris Smaniotto Roschel Rotger - Integrante / SACCO, I. C. N. - Coordenador / ASSUMPÇÃO, Ana - Integrante / MOURA, Maria Clara - Integrante.
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2000 - 2000
Análise cinesiológica e mecânica do Petit sauté no ballet e implicaçoes para a fisioterapia, Descrição: O estudo buscou analisar a mecânica e a anatomia funcional do petit sauté sem plie, em primeira posição, à dehors, que consiste em um salto a partir de uma posição de rotação lateral de quadril, com quadril e joelhos estendidos . Também buscou-se analisar as conseqüências biomecânicas crônicas da execução freqüente deste movimento para corpo da bailarina. Este movimento tem como função no treinamento da bailarina, o fortalecimento dos pés. O movimento foi dividido em: 1. posição estática, 2. propulsão do corpo, 3. altura máxima e 4. aterrissagem. Marcou-se pontos anatômicos articulares de interesse no sujeito e foram tiradas fotos digitais no plano frontal. A partir das referências anatômicas identificadas, elaborou-se figuras de palito para a análise dos ângulos articulares. A medição dos ângulos articulares não apresentou grandes variações no decorrer das fases, com exceção da tíbio-tarsica que passou de 90o à 180o. A maior sobrecarga nos tornozelos, pés e joelhos ocorre na fase 4, pois há a recepção de carga sobre os artelhos e sobre as articulações metatarso-falangianas com os joelhos mantidos em extensão, não havendo o amortecimento da carga pelo quadríceps da coxa. No quadril, durante todo o movimento, os ligamentos anteriores estão muito tensos devido à constante rotação lateral do quadril. Durante o movimento, os músculos que mais agem são: o tríceps da perna durante a propulsão e recepção da carga, os glúteos para manutenção do quadril em extensão e os adutores para a manutenção da rotação lateral do quadril. Esta sobrecarga excessiva especialmente nos pés e joelhos, poderia acarretar a médio prazo lesões recorrentes de estruturas articulares (discos fibrocartilaginosos e cartilagem articular) ou ainda artroses oriundas destas lesões recorrentes, provocando muita dor e deformação das estruturas articulares destacadas acima.O estudo recomenda outro tipo de fortalecimento para os pés durante o treinamento do ballet, sem sobrecarregar excessivamente os joelho. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Íris Smaniotto Roschel Rotger - Integrante / SACCO, I. C. N. - Coordenador / ASSUMPÇÃO, Ana - Integrante / MOURA, Maria Clara - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2019 - Atual
Instituto Redes Para o DesenvolvimentoVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: assistente de apoio, Carga horária: 40
2019 - Atual
Centro de Atendimento e Educação em Saúde Mental GueledêVínculo: supervisão, Enquadramento Funcional: Acompanhante Terapêutica, Carga horária: 6
2019 - 2019
Associação Vida em AçãoVínculo: convidada, Enquadramento Funcional: coordenadora e professora de Curso, Carga horária: 8
Outras informações:
Coordenadora e professor do Curso Cooperativismo Social e Saúde Mental
2018 - 2018
Santa Casa de Misericórdia de São PauloVínculo: Convidada, Enquadramento Funcional: Referência Técnica, Carga horária: 4
Outras informações:
Referência técnica da Liga de Enfermagem Psiquiátrica e de Saúde Mental da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
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