Luana Helena Martins Lucas

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe(2015), especialização em Terapia intensiva adulto pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein(2018), ensino-medio-segundo-grau pelo Colégio Modulo(2008), aperfeicoamento em estagio curricular supervisionado pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein(2018) e aperfeicoamento em Lingua Inglesa pela Kaplan Aspect London(2009). Atualmente é Médico clínico do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. Tem experiência na área de Medicina.

Informações coletadas do Lattes em 06/11/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Terapia intensiva adulto

2017 - 2018

Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein
Título: infarto agudo de miocardio em pacientes jovens
Orientador: paula vitali miclos

Aperfeiçoamento em estagio curricular supervisionado

2018 - 2018

Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein
Título: infarto agudo de miocardio em pacientes jovens. Ano de finalização: 2018
Orientador: alan felipe sakai

Aperfeiçoamento em Lingua Inglesa

2008 - 2009

Kaplan Aspect London
Título: English easier. Ano de finalização: 2009

Graduação em Medicina

2009 - 2015

Universidade Federal de Sergipe
Título: TCC
Orientador: Edméa Fontes de Oliva Costa

Ensino Médio (2º grau)

2001 - 2008

Colégio Modulo

Formação complementar

2021 - 2021

ULTRASSONOGRAFIA POINT OF CARE PARA ACESSO VENOSO CENTRAL. (Carga horária: 5h). , Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Fac. de Medicina da USP, INRAD/USP, Brasil.

2020 - 2020

POCUS. (Carga horária: 20h). , Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Fac. de Medicina da USP, INRAD/USP, Brasil.

2014 - 2014

Estagio em Cardiologia. , Fundação de Beneficiencia Hospital de Cirurgia, FBHC, Brasil.

2014 - 2014

Estágio em Cardiologia extracurricular. (Carga horária: 90h). , Clínica e Hospital São Lucas, HSL, Brasil.

2013 - 2013

REANIMACAO NEONATAL. , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2008 - 2008

Inglês Nível avançado. (Carga horária: 400h). , Kaplan Aspect London, KAL, Inglaterra.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: terapia intensiva adulto.

Produções bibliográficas

  • LUCAS, L. H. M. ; GURGEL, R. Q. . A evolução do perfil de Genotipos de rotavirus após a introduçao da vacina monovalente oral Rotarix. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • COSTA, E. F. O. ; LUCAS, L. H. M. . Prevalência da síndrome de Burnout entre professores universitários da área da saúde. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2014 - 2014

    SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE DOCENTES DA ÁREA DA SAÚDE DA UFS, Descrição: INTRODUÇÃO : A Síndrome de Burnout é doença do trabalho, caracterizada por três dimensões: Exaustão Emocional, Despersonalização e reduzida Realização Profissional . As ocupações assistenciais são as mais afetadas e a somação de fatores como: ser docente e profissional da saúde aumenta a possibilidade de aquisição. OBJETIVOS: Estimar a prevalência de Síndrome de Burnout entre Docentes da Área da Saúde da UFS, analisar fatores associados, identificar as dimensões mais comprometidas e caracterizar o perfil sócio-demográfico desta população. MÉTODO: Estudo descritivo transversal com docentes dos cursos de Medicina, Enfermagem e Odontologia. Foram utilizados dois questionários e feita análise estatística: cálculo de Razões de Prevalência e regressão logística.RESULTADOS: Observou-se que 91,8% dos indivíduos tinha exaustão emocional, 90,2% despersonalização e 37,5% baixa eficácia profissional. A prevalência de SB foi de 6,6%; porém usando apenas duas dimensões: exaustão e despersonalização, 41% estaria comprometido. O fator determinante do estudo, pelo modelo de regressão logística, foi possuir tensão emocional (OR=1,363). CONCLUSÕES: Detectou-se alta prevalência de docentes com exaustão emocional e despersonalização, mas com eficácia profissional preservada, atuando como protetor. Quando observadas apenas duas dimensões a prevalência aumenta, evidenciando a necessidade de maiores estudos para permitir além da detecção em estágios precoces e não progressão para a síndrome.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Luana Helena Martins Lucas - Coordenador / EDMEA FONTES DE OLIVA COSTA - Integrante / SALVYANA CARLA PALMEIRA SARMENTO SILVA - Integrante / GIULLIANA FEITOSA DA SILVA - Integrante / ANDRE LUIZ LIMA DE MELO - Integrante.

  • 2014 - 2014

    TRANSTORNO MENTAL COMUM (TMC) ENTRE DOCENTES DA SAÚDE DA UFS, Descrição: OBJETIVO: Estimar a prevalência de TMC e fatores associados entre os docentes da área da saúde da Universidade Federal de Sergipe. MÉTODO: Estudo transversal, realizado com os docentes dos cursos de Medicina, Odontologia e Enfermagem, que responderam a dois questionários auto aplicáveis, sendo um elaborado pelos autores sobre características sócio-demográficas, pessoais e laborais e o Self Report Questionaire (SRQ-20), para investigação de TMC. Realizada estatística descritiva e análise múltipla das variáveis, através da regressão logística. RESULTADOS: Responderam ao questionário 33% dos docentes de medicina, 62,5% de enfermagem e 66,7% de odontologia. A idade média dos avaliados foi de 47 anos+9,2. Houve predomínio do sexo masculino (66,1%). A prevalência de TMC entre os docentes avaliados foi de 30,5%. As variáveis mais fortemente associados com TMC, foram: tensão emocional (OR 4,35), automedicação (OR 2,78), doença física (OR 2,65), insatisfação com estratégias de ensino (OR 3,39), ter outra ocupação (OR 1,49) e necessidade de cursos de formação para a docência (OR 1,76). CONCLUSÃO: Os docentes com TMC podem evoluir para transtornos moderados a graves, se medidas preventivas imediatas não forem instituídas, o que pode comprometer o desempenho profissional e a formação de novos profissionais da área da saúde. Dessa forma, faz-se necessário a existência de programas na Universidade que possibilitem o diagnóstico precoce e/ou apoio psicopedagógico aos docentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Luana Helena Martins Lucas - Integrante / EDMEA FONTES DE OLIVA COSTA - Coordenador / GIULLIANA FEITOSA DA SILVA - Integrante / ANDRE LUIZ LIMA DE MELO - Integrante.

  • 2014 - 2014

    SINTOMAS DEPRESSIVOS (SD) ENTRE DOCENTES DA ÁREA DA SAÚDE, Descrição: Objetivos: Estimar a prevalência de SD e fatores associados em Docentes da Saúde. Métodos: Estudo descritivo transversal realizado com docentes dos cursos de Medicina, Enfermagem e Odontologia de uma universidade pública, utilizando o Inventário de Depressão de Beck e um questionário estruturado. Foi realizada estatística descritiva e cálculos de Razão de Prevalência (RP) para análise das variáveis associadas. Resultados: O trabalho contou com 61 professores: 33% do total de medicina, 62,5% do total de enfermagem e 66,7% do total de odontologia. A média de idade foi de 47 anos, variando de 25 a 64 anos. O sexo masculino foi predominante (66,1%). Foram detectados SD de leve a moderado e de moderado a grave em 24,6% dos docentes estudados. As variáveis potencialmente associadas à SD foram as seguintes: possuir doença física moderada a grave (RP=2,79); automedicar-se com psicofármaco (RP=1,78); insatisfação com as estratégias de ensino que utiliza (RP=3,12); sentir necessidade de fazer cursos específicos de formação em educação para as profissões da saúde para melhorar sua atividade como docente (RP=5,23); não praticar atividade física (RP=2,30). Conclusões: Os resultados apontam para a necessidade de planejamento de medidas preventivas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Luana Helena Martins Lucas - Coordenador / EDMEA FONTES DE OLIVA COSTA - Integrante / SALVYANA CARLA PALMEIRA SARMENTO SILVA - Integrante / GIULLIANA FEITOSA DA SILVA - Integrante / ANDRE LUIZ LIMA DE MELO - Integrante.

  • 2010 - 2013

    Mudanças na epidemiologia e etiologia das infecções intestinais em Sergipe, após a introdução da vacina oral monovalente para Rotavírus, e sua repercussão sobre a evolução nutricional de crianças, Descrição: As doenças infecciosas e parasitárias são a principal causa de morbidade e miséria humanas na maioria dos países tropicais. O rotavírus representa a causa mais comum de diarréia infantil e a principal estratégia de combate à rotavirose é a vacinação.Estudos demonstraram mudanças no padrão de infecção por rotavírus um ano após o início da vacinação no Brasil e até o momento nenhum estudo foi feito para avaliar o perfil epidemiológico de doenças intestinais infecto-parasitárias em crianças após introdução da vacina. O Brasil é o país com a maior coorte de crianças vacinadas, criando uma oportunidade única para que o efeito desta intervenção possa ser avaliada e a experiência possa servir para outros países semelhantes. As informações a serem obtidas são essenciais para acompanhar o perfil de genótipos selvagens circulantes após a introdução da vacina, bem como orientar políticas de imunização em outros locais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Luana Helena Martins Lucas - Coordenador / Ricardo Queiroz Gurgel - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2010 - 2013

Universidade Federal de Sergipe

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2013 - 2013

Clínica e Hospital São Lucas

Vínculo: Estagiario, Enquadramento Funcional: Estagiario

2016 - Atual

Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Médico clínico, Carga horária: 20

Outras informações:
atuação no setor de treinamento atendimento ao paciente covid em ama/ ubs