Gilvan Ferreira Leite

Possui graduação em lienciatura em quimica pela Universidade Estadual da Paraíba (2010). Atualmente é professor - EEM André Cartaxo e professor - EEEFM MAESTRO JOSE SIQUEIRA.

Informações coletadas do Lattes em 11/10/2022

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em QUÍMICA

2017 - Atual

Universidade Estadual da Paraíba
Título: EFEITO DA SUBSTITUIÇÃO DO CÁTION A (A= Ca, Sr, Ba) EM ASnO3 E DO CÁTION B (B= Sn, Zr) EM Ba(B1-XB?X)O3 NA DESCOLORAÇÃO DO CORANTE VERDE DE MALAQUITA,Orientador:
Mary Cristina Ferreira Alves.Palavras-chave: Óxidos substituídos; Fotocatálise; Precursor Polimérico.Grande área: Ciências Exatas e da Terra

Especialização em Gestão Ambiental

2012 - 2013

Faculdade João Calvino
Título: Panorama da região semiárida do sertão
Orientador: Maria Dulcicleide Braga Leite

Graduação em lienciatura em quimica

2006 - 2010

Universidade Estadual da Paraíba
Título: abordagem do sistema de educação atual, analisando o desenvolvimento da aprendizagem
Orientador: Ilza Maria do Nascimento Brasileiro

Formação complementar

2005 - 2005

Curso de Curta Duração. , R&C INFORMATICA, R&C, Brasil.

Projetos de pesquisa

  • 2017 - Atual

    Desenvolvimento de hidrogeis termoresponsivos para liberação controlada de fármacos, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Gilvan Ferreira Leite - Coordenador / Elisangela Afonso de Moura Mendonça - Integrante.

  • 2008 - 2009

    Avalição de fertilidade química dos diversos tipos de solos representativos do estado da paraíba., Descrição: Uma das problemáticas dos sistemas de manejo dos solos do semiárido é a redução da fertilidade desses; quando cultivados se reposição dos nutrientes demandados por essas culturas. Com base nessa assertiva, procurou-se no presente trabalho caracterizar a fertilidade de dez tipos de solos oriundos de locais distintos e submetidos a dois sistemas de manejo; emposio (nativo) e em cultivo, os solos foram coletados aprofundados de zero a vinte centímetros levados a casa de vegetação e após seco ao ar (TFSA). Neste trabalho, esteve envolvidos professores e alunos do curso de Licenciatura em Química da UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAIBA ? UEPB, e agricultores das regiões onde foram realizadas diversas coletas de solos para as análises: químicas e físicas. Também realizou-se análises de solo para os 10 locais distintos determinando-se pH em água e CaCl2.10-2M, além dos índices matéria orgânica, P, K, e Na. Pelos resultados obtidos, não foi possível constatar variabilidade do pH dos solos em água nos distintos locais e também nos dois sistemas de manejos; matéria orgânica ficou estabelecidos os índices consideráveis de baixa a média que ocorreu para os índices de P e K, que permaneceram em níveis baixos como ligeiros acréscimos ao tipo de manejo posio (nativo). Conclui-se que os sistemas de manejo nos dez tipos de solo não interferiram nos índices característicos tanto de crescimento e produtividade como também nos índices de fertilidades. PIVIC/UEPB Palavras-chave: Solos; Vegetação nativa; Propriedades físicas; Propriedades químicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Gilvan Ferreira Leite - Coordenador / Gilberlândio Nunes da Silva - Integrante / Severino Florentino Lopes - Integrante / José Pires Dantas - Integrante.

  • 2008 - 2009

    Avaliação do sistema radicular da faveleira para fins de alimentação animal., Descrição: Conhecendo-se pouco a respeita da faveleira (Cnidosculus quercifolius, Pax. & K. Hoffm), sendo esta, consideravelmente distribuída pelo sertão nordestino, árvore tipicamente xerófita, atingindo por volta de 12,0m de altura, irregularmente esgalhada, lactescente e armada de espinhos sendo uma das primeiras a perder as folhas no final do período chuvoso. Até o momento, as descrições botânicas inerentes à espécie têm constatado a existência de uma única variedade, dotada de espinhos. No entanto, alguns estudos já relatam a existência de uma ?mutante?, que é a faveleira sem espinho. As sementes, de aparência semelhante às da mamona, são ricas em óleo comestível; ainda assim, pouco aproveitadas, bem como as demais partes da planta, podendo ainda serem utilizadas no tratamento de dermatites. Toda a planta é relativamente rica em proteína. A raiz é incorporada à ração de engorda e de leite, sendo recomendado não permitir ao animal, beber água, logo após sua ingestão para prevenir intoxicações. Sua capacidade nutricional é consideravelmente boa, Os Teores obtidos de PB 2,8 e 6,48%, EE 1,18 a 6,03%, FDA 33,90 a 67,3%, FDN 30,75 a 70,10 %, MM 6,68 a 11,87%, Sódio 32,9 a 33,3mg/kg, Potássio de 1,2 a 1,6 mg/kg e umidade 18,58 a 25,51% não ocorrendo grandes variações quanto ao porte da palnta. Visto que a falta de alimento em períodos de escassez de água e alimento, em certas épocas do ano, a espécie devido a sua resistência a esse fator pode ser implementada ou incorporada para suprir a necessidade nutricional para os animais. PIVIC/CNPq Palavras-chave: Variedade da espécie alimentação; Óleo comestível; Ração de engorda e de leite; Intoxicações.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Gilvan Ferreira Leite - Coordenador / Gilberlândio Nunes da Silva - Integrante / Severino Florentino Lopes - Integrante / José Pires Dantas - Integrante.

  • 2008 - 2009

    Avaliação da fertilidade no solo tendo o sorgo granífero sacarino como planta teste., Descrição: Uma das problemáticas dos sistemas de manejo dos solos do semiárido é a redução da fertilidade desses; quando cultivados se reposição dos nutrientes demandados por essas culturas. Com base nessa assertiva procurou-se no presente trabalho caracterizar a fertilidade de dez tipos de solos oriundos de locais distintos e submetidos a dois sistemas de manejo; emposio (nativo) e em cultivo os solos foram coletados aprofundados de zero a vinte centímetros levados a casa de vegetação e após seco ao ar (TFSA) foram colocados em vasos com capacidade para trinta kilograma (30 Kl), tomando como sorgo granífero sacarino como planta teste (SORGUM, Bicolor L. MOENCH). Com planta teste vão germinar as sementes de sorgo deixou ? se passa um período de 15 dias; estabelecimento de um estand de 70 dias plantas por vasos. Cada tratamento constitui-se do local de coletas totalizando dez tratamentos com duas repetições forneceu-se a irrigação do experimento com água de chuva. Realizando-se a coleta aos 45 dias da implantação tendo-se nessa operação tomado os parâmetros de crescimento de diâmetro do calmo e produção de matéria orgânica seca para cada 70 plantas por vasos. Também realizaram-se análises de solo para os 10 locais distintos determinando-se pH em água e CaCl2.10-2M, além dos índices matéria orgânica, P, K, e Na. Pelos resultados obtidos não foi possível constatar variabilidade do pH dos solos em água nos distintos locais e também nos dois sistemas de manejos; matéria orgânica ficou estabelecidos os índices consideráveis de baixa a media que ocorreu para os índices de P e K, que permaneceram em níveis baixos como ligeiros acréscimos ao tipo de manejo posio (nativo). Conclui-se que os sistemas de manejo nos dez tipos de solo não interferiram nos índices característicos tanto de crescimento e produtividade como também nos de fertilidades. PIBIC/UEPB/CNPq Palavras-chave: Fertilidade natural; Manejo sustentável; Sorgo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Gilvan Ferreira Leite - Coordenador / Gilberlândio Nunes da Silva - Integrante / Severino Florentino Lopes - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2010 - 2012

EEEFM PRESIDENTE KENNEDY

Vínculo: Professor Contratado, Enquadramento Funcional: Professor

2010 - Atual

EEM André Cartaxo

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40

2008 - 2009

Universidade Estadual da Paraíba

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2013 - Atual

EEEFM Maestro José Siqueira

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20