Jacqueline Araujo de Oliveira

Jacqueline Araújo com Formação em Mestrado em Docência e Gestão na Educação , licenciada em Geografia e especialista em Geografia da Amazônia.Atualmente é professora ensino fund. médio - EMEF BRIGADEIRO EDUARDO GOMES e professora ensino fund. médio - COLÉGIO SANTA CLARA. Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia

Informações coletadas do Lattes em 10/10/2022

Acadêmico

Idiomas

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia.

Participação em eventos

III Seminário Brasileiro em Educação: Infância, sustentabilidade e cidadania- desafios políticos pedagógicos. 2010. (Simpósio).

Metodologia especifica do projovem urbano.Metodologia especifica do projovem urbano. 2010. (Seminário).

Jornada de Ciência, Tecnologia e conflitos no Mundo Globalizado.Jornada de Ciência, Tecnologia e conflitos no Mundo Globalizado. 2006. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • OLIVEIRA, J. A. . Ensino de Geografia e Estudos Amazônicos no Colégio Santa Clara: uma Visão Socioconstrutivista.. Jornal de santarém, Cidade de Santarém, p. 7 - 7, 12 set. 2014.

Outras produções

OLIVEIRA, J. A. . Hidrelétricas na bacia do tapajós: Desenvolvimento ou agressão?. 2015; Tema: Hidrelétrica na bacia Amazônica. (Site).

Projetos de pesquisa

  • 2016 - Atual

    Construção de usinas hidrelétricas na Amazônia: Complexo tapajós uma avaliação crítica do licenciamento ambiental e os impactos as populações atingidas., Descrição: INTRODUÇÃO A sociedade vem passando por diversas transformações, e com isso vem a todo o momento adaptando fazendo alterações no espaço geográfico para que atender suas necessidades, construindo e reconstruindo a paisagem ao seu redor. A sociedade atual capitalista vem degradando o meio ambiente para interesses próprios sem nem um pudor destrói o meio ambiente gerando grandes consequências para o mundo como a afirmativa de Sachs (2000a, p. 125), "Hoje, a 'sobrevivência do planeta' está bem a caminho de tornar-se a justificativa indiscriminada para uma nova onda de intromissões do Estado nas vidas das pessoas em todo o mundo". Surgindo uma nova consciência global motivada por uma série de ações nas últimas três décadas, voltadas à necessidade de implementação de profundas mudanças nos sistemas de produção, hábitos de consumo, utilização de recursos naturais e organização da sociedade, e colocou em discussão as interdependências entre o desenvolvimento e o meio ambiente na agenda internacional (SACHS, 1986). O que se percebe é uma luta conflituosa entre duas forças sociais, onde uma argumenta a necessidade de desenvolvimento econômico, estrutural e social do país e outra vertente que prega a sustentabilidade ambiental desse desenvolvimento. Nesse contexto atual, essa disputa filosófica é travada no campo da argumentação, assim cada lado apresenta variáveis que justifiquem ou não a execução de um projeto, valendo-se de simulações e estudos técnicos que são formalizados em documentos legalmente constituídos, que em tese constroem cenários sociais com a finalidade de se ampliar ou até mesmo conhecer as realidades sociais e ambientais que serão impactadas na execução do projeto. Entre esses documentos que instam fazer um diagnóstico da realidade social com fins de apresentar indicadores argumentativos para a viabilidade de projetos estratégicos com impacto ambiental, encontram-se os Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). Esses documentos são legalmente exigidos no planejamento de grandes obras estratégicas do governo brasileiro e é um dos instrumentos da política nacional do meio ambiente, foi instituído pela resolução 001/86, de 23 janeiro de 1986. A compreensão dos resultados desses estudos torna-se vital na medida em que se pretende utilizá-los como justificativa social para o desenvolvimento de projetos com potencial de impactar positivamente e negativamente a realidade social de uma região. A proposta dessa pesquisa é avaliar qualitativamente as informações contidas no relatório de impacto ambientais do complexo tapajós e as ações impactantes para a sociedade ribeirinha, indígena e cidades adjacentes. A justificativa para tal estudo demanda antes de tudo, da importância de aspectos como confiabilidade, integridade, neutralidade axiológica, entre outros que, de maneira cabal impactam na qualidade das informações contidas EIA/RIMA instrumento de planejamento governamental, tendo em vista que essas informações serão matéria prima na formulação de políticas sustentáveis na execução de projetos estratégicos e obras públicas. Neste contexto, com vistas ao desenvolvimento sustentável, foi exigido no Brasil a partir da década de oitenta, o licenciamento ambiental para empreendimentos hidrelétricos, e neste processo, a elaboração de Estudo de Impacto Ambiental e respectivo Relatório de Impacto ao Meio Ambiente ? EIA/RIMA, assim como o detalhamento e implementação das medidas e programas ambientais, que serão indicados nesses estudos. Cabe salientar que atualmente é ainda esse relatório que subsidia o licenciamento ambiental para instalação de usinas. O presente estudo visa avaliar as questões que envolvem o processo de licenciamento ambiental para a construção de usinas hidrelétricas no Brasil E Amazônia, sua origem, vinculação ao paradigma de desenvolvimento sustentável, luta dos refugiados das bar. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Jacqueline Araujo de Oliveira - Coordenador.

  • 2015 - 2015

    Meio Ambiente: Educar para Preservar !, Descrição: A sociedade vem passando por diversas transformações, e com isso vem a todo momento adaptando fazendo alterações no espaço geográfico para que atender suas necessidades, construindo e reconstruindo a paisagem ao seu redor. A sociedade atual capitalista vem degradando o meio ambiente para interesses próprios sem nem um pudor destrói o meio ambiente gerando grandes consequência para o mundo. Fazendo-se necessário a introdução de temas paralelos como a educação Ambiental que é um processo participativo, onde o educando assume o papel de elemento central do processo de ensino/aprendizagem pretendido, participando ativamente no diagnóstico dos problemas ambientais e busca de soluções, sendo preparado como agente transformador, através do desenvolvimento de habilidades e formação de atitudes, através de uma conduta ética, condizentes ao exercício da cidadania. O presente projeto também deve buscar valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e as demais espécies que habitam o planeta, auxiliando o aluno a analisar criticamente o princípio antropocêntrico, que tem levado à destruição inconsequente dos recursos naturais e de várias espécies. É preciso considerar que: A natureza não é fonte inesgotável de recursos, suas reservas são finitas e devem ser utilizadas de maneira racional, evitando o desperdício e considerando a reciclagem como processo vital; As demais espécies que existem no planeta merecem nosso respeito. Além disso, a manutenção da biodiversidade é fundamental para a nossa sobrevivência; A escola sendo um espaço social e o local onde o aluno dará sequência ao seu processo de socialização. O que nela se faz se diz e se valoriza representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano da vida escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis. Considerando a importância da temática ambiental e a visão integrada do mundo, no tempo e no espaço, a escola deverá oferecer meios efetivos para que cada aluno compreenda os fenômenos naturais, as ações humanas e sua consequência para consigo, para sua própria espécie, para os outros seres vivos e o ambiente. É fundamental que cada aluno desenvolva as suas potencialidades e adote posturas pessoais e comportamentos sociais construtivos, colaborando para a construção de uma sociedade socialmente justa, em um ambiente saudável. Diante de tal contextualização faz-se necessário um projeto de intervenção pedagógica de Educação Ambiental com o tema: Meio Ambiente título: Educar para preservar, com o objetivo de Levar o alunado a diferentes tipos de ambientes é proporcionar o link para que o mesmo faça uma análise crítica sobre a destinação dada so lixo produzido diariamente e que os alunos possam estar levando o aprendizado adquirido no projeto para o seu dia-a-dia, para que venham agir com responsabilidade, conservando o ambiente saudável no presente, para o futuro. E o colégio ajudará o aluno a perceber a correlação dos fatos e a ter uma visão holística, ou seja, integral do mundo em que vive. Sendo fundamental a teórico/prática.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Jacqueline Araujo de Oliveira - Coordenador.

  • 2006 - 2008

    INCLUSÃO DIGITAL: O USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA NO ENSINO DA GEOGRAFIA., Descrição: RESUMO Analisando a educação escolar brasileira, podemos enxergar uma serie de fatores que deveriam ser aprimorados e desenvolvidos. Através de uma pesquisa de campo com professores de escola publica discutimos o tema Interdisciplinaridade: O uso dos laboratórios de informática no ensino das aciências, dando ênfase a questão da utilidade dos softwares como metodologia para o ensino da geografia. A qual se buscou respaldo em autores reconhecidos pelos seus trabalhos direcionados ao ensino da geografia. Constatou-se que vários autores enfatizaram mudanças na sociedade em que o computador que irando o não já faz parte da organização da sociedade, seja para concretizar sofisticadas negociações entre empresas, seja para realizar pequenas tarefas da vida cotidiana. Todas as camadas da sociedade precisam se qualificar para acompanhar o desenvolvimento da tecnologia, sob a pena de se ver se acirrar a exclusão social pela exclusão digital. Pela universalização do acesso ao computador e a internet, pode se reduzir a miséria e romper um ciclo de ignorância que o atraso tecnológico ajuda alimentar. Sendo a escola importante aliada para romper a exclusão digital trazendo assim grandes mudanças na educação e nas metodologias utilizadas no ensino da geografia. Diante do que acima foi exposto, esta pesquisa vem abordando duas linha de raciocínio. No qual a primeira linha trata da importância da comunidade em geral em se manter atualizado, e à deficiência dos projetos pedagógicos e sociais inserida pelo governo federal nas escolas. No qual foram implantados os laboratórios de informática nas escolas e não foi dado subsídios para que o professor insere-se as suas disciplinas neste manuseio dos laboratórios de informática e dando ênfase principalmente ao ensino da geografia. Na segunda linha de raciocínio mostra dados de uma pesquisa realizada com professores de ensino de geografia da rede estadual de ensino, de duas escolas de bairros e realidades distintas, que atinge o publico periférico e o central de maior poder aquisitivo. Nesta pesquisa constata-se a não utilização dos laboratórios de informática no ensino da geografia. Com esta pesquisa visamos possibilitar dados para os docentes e assim sensibilizando-os na metodologia trabalhada em sala de aula, proporcionando assim, aulas mais descontraídas e interativas. Palavras- Chaves: Interdisciplinaridade, Metodologia, Tecnologia, Ensino Geográfico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Jacqueline Araujo de Oliveira - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2016 - Atual

Sociedade Civil Pública

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2006 - 2008

Escola Estadual Terezinha de Jesus Rodrigues

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2012 - Atual

Colégio Santa Clara

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: PROFESSORA ENSINO FUND. MÉDIO, Carga horária: 20

2012 - Atual

EMEF BRIGADEIRO EDUARDO GOMES

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: PROFESSORA ENSINO FUND. MÉDIO, Carga horária: 20