Rafaela Paiva Oliveira Silva

Possui graduação em Biomedicina pela Universidade FUMEC(2017), especialização em Biomedicina Estética Avançada pela Nepuga Pós Graduação(2018), curso-tecnico-profissionalizante em Técnico em Estética pelo Centro Técnico Elza Rocha Rodrigues(2015) e ensino-medio-segundo-grau pelo Colégio São Francisco Xavier(2006). Atualmente é da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Tem experiência na área de Saúde Coletiva.

Informações coletadas do Lattes em 17/07/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Biomedicina Estética Avançada

2017 - 2018

NEPUGA POS GRADUAÇÃO
Título: O uso de carboxiterapia e ácido tioglicólico na hiperpigmentação periorbital

Graduação em Biomedicina

2012 - 2017

Universidade FUMEC
Título: A utilização de técnicas de microagulhamento no tratamento estético facial
Orientador: Prof. Dra. Mariana Gontijo Ramos

Curso técnico/profissionalizante em Técnico em Estética

2014 - 2015

Centro Técnico Elza Rocha Rodrigues

Ensino Médio (2º grau)

2004 - 2006

Colégio São Francisco Xavier

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.

Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    MEDICINA COMPLEMENTAR E PRÁTICAS INTEGRATIVAS NA PROMOÇÃO DE SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS, Descrição: O modelo biomédico é predominantemente regido pela medicina convencional. Contudo, a dicotomia do cuidado que se faz presente nesse modelo e a superespecialização das diversas áreas médicas desencadearam uma insatisfação da população juntamente à crescente demanda da medicina complementar e práticas integrativas tais como acupuntura, medicina antroposófica, termalismo, fitoterapia, homeopatia, dentre outras (FOLLADOR, 2013; OTANI, 2008). Simultaneamente, o envelhecimento populacional modifica o foco da saúde, tornando mais necessárias as ações no âmbito promoção de saúde e da qualidade de vida para os idosos, incluindo os idosos institucionalizados (CAMARANO; KANSO, 2017). É importante ressaltar que a institucionalização atualmente não ocorre somente por limitações familiares, mas também por escolhas frente ao contexto social (BORN e BOECHAT, 2002). O estudo está norteado pelas seguintes questões: Quais ações para a promoção da saúde e da qualidade de vida do idoso institucionalizado ocorrem nas instituições de longa permanência para idosos, existentes na Região Metropolitana de Belo Horizonte? Como a medicina complementar e as práticas integrativas estão inseridas nestas instituições em prol da qualidade de vida dos idosos residentes? Parte-se do pressuposto de que as ações de promoção da saúde dos idosos residentes são práticas coletivas que não incluem as necessidades de saúde individuais com subutilização das práticas integrativas e complementações para a qualidade de vida de idosos institucionalizados. Além disto, supõe-se que grande parte dos profissionais de saúde atuantes nas ILPI desconhece a importância e não implementam as PIC, sendo que tais práticas não compõem as ações de promoção da saúde e de qualidade de vida para os idosos residentes. O estudo é relevante, considerando a insuficiência de pesquisas sobre a temática, correlacionando à inserção e aplicabilidade das PIC no contexto da institucionalização. Objetivos: Analisar as ações de promoção da saúde bem como a inserção e aplicabilidade da medicina complementar e das práticas integrativas para a qualidade de vida no contexto das instituições de longa permanência para idosos. Metodologia: Pesquisa descritivo- exploratória de abordagem quantiqualitativa. O estudo foi estruturado em duas fases. Na primeira fase foi realizada de outubro de 2018 a abril de 2019 na qual houve o levantamento de dados sobre os serviços de institucionalização de idosos de natureza filantrópica e privada, existentes na cidade de Belo Horizonte (BH), em Minas Gerais, por meio de contato telefônico, totalizando 184 instituições. Foram selecionadas 82 ILPI, já que possuíam pelo menos uma prática integrativa e complementar (PIC). Já a segunda fase ocorreu entre abril a outubro de 2019 e foi direcionada aos profissionais responsáveis pelas PIC, além dos proprietários, coordenadores ou responsáveis técnicos das ILPI que desenvolvem práticas e que assinaram o Termo Livre e Esclarecido (TCLE), que foi aprovado pelo comitê de ética. Para a coleta de dados neste segundo momento, foram realizados questionários/entrevistas compostas de dois instrumentos. O primeiro instrumento foi um questionário composto de 16 questões, sendo 4 abertas e 12 fechadas, aplicado aos proprietários, coordenadores ou responsáveis técnicos das instituições. O segundo instrumento foi uma entrevista aplicada aos profissionais que realizam as PIC na ILPI selecionado (médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogo, técnicos de enfermagem e outros). Atualmente está sendo feita uma análise descritiva dos achados da primeira fase e análise de conteúdo dos achados da segunda fase, por meio da triangulação dos dados.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Rafaela Paiva Oliveira Silva - Coordenador / Sophia de Araújo Libânio Costa - Integrante / Dayana Magalhães Drummond Baltazar - Integrante / Igor Filipe Nunes Viera - Integrante / Lorena Cristina Peixoto Costa - Integrante / Luis Felipe Malaquias Ferreira - Integrante / Mariana Carolina Carmo Luiz da Silva Dutra - Integrante / Nathália Roscoe e Firace - Integrante / Verônica de Brito Silva - Integrante / Verônica Pirâmides Coura Martins de Loyola - Integrante / Natalia de Cássia Horta - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2018 - Atual

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas

Vínculo: , Enquadramento Funcional: