ALEXANDRE ALMEIDA BARBALHO

Possui licenciatura em História pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), bacharelado em Ciências Sociais e mestrado em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Estágio pós-doutoral em Comunicação na Universidade Nova de Lisboa. É professor adjunto do curso de História e professor permanente dos PPGs em Sociologia e em Políticas Públicas da UECE e em Comunicação da UFC e colaborador do PPG em Cultura e Territorialidades da Universidade Federal Fluminense. Tem experiências nas áreas de Política, Cultura e Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: política cultural, política de comunicação, mídia e cidadania, mídia e minorias, mídia e política, elites. É autor, entre outros, de: Relações entre Estado e cultura no Brasil (1998); Cultura e imprensa alternativa (2000); A modernização da cultura (2005); A criação está no ar: Juventudes, política, cultura e mídia (2013 - edição em espanhol: La creación está en el aire: juventudes, política, cultura y comunicación (2014.); Democracia radical e pluralismo cultural. Para ler Chantal Mouffe (2015); Política cultural e desentendimento (2016); Cultura e democracia (2017); e Sistema Nacional de Cultura. Campo, saber e poder (2019). É organizador de Brasil, brasis: Identidades, cultura e mídia (2008) e co-organizador, entre outros, de: Comunicação e cultura das minorias (com Raquel Paiva, 2005 edição em espanhol: Comunicación y cultura de las minorías, 2012 ); Políticas Culturais no Brasil (com Albino Rubim, 2007); Comunicação e cidadania: Questões contemporâneas (com Bruno Fuser e Denise Cogo, 2011); Cultura e desenvolvimento: Perspectivas políticas e econômicas (com Lia Calabre, Paulo Miguez e Renata Rocha, 2011); Federalismo e políticas culturais no Brasil (com Lia Calabre e José Márcio Barros , 2013); Infância, juventude e mídia. Olhares luso-brasileiros (com Lídia Maropo, 2015) e Políticas culturais no governo Dilma (com Albino Rubim e Lia Calabre, 2015).

Informações coletadas do Lattes em 06/02/2020

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