Carlos Gabriel Guimarães
Possui graduação em História Econômica Geral e do Brasil pela Universidade Federal Fluminense (1987), mestrado em História pela Universidade Federal Fluminense (1991), doutorado em História Econômica pela Universidade de São Paulo (1997) e Pós-doutorado pela Universidade de Lisboa (2002-2003). Atualmente é professor titular da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Econômica do Brasil (Colônia e Império_ séculos XVIII e XIX), atuando principalmente nos seguintes temas: estado, comércio, poder, economia e história econômica. Pesquisador do CNPq.
Informações coletadas do Lattes em 20/01/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em História Econômica
1992 - 1997
Universidade de São Paulo
Título: Bancos, Economia e Poder no segundo reinado: a Sociedade Bancária Mauá, MacGregor & Cia (1854-1866)
José Jobson de Andrade Arruda. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Estado; Banco; Poder.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil / Especialidade: História Regional do Brasil. Setores de atividade: Desenvolvimento Urbano; Educação.
Mestrado em História
1988 - 1991
Universidade Federal Fluminense
Título: A Indústria Álcool-Motora no primeiro governo Vargas (1930-19459, Ano de Obtenção: 1991
Orientador: Geraldo de Beauclair Mendes de Oliveira
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Estado; Indústria; álcool.Grande área: Ciências HumanasSetores de atividade: Energia; Logística de Transporte, Armazenagem e Comunicações; Desenvolvimento Urbano.
Pós-doutorado
2014 - 2015
Pós-Doutorado. , University of York, YORK, Inglaterra. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas, Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica / Especialidade: História Econômica.
2002 - 2003
Pós-Doutorado. , Universidade de Lisboa, UL, Portugal. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil/Especialidade: História do Brasil Império.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil/Especialidade: História do Brasil Colônia.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica/Especialidade: História Econômica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil/Especialidade: História do Brasil República.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil/Especialidade: História Regional do Brasil.
Organização de eventos
GUIMARÃES, C. G. ; SARAIVA, L. F. ; ALMICO, R. C. S. . VII Encontro de Pós-graduação em História Econômica e 5ª Conferência Internacional de História Econômica. 2014. (Congresso).
GUIMARÃES, C. G. . 1º Congresso Fluminense de História Econômica. 2011. (Congresso).
SUBRINHO, J. M. P. ; GUIMARÃES, C. G. . VII Congresso Brasileiro de História Econômica e 8ª Conferência Internacional de História de Empresas. 2007. (Congresso).
BÉRTOLA, Luís ; GUIMARÃES, C. G. ; BANDIERE, Susana ; IBARRA, António ; KALMONOVICS, Salomon . 1º Congreso Latinoamericano de Historia Económica y 4ª Jornadas Uruguayas de Historia Económica. 2007. (Congresso).
GUIMARÃES, C. G. ; BASTOS, P. P. Z. . III Encontro de Pós-Graduação em História Econômica e 1ª Conferência Internacional de Históra Econômica. 2006. (Congresso).
GUIMARÃES, C. G. . VI Congresso Brasileiro de História Econômica e 5ª Conferência Internacional de História de Empresas. 2005. (Congresso).
GUIMARÃES, C. G. . II Encontro de Pós-Graduação em História Econômica. 2004. (Congresso).
Participação em eventos
32º Simpósio Nacional de História - ANPUH Nacional.A presença estrangeira no comércio de importação e exportação no Brasil: o caso da firma de britânica Francis Le Breton & Co, c.1818-c.1840. 2023. (Simpósio).
IX EIHC.Família e mobilidade no espaço atlântico/índico colonial. 2023. (Encontro).
XI Seminário Interno do PPGH em História Social.?Os homens de negócio da Praça do Rio de Janeiro, o tráfico de escravos e os subsídios para a manutenção do reino, c.1808-c.1821?. 2023. (Seminário).
XV Congresso Brasileiro de História Econômica & 16ª Conferência Internacional de História de Empresas. História bancária no Brasil: historiografia, temas e debates. 2023. (Congresso).
EBHA Congress. The War of the Triple Alliance and banking activity in Rio de Janeiro, c.1865-c.1870. 2022. (Congresso).
Congresso Vassouras, o Café e o Vale que transformou o País. O Baco Commercial e Agrícola no Império do Brasil: um banco comercial e emissor no Vale do Paraíba (1858-1862). 2021. (Congresso).
VIII Encontro Internacional de História Colonial."Negócios de Corte": os Homens de negócio da Praça do Rio de Janeiro, o Tráfico de Escravos, e os subsídios para a manutenção do Reino, c. 1800-c.1821. 2021. (Encontro).
XIV Congresso Brasileiro de História Econômica e 15ª Conferência Internacional de História de Empresas. CRÉDITO NOSÉCULO XIX. 2021. (Congresso).
Seminário Weber 100 anos.Max Weber e a História Econômica: a gênese do Capitalismo moderno. 2020. (Seminário).
X Encontro de Pós-graduação em História Econômica e 8ª Conferência Internacinal de História Econômica.Fscalidade no Brasil Império. 2020. (Encontro).
IV Encontro Nacional do Núcleo de Estudos do Mundo Atlântico (NEMAT) e II Encontro Nacional do Núcleo de Estudos de Impérios Coloniais (NEIC)."Negócios de Corte": os Homens d Negócio da Praça do Rio de janeiro, o tráfico de escravos e os subsídios para a manutenção do Reino, 1808-1821.. 2019. (Encontro).
The 2019 Meeting of the Business History Conference.The foreign Presence in the Brazilian Importer and Exporter rade: the case of the Jersey's firm Francis Le Breton & Co., c. 1810-c.1850. 2019. (Encontro).
The 2019 Meeting of the Business History Conference.Workshop Empresariado en America Latina en Perspectiva Historica y Global. 2019. (Outra).
XIII Congresso Brasileiro de História Econômica e 14ª Conferência Internacional de História de Empresas. A Guerra da Tríplice Aliança e a atividade bancária no Rio de Janeiro no período c.1865-c.1870: os casos do Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro e do Banco Commercial do Rio de Janeiro. 2019. (Congresso).
VII Encontro Internacional de História Colonial.Os contratadores e o contrato dos Dízimos Reais do Rio de Janeiro, 1770-1800. 2018. (Encontro).
A Companhia União & Indústria: economia e fotografia na 2ª metade do século XIX.Mariano Procopio Ferreira Lage, a Estrada União e Indústria e o Projeto Civilizatório do Império. 2016. (Seminário).
Ramificações Ultramarinas: sociedades comerciais no ãmbito do Atlântico Luso - século XVIII.Os ingleses no no Rio de Janeiro da primeira metade do século XVIII: as trajetórias e os negócios de Joseph "the Rio" Gulston e de Ralph Gulston, 1710-1720 - primeiras impressões.. 2016. (Outra).
Associantion of Business Historian, 23th Annual Conference. The British Presence in Brazil: The Case of the Firm Edward Johnston & Co. and the Overseas Banks, London and Brazilian Bank Limited and Brazilian and Portuguese Bank Limited.. 2015. (Congresso).
CEGBI/CSWL Summer Conference.The British Presence in Brazil: the case of the fimr Edward Johnston & Co. and the overseas bank, London and Brazilian Bank Ltd. 2015. (Seminário).
. XXXIV Encontro da APHES.A presença inglesa no Império Brasileiro: a trajectória da firma inglesa Edward Johnston & Co. (1842-1852). 2014. (Encontro).
World Business History Conference. Foreign Direct Investment in Imperial Brazil: Banking and Coffee Trade, 1862-1870. 2014. (Congresso).
XVI Encontro Regional de História da ANPUH-RJ."Associação de Capitalistas" ou "Associação de Proprietários": o Banco Commercial e Agricola no Império do Brasil. 2014. (Encontro).
III Seminário de História Política.Atores Políticos e a Formação do Estado Nacional Brasileiro. 2013. (Seminário).
Seminário de Desenvolvimento Sócioeconômico: os rumos do desenvolvimento.O império e o crédito hipotecário: o estudo de caso do Banco Commercial e Agrícola 1858-1861. 2013. (Seminário).
Seminário Internacional Os Vice Reis no Rio de Janeiro - 250 anos.A trajetória de João Rodrigues Pereira de Almeida no Rio de Janeiro dos Vice-Reis, 1794-1808. 2013. (Seminário).
Seminário Interno do Pronex Dimensões e Fronteiras do Estado no século XIX.O Estado Imperial brasileiro e os bancos estrangeiros: os casos do London and Brazilian Bank (1862-1870) e Brazilian and Portugueses Bank (1864-1870). 2013. (Seminário).
XXXIII Encontro da Associação Portuguesa de História Econômica e Social.O Estado Imperial brasileiro e a atividade bancária privada das décadas de 1850 e 1860: o caso do Banco Commercial e Agrícola, 1858-1862. 2013. (Encontro).
3º Congresso Internacional do Pronex: Dimensões e fronteiras do Estado brasileiro no século XIX. O Estado Imperial e a presença dos bancos ingleses no Brasil: um estudo de caso do London and Brazilian bank e do Brazilian and Portuguese Bank (English Bank of Rio de Janeiro)1862-1870. 2012. (Congresso).
II Encontro Internacional de Estudos Africanos da UFF.Conexões Atlânticas. 2012. (Encontro).
II Seminário de Pós-graduandos do PRONEX Dimensões e Fronteiras do Estado Brasileiro n século XIX.Escravidão e negócios. 2012. (Seminário).
IV Encontro Internacional de História Colonial.O "comércio de carne humana" e outros negócios no Rio de Janeiro: a atuação do homem de negócio João Rodrigues Pereira de Almeida e da firma Joaquim Pereira de Almeida. 2012. (Encontro).
IX Jornadas Setecentistas.As firmas inglesas no tráfico atlântico brasileiro: o caso da Carruthers & Co. (1831-1850). 2012. (Outra).
Seminários História UNIFESP 2012.Negócios e conflitos entre a América Portuguesa e o Império do Brasil. 2012. (Seminário).
União & Indútria: uma estrada para o futuro/Reflexões sobre uma época.Mariano Procópio ferreira Lage, a Estrada União & Indústria e o Projeto Civilizatório do Império. 2012. (Seminário).
V Congresso de Pós-graduandos do Programa de Pós-graduação em História Econômica. Pós-graduação e História Econômica. 2012. (Congresso).
V Congresso de Pós-graduandos do programa de Pós-graduação em História Econômica da FFLCH da USP. Política e Economia no Brasil Imperial. 2012. (Congresso).
V Congresso de Pós-graduandos do programa de Pós-graduação em História Econômica da FFLCH da USP. Política, trabalho e economia no final do século XIX. 2012. (Congresso).
V Congresso de Pós-graduandos do Programa de Pós-graduação em História Econômica da FFLCH da USP. Pós-graduação e História Econômica. 2012. (Congresso).
XV Encontro Regional de História- ANPUH-RJ.O negociante João Rodrigues Pereira de Almeida e a fazenda de Pau Grande, 1797-1810: o comércio e a produção no Rio de Janeiro. 2012. (Encontro).
5º Seminário Interno do CEO/PRONEX.O Estado Imperial brasileiro e os bancos estrangeiros: o caso do London and Brazilian bank (1862-1871). 2011. (Seminário).
I Encontro Internacional de Estudos Africanos da UFF.As firmas inglesas no tráfico atlântico brasileiro: o caso da Carruthers & Co. (1831-1850). 2011. (Encontro).
IV Semana de História Política e III Seminário nacional de História:Política e Cultura & Política e Sociedade.Administração, direito e burocracia no Brasil Colonial. 2011. (Seminário).
Jornadas de Estudos Históricos. A trajetória do negociante, contratador, traficante e Barão de Café João Rodrigues Pereira de Almeida. 2011. (Congresso).
VII Jornadas Internacionais de História das Monarquias Ibéricas_Seminário Internacional produzindo Fronteiras: entrecruzando escalas, povos e impérios na América do Sul (1640-1828).Contratos e contratadores do Atlântico Sul na segunda metade do setecentos. 2011. (Seminário).
X Congreso Internacional de la Asociación Española de Historia Económica. El impacto económico en España y Latinoamérica de las independencias de las colonias y la revolución liberal. 2011. (Congresso).
XXVI Simpósio Nacional de História.O Estado Imperial Brasileiro e os bancos estrangeiros: o caso do London and Brazilian Bank (1862-1871). 2011. (Simpósio).
2º Seminário de História Social: reflexões sobre economia e sociedade.De negociante e contratador a barão de Ubá: a trajetória de João Rodrigues Pereira de Almeida no Império Português e Brasileiro (1793-1830). 2010. (Seminário).
Debatas do Projeto Biblioteca Fazendo História.O poder do café. 2010. (Outra).
I Encontro de História do CAHL_ Domínios da História: abordagens e perspectivas.O negociante João Rodrigues Pereira de Almeida e a negociação do empréstimo do resgate do Banco do Brasil: a trajetória de um homem de negócio no Império Portugu~es e do Brasil. 2010. (Encontro).
II Encontro de Estudos Africanos.O ?comércio de carne humana? no Rio de Janeiro: o negócio do tráfico negreiro de João Rodrigues Pereira de Almeida e da firma Joaquim Pereira de Almeida & Co., 1808-1830. 2010. (Encontro).
III Seminário de História do Açúcar.O Instituto do Açúcar e do Álcool e a estatização dos conflitos agrários no Brasil 1930-1945. 2010. (Seminário).
I Seminário do Laboratório de Economia e História.Os Bancos e a Historiografia Econômica: uma discussão. 2010. (Seminário).
I Seminário sobre Câmbio: do Padrão-Ouro aos nossos dias.O Câmbio na História. 2010. (Simpósio).
I seminário sobre o Câmbio: do padrão ouro aos dias atuais.Simpósio O Câmbio na História. 2010. (Seminário).
IV Seminário Interno do CEO-PRONEX.Finanças e Comércio no Brasil da primeira metade do século XIX: a atuação da firma inglesa Samuel Phillips & Co, 1808-1831. 2010. (Seminário).
Segundo Congreso Latinoamericano de Historia Económica (CLADHE-II). Finanças e Comércio no Brasil da primeira metade do século XIX: a atuação da firma inglesa Samuel Phillips &Co, 1808-1831. 2010. (Congresso).
V Jornada de Estudos Históricos do PPGHIS.Homens de Negócio e Integração Mercantil no Brasil. 2010. (Outra).
XIV Encontro Regional da ANPUH-RJ.Finanças e Comércio no Brasil da primeira metade do século XIX: a atuação da firma inglesa Samuel Phillips & Co, 1808-1831. 2010. (Encontro).
XXX Encontro da Associação Portuguesa de História Econômica e Social.A comparação do rendimento da capitania do Rio de Janeiro com outras do Estado do Brasil e do Império Português (1795-1800). 2010. (Encontro).
CEPHAS/IHGB.De negociante e contratador a Barão de Ubá: a trajetória de João rodrigues Pereira de Almeida. 2009. (Outra).
II Seminário Internacional do CEO/PRONEx.O comércio Brasil e Inglaterra na primeira metade do século XIX: a atuação da firma Carruthers & Co. (1824-1853), novas evidências de pesquisa.. 2009. (Seminário).
XXIX Encontro da Associação Portuguesa de História Econômica e Social.The London and Brazilian Bank: comparing its capital operation system in Portugal and Brazil. 2009. (Encontro).
XXV Simpósio Nacional de História.O negociante João Rodrigues Pereira de Almeida e a negociação do empréstimo de resgate do Banco do Brasil em 1821: a trajetória de um homem de negócio no Império Português e do Brasil. 2009. (Simpósio).
3º Seminário Regional do CEO/PRONEX.A reação ao Comitê de 1808 e os Tratados de 1810: negociantes reinós e a presença inglrsa no comércio do Império Luso-brasileiro. 2008. (Seminário).
Colóquio Internacional Economia & Colonização na Dimensão do Império Português: historiografia e perspextivas de pesquisa.Império tripolar: Rotas Atlânticas e Acumulação Mercantil. 2008. (Encontro).
II Encontro Internacional de História Colonial.Terra Brasilica: estudo sobre a sociedade e a sociedade da américa Lusa. 2008. (Encontro).
Programa de Seminários em História Econômica.Os contratadores e os contratos do Rio de Janeiro Colonial, 1769-1779: estudo de um grupo mercantil. 2008. (Seminário).
Seminário Internacional Diálogos entre Direito e História: Cidadania e Justiça.O Código Comercial, o Tribunal do Comércio e a aividade bancária no Império Brasileiro da segunda metade do século XIX. 2008. (Seminário).
V Encontro Nacional de História.Os negociantes reinós e a Corte no Rio de Janeiro: a inserção de um grupo social no Estado Luso-brasileiro (1808-1822). 2008. (Encontro).
XVIIª Reunião da da SBPH. De negociante e contratador a Barão de Ubá: a trajetória de João Rodrigies Pereira de almeida. 2008. (Congresso).
II Colóquio Internacional Império de Várias Faces- Dinâmicas e Representações do poder no Mundo Ibérico da Época Moderna.Ilustração e Conflito. 2007. (Outra).
I Seminário de Pós-Graduandos do CEO/PRONEX.Cidadania, Escravidão e Economia. 2007. (Seminário).
Primer Congreso Latinoamericano de Historia Económica y 4ª Jornadas Uruguayas de Historia Económica. La Fiscalidad en america Latina: entre la progresividad y la regresión. La etapa colonial y el largo plazo. 2007. (Congresso).
XXIV Simpósio Nacional de História.O Comittee de 1808 e a defesa dos interesses ingleses com a Corte no brasil. 2007. (Simpósio).
III Congresso de Pós-Graduação em História Econômica. III Congresso de Pós-Graduação em História Econômica da USP. 2006. (Congresso).
III Encontro de Pós-Graduação em História Econômica e 1ª Conferência Internacional de Históra Econômica.III Encontro de Pós-Graduação em História Econômica e 1ª Conferência Internacional de Históra Econômica. 2006. (Encontro).
Seminário Internacional Nação e Cidadania no oitocentos.Seminário organizado pelo PRONEX Nacão e Cidadania: novos horizontes. 2006. (Seminário).
Seminário Interno do CEO/PRONEX Nação e Cidadania no Império: novos horizontes.Seminário Interno do CEO/PRONEX. 2006. (Seminário).
Seminário Memória e Cultura Petrobras.Seminário Memória e Cultura organizado pela Petrobras.. 2006. (Seminário).
1º Seminário de História Econômica e Social da Zona da Mata Mineira.Conferencista: Historiografia da Zona da Mata Mineira. 2005. (Seminário).
Colóquio Internacional Biografias e Microbiografias no Império Colonial Português.Colóquio Internacional Biografias e Microbiografias no Império Colonial Português. 2005. (Outra).
Congresso Internacional O Espaço Atlântico de Antigo Regime: poderes e sociedades. Congresso Internacional O Espaço Atlântico de Antigo Regime: poderes e sociedades.. 2005. (Congresso).
Primeiro Seminário de História Econômica e Social da Zona da Mata mineira.Seminário em Juiz de Fora. 2005. (Seminário).
Primeiro Seminário Interno do PRONEX -CNPq/FAPERJ.Primerio Seminário Interno do Pronex-CNPq/FAPERJ. 2005. (Seminário).
XXIII Seminário nacional de História: História: guerra e paz.XXIII Seminário Nacional ANPUH: história:guerra e paz. 2005. (Seminário).
XXV Encontro da Associação Portuguesa de História Econômica e Social. Portugal, a Europa e o Mediterrâneo: economias e sociedades históricas..XXV Encontro da Associação Portuguesa de História Econômica e Social. 2005. (Encontro).
14º Seminário de Iniciação Científica e Prêmio UFF Vasoncellos Torres de Ciência e Tecnologia.14º Seminário de Iniciação Científica e Prêmio UFF Vasoncellos Torres de Ciência e Tecnologia. Orientador do trabalho O New London and Brazilian Bank (1871-1875). 2004. (Seminário).
2º Seminário Regional do Centro de Estudos do Oitocentos.2º Seminário Regional do Centro de Estudos do Oitocentos. 2004. (Seminário).
I Encontro Nacional de Antropologia do Consumo.I Encontro Nacional de Antropologia do Consumo. 2004. (Encontro).
II Encontro de Pós-Graduação em História Econômica.II Encontro de Pós-Graduação em História Econômica - Coodenador da Mesa Escravidão e Tráfico de Escravos. 2004. (Encontro).
I Simpósio "Estado brasileiro Agências e Agentes".I Simpósio Estado Brasileiro: Agências e Agentes. 2004. (Simpósio).
XI Seminário sobre a Economia Mineira.XI Seminário sobre a Economia Mineira. 2004. (Seminário).
II Colóquio da História Social das Elites.II Colóquio de História Social das Elites. 2003. (Simpósio).
Seminário História e Imprensa.Seminário História e Imprensa. 2003. (Seminário).
V Congresso Brasileiro de História Econômica e 6ª Conferência Internacional de Empresas. V Congresso Brasileiro de História Econômica e 6ª Conferência Internacional de Empresas. 2003. (Congresso).
XXII Simpósio Nacional de História.XXII Simpósio Nacional de História. 2003. (Seminário).
História e Biografias.X Encontro Regional de História e Biografias. 2002. (Encontro).
I Encontro de Pós-Graduação em História Econômica.I Encontro de Pós-Graduação em História Econômica. 2002. (Encontro).
IV Congresso Brasileiro de História Econômica e 5ª Conferência Internacional de História de Empresas. IV Congresso brasileiro de História Econômica e 5ª Conferência Internacional de História de Empresas. 2001. (Congresso).
XI Seminário de Iniciação Científica e Prêmio UFF Vasconcellos Torres de Ciência e Tecnologia.XI Seminário de Iniciação Científica. 2001. (Seminário).
XXI Simpósio Nacional de História.XXI Simpósio Nacional de História. 2001. (Simpósio).
I Encontro Interdisciplinar dos Professores do 2º Segmento do Ensino Fundamental da Rede Municipal de angra dos Reis.I Encontro Interdisciplinar dos Professores. 2000. (Encontro).
IX Simpósio Regional História, Memória e comemorações.IX Simpósio Regional de História. 2000. (Simpósio).
Seminário Internacional A Bahia e a Carreira da Índia e X Seminário Internacional de História Indo-Portuguesa.Seminário Internacional A bahia e a Carreira da Índia. 2000. (Seminário).
V congresso Internacional da Brasa. V Congresso Internacional da BRASA. 2000. (Congresso).
X Seminário de Iniciação Científica e Prêmio UFF Vasconcellos torres de Ciência e Tecnologia.X Seminário de Iniciação científica. 2000. (Seminário).
XVII Jornadas de Historia Económica.XVII Jornadas de Historia Economica. 2000. (Outra).
III Congresso brasileiro de história Econômica e 4ª Conferência Internacionalde História de Empresas. III Congresso Brasileiro de História Econômica e 4ª conferência Internacional de História de Empresas. 1999. (Congresso).
III Encontro de História da UFF.III Encontro de História da UFF. 1999. (Encontro).
II Seminário Economia, sociedade e História do Rio de Janeiro.II Seminário Economia, sociedade e História do Rio de janeiro. 1999. (Seminário).
IX Seminário de Iniciação Científica e Prêmio UFF Vasconcellos Torres de ciência e Tecnologia.IX Seminário de iniciação Científica. 1999. (Seminário).
Seminário Bancos e Economia Brasileira no século XIX.Seminário Bancos e Economia Brasileira no século XIX. 1999. (Seminário).
XX Simpósio Nacional de História.XX Simpósio Nacional de História. 1999. (Simpósio).
III congresso de Estudos Ibero-Americanos. O Terceiro Banco do Brasil, o Código Comercial e o Estado Imperial brasileiro no século XIX. 1998. (Congresso).
XVIII Reunião Anual da SBPH.XVIII Reunião Anual da SBPH. 1998. (Encontro).
2ª conferência Anglo-Brasileira de Negócios.O Banco Mauá, MacGregor & Co, o Código Comercial e o Estado no século XIX. 1997. (Outra).
Business History conference and the Association of Business Historians.Banks, Economics and Power during the second reign: the sociedade Bancária Mauá, MacGregor 7 Co, 1854-1866. 1997. (Outra).
XIX Simpósio Nacional de História.A Frábica de Ipanema e o trabalho escravo no Brasill. 1997. (Simpósio).
II Congresso Brasileiro de História Econômica e 3ª Conferência Internacional de História de Empresas. Bancos, Economia e Poder no Segundo Reinado: o caso da Sociedade Bancária Mauá, MacGregor & Co, 1854-1866. 1996. (Congresso).
I congresso Nacional de História do Brasil Império. I Congresso Nacional de Historia do Brasil Império. 1995. (Congresso).
I Encontro Nacional de Pós-Graduandos.I Encontro Nacional de Pós-Graduandos em História. 1995. (Encontro).
Primeras Jornadas de Historia Económica.Bancos, Economia e Poder no Segundo Reinado: o caso da Sociedade Bancária Mauá, MacGregor & Co, 1854-1866. 1995. (Outra).
XVIII Simpósio Nacional de História.XVIII Simpósio Nacional de História. 1995. (Simpósio).
XXIII Encontro Nacional de Economia.O Banco do Brasil de Mauá (1851-1854): um banco comercial no segundo reinado. 1995. (Encontro).
VI Encontro Regional de História.VI Encontro Regional de História. 1994. (Encontro).
I Congresso Brasileiro de História Econômica e 2ª Conferência Internacional de História de Empresas. O banco Mauá 7 Cia (1854-1875): um banco no Brasil do século XIX. 1993. (Congresso).
Participação em bancas
SARAIVA, L. F.;GUIMARÃES, C. G.; MARSON, M. D.. A Indústria no Brasil: economia escravista, fábricas e capitalismo no século XIX (1808-1870). 2023. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; HONORATO, C. T.; GOULARTI FILHO, A.. COMPANHIA ESTRADA DE FERRO MACAÉ-CAMPOS (1870-1889). 2023. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
MALAQUIAS, C. O.;GUIMARÃES, C. G.; ANTONIO, E. M. M.. "PODEROSOS CAPITALISTAS": PRÁTICAS CREDITÍCIAS, DINÂMICAS INTERNAS E RELAÇÕES SOCIAIS NO SUL SERGIPANO (1800-1849). 2022. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Sergipe.
GRANDI, G.;GUIMARÃES, C. G.; SAES, A. M.; RICARDINO FILHO, A. A.. Deloitte Auditoria: expansão mundial e atuação no Brasil ao final do século XIX e início do XX. 2021. Dissertação (Mestrado em História Econômica) - Universidade de São Paulo.
GAMBI, T.;GUIMARÃES, C. G.; AIDAR, B.. A Queda de um Império: Narrativas da falência do Banco Mauá & Cia na Imprensa da Corte e no Parlamento( 1874-1875). 2021. Dissertação (Mestrado em Economia) - Universidade Federal de Alfenas.
GUIMARÃES, C. G.; CABRAL, D. C.; LOPES, Walter. Madame Barat, Modista da casa Imperial:uma análise da dinâmica do do consumo de moda no Rio de janeiro oitocentista (1840-1860) OITOCENTISTA (1840-1860). 2020. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; FIGUEIREDO, Luciano Raposo de Almeida; CARRARA, Angelo. ESPAÇO e FISCALIDADE: a cartografia fiscal e o perfil social dos dízimos em Mariana (1784-1810). 2020. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
SAMPAIO, P. M. M.;GUIMARÃES, C. G.; MELLO, M. E. A. S.. A Navegação a vapor na província do Amazonas: a Companhia de Navegação e Comércio do Amaznas (1852-1871). 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Amazonas.
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BICALHO, Maria Fernanda; DAHER, Andrea Viana;GUIMARÃES, C. G.. Um Império nos Trópicos: a atuação do Intendente Geral de Polícia, Paulo Fernandes Viana, no Império Luso-brasileiro (1808-1821). 2012. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
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PIRES, Anderson; ALMEIDA, Carla Maria Carvalho de;GUIMARÃES, C. G.. Do Parahybuna à Zona da Mata: Terra e Trabalho no processo de incorporação produtiva do café mineiro (1830-1870). 2012. Dissertação (Mestrado em Mestrado em História) - Universidade Federal de Juiz de Fora.
GUIMARÃES, C. G.; SOUZA, Adriana Bareto de; GUIMARÃES, Lucia. Práticas de pensões de estudos no Império: um olhar sobre pensinários militares 1825. 2012. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
FARIAS, W. G.; MOURAO, L.; CANCELA, C. D.;GUIMARÃES, C. G.. Viagens das coisas e das idéias: o movimento das embarcações e produtos estrangeiros nos meados da Belém oitocentista. 2012. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Pará.
FARIA, Sheila Siqueira de Castro; FRAGOSO, J. L. R.;GUIMARÃES, C. G.. As mutltiplas facetas do vassalo "mais rico e poderosos de Portugal no Brasil": Joaquim Vicente dos Reis e sua atuação em Campos dos goitacases (1781-1813). 2011. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
MACHADO, Humberto Fernandes; SILVA, Eduardo;GUIMARÃES, C. G.. República sim, escravidão não: o Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República de fato (1888-1905). 2011. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
MATTOS, Hebe; FERRERAS, Maria Veronica Secreto;GUIMARÃES, C. G.. Terra e Trabalho na crise do Escravismo: a formação do campesinato negro em Angra dos Reis/RJ (1850-1905). 2011. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
FERRERAS, Norberto Osvaldo; FORTES, Alexandre;GUIMARÃES, C. G.. A Agenda Neoliberal e o empresariado industrial no Brasil e na Argentina: Projeto Hegemônico Neolibaral e discurso dos industriais (1984-1989). 2011. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
SANTOS, Giorgina Silva; MENESES,José Newton Coelho;GUIMARÃES, C. G.. Tradição e modernidade: práticas corporativas e a reforma dos ofícios em Lisboa no século XVIII. 2011. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
SOARES, Luiz Carlos; ANDRADE, Romulo Garcia de;GUIMARÃES, C. G.. Uma família em dois momentos: os Rohe e as transformações econômicas no Rio de Janeiro (1831-1885). 2011. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
BICALHO, Maria Fernanda; SAMPAIO, Antonio Carlos Jucá;GUIMARÃES, C. G.. Nobres poderes: a atuação do Senado da Câmara fluminense na economia e os privilégios e deveres dos Homens Bons (1790-1807). 2011. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
BICALHO, Maria Fernanda; JUCÁ, Antonio Carlos;GUIMARÃES, C. G.. Nobres Poderes: privilégios e deveres da Câmara fluminense e sua atuação na economia (1790-1807). 2010. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
MENDONÇA, Sonia; ALENTEJANO, Paulo Roberto Raposo;GUIMARÃES, C. G.. O novo empresariado rural no Brasil: uma análise das origens, projetos e atuação da Associação Brasileira de Agrobusiness (1990-2002). 2010. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
FERRERAS, Norberto Osvaldo; FORTES, Alexandre;GUIMARÃES, C. G.. A Agenda Neoliberal e o empresariado industrial no Brasil e na Argentina: conflitos e alianças em torno de um projeto hegemômico (1984-91989). 2010. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
FARIA, Sheila Siqueira de Castro; MATTOS, Hebe;GUIMARÃES, C. G.. Entre Senhores, escravos e homens livres. Família, liberdade e relações sociais no cotidiano da diferença (Mangaratiba, 1831-1888). 2010. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
NEVES, Guilherme Paulo Castagnoli Pereira das; ALMEIDA, Anita Correia L de;GUIMARÃES, C. G.. Os embates de um juíz de fora: Balthazar da Silva de Lisboa na Capitania do Rio de Janeiro (1787-1796). 2010. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
BASTOS, P. P. Z.; COSTA, Hernani Maia;GUIMARÃES, C. G.. Transição Política e Política Econômica no Brasil-Império: 1853-1862. 2010. Dissertação (Mestrado em História Econômica) - Universidade Estadual de Campinas.
MATTOS, H. M.; GRIMBERG, Keyla; ABREU, Martha Campos;GUIMARÃES, C. G.. O Império dos souza Breves nos oitocentos: política e escravidão nas trajetórias dos Comendadores José e Joaquim de souza Breves. 2010. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
SAMPAIO, Antonio Carlos Jucá; FLORENTINO, M.;GUIMARÃES, C. G.. O comércio de abastecimento de carne verde na cidade do Rio de Janeiro: a influência da dinâmica das relações entre seus comerciantes e a Câmara Municipal para a sociedade carioca (1763-1808). 2010. Dissertação (Mestrado em História Social) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
NEVES, Guilherme Paulo Castagnoli Pereira das; SOUZA, Adriana Bareto de;GUIMARÃES, C. G.. A Sombra e a Penumbra: centro e periferia no Vice-Reinado do Conde da Cunha (1763-1767). 2010. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
RIBEIRO, Gladys Sabina; MOREL, Marco;GUIMARÃES, C. G.. A trajetória d'O Republico no fim do Primeiro Reinado e na Regência: os discursos impressos de Antônio Borges da Fonseca sobre a política imperial (1830-1837). 2010. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
FIGUEIREDO, Luciano Raposo de Almeida; FALCON, Francisco Calazans;GUIMARÃES, C. G.. Teremoto em Lisboa, Tremor na Bahia: um protesto contra o Donativo para a Reconstrução de Lisboa (1755-1757). 2009. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
SOARES, Mariza de Carvalho; BICALHO, Maria Fernanda;GUIMARÃES, C. G.. A pesca das baleias na Capitania Real de Cabo Frio. 2009. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
FARIA, Sheila de Castro; FRAGOSO, João Luíz Ribeiro;GUIMARÃES, C. G.. Negócios de mineiros e cariocas: família, estratégias e redes mercantis no caso do Gervásio Pereira alvim (1850-1880). 2009. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
MELO, Hildete Pereira de;GUIMARÃES, C. G.; LEONARDO, Vitor. A Crise do Encilhamento. 2009. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Economima) - Universidade Federal Fluminense.
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SOARES, Mariza de Carvalho; ABREU, Mauricio;GUIMARÃES, C. G.. Valongo: o mercado de escravos do rio de Janeiro, 1758-1831. 2008. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
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DOLHNIKOFF, Miriam; COSTA, W. P.;GUIMARÃES, C. G.. Nas asas de Dédalo. Um estudo sobre o meio circulante no Brasil entre os anos de 1840 a 1953. 2008. Dissertação (Mestrado em História Econômica) - Universidade de São Paulo.
SOARES, Luiz Carlos;GUIMARÃES, C. G.; ANDRADE, Romulo Garcia de. Indústria e Trabalho no século XIX: o Estabelecimento de Fundição e Máquinas de Ponta D'Areia. 2007. Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
BACELLAR, Carlos de Almeida Prado; FERLINI, V.;GUIMARÃES, C. G.. Banguês, engenhos centrais e usinas. 2007. Dissertação (Mestrado em História Econômica) - Universidade de São Paulo.
SOARES, Luiz Carlos; ANDRADE, Romulo Garcia de;GUIMARÃES, C. G.. (Qualificação de Mestrado) Indústria e trabalho no século XIX: o estabelecimento de fundição e máquinas de Ponta d'Areia. 2006. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal Fluminense.
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SAMPAIO, Antonio Carlos Jucá; GUEDES, Roberto;GUIMARÃES, C. G.. As rotas do comércio Grão-Pará e Caiena: negociantes e Relações Comerciais (c.1790- a c.1830). 2011. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em História social) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
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SAMPAIO, Antonio Carlos Jucá; FLORENTINO, M.;GUIMARÃES, C. G.. O trato dos homens de negócio de Pernambuco: uma análise das conexões mercantis, conjunturas econômicas e hierarquias sociais (1730-1808). 2010. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em História social) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
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SARAIVA, L. F.; ALMICO, R. C. S.;GUIMARÃES, C. G.. Indústria Fabril no Brasil Oitocentista: Escravismo, Modernização Conservadora, Estado Nacional (1808-1850). 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; PEREIRA, W. L. C. M.; FREIRE, J.. O COMÉRCIO BRITÂNICO NO IMPÉRIO BRASILEIRO: A ATUAÇÃO DA FIRMA FRANCIS LE BRETON, c.1818-c.1840. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
MALAQUIAS, C.;GUIMARÃES, C. G.; ANTONIO, E. M. M.. REDES DE ENDIVIDAMENTO: CRÉDITO, PODER E RELAÇÕES SOCIAIS EM ESTÂNCIA (Sergipe, 1800-1850). 2021. Exame de qualificação (Mestrando em História) - Universidade Federal de Sergipe.
SALLES, R. H.;GUIMARÃES, C. G.; MUASE, M.; MARQUES, L.. O Comércio ilegal no Atlântico: a trajetória de Manoel Pinto da Fonseca, 1831-1850. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-graduação em História) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.
GUIMARÃES, C. G.; KOCHER, Bernardo; SARAIVA, LUIZ FERNANDO. Da "planta exótica" ao excepcionalismo: a missão Carneiro Leão ao Prata e a identidade civilizatória. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
SAMPAIO, Antonio Carlos Jucá; FRAGOSO, João Luíz Ribeiro;GUIMARÃES, C. G.. Um estudo sobre os modernos engenhos de açúcar do Norte Fluminense (1860-1890). 2016. Exame de qualificação (Mestrando em História Social) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
GUIMARÃES, C. G.; SALLES, Ricardo; SARAIVA, L. F.. Governar e polir: a organização da polícia da Corte no Império brasileiro (1831-1858). 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
VENÂNCIO, Giselle M.;GUIMARÃES, C. G.; BESSONE, Tania. Entre a Administração e a História: O lugar do Arquivo Público do Império nos projetos de modernização do Estado na d´cada de 1870. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
SARAIVA, L. F.;GUIMARÃES, C. G.; FONTES, Virginia. "O Canto da Sereia": a influência pós-moderna na historiografia carioca do Antigo Regime nos Trópicos. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
BICALHO, Maria Fernanda;GUIMARÃES, C. G.; ARAUJO, Renata K. M.; VENÂNCIO, Giselle M.. "Fronteiras Insubmissas": elites, negócios e territorialidade na Capitania da Paraíba (c. 1755-1799). 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; BASTOS, Lucia M; MACHADO, Humberto Fernandes. O poder e a lei: o jogo político no processo de elaboração da "lei para inglês ver" (1826-1831). 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; BICALHO, Maria Fernanda; JUCÁ, Antonio Carlos. Entre negócios e vassalagem na corte Joanina: a trajetória do homem de negócio e deputado da Real Junta de Comércio Elias Antonio Lopes (1790-1815). 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
BICALHO, Maria Fernanda; MONTEIRO, N. G.;GUIMARÃES, C. G.. "O formidável corpo de comércio do Norte": redes de negócios na Amazônia pombalina. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
RAMINELLI, Ronald José; WANDERLEY, Marcelo da Rocha;GUIMARÃES, C. G.. A importância dos papéis: os secretários de governo setecentistas. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; PIÑEIRO, Theo Lobarinhas. O Estado e a Industrialização: o papel do empresariado industrial. 2007. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense.
NAKATANI, P.;GUIMARÃES, C. G.; CARRARA, Angelo. TEORIAS DO CAPITALISMO E PRINCIPAIS INTERPRETAÇÕES SOBRE SUA ORIGEM. 2023. Universidade Federal do Maranhão.
GUIMARÃES, CARLOS GABRIEL; MARQUES, L.; FRANCO, R.. Banca Examinadora Seleção Simplificada par Professor Assistente do Departamento de História da UFF. 2017. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; SARAIVA, LUIZ FERNANDO; SAES, ALEXANDRE; GAMBI, T.; EARP, F. S.. Banca Examinadora de Concurso Público do Magistério Superior, na Classe de Professor Adjunto do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense. 2017. Universidade Federal Fluminense.
SAES, F. A. M.;GUIMARÃES, C. G.; SARETA, F.; PAULA, J. A.; RICUPERO, R.. Comissão Julgadora do Concurso de provas e Títulos para provimento de um cardo de Prof. Doutor, nível MS-3.1, na área de Formação e Desenvolvimento Econômico no Capitalismo. 2016. Universidade Estadual de Campinas.
PEREIRA, W.; VILLA, C. V.; MUASE, M.; BASILE, M.; MACHADO, C.;GUIMARÃES, C. G.. Banca Examinadora do Concurso Público de Provas e Títulos para a Carreira de Magistério Superior, na Classe de Professor Adjunto 40H DE na área de História do Brasil Império. 2012. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; PIÑEIRO, Theo Lobarinhas; THIMOTEO, Marcelo. Banca de seleção de professor substituto. 2005. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; NOZOE, Nelson; SARETA, Fausto; TONETO JUNIOR, Rudinei; CAMPOS, Maria Christina Siqueira de Souza. Concurso de Professor Doutor do Departamento de Economia da FEA Ribeirão Preto. 2005. Universidade de São Paulo.
GUIMARÃES, C. G.; ADOR, C.; FARIA, Fernando. Seleção para Professor Substituto em História do Brasil. 1999. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; RIBEIRO, Gladys Sabina; TERRA, P.. Banca de Seleção de Mestrado e Doutorado em História Contemporânea I. 2021. Universidade Federal Fluminense.
MENDONÇA, Sonia Regina de; MOTTA, M. M. M.; PIÑEIRO, Theo Lobarinhas;GUIMARÃES, C. G.; CORRÊA, Maria Letícia. Concurso Vestibular. 2011. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; GOUVEA, Maria de Fátima da Silva; RAMINELLI, R.; FIGUEIREDO, Luciano Raposo. Banca de Seleção de Mestrado de História Moderna. 2007. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; MOTTA, Marcia Menendes; MENDONÇA, Sonia; PIÑEIRO, Theo Lobarinhas; RIBEIRO, Gladys Sabino; RIBAS, Rogério. Concurso Vestibular. 2006. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; MARTINS, Ismenia Lima; MOTTA, Marcia; VAINFAS, Ronaldo; NEDER, Gislene. Banca de seleção do Mestrado/Doutorado do Convênio inter-institucional da UFF-UNICENTRO. 2005. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; MOTTA, Marcia; PIÑEIRO, Theo Lobarinhas; KOCHER, Bernardo; MENDONÇA, Sonia; RIBAS, Rogério; RIBEIRO, Gladys Sabino. Concurso Vestibular. 2005. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; VAINFAS, Ronaldo; RAMINELLI, Ronal; SOARES, Mariza; BICALHO, Maria Fernanda. Banca de Seleção do Mestrado/Doutorado em História Moderna. 2004. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; MACHADO, Humberto Fernandes; SABINO, Gladys; NEDER, Gislene; FARIA, Fernando. Banca de Seleção do Mestrado e Doutorado da Pós-Graduação em História da UFF. 2003. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; FARIA, Fernando; FERREIRA, J.; RAMINELLI, R.; KNAUSS, P.. Banca de Seleção do Mestrado e do Doutorado do Programa de Pós-Graduação em História da UFF. 2001. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.. Banca de correção do vestibular 2000 da UFF. 2000. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.; ENGELS, M.; FARIA, Sheila de Castro; FARIA, Fernando; OLIVEIRA, G. B. M.. Baca de Seleção do Doutorado do Programa de Pós-Graduação em História da UFF. 2000. Universidade Federal Fluminense.
GUIMARÃES, C. G.. Banca Examinadora da Área de Ciências Sociais Aplicadas. 1999. Universidade Federal Fluminense.
Orientou
Nas ruas do Rio de Janeiro do século XIX: o comércio ambulante e o controle do estado; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
O Comércio Britânico no Brasil: a atuação da firma inglesa March Irmãos & Co; na praça do Rio de Janeiro, c; 1813-1845; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
CAIXA ECONÔMICA DE CAMPOS: POUPANÇA E INVESTIMENTOS EM TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA (1834-1887); Início: 2023; Dissertação (Mestrado profissional em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
PLANÍCIES AÇUCAREIRAS E SERRAS CRIATÓRIAS: AS RELAÇÕES ECONÔMICAS ENTRE A PLANTAÇÃO DO AÇÚCAR E A PECUÁRIA EM CAMPOS DOS GOYTACAZES (1770-1800); Início: 2022; Dissertação (Mestrado profissional em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
A Malha Ferroviária de Campos dos Goytacazes no século XIX (1870-1888); Início: 2021; Dissertação (Mestrado profissional em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
Firmas Globais no Comércio de Importação de Farinha de Trigo Americana ao Rio de Janeiro, 1834-1849; Início: 2021; Dissertação (Mestrado profissional em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
HOMENS DE CIÊNCIA E ENSINO MILITAR: ASPECTOS ILUSTRADOS DA FORMAÇÃO CIENTÍFICA NA ACADEMIA REAL MILITAR (1810-1850); Início: 2023; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
De Minas Gerais à Corte: A trajetória política dos Monteiro de Barros no Império do Brasil (século XIX); Início: 2022; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
Em tempos de ?crise? os caminhos dos dízimos e das entradas de Minas Gerais no final do período colonial (1780-1810); Início: 2020; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
Inovação tecnológica e expansão cafeeira em tempos de ?segunda escravidão?: um estudo de caso a partir do município de Cantagalo ? RJ (1850-1888); Início: 2018; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
Expectativas, significados e manutenção dos ensejos: dons, contradons e economia moral na produção das alforrias cartoriais; (Rio de Janeiro, 1750-1800); ; Início: 2018; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
A Fazenda da Usina - Da Paisagem ao Contexto Histórico e Sócio-político (Período Republicano); Início: 2022; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
Usos e abusos da biografia de Irineu Evangelista de Souza, Visconde de Mauá; Início: 2022; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);
O Comércio Inglês no Brasil: a atuação da firma inglesa March Irmãos & Co; , c; 1813-1845; Início: 2022; Iniciação científica (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Francis Le Breton, c; 1820-c; 1850; Início: 2020; Iniciação científica (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; (Orientador);
O Comércio Britânico no Império brasileiro: a atuação da firma Francis Le Breton, c; 1810-c; 1850; Início: 2020; Iniciação científica (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
O ANTIGO FRENTE AO NOVO: A CONTINUIDADE DA PECUÁRIA APÓS A ALTA DO AÇÚCAR EM CAMPOS DOS GOYTACAZES (1700-1800); 2024; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Companhia Estrada de Ferro Macaé-Campos (1870-1889); 2023; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Francis Le Breton, c; 1820-c; 1830; 2022; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Madame Barat, Modista da casa Imperial:uma análise da dinâmica do do consumo de moda no Rio de janeiro oitocentista (1840-1860) OITOCENTISTA (1840-1860); 2020; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
ESPAÇO e FISCALIDADE: a cartografia fiscal e o perfil social dos dízimos em Mariana (1784-1810); 2020; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Da ?planta exótica? ao ?excepcionalismo brasileiro?: a missão Carneiro Leão ao Prata e a identidade internacional saquarema; 2018; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
?Governar e polir: a organização da polícia da Corte no Império brasileiro (1831-1858)?,; 2017; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O mercado de créditos na Corte Joanina: experiências das relações sociais de empréstimos (c; 1808-c; 1821); 2015; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Comércio de grosso trato e interesses mercantis no Recife, Pernambuco (c; 1837-c; 1871): a trajetória do negociante João Pinto de Lemos; 2015; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Academia de Marinha: Normatização da Formação Militar Naval no período de construção do Estado Imperial Brasileiro (1837-1858); 2014; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
"The leading commission-house of Rio de Janeiro"; A firma Maxwell, Wright & Co; no comércio do Império do Brasil (c; 1827-c; 1850); 2014; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Entre negócios e vassalagem na Corte Joanina: a trajetória do homem de negócio, comendador da ordem de cristo deputado da Real junta de Comércio Elias Antonio Lopes (c; 1770-1815); 2013; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A questão Christie e a atuação do secretário João batista Calógeras (1862-1865); 2013; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O poder e a lei: o jogo político no processo de elaboração da "lei para inglês ver" (1826-1831); 2013; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Os negociantes de grosso trato no Recife, Pernambuco (1850 - 1877); 2013; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Nas malhas do mercado de crédito: Costume e poder nas negociações da economia fluminense (1790 ? 1820); 2013; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Companhia Estrada de Ferro Therezópolis: uma empresa do encilhamento em meio aà política republicana fluminense (1890-1895); 2012; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Práticas de penões de estudos no Império: um olhar sobre pensionários militares (1821-1831); 2012; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Conselho de Estado no tempo de D; Pedro I: um estudo da Política e da Sociedade no Primeiro Reinado (1826-1831); 2010; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
De como administrar cidades e governar Impérios: almotaçaria portuguesa, os mineiros e o poder (1745-1808); 2010; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Real Junta do Commercio, Agricultura, fábricas e navegação deste Estado do brasil e seus domínios ultramarinos: um tribunal de Antigo Regime na Corte de D; João (1808-1821); 2009; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Companhia de Seguros Indemnidade: História de Empresas no Brasil Joanino (1808-1822); 2008; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Poder da Companhia Brasileira de Energia Elétrica (CBEE) em Petrópolis (1909-1927); 2006; 220 f; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A transição da Cafeicultura para a Pecuária em Juiz de Fora, 1896-1930; 2006; 220 f; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Os Contratadores e o Império colonial português: um estudo dos casos de Jorge Pinto de Azevedo e Francisco Ferreira da Silva; 2005; 210 f; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Comércio e contratos nas Minas Setecentistas: o estudo de um caso, João de souza Lisboa (1739-1765); 2002; 0 f; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Os padrões das Alforrias em um município cafeeiro em expansão: Juiz de Fora_Minas Gerais, 1850-1888; 2002; 0 f; Dissertação (Mestrado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Burschenschaft e a formação da classe dirigente na República Velha; 2001; 0 f; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Conflitos fiscais, espacialidade e hierarquias sociais na arrecadação dos dízimos em Minas Gerais (século XVIII); 2024; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E EXPANSÃO CAFEEIRA EM TEMPOS DE ?SEGUNDA ESCRAVIDÃO?: UM ESTUDO DE CASO A PARTIR DO MUNICÍPIO DE CANTAGALO ? RJ (1850-1888); 2023; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Os argonautas da Guanabara: liberdade, circularidade e a formação da economia costumeira no Rio de Janeiro escravista, séculos XVIII e XIX; 2023; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Dos Letígios da Obrigação de Crédito: A Ação Judiciária do Tribunal da Suplicação do Brasil (1808-1821); 2021; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Velho Novo Mundo: Antigo Regime tardio e o liberalismo conservador da justiça luso-brasileira (1755-1842); 2021; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
MARINHA EM TRANSIÇÃO: A CONSTRUÇÃO DO PODER NAVAL NO IMPÉRIO DO BRASIL (1837-1864); 2021; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
INGLESES X INGLESES: PODER E CONFLITO ENTRE A DIPLOMACIA LONDRINA E OS COMERCIANTES BRITÂNICOS NO COMÉRCIO PROIBIDO DE ESCRAVOS (RIO DE JANEIRO, 1826-1850); ; 2020; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Sob a Guarda Negra: abolição, raça e cidadania no imediato pós-abolição; 2019; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O opulento capitalista: o Barão de Nova Friburgo e as estratégias de formação e manutenção do patrimônio familiar nos Oitocentos (c; 1829-c; 1873); 2019; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Comércio e transporte no Brasil oitocentista: A Companhia Pernambucana de Navegação a Vapor (c; 1850 ? c; 1900); 2019; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Conselho da Fazenda e o Império Luso-brasileiro, 1808 1822; 2017; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
NEGÓCIOS E NEGOCIANTES LUSITANOS: O comércio dos portugueses em Belém dos meados do oitocentos; 2017; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
INGLESES X INGLESES: Poder e conflito entre a Diplomacia Londrina e os comerciantes britânicos no comércio proibido de escravos (Rio de Janeiro, 1826-1850); 2016; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Minas com Bahia: mercados e negócios em um circuito mercantil setecentista; 2013; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Eletricidade no Brasil da Primeira República: a CBEE e os Guinle no distrito Federal (1904-1923); 2012; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A economia dos negros livres no Rio de Janeiro e Richmond, 1840-1860; 2012; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Nas águas do canal: política e poder na construção do canal Campos-macaé (1835-1875); 2012; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Negócio das Minas: família, fortuna, poder e redes de socibilidades nas Minas Gerais_ a família Ferreira Armonde (1751-1850); 2010; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Só a palavra basta: o crédito não institucional em Juiz de Fora, 1853-1906; 2009; 0 f; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Império das Minas Gerais: café e poder na zona da Mata Mineira, 1853-1893; 2008; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Em Nome do Rei: Direitos e Tributos Régios Minas setecentistas (1730-1789); 2008; Tese (Doutorado em DOUTORADO EM HISTÓRIA) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Magistrados e Negociantes na Corte do Império do Brasil: O Tribunal do Comércio (1850-1875); 2007; Tese (Doutorado em Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A modernização brasileira no pensamento do General Edmundo de Macedo Soares; 2006; 340 f; Tese (Doutorado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Nação e Democracia no Projeto das Político das classes produtoras: limites e possibilidades dessas idéias para o Brasil moderno (1943-1964); ; 2005; 230 f; Tese (Doutorado em Mestrado Em História) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Comerfciantes e Caixeiros - conflitos na Sociedade na Independência; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A crise do Império Português; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Milagre Econômico: as versões do sucesso e do fracasso; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Milagre econômico e a sua crise; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Brasil na crise do Sistema Colonial Português; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Globalização do final do século XX aos dias de hoje; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em História Contemporânea) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Fábrica bangu: capital, trabalho e futebol (1889-1930); 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O milagre brasileiro: da gênese à crise; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em História Contemporânea) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Ascensão de Reagan e Thacter e a vitória Neoliberal; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em História Contemporânea) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Liberdade, Monopólio e Patriarcalismo: os fatores que perduram para a ascensão social do caixeiro na sociedade da Independência; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A crise financeira do Império: uma breve discussão historiográfica; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Rio de Janeiro: caminhos abastecedores da Corte; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Sociedade e Economia no mercado pré-capitalista; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em História Contemporânea) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Caixeiros: Portugueses na Corte, a monoolização dos postos de trabalho na Corte (1808-1831); 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Economia cafeeira, industrial e urbanização na Primeira República; 2009; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Instituições de Poder na Amérca Portuguesa; 2009; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Neoliberalismo e a transformação no Mundo do Trabalho; 2009; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em História do Brasil pós-1930) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A crise do Império Português: uma discussão; 2008; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Instituições de Poder na América Portuguesa; 2008; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Industrialização carioca: o apogeu e declínio na Primeira República, 1889-1930; 2007; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Economia cafeeira, industrialização e urbanização na Primeira República; 2007; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Rio Urbano: o processo de favelização na grande cidade; 2007; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Globalização Transnacionais; 2007; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em História do Brasil pós-1930) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Capitaçismo Tardio e industrialização: anos 30 e 40; 2007; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em História do Brasil pós-1930) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Discussão Bibliográfica sobre o impacto do comércio de de escravos na África; 2006; 55 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Cotidiano da Escravidão; 2006; 45 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Economia cafeeira, industrialização e urbanização na Primeira República; ; 2006; 50 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Cultura de Negócios: relação entre negociantes e caixeiros e a idéia de Corpo Mercantil no Rio de Janeiro, no Porto e em Lisboa; ; 2006; 55 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Neoliberalismo: um debate possível?; 2006; 40 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Teatro de Revista; 2005; 50 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Economia cafeeira e industrialização na Velha República; 2005; 55 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Cultura de Negócios: relações entre negociantes e caixeiros e a idéia de Corpo Mercantil no Rio de Janeiro; 2005; 60 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Questão Habitacional no Rio de Janeiro no Rio de Janeiro nas Primeiras Décadas da República; 2005; 60 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Oswaldo Cruz e a noção de saúde pública no Brasil Republicano; 2005; 50 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Direito e Didadania na Segunda metade do século XIX:a criação do Código Civil no Brasil; 2005; 55 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Economia Cafeeira, Industrialização e Urbanização na Priemira República: diferentes visões historiográficas; 2005; 40 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Economia cafeeira, industrialização e urbanização na Primeira República; 2005; 35 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Ministério da Educação e Saúde na construção do Estado Varguista, 1930-1945; 2004; 40 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Repensando a Industrialização brasileira no século XIX; 2004; 60 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Semana de Arte Moderna e a exposição do centenário: a construção cultural da nação brasileira; ; 2003; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A absorção do ex-cativo no mercado de trabalho e meio social na cidade do Rio de Janeiro; 2002; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A fundação da República em Esaú e Jacó e na bibliografia; 2002; 30 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Luz, Câmara_ o retrato da autoridade real no ultramar: o exemplo do Rio de Janeiro, 1750-1822; 2002; 50 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A visão da morte: céu, inferno e purgatório no Brasil colônial; 2001; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Favelização: uma questão de raízes; 2001; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Romantismo, romance de José de Alencare a construção da identidade nacional no século XIX (1836-1874); 2001; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A mulher livre e pobre na segunda metade doImpério no livro didático; 2001; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Os negociantes de grosso trato e a formação do Estado Imperial brasileiro na bibliografia de 1º e 2º graus; 2001; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A festa do Divino; 2001; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
1808-1830: da Intendência Geral da Polícia à promulgação do Código Criminal; 2001; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A situação de algumas regiões do Brasil (Nordeste, Minas Gerais, Vale do Paraíba) com o fim do tráfico de escravos; 1997; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Corpo de Bombeiros no Rio de Janeiro, 1856-1870; 1997; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Bucha e a formação da classe dirigente na República Velha; 1997; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Movimento Operário na República Velha, 1889-1930; 1997; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A transição do trabalho escravo para o livre na agroindústria açucareira no século XIX: os casos de Campos de Goitacases e de Pernambuco; 1997; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em História do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Análise das políticas econômicas do Estado Brasileiro e sua relação com a educação durante os Governos de Luiz Inácio Lula da Silva (2002-2010); 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Os trilhos da mudança: um estudo sobre a industrialização russa no século XIX; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
FORMAÇÃO DA BOLSA DE VALORES DO RIO DE JANEIRO NO OITOCENTOS; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Porto do Rio de Janeiro e a presença inglesa no Oitocentos; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Educação Financeira e o papel da ONG: um estudo da nova política educativa na Base Nacional Curricular Comum; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Verlagsystem na Espanha Medieval: uma revisão historiográfica; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Segunda Escravidão: Uma cítica a cultura da escravidão; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
As Mesas de Inspeção do Açúcar e Tabaco da Bahia e de Pernambuco ? 1751-1808; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Um brinde ao Progresso: a inserção do consumo de cerveja no Rio de Janeiro; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Moral e a História: uma chave interpretativa para os costumes; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
GRUPOS DE PODER NA FORMAÇÃO DO ESTADO IMPERIAL BRASILEIRO: UMA VERTENTE MERCANTIL; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Uma ?lei para inglês ver?? O processo de construção de uma lei nacional sobre o tráfico de escravos (1822 - 1831); 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
?Imperiais Teuto-Brasileiros: Diplomacia, comércio, associações e a presença de imigrantes alemães na cidade do Rio de Janeiro (1808 - c; 1831)?; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Independência ou não: uma história dos ?mestres? da nossa Libertação; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Os modelos explicativos e os desafios colocados aos pesquisadores da economia colonial brasileira; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O ANVERSO COLONIAL: a casa da moeda da Bahia e o outro lado da moeda colonial na América Portuguesa (1694-1714); 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
As Forçaa Armadas no Império do Brasil: uma discussão bibliográfica acerca das Instituições Militares Militares Imperiais; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
CENTROS ITEGRADOS DE EDUCAÇÃO PÚBLICA: EDUCAÇÃO INTEGRAL E COMUNIDADE INTEGRAL; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Os 'negociante de grosso trato' em questão; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Associações Comerciais no Império Brasileiro: disputas e construções de legado em ascendência social e política; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
RELAÇÕES FLUÍDAS E DELIMITADORAS: A atuação dos negociantes do Rio de Janeiro no controverso período ?colonial tardio?; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
1831: O debate parlamentar da lei antitráfico brasileira; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Globalização em questão; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Real Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação e o Imperio Luso-Brasileiro; 2006; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Os economistas no Estado brasileiro; 2005; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O ingleses na Historiografia brasileira; ; 2004; 50 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Escola Central de Engenharia no Império; 2004; 70 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O sistema de transporte ferroviário urbano de passageiros na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro ? 1994 a 2004; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Econômicas) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Confederação Nacional de Agricultura: do início dos anos 60 à modernização conservadora; 2003; 40 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
D; Rodrigo de Souza Coutinho e o Império Luso Brasileiro; 2001; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A Historiografia e o Estado Imperial brasileiro; 2001; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Trânsito Urbano: um olhar antropológico sobre usos do espaço público nas regiôes de Niterói e do Rio de Janeiro; 2000; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Comércio Inglês no Brasil: a atuação da firma inglesa Phipps Irmãos & Co; , c; 1830-c; 1850; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O COMÉRCIO INGLÊS NO BRASIL:A ATUAÇÃO DA FIRMA INGLESA MARCH IRMÃOS & CO; ,; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Comércio Inglês no Brasil: a atuação da firma inglesa March Irmãos & Co; , c; 1813-1845; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Comércio Britânico no Império brasileiro: a atuação da firma Francis Le Breton, c; 1810-c; 1850; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Comércio Britânico no Império brasileiro: a atuação da firma Francis Le Breton, c; 1810-c; 1850; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A presença inglesa no Império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co; (1842-1862); 2018; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Francis Le Breton, c; 1820-c; 1850; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Francis Le Breton, c; 1820-c; 1850; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A presença inglesa no Império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co; no Rio de Janeiro (1862-1870); 2016; Iniciação Científica - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A presença inglesa no Império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co; (1862-1870); 2015; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O English Bank of Rio de Janeiro (1876-1880): um banco comercial inglês no Império Brasileiro; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A presença inglesa no Império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co; no Rio de Janeiro (1842-1862); 2014; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O English Bank of Rio de Janeiro (1876-1880): um banco comercial inglês no Império Brasileiro; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A presença inglesa no Império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co; 1862-1870; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O English Bank of Rio de Janeiro (1871-1876): um banco comercial inglês no Império Brasileiro; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O English Bank of Rio de Janeiro (1871-1876): um banco comercial inglês no Império Brasileiro; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
A presença inglesa no império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co; (1842-1862); 2012; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
The Brazilian and Portugueses Bank Limited and English Bank of Rio de Janeiro: um banco inglês no Brasil e em Portugal (1863-1870); 2011; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Banco Comercial do Rio de Janeiro (1871-1876): um banco comercial nacional no Império Brasileiro; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Império brasileiro e os bancos comerciais no Rio de Janeiro: o caso do Banco Comercial do Rio de Janeiro (1876-1881); 2010; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
The Brazilian and Portugueses Bank Limited and English Bank of Rio de Janeiro: um banco inglês no Brasil e em Portugal (1863-1870); 2010; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Carruthers & Co, 1822-1851; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
: O Banco Comercial do Rio de janeiro (1871-1876): um banco comercial nacional no Império Brasileiro; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Carruthers & Co, 1824-1854; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Carruthers & Co, 1824-1854; 2005; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Banco Comercial do Rio de Janeiro e o Império do Brasil (1866-1871); 2005; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O New London and Brazilian Bank (1871-1875); 2004; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Império brasileiro e os bancos comerciais no Rio de Janeiro: o caso do Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro (1876-1883); 2004; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O New London and Brazilian Bank (1871-1875): um banco inglês no Império brasileiro; ; 2003; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro e o Império do Brasil, 1876-1881; ; 2002; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O London and Brazilian Bank (1862-1971): um banco inglês no Império brasileiro; 2002; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro e o Império do Brasil, 1865-1870; 2001; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Bancos, Economia e Poder no segundo reinado: o caso BRHRJ, 1865-1875; 2000; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
O Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro e o Império do Brasil; 2000; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Bancos, Economia e Poder no segundo reinado: os casos do BRHRJ e do Comercial eAgrícola; 1999; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Bancos, Economia e Poder no segundo reinado: os casos do Banco Rural do Rio de Janeiro e do Banco Comercial e Agrícola, 1853-1865; 1998; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em História Econômica Geral e do Brasil) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Carlos Gabriel Guimarães;
Produções bibliográficas
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GUIMARÃES, C. G. ; VARGAS, J. . Entrevista com Jorge Pedreira. REVISTA MARACANAN , v. 1, p. 16-35, 2024.
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GUIMARÃES, C. G. . ?NEGÓCIOS DE CORTE?: OS HOMENS DE NEGÓCIOS DA PRAÇA DO RIO DE JANEIRO, O TRÁFICO DE PESSOAS ESCRAVIZADAS E OS SUBSÍDIOS PARA A MANUTENÇÃO DO REINO, C.1808-C.1821. ALMANACK , v. 1, p. 1-35, 2023.
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GUIMARÃES, CARLOS GABRIEL ; GREENHILL, ROBERT . TRADING IN AN EMERGING MARKET: E. JOHNSTON & CO AND THE BRAZILIAN COFFEE TRADE 1840-1880. Revista de Historia Economica , v. 38, p. 1-34, 2019.
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LOPES, TERESA DA SILVA ; GUIMARÃES, CARLOS GABRIEL ; SAES, ALEXANDRE ; SARAIVA, LUIZ FERNANDO . The -disguised? foreign investor: Brands, trademarks and the British expatriate entrepreneur in Brazil. BUSINESS HISTORY , v. 1, p. 1-25, 2017.
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GUIMARÃES, C. G. . O Império e os bancos comerciais do Rio de Janeiro na segunda metade do século XIX: os casos do banco Mauá, MacGregor & Cia., do banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro e o banco Comercial e Agrícola. In: III Congresso Brasileiro de História Econômica e 4ª Conferência Internacional de História da Empresas, 1999, Curitiba. Anais do III Congresso Brasileiro de História Econômica e da 4ª Conferência Internacional de História de Empresas, 1999.
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GUIMARÃES, C. G. . A Guerra da Tríplice Aliança e a atividade bancária no Rio de Janeiro no período c.1865-c.1870: os casos do Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro e do Banco Commercial do Rio de Janeiro. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUIMARÃES, C. G. . O Estado Imperial brasileiro e os bancos estrangeiros: o caso do London and Brazilian Bank (1862-1871). 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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GUIMARÃES, C. G. . A comparação do rendimento da capitania do Rio de Janeiro com outras do Estado do Brasil e do Império Português (1795-1800). 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GUIMARÃES, C. G. . De Negociante e contratador a barão de Ubá: a trajetória de João Rodrigues Pereira de Almeida no Império Português e Brasileiro (1793-1830). 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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GUIMARÃES, C. G. . Os bancos e a Historiografia Econômica: uma discussão. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUIMARÃES, C. G. . O negociante João Rodrigues Pereira de Almeida e a negociação do empréstimo e resgate do banco do brasil em 1821: a trajetória de um homem de negócio no Império Português e do brasil. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUIMARÃES, C. G. . Finanças e Comércio no Brasil da primeira metade do século XIX: a atuação da firma inglesa Samuel Phillips & Co, 1808-1831. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GUIMARÃES, C. G. . O comércio brasil e Inglaterra na primeira metade do século XIX: a atuação da firma Carruthers & Co (1824-1853), novas evidências de pesquisa. 2009. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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GUIMARÃES, C. G. . O negociante João Rodrigues Pereira de Almeida e a negociação do empréstimo de resgate do Banco do Brasil em 1821: a trajetória de um homem de negócio no Império Português e do Brasil. 2009. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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GUIMARÃES, C. G. . De negociante e contratador a Barão de Ubá: a trajetória de João Rodrigues Pereira de Almeida. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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GUIMARÃES, C. G. . De negociante e contratador a Barão de Ubá: a trajetória de João Rodrigues Pereira de Almeida. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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GUIMARÃES, C. G. . De negociante e contratador a Barão de Ubá: a trajetória de João Rodrigues Pereira de Almeida no Império Português. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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GUIMARÃES, C. G. . O Código Comercial, o Tribunal do Comércio e a atividade bancária no Império brasileiro da segunda metade do século XIX. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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GUIMARÃES, C. G. . Os contratadores e os contratos do Rio de Janeiro colonial, 1769-1779: estudo de uma sociedade mercantil. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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GUIMARÃES, C. G. . O marquês de Barbacena, a política e a diplomacia na construção do Estado Imperial brasileiro. Rio de Janeiro: Revista Topoi, 2022 (Resenha).
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GUIMARÃES, CARLOS GABRIEL . História Econômica do Brasil Império. São Paulo, 2022. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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GUIMARÃES, CARLOS GABRIEL ; SARAIVA, LUIZ FERNANDO . Crédito & descrédito: relações sociais de empréstimos na América - séculos XVII ao XX. Niterói, 2018. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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GUIMARÃES, C. G. . Resenha do livro À vista ou a prazo: comércio e crédito nas Minas setecentistas. Cidade do México: Instituto Mora, 2013 (Resenha).
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GUIMARÃES, C. G. . Resenha do livro Uma Colônia entre dois Impérios: a abertura dos Portos, 1800-1808. Cidade do México: Instituto Mora, 2010 (Resenha).
Outras produções
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc Revista Historia de História da UNESP. 2021.
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc Revista Almanack. 2021.
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc Revista Historia Moderna da Universidade de Alicante. 2021.
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc America Latina en la Historia Económica. 2020.
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc Revista Almanack. 2020.
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc Revista Almanack. 2017.
GUIMARÃES, C. G. . CNPq-Consultoria Ad Hoc. 2016.
GUIMARÃES, CARLOS GABRIEL . Consultoria ad hoc Revista Almanack. 2016.
GUIMARÃES, CARLOS GABRIEL . Revista Escrita da História. 2016.
GUIMARÃES, CARLOS GABRIEL . Consultoria ad hoc Revista de História do Dep. de História da USP. 2016.
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc - Locus Revista de História. 2015.
GUIMARÃES, C. G. . CNPq - Consultoria Ad Hoc. 2015.
GUIMARÃES, C. G. . CNPq - Consultoria Ad Hoc. 2014.
GUIMARÃES, C. G. . CNPq - Consultoria Ad Hoc. 2013.
GUIMARÃES, C. G. . CNPq - Consultoria Ad Hoc. 2012.
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc - Revista Eletrônica Cadernos de História, ano 02, número 1. 2007.
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc - Revista Economia Contemporãnea, vol. 10, nº 1. 2006.
GUIMARÃES, C. G. . Assessoria Técnico Científica à Fundação Editora da UNESP. 2005.
GUIMARÃES, C. G. . Consultoria ad hoc - Revista de Economia Contemporânea.. 2004.
GUIMARÃES, C. G. . I Encontro Interdisciplinar dos Professores do 2º Segmento do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Angra dos Reis. 2000.
GUIMARÃES, C. G. . O Mundo do Trabalho. 1998.
GUIMARÃES, C. G. . Revista Topoi do PPGHIS-UFRJ. 2012.
GUIMARÃES, C. G. . Revista de História da USP. 2011.
GUIMARÃES, C. G. . Revista discente Dia-Logos da UERJ. 2011.
GUIMARÃES, C. G. . Anais do II Encontro de Pós-Graduação em História Econômica.. 2004. (Editoração/Anais).
GUIMARÃES, C. G. ; MENDONÇA, Sonia Regina de . Das Fronteiras do mundo capitalista a um mundo sem fronteiras. 1999. .
GUIMARÃES, C. G. . Economia e Sociedade do Brasil no século XIX. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
GUIMARÃES, C. G. . Poder, Disciplina e Sociabilidade Urbana. 1997. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUIMARÃES, C. G. ; MENDONÇA, Sonia Regina de . Anais do II Congresso Brasileiro de História Econômica e 3ª Conferência Internacional de História de Empresas, vols. 2,3 ,4 e 5. 1997. (Editoração/Anais).
Projetos de pesquisa
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2023 - Atual
O Comércio Inglês no Brasil: a atuação da firma inglesa Phipps Irmãos Co., c.1830-c.1850, Descrição: A presença inglesa no Brasil da primeira metade do século XIX, particularmente dos comerciantes ingleses, tem sido tratada de uma forma generalizada. A historiografia brasileira sobre a participação dos ingleses no Brasil, notadamente os trabalhos de Gilberto Freire, Ingleses no Brasil (1948), Richard Grahan, Grã-Bretanha e a modernização no Brasil (1972), Olga Pantaleão, A presença inglesa (1976) e Riva Gorestein, Comércio e Política: o enraizamento dos interesses mercantis portugueses no Rio de Janeiro (1808-1831) (1978), corroboram com o clássico trabalho de Alan K Manchester, Preeminência inglesa no Brasil (1933). Em outras palavras, enfatizaram na preeminência e na modernidade inglesa no século XIX em detrimento do comércio e comerciante "arcaico" português.A partir dos estudos mais específicos sobre a organização e a forma de atuação das firmas britânicas, a visão mais geral passou a ser revista. Ana Célia Castro, As Empresas Estrangeiras no Brasil 1860-1913 (1979), e Maria Barbara Levi e Flávio Saes, Dívida Externa brasileira, 1850-1913: empréstimos públicos e privados (1990), chamaram atenção para o novo tipo de investimento direto inglês após 1850: os bancos e as ferrovias.Entretanto, os trabalhos acima citados priorizaram o período após 1850, marcado pela criação do Código Comercial, o fim do Tráfico Negreiro e a Lei de Terras. Para o período anterior, mais especificadamente, o da abertura dos portos de 1808 até 1850, existem poucos trabalhos sobre a atuação das firmas comerciais inglesas no comércio importador e exportador brasileiro.O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a atuação da firma inglesa Phipps Irmãos Co. no Rio de Janeiro na primeira metade do século XIX. Constituindo-se numa filial da firma Phipps Co de Liverpool, e localizada primeiramente na Rua das Violas, 22, a firma Phipps Irmãos Co. desenvolveu uma intensa atividade comercial na Praça do Rio de Janeiro desde a década de 1830, a tal ponto que, no ano de 1846 a firma era uma das sete casas comerciais estrangeiras responsáveis por 52 das exportações totais de café pelo porto do Rio de Janeiro. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Número de orientações: 1
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2022 - Atual
O Comércio Inglês no Brasil: a atuação da firma inglesa March Irmãos & Co., c.1813-1845, Descrição: A presença inglesa no Brasil da primeira metade do século XIX, particularmente dos comerciantes ingleses, tem sido tratada de uma forma generalizada. A historiografia brasileira sobre a participação dos ingleses no Brasil, notadamente os trabalhos de Gilberto Freire, Ingleses no Brasil (1948), Richard Grahan, Grã-Bretanha e a modernização no Brasil (1972), Olga Pantaleão, A presença inglesa (1976) e Riva Gorestein, Comércio e Política: o enraizamento dos interesses mercantis portugueses no Rio de Janeiro (1808-1831) (1978), corroboram com o clássico trabalho de Alan K Manchester, Preeminência inglesa no Brasil (1933). Em outras palavras, enfatizaram na preeminência e na modernidade inglesa no século XIX em detrimento do comércio e comerciante "arcaico" português.A partir dos estudos mais específicos sobre a organização e a forma de atuação das firmas britânicas, a visão mais geral passou a ser revista. Ana Célia Castro, As Empresas Estrangeiras no Brasil 1860-1913 (1979), e Maria Barbara Levi e Flávio Saes, Dívida Externa brasileira, 1850-1913: empréstimos públicos e privados (1990), chamaram atenção para o novo tipo de investimento direto inglês após 1850: os bancos e as ferrovias. Entretanto, os trabalhos acima citados priorizaram o período após 1850, marcado pela criação do Código Comercial, o fim do Tráfico Negreiro e a Lei de Terras. Para o período anterior, mais especificadamente, o da abertura dos portos de 1808 até 1850, existem poucos trabalhos sobre a atuação das firmas comerciais inglesas no comércio importador e exportador brasileiro.O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a atuação da firma inglesa March Irmãos & Co. no Rio de Janeiro na primeira metade do século XIX. Organizada pelo comerciante George March em sociedade com seu irmão Thomas em 1813, e localizada primeiramente na Rua do Ouvidor, e depois na Rua dos Pescadores, a firma March Irmãos & Co. desenvolveu uma intensa atividade comercial na Praça do Rio de Janeiro desde o período Joanino. George March foi também proprietário da Fazenda Sant?Anna do Paquequer, localizada em Nossa Senhora D?Ajuda de Guapimirim, na Vila de Magé. Esta fazenda, mais conhecida como a fazenda March ou fazenda dos Órgãos, após a sua morte em 1845, além de virar ?mito fundador? da cidade de Teresópolis, também foi palco de uma contenda internacional entre a Grã-bretanha e o Império do Brasil, a ?Questão March?, em virtude da ação do governo imperial após o fim dos privilégios dos ingleses, com a revogação da Conservatória Inglesa, e também da presença de escravos, principalmente de africanos após a Lei de 1831, na fazenda de um expatriado inglês. Portanto, a partir da análise da organização, dos produtos transacionados e da forma de organização e atuação da firma March Irmãos & Co., pretendemos rediscutir o impacto da presença inglesa na conjuntura de consolidação do Estado Imperial brasileiro de meados do século XIX.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador.
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2022 - Atual
Comércio interno de escravos no Império do Brasil: história digital, Descrição: A presente proposta de Projeto Temático tem por objetivo fazer do comércio nacional de escravos no Império do Brasil - pela primeira vez no país - o objeto de uma pesquisa colaborativa contínua em larga escala. A iniciativa tem por propósito proceder ao primeiro levantamento exaustivo de todas as transações de escravos nos seus entrepostos principais (São Luís, MA; Recife, PE; Salvador, BA; Rio de Janeiro, RJ; Santos, SP; e Porto Alegre e Rio Grande, RS), com vistas a produzir uma cartografia geo-histórica e georreferenciada das rotas do comércio segundo a intensidade e o volume monetário ao longo dos anos. Serializando fontes cartoriais e tributárias em escala, a iniciativa reunirá informações sobre variáveis significativas, tais como valores de mercado, faixa etária, gênero, ocupação profissional, origem e destino dos escravizados; informes biográficos sobre negociantes, compradores e procuradores; dados sobre as redes mercantis que organizam as trocas entre campos, cidades e províncias. Além de servir para pesquisas futuras, essas informações serão utilizadas para georeferenciar as rotas do comércio segundo a intensidade e o volume monetário ao longo dos anos e criar o abastecer o banco de dados, que ficará disponível para acesso público e gratuito na internet. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Integrante / Jonis Freire - Integrante / Leonardo Marques - Integrante / Tamis Parron - Integrante / Karoline Carula - Coordenador., Financiador(es): FAPERJ - Auxílio financeiro.
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2021 - 2022
O Comércio Inglês no Brasil: a atuação da firma inglesa March Irmãos & Co., c.1813-1845, Descrição: A presença inglesa no Brasil da primeira metade do século XIX, particularmente dos comerciantes ingleses, tem sido tratada de uma forma generalizada. A historiografia brasileira sobre a participação dos ingleses no Brasil, notadamente os trabalhos de Gilberto Freire, Ingleses no Brasil (1948), Richard Grahan, Grã-Bretanha e a modernização no Brasil (1972), Olga Pantaleão, A presença inglesa (1976) e Riva Gorestein, Comércio e Política: o enraizamento dos interesses mercantis portugueses no Rio de Janeiro (1808-1831) (1978), corroboram com o clássico trabalho de Alan K Manchester, Preeminência inglesa no Brasil (1933). Em outras palavras, enfatizaram na preeminência e na modernidade inglesa no século XIX em detrimento do comércio e comerciante "arcaico" português. A partir dos estudos mais específicos sobre a organização e a forma de atuação das firmas britânicas, a visão mais geral passou a ser revista. Ana Célia Castro, As Empresas Estrangeiras no Brasil 1860-1913 (1979), e Maria Barbara Levi e Flávio Saes, Dívida Externa brasileira, 1850-1913: empréstimos públicos e privados (1990), chamaram atenção para o novo tipo de investimento direto inglês após 1850: os bancos e as ferrovias. Entretanto, os trabalhos acima citados priorizaram o período após 1850, marcado pela criação do Código Comercial, o fim do Tráfico Negreiro e a Lei de Terras. Para o período anterior, mais especificadamente, o da abertura dos portos de 1808 até 1850, existem poucos trabalhos sobre a atuação das firmas comerciais inglesas no comércio importador e exportador brasileiro. O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a atuação da firma inglesa March Irmãos & Co. no Rio de Janeiro na primeira metade do século XIX. Organizada pelo comerciante George March em sociedade com seu irmão Thomas em 1813, e localizada primeiramente na Rua do Ouvidor, e depois na Rua dos Pescadores, a firma March Irmãos & Co. desenvolveu uma intensa atividade comercial na Praça do Rio de Janeiro desde o período Joanino. George March foi também proprietário da Fazenda Sant?Anna do Paquequer, localizada em Nossa Senhora D?Ajuda de Guapimirim, na Vila de Magé. Esta fazenda, mais conhecida como a fazenda March ou fazenda dos Órgãos, após a sua morte em 1845, além de virar ?mito fundador? da cidade de Teresópolis, também foi palco de uma contenda internacional entre a Grã-bretanha e o Império do Brasil, a ?Questão March?, em virtude da ação do governo imperial após o fim dos privilégios dos ingleses, com a revogação da Conservatória Inglesa, e também da presença de escravos, principalmente de africanos após a Lei de 1831, na fazenda de um expatriado inglês. Portanto, a partir da análise da organização, dos produtos transacionados e da forma de organização e atuação da firma March Irmãos & Co., pretendemos rediscutir o impacto da presença inglesa na conjuntura de consolidação do Estado Imperial brasileiro de meados do século XIX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador.
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2020 - Atual
A presença britânica no Império brasileiro: a trajetória da firma Francis Le Breton & Co. no Rio de Janeiro, c.1818-c.1850, Descrição: A abertura dos portos portugueses para as ?nações amigas? decretada pelo príncipe regente D. João na Bahia, em 28/01/1808, e o Tratado de Comércio e Navegação de 19/02/1810 foram importantes para a economia industrial britânica pressionada pelas guerras napoleônicas. O Rio de Janeiro, a ?nova metrópole? do Império português, e as demais cidades do Estado do Brasil passaram não só a demandar por produtos britânicos, como também, no caso do Rio de Janeiro, se constituiu de entreposto para o comércio britânico com as colônias e ex-colônias espanholas na América, principalmente da Região do Rio da Prata. A presença britânica no comércio brasileiro continuou de forma intensa no pós-guerras napoleônicas. Mesmo não participando diretamente do comércio de escravos, nem na cabotagem interna do Brasil, os negociantes britânicos aumentaram a sua participação tanto no comércio exportador, através da exportação de açúcar e de outros produtos como couro e madeira, quanto no comércio importador, importando ?fazendas secas?, ou seja, têxteis (fios e tecidos) de algodão, lã e linho, e outros produtos como bacalhau, madeira e ferragens. Somente no Rio de Janeiro, em 1820, havia mais de 60 firmas comerciais britânicas, compostas por aventureiras e das filiais de tradicionais britânicas, tais como a Robert Kirwan & Cia, Valentin Chaplin & Cia, Warre & Co. e muitas outras. Entre os comerciantes que se estabeleceram no Rio de Janeiro após as guerras napoleônicas estava Francis Le Breton, natural da Ilha de Jersey, que junto com Guernsey, forma as Ilhas do Canal, um território dependente da Coroa Britânica, e cujo primeiro registro comercial no Rio de Janeiro apareceu na Gazeta do Rio de Janeiro de 18/05/1818, importando ?fazendas? de Jersey. No início da década de 1820, ele organizou a firma comercial Francis Le Breton & Co. juntamente com outros comerciantes de Jersey, Francis Bertram e William Le Breton, e, nos anos 1830, quando o café superou o açúcar como principal produto de exportação brasileiro, a firma não só se especializou nas exportações do café, como também se tornou numa das maiores firmas exportadoras do Rio de Janeiro. Além disto, a firma se manteve no comércio importador com a importação de vários produtos, desde fios e tecidos de algodão, até madeira e bacalhau, este último proveniente da Terra Nova, Canadá. Portanto, a partir da atuação da Francis Le Breton & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença britânica no Império brasileiro na primeira metade do século do século XIX, como também analisar atuação de uma firma estrangeira num mercado não capitalista, como era o do Brasil na época.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.Número de orientações: 1
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2020 - Atual
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Francis Le Breton, c.1820-c.1850, Descrição: A presença inglesa no Brasil da primeira metade do século XIX, particularmente dos comerciantes ingleses, tem sido tratada de uma forma generalizada. A historiografia brasileira sobre a participação dos ingleses no Brasil, particularmente os trabalhos de Gilberto Freire, Ingleses no Brasil (1948), Richard Grahan, Grã Bretanha e a modernização no Brasil (1972), Olga Pantaleão, A presença inglesa (1976) e Riva Gorestein, Comércio e Política: o enraizamento dos interesses mercantis portugueses no Rio de Janeiro (1808-1831), corrobora com o clássico trabalho de Alan K Manchester, Preeminência inglesa no Brasil (1933). Em outras palavras, enfatiza na preeminência e na modernidade inglesa no século XIX em detrimento do comércio e comerciante "arcaico" português. A partir dos estudos mais específicos sobre a organização e a forma de atuação das firmas inglesas, a visão mais geral passou a ser revista. Ana Célia Castro, As Empresas Estrangeiras no Brasil 1860-1913 (1979), e Maria Barbara Levi e Flávio Saes, Dívida Externa brasileira, 1850-1913: empréstimos públicos e privados (1990), chamaram atenção para o novo tipo de investimento direto inglês pós-1850: os bancos e ferrovias. Entretanto, os trabalhos acima citados priorizam o período pós-1850, marcado pelo fim do Tráfico Negreiro e pela criação do Código Comercial. O período anterior, de atuação das firmas comerciais inglesas no comércio importador-exportador, não tem sido trabalhado pela historiografia brasileira.O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, a firma Francis Le Breton & Co. Organizada pelo comerciante inglês das Ilhas do Canal Francis Le Breton, que chegou no início da década de 1820, esta firma atuou não só comércio de "fazendas secas por atacado", ou seja, no comércio de fios e tecidos de algodão importados da Inglaterra, como também na exportação de açúcar e café, sendo na década de 1840, uma das maiores exportadoras do último. Portanto, analisando a organização e a forma de atuação da Francis Le Bretton & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro da primeira metade do século XIX. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Mariana Salmazo - Integrante.
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2018 - 2019
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Francis Le Breton, c.1820-c.1850, Descrição: A presença inglesa no Brasil da primeira metade do século XIX, particularmente dos comerciantes ingleses, tem sido tratada de uma forma generalizada. A historiografia brasileira sobre a participação dos ingleses no Brasil, particularmente os trabalhos de Gilberto Freire, Ingleses no Brasil (1948), Richard Grahan, Grã Bretanha e a modernização no Brasil (1972), Olga Pantaleão, A presença inglesa (1976) e Riva Gorestein, Comércio e Política: o enraizamento dos interesses mercantis portugueses no Rio de Janeiro (1808-1831), corrobora com o clássico trabalho de Alan K Manchester, Preeminência inglesa no Brasil (1933). Em outras palavras, enfatiza na preeminência e na modernidade inglesa no século XIX em detrimento do comércio e comerciante "arcaico" português. A partir dos estudos mais específicos sobre a organização e a forma de atuação das firmas inglesas, a visão mais geral passou a ser revista. Ana Célia Castro, As Empresas Estrangeiras no Brasil 1860-1913 (1979), e Maria Barbara Levi e Flávio Saes, Dívida Externa brasileira, 1850-1913: empréstimos públicos e privados (1990), chamaram atenção para o novo tipo de investimento direto inglês pós-1850: os bancos e ferrovias. Entretanto, os trabalhos acima citados priorizam o período pós-1850, marcado pelo fim do Tráfico Negreiro e pela criação do Código Comercial. O período anterior, de atuação das firmas comerciais inglesas no comércio importador-exportador, não tem sido trabalhado pela historiografia brasileira.O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, a firma Francis Le Breton & Co. Organizada pelo comerciante inglês das Ilhas do Canal Francis Le Breton, que chegou no início da década de 1820, esta firma atuou não só comércio de "fazendas secas por atacado", ou seja, no comércio de fios e tecidos de algodão importados da Inglaterra, como também na exportação de açúcar e café, sendo na década de 1840, uma das maiores exportadoras do último. Portanto, analisando a organização e a forma de atuação da Francis Le Bretton & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro da primeira metade do século XIX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Bruna Digiacomo Cerveira Coutinho - Integrante.
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2017 - 2018
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Francis Le Breton, c.1820-c.1850, Descrição: A presença inglesa no Brasil da primeira metade do século XIX, particularmente dos comerciantes ingleses, tem sido tratada de uma forma generalizada. A historiografia brasileira sobre a participação dos ingleses no Brasil, particularmente os trabalhos de Gilberto Freire, Ingleses no Brasil (1948), Richard Grahan, Grã Bretanha e a modernização no Brasil (1972), Olga Pantaleão, A presença inglesa (1976) e Riva Gorestein, Comércio e Política: o enraizamento dos interesses mercantis portugueses no Rio de Janeiro (1808-1831), corrobora com o clássico trabalho de Alan K Manchester, Preeminência inglesa no Brasil (1933). Em outras palavras, enfatiza na preeminência e na modernidade inglesa no século XIX em detrimento do comércio e comerciante "arcaico" português. A partir dos estudos mais específicos sobre a organização e a forma de atuação das firmas inglesas, a visão mais geral passou a ser revista. Ana Célia Castro, As Empresas Estrangeiras no Brasil 1860-1913 (1979), e Maria Barbara Levi e Flávio Saes, Dívida Externa brasileira, 1850-1913: empréstimos públicos e privados (1990), chamaram atenção para o novo tipo de investimento direto inglês pós-1850: os bancos e ferrovias. Entretanto, os trabalhos acima citados priorizam o período pós-1850, marcado pelo fim do Tráfico Negreiro e pela criação do Código Comercial. O período anterior, de atuação das firmas comerciais inglesas no comércio importador-exportador, não tem sido trabalhado pela historiografia brasileira. O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, a firma Francis Le Breton & Co. Organizada pelo comerciante inglês das Ilhas do Canal Francis Le Breton, que chegou no início da década de 1820, esta firma atuou não só comércio de "fazendas secas por atacado", ou seja, no comércio de fios e tecidos de algodão importados da Inglaterra, como também na exportação de açúcar e café, sendo na década de 1840, uma das maiores exportadoras do último. Portanto, analisando a organização e a forma de atuação da Francis Le Bretton & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro da primeira metade do século XIX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Tamires Mendes Caldas - Integrante.
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2016 - 2017
A presença inglesa no império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co. (c.1862-c.1870), Descrição: A promulgação da Lei dos Entraves em 1860 e a adoção de uma política monetária conservadora de valorização do mil-réis criaram condições para o estabelecimento de investimentos diretos ingleses no Brasil, que significaram uma nova forma de atuação do capital estrangeiro, para além das casas comerciais importadoras e exportadoras. Entre essas novas formas de atuação, os bancos estrangeiros, ?overseas banks?, destacaram-se ao lado das ferrovias. O contexto se deteriorou ainda mais com as eclosões da Guerra Civil nos EUA (1861-1865) e da Guerra do Paraguai na Região do Rio da Prata (1864-1870), além da Questão Christie de 1862. Embora politicamente as relações entre o Brasil e a Grã-Bretanha ficaram difíceis, só restabelecendo as relações diplomáticas com a eclosão da Guerra do Paraguai, foi no campo econômico onde situação se complicou. A Guerra Civil americana fechou o principal mercado do café brasileiro, o sul dos Estados Unidos, com resultados negativos na balança comercial. As exportações declinaram o que fez com que produtores e, principalmente, as firmas exportadoras redirecionassem suas exportações para outros mercados. Atuando no Brasil desde a década de 1840 e constituindo-se numa das principais casas comerciais inglesas exportadoras de café da década de 1850, a firma Edward Johnston & Co. teve que tomar medidas para continuar no comercio exportador do café brasileiro. Uma dessas consistiu na intensificação/aproximação da firma com o banco inglês London and Brazilian Bank, do qual o negociante Edward Johnston foi um dos diretores da matriz em Londres. A análise dessas estratégias desenvolvidas pela Edward Johnston & Co. permitirão compreender não só a continuidade da presença inglesa no Império brasileiro da segunda metade do século XIX, como também da própria empresa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / João Mesquira - Integrante., Número de produções C, T & A: 1
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2016 - Atual
Poderes políticos, trocas culturais, cidadania, século XIX, Descrição: Dedicando-me ao estudo da cidadania e das dimensões do Estado (bolsas de produtividade CNPq e CNE- FAPERJ 2006, 2008, 2011 e 2014), usei jornais e documentos do Judiciário para analisar a política, justiça, poderes e trocas materiais e imateriais, no Brasil e em Portugal. As pesquisas foram abrigadas no Centro de Estudos do Oitocentos (CEO/ PRONEX Editais 2003, 2006 e 2009), sendo os dois primeiros propostos por José Murilo de Carvalho e coordenados executivamente por mim. Finalizado o PRONEX 2009 e firmada parceria entre CEO e NUPEHC ? UFF, o estudo das dimensões do Estado continua a compreender a sua centralidade, bem como de suas instituições, entretanto, nesta proposta ampliaremos a análise de modo que serão levados em consideração os grupos e os poderes em diálogo e negociação permanentes com os movimentos sociais, em uma perspectiva da cultura como instituinte do devir social. A anterior pesquisa nos jornais cariocas será ampliada até os anos da conciliação (1840 a 1855), o que é objeto do atual projeto de bolsa de produtividade em pesquisa do CNPq. Neste último projeto dou ênfase aos jornais redigidos por Justiniano José da Rocha, de cuja pena saíram críticas aos conservadores e a política da conciliação, em uma polêmica conhecida com o futuro Marquês do Paraná. Pretende-se, então, compreender o papel central do Judiciário na concepção conservadora e lançar novas luzes sobre Justiniano e o seu diálogo com o campo liberal, tanto por dentro do partido ao qual pertenceu, quanto com Timandro e Tavares Bastos, revisitando as interpretações vigentes na historiografia sobre esse momento político e a profícua periodização que este jornalista estabeleceu. Prosseguindo os estudos migratórios, na parceria com o NEMIC, continuaremos a trabalhar os inventários recolhidos a partir dos anos de 1850, no Palácio das Necessidades, Lisboa. Analisaremos as trocas de bens materiais e imateriais entre imigrantes e as relações estatais entre os dois lados do Atlântico. Esses estudos e perspectivas reforçam o diálogo acadêmico com o NUPEHC, onde há pesquisas sobre historiografia do XIX e sobre movimentos sociais e migratórios. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Integrante / Ismênia L Martins - Integrante / Gladys Sabina Ribeiro - Coordenador / Vantuil Pereira - Integrante / Jonys Freire - Integrante / Paulo Terra - Integrante.
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2015 - 2019
A presença inglesa no Império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co. (1842-1862), Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação da firma inglesa Edward Johnson & Co., fundada em 1842, na cidade do Rio de Janeiro pelo comerciante inglês Edward Johnston. Chegando ao Brasil em 1821, Edward Johnston trabalhou, primeiramente, na firma inglesa de F. Le Breton & Co.. Após o casamento com Henrietta, filha do holandês radicado no Rio de Janeiro Charles Alexander Moke, proprietário de fazenda Nassau produtora de café na floresta da Tijuca do Rio de Janeiro, e, depois de retornar de uma viagem para Londres e Holanda, Edward Johnston desligou-se da firma F. Le Breton e passou a atuar no comércio importador-exportador como corretor. O crescimento das exportações de café pelo Porto do Rio de Janeiro, o conhecimento adquirido com seu sogro na produção do referido produto e sua experiência na F. Le Breton, mais os contatos comerciais com a Inglaterra, principalmente com Liverpool, possibilitaram Edward Johnston organizar a firma Edward Johnston & Co. em 1842, tendo como sócios o comerciante inglês William Joseph Havers e negociante brasileiro João Ignácio Tavares. Em 1844, Edward Johnston deixou a firma com seus sócios no Rio de Janeiro, e retornou para Liverpool onde se associou com o negociante Chales Ironside na firma comercial Charles Ironside & Co.. A saída João Ignácio Tavares da firma, o falecimento de Havers em 1847 e a crise comercial em Liverpool de 1847 fizeram com que Johnston reorganizasse a sociedade no Brasil. A melhora dos negócios e a crescente especialização da firma na exportação do café possibilitaram uma maior presença dos filhos de Johnston na firma. Tal participação originou a Edward Johnston, Son & Co.. em 1854. A relação das firmas na Inglaterra e no Brasil foi importante para o crescimento de ambas no cenário comercial e internacional, até a transferência da sede da Edward Jonston, Son & Co. para Londres. Esta foi outra história Portanto, a partir da atuação da Edward Johnston & Co. no período 1842 a 1862, poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro de meados do século do século XIX, como também a atuação de uma firma estrangeira num mercado não capitalista, como era o Brasil da época. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Número de produções C, T & A: 3
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2015 - 2016
A presença inglesa no império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co. (1842-1862), Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação da firma inglesa Edward Johnston & Co. no Império brasileiro, desde a sua fundação em 1842 até o final da Guerra do Paraguai em 1870. Chegando à cidade do Rio de Janeiro em 1821, o inglês Edward Johnston trabalhou, primeiramente, como caixeiro na firma inglesa Francis Le Breton & Co. localizada na Rua do Ouvidor. O casamento com Henrietta, filha do holandês radicado no Rio de Janeiro Charles Alexander Moke, proprietário de fazenda Nassau produtora de café na floresta da Tijuca do Rio de Janeiro, e após uma viagem para a Inglaterra e Holanda, fizeram com que Edward Johnston saísse da firma Francis Le Breton & Co. e começasse a atuar como corretor no comércio importador-exportador na década de 1830. O crescimento das exportações de café pelo Porto do Rio de Janeiro, somado com o conhecimento adquirido com seu sogro na produção do referido produto e os contatos comerciais com a Inglaterra, principalmente com Liverpool, possibilitaram Edward Johnston organizar a firma Edward Johnston & Co em 1842, em sociedade com o negociante inglês William Joseph Havers e o negociante brasileiro João Ignácio Tavares. Em 1844, Edward Johsnton deixou a firma com seus sócios no Rio de Janeiro, e organizou na cidade de Liverpool a base inglesa com o negociante Charles Ironside, que por sua vez tinha negócios no Brasil, mais precisamente com o negociante inglês Joseph Napier na cidade de Salvador/Bahia. Com a saída João Ignácio Tavares, a firma no Brasil foi reorganizada pelos sócios Johnston e Havers. A morte desse último em 1847, fez com Johsnton reorganizasse novamente a sociedade, e Joseph Napier passou a dirigir a firma no Rio de Janeiro. Em Liverpool, e com a crescente especialização da firma no comércio de café, os filhos de Johnston começaram a participar da sociedade, se deslocando para as filiais no Brasil e nos Estados Unidos (Nova Orleans). Em 1862, a sede da firma foi para Londres, centro financeiro e comercial do mundo da época. Portanto, a partir da atuação da Edward Johnston & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro de meados do século do século XIX, como também verificar a forma de atuação da firma no mercado brasileiro, especialmente o da cidade do Rio de Janeiro, que era o maior centro comercial e financeiro do Império do Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / João Mesquira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2014 - 2017
British entrepreneurship and Investment in Brazil, 1860-1914: Impact of multinational business on economic development, Descrição: This project looks at British entrepreneurship and investment and its impact on Brazilian economic development from 1860 to 1914. During this period, Britain was the main direct investor in Brazil, with a share of 93.6 percent of the capital invested from 1860 to 1875, and 53 percent between 1903 and 1914. British investment led to the development of key industries such as banking and land and sea transportation of people and merchandise in services, textiles and machinery in manufacturing, and primary industries such as rubber. Many of these businesses still exist today and remain in the hands of the descendants of British entrepreneurs. By tracing back the evolution of a group of these British businesses from their inception until 1914, this project identifies and explains the sources of British competitiveness and long-term survival in Brazil. The research draws on private and public archives and on the collection of original patent and trademark data. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Integrante / Luiz Fernando Saraiva - Integrante / Teresa da Silva Lopes - Coordenador / Alexandre M Saes - Integrante., Financiador(es): British Academy of Management - Cooperação.
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2014 - 2015
O English Bank of Rio de Janeiro (1876-1881): um banco comercial inglês no Império Brasileiro, Descrição: O presente trabalho tem como objetivo analisar as estratégias desenvolvidas pelo banco inglês English Bank of Rio de Janeiro no Império brasileiro, no imediato pós crise de 1875 até a reforma das S/A de 1881. Em fevereiro de 1875, iniciou-se no Rio de Janeiro uma crise comercial. Preocupados com o rápido alastramento da crise sobre as casas comerciais, os bancos tiveram que suspender praticamente todas as operações de crédito. Em face de tal situação, o governo imperial autorizou a emissão de até 50.000 contos de réis, 25.000 em bilhetes com prazo de 12 meses e juros de 5%, e 25.000 em dinheiro, para ajudar os bancos contornarem a crise. O novo ministro da fazenda, João Maurício Wanderley, Barão de Cotegipe, que sucedeu o Visconde do Rio Branco em junho de 1875, em vez de expandir o crédito, deu continuidade à política recessiva. O novo empréstimo do exterior para o Brasil de 1875 foi direcionado para a regularização da dívida e à cobertura do déficit do orçamento, e não como crédito para os bancos. Como resultado, grandes bancos nacionais e estrangeiros situados na Praça do Rio de Janeiro, como o Banco Mauá & Cia, o Banco Nacional e o banco alemão Deutsch Brasilianische Bank faliram. A falência do Banco Mauá & Cia. marcou o que ficou conhecido na historiografia como o fim da Era Mauá. A eclosão da crise de 1875, que culminou com a quebra do Banco Mauá & Cia, cujo diretor principal era o Visconde de Mauá, não significou mudanças na política econômica do governo imperial. A manutenção da política metalista e contencionista do Barão de Cotegipe, ministro da fazenda no período, fez com que a taxa de câmbio superasse a paridade monetária de 27 1/8 d/mil réis, à custa de uma deflação de 5,5% no nível dos preços. Tal política sofreu mudanças com a prolongada seca do Nordeste de 1877, que não só provocou uma queda da receita fiscal e um aumento das despesas, para socorrer a região, como também provocou um desequilíbrio financeiro no período 1877/79. Os meios de pagamentos e os preços elevaram-se, o que resultou na depreciação do câmbio para 19 1/8 d/mil réis. É importante destacar que a desvalorização da moeda proporcionou um alívio para os produtos exportados brasileiros, cujos preços no mercado internacional estavam em queda desde 1875. Com os preços mais competitivos, o café e outros produtos voltariam a crescer fortemente nos anos de 1880. Diante de tal conjuntura, como o English Bank of Rio de Janeiro desenvolveu sua atividade bancária? A crise de 1875 repercutiu sobre o banco?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2014 - 2015
A presença inglesa no Império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co. no Rio de Janeiro (1842-1862), Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação da firma inglesa Edward Johnston & Co. no Império brasileiro, desde a sua fundação em 1842 até o final da Guerra do Paraguai em 1870. Chegando à cidade do Rio de Janeiro em 1821, o inglês Edward Johnston trabalhou, primeiramente, como caixeiro na firma inglesa Francis Le Breton & Co. localizada na Rua do Ouvidor. O casamento com Henrietta, filha do holandês radicado no Rio de Janeiro Charles Alexander Moke, proprietário de fazenda Nassau produtora de café na floresta da Tijuca do Rio de Janeiro, e após uma viagem para a Inglaterra e Holanda, fizeram com que Edward Johnston saísse da firma Francis Le Breton & Co. e começasse a atuar como corretor no comércio importador-exportador na década de 1830. O crescimento das exportações de café pelo Porto do Rio de Janeiro, somado com o conhecimento adquirido com seu sogro na produção do referido produto e os contatos comerciais com a Inglaterra, principalmente com Liverpool, possibilitaram Edward Johnston organizar a firma Edward Johnston & Co em 1842, em sociedade com o negociante inglês William Joseph Havers e o negociante brasileiro João Ignácio Tavares. Em 1844, Edward Johsnton deixou a firma com seus sócios no Rio de Janeiro, e organizou na cidade de Liverpool a base inglesa com o negociante Charles Ironside, que por sua vez tinha negócios no Brasil, mais precisamente com o negociante inglês Joseph Napier na cidade de Salvador/Bahia. Com a saída João Ignácio Tavares, a firma no Brasil foi reorganizada pelos sócios Johnston e Havers. A morte desse último em 1847, fez com Johsnton reorganizasse novamente a sociedade, e Joseph Napier passou a dirigir a firma no Rio de Janeiro. Em Liverpool, e com a crescente especialização da firma no comércio de café, os filhos de Johnston começaram a participar da sociedade, se deslocando para as filiais no Brasil e nos Estados Unidos (Nova Orleans). Em 1862, a sede da firma foi para Londres, centro financeiro e comercial do mundo da época. Portanto, a partir da atuação da Edward Johnston & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro de meados do século do século XIX, como também verificar a forma de atuação da firma no mercado brasileiro, especialmente o da cidade do Rio de Janeiro, que era o maior centro comercial e financeiro do Império do Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2014 - 2015
A presença inglesa no Império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co. (1842-1862), Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação da firma inglesa Edward Johnson & Co., fundada em 1842, na cidade do Rio de Janeiro pelo comerciante inglês Edward Johnston. Chegando ao Brasil em 1821, Edward Johnston trabalhou, primeiramente, na firma inglesa de F. Le Breton & Co.. Após o casamento com Henrietta, filha do holandês radicado no Rio de Janeiro Charles Alexander Moke, proprietário de fazenda Nassau produtora de café na floresta da Tijuca do Rio de Janeiro, e, depois de retornar de uma viagem para Londres e Holanda, Edward Johnston desligou-se da firma F. Le Breton e passou a atuar no comércio importador-exportador como corretor. O crescimento das exportações de café pelo Porto do Rio de Janeiro, o conhecimento adquirido com seu sogro na produção do referido produto e sua experiência na F. Le Breton, mais os contatos comerciais com a Inglaterra, principalmente com Liverpool, possibilitaram Edward Johnston organizar a firma Edward Johnston & Co. em 1842, tendo como sócios o comerciante inglês William Joseph Havers e negociante brasileiro João Ignácio Tavares. Em 1844, Edward Johnston deixou a firma com seus sócios no Rio de Janeiro, e retornou para Liverpool onde se associou com o negociante Chales Ironside na firma comercial Charles Ironside & Co.. A saída João Ignácio Tavares da firma, o falecimento de Havers em 1847 e a crise comercial em Liverpool de 1847 fizeram com que Johnston reorganizasse a sociedade no Brasil. A melhora dos negócios e a crescente especialização da firma na exportação do café possibilitaram uma maior presença dos filhos de Johnston na firma. Tal participação originou a Edward Johnston, Son & Co.. em 1854. A relação das firmas na Inglaterra e no Brasil foi importante para o crescimento de ambas no cenário comercial e internacional, até a transferência da sede da Edward Jonston, Son & Co. para Londres. Esta foi outra história Portanto, a partir da atuação da Edward Johnston & Co. no período 1842 a 1862, poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro de meados do século do século XIX, como também a atuação de uma firma estrangeira num mercado não capitalista, como era o Brasil da época. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2
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2013 - 2014
O English Bank of Rio de Janeiro (1876-1881): um banco comercial inglês no Império Brasileiro, Descrição: O presente trabalho tem como objetivo analisar as estratégias desenvolvidas pelo banco inglês English Bank of Rio de Janeiro no Império brasileiro, no imediato pós crise de 1875 até a reforma das S/A 1881. Em fevereiro de 1875, iniciou-se no Rio de Janeiro uma crise comercial. Preocupados com o rápido alastramento da crise sobre as casas comerciais, os bancos tiveram que suspender praticamente todas as operações de crédito. Em face de tal situação, o governo imperial autorizou a emissão de até 50.000 contos de réis, 25.000 em bilhetes com prazo de 12 meses e juros de 5%, e 25.000 em dinheiro, para ajudar os bancos contornarem a crise. O novo ministro da fazenda, João Maurício Wanderley, Barão de Cotegipe, que sucedeu o Visconde do Rio Branco em junho de 1875, em vez de expandir o crédito, deu continuidade à política recessiva. O novo empréstimo do exterior para o Brasil de 1875 foi direcionado para a regularização da dívida e à cobertura do déficit do orçamento, e não como crédito para os bancos. Como resultado, grandes bancos nacionais e estrangeiros situados na Praça do Rio de Janeiro, como o Banco Mauá & Cia, o Banco Nacional e o banco alemão Deutsch Brasilianische Bank faliram. A falência do Banco Mauá & Cia. marcou o que ficou conhecido na historiografia como o fim da Era Mauá. A eclosão da crise de 1875, que culminou com a quebra do Banco Mauá & Cia, cujo diretor principal era o Visconde de Mauá, não significou mudanças na política econômica do governo imperial. A manutenção da política metalista e contencionista do Barão de Cotegipe, ministro da fazenda no período, fez com que a taxa de câmbio superasse a paridade monetária de 27 1/8 d/mil réis, à custa de uma deflação de 5,5% no nível dos preços. Tal política sofreu mudanças com a prolongada seca do Nordeste de 1877, que não só provocou uma queda da receita fiscal e um aumento das despesas, para socorrer a região, como também provocou um desequilíbrio financeiro no período 1877/79. Os meios de pagamentos e os preços elevaram-se, o que resultou na depreciação do câmbio para 19 1/8 d/mil réis. É importante destacar que a desvalorização da moeda proporcionou um alívio para os produtos exportados brasileiros, cujos preços no mercado internacional estavam em queda desde 1875. Com os preços mais competitivos, o café e outros produtos voltariam a crescer fortemente nos anos de 1880. Diante de tal conjuntura, como o English Bank of Rio de Janeiro desenvolveu sua atividade bancária? A crise de 1875 repercutiu sobre o banco?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1
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2012 - 2015
A presença inglesa no império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co. (1842-1862), Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação da firma inglesa Edward Johnson & Co., fundada em 1842, na cidade do Rio de Janeiro pelo comerciante inglês Edward Johnston. Chegando ao Brasil em 1821, Edward Johnston trabalhou, primeiramente, na firma inglesa de F. Le Breton & Co.. Após o casamento com Henrietta, filha do holandês radicado no Rio de Janeiro Charles Alexander Moke, proprietário de fazenda Nassau produtora de café na floresta da Tijuca do Rio de Janeiro, e, depois de retornar de uma viagem para Londres e Holanda, Edward Johnston, desligou-se da firma F. Le Breton, e passou a atuar no comércio importador-exportador como corretor. O crescimento das exportações de café pelo Porto do Rio de Janeiro, somado com o conhecimento adquirido com seu sogro na produção do referido produto, mais os contatos comerciais com a Inglaterra, principalmente Liverpool, possibilitaram que Edward Johnston organizasse a firma Edward Johnston & Co, tendo como sócios outro comerciante inglês William Joseph Havers e negociante brasileiro João Ignácio Tavares. O boom do café e a crescente participação da firma inglesa no referido comércio na década de 1850, fez com que a firma se tornasse numa das maiores exportadoras de café, muito embora não tivesse abandonado a importação de fazendas secas, no caso, fios e tecidos de algodão inglês. Retornando para a Inglaterra em 1845, Edward Johsnton deixou a firma com seus sócios no Rio de Janeiro, e, após um período à frente da firma em Liverpool, mudou-se para Londres em 1862, que passou a ser a sede da firma. Portanto, a partir da atuação da Edward Johnston & Co. no período 1842 a 1862, poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro de meados do século do século XIX, como também como atuou uma firma num mercado não capitalista, como era o Brasil da época.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Pesquisa - Bolsa., Número de produções C, T & A: 4
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2012 - 2013
O English Bank of Rio de Janeiro (1871-1876): um banco comercial inglês no Império Brasileiro, Descrição: O presente trabalho tem como objetivo analisar as estratégias desenvolvidas pelo banco inglês English Bank of Rio de Janeiro no Império brasileiro, no imediato pós-Guerra do Paraguai, até a crise bancária de 1875. Assumindo a pasta da fazenda em 7 de março de 1870, o visconde do Rio Branco deu continuidade à política de valorização da moeda e ao enxugamento do papel-moeda. Essa política econômica recessiva do Visconde do Rio Branco, pai do futuro Barão do Rio Branco, de retirar o meio circulante de circulação, possibilitou não só a redução do déficit fiscal, como também a contração do nível dos preços. Em fevereiro de 1875, iniciou-se no Rio de Janeiro uma crise comercial. Preocupados com o rápido alastramento da crise sobre as casas comerciais, os bancos tiveram que suspender praticamente todas as operações de crédito. Em face de tal situação, o governo imperial autorizou a emissão de até 50.000 contos de réis, 25.000 em bilhetes com prazo de 12 meses e juros de 5%, e 25.000 em dinheiro, para ajudar os bancos contornarem a crise. O novo ministro da fazenda, João Maurício Wanderley, Barão de Cotegipe, que sucedeu o Visconde do Rio Branco em junho de 1875, em vez de expandir o crédito, deu continuidade à política recessiva. O novo empréstimo do exterior para o Brasil de 1875 foi direcionado para a regularização da dívida e à cobertura do déficit do orçamento, e não como crédito para os bancos. Como resultado, grandes bancos nacionais e estrangeiros situados na Praça do Rio de Janeiro, como o Banco Mauá & Cia, o Banco Nacional e o banco alemão Deutsch Brasilianische Bank faliram. A falência do Banco Mauá & Cia. marcou o que ficou conhecido na historiografia como o fim da Era Mauá. Diante de tal conjuntura, como o English Bank of Rio de Janeiro desenvolveu sua atividade bancária? A crise de 1875 repercutiu sobre o banco?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Número de produções C, T & A: 2
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2011 - 2012
A presença inglesa no império Brasileiro: a trajetória da firma inglesa Edward Johnston & Co. (1842-1862), Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, Edward Johnston & Co. Organizada em 1842, pelo comerciante inglês de Londres Edward Johnston, que chegou ao Brasil após a independência, e trabalhou, primeiramente na firma dedas Ilhas do Canal de F. Le Breton & Co., no Rio de Janeiro. Após o casamento com Henrietta, filha do holandês radicado no Rio de Janeiro Charles Aexander Moke, proprietário de fazenda de café na floresta da Tijuca do Rio de Janeiro e, depois de retornar de Londres, após contatos comeciais, Edward Johnston, desligou-se da firma Le Breton, atuando no comércio importador-exportador. Com o crescimento das exportações de café pelo Porto do Rio de Janeiro, somado com o conhecimento adquirido com seu sogro na produção de café, mais os contatos comerciais com as praças de Londres e Liverpool na Inglaterra, Edward Johnston organizou a firma Edward Johnston & Co, tendo como sócios o comerciante inglês William Joseph Havers e o brasileiro João Ignácio Tavares. O boom do café e a crescente participação da firma inglesa no referido comércio, fez com que a firma se tornasse numa das maiores exportadoras de café, muito embora não tivesse abandonado a importação de fazendas secas, no caso, fios e tecidos de algodão inglês. Retornando para a Inglaterra, deixou a firma com seus sócios no Rio de Janeiro, e , Londres, na década de 1860, organizaria o banco London and Brazilian Bank em 1862. Porém, essa é outra história. Portanto, a partir da analise da organização e a forma de atuação da Edward Johnston, poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro da primeira metade do século XIX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Daiane Torres Lima - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal Fluminense - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2011 - 2012
O English Bank of Rio de Janeiro (1871-1876): um banco comercial inglês no Império Brasileiro, Descrição: O presente trabalho tem como objetivo analisar as estratégias desenvolvidas pelo banco inglês English Bank of Rio de Janeiro no Império brasileiro, no imediato pós-Guerra do Paraguai, até a crise bancária de 1875. Assumindo a pasta da fazenda em 7 de março de 1870, o visconde do Rio Branco deu continuidade à política de valorização da moeda e ao enxugamento do papel-moeda. Essa política econômica recessiva do Visconde do Rio Branco, pai do futuro Barão do Rio Branco, de retirar o meio circulante de circulação, possibilitou não só a redução do déficit fiscal, como também a contração do nível dos preços. Em fevereiro de 1875, iniciou-se no Rio de Janeiro uma crise comercial. Preocupados com o rápido alastramento da crise sobre as casas comerciais, os bancos tiveram que suspender praticamente todas as operações de crédito. Em face de tal situação, o governo imperial autorizou a emissão de até 50.000 contos de réis, 25.000 em bilhetes com prazo de 12 meses e juros de 5%, e 25.000 em dinheiro, para ajudar os bancos contornarem a crise. O novo ministro da fazenda, João Maurício Wanderley, Barão de Cotegipe, que sucedeu o Visconde do Rio Branco em junho de 1875, em vez de expandir o crédito, deu continuidade à política recessiva. O novo empréstimo do exterior para o Brasil de 1875 foi direcionado para a regularização da dívida e à cobertura do déficit do orçamento, e não como crédito para os bancos. Como resultado, grandes bancos nacionais e estrangeiros situados na Praça do Rio de Janeiro, como o Banco Mauá & Cia, o Banco Nacional e o banco alemão Deutsch Brasilianische Bank faliram. A falência do Banco Mauá & Cia. marcou o que ficou conhecido na historiografia como o fim da Era Mauá. Diante de tal conjuntura, como o English Bank of Rio de Janeiro desenvolveu sua atividade bancária? A crise de 1875 repercutiu sobre o banco?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Mateus Bertolino Sampaio - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal Fluminense - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2010 - 2014
PRONEX O Estado brasileiro no século XIX: interseções e margens, Descrição: Em vista da consolidação do grupo e do êxito notório obtido nesses empreendimentos (expresso sob a forma de seminários internacionais, nacionais, regionais, internos e de pós-graduandos; de publicações de livros coletivos; do portal do CEO na Internet; de um dicionário on line de bacharéis e magistrados; de oficinas de História; de um concurso de dissertações e teses, além de outros produtos), dispusemos-nos a enfrentar um novo desafio neste projeto. A ênfase agora é colocada no Estado, partindo do reconhecimento de seu papel enquanto principal vetor (posto que não único) de desenvolvimento da cidadania e de construção da nação. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Integrante / Alvaro Luis Paixão Eira - Integrante / José Murilo de Carvalho - Integrante / Keyla Grimberg - Integrante / Ricardo Sales - Integrante / Lucia Guimarães - Integrante / Ricardo Salles - Integrante / Tania Bessone - Integrante / Gladys Sabina Ribeiro - Integrante / Lucia M Bastos - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
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2010 - 2011
The Brazilian and Portugueses Bank Limited and English Bank of Rio de Janeiro: um banco inglês no Brasil e em Portugal (1863-1870), Descrição: A promulgação da Lei dos Entraves em 1860 e a implementação de uma política monetária contencionista, de corte metalista, criou condições para o estabelecimento de investimentos diretos ingleses no Brasil, que significaram uma nova forma de atuação do capital, para além das casas comerciais importadoras e exportadoras. Entre essas formas de atuação dos investimentos diretos ingleses, os bancos destacaram-se ao lado das ferrovias. Estando no Brasil desde os anos 1830, e constituindo-se em importantes negociantes da Praça do Comércio (e financeira) do Rio de Janeiro, os comendadores portugueses João José dos Reis (1º Visconde e 1º Conde de São Salvador do Matosinho) e Rodrigo Pereira Felício (1º Visconde e 1º Conde de São Mamede), conjuntamente com os negociantes e capitalistas ingleses como Frederico Jule, organizaram um banco na City de Londres. Com um capital de 500.000 libras, organizaram o The Brazilian and Portuguese Bank Limited, um oversea bank, para atuar no mercado brasileiro, inglês e portuguese, principalmente na operação de ?saques de cambiais a favor de Portugal?, no porto e em Lisboa, envolvendo o mercado de capitais da City londrina. O desenvolvimento do banco inglês no Brasil e em Portugal foi rápido. Com caixas filiais nas cidades do Rio de Janeiro e no Porto, e associado ao Banco de Portugal em Lisboa, o banco inglês teve um rápido desenvolvimento nos anos de 1863 e 1864. A crise comercial da Praça do Rio de Janeiro de setembro de 1864 e a eclosão da Guerra do Paraguai, repercutiram no banco. Face às necessidades da guerra, , e sua repercussão em Portugal, com a diminuição das remessas dos ?brasileiros? para Portugal, o The Brazilian and Portuguesese bank passou por dificuldades. Reunidos em Assembléia, os maiores acionistas decidiram fechar o banco e transformá-lo no English Bank of Rio de Janeiro em 1866. Com a nova organização o banco cresceu e aumentou o número de filiais, só se reorganizando, novamente, em 1892.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Luana de Amorim Donin - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2010 - 2011
O Império brasileiro e os bancos comerciais no Rio de Janeiro: o caso do Banco Comercial do Rio de Janeiro (1876-1881), Descrição: O presente trabalho tem como objetivo analisar as estratégias desenvolvidas pelo Banco Comercial do Rio de Janeiro para superar a crise bancária de 1875, até a reforma da Lei dos Entraves de 1881. A eclosão da crise de 1875, que culminou com a quebra do Banco Mauá & Cia, cujo diretor principal era o Visconde de Mauá, não significou mudanças na política econômica do governo imperial. A manutenção da política metalista e contencionista do Barão de Cotegipe, ministro da fazenda no período, fez com que a taxa de câmbio superasse a paridade monetária de 27 1/8 d/mil réis, à custa de uma deflação de 5,5% no nível dos preços. Tal política sofreu mudanças com a prolongada seca do Nordeste de 1877, que não só provocou uma queda da receita fiscal e um aumento das despesas, para socorrer a região, como também provocou um desequilíbrio financeiro no período 1877/79. Os meios de pagamentos e os preços elevaram-se, o que resultou na depreciação do câmbio para 19 1/8 d/mil réis. É importante destacar que a desvalorização da moeda proporcionou um alívio para os produtos exportados brasileiros, cujos preços no mercado internacional estavam em queda desde 1875. Com os preços mais competitivos, o café e outros produtos voltariam a crescer fortemente nos anos de 1880. Portanto, diante dessa conjuntura, o Banco Comercial do Rio de Janeiro desenvolveu sua atividade bancária privilegiando os empréstimos e diminuindo sua carteira de títulos e letras.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Luana de Amorim Donin - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2009 - 2011
O Comércio Brasil e Inglaterra na primeira metade do século XIX: o caso da Casa Comercial Inglesa Samuel, Philips & Co., 1810-1850, Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, a Samuel, Philips & Co. Organizada por comerciantes ingleses de Londres, que chegaram no Brasil após a abertura dos portos em 1808, a firma atuou não só no comércio de "fazendas secas por atacado", ou seja, no comércio de fios e tecidos de algodão importados da Inglaterra, como também no comércio de consignação e fretamento de navios. É importante destacar que a firma inglesa era um dos agentes do Banco N. M Rothschild & Sons, e participou do processo que levou D. Pedro I a assinar o primeiro empréstimo internacional do Brasil em 1825. Além disto, a Samuel, Philips & Co esteve também relacionada com o financiamento de traficantes negreiros na década de 1840, conforme citação dos cônsules ingleses no Brasil. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Pesquisa - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2009 - 2010
O Banco Comercial do Rio de Janeiro (1871-1876): um banco comercial nacional no Império Brasileiro, Descrição: Com o fim da Guerra do Paraguai, a política econômica do governo foi de retornar a paridade cambial, significando uma maior austeridade fiscal e monetária. A situação ficou mais grave quando, em 1875, ocorreu uma nova crise na Praça do Comércio do Rio de Janeiro. Nessa crise, o Banco Mauá & Cia fechou as suas portas, assim como mais dois bancos. Portanto, dentro dessa conjuntura difícil, o Banco Comercial do Rio de Janeiro, do Rio de Janeiro (BCRJ), desenvolveu uma atividade bancária conservadora. Nos ativos, o BCRJ variou bastante a aplicação em títulos do governo (Fundos Públicos e Tesouro), declinando consideravelmente nos anos de 1871 e 1873 (dezembro), porém crescendo e mantendo-se constante nos anos 1874 e 1875. A partir de 1871, passou a investir nos fundos brasileiros lançados em Londres. É importante destacar os empréstimos contraídos pelo governo imperial nos anos de 1871 e, depois em 1875, a 2 despeito da crise de 1875, o que para muitos demonstrava uma vitalidade da economia imperial. O BCRJ, ainda nos ativos), privilegiou os empréstimos em Letras e Conta-Corrente caucionadas. Não promoveu o desconto de letras com hipotecas. Com relação ao passivo, os depósitos aumentaram de 1871 para 1872, e declinaram nos anos seguintes, mesmo com a remuneração em juros nos depósitos á vista e a prazo. O fundo de reserva aumentou consideravelmente do ano de 1874 para 1875, o que demonstra o impacto da Crise de 1875 sobre o banco. Destaca-se a conta penhoras, garantias e efeitos diversos, que era, também, contabilizada no ativo como valores depositados. Tal conta foi uma surpresa, pois não se encontra em outros bancos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Katiussia Feire Rodrigues - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2007 - 2009
O Comércio Brasil-Inglaterra no século XIX: o caso Carruthers & Co, 1824-1854, Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, a Carruthers & Co. Organizada pelo comerciante inglês de Liverpool Richard Carruthers, que chegou no Brasil após a independência, esta firma atuou não só comércio de "fazendas secas por atacado", ou seja, no comércio de fios e tecidos de algodão importados da Inglaterra, como também financiou o tráfico negreiro. Associada desde o início com o negociante "de grosso trato" (atacadista) João Rodrigues Pereira de Almeida, futuro Barão de Ubá de Vassouras (RJ), e um dos maiores contratadores e traficantes de escravos, a Carruthers e Co. destacou-se no cenário político e econômico. Com a falência de João Rodrigues Pereira de Almeida, não só seus ativos foram para a firma inglesa, como também os caixeiros. Entre esses estava Irineu Evangelista de Souza, futuro Barão e, depois, Visconde de Mauá, que assumirá a direção da firma com o retorno de Richard Carruthers para a Inglaterra no final da década de 1830. A firma existiu até 1851.Portanto, analisando a organização e a forma de atuação da Carruthers & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro da primeira metade do século XIX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2007 - 2009
O Comércio Brasil e Inglaterra na primeira metade do século XIX: o caso da Casa Comercial Inglesa Samuel, Philips & Co., 1810-1850, Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, a Samuel, Philips & Co. Organizada por comerciantes ingleses de Londres, que chegaram no Brasil após a abertura dos portos em 1808, a firma atuou não só no comércio de "fazendas secas por atacado", ou seja, no comércio de fios e tecidos de algodão importados da Inglaterra, como também no comércio de consignação e fretamento de navios. É importante destacar que a firma inglesa era um dos agentes do Banco N. M Rothschild & Sons, e participou do processo que levou D. Pedro I a assinar o primeiro empréstimo internacional do Brasil em 1825. Além disto, a Samuel, Philips & Co esteve também relacionada com o financiamento de traficantes negreiros na década de 1840, conforme citação dos cônsules ingleses no Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2007 - 2009
PRONEX CNPq-FAPERJ Dimensões da Cidadania no século XIX, Descrição: PRONEX financiado pelo CNPq-FAPERJ. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Integrante / José Murilo de Carvalho - Coordenador / Keyla Grimberg - Integrante / Lucia Guimarães - Integrante / Tania Bessone - Integrante / Gladys Sabina Ribeiro - Integrante / Lucia M Bastos - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1
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2006 - 2007
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Carruthers & Co, 1822-1851, Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, a Carruthers & Co. Organizada pelo comerciante inglês de Liverpool Richard Carruthers, que chegou no Brasil após a independência, esta firma atuou não só comércio de "fazendas secas por atacado", ou seja, no comércio de fios e tecidos de algodão importados da Inglaterra, como também financiou o tráfico negreiro. Associada desde o início com o negociante "de grosso trato" (atacadista) João Rodrigues Pereira de Almeida, futuro Barão de Ubá de Vassouras (RJ), e um dos maiores contratadores e traficantes de escravos, a Carruthers e Co. destacou-se no cenário político e econômico. Com a falência de João Rodrigues Pereira de Almeida, não só seus ativos foram para a firma inglesa, como também os caixeiros. Entre esses estava Irineu Evangelista de Souza, futuro Barão e, depois, Visconde de Mauá, que assumirá a direção da firma com o retorno de Richard Carruthers para a Inglaterra no final da década de 1830. A firma existiu até 1851. Portanto, analisando a organização e a forma de atuação da Carruthers & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro da primeira metade do século XIX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Eder da Silva Ribeiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2005 - 2006
O Império brasileiro e os bancos comerciais no Rio de Janeiro: o caso do Banco Comercial do Rio de Janeiro (1866-1870), Descrição: O presente trabalho tem como objetivo analisar a organização e as estratégias desenvolvidas pelo Banco Comercial do Rio de Janeiro na Praça Comercial do Rio de Janeiro, numa conjuntura econômica e política difícil, face à crise comercial provocada pela bancarrota da casa bancária Souto & Cia em setembro de 1864 e a eclosão da Guerra do Paraguai (1864-1870). A crise na Praça do Comércio do Rio de Janeiro, provocada pela quebra da Casa Bancária Souto & Cia em setembro de 1864, tornou a situação ainda mais difícil face ao efeito em cascata na cadeia de financiamento que envolvia as casas bancárias e os bancos. Alguns bancos comerciais nacionais, como foi o caso da Sociedade Bancária Mauá, Macgregor & Cia (1854-1866), tiveram que se reorganizar como Banco Mauá & Cia (1866). Para piorar a situação, em novembro de 1864 eclodiu a Guerra do Paraguai. Face às necessidades da guerra, o governo brasileiro aumentou sua dívida interna e externa. Tal política dificultou ainda mais a situação financeira e, com a paz em 1870, o que parecia ser o retorno da estabilidade tanto econômica, quanto social e política, foi o início da derrocada do Império nos anos 1870/1880, no dizer de Joaquim Nabuco. Portanto, dentro dessa conjuntura difícil, foi criado o Banco Comercial do Rio de Janeiro (BCRJ), cuja autorização de funcionamento veio com o Decreto n.º 3.632, de 6/04/1866.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Mariana Lambert - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2005 - 2006
O Comércio Inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Carruthers & Co, 1822-1851, Descrição: O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, a Carruthers & Co. Organizada pelo comerciante inglês de Liverpool Richard Carruthers, que chegou no Brasil após a independência, esta firma atuou não só comércio de "fazendas secas por atacado", ou seja, no comércio de fios e tecidos de algodão importados da Inglaterra, como também financiou o tráfico negreiro. Associada desde o início com o negociante "de grosso trato" (atacadista) João Rodrigues Pereira de Almeida, futuro Barão de Ubá de Vassouras (RJ), e um dos maiores contratadores e traficantes de escravos, a Carruthers e Co. destacou-se no cenário político e econômico. Com a falência de João Rodrigues Pereira de Almeida, não só seus ativos foram para a firma inglesa, como também os caixeiros. Entre esses estava Irineu Evangelista de Souza, futuro Barão e, depois, Visconde de Mauá, que assumiu a direção da firma com o retorno de Richard Carruthers para a Inglaterra no final da década de 1830. A firma existiu até 1851. Portanto, analisando a organização e a forma de atuação da Carruthers & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro da primeira metade do século XIX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Eder da Silva Ribeiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2004 - 2007
PRONEX CNPq/FAPERJ: Nação e Cidadania no Império : novos horizontes, Descrição: T´tulo: O Comércio inglês no Império brasileiro: a atuação da firma inglesa Carruthers & Co., 1823-1851. O objetivo deste projeto consiste em analisar a organização e a forma de atuação de uma firma inglesa na cidade do Rio de Janeiro na 1ª metade do século XIX, a Carruthers & Co. Organizada pelo comerciante inglês de Liverpool Richard Carruthers, que chegou no Brasil após a independência, esta firma atuou não só comércio de "fazendas secas por atacado", ou seja, no comércio de fios e tecidos de algodão importados da Inglaterra, como também financiou o tráfico negreiro. Associada desde o início com o negociante "de grosso trato" (atacadista) João Rodrigues Pereira de Almeida, futuro Barão de Ubá de Vassouras (RJ), e um dos maiores contratadores e traficantes de escravos, a Carruthers e Co. destacou-se no cenário político e econômico. Com a falência de João Rodrigues Pereira de Almeida, não só seus ativos foram para a firma inglesa, como também os caixeiros. Entre esses estava Irineu Evangelista de Souza, futuro Barão e, depois, Visconde de Mauá, que assumiu a direção da firma com o retorno de Richard Carruthers para a Inglaterra no final da década de 1830. A firma existiu até 1851. Portanto, analisando a organização e a forma de atuação da Carruthers & Co., poderemos rediscutir o impacto da presença inglesa no Império brasileiro da primeira metade do século XIX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Integrante / Gladys Sabino - Integrante / José Murilo de Carvalho - Coordenador / Manoel Salgado - Integrante / Keyla Grimberg - Integrante / Lucia Guimarães - Integrante / Lucia Bastos - Integrante / Ricardo Salles - Integrante / Tania Bessone - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 5
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2004 - 2005
O Império brasileiro e os bancos comerciais no Rio de Janeiro: o caso do Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro (1876-1883), Descrição: O presente trabalho tem como objetivo analisar as estratégias desenvolvidas pelo Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro para superar a crise bancária de 1875, mais especificamente, do período 1876 até 1883. Tendo superado à crise de 1875, em virtude da ajuda do governo imperial de mais de 3.000 contos, o Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro não encontrou uma conjuntura econômica favorável. A manutenção de uma política econômica restritiva por parte do governo imperial, levou o banco a diminuir sua carteira de títulos e, também, uma diminuição dos empréstimos como um todo. Nesse último ativo, embora o banco tenha aumentado o desconto de letras com penhor no período 1876-1878, diminui o desconto com caução e hipotecas. A mudança da política do governo em 1878 fez com que o BRHRJ ampliasse a compra de títulos da dívida pública do governo federal, como também das províncias, destacando-se as de São Paulo e Rio de Janeiro, bem como das Letras do Tesouro Nacional. Os depósitos no banco aumentaram bastante a partir de 1878. Essa estratégia do banco continuou até 1883, quando venceu o prazo da reorganização do banco em 1868.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Mariana Lambert - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2003 - 2004
O New London and Brazilian Bank (1871-1875): um banco inglês no Império Brasileiro, Descrição: Em fevereiro de 1875, iniciou-se no Rio de Janeiro uma crise comercial. Preocupados com o rápido alastramento da crise sobre as casas comerciais, os bancos tiveram que suspender praticamente todas as operações de crédito. Em face de tal situação, o governo imperial autorizou a emissão de até 50.000 contos de réis, 25.000 em bilhetes com prazo de 12 meses e juros de 5%, e 25.000 em dinheiro, para ajudar os bancos contornarem a crise.sses empréstimos aos bancos, que chegaram ao montante de 16.033 contos de réis, não foram suficientes para debelar a crise e, evitar o pânico. O novo ministro da fazenda, o metalista João Maurício Wanderley, Barão de Cotegipe, que sucedeu o Visconde do Rio Branco em junho de 1875, em vez de expandir o crédito, deu continuidade à política recessiva. O novo empréstimo do exterior para o Brasil de 1875 foi direcionado para a regularização da dívida e à cobertura do déficit do orçamento, e não como crédito para os bancos. Como resultado, grandes bancos nacionais e estrangeiros situados na Praça do Rio de Janeiro, como o Banco Mauá & Cia, o Banco Nacional e o banco alemão Deutsch Brasilianische Bank faliram. A falência do Banco Mauá & Cia. marcou o que ficou conhecido na historiografia como o fim da Era Mauá. Reorganizado em 1871, o New London and Brazilian Bank adotou uma política mais conservadora e, de acordo com a política da matriz londrina. Tal política de diminuição do crédito possibilitou ao banco não só superar a crise de 1875, como se consolidar na Praça do Comércio do Rio de Janeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Ubiratan Aires Pinto Júnior - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2002 - 2003
O Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro e o Império do Brasil, 1876-1881, Descrição: Tendo superado à crise de 1875, face a ajuda do governo imperial de mais de 3.000 contos, o Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro (BRHRJ) não encontrou uma conjuntura econômica favorável. A manutenção de uma política econômica restritiva por parte do governo imperial, levou o banco a diminuir sua carteira de títulos e, uma diminuição dos empréstimos como um todo. Nesse último, embora o banco aumentou o desconto de letras com penhor no período 1876-1878, diminui o desconto com caução e hipotecas. Com a mudança da política do governo em 1878, o BRHRJ ampliou a compra de títulos da dívida pública do governo federal, como também das províncias, destacando-se as de São Paulo e Rio de Janeiro, bem como das Letras do Tesouro Nacional. Os depósitos no banco aumentaram bastante a partir de 1878.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Cyntia de Andrade Machado - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3
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2002 - 2003
O London and Brazilian Bank (1862-1871): um banco inglês no Império Brasileiro, Descrição: Organizado como uma sociedade anônima de responsabilidade limitada em 1862, forma essa de S/A permitida na Inglaterra a partir da década de 1850, o banco só teve seus estatutos aprovado e regulamentado pelo Império brasileiro no final do mesmo ano, após a retirada do termo responsabilidade limitada pois, tal forma de sociedade ou companhia por ação não existia no Código Comercial brasileiro de 1850. No entendimento do governo imperial, os acionistas de uma S/A, bem como os diretores, tinham responsabilidade ilimitada. O desenvolvimento do London and Brazilian Bank no Brasil foi rápido. Durante os anos de 1863 e 1864, além de aumentar seu capital, que passou de 1 milhão para 1 milhão e meio de libras, o banco, que no início só atuou na praça do Rio de Janeiro, teve permissão de abrir filiais em outras cidades brasileiras, como Recife (PE), Salvador (BA)e Rio Grande (RS). A crise comercial da Praça do Rio de Janeiro de setembro de 1864, provocada pela quebra da Casa Bancária Souto & Cia, atingiu o banco inglês. Embora sua situação fosse melhor que a dos bancos brasileiros, assim como esses, o banco inglês precisou do socorro do Banco do Brasil. Visando melhorar sua situação, o banco tentou uma associação com a Sociedade Bancária Mauá, MacGregor & Co., que resultou na organização do London, Brazilian and Mauá Bank, com um capital de 5 milhões de libras em 1865. Entretanto, tal associação , que resultaria num banco tão poderoso quanto o Banco do Brasil, não foi adiante. Em 1865 eclodiu a Guerra do Paraguai. Face as necessidades da guerra, o governo brasileiro aumentou sua dívida interna e externa. Tal política econômica fez com que o banco inglês, adotasse uma política ainda mais conservadora, ou seja, no seu ativo diminuiu os empréstimos via desconto de letras e aumentou a carteira de títulos emitidos pelo governo; no passivo, aumentou os depósitos e as reservas. Entretanto, mesmo com essa política, o banco foi reorganizado em 1871.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / Ubiratan Aires Pinto Júnior - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2001 - 2002
O Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro e o Império do Brasil, 1865-1875, Descrição: A crise comercial da Praça do Rio de Janeiro de 1864, provocada pela quebra da Casa Bancária Souto & Cia, tornou a situação do Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro (BRHRJ) difícil, tendo que ser reorganizado. Para piorar a situação, em 1865 eclodiu a Guerra do Paraguai. Face às necessidades da guerra, o governo brasileiro aumentou sua dívida interna e externa. O final da Guerra levou o governo imperial a retornar à política econômica metalista, ou seja, de controle das emissões e restaurar a paridade monetária de 27d/mil réis. Portanto, dentro dessa conjuntura difícil, o Banco Rural e Hipotecário do Rio de Janeiro Janeiro, adotou uma política de acordo com a política macroecômica do governo. Restringiu o crédito via desconto de letras, reduziu a conta no ativo de títulos e privilegiou aumento dos depósitos. Em 1875, eclodiu uma crise comercial e bancária na Praça do Comércio do Rio de Janeiro. Nessa crise, o Banco Mauá & Cia fechou as suas portas, assim como mais dois bancos. O Banco Rural e Hipotecário, mesmo com a política restritiva de crédiuto, teve que recorrer ao socorro governamental, para sobreviver.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Gabriel Guimarães - Coordenador / João Monteiro Pessoa - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2
Prêmios
2007
Jovem Cientista do Estado, FAPERJ.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal Fluminense, Centro de Estudos Gerais, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. , Rua Coronel Tamarindo, Gragoatá, 24210380 - Niterói, RJ - Brasil, Telefone: (21) 26292922, Fax: (21) 26292919, URL da Homepage:
Experiência profissional
2014 - 2015
University of YorkVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Visiting Research Fellow
2002 - 2003
Universidade de LisboaVínculo: Bolsista pós-doutorado, Enquadramento Funcional: Outro, Carga horária: 0
Atividades
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09/2002 - 03/2003
Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Letras, Departamento de História.,Linhas de pesquisa
1993 - Atual
Universidade Federal FluminenseVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Associado IV, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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04/2006
Ensino, História Econômica Geral, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral
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04/2006
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral e do Brasil
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03/2005
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História e Economia
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03/2005
Ensino, Mestrado Em História, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia II: a História Econômica e o debate entre a História e a Economia
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03/2005
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Estudos Gerais, Centro de Estudos Gerais.,Atividade realizada, Coordenador do Curso de Especialização em História do Brasil.
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01/2005
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Estudos Gerais, Departamento de História.,Cargo ou função, Conselho Editorial da Revista Tempo.
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09/2004
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Estudos Gerais, Centro de Estudos Gerais.,Atividade realizada, Coordenador do Curso de Especialização em História do Brasil.
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03/2004
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Estudos Gerais, Departamento de História.,Linhas de pesquisa
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10/2003
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História do Brasil II
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10/2003
Ensino, História, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Modelos Exolicativos da Economia Colonial Brasileira
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04/2003
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Estudos Gerais, Centro de Estudos Gerais.,Atividade realizada, Coordenador do Curso de Especialização em História do Brasil.
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12/2001
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral
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06/2001
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Estudos Gerais, Centro de Estudos Gerais.,Atividade realizada, Comissão de Gestão.
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03/2008 - 12/2009
Pesquisa e desenvolvimento, Núcleo de Ciências do Poder Judiciário (NuPEJ/UFF).,Linhas de pesquisa
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03/2006 - 02/2007
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Estudos Gerais, Departamento de História.,Linhas de pesquisa
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03/2005 - 03/2006
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Estudos Gerais, Centro de Estudos Gerais.,Atividade realizada, Conselho Editorial da Revista Tempo.
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03/2003 - 03/2006
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Estudos Gerais, Departamento de História.,Linhas de pesquisa
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08/2005 - 12/2005
Ensino, História Econômica Geral, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral
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09/2004 - 01/2005
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral, História do Brasil II
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03/2004 - 12/2004
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Estudos Gerais, Centro de Estudos Gerais.,Atividade realizada, Conselho Editorial da Revista Tempo.
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03/2004 - 12/2004
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Estudos Gerais, Departamento de História.,Cargo ou função, Conselho Editorial da Revista Tempo.
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04/2004 - 08/2004
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral I, História e Estatística
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03/2003 - 08/2003
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral, História Econômica Geral e do Brasil
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03/2002 - 09/2002
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral, História do Pensamento Econômico Brasilieiro
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03/2001 - 07/2001
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral, História Moderna
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03/2001 - 07/2001
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Os Modelos Explicativos da Economia Colonial Brasileira
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04/2000 - 06/2001
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Estudos Gerais, Centro de Estudos Gerais.,Atividade realizada, Comissão de Bolsas e Planejamento Acadêmico.
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08/2000 - 12/2000
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História do Brasil II, História Econômica Geral
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03/2000 - 07/2000
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História do Brasil II
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03/2000 - 07/2000
Ensino, Mestrado Em História, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Negócios e Negociantes no comércio Brasil, Portugal e Inglaterra nos séculos XVIII e XIX: um estudo comparado
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09/1999 - 04/2000
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Estudos Gerais, Centro de Estudos Gerais.,Atividade realizada, Subcoordenador do Curso de Especialização , em nível de Pós-Graduação, em História do Brasil.
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08/1999 - 12/1999
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica e Social do Rio de Janeiro
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08/1999 - 12/1999
Ensino, História Econômica Geral e do Brasil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História Econômica Geral I
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03/1999 - 12/1999
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Estudos Gerais, Centro de Estudos Gerais.,Atividade realizada, Comissão Editorial da Revista Tempo.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Carlos Gabriel Guimarães e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?