Gisely Belich de Sousa
Possui graduação em Fonoaudiologia pela Universidade da Amazônia (2002). Especialização em Voz pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia com curso no CECEV-SP (Centro de Estudo do Curso de Especialização da Voz) e na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Especialização em Audiologia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia com curso no CEDIAU-SP (Centro de Estudos dos Distúrbios da Audição). Aprimoramento "O disfônico na clínica fonoaudiológica" no serviço de voz da DERDIC/PUCSP. Certificada no método Lee Silverman Voice Treatment. Certificada no método Lessac-Madsen Resonance Voice Therapy. Fellow em laringe na Universidade de Graz - Áustria (2008) . Mestrado em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2010). Tem experiência na área de Voz, com ênfase na Clínica Fonoaudiológica, atuando na Reabilitação de pacientes disfônicos e na área de Deglutição, atuando no Diagnóstico, Avaliação e Possibilidades Terapêuticas nas Disfagias Orofaríngea Mecânica. Reabilitação de pacientes em Audiologia atuando principalmente nos seguintes temas: Audiologia Clínica, Avaliação e Reabilitação Otoneurológia.
Informações coletadas do Lattes em 22/07/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em Fonoaudiologia
2008 - 2010
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Título: Audição de Jovens de 18 a 25 anos: estudo do entalhe audiométrico.,Ano de Obtenção: 2010
Iêda Chaves Pacheco Russo.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Palavras-chave: Audição; ruído; música.Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fonoaudiologia.
Especialização em Voz
2005 - 2007
Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Título: Fonoterapia nos Casos de Sulco e Cisto Vocal: Estudo Retrospectivo
Orientador: Roberta Isolan Cury
Especialização em Audiologia
2004 - 2005
Conselho Federal de Fonoaudiologia
Título: Caracterização das Queixas, Tipos de Perda Auditiva e Tratamento de Indivíduos Idosos Atendidos em uma Clínica Particular de Belém-Pa
Orientador: Iêda Chaves Pacheco Russo
Especialização em Voz
2002 - 2003
Conselho Federal de Fonoaudiologia
Título: Perfil Vocal de Representantes Farmacológicos
Orientador: Mara Behlau
Formação complementar
2004 - 2004
Disfagia em vídeo avançado em vídeofluoroscopia da. , Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica.
2003 - 2003
Neuropsicolaringologia e Fonocirurgia. , Universidade Federal de São Paulo.
2003 - 2003
Aspectos Funcionais da Laringectomia Total. , Universidade de São Paulo.
2002 - 2002
Atualização em Avaliação Fonoaudiológica das Disfo. , Universidade Federal de São Paulo.
2002 - 2002
Programa Speech Pitch para Avaliação da Freqüência. , Centro de Estudos da Voz.
2002 - 2002
Treinamento Vocal Atualização em Técnicas de Ter. , Universidade Federal de São Paulo.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Participação em eventos
Encontro Internacional de Audiologia (EIA). 2009. (Encontro).
Encontro Internacional de Audiologia (EIA).Caracterização de queixas, tipo de perda auditiva, tratamento de indivíduos idosos atendidos em uma clínica particular de Belém-Pa. 2008. (Encontro).
XII Jornada Acadêmica de Odontologia da UFPA.Atuação Fonoaudiológica nas Paralisias Faciais Periféricas. 2005. (Seminário).
I Simpósio Internacional de Saúde Ocupacional e Fonoaudiologia. 2005. (Simpósio).
IX Simpósio Internacional em Voz. 2004. (Simpósio).
V Congresso Internacional, XI Congresso Brasileiro e. O Aquecimento Vocal para o Ator. 2003. (Congresso).
Simpósio Satélite em Disfagia para Fonoaudiologia Avaliação e Tratamento Fonoaudiológico das Disfagias Mecânicas e Neurogênicas. 2002. (Simpósio).
IX Congresso da Academia Brasileira de Neurocirurgia. Benefícios da Intervenção Fonoaudiológica em Casos de Paralisia de Prega Vocal Relato de dois casos clínicos. 2001. (Congresso).
IV Congresso Internacional de Fonoaudiologia III Encontro Ibero-Americano de Fonoaudiologia. 1999. (Congresso).
Produções bibliográficas
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SILVA, B. S. R. ; SOUSA, G. B. ; RUSSO, I. C. P. ; SILVA, J. A. P. R. . Caracterização das queixas, tipos de perda auditiva e tratamento em indivíduod idosos atendidos em uma clínica particular de Belém-Pa. @rquivos Internacionais de Otorrinolaringologia , v. 11, p. 387-395, 2007.
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SOUSA, G. B. ; RUSSO, I. C. P. ; SILVA, B. S. R. ; SILVA, J. A. P. R. . Caracterização das queixas, tipo de perda auditiva, e tratamento de indivíduos idosos atendidos em uma clínica particular de Belém -Pa. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SOUSA, G. B. ; PASSOS, J. O. ; SILVA, M. A. A. E. ; SILVA, F. L. C. E. . O Aquecimento Vocal para o Ator. 2003. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CARDOSO, A. P. R. ; SOUSA, G. B. ; SALOMAO, M. R. . Benefícios da Intervenção Fonoaudiológica em Casos de Paralisia de Prega Vocal Relato de dois casos clínicos. 2001. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2008 - 2010
Audição de jovens de 18 a 25 anos: estudo do entalhe audiométrico., Descrição: A poluição sonora, que é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma das prioridades ecológicas, não é visível, o que torna a percepção do problema muito demorada e, muitas vezes, não sentida. No Brasil, a poluição sonora já é considerada uma questão de saúde pública, porque causa um impacto ambiental. O ruído fora de controle, com níveis elevados de pressão sonora constitui um dos agentes mais nocivos à saúde. Estudos revelam que ela pode causar perda de audição, zumbido, tontura, distorção sonora, sensação de plenitude auricular, distúrbios do labirinto, além de outras queixas de saúde relacionadas a essa exposição como: alterações nos sistemas: cardiovascular, gástrico, e muscular, distúrbio do sono, sendo um grande gerador de ansiedade, nervosismo, irritabilidade, mudança de humor, entre outros.Segundo matéria publicada pela Revista Espaço Acadêmico, em 2006, na França, um em cada quatro jovens apresenta um déficit auditivo patológico devido, entre outros fatores ao uso de estéreos pessoais e freqüência às casas noturnas dançantes. Alguns autores levantaram a questão do risco de lesão auditiva em jovens freqüentadores de discotecas ou usuários de sistemas de amplificação sonora com fones de ouvido, questionando, ainda, se os limiares auditivos da juventude estariam se modificando, diante da crescente poluição sonora a que esta população está exposta nos centros urbanos. Além disso, tem sido cada vez mais comum os jovens submetidos à avaliação convencional da audição, ou seja, à audiometria tonal liminar apresentarem limiares que se afastam do 0 dB NA e aproximam-se dos 20 ou 25 dB NA, principalmente na faixa de freqüências a partir de 3kHz. A partir desta realidade, levantamos a hipótese de que nos audiogramas da população de jovens, deve aumentar a presença de entalhe audiométrico, em decorrência da super exposição a níveis de pressão sonora elevados de ruído e música.O objetivo geral desta pesquisa é levantar a configuração audiométrica de. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Gisely Belich de Sousa - Integrante / Iêda Chaves Pacheco Russo - Coordenador.
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2007 - 2009
Saúde auditiva e o uso de estéreos pessoais por jovens adolescentes, Descrição: No século XX, com o surgimento dos meios de gravação e o desenvolvimento da indústria fonográfica, a música passou a fazer parte de nossas atividades cotidianas de forma corriqueira, assumindo um papel social diverso daquele dos primórdios de seu surgimento. Sons acima de 65 dB (A) contribuem para aumentar a insônia, o estresse, o comportamento agressivo e a irritabilidade, entre outros. Níveis superiores a 85 dB (A), com o tempo, podem levar a distúrbios auditivos. Atualmente, no meio de adolescentes na faixa etária de 12 a 18 anos, aumentou muito o uso de equipamentos estéreos pessoais (EP), muitas vezes, usados de maneira inadequada. A Revista Espaço Acadêmico (2006) mostrou que, na França, um a cada quatro jovens apresenta um déficit auditivo devido, entre outros aspectos, ao uso de estéreos pessoais e à freqüência às casas noturnas dançantes. A partir desta realidade, surgiram alguns questionamentos que nos motivaram a realizar o presente trabalho, ou seja: Quais são os hábitos sonoros relacionados ao uso de estéreos pessoais por jovens adolescentes? Estará o jovem usuário de estéreos pessoais informado e tem consciência sobre os riscos auditivos e não auditivos decorrentes da exposição à música excessivamente amplificada? Como conscientizar jovens adolescentes sobre a importância do bom uso de estéreos pessoais para a manutenção da música como veículo indispensável para manter elevada a nossa qualidade de vida? Compreender a importância da promoção de saúde auditiva, em seus vários aspectos - biológico, psicológico, social e educacional - por intermédio de ações que possam contribuir para evitar ou minimizar o impacto da deficiência auditiva em jovens adolescentes, é uma área de atuação fundamental na atuação fonoaudiológica. 2. Objetivo Geral: Verificar os hábitos sonoros e o conhecimento sobre os riscos auditivos e não auditivos relacionados ao uso de equipamentos estéreos pessoais em um grupo de jovens adolescentes. Processo: 303652/2007-1 Modalidade. . , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gisely Belich de Sousa - Integrante / Iêda Chaves Pacheco Russo - Coordenador.
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2002 - 2003
Perfil vocal de representantes de laboratórios farmacológico de Belém-Pará, Descrição: O representante de laboratório farmacológico tem como missão orientar os profissionais de saúde sobre a correta forma de prescrever o medicamento, esclarecer-lhes as várias indicações do produto e levar-lhes, ainda, informações importantíssimas sobre novas drogas. Sendo assim, ele utiliza a voz como principal veículo de comunicação, tendo esta como instrumento essencial na transmissão das informações com qualidade e credibilidade. Por serem profissionais da voz podem estar sujeitos ao uso incorreto da mesma, o que os torna suscetível ao desenvolvimento de alteração vocal. O impacto de uma alteração neste grupo de profissionais irá interferir no exercício da profissão podendo causar problemas emocionais e financeiros. Desta forma, a voz passa a ser considerada um fator de suma importância no trabalho desses profissionais. Por isso, é fundamental a consciência de que é necessário manter hábitos vocais saudáveis para uma boa qualidade de voz, principalmente se ela for um instrumento de trabalho, que transmite informações para convencer e influenciar o ouvinte. Este profissional requer uma adaptação precisa dos órgãos da fonação, se tal adaptação não ocorrer, uma alteração vocal precoce e prejudicial ao desenvolvimento de sua carreira pode surgir. Portanto, a importância da detecção de uso abusivo da voz é, principalmente, de caráter preventivo a uma instalação de lesões. Para que esses profissionais não desenvolvam hábitos inadequados, é necessário o conhecimento do processo de produção vocal, sem que haja prejuízo no trato vocal, para que possam manter bom desempenho durante o exercício profissional além de normas básicas que auxiliam sua saúde vocal na prevenção do aparecimento de alterações.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gisely Belich de Sousa - Integrante / Mara Susana Behlau - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2011 - Atual
Clínica Otorrinos AssociadosVínculo: Profissional Autônomo, Enquadramento Funcional: Prestadora de Serviço, Carga horária: 20
Outras informações:
Atua principalmente nas seguintes áreas da Fonoaudiologia: Avaliação e Tratamento dos Distúrbios da Voz, Desenvolvimento de Voz Normal e Profissional falada, e Competência Comunicativa. Acústica da Voz e da Fala.
2008 - 2009
Pontifícia Universidade Católica de São PauloVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante, Carga horária: 20
Atividades
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01/2008
Pesquisa e desenvolvimento , Programa de Estudos Pós-Graduação em Fonoaudiologia, .,Linhas de pesquisa
2008 - 2009
PsicoblueVínculo: , Enquadramento Funcional: Profissional Autônomo, Carga horária: 20
Outras informações:
Uma Clínica Privada no estado de São Paulo que oferece atendimento nas áreas de psicologia, fonoaudiologia, e nutrição. Na área de Fonoaudiologia atende nas modalidades de Voz, Motricidade Oral, Distúrbio Articulatório, Linguagem, Deficiencia Auditiva, Disfagia.
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