Vanessa Milech
Médica Veterinária formada pela Universidade Federal de Pelotas (2013). Concluiu a Residência Multiprofissional em Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais pela Universidade Federal de Pelotas (Hospital de Clínicas Veterinária da UFPel), no ano de 2016. Mestre em Cirurgia e Clínica Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (2018). Doutora em Cirurgia e Clínica Veterinária pelo Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (2022). Professora Universitária do Curso de Medicina Veterinária na Faculdade Murialdo (2019-2020). Atualmente é Docente do Curso de Medicina Veterinária na Universidade de Caxias do Sul/RS (UCS), onde ministra as disciplinas de Técnica Cirúrgica, Anestesiologia e Clínica Cirúrgica, e Integra o Corpo Docente do Programa de Pós-graduação em Saúde Animal da UCS. Tem experiência na área de Medicina Veterinária de Pequenos Animais, com ênfase em Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Cirurgia Convencional e Videocirurgia.
Informações coletadas do Lattes em 05/09/2022
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Medicina Veterinária
2018 - 2022
Universidade Federal de Santa Maria
Título: Novas Abordagens Videolaparoscópicas para Cirurgias Renais em Cães
Maurício Veloso Brun.
Mestrado em Medicina Veterinária
2016 - 2018
Universidade Federal de Santa Maria
Título: Estresse Oxidativo e Resposta Inflamatória em Cadelas Submetidas à Pneumoperitônio Utilizando CO2 Aquecido ou não em Ovariohisterectomias Videoassistidas,Ano de Obtenção: 2018
Maurício Veloso Brun.Palavras-chave: Cirurgia; Videocirurgia; Clínica.Grande área: Ciências Agrárias
Especialização em Residência Clínica Cirúrgica
2014 - 2016
Universidade Federal de Pelotas
Título: Avaliação da eficácia de implantes de metilmetacrilato como veículo do itraconazol no tratamento da esporotricose canina e felina.
Orientador: Patrícia Vives
Bolsista do(a): Ministério da Educação e Cultura, MEC, Brasil.
Formação complementar
2020 - 2020
Extensão universitária em Didática no Ensino Superior. (Carga horária: 68h). , Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, UFRB, Brasil.
2020 - 2020
I Curso de Manejo da Insuficiência Respiratória em Cães e Gatos Online. (Carga horária: 12h). , I Curso de Manejo da Insuficiência Respiratória em Cães e Gatos Online, CMIR, Brasil.
2020 - 2020
Curso Básico de Diagnóstico por Imagem. (Carga horária: 12h). , Veteduka, VETEDUKA, Brasil.
2020 - 2020
Princípios de Cirurgia Oncológica e Reconstrutiva. (Carga horária: 10h). , Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e Reconstrutiva Veterinária, SOBRACORVET, Brasil.
2020 - 2020
Curso Básico em Neurologia Clínica de Pequenos Animais. (Carga horária: 3h). , Veteduka, VETEDUKA, Brasil.
2020 - 2020
Vamos navegar pelas hérnias? Condutas cirúrgicas quais as opções?. (Carga horária: 3h). , Online Veterinary Courses, ON VC, Brasil.
2020 - 2020
Curso Básico em Dermatologia em Pequenos Animais. (Carga horária: 5h). , Veteduka, VETEDUKA, Brasil.
2020 - 2020
Curso Básico em Endocrinologia de Pequenos Animais. (Carga horária: 5h). , Veteduka, VETEDUKA, Brasil.
2020 - 2020
Cirurgia de Cabeça e Pescoço. (Carga horária: 20h). , Equalis, EQUALIS, Brasil.
2020 - 2020
Princípios Gerais para Obter uma Publicação Científica. (Carga horária: 6h). , ReadyToPub, READYTOPUB, Portugal.
2019 - 2019
Atualidades no Estadiamento e Terapêutica Nefroprotetora. (Carga horária: 1h). , VetSmart, VETSMART, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em Idiomas Sem Fonteiras- Espanhol. (Carga horária: 32h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em IV Curso sobre Cuidados e Manejo de Animais de Experimentação. (Carga horária: 27h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2018 - 2018
Treinamento Maestria em Excel. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2018 - 2018
Inibição do SRAA em Gatos com DRC: Além da Hipertensão e Proteinúria. (Carga horária: 1h). , VetSmart, VETSMART, Brasil.
2017 - 2017
Diarreia Crônica. (Carga horária: 1h). , VetSmart, VETSMART, Brasil.
2016 - 2016
Gastrenterologia na clínica de pequenos animais. (Carga horária: 12h). , Equalis, EQUALIS, Brasil.
2013 - 2013
Atualização em ortopedia de pequenos animais. (Carga horária: 13h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2011 - 2011
Treinamento Especial em Emergências na Clínica de. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica Médica de Pequenos Animais.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Anestesiologia Veterinária.
Organização de eventos
BRUN, M. V. ; MULLER, D. C. M. ; MILECH, V. ; CAYE, P. ; ANTUNES, B. N. ; MARTINS, L. R. . Cirurgia da Cabeça às Patas: Capítulo Procedimentos Colorretais e Prostáticos. 2020. (Outro).
BRUN, M. V. ; MULLER, D. C. M. ; MILECH, V. ; MARTINS, L. R. ; LINHARES, M. T. ; ANTUNES, B. N. ; CAYE, P. . Videolive Vet. 2020. (Outro).
Participação em eventos
Congresso Internacional Online de Cirurgia Veterinária e Medicina Perioperatória. 2021. (Congresso).
I Noite de Gala da Cirurgia Veterinária - Princípios da Cirurgia Oncológica. 2021. (Encontro).
Medicina Veterinária na Comunidade: Ações Educativas e Inclusão Social de Crianças e Adolescentes em Situação de Vulnerabilidade. Medicina Veterinária na Comunidade: Ações Educativas e Inclusão Social de Crianças e Adolescentes em Situação de Vulnerabilidade. 2021. (Exposição).
I Simpósio Online do Colégio Brasileiro de Endoscopia e Videocirurgia Veterinária. 2020. (Simpósio).
Projeto de Ensino Presencial de Medicina Veterinária.Atendimento Clínico em Pequenos Animais. 2020. (Outra).
33 Jornada Acadêmica Integrada. Avaliação de Trabalhos de Iniciação Científica. 2018. (Congresso).
I Simpósio de Cirurgia Veterinária UFPel.Videocirurgia em Pequenos Animais. 2018. (Simpósio).
XIII Congresso Brasileiro de Cirurgia do CBACV e III Congresso Internacional de Cirurgia do CBCAV. ANÁLISE HISTOLÓGICA E ESTRESSE OXIDATIVO PERITONEAL EM CADELAS SUBMETIDAS À OVARIOHISTERECTOMIA VIDEOASSISTIDA SOB PNEUMOPERITÔNIO AQUECIDO OU NÃO AQUECIDO. 2018. (Congresso).
III Congresso Medvep de Especialidades Veterinárias. Fêmea Canina Parasitada por Dioctophyma Renale em Rim Direito e Esquerdo e Cavidade Abdominal- Relato de Caso. 2015. (Congresso).
41° CONBRAVET. Avaliação da Qualidade de Vida e Intensidade da Dor em Cães Portadores de Neoplasmas Malignos. 2014. (Congresso).
I Ciclo de Atualização em Animais de Companhia. 2014. (Outra).
XI Congresso Brasileiro de Cirurgia do CBCAV e I Congresso Internacional de Cirurgia do CBCAV. Primeiro Relato de Dioctophyma Renale em Gato Doméstico no Rio Grande do Sul, Brasil.. 2014. (Congresso).
XVI Encontro de Pós-graduação. IMPLANTE DE PRÓTESE DO LIGAMENTO COLATERAL LATERAL NO REPARO DE LUXAÇÃO TRAUMÁTICA BILATERAL DOS COTOVELOS DE UM CÃO - RELATO DE CASO. 2014. (Congresso).
1° Ciclo de Palestras em Nutrição de Cães e Gatos. 2013. (Outra).
2° Lideract- Desenvolvendo Líderes. 2013. (Encontro).
II Congresso Medvep de Especialidades Veterinárias. 2013. (Congresso).
II Simpósio Internacional de Emergências em Pequenos Animais. 2013. (Simpósio).
Simpósio Sul- Americano de Medicina Felina. 2013. (Simpósio).
XXX Semana Acadêmica da Medicina Veterinária. 2013. (Outra).
21° Congresso de Iniciação Científica. Achado acidental de dioctofimose durante procedimento cirúrgico em um canino - relato de caso. 2012. (Congresso).
I Ciclo de Palestras em Pequenos Animais VETESUL. 2012. (Encontro).
Analgesia e Controle da Dor em Pequenos Animais. 2011. (Simpósio).
Seminário Técnico- Programa de Pós- Graduação em Veterinária. 2011. (Seminário).
Treinamento Especial em Emergências na Clínica de Pequenos Animais: Hemodinâmica. 2011. (Outra).
xx congresso de iniciação científica/ III mostra científica. Herniorrafia perineal em cão- relato de caso. 2011. (Congresso).
Etologia- Comportamento Equino. 2010. (Seminário).
III Ciclo de Palestras em Zootecnia. 2009. (Seminário).
Participação em bancas
MILECH, V.; LIBARDONI, R. N.. Relatório de Estágio Curricular Supervisionado em Medicina Veterinária. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MILECH, V.; OLIVEIRA, E. C.; PAZZIM, A. F.. Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade de Caxias do Sul.
MILECH, V.; OLIVEIRA, E. C.; PAZZIM, A. F.. Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade de Caxias do Sul.
MILECH, V.; OLIVEIRA, E. C.; PAZZIM, A. F.. Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade de Caxias do Sul.
MILECH, V.; OLIVEIRA, E. C.; PAZZIM, A. F.. Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade de Caxias do Sul.
BASSO, A.; GOULART, M. A.;MILECH, V.. Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório em Medicina Vetrinária. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo.
PINHEIRO, D. M.; GOMES, K. T.;MILECH, V.. Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório em Medicina Vetrinária. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo.
LIMA, L.; COSTA, P. M.;MILECH, V.. Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório: Clínica Médica e Curúrgica de Pequenos Animais. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo.
SENE, C. G.; COSTA, P. M.;MILECH, V.. Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório em Medicina Vetrinária: Área de Clínica Médica e Cirúrgica de Animais de Companhia. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo.
MILECH, V.; COSTA, P. M.; GOMES, K. T.. RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO EM MEDICINA VETERINÁRIA: ÁREA DE CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo.
MILECH, V.; GOMES, K. T.; GOULART, M. A.. RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM CLÍNICA CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS E RELATO DE CASO: CONDROSSARCOMA NASAL PRIMÁRIO EM UM CÃO CLÍNICA VETERINÁRIA ESCOLA ? PUC/PR. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo.
MILECH, V.; GOULART, M. A.; RIBEIRO, M. V.. RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO: Área de Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo.
MILECH, V.; LINHARES, M. T.; MAZZANTI, A.. Defesa de Estágio Curricular Supervisionado em Medicina Veterinária. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MILECH, V.. 33° Jornada Acadêmica Integrada. 2018. Universidade Federal de Santa Maria.
Orientou
Relatório de Estágio Curricular Supervisionado: Clínica Médica de Pequenos Animais; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório em Medicina Vetrinária; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório em Medicina Vetrinária; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório em Medicina Vetrinária; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Relatório de Estágio Supervisionado: Clínica Médica de Cães e Gatos; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Relatório de Estágio Curricular Obrigatório: Clínica Médica e Cirúrgica de Animais de Companhia; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Clínica Médica de Pequenos Animais; 2020; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Diagnóstico por Imagem; 2020; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Semiologia Veterinária; 2020; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Clínica Médica de Pequenos Animais; 2020; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Clínica Médica de Pequenos Animais; 2020; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Diagnóstico por Imagem; 2020; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Diagnóstico por Imagem; 2020; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Clínica Médica de Pequenos Animais; 2019; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Clínica Médica de Pequenos Animais; 2019; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Monitoria Voluntária em Diagnóstico por Imagem; 2019; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Faculdade Murialdo; Orientador: Vanessa Milech;
Produções bibliográficas
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MILECH, VANESSA ; DE OLIVEIRA, JULIANA S. ; DE ATAIDE, MICHELLI A. W. ; CORADINI, GABRIELA P. ; MANN, THAÍS R. ; SARTURI, VANESSA Z. ; HARTMANN, HELLEN F. ; LINHARES, MARCELLA T. ; ANTUNES, BERNARDO N. ; DE ANDRADE, CÍNTHIA M. ; KOMMERS, GLAUCIA D. ; SILVA, MARCO A. M. ; MÜLLER, DANIEL C. DE M. ; BRUN, MAURÍCIO V. . Effects of Heated Pneumoperitoneum on Inflammation, Oxidative Stress, and Peritoneal Histology in Female Dogs That Underwent Video-Assisted Ovariohysterectomy. VETERINARY MEDICINE INTERNATIONAL , v. 2021, p. 1-10, 2021.
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CORADINI, G. P. ; MILECH, V. ; SARTURI, V. Z. ; ANTUNES, BERNARDO NASCIMENTO ; HARTMANN, H. F. ; LINHARES, M. T. ; TEIXEIRA, L. G. ; BERTOLETTI, B. ; SILVA, A. J. C. ; BRUN, M. V. . Avaliação de temperatura durante ovariohisterectomia videoassistida em cadelas com pneumoperitônio aquecido ou não aquecido. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research , v. 3, p. 187-194, 2020.
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SILVA, ÁLVARO JOSÉ CHÁVEZ ; MARTINS, LETICIA REGINA REGINATO ; MILECH, VANESSA ; ANTUNES, BERNARDO NASCIMENTO ; RIPPLINGER, ANGEL ; CORADINI, GABRIELA ; SCHIMITES, PAULA IVANIR ; SOMARRIBA, BYRON FLORES ; LINHARES, MARCELLA ; HARTMANN, HELLEN ; ABATI, STEPHANIE ; BRUN, MAURÍCIO VELOSO ; MÜLLER, DANIEL CURVELLO DE MENDONÇA . Methods of local blockade with lidocaine in cats submitted to laparoscopic ovariectomy. Revista Agraria Academica , v. 3, p. 72-85, 2020.
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MILECH, V. ; ATAIDE, M. W. ; SARTURI, V. Z. ; SILVA, A. J. C. ; ANDRADE, C. M. ; KOMMERS, G. D. ; SILVA, M. A. M. ; SANCHEZ-MARGALLO, F. M. ; BRUN, M. V. . ANÁLISE HISTOLÓGICA E ESTRESSE OXIDATIVO PERITONEAL EM CADELAS SUBMETIDAS À OVARIOHISTERECTOMIA VIDEOASSISTIDA SOB PNEUMOPERITÔNIO AQUECIDO OU NÃO AQUECIDO. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MILECH, V. ; RAPPETI-PEDROZZO, J. C. S. ; NAKASU, C. C. T. . Fêmea Canina Parasitada por Dioctophyma Renale em Rim Direito e Esquerdo e Cavidade Abdominal- Relato de Caso. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MILECH, V. ; LIMA, C. S. ; PERERA, S. C. ; FERNANDES, C. P. M. ; ROSA, C. S. . Terapia Alternativa ao Tratamento de Dermatite Atópica em Cães. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MILECH, V. ; VIVES, P. ; LOBO, C. G. ; LEMOS, C. D. ; MOLLER, G. ; MARONEZE, B. P. . Avulsão de Rim e Ureter Decorrente de Trauma Abdominal por Mordedura- Relato de Caso. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Silva, C. C. ; Corrêa, A. ; ATHAYDE, C. ; MILECH, V. ; FERNANDES, C. G. ; GUIM, T. N. . Avaliação da Qualidade de Vida e Intensidade da Dor em Cães Portadores de Neoplasmas Malignos. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MILECH, V. ; LIMA, C. S. ; MONCKS, D. A. ; MARONEZE, B. P. ; PERERA, S. C. ; VIVES, P. . Implante de Prótese do Ligamento Colateral Lateral no Reparo de Luxação Traumática Bilateral dos Cotovelos de um Cão: Relato de um Caso. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MILECH, V. ; SANCHES, A. R. ; Silva, C. C. ; ANANA, D. C. ; GAMBOA, D. ; BRAGA, F. V. A. ; CAVALCANTI, G. A. ; RAPPETI-PEDROZZO, J. C. S. ; HILLER, J. ; PEREIRA, L. F. ; SALGADO, L. G. ; GUIM, T. N. . Primeiro Relato de Dioctophyma Renale em Gato Doméstico no Rio Grande do Sul. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MILECH, V. ; RAPPETI-PEDROZZO, J. C. S. ; Bergmann, L. K. ; Cima, I. ; Ripplinger, A. ; Silva, C. C. ; RAMOS, S. ; Alves, S. ; PERERA, S. C. ; VIVES, P. . Peritonite Séptica em Fêmea Canina- Relato de Caso. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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MILECH, V. ; VIVES, P. ; Moraes, E. S. . Hérnia Diafragmática em Fêmea Canina Gestante- Relato de Caso. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MILECH, V. ; PERERA, S. C. ; RAMOS, S. ; RAPPETI-PEDROZZO, J. C. S. ; BRAGA, F. V. A. . ACHADO ACIDENTAL DE DIOCTOFIMOSE DURANTE PROCEDIMENTO CIRÚRGICO EM UM CANINO- RELATO DE CASO. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MILECH, V. ; SCHMITT, B. ; SANCHES, A. R. ; GUTERRES, K. A. ; CURY, Priscila da Costa . Herniorrafia perineal em cão- relato de caso. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2019 - Atual
DIFERENTES LOCAIS DE APLICAÇÃO DE AZUL DE METILENO NA MARCAÇÃO DO LINFONODO ILÍACO MEDIAL EM CÃES, Descrição: O sistema linfático serve de importante rota de transporte para células tumorais, sendo os linfonodos sentinelas, os quais drenam as regiões afetadas, uma espécie de ?incubadora? para as células metastáticas. A biópsia de tais linfonodos para avaliação histopatológica ou citológica, serve como fator prognóstico e auxiliar, na decisão da adoção de terapias adjuvantes, em oncologia. Por sua vez, o linfonodo ilíaco medial (Medial Iliac lymph Node- MILN), por drenar vários tecidos do trem posterior em cães, serve como um importante linfonodo sentinela. Dos métodos de mapeamento linfático em cães, destacam-se a injeção de corante azul de metileno na camada intradérmica, subcutânea, intranodal ou peritumoral. No entanto, existem ainda locais de drenagem a serem estudados e comparados, quanto a sua eficiência de drenagem. No presente estudo participarão 30 cadelas separadas aleatoriamente em três grupos de 10 animais cada. Os grupos serão compostos de animais provenientes da rotina do HVU da UFSM, os quais tenham sido encaminhados para ovariohisterectomia (OVH) ou ovariectomia (OVE) eletivas. Todas as pacientes participarão simultaneamente de projeto registrado e aprovado pela CEUA da UFSM sob o número 2827081018. O procedimento de esterilização será realizado através da técnica videoassistida com três portais, logo após o estudo de marcação do MILN, pela aplicação do corante azul de metileno 1%. O primeiro grupo os animais receberão a aplicação do corante intradérmico na região posterior dorsal esquerda do torso (GTO), o segundo grupo será formado de animais que receberão a aplicação do corante no parênquima do linfonodo poplíteo esquerdo (GLP) e, o terceiro grupo, será formado de animais que receberão a aplicação do corante intradérmico ao redor da mama inguinal esquerda (GM5). A avaliação da qualidade da marcação do MILN em todos os animais será realizada por meio de inspeção laparoscópica. Conjuntamente, será avaliado o tempo mínimo necessário para a marcação do MILN dentre os seguintes intervalos: I1- 0 até 1 min.; I2- >1 até 3min.; I3 - >3 até 5 min.; I4 >5 até 10 min.; I5- > 10min até 15 min.; I6- acima de 15 min. ou não marcado. Na sequência, será feita a linfadenectomia e a secção ao meio do MILN, afim de permitir uma avaliação cromatográfica do parênquima linfático corado, através de uma imagem digital fotografada a uma distância fixa. A avaliação de drenagem do MILN, ainda é pouco estudada e não existem comparações similares às da presente proposta. Dessa forma se busca definir o intervalo de tempo e a qualidade da impregnação do MILN pelo corante em cada grupo estudado.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Maurício Veloso Brun - Coordenador / Bernardo Antunes - Integrante.
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2019 - Atual
PARÂMETROS CARDIORRESPIRATÓRIOS E ANTINOCICEPTIVOS DA INFUSÃO CONTÍNUA DE FENTANIL, DEXMEDETOMIDINA OU MAROPITANT EM CADELAS SUBMETIDAS A OVARIOHISTERECTOMIA, Descrição: O uso transoperatório de analgésicos por meio de infusão contínua intravenosa pode ser utilizado para evitar a percepção de estímulos nocivos, resultando na diminuição das respostas autonômicas e em melhor estabilidade hemodinâmica do paciente, além de prevenir o processo nociceptivo da dor e consequentemente promover melhor conforto no pós-operatório. O objetivo do presente estudo é comparar os parâmetros cardiorrespiratórios e antinociceptivos da infusão contínua de fentanil, dexmedetomidina ou maropitant em cadelas submetidas a procedimento cirúrgico de ovariohisterectomia. Neste estudo serão avaliadas 30 cadelas hígidas, alocadas aleatoriamente em três grupos (n=10), sendo eles: grupo fentanil ou controle (GF), grupo dexmedetomidina (GD) e grupo maropitant (GM). Após medicação pré-anestésica na dose de 0,05 mg/kg de acepromazina intramuscular (IM), os animais receberão propofol 4,0-6,0 mg/kg pela via intravenosa (IV) como indução anestésica, prosseguindo-se à manutenção da anestesia com isoflurano vaporizado em oxigênio a 100%. Quando obtido um plano anestésico adequado e estabilidade dos parâmetros cardiorrespiratórios após a indução anestésica, cada animal pertencente ao grupo GF ou controle receberá a taxa de infusão contínua intravenosa de fentanil (3,0 mcg/kg/h), precedida da dose bolus de 2 mcg/kg IV. O grupo GD receberá a taxa de infusão contínua intravenosa de dexmedetomidina (1,0 mcg/kg/h), precedida da dose bolus de 1,0 mcg/kg IV. Da mesma forma, o grupo GM, receberá a taxa de infusão contínua intravenosa de maropitant (150,0 mcg/kg/h), precedida da dose bolus de 1,0 mg/kg, IV. Durante o transoperatório em todos os grupos, os parâmetros cardiorrespiratórios serão avaliados através da FC, f, PAS, PAM, PAD, T°C, SpO2, ETCO2, IP e pulso periférico. Esses parâmetros serão registrados em 9 tempos: T0 ou basal (após estabilização dos parâmetros cardiorrespiratórios e antes da administração inicial da dose bolus do fármaco correspondente a cada grupo), T1 (administração da dose bolus dos fármacos a serem estudados), T2 (início da infusão continua), T3, T4, T5, T6, T7, T8 (respectivamente nos tempos cinco, 10, 15, 20, 25 e 30 minutos a partir do início da infusão continua do fármaco correspondente a cada grupo), da mesma forma, os parâmetros cardiorrespiratórios serão avaliados mediante análises hemogasométricas através de amostras de sangue obtidas no (T0) e no final do procedimento (T8). A avaliação dos efeitos antinociceptivos será feita mediante o monitoramento dos parâmetros cardiorrespiratórios (FC, f, PAS, PAD e PAM) durante o período transoperatório, em quatro tempos: T1= incisão da pele, T2= pinçamento do pedículo ovárico direito, T3= pinçamento do pedículo ovárico esquerdo e T4= pinçamento da cérvix; já para avaliação no pós-operatório será realizado aplicando a escala de avaliação de dor simplificada de Glasglow para cães, em duas, três, quatro, oito e 24 horas após a intervenção cirúrgica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / André Vasconcelos Soares - Coordenador / OMAR GUTIERREZ VELASQUEZ - Integrante.
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2019 - Atual
Uso de dispositivo de elevação abdominal na coleta de biópsia hepática laparoscópica por less: estudo de viabilidade em cadáveres caninos., Descrição: O presente estudo avalia a viabilidade da técnica laparoscópica por LESS (com único portal), utilizando um dispositivo de elevação mecânica da parede abdominal, a plataforma de tração multidirecional (ES201800465 U), comparando-a com pneumoperitônio de baixa pressão na obtenção de biópsia hepática em cadáveres caninos no que se refere a determinadas variáveis operacionais. Dezoito cadáveres, distribuídos em três grupos, são submetidos a biópsia hepática com único portal e pneumoperitônio de 2mmHg (grupo G1), 4mmHg (grupo G2) e gasless, através da plataforma de tração multidirecional (grupo G3). Todos os procedimentos são realizados com portal de 11mm, posicionado na cicatriz umbilical, e uma óptica rígida de 10mm e 0, com canal de trabalho de 5,5mm. O peso dos cadáveres, o tempo operatório total e os tempos de cada etapa dos procedimentos são registrados. O grau de dificuldade do acesso cirúrgico e da coleta das biópsias hepáticas, bem como, a avaliação do espaço de trabalho intra-abdominal são mensurados, bem como o espaço de trabalho e as dificuldades para a coleta das biópsias hepáticas. Os fragmentos de tecido hepático coletados através da pinça laparoscópica tipo punch são pesados em balança de alta precisão. A técnica de biópsia hepática por LESS usando o dispositivo de elevação abdominal caso seja exequível em cadáveres caninos ou similar à técnica com pneumoperitônio, poderá representar uma alternativa para evitar as alterações orgânicas associadas ao uso de pneumoperitônio.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Maurício Veloso Brun - Coordenador / Marcella Teixeira Linhares - Integrante / Roberta do Nascimento Libardoni - Integrante / Marco Augusto Machado Silva - Integrante / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante.
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2018 - Atual
Linfadenectomia laparoscópica após linfografia intradérmica com azul de metileno e hemossiderina em cadelar com neoplasmas mamários., Descrição: Dentre as neoplasias em cadelas, as da glândula mamária são as mais frequentes, representando cerca de 50 a 70% das afecções dessa natureza. A maioria das neoplasias mamárias é maligna e, em 25% dos casos, os animais apresentam metástases em linfonodos regionais no momento do diagnóstico e, por vezes, no parênquima pulmonar. O sistema linfático representa importante papel no controle local dos neoplasmas e também no transporte de células tumorais, o qual, torna-se a via mais comum de metástases em neoplasias. Sabe-se que cada linfonodo recebe drenagem de regiões específicas do corpo e responde de maneira particular a cada tipo de doença. A linfadenectomia laparoscópica é realizada de forma rotineira na medicina, utilizando-se marcadores linfáticos para delimitação do tecido linfático. Contudo, na medicina veterinária esse procedimento é pouco realizado, e não aplicado rotineiramente em associação com a videocirurgia. O presente projeto permitirá a verificação da eficácia da técnica de marcação linfática para a cadeia de linfonodos ilíacos mediais em caninos com neoplasmas mamários, utilizando os marcadores azul de metileno e a hemossiderina em diferentes locais de administração, intradérmico ao redor da mama inguinal e intradérmico no torso (próximo a região de veia ilíaca circunflexa profunda), além de quantificar o melhor local de aplicação e marcador para se obter devida marcação. Também será estabelecido, por meio do exame histopatológico, o acometimento dos linfonodos ilíacos mediais em caninos com neoplasma mamários, sua correlação com o tipo histológico do neoplasma primário, bem como com o acometimento dos linfonodos satélites. Serão selecionadas 28 cadelas, não castradas, com peso corporal máximo de 15Kg, com neoplasmas mamários em diferentes mamas, estando esses ulcerados ou não. As cadelas serão distribuídas em quatro grupos (GAI, GAD, GHI e GHD) de sete animais. No GAI, realizar-se-á marcação linfática com azul de metileno a 1% administrado via intradérmica (ao redor de M5), seguido da linfadenectomia laparoscópica do ilíaco medial ipsilateral ao neoplasma, OVH laparoscópica e mastectomia radical unilateral. No GAD, realizar-se-á marcação linfática com azul de metileno a 1%, administrado via intradérmica no torso (próximo a região da veia circunflexa ilíaca profunda), seguido da linfadenectomia laparoscópica do ilíaco medial ipsilateral ao neoplasma, OVH laparoscópica e mastectomia radical unilateral. No GHI, realizar-se-á marcação linfática com hemossiderina administrada via intradérmica (ao redor de M5), seguido da linfadenectomia laparoscópica do ilíaco medial ipsilateral ao neoplasma, OVH laparoscópica e mastectomia radical unilateral. No GHD, realizar-se-á marcação linfática com hemossiderina, administrada via intradérmica no torso (próximo a região da veia circunflexa ilíaca profunda), seguido da linfadenectomia laparoscópica do ilíaco medial ipsilateral ao neoplasma, OVH laparoscópica e mastectomia radical unilateral. Esse estudo, esclarecerá principalmente qual a real importância da linfadenectomia dos ilíacos mediais nestes pacientes e demonstrará quais dos dois marcadores e qual via apresentam melhores resultados... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Vanessa Zanchi Sarturi - Integrante / Gabriela Pesamosca Coradini - Integrante / Michelli Westphal de Ataide - Integrante / Marcella Teixeira Linhares - Integrante / Hellen Fialho Hartmann - Integrante / BRUN, MAURÍCIO VELOSO - Coordenador / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante / João Pedro Scussel Feranti - Integrante.
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2018 - Atual
VIABILIDIDADE DAS TÉCNICAS DE NEFRECTOMIA E BIOPSIA RENAL LAPAROSCÓPICA VIA GASLESS EM CÃES ? ESTUDO EX-VIVO, Descrição: As cirurgias urológicas laparoscópicas encontram-se amplamente difundidas e são associadas a numerosas vantagens quando comparadas a cirurgia convencional. Entretanto, o pneumoperitônio, geralmente usado para os procedimentos laparoscópicos para criar espaço de trabalho, pode levar a desvantagens específicas e resultar em efeitos fisiológicos adversos bem reconhecidos em humanos e animais, incluindo alterações renais. Neste contexto, a modalidade laparoscópica referida como gasless surgiu como uma tentativa de desenvolver métodos alternativos para obter visão cirúrgica sem as desvantagens do pneumoperitônio. O propósito deste estudo é avaliar a viabilidade da técnica de biopsia renal e nefrectomia laparoscópica utilizando um novo dispositivo de elevação mecânica da parede abdominal (plataforma de tração multidirecional - ES201800465 U) em cadáveres caninos. Para tal, serão utilizados 20 cadáveres caninos divididos em dois grupos, sendo os do GCG (n=10) submetidos à biopsia renal e nefrectomia laparoscópica gasless e os GCP (n=10) submetidos à biopsia renal e nefrectomia laparoscópica com pneumoperitônio a uma pressão de 10 mmHg e velocidade de insuflação de 1,5 L/min. O tempo cirúrgico para as diferentes etapas e as complicações observadas serão registrados. A avaliação da visibilidade do campo operatório e da qualidade de execução será realizada por meio de escalas preenchidas pelo cirurgião executor e auxiliar, bem como pela análise de gravações em vídeo dos procedimentos cirúrgicos, por outros três cirurgiões experientes na videocirurgia. Além disso, as amostras de biopsias renais serão avaliadas quanto a fragmentação e esmagamento do tecido, presença de córtex renal e número de néfrons na amostra coletada. Reconhece-se que em casos clínicos as alterações observadas na função renal e na perfusão podem ter um impacto significativo naqueles pacientes que já demonstram função renal comprometida, apesar de serem reversíveis e de pouca importância em pacientes saudáveis. Dessa forma, o estabelecimento da viabilidade de uma nova alternativa para procedimentos de biopsia renal e nefrectomia laparoscópica, sem o uso de pneumoperitônio, poderá trazer muitos benefícios para pacientes veterinários que apresentem comorbidades associadas a função renal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Letícia Reginato Martins - Integrante / Maurício Veloso Brun - Coordenador / Marcella Teixeira Linhares - Integrante / Roberta do Nascimento Libardoni - Integrante / NADINE TRINKS FISCHBORN - Integrante / THIAGO RODRIGUES DA CUNHA - Integrante / HELENA CASTRO DINIZ - Integrante / VINICIUS DA SILVA CADINANOS - Integrante / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante.
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2018 - Atual
COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA COM TRÊS PORTAIS EM CÃES VIAGASLESSOU PNEUMOPERITÔNIO COM CO2, Descrição: Os objetivos desta tese foram, em uma primeira etapa, avaliar os resultados da colecistectomia laparoscópica (CL) via três portais de acesso em cães com doenças benignas da vesícula biliar em um estudo retrospectivo. A segunda etapa consistiu na proposição e avaliação da exeqüibilidade de uma técnica correspondente na modalidade gasless em cadáveres caninos, utilizando um dispositivo personalizado de elevação mecânica da parede abdominal, e compará-la à técnica com pneumoperitônio em determinadas variáveis cirúrgicas. No artigo 1, foram revisados os registros médicos de 14 casos de CL operados por dois cirurgiões com diferentes proeficiências. O tempo cirúrgico médio foi de 69,21 21.7 min (variação 45-104), não houve conversão em nenhum dos pacientes e 85,7% dos cães receberam alta hospitalar no dia do procedimento. As complicações transoperatórias em sua maioria foram classificadas como menores. Dois pacientes apresentaram complicações pós-operatórias que exigiram reintervenção, sendo um dos casos não relacionado à CL, e vieram a óbito após o segundo procedimento cirúrgico. No estudo prospectivo do artigo 2, 16 cadáveres foram distribuídos em dois grupos, os do GCG (n=8) foram submetidos à CL com o uso da plataforma de tração multidirecional e os do GCP (n=8) submetidos à CL com pneumoperitônio (10 mmHg). O tempo operatório total, os tempos de cada etapa do procedimento e as complicações transoperatórias foram registrados. O grau de dificuldade das abordagens cirúrgicas foi avaliado pelo cirurgião e auxiliar a partir de duas escalas adaptadas, uma escala visual analógica e uma escala Likert. A técnica proposta de CL gasless foi exeqüível em todos os animais. O tempo cirúrgico total foi maior para o grupo GCG (p=0,02), assim como o tempo para a etapa de dissecção da vesícula biliar do leito hepático (p=0,03). Para ambas as escalas, o grau de dificuldade para execução do procedimento foi maior para o GCG nas etapas de exposição e dissecção do ducto cístico, hemostasia e transecção do ducto cístico, visualização de estruturas anatômicas e para o somatório de todas as etapas (p<0,05). Não houve diferença na incidência de complicações transoperatórias entre as duas técnicas. Diante dos resultados apresentados, concluímos que a CL com três portais de acesso é uma abordagem viável e segura para o tratamento de doenças benignas da vesícula biliar em cães, possibilitando a redução da lesão de acesso cirúrgico por dispensar um trocarte adicional, sem ampliar a complexidade do procedimento considerando o acesso de quatro portais. A CL utilizando a plataforma de tração multidirecional foi viável em cadáveres caninos e similar à técnica correspondente utilizando pneumoperitônio quanto à incidência de complicações transoperatórias. Ainda que o tempo cirúrgico e o grau de dificuldade para a execução da técnica proposta sejam superiores, viabilizar uma técnica de CL que dispense o uso de pneumoperitônio representa uma valiosa alternativa para pacientes incapazes de compensar as alterações promovidas pela insuflação abdominal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Maurício Veloso Brun - Coordenador / Marcella Teixeira Linhares - Integrante / Roberta do Nascimento Libardoni - Integrante / THIAGO RODRIGUES DA CUNHA - Integrante / HELENA CASTRO DINIZ - Integrante / VINICIUS DA SILVA CADINANOS - Integrante / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante.
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2018 - Atual
Prevalência de cães portadores de Helicobacter ssp. na região central do Estado do Rio Grande do Sul, Descrição: As Helicobacter ssp. tratam-se de bactérias gram-negativas, microaerófilas e espiraladas, que se destacam pela sua capacidade de sobrevivência no ambiente hostil do lúmen gástrico. As espécies mais comumente encontradas em cães domésticos, são as H. felis, H. bizzozeronii e H. salomonis. Em humanos, já é concretizada a relação da infecção da H. pilory com a patogenia dos carcinomas gástricos, gastrites e úlceras pépticas. Contudo, em animais domésticos isto ainda não é muito bem compreendido, bem como a sua forma de transmissão. Além do mais, suspeita-se que aqueles microrganismos encontrados na espécie canina detenham de um forte potencial patogênico à espécie humana, desta forma, destacando-se a sua relação zoonótica e salientando a importância de trabalhar epidemiológicamente com este microrganismo. Diante do exposto, o presente projeto tem o objetivo de traçar um quadro epidemiológico destas bactérias e determinar a espécie mais prevalente em cães pertencentes à região central do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da avaliação das secreções bucais e mucosa gástrica e correlacionar a intensidade inflamatória da mucosa gástrica relacionada à presença do microrganismo. Para a realização deste estudo, serão empregados cães com e sem histórico de sinais clínicos gastrointestinais agudos e crônicos, que serão submetidos à endoscopia digestiva alta e coletas de amostras de fragmentos da mucosa gástrica e secreções salivares. Uma vez coletadas, estas amostras serão armazenadas em soluções para a análise de histopatologia e detecção de reação em cadeia de polimerase multiplex (PCR multiplex), com o propósito de analisar histologicamente o grau inflamatório e observar a presença do microorganimo e identificar filogeneticamente a H. pylori, H. felis, H. heilmannii, H. bizzozeronii e H. salomonis.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Saulo Pinto Filho - Coordenador / DANIEL DOURADO GUERRA SEGUNDO - Integrante.
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2018 - Atual
INFLUÊNCIA DO GÊNERO DOS AVALIADORES NA PERCEPÇÃO DA DOR PÓS-OPERATÓRIA EM PEQUENOS ANIMAIS, Descrição: A dor pode ser facilmente negligenciada em animais e a eficácia do seu tratamento depende de uma identificação e avaliação confiável e válida. Apesar de existirem estudos correlacionando escores de dor com o gênero do avaliador baseados no preenchimento de questionários, não há estudos que confirmem estas diferenças através da comparação de um grupo de estudo com um grupo placebo, nem que comprovem que a dor está sendo corretamente identificada pelos avaliadores. Este estudo tem por objetivo verificar a variabilidade entre avaliadores do gênero masculino e feminino e de diferentes níveis de experiência profissional, a fim de definir qual o grupo que teria maior sensibilidade e acurácia em detectar a dor em caninas e felinas submetidas à esterilização eletiva. Para isso, serão utilizados 16 avaliadores cegos ao tratamento, divididos aleatoriamente em 4 grupos, sendo estes GMI (grupo masculino inexperiente), GME (grupo masculino experiente), GFI (grupo feminino inexperiente) e GFE (grupo feminino experiente). Serão avaliadas 80 pacientes (40 felinas e 40 caninas), distribuídas aleatoriamente em 4 grupos, GPF (grupo placebo felino), GCF (grupo cirúrgico felino), GPC (grupo placebo canino) e GCC (grupo cirúrgico canino). Os grupos GCF e GCC serão submetidas à esterilização eletiva. As avaliações de dor serão realizadas através das escalas EVA, UMPS, GCMPS e CAPS para cães e EVA, GCMPS, CAPS e EUNESP para gatas, nos tempo 30 minutos, 2 e 4 horas de pós-operatório. A hipótese deste estudo é de que exista diferença significante na avaliação de dor entre avaliadores de diferente gênero e experiência profissional em relação a caninas e felinas submetidas à esterilização eletiva.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Jéssica Tomio - Integrante / André Vasconcelos Soares - Coordenador.
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2018 - Atual
REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM CADELAS SUBMETIDAS À OVARIOHISTERECTOMIA OU OVARIECTOMIA POR CELIOTOMIA OU VIDEOCIRURGIA SOB DIFERENTES PRESSÕES DE PNEUMOPERITÔNIO, Descrição: As técnicas minimamente invasivas têm se destacado como alternativa às técnicas de esterilização convencionais por suas vantagens, tais como o mínimo dano tecidual e a menor dor pós-operatória. No entanto, apresentam potencial para complicações, relacionadas principalmente ao estabelecimento do pneumoperitônio, incluindo o refluxo gastroesofágico (RGE) transoperatório. O RGE decorre do fluxo de conteúdo gastroduodenal para o esôfago e/ou órgãos adjacentes e pode conduzir a graves consequências, como a estenose esofágica e pneumonia por aspiração. Estudos relatam uma incidência de refluxo significativamente maior em cães submetidos a cirurgia abdominal convencional, principalmente a ovariohisterectomia (OVH), e atribuem este fato ao aumento de pressão intra-abdominal, alteração que também ocorre ao se instalar o pneumoperitônio. A incidência de RGE em cães submetidos a procedimentos laparoscópicos é ainda desconhecida, bem como o efeito do pneumoperitônio sobre a sua ocorrência. Busca-se, com a execução deste projeto, esclarecer a influência do pneumoperitônio e avaliar o impacto de diferentes pressões do mesmo sobre a ocorrência de refluxo gastroesofágico em cadelas submetidas a OVH videoassistida ou à ovariectomia (OVE) laparoscópica com dois portais. Para tanto, serão realizadas cirurgias de OVH e OVE via laparotomia (n=14), via laparoscopia videoassistida com dois portais (para OVHs; n=21) e via laparoscópica com dois portais (para OVEs, n=21); sendo as videocirurgias, sob diferentes pressões de pneumoperitônio (8, 10 e 12 mmHg). Durante os procedimentos as pacientes ficarão com o endoscópio flexível na região topográfica do 9o espaço intercostal, posicionado para visualização direta do cárdia, para que a presença de refluxo seja observada nos momentos em que ocorrer. Os procedimentos serão comparados quanto a ausência ou presença e severidade dos episódios de refluxo gastroesofágico, de acordo com tabela pré-estabelecida. Também será feito uso do monitor de pHmetria esofágica, para verificação da interferência das técnicas e pressões sobre o pH do trato digestório. Espera-se que nos procedimentos onde há mais pressão intra-abdominal e naqueles em que houver mais manipulação (OVHs em relação às OVEs) haja mais refluxo. Os resultados permitirão estabelecer qual das técnicas produz menos refluxo, qual das pressões de pneumoperitônio é a mais adequada para evitar o refluxo, além de prover informações quanto as repercussões dessa ocorrência nos pacientes.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Maurício Veloso Brun - Coordenador / Hellen Fialho Hartmann - Integrante.
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2018 - Atual
INFLUÊNCIA DO PNEUMOPERITÔNIO AQUECIDO SOBRE A HEMODINÂMICA, HEMOGASOMETRIA, TEMPERATURA CORPORAL E RECUPERAÇÃO DE CADELAS SUBMETIDAS À OVARIECTOMIA LAPAROSCÓPICA, Descrição: A ovariectomia (OVE) é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados na rotina médica veterinária mundial, entretanto, no Brasil, a técnica ainda está sendo difundida entre os cirurgiões, não sendo realizada em larga escala. A esterilização eletiva é a indicação mais comum para OVE, sendo bastante segura nos pacientes indicados, como cadelas pré-puberes. Tal operação é menos indicada no tratamento de afecções uterinas e/ou ovarianas. Além dos benefícios que proporciona para a saúde do animal, como método de prevenção e tratamento de doenças reprodutivas, a OVE é fundamental para o controle populacional de cães e gatos, possibilitando assim benefícios para a sociedade. As cirurgias laparoscópicas vêm ganhando importância nessa área por minimizarem a dor, trauma e acelerarem a recuperação pós-operatória. Entretanto, para a realização de técnicas cirúrgicas minimamente invasivas (TCMI) em questão é necessário a instalação do pneumoperitônio, que possibilita a exposição e a manipulação dos órgãos intra-abdominais. A insuflação do dióxido de carbono (CO2), que é o gás utilizado para criar espaço de trabalho com ampliação da pressão intra-abdominal (PIA), a qual pode causar complicações hemodinâmicas, pulmonares e respostas neuro-humorais. O objetivo deste trabalho é avaliar as respostas hemodinâmicas, hemogasométricas e alterações de temperatura corporal quando se utiliza a insuflação com CO2 aquecido ou não aquecido, ambos não umidificados, já que o sistema de aquecimento do gás é ainda pouco empregado na rotina de videocirurgia veterinária. No presente experimento serão utilizadas 40 cadelas com pesos entre 15 e 20 kg, idade entre 1 e 2 anos, alocadas em dois grupos de 20 animais cada, com escore corporal entre 2 e 3. Todos os animais serão submetidos ao mesmo protocolo anestésico constituído de meperidina (4mg/kg IM) e indução anestésica com propofol (4mg/kg, IV). Os grupos serão separados de acordo com o aquecimento ou não do CO2 em GA (pneumoperitônio aquecido) e GNA (pneumoperitônio não aquecido). As respostas fisiológicas serão avaliadas em nove diferentes momentos do pré, trans e pós-operatório (T0 a T9) e incluem parâmetros como: frequência cardíaca (FC); frequência respiratória (?); ritmo cardíaco; pressão arterial sistólica (PAS), média (PAM) e diastólica (PAD); pressão venosa central (PVC); débito cardíaco; índice sistólico; temperatura retal; concentração de CO2 ao final da expiração (EtCO2) e a saturação parcial de oxigênio nas hemoglobinas (SpO2). A gasometria será mensurada em cinco tempos (envolvendo o pré, transoperatório e pós-operatório). As avaliações hematológicas e renais serão em três tempos, no período pré-operatório, trans e pós-operatório (T basal - dois dias antes do procedimento cirúrgico, T3, T7 e T9). Também será avaliado o tempo decorrido do término da insuflação até a extubação, bem como a qualidade e tempo da recuperação, até o momento que o animal permaneça em decúbito esternal).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Maurício Veloso Brun - Coordenador / Gabriela Pesamosca Coradini - Integrante.
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2018 - Atual
COMPARAÇÃO DE TRÊS MÉTODOS DE BLOQUEIO LOCAL COM LIDOCAÍNA EM GATAS SUBMETIDAS A OVARIECTOMIA LAPAROSCÓPICA, Descrição: A contracepção cirúrgica por meio de ovário-histerectomia (OVH) ou ovariectomia (OVE) possui extrema importância no ambiente profissional e acadêmico, por ser um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados na rotina veterinária. O reconhecimento da dor através da sua avaliação sistemática é crucial para o acompanhamento da eficácia do tratamento analgésico, redução de morbidade e mortalidade pós-operatória, aumento da qualidade de vida e satisfação dos pacientes. A anestesia local, como parte de um protocolo multimodal é uma forma simples de impedir ou reduzir impulsos nociceptivos durante e após a cirurgia e diminuição da quantidade de anestésicos gerais e opioides a serem utilizado, mesmos que possuem efeitos adversos substanciais, assim como dano renal e hepático. O presente estudo visa comparar o uso de três métodos de bloqueio local com lidocaína em felinas submetidas à ovariectomia laparoscópica eletiva, como parte de um protocolo multimodal, além de estabelecer as limitações de cada método utilizado. Para tal serão selecionadas 40 gatas hígidas, pesando entre 2 e 5 kg e com idade entre 1 e 5 anos, provenientes da rotina hospitalar do Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria. Os animais serão tranquilizados com dexmedetomidina (10 g/kg, IM) e tramadol (2 mg/kg, IM), a indução anestésica procedida com propofol (3 mg/kg, IV) e a manutenção da anestesia geral com isoflurano vaporizado em oxigênio 100%. Após estabilização anestésica, os animais receberão atipamezole IM. Os animais serão intubados após dessensibilização da glote com a aspersão de 0,2 ml de lidocaína 2% sem vasoconstritor. A quimioprofilaxia antimicrobiana será realizada com cefalotina (30 mg/kg, IV) e a fluidoterapia será promovida com Ringer com Lactato (3 ml/kg/h). Após isso, serão divididas aleatoriamente em 4 grupos: Grupo controle: (n=10) receberão cloridrato de fentanila (2 g/kg, IV) em bolus a cada 20 minutos de transoperatório. Grupo 2: (n=10) bloqueio infiltrativo incisional com lidocaína (2mg/kg), na entrada dos portais, 5 minutos antes das incisões de pele. Grupo 3: (n=10) lidocaína (2mg/kg) pulverizada no peritônio e grupo 4: (n=10) bloqueio do pedículo ovariano com lidocaína (2mg/kg), 5 minutos antes da cauterização de cada CAVO e ligamento. O resgate analgésico transoperatório será feito com a aplicação de cloridrato de fentanila (2g/kg) IV. A cirurgia e a anestesia serão realizadas sempre pelos mesmos profissionais, proficientes. A analgesia pós-operatória será realizada com dipirona sódica na dose de 25 mg/kg (IV) a cada 12 horas por 5 dias. Após o procedimento cirúrgico, todos os animais terão a dor pós-operatória avaliada por 3 avaliadores cegos aos tratamentos, através das escalas EVA, EUNESP e CMPS-F nos momentos: 0 (dia da cirurgia), 3, 6 e 12 horas após a extubação. Nos momentos 0, 1 e 12 horas após o procedimento, também serão coletadas amostras de sangue para avaliação de cortisol sérico e glicose. Animais que atingirem 5 cm de escore na escala EVA, acima de 8 (8 de 30) pontos na escala EUNESP ou escore igual ou maior a 5 (5/20) na CMPS-F, por pelo menos dois avaliadores, receberão resgate analgésico com metadona, 0,1 mg/kg via IM seguida de reavaliação da dor com todas as escalas após 30 minutos até a normalização dos parâmetros segundo estas escalas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Álvaro José Chávez Silva - Integrante / DANIEL CURVELLO DE MENDONÇA MÜLLER - Coordenador.
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2017 - 2018
ESTRESSE OXIDATIVO E HISTOLOGIA PERITONEAL EM CADELAS SUBMETIDAS À PNEUMOPERITÔNIO COM CO2 AQUECIDO OU NÃO, DURANTE OVARIOHISTERECTOMIAS VIDEOASSISTIDAS COM DOIS PORTAIS, Descrição: A ovariohisterectomia (OVH) é o procedimento cirúrgico mais realizado em pequenos animais, existindo muitas variações da técnica cirúrgica. Descreve-se desde a abordagem convencional via celiotomia mediana até abordagens minimamente invasivas por laparoscopia. Para as cirurgias minimamente invasivas, o pneumoperitônio é obtido a partir da insuflação intra-abdominal do dióxido de carbono (CO2), que atualmente em humanos, é empregado de forma fria e seca (20- 21°C e 0,0002% de umidade relativa), não sendo fisiológico para a condição normal da cavidade peritoneal (36°C e 100% de umidade relativa). A difusão do gás na cavidade abdominal pode ser responsável por lesões e desidratação peritoneal, sendo que, este CO2 não afeta apenas a estrutura do peritônio, mas também a sua fisiologia. O estresse oxidativo apresenta infinidade de formas, e é parte integrante de todas as doenças e traumas. Assim, o procedimento cirúrgico leva à resposta ao estresse e alterações na homeostase corporal. Serão utilizadas 20 cadelas, adultas, pesando entre 10 a 15kg, da rotina do Hospital Veterinário da UFSM, encaminhados para OVH eletiva. Os animais serão separados aleatoriamente em dois grupos (10 componentes em cada grupo), o primeiro grupo onde o pneumoperitônio será realizado com CO2 não aquecido (GNA), e o segundo grupo será formado de animais submetidos ao pneumoperitônio de CO2 aquecido (GAQ), a temperatura de 37°C. Os pacientes serão submetidos a técnica de ovariohisterectomia videoassistida com dois portais. As amostras do peritônio, de ambos os grupos, serão coletadas em dois momentos, no tempo 0, antes da insuflação com CO2, e tempo 1, após 60 minutos de pneumoperitônio. Já as amostras de sangue total e tecido para avaliação do estresse oxidativo, serão coletadas em três momentos, no tempo 0, antes da insuflação com CO2, tempo 1, após 30 minutos de pneumoperitônio, e tempo 3, ao final de 60 minutos de exposição ao CO2, em ambos os grupos. Será determinada lesão peritoneal microscópica, através da avaliação da presença de congestão, hemorragia, edema, células inflamatórias e sua localização na lamina própria e submucosa da superfície peritoneal e presença de hiperplasia, metaplasia e hipertrofia na superfície mesotelial, e também, se o pneumoperitônio, aquecido ou não, altera os biomarcadores inflamatórios e de estresse oxidativo, dentre eles: superóxido dismutase, mieloperoxidase, espécies reativas, substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico, acetilcolinesterase, catalase, butirilcolinesterase e determinação de tióis e glutationa redutase, durante OVH videoassistida com dois portais. Embora a literatura apresente trabalhos com benefícios da utilização do CO2 aquecido, poucos estudos in vivo fazem a comparação entre os efeitos do CO2 aquecido ou não na histologia peritoneal, e um número ainda menor de trabalhos avaliam biomarcadores inflamatórios e de estresse oxidativo no tecido peritoneal e no sangue total. Quanto a realização de pesquisas dessa natureza em cães, nada foi localizado pela autora após extensiva busca nos indexadores. Portanto, este é um trabalho que busca realizar uma análise integrada da histologia e estresse oxidativo em cães submetidos à OVH videoassistida com pneumoperitônio aquecido ou não, afim de identificar possíveis alterações locais e/ou sistêmicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Maurício Veloso Brun - Coordenador.
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2017 - Atual
Ovariectomia videolaparoscópica em cadelas jovens submetidas à anestesia intravenosa total (TIVA) ou anestesia inalatória, Descrição: A castração eletiva ou a gonadectomia é atualmente uma das principais cirurgias realizadas na rotina médica cirúrgica de cães e gatos. Entre as possíveis técnicas executadas, cita-se a ovariectomia (OVE) como escolha apropriada para animais jovens, esta pode ser realizada por celiotomia (acesso convencional) ou por videolaparoscopia (acesso minimamente invasivo). O controle populacional de pequenos animais e a pesquisa por protocolos anestésicos confiáveis, para uso em procedimentos específicos, é uma preocupação constante entre órgãos e instituições, as quais prezam pelo bem estar, conforto animal e saúde publica. Na medicina veterinária, as técnicas de TIVA são menos utilizadas que na medicina. Porém, devido às possíveis vantagens já descritas, o uso da anestesia intravenosa total merece consideração especial, tonando necessária a realização de novos estudos para demonstrar (ou não) a viabilidade ou não do seu uso. Por tanto, o objetivo deste trabalho é comparar diferentes protocolos de TIVA, e confrontar com a anestesia inalatória na realização segura e efetiva de ovariectomia em cadelas por cirurgia videolaparoscópica. Serão utilizadas 40 cadelas de médio porte, com idade entre 6 e 24 meses, alocadas aleatoriamente em cinco grupos de 8 animais cada, de acordo com o protocolo anestésico instituído. Todos os caninos serão submetidos ao protocolo pré-anestésico com midazolam (0,3mg/kg i.m.), meperidina (4mg/kg i.m.) e indução anestésica com propofol (4mg/kg, i.v.). No G1 será seguida manutenção em TIVA (0,6mg/kg/min de propofol). No G2, será realizada bolus de remifentanil (1 g/kg) seguida da manutenção em TIVA (0,2 g/kg/min. de remifentanil e 0,4mg/kg/min. de propofol). No G3, será realizada bolus de cetamina (2mg/kg) seguida da manutenção em TIVA (100 g/kg/min. de cetamina e 0,4mg/kg/min. de propofol). Já no G4 será realizado bolus de cetamina S+ (1mg/kg) seguida da manutenção em TIVA (50 g/kg/min. de cetamina S+ e 0,4mg/kg/min de propofol). E no G5 os animais serão mantidos em anestesia inalatória com isofluorano vaporizado em 100% O2, após protocolo idêntico de indução e pré-anestesia. A avaliação da resposta fisiológica será avaliada, em 10 diferentes momentos do pré e transoperatório (M0 a M11) e incluem parâmetros como: frequência cardíaca (FC); frequência respiratória ( ); ritmo cardíaco; pressão arterial sistólica (PAS), média (PAM) e diastólica (PAD); Pressão Venosa Central (PVC); débito cardíaco; índice sistólico; temperatura retal; concentração expirada de CO2 (EtCO2) e a saturação parcial de oxigênio (SpO2). A gasometria será mensurada em seis momentos (envolvendo o pré e o transoperatório). Já as avaliações do estresse (via mensuração de cortisol e glicemia) e resposta inflamatória (a partir da determinação da atividade da enzima acetilcolinesterase, da eletroforese de proteínas e da análise dos indicadores de estresse oxidativo), serão obtidas em oito momentos. Por sua vez, os estímulos nociceptivos serão mensurados no período pós-operatório, durante as primeiras 12 horas, em sete momentos através da Escala Visual Analógicos (EVA), escala de Melbourne e pela escala de Glasgow, as avaliações serão executadas com três avaliadores treinados e "cegos" aos protocolos anestésicos utilizados. E ainda serão avaliados: qualidade e tempo de recuperação anestésica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Maurício Veloso Brun - Coordenador / Vanessa Zanchi Sarturi - Integrante.
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2016 - 2017
Zoonoses de importância em Saúde pública: Percepção dos tutores de animais de companhia sobre o tema, Descrição: A relação com os animais, incluindo o contato físico, afetivo e emocional tem sido benéfica para o ser humano, melhorando o relacionamento social e a qualidade de vida em geral da população, em contrapartida, a crescente aquisição de cães e gatos como animais de companhia tem aumentado o número de pessoas expostas às doenças zoonóticas. Em virtude disso e, aliado há uma grande casuística de doenças zoonóticas atendidas na rotina hospitalar e ocorrentes da cidade de Pelotas, objetivou-se, a partir do presente projeto, avaliar a percepção dos tutores de cães e gatos que frequentam o Hospital de Clínicas Veterinárias (HCV) e Ambulatório Veterinário, acerca das principais zoonoses. Os dados serão obtidos através de questionários manuscritos com perguntas objetivas e relevantes sobre o tema, sendo que todos os participantes deverão assinar um termo de consentimento livre e esclarecido. Sendo incluidos os tutores/responsáveis pelos animais que passarão por atendimento no HCV e ambulatório veterinário da UFPel, independente de faixa etária, sexo e escolaridade. Posteriormente, ao se definir os principais pontos de carência de informação a respeito das zoonoses abordadas, serão desenvolvidos planos de ação, a fim de preparar os profissionais da área para que possam esclarecer possíveis dúvidas em relação as doenças zoonóticas, assim como promover conscientização da população sobre o tema.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Soliane Carra Perera - Integrante / Diego Almeida Moncks - Integrante / Charles Silva de Lima - Integrante / Ceres Cristina Tempel Nakasu - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador / LUANA HARZ DURANTE - Integrante / Jéssica Bastos Lavadouro - Integrante / Felipe Rosa Cunha - Integrante.
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2016 - 2017
Estudo da presença do alelo mutante MDR1 na raça Ovelheiro Gaúcho e sua contribuição para a Medicina Veterinária, Descrição: A raça Ovelheiro Gaúcho é originária do estado brasileiro Rio Grande do Sul e do norte do Uruguai, e foi formada ao longo de muitos anos através de uma rígida seleção imposta pelas atividades campeiras em que a região exercia. De acordo com os estudos realizados pela ACOG, em sua base genética estão cães portugueses Rafeiros e os Scotch Collies de origem escocesa e inglesa. Atentou-se às características clínicas que as raças caninas podem herdar de seus ascendentes históricos, como determinadas predisposições raciais à enfermidades, e de que forma os estudos destas características podem contribuir na clínica médica veterinária. Raças que compartilham a mesma origem ancestral nos primórdios de formação racial apresentam, em maior ou menor grau, uma mutação genética que confere sensibilidade específica a determinadas drogas, causando sinais de intoxicação. Entre elas está a Ivermectina, droga muito utilizada na região interiorana do Rio Grande do Sul para o combate parasitário em bovinos e ovinos e, de forma indiscriminada, em caninos. Por sua vez, a raça Ovelheiro Gaúcho possui um ancestral em comum com raças que atualmente possuem determinada sensibilidade. Segundo a literatura, a mutação MDR1-1, basicamente, ocasiona um defeito genético na formação da Glicoproteína-P, levando a uma alteração em sua sequência de aminoácidos. De acordo, o animal pode ser classificado em três diferentes formas: normal, mutante ou selvagem. Recentemente, pesquisas genéticas de raças caninas demonstraram que várias raças relacionadas ou não ao Collie também são afetadas pela mutação, como Australian Shepherds, Border Collies, English Shepherds, Old English Sheepdogs, Shetland Sheepdogs, Pastor Alemão, Whippets, bem como raças misturadas. Através de técnicas de biologia molecular, hoje é possível determinar o status genético do animal em relação ao gene MDR1, avaliando-se a susceptibilidade a efeitos tóxicos de variadas drogas. Desta forma a pesquisa genética da frequência de mutação do gene MDR1 na raça Ovelheiro Gaúcho é necessária, sendo de fundamental importância para o Médico Veterinário de forma a auxiliar em sua conduta terapêutica, tornando mais seguro o tratamento de seus pacientes. Além disso, este estudo é necessário para auxiliar os pesquisadores a entender sobre as origens da raça, sendo mais um passo na formulação das teorias raciais já existentes, bem como o auxílio aos criadores, que poderão utilizar-se dos resultados para uma melhor seleção genética.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Diego Almeida Moncks - Integrante / Charles Silva de Lima - Integrante / Cristiano Silva da Rosa - Coordenador / Fábio Silva da Silva - Integrante / Luis Fernando Jantzen Gaspar - Integrante / Ceres Cristina Tempel Nakasu - Integrante / José Carlos Padilha Pinto - Integrante / LUANA HARZ DURANTE - Integrante / Jéssica Bastos Lavadouro - Integrante / Felipe Rosa Cunha - Integrante.
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2015 - 2017
Eficácia de extratos vegetais sobre parasitos de animais de companhia, Descrição: As doenças causadas por helmintos e protozoários são responsáveis pelo aumento da morbidade e da mortalidade, principalmente em cães e gatos debilitados. O papel dos animais de estimação como disseminadores de parasitos com potencial zoonótico deve ser considerado, principalmente em populações com condições sanitárias precárias. Além disso, o contato cada vez mais próximo dos animais com os humanos e a possibilidade de animais assintomáticos eliminarem formas contaminantes de parasitos é um problema de saúde público. Assim, pesquisas tem sido desenvolvidas em busca de plantas bioativas para o controle das parasitoses, sendo que as plantas da família Lamiaceae tem sido alvo de estudos nessa área. Assim, pretende-se determinar a ocorrência de parasitoses em animais de companhia e avaliar a atividade in vitro de extratos vegetais sobre a inibição de ovos destes parasitos. As plantas selecionadas da família Lamiaceae serão utilizadas para a preparação de extratos (aquoso e hidroalcoólico) e óleos essenciais de acordo com a Farmacopéia Brasileira IV (1998). As amostras de fezes e urina serão coletadas de animais atendidos no HCV-UFPel, Ambulatório Ceval e no Canil Municipal de Pelotas. As fezes e urinas coletadas, serão armazenadas em frascos estéreis e mantidas refrigeradas até a análise. Será preenchido questionário no momento da coleta das amostras dos pacientes. As amostras de fezes serão processadas pelas técnicas de FAUST et al. (1938) e de Ziehl-Neelsen modificada por Kinyoun (RIGO; FRANCO, 2002), enquanto as amostras de urina serão processadas pela técnica de centrífugo-sedimentação (THRALL et al., 2007). Para a recuperação dos ovos de D. renale, será feita a centrifugação da água destilada em que os parasitos fêmeas adultos estiverem armazenados. Também será realizada a histerectomia com o objetivo de coletar os ovos diretamente dos parasitos. Os extratos vegetais de plantas serão preparados e analisados no Setor de química orgânica da UFPel. Após preparação, os extratos serão testados em diferentes concentrações, além de um controle positivo com antihelmíntico e de um controle negativo com água destilada. Ao final do trabalho espera-se determinar as concentrações inibitórias dos extratos e óleos essenciais em diferentes parasitas de cães e gatos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Fabrício de Vargas Arigony Braga - Integrante / Josaine Cristina da Silva Rappeti-Pedrozzo - Integrante / Soliane Carra Perera - Integrante / Charles Silva de Lima - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador / LUANA HARZ DURANTE - Integrante / Jéssica Bastos Lavadouro - Integrante.
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2015 - 2016
Comparação entre duas técnicas de reabilitação fisioterápica pós-operatória de cães com ruptura do ligamento cruzado cranial restabelecidos através da sutura fabelotibial, Descrição: Diversas técnicas de reabilitação têm sido descritas para o pós-operatório ortopédico, entretanto, há poucos protocolos fisioterápicos específicos descritos para a RLCCr. Sabe-se que a fisioterapia adequada estimula a rápida recuperação da atividade fisiológica da articulação da soldra, evita a atrofia por desuso, estimula a formação do líquido sinovial, mantem a amplitude de movimento e a circunferência muscular da coxa, retardando o desenvolvimento de artropatia degenerativa, contudo, no Hospital de clínicas Veterinária/UFPEL, não há protocolos pré-estipulados como conduta de rotina pós-operatória de RLCCr.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Patricia Vives - Coordenador / Fabrício de Vargas Arigony Braga - Integrante / Josaine Cristina da Silva Rappeti-Pedrozzo - Integrante / Diego Almeida Moncks - Integrante / Charles Silva de Lima - Integrante / Ceres Cristina Tempel Nakasu - Integrante / Eduardo Santiago Ventura de Aguiar - Integrante.
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2015 - 2016
Avaliação e Caracterização de pacientes felinos FELV positivos, da clínica ao histopatológico, Descrição: A leucemia viral felina (FELV) é uma enfermidade que acomete animais de todo mundo, não tendo predileção por sexo, idade ou raça, o vírus é transmitido com facilidade de modo vertical ou horizontal, principalmente em locais com grandes aglomerados de felinos. O FELV, é um gamaretrovírus, envelopado, que depende do DNA do hospedeiro para se replicar, e assim se tornar virulento. Entretanto, o vírus que não passa pelo processo de replicação, pode ser eliminado ou entrar em estado de latência. A replicação viral pode ocorrer em diversos tecidos como glândulas salivares, epitélio respiratório e medula óssea, e a partir da infecção destes tecidos, atinge o sistema hematopoiético e se espalha pelo organismo. Os métodos diagnósticos para a infecção por Felv mais comuns, são através do Snap tests, exame sorológico; teste de ELISA; imunofluorescência indireta e PCR. Entretanto, muitas vezes o diagnóstico da virose só é firmado no exame pós-morte e histopatológico, desta forma estudos que avaliem as características do paciente FeLv positivo e que estabeleça diagnóstico precoce, são de extrema importância, em especial nos ambientes hospitalares, onde há contato intenso entre pacientes. Desta forma, á partir do diagnóstico e caracterização da enfermidade dentro da realidade do HCV-UFPel, será possível instituir medidas de controle e prevenção que minimizem a transmissão da enfermidade. Assim, o objetivo do projeto é realizar o diagnóstico do paciente infectado pelo vírus da Felv além do acompanhamento clínico e laboratorial, a fim de caracterizar o paciente infectado pelo vírus da leucemia viral felina.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Especialização: (5) Doutorado: (4) . , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Diego Almeida Moncks - Integrante / Charles Silva de Lima - Integrante / Cristiano Silva da Rosa - Integrante / Fabiane Grecco - Integrante / Fábio Silva da Silva - Integrante / Ceres Cristina Tempel Nakasu - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador / LUANA HARZ DURANTE - Integrante.
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2015 - 2016
AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO IMPLANTE SUBCUTÂNEO DE METIL METACRILATO COMO VEÍCULO DO ITRACONAZOL COMO TRATAMENTO PARA A ESPOROTRICOSE CANINA E FELINA, Descrição: A esporotricose apresenta um impacto significativo na saúde pública, neste contexto, o projeto visa avaliar a eficácia do implante subcutâneo perilesional de metil metacrilato como veículo do itraconazol no tratamento da esporotricose de cães e gatos atendidos no HCV- UFPel, no período de maio a dezembro de 2015.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Especialização: (5) Doutorado: (5) . , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Patricia Vives - Coordenador / Josaine Cristina da Silva Rappeti-Pedrozzo - Integrante / Diego Almeida Moncks - Integrante / Charles Silva de Lima - Integrante / Cristiano Silva da Rosa - Integrante / Fábio Silva da Silva - Integrante / Ceres Cristina Tempel Nakasu - Integrante / Marlete Brum Cleff - Integrante / LUANA HARZ DURANTE - Integrante.
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2015 - 2016
Avaliação do paciente canino geriátrico com ênfase na função renal e perfil cognitivo, Descrição: Os avanços nas ciências veterinárias tem possibilitado, nos últimos anos que os cães vivam mais, quando comparado à épocas onde a clínica médica de pequenos animais restringia-se a clínica geral, em atendimento. Atualmente, assim como na medicina humana a medicina veterinária dispõe de um diverso leque de especialidades. Os avanços na indústria pet, gerados por uma demanda de proprietários e tutores de animais de companhia, também auxiliaram para o aumento da expectativa de vida dos animais direcionando-se para questões de qualidade de vida e bem-estar. A indústria farmacêutica especializada também ganhou exponencial crescimento, ofertando uma gama de produtos de utilização veterinária. O canino geriátrico, abordado como paciente com características peculiares pelo profissional veterinário, ganha interesse inclusive da indústria farmacêutica no sentido de gerar produtos especiais para esta faixa etária de animais, objetivando manter e prolongar a vida dos pacientes senis. As alterações proporcionadas pelo avançar da idade dos animais geram uma redução na capacidade de manter o equilíbrio interno dos sistemas, resultando em lesões que, direta ou indiretamente, culminam em quedas nos mecanismos de regulação, disfunções crônicas, principalmente de caráter degenerativo e muitas vezes irreversíveis. As dificuldades sistêmicas que envolvem a função renal estão relacionadas a algumas alterações tanto de fisiologia renal quanto de morfologia do aparelho. Observa-se que mesmo com o interesse pela saúde geriátrica de cães e gatos ainda é de reduzido volume a quantidade de artigos e textos científicos sobre a especialidade geriátrica, por isso, a busca por identificar e gerar conhecimento sobre a frequência das principais afecções ocorridas em cães senis torna-se valiosa, neste estudo privilegiando o mapeamento de distúrbios no âmbito da nefrologia veterinária e também, sobre a mesma classe de animais, avaliar a função cognitiva dos mesmos relacionando questões da geriatria com o manejo dos pacientes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Diego Almeida Moncks - Integrante / Charles Silva de Lima - Integrante / Ciciane Pereira Marten Fernandes - Integrante / Marcia de Oliveira Nobre - Coordenador / Ceres Cristina Tempel Nakasu - Integrante / José Carlos Padilha Pinto - Integrante / Marlete Brum Cleff - Integrante / LUANA HARZ DURANTE - Integrante / Jéssica Bastos Lavadouro - Integrante.
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2014 - 2015
ESTUDO RETROSPECTIVO DE DOENÇAS ZOONOTICAS ATENDIDAS NO HOSPITAL DE CLÍNICAS VETERINÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS EM UM PERÍODO DE DOIS ANOS (2012 A 2014), Descrição: Segundo a Organização Mundial da Saúde, 60% dos patógenos humanos são zoonóticos, 75% das enfermidades emergentes humanas são de origem animal e 80% dos patógenos que poderiam ser usados em bioterrorismo também são de origem animal. Assim, o projeto tem como objetivo documentar as informações coletadas de forma sistemática, científica e compreensiva, do banco de dados do HCV-UFPel, permitindo a identificação de diagnósticos de zoonoses no período de 2012 a 2014 e, desta forma estabelecer metas e a determinação de ações de prevenção das enfermidades de maior ocorrência, promovendo assim melhora na saúde pública. Para realização do trabalho proceder-se-á a análise sistemática dos prontuários clínicos dos animais atendidos pelo serviço de Clínica Médica de Animais de Companhia do Hospital de Clínicas Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. Os dados serão analisados seguindo uma ordem cronológica, sendo incluídos no estudo as fichas clínicas de cães e gatos diagnosticados desde janeiro de 2012 até dezembro de 2014. Destes prontuários serão extraídos os diagnósticos definitivos dados pelo Médico Veterinário responsável pelo paciente, levando em consideração os exames complementares utilizados para estabelecimento do diagnóstico. Ao final deste projeto, pretende-se valorizar o papel do Hospital de Clínica Veterinária da UFPel, mais especificamente do Médico Veterinário no cotidiano da comunidade regional, fornecendo informações técnico-científicas aos proprietários de pequenos animais a respeito das possíveis enfermidades de cães e gatos que podem ser transmitidas ao homem. Há que se enfatizar que o Médico Veterinário representa um elo importantíssimo entre saúde familiar e saúde animal, pois os animais domiciliados estão em íntimo contato com os seus proprietários, incluindo adultos e crianças e é impossível pensar em uma família saudável com seu animal de estimação doente. Assim, como estabelecer medidas profiláticas na tentativa de controle ou diminuição destas enfermidades... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Thomas Normanton Guim - Integrante / Charles Silva de Lima - Integrante / Fábio Silva da Silva - Integrante / Leticia Fernandes Pereira - Integrante / Luis Fernando Jantzen Gaspar - Integrante / Letícia Reginato Martins - Coordenador / Ceres Cristina Tempel Nakasu - Integrante / José Carlos Padilha Pinto - Integrante / Marlete Brum Cleff - Integrante / LUANA HARZ DURANTE - Integrante.
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2014 - 2014
Recidiva de neoplasmas mamários após mastectomia em cadelas num período de dois anos ( 2012-2014), Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vanessa Milech - Integrante / Diego Almeida Moncks - Integrante / Thomas Normanton Guim - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Charles Silva de Lima - Integrante / Eduardo Santiago Ventura de Aguiar - Coordenador.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal de Santa Maria, Hospital Veterinário Universitário UFSM. , Universidade Federal de Santa Maria, Camobi, 97105900 - Santa Maria, RS - Brasil, Telefone: (55) 32208817
Experiência profissional
2013 - 2013
Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGSVínculo: Estágio Curricular, Enquadramento Funcional: Estagiária Curricular, Carga horária: 8, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Realizou estágio curricular supervisionado, nas áreas de clínica médica e clínica cirúrgica de pequenos animais, no período de 01 de novembro até 29 de novembro, perfazendo um total de 202 horas de atividades. Teve orientação profissional do Prof. Dr. Marcelo Meller Alievi.
2013 - 2013
Hospital Veterinário da Universidade de Passo FundoVínculo: Estágio Curricular, Enquadramento Funcional: Estagiária Curricular, Carga horária: 8, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Realizou estágio curricular supervisionado, nas áreas de clínica médica e clínica cirúrgica de pequenos animais, no período de 16 de setembro até 31 de outubro de 2013. Totalizando 296 horas de atividades. Teve orientação profissional do Médico Veterinário Mestre Ricardo Pimentel Oliveira.
2017 - 2017
Clínica Veterinária Pet ManiaVínculo: Médica Veterinária, Enquadramento Funcional: Cirurgiã Plantonista, Carga horária: 8
2016 - 2016
Clínica Veterinária Pet ManiaVínculo: Médica Veterinária, Enquadramento Funcional: Clínica Médica e Cirúrgica, Carga horária: 44
2012 - 2013
Clínica Veterinária Pet ManiaVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular, Carga horária: 8
Outras informações:
Acompanhamento e auxílio da rotina,nas áreas de Clínica, Cirurgia e Anestesiologia Veterinária. Totalizando 215 horas de atividades.
2016 - 2016
Universidade Federal de PelotasVínculo: Médica Veterinária Voluntária, Enquadramento Funcional: Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais, Carga horária: 4
2014 - 2016
Universidade Federal de PelotasVínculo: Residência em Cirurgia, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária Residente, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.
2013 - 2013
Universidade Federal de PelotasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Graduação, Carga horária: 12
Outras informações:
Bolsista de Graduação , sob orientação do Prof. Dr. Fabrício Arigony Braga. Desenvolveu atividades relacionados ao ensino prático e teórico das disciplinas de Clínica Cirúrgica I e Clínica Cirúrgica II, totalizando 240 horas de atividades, durante o primeiro semestre de 2013.
2013 - 2013
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular
Outras informações:
Participou do projeto de extensão- Castração em cães e gatos, promovido pelo Departamento de Clínica Veterinária da Faculdade de Veterinária. Atuava como colaboradora nas atividades do projeto, dentre elas, realizava procedimentos cirúrgicos de castração em cães e gatos. No período de janeiro à agosto de 2013. Sob orientação do Prof. Dr. Fabrício Arigony Braga.
2012 - 2013
Universidade Federal de PelotasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Graduação
Outras informações:
Bolsista do Programa de Bolsas de Graduação, da Universidade Federal de Pelotas, nas disciplinas de Clínica Cirúrgica I e II, Prática Hospitalar e Prática em Clínica cirúrgica, sob orientação do Professor Dr. Fabrício de Vargas Arigony Braga, totalizando 480 horas.
2012 - 2013
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular
Outras informações:
Participou do projeto de extensão- Detecção e controle de Dioctofimose canina em comunidades com vulnerabilidade social. Atuava como colaboradora nas atividades do projeto, dentre elas, realizava coletas de urina, auxílio na realização de exames ultrassonográficos, avaliação clínica dos pacientes com suspeita da enfermidade e auxílio nos procedimentos cirúrgicos de nefrectomia em cães positivos. No período de maio de 2012 a julho de 2013, totalizou 64 horas de atividades. Sob orientação da Profª Drª Josaine Rappeti.
2012 - 2012
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular
Outras informações:
Participou do projeto de extensão- Castração em cães e gatos, promovido pelo Departamento de Clínica Veterinária da Faculdade de Veterinária. Atuava como colaboradora nas atividades do projeto, dentre elas, realizava procedimentos cirúrgicos de castração em cães e gatos. No período de 07 de maio até 17 de dezembro foram realizadas 60 horas de atividades. Sob orientação do Prof. Dr. Fabrício Arigony Braga.
2011 - 2012
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária
Outras informações:
Participação como auxiliar nas atividades do bloco cirúrgico do Hospital de Clínicas Veterinária da UFPel, totalizando 400 horas.
2011 - 2011
Universidade Federal de PelotasVínculo: Bolsista de Graduação, Enquadramento Funcional: Bolsista de Graduação, Carga horária: 12
Outras informações:
Exerceu as funções de bolsista de graduação, do Programa de Bolsas de Graduação, auxiliando nas aulas práticas e teóricas, além de horários de monitoria, na disciplina de Clínica Cirúrgica I, na Faculdade de Veterinária, UFPel. Totalizando 288 horas de atividades, no período de abril a outubro de 2011.
2011 - 2011
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária
Outras informações:
Participação como plantonista, das atividades do Hospital de Clínicas Veterinária da UFPel, na área de clínica cirúrgica de pequenos animais, totalizando 80 horas.
2010 - 2011
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária
Outras informações:
Plantonista das atividades do Hospital de Clínicas Veterinária-UFPEL, na área de clínica cirúrgica de pequenos animais, totalizando 90 horas.
2010 - 2010
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 10
Outras informações:
Participação do programa de plantões hospitalares do hospital de clínicas veterinária da Universidade Federal de Pelotas, totalizando 140 horas.
2009 - 2010
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 12
Outras informações:
Estágio no hospital de clinicas veterinária (HCV) de pequenos animais. Participação do programa de plantões no hospital de clínicas veterinária da UFPel, totalizando 190 horas.
2013 - 2013
Centro de Saude Animal Amigos para SempreVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular
Outras informações:
Realização de estágio extracurricular, nas áreas de Clínica Médica e Clínica Cirúrgica de pequenos animais. Totalizando 632 horas de atividades.
2012 - 2012
Centro de Saude Animal Amigos para SempreVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular
Outras informações:
Realização de estágio extracurricular, nas áreas de Clínica Médica e Clínica Cirúrgica de pequenos animais. Totalizando 360 horas de atividades.
2012 - 2012
Centro de Saude Animal Amigos para SempreVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular
Outras informações:
Realização de estágio extracurricular, nas áreas de Clínica Médica e Clínica Cirúrgica de pequenos animais. Totalizando 576 horas de atividades.
2011 - 2011
Centro de Saude Animal Amigos para SempreVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular
Outras informações:
Realização de estágio extracurricular, nas áreas de Clínica Médica e Clínica Cirúrgica de pequenos animais. Totalizando 288 horas de atividades.
2011 - 2011
Centro de Saude Animal Amigos para SempreVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular
Outras informações:
Realização de estágio extracurricular, nas áreas de Clínica Médica e Clínica Cirúrgica de pequenos animais. Totalizando 350 horas de atividades.
2010 - 2010
Centro de Saude Animal Amigos para SempreVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária extracurricular, Carga horária: 15
Outras informações:
Realização de estágio extracurricular, nas áreas de Clínica Médica e Clínica Cirúrgica de pequenos animais. Totalizando 96 horas de atividades, neste período.
2018 - 2022
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Doutorado Acadêmico, Enquadramento Funcional: Aluna de Doutorado em Cirurgia, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
2016 - 2018
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Mestrado acadêmico, Enquadramento Funcional: Aluna de Pós-graduação (Mestrado), Carga horária: 40
2015 - 2015
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Estágio de Vivência, Enquadramento Funcional: Estágio de Vivência da Residência, Carga horária: 60
Outras informações:
Realizou período de vivência da Residência Multiprofissional no Hospital Veterinário Universitário da UFSM, durante um período de 20 dias, acompanhando a rotina do bloco cirúrgico, totalizando uma carga horária de 126 horas.
2016 - 2017
Clínica Veterinária VetcenterVínculo: Médica Veterinária, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária, Carga horária: 8
Outras informações:
Médica veterinária plantonista
2019 - 2021
FACULDADE MURIALDOVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora Universitária, Carga horária: 18
2020 - 2021
Centro Veterinário MurialdoVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Responsável Técnico, Carga horária: 10
2021 - Atual
Universidade de Caxias do SulVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora Universitária, Carga horária: 20
Outras informações:
Docente do curso de Medicina Veterinária, nas disciplinas de técnica e clínica cirúrgica de cães e gatos.
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