Priscila Gonçalves Costa

Doutoranda em Ecologia Aplicada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP). Mestra pelo Programa de Pós Graduação em Ecoturismo e Conservação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO,2019), licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ, 2019), especialista em Direito Ambiental (AVM Faculdades Integradas, 2016) e tecnóloga em Gestão Ambiental pelo Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET, 2013). Atuo como pesquisadora colaboradora no Grupo de Estudos Interdisciplinares do Ambiente, da UERJ, participando de projetos de Pesquisa, Ensino e Extensão nas áreas relacionadas ao Uso Público em unidades de conservação, Educação Ambiental, Interpretatação Ambiental e Trilhas Interpretativas. Integro atualmente o Laboratório de Áreas Naturais Protegidas (LANP), da USP, além de fazer parte do corpo editorial da Revista Anais do Uso Público em Unidades de Conservação (Universidade Federal Fluminense).

Informações coletadas do Lattes em 07/10/2022

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Ecologia Aplicada

2022 - Atual

Universidade de São Paulo
Orientador: Teresa Cristina Magro
Coorientador: Douglas de Souza Pimentel.

Mestrado em Ecoturismo e Conservação

2017 - 2019

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Título: O Parque, a Trilha e a Escola: A Interpretação Ambiental em Unidades de Conservação no Ensino Formal, Ano de Obtenção: 2019
Alba Valéria Santos Simon.Coorientador: Douglas de Souza Pimentel. Palavras-chave: USO PÚBLICO; trilhas interpretativas; UNIDADE DE CONSERVAÇÃO; Parque Estadual da Serra da Tiririca.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Aplicada. Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Educação Ambiental. Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.

Especialização em Direito Ambiental

2015 - 2016

Universidade Candido Mendes
Título: Capacidade de Carga Turística de uma Área de Proteção Ambiental Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Orientador: Jean Alves

Graduação em Ciências Biológicas

2010 - 2019

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: O Monumento Natural das Ilhas Cagarras: divulgação científica e educação ambiental sobre a sociobiodiversidade local
Orientador: Camila Pinto Meireles

Graduação em Gestão Ambiental

2010 - 2013

Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca
Título: Capacidade de Carga Turística de uma Área de Proteção Ambiental ? Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Ensino Médio (2º grau)

2007 - 2009

São Vicente de Paula

Formação complementar

2020 - 2020

Divulgação Científica na Escola: Desafios, Possiblidades e Limitações. (Carga horária: 40h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2013 - 2013

Curso Básico de Defesa Civil. (Carga horária: 180h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

2013 - 2013

Jovens Monitores Ambientais. (Carga horária: 8h). , Secretaria de Meio Ambiente de Niteroi, SMA, Brasil.

2012 - 2012

Auditores Internos do SGI ISO 9001,14001 e OHSAS. (Carga horária: 32h). , QHSET Auditoria e Consultoria, QHSET, Brasil.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia.

Grande área: Outros / Área: Divulgação Científica.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Educação Ambiental.

Grande área: Outros / Área: Divulgação Científica / Subárea: Unidades de Conservação.

Organização de eventos

SANTOS, R. G. ; MEIRELES, C. P. ; AGUIAR, A. ; COSTA, P. G. . Exposição do Projeto Ilhas do Rio. 2017. (Exposição).

SANTOS, R. G. ; AGUIAR, A. ; MEIRELES, C. P. ; COSTA, P. G. . Exposição do Projeto Ilhas do Rio. 2016. (Exposição).

SANTOS, R. G. ; AGUIAR, A. ; MEIRELES, C. P. ; COSTA, P. G. . Exposição do Projeto Ilhas do Rio. 2015. (Exposição).

Participação em eventos

18ª Semana de Graduação / 29ª UERJ Sem Muros.Impactos causados pelo Uso Público em trilhas do Parque Estadual da Serrada Tiririca (RJ): da avaliação à ação.. 2019. (Outra).

18ª Semana de Graduação / 29ª UERJ Sem Muros..A Exposição Itinerante do Projeto Ilhas do Rio.. 2019. (Outra).

22ª Mostra de Extensão / 29ª UERJ Sem Muros.Populações Tradicionais e o Parque Estadual da Serrada Tiririca: Construindo as Pontes para a Gestão Ambiental e Cultural de Áreas Protegidas. 2019. (Outra).

22ª Mostra de Extensão / 29ª UERJ Sem Muros.Olhando Itaipu e vendo o mundo. 2019. (Outra).

22ª Mostra de Extensão / 29ª UERJ Sem Muros..Parques de Papel e o Papel Social dos Parques: o caso do Parque Estadual da Serra da Tiririca.. 2019. (Outra).

28ª Semana de Iniciação Científica / 29ª UERJ Sem Muros.Uso da Geotecnologia para Análise de Impactos do Uso Público em Unidades de Conservação. 2019. (Outra).

International Conference on Interpretation. Trilhas Interpretativas Para Uso Público Em Parques: Desafios Para Educação Ambiental. 2019. (Congresso).

International Conference on Interpretation. Parcerias Impulsionadas pela Interpretação Socioambiental. 2019. (Congresso).

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).Uso Público em Unidades de Conservação. 2019. (Oficina).

V Encontro da Comunidade de Prática de Visitação em Áreas Protegidas. 2019. (Encontro).

XII Congresso Nacional de Ecoturismo (CONECOTUR) e VIII Encontro Interdisciplinares de Ecoturismo em Unidades de Conservação (ECOUC).. Trilhas Interpretativas para Uso Público em Parques: desafios para Educação Ambiental. 2019. (Congresso).

17ª Semana de Graduação / 28ª UERJ Sem Muros.COLEÇÃO ZOOLÓGICA DIDÁTICA/CIENTÍFICA DA SAE (MNRJ) COMO INSTRUMENTO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO PROJETO ILHAS DO RIO. 2018. (Outra).

17ª Semana de Graduação / 28ª UERJ Sem Muros.Impactos causados pelo Uso Público em trilhas do Parque Estadual da Serrada Tiririca (RJ):. 2018. (Outra).

21ª Mostra de Extensão / 28ª UERJ Sem Muros.Populações Tradicionais e o Parque Estadual da Serrada Tiririca: Construindo as Pontes para a Gestão Ambiental e Cultural de Áreas Protegidas. 2018. (Outra).

21ª Mostra de Extensão / 28ª UERJ Sem Muros.Parques de Papel e o Papel Social dos Parques: o caso do Parque Estadual da Serra da Tiririca. 2018. (Outra).

2 Encontro sobre Unidades de Conservação de Niterói.ATIVIDADES DE TRILHAS INTERPRETATIVAS E AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS DO USO PÚBLICO NO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA. 2018. (Encontro).

I Simpósio sobre Turismo e Conservação em Áreas Protegidas.Uso público e trilhas interpretativas no I Simpósio sobre Turismo e Conservação em Áreas Protegidas. 2018. (Simpósio).

XVI Encontro de Pesquisadores do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.INDICADORES PARA AVALIAÇÃO DE IMPACTOS DO USO PÚBLICO NATRILHA DO POÇO VERDE ? PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS,GUAPIMIRIM (RJ). 2018. (Encontro).

XVI Encontro de Pesquisadores do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.ndicadores para avaliação de Impactos do Uso Público na trilha do Poço Verde: Parque Nacional da Serra dos Órgãos, Guapimirim (RJ).. 2018. (Encontro).

RIO +20. 2012. (Encontro).

Exposição Mini Cool Globes. Mini Cool Globes. 2011. (Exposição).

Música no Jardim.Música no Jardim Botânico. 2011. (Oficina).

Participação em bancas

Aluno: Jéssica de Queiroz Pinto Barroso

M.G.G, Thaiane; S.B.M, Lilha;COSTA, P. G.. ?CONHECIMENTO DOS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DO CONSÓRCIO CEDERJ SOBRE ANIMAIS EM EXTINÇÃO EM UMA PARCELA DA MATA ATLÂNTICA, NO RIO DE JANEIRO?. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro.

Orientou

Carolina Lopes Silva Santos

Análise e Desenvolvimento de Trilhas Interpretativas Virtuais como estratégia de educação ambiental para o ensino formal remoto; Início: 2022; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; (Orientador);

Produções bibliográficas

  • DE SOUZA PIMENTEL, DOUGLAS ; GONÇALVES COSTA, PRISCILA ; BARBOSA GUIMARÃES, AGNES ; LOPES SILVA SANTOS, CAROLINA ; CAMPOS FIGUEIREDO, DAYANE . AVALIAÇÃO DAS POSSIBILIDADES DO USO DE IMAGENS DEPOSITADAS NA INTERNET PARA A GESTÃO DO USO PÚBLICO EM PARQUES. ANAIS USO PÚBLICO EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO , v. 8, p. 51-61, 2021.

  • COSTA, P. G. ; SIMON, Alba Valeria ; PIMENTEL, Douglas de Souza . Trilhas Interpretativas para o Uso Público em Parques: desafios para a Educação Ambiental. REVISTA BRASILEIRA DE ECOTURISMO , v. 12, p. 818, 2019.

  • COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; SIMON, Alba Valeria . Trilhas Interpretativas para Uso Público em Parques: desafios para Educação Ambiental. In: XII CONGRESSO NACIONAL DE ECOTURISMO (CONECOTUR) e VIII ENCONTRO INTERDISCIPLINAR DE ECOTURISMO EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ECOUC), 2019, Porto Nacional-TOCANTINS. REVISTA BRASILEIRA DE ECOTURISMO (RBEcotur) - Anais do XII CONGRESSO NACIONAL DE ECOTURISMO (CONECOTUR) e do VIII ENCONTRO INTERDISCIPLINAR DE ECOTURISMO EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ECOUC), 2019. v. 12. p. 2-63.

  • COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; MEIRELES, C. P. . Atividades de Trilhas Interpretativas e Avaliação de Impactos do Uso Público no Parque Estadual da Serra da Tiririca. In: 2 Encontro sobre Unidades de Conservação de Niterói, 2019, Niterói. Revista do Ambiente de Niterói. Niterói: Prefeitura Municipal de Niterói, 2019. v. 4. p. 19-19.

  • SILVA, J. L. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; COSTA, P. G. ; FIGUEIREDO, D. C. . IMPACTOS CAUSADOS PELO USO PÚBLICO EM TRILHAS DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA (RJ): DA AVALIAÇÃO À AÇÃO. In: 17ª Semana de Graduação / 28ª Uerj Sem Muros, 2018, Rio de Janeiro. Anais de Resumos da 28ª UERJ Sem Muros (2018). Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2018. p. 8.

  • PEIXOTO, L. R. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; COSTA, P. G. ; SANTOS, R. G. . COLEÇÃO ZOOLÓGICA DIDÁTICA/CIENTÍFICA DA SAE (MNRJ) COMO INSTRUMENTO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO PROJETO ILHAS DO RIO. In: 17ª Semana de Graduação / 28ª Uerj Sem Muros, 2018, Rio de Janeiro. Anais de Resumos da 28ª UERJ Sem Muros (2017). Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2018. p. 65.

  • SILVA, T. C. R. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; COSTA, P. G. ; FIGUEIREDO, D. C. ; SILVA, J. L. . POPULAÇÕES TRADICIONAIS E O PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA: CONSTRUINDO AS PONTES PARA A GESTÃO AMBIENTAL E CULTURAL DE ÁREAS PROTEGIDAS. In: Mostra de Extensão/28ª UERJ Sem Muros (2018), 2018, São Gonçalo. Anais de Resumos da 28ª UERJ Sem Muros (2018). Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2018.

  • FIGUEIREDO, D. C. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; COSTA, P. G. ; SILVA, T. C. R. . PARQUES DE PAPEL E O PAPEL SOCIAL DOS PARQUES. O CASO DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA. In: Mostra de Extensão/ 28ª UERJ Sem Muros (2018), 2018, São Gonçalo. Anais de Resumos da 28ª UERJ Sem Muros (2018). Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2018.

  • COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; MEIRELES, C. P. ; BARCELLOS, M. M. . ILHAS DO RIO: PARCERIA PARA A ELABORAÇÃO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL SOBRE A SOCIOBIODIVERSIDADE DAS ILHAS CAGARRAS.. In: 27 UERJ SEM MUROS, 2017, Rio de Janeiro. Anais de Resumos da 27ª UERJ Sem Muros (2017). Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2017. p. 60-60.

  • COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; AGUIAR, A. A. ; MEIRELES, C. P. ; SANTOS, R. G. . EXPOSIÇÃO ITINERANTE DO PROJETO ILHAS DO RIO: MONA CAGARRAS AO ALCANCE DE TODOS. In: 15ª Semana de Graduação / 26ª Uerj Sem Muros, 2015, Rio de Janeiro. Anais de Resumos da 26ª UERJ Sem Muros (2015). Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2015. p. 71-71.

  • COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; SIMON, Alba Valeria . Revista Brasileira de Ecoturismo. REVISTA BRASILEIRA DE ECOTURISMO , 2019.

  • COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza . Trilhas Interpretativas para Uso Publico em Parques: Desafios para Educação Ambiental. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; SIMON, Alba Valeria . Trilhas Interpretativas para o Uso Público em Parques:Desafios para Educação Ambiental. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; MEIRELES, C. . Uso público e Trilhas Interpretativas. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; MEIRELES, C. . Trilhas Interpretativas e Avaliação de Impactos do Uso Público no Parque Estadual da Serra da Tiririca. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • COSTA, P. G. . Mobilização Social: Divulgação Social ao acesso de todos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • COSTA, P. G. ; AGUIAR, A. ; MEIRELES, C. ; PIMENTEL, Douglas de Souza . Projeto Ilhas do Rio - Mona Cagarras ao acesso de todos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • COSTA, P. G. . Projeto Ilhas do Rio - MonaCagarras ao acesso de todos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • COSTA, P. G. . A GESTÃO DA ÁGUA NA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CEFET/RJ. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções

COSTA, P. G. ; PIMENTEL, Douglas de Souza ; MEIRELES, C. P. . Grupo de Estudos Interdisciplinares do Ambiente. 2015. (Rede social).

Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    Impactos causados pelo Uso Público em Trilhas de Parques, Descrição: Foco na utilização de geotecnologias para avaliação de indicadores de impactos da visitação em trilhas do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO) e Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Priscila Gonçalves Costa - Integrante / Douglas de Souza Pimentel - Coordenador.

  • 2017 - 2018

    PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS DO USO PÚBLICO EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO RIO DE JANEIRO, Descrição: Os Parques têm como premissa básica a conservação ambiental e a realização de atividades de Educação Ambiental (EA), que estão previstas para todas as categorias do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Nesse contexto, os Parques podem servir como locus das ações de consolidação da Política de Educação Ambiental (PEA), pois: (1) representam um eixo básico estrutural de integração entre as ações do Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Educação; (2) têm como premissa básica o uso público qualificado pela aquisição de conhecimentos e habilidades, reaproximando as pessoas dos ambientes naturais pela afetividade e reflexão sobre como suas ações o afetam; (3) permitem uma visão prática e crítica das relações da sociedade com a natureza de uma maneira geral e, especificamente, confrontando as noções de desenvolvimento sustentável e ecoturismo; (4) abarcam os discursos dicotômicos das relações entre ambiente e cultura, no campo das ações construídas socialmente, bem como, (5) necessitam ganhar significado para a sociedade. Além disso, a EA, enquanto uma prática social pode contribuir para fomentar a integração participativa e democrática nas decisões sobre a gestão dos Parques. Desde o ano de 2010 a Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental (ENCEA), estava aberta a consulta pública e a versão final foi aprovada em 2012. O documento faz parte das estratégias políticas para implantação e consolidação das atividades de EA no âmbito do SNUC. Assim, o presente projeto objetiva a produção de material didático para a realização de atividades de EA no Parque Estadual da Serra da Tiririca e arredores, que apoiem as atividades de sensibilização e EA em escolas da região, capacitação do comitê gestor e funcionários, bem como a gestão da visitação. Espera-se a geração de dados de pesquisa sobre EA.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Priscila Gonçalves Costa - Coordenador / Douglas de Souza Pimentel - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa.

  • 2017 - Atual

    IMPACTOS CAUSADOS PELO USO PÚBLICO EM TRILHAS DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA (RJ): DA AVALIAÇÃO À AÇÃO, Descrição: O uso público é um dos preceitos básicos de um parque. A visitação nessas unidades de conservação assume então diferentes formas, de acordo com seus objetivos. Pesquisadores vão aos parques em busca de informações científicas sobre sua ecologia, sua geologia, suas plantas e seus animais, além disso, esses são locais privilegiados para a prática de Educação Ambiental. Já em 1872, quando foi criado o primeiro Parque do mundo, Yellowstone, o turismo foi um dos principais argumentos na defesa da necessidade de reservar áreas para a conservação da natureza. A visitação turística ou recreacional é, portanto, uma das formas de uso público em parques que, porém, traz consigo uma contradição: é uma atividade com grande capacidade de estimular a conservação, ao atrair olhares e recursos para esses locais, mas também com enorme potencial de degradação dos mesmos, pois geralmente envolve um maior número de pessoas, com diferentes percepções e atitudes, ao contrário das demais formas de uso. Os impactos são os mais variados possíveis. Da deposição de lixo e vandalismo às alterações na etologia de animais. Da compactação do solo à percepção individual de diminuição da qualidade da visita. Nesse sentido, emerge a questão de como fazer para aproximar a visitação em parques de seus preceitos de sustentabilidade. A resposta relaciona-se ao seu manejo. Existem diferentes metodologias para avaliar o uso público em Unidades de Conservação. Hoje, essas envolvem o monitoramento de trilhas e coleta de dados físicos, químicos, biológicos e sociais que norteiam as deliberações sobre como mitigar os impactos da visitação. No entanto, devido às limitações orçamentárias e de pessoal, a administração dos parques geralmente não tem condições de realizá-las. Dessa maneira, pretende-se coletar dados periódicos sobre indicadores nas trilhas do Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET), aliando trabalhos de campo das disciplinas Ecologia I e Sociedade e Ambiente do DCIEN/FFP, contribuindo para a tomada das decisões de manejo e implementação de procedimentos de qualificação do uso público do Parque, bem como constituindo uma parceria importante com o Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, para a sua gestão e a de outras UCs do Estado. O presente projeto apresenta parceria firmada com o Museu de Arqueologia de Itaipu para a realização de atividades de Educação Ambiental nas suas instalações e no PESET. Além disso foi agraciado com uma menção honrosa no prêmio Fernando Sgarbi Lima. Recentemente também foi contemplado com verbas da FAPERJ para a produção de material didático de Educação e Interpretação Ambiental. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Priscila Gonçalves Costa - Coordenador / Douglas de Souza Pimentel - Integrante.

  • 2017 - Atual

    ILHAS DO RIO: PARCERIA PARA A ELABORAÇÃO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL SOBRE A SOCIOBIODIVERSIDADE DAS ILHAS CAGARRAS., Descrição: A história do Projeto Ilhas do Rio está intrinsicamente ligada à criação do Monumento Natural das Ilhas Cagarras e ao patrocínio da Petrobras. Selecionado no edital do Programa Petrobras Ambiental/2010, o projeto desenvolveu diversas pesquisas entre os anos de 2011 e 2013 que empreenderam um esforço de coleta e tratamento de dados ambientais inédito para uma UC marinha de proteção integral brasileira. Como resultado, o levantamento biológico identificou mais de 600 espécies de plantas e animais no MoNa Cagarras, além dos estudos ecológicos que revelaram, por exemplo, um dos maiores ninhais de aves marinhas no Brasil, bem como o declínio da população de golfinhos-flíper no entorno da UC (Moraes et al., 2013a). Todos os dados oriundos das pesquisas foram disponibilizados na forma de produtos de comunicação e divulgação científica, que incluíram um documentário em vídeo e um livro de História Natural, e que até hoje proporcionam a divulgação contínua do projeto e das marcas de seu patrocinador e parceiros. Através do acompanhamento do desembarque pesqueiro da Colônia de Pescadores de Copacabana (Z-13) e de oficinas ecológicas ministradas nessa colônia, assim como em Jurujuba (Z-8) e Itaipu (Z-7), o projeto também abriu um canal de comunicação essencial com as colônias de pescadores artesanais do entorno da UC, tão importante para a uma gestão participativa. Além disso, foram realizadas diferentes atividades de mobilização social para o envolvimento da sociedade para apoio às regulamentações do MoNa Cagarras, que atingiram diretamente mais de 12 mil pessoas. A forte presença de mídia espontânea e a ampla utilização de marketing digital ainda difundiram e popularizaram a ciência gerada pelo projeto, alcançando indiretamente centenas de milhares de pessoas (Instituto Mar Adentro, 2013). Ações de educação ambiental e divulgação científica são necessárias para aumentar o conhecimento sobre a sociobiodiversidade e promover a conservação dos ambientes costeiros e marinhos. Pesquisas socioambientais sobre as Ilhas Cagarras podem contribuir para a elaboração do Plano de Manejo, para a inserção social na gestão costeira e para o desenvolvimento de turismo sustentável na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Priscila Gonçalves Costa - Coordenador / Douglas de Souza Pimentel - Integrante.

  • 2017 - Atual

    AVALIAÇÃO DE IMPACTOS DO USO PÚBLICO EM TRILHAS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, Descrição: Há uma preocupação obvia com o estabelecimento de mecanismos de controle de impactos decorrentes da visitação nos parques, tanto pela obediência a lei e esforços que focam na conservação ambiental, quanto para evitar a perda do seu valor estético, principal atrativo da crescente visitação nessa categoria de unidade de conservação (MAGRO, 2003). Assim, o termo uso público é adotado pelos órgãos oficiais brasileiros ligados ao seu manejo. Esse pode ser definido como o usufruto gozado pelo público usuário, que realiza diferentes atividades como a recreação, o turismo, a educação ambiental, a pesquisa e até mesmo, ritos religiosos (MAGRO, 1999). Nesse sentido, o uso público pode ser conceituado como o uso indireto dos recursos ambientais que se dá sob as diferentes formas de visitação de uma unidade de conservação e, portanto, deve sempre ser orientado pelos preceitos da sustentabilidade. No entanto, a gestão dos parques geralmente é limitada pela falta de apoio financeiro, equipamentos e pessoal o que torna difícil o monitoramento dos impactos do uso público. Nesse contexto, o monitoramento participativo é uma forma de melhorar a capacidade de avaliação de impactos em trilhas de Parques. Logo, o estabelecimento de parcerias com universidades é relevante para a geração de dados, ajudando os gestores a assumir uma postura proativa para superar os desafios impostos por essas restrições, treinando mutuamente gestores e alunos para um controle mais eficaz dos impactos. Assim, alunos de graduação em Ciências e Biologia da Faculdade de Formação de Professores da UERJ fazem a coleta de informações sobre diferentes indicadores na Trilha do Poço Verde do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Essas atividades de campo podem ser realizadas periodicamente porque são incorporadas a proposta pedagógica da disciplina e vem sendo realizadas semestralmente desde 2009. Nesse contexto o presente projeto objetiva a descrição física de trilhas do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO), para a proposição de indicadores, com vistas a estabelecer um sistema de monitoramento participativo de avaliação de impactos do uso público.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Priscila Gonçalves Costa - Coordenador / Douglas de Souza Pimentel - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2022 - Atual

Universidade de São Paulo

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora

2022 - Atual

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisadora

2017 - 2022

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Bióloga e Supervisora de Projetos Ambientais

Outras informações:
PROJETO "PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM PARQUES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO" - Responsável por supervisionar quatro projetos ambientais com bolsistas, financiados pela UERJ, voltados para o estudo de impactos em Unidades de Conservação e Educação Ambiental. - Geração de banco de dados sobre condições físicas e biológicas das trilhas da UC, a fim de estabelecer indicadores e padrões, monitorar as alterações de suas características, avaliar impactos ambientais da visitação, aplicar os indicadores de inserção social de parques e propor medidas de recuperação e mitigação dos impactos analisados. - Pesquisas sobre Uso Público, Impactos e implementação de trilhas interpretativas em áreas naturais protegidas.

Atividades

  • 10/2017

    Pesquisa e desenvolvimento, Universidade do Estado do Rio de Janeiro.,Linhas de pesquisa

2020 - 2022

Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do RJ

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tutora, Carga horária: 10

2015 - 2016

Projeto Ilhas do Rio

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Mobilização Social e divulgação científica, Carga horária: 20

Outras informações:
Atua como bolsista no Projeto também no Museu Nacional da UFRJ

2015 - 2016

Associação Amigos do Museu Nacional

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Setor de Assistência ao Ensino, Carga horária: 20

2017 - 2017

Instituto Brasileiro de Biodiversidade, BrBIO

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Bióloga

Outras informações:
Atuante na mobilização social sobre a importância e conservação dos corais da região de Búzios.

2016 - 2016

Hospital Pedro Ernesto

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20

Outras informações:
Atuação no Laboratório de Microbiologia, sobre as bases moleculares da resposta à infecção bacteriana.

2013 - 2015

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Geoprocessamento/ Assessoria, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2012 - 2013

Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Guia Bilíngue, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2011 - 2011

Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Centro de Visitantes, Carga horária: 30

Atividades

  • 09/2011 - 10/2011

    Outras atividades técnico-científicas , Centro de Visitantes, Centro de Visitantes.,Atividade realizada, Exposição Internacional Mini Cool Globes - Aquecimento Global.