Renata da Silva Santos
Cursou Letras - habilitação em Língua Portuguesa e Literaturas (2016-2019) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), participou como bolsista voluntária no projeto de pesquisa "Vozes do trauma: a guerra colonial e a literatura portuguesa contemporânea" (2017). Atualmente, cursa bacharelado em Educação Física pela UFRN.
Informações coletadas do Lattes em 27/05/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação interrompida em 2022 em Design
2021 - Atual
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Ano de interrupção: 2022
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Literatura Comparada.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Literatura Brasileira.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Ensino de Literatura.
Participação em eventos
30º FALE ? FÓRUM ACADÊMICO DE LETRAS.EDGAR ALLAN POE E MACHADO DE ASSIS EM SALA DE AULA: A FORMAÇÃO DO LEITOR NA EDUCAÇÃO BÁSICA. 2019. (Outra).
RODA DE LEITURA: A INVENÇÃO DO CORPO JOVEM: O ROMANCE O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO, DE J. D. SALINGER. 2019. (Outra).
1º COLÓQUIO DE ESTUDOS SARAMAGUIANOS. 2018. (Outra).
II SEMINÁRIO DE ESTUDOS E PESQUISAS DO TEXTO E DO DISCURSO/SETED. 2018. (Seminário).
Minicurso PESQUISA EM LINGUAGEM E COGNIÇÃO/SETED. 2018. (Oficina).
Oficina Introdução ao Bilinguismo. 2018. (Oficina).
Oficina Juana Manso e a ilustração da mulher no séc. XIX. 2018. (Oficina).
V SEMANA DE LETRAS. 2018. (Congresso).
III Simpósio Internacional de Estudos de Tradições Discursivas (STRAD) e IV Seminário do Projeto de História do Português do Rio Grande do Norte (PHPB/RN). 2017. (Simpósio).
I Seminário nacional educação, pobreza e desigualdade social e II Encontro de pesquisadores em pobreza e educação. 2017. (Seminário).
Quarta Semana de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - As Entrelinhas do Silêncio. 2017. (Congresso).
Seminário de Estudos do Mundo Antigo (SemEMA). 2017. (Seminário).
2º Colóquio Internacional Ferdinand de Saussure: publicação do CLG e herança. 2016. (Congresso).
VI A Associação Brasileira de Professores de Literatura Portuguesa (ABRAPLIP). 2016. (Congresso).
Orientou
A configuração do trauma em Memória de Elefante, de António Lobo Antunes; 2017; Iniciação Científica - Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Orientador: Renata da Silva Santos;
Produções bibliográficas
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SANTOS, R. S. . EDGAR ALLAN POE E MACHADO DE ASSIS EM SALA DE AULA: A FORMAÇÃO DO LEITOR NA EDUCAÇÃO BÁSICA. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Projetos de pesquisa
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2017 - 2017
Vozes do trauma: a guerra colonial e a literatura portuguesa contemporânea, Descrição: O presente projeto tem por objetivo central a investigação das marcas traumáticas da guerra colonial portuguesa (1961-1975) na produção literária portuguesa contemporânea, mais especificamente naquela que se desenvolveu após a Revolução dos Cravos (1974). A partir das reflexões postas por Eduardo Lourenço em "Psicanálise mítica do destino português", na qual se constatam, até 1977, três grandes traumas que teriam marcado sobremaneira a cultura e, consequentemente, a literatura portuguesa - a saber: a fundação do Reino de Portugal (século XII); a morte de D. Sebastião e a União Ibérica (séculos XVI e XVII) e o "Ultimatum" inglês (século XIX) -. formula-se a hipótese de que o período conhecido como "guerra colonial", decorrido entre 1961 - ano em que se organiza o MPLA (Movimento Pela Libertação de Angola) - até 11 de novembro de 1975, data em que, pelo Tratado de Alvor, a República de Portugal reconhece oficial e irrestritamente a independência de suas colônias, tenha constituído um quatro episódio traumático, marcando indelevelmente a identidade portuguesa. No âmbito literário, a existência de obras como "Memória de Elefante", "Inferno" e "Os cus de judas", de António Lobo Antunes, "Memória de África", de Manuel Alegre, "A costa dos murmúrios, de Lídia Jorge e "O retorno", de Dulce Maria Cardoso, sinalizam para o fato de que, a despeito dos mais de 40 anos passados desde o fim da guerra colonial portuguesa, as marcas desse evento continuam pautando muitas das discussões propostas pela literatura portuguesa contemporânea. Muito se tem discutido sobre as marcas desse evento nas literaturas africanas de língua portuguesa (as das ex-colônias); entretanto, como em toda história, há dois lados, e é objetivo deste trabalho investigar as marcas dessa guerra no pensamento do colonizador. Para alcançar tal objetivo, será necessário investigar algumas das diferentes concepções de trauma - na psicanálise, na história, na antropologia -, suas manifestações após eventos coletivos (nesse sentido, trabalhos que versem sobre outros processos de descolonização e sobre grandes traumas coletivos da humanidade, como a II Guerra Mundial), a constituição da memória coletiva de uma cultura e o conceito de "testemunho" e sua relação com o discurso literário, para, por fim, chegar à leitura e ao trabalho com a literatura produzida em Portugal após 1974.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Renata da Silva Santos - Integrante / Mauro Dunder - Coordenador.
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