Mariana Eufrasino do Nascimento

Possui graduação em Letras - Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN (2019) e mestrado na área de Literatura Comparada pela Pós-Graduação em Estudos da Linguagem (PPgEL) - UFRN (2023). Atualmente, é professora de Língua Portuguesa da rede pública municipal de ensino de São Gonçalo do Amarante (RN). Tem experiência na rede privada de ensino, tendo atuado como professora de Língua Portuguesa na Escola Freinet de Natal (2019-2021). Ainda na graduação, também foi professora de Língua Portuguesa e monitora de redação no Cursinho do DCE da UFRN (2019), além de ter participado como bolsista de iniciação científica dos projetos de pesquisa "Silenciamento e voz da mulher na literatura portuguesa de autoria feminina" (2017-2019) e "'Narrar é resistir' literatura brasileira contemporânea e memória, uma análise preliminar" (2019).

Informações coletadas do Lattes em 10/04/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem

2021 - 2023

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: A linguagem em Água viva: fluxo de consciência e concepção de mundo, Ano de Obtenção: 2023
Mauro Dunder.Palavras-chave: Literatura Brasileira; Clarice Lispector; Água Viva; Fluxo de consciência; Concepção de mundo; Solidão. Grande área: Lingüística, Letras e ArtesGrande Área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Literatura Brasileira.

Graduação em Letras - Língua Portuguesa

2016 - 2019

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras.

Organização de eventos

FREITAS, S. R. L. ; LIMA, T. M. ; NASCIMENTO, M. E. . III - AFROLIC - Congresso Internacional da Associação de Professores de Literaturas Africanas. 2019. (Congresso).

DUNDER, M. ; NASCIMENTO, M. E. . VI SEMANA DE LETRAS DA UFRN: LINGUAGENS NA ÉPOCA DO(NÃO)PODER. 2019. (Outro).

Participação em eventos

"Diz-me com quem te deitas": poéticas sáficas na literatura brasileira. 2021. (Oficina).

30ª Fórum Acadêmico de Letras/FALE. 2019. (Outra).

III - AFROLIC - Congresso Internacional da Associação de Professores de Literaturas Africanas. Literatura afro-brasileira de autoria feminina em sala de aula: um projeto de intervenção. 2019. (Congresso).

II SARAU LITEROMUSICAL DA PALAVRA AO CORPO. 2019. (Outra).

II Simpósio Nacional do OBIJUV/UFRN - a poética da (r)existência: direitos, artes e vivências das infâncias e juventudes. 2019. (Simpósio).

Minicurso "Tics no ensaio de linguagens: Desafios e possibilidades". 2019. (Outra).

Minicurso OFICINA DE PESQUISA EM LITERATURA BRASILEIRA. 2019. (Outra).

VI SEMANA DE LETRAS DA UFRN: LINGUAGENS NA ÉPOCA DO(NÃO)PODER. 2019. (Outra).

XXX Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN - eCICT 2019. "Novas cartas portuguesas": a denúncia e o questionamento das sociedades patriarcais em A freira sangrenta. 2019. (Congresso).

COLÓQUIO ARGUMENTAÇÃO E POLÊMICA. 2018. (Outra).

CONHECENDO AS NORMAS DA ABNT SOBRE TRABALHOS ACADÊMICOS. 2018. (Outra).

I CICLO DE PESQUISAS EM LETRAS.LÚCIA E A EXPERIÊNCIA DE GÊNERO: UM OLHAR SOBRE A MULHER PORTUGUESA EM "MARIDO", DE LÍDIA JORGE. 2018. (Outra).

II SEMINÁRIO DE ESTUDOS E PESQUISAS DO TEXTO E DO DISCURSO/SETED. 2018. (Seminário).

I SEMINÁRIO DE ESTUDOS E PESQUISAS DO TEXTO E DO DISCURSO/SETED. 2018. (Seminário).

Minicurso PESQUISA EM LINGUAGEM E COGNIÇÃO. 2018. (Outra).

XXIX CICT Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN 2018. LÚCIA E A EXPERIÊNCIA DE GÊNERO: UM OLHAR SOBRE A MULHER PORTUGUESA EM. 2018. (Congresso).

Clube de Leitura dos Autores Clássicos (CLAC). 2017. (Encontro).

III Encontro do Texto Falado. 2017. (Encontro).

2. Colóquio Internacional Ferdinand de Saussure: publicação do CLG e herança. 2016. (Outra).

VI ABRAPLIP. 2016. (Congresso).

Produções bibliográficas

  • NASCIMENTO, M. E. ; LIMA, T. M. . LITERATURA AFROBRASILEIRA DE AUTORIA FEMININA EM SALA DE AULA: UM PROJETO DE INTERVENÇÃO. In: Rosilda Alves Bezerra; Tânia Lima; Carmen Tindó Secco; Sávio Freitas Fonseca.. (Org.). III AFROLIC: literatura, desigualdade, ensino. 1ed.Natal: Caule de Papiro, 2022, v. III, p. 1-256.

  • NASCIMENTO, M. E. . Era e sempre será sinônimo de amor. Revista Mangues e Letras, Natal - Rio Grande do Norte, , v. 13, p. 42 - 42, 31 maio 2020.

  • NASCIMENTO, M. E. . 'Novas cartas portuguesas': a denúncia e o questionamento das sociedades patriarcais em A freira sangrenta. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NASCIMENTO, M. E. . Literatura afro-brasileira de autoria feminina em sala de aula: um projeto de intervenção. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NASCIMENTO, M. E. . LÚCIA E A EXPERIÊNCIA DE GÊNERO: UM OLHAR SOBRE A MULHER PORTUGUESA EM MARIDO, DE LÍDIA JORGE. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • NASCIMENTO, M. E. . LÚCIA E A EXPERIÊNCIA DE GÊNERO: UM OLHAR SOBRE A MULHER PORTUGUESA EM MARIDO, DE LÍDIA JORGE. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BARBOSA, E. J. M. ; BARACHO, G. O. ; VITAL, M. M. B. B. ; NASCIMENTO, M. E. ; SALES, L. . CONCRETO DE ALTA RESISTÊNCIA. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - 2019

    ?Narrar é resistir??: literatura brasileira contemporânea e memória, uma análise preliminar, Descrição: O presente projeto de pesquisa se insere no debate acerca da Literatura Brasileira contemporânea e suas relações com a Sociedade. Assim, parte de uma tradição dos estudos críticos em Literatura Brasileira derivados, principalmente, de Antonio Candido (2000; 2006) e Roberto Schwarz (2000; 2012), que almejam relacionar literatura e sociedade, forma e conteúdo. Sendo este seu pressuposto teórico, tem como escopo romances brasileiros escritos no século XXI e suas relações com o nosso tempo, entendidos aqui a partir de Arantes (2014), um novo tempo que começa com o golpe de 1964, e Ginzburg (2012), que assinala um traço constitutivo da sociedade brasileira, a violência, podendo ela ser uma chave de leitura para a literatura. Sendo um projeto que se coloca como uma continuidade de um projeto anterior, a saber: Fantasmas do passado, dilemas do presente: a ditadura como dado formal da literatura brasileira do século XXI, projeto desenvolvido entre 2017-2019, também se propõe a ser uma investigação de largo alcance, sendo esta uma primeira etapa de tabulação quantitativa e de análise qualitativa preliminar. Desse modo, a justificativa geral desta pesquisa se dá pela possibilidade de ampliação do debate acerca da literatura brasileira contemporânea e suas relações com a sociedade. Se o projeto anterior teve como resultado o uso do dispositivo narrativo da memória à exaustão no trato da ditadura civil-militar brasileira na atualidade, a questão que dele se origina é: seria a memória um traço constitutivo da literatura contemporânea? Para responder essa questão serão lidos romances premiados entre 2001-2018 para análise quantitativa da memória como estrutura textual, seguida de análise qualitativa dos usos desse dispositivo nas obras. Cabe assinalar que a pesquisa quantitativa é livremente inspirada no trabalho de Dalcastagnè (2012) e a justificativa da escolha por romances premidos se dá a partir de Bourdieu (1996). Acrescenta-se ainda que o aparato teórico no que tange às discussões sobre memória derivam dos textos seminais de Benjamin (1994), Gagnebin (2006), Halbwachs (2004), Pollak (1989), Ricoeur (2007), Sarlo (2007) e Seligmann-Silva (2005). O projeto tem então como hipótese a ser comprovada: o uso da memória como estrutura narrativa desvelaria um traço constitutivo da sociedade brasileira, o seu passado violento e mal resolvido que retorna. Dito de outra maneira: a literatura contemporânea estaria revelando não o país do futuro ? miríade nacional nos termos de Arantes (2004) ?, mas o país com um excesso de passado. Passado este que emerge, na dialética entre forma e conteúdo, através da memória.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Mariana Eufrasino do Nascimento - Coordenador / Juliane Vargas Welter - Integrante.

  • 2017 - 2019

    Silenciamento e voz da mulher na literatura portuguesa de autoria feminina, Descrição: Este projeto visa a estudar, sob a perspectiva teórica da metaficção historiográfica, a questão da literatura de autoria feminina em Portugal como forma de resistência a um processo secular de silenciamento imposto à mulher, especialmente no que diz respeito à constituição de diferentes visões do que tenham sido os principais eventos históricos portugueses. A narrativa literária que se debruça sobre determinados eventos históricos e seus desdobramentos, especialmente quando dá voz a pontos de vista, via de regra, negligenciados pela narrativa da História, constitui importante veículo não apenas para o discurso das vozes que incorporam esses pontos de vista, mas para uma revisitação crítica dos próprios eventos narrados. Assim, a narrativa literária chama para si, na contemporaneidade, a tarefa de romper silenciamentos históricos, dando vez e voz a narrativas cujo eco, ao longo do tempo, acabara por sempre ser reduzido ou abafado. Isso implica não apenas uma análise das narrativas de autoria feminina produzidas na segunda metade do século passado, mas uma revisitação crítica das raríssimas manifestações literárias escritas por mulheres que, por diversos meios, tenham vencido uma das esferas desse silenciamento e tornado-se públicas. No caso da literatura portuguesa, desde a publicação, no século XVII, das "Cartas Portuguesas" (1669), de autoria atribuída a Sóror Mariana Alcoforado (1640-1723), passando pelas obras de Sóror Violante do Céu (1601-1693), Marquesa de Alorna (1750-1839), Irene Lisboa (1892-1958), Judite Teixeira (1880-1959), entre tantas outras, até aos nomes que, no século XX tornar-se-ão mais conhecidos do público, como Maria Judite de Carvalho (1921-1998), Agustina Bessa-Luís (1922), as "três marias", responsáveis pelas "Novas Cartas Portuguesas" (1971) - Maria Isabel Barreno (1939-2016), Maria Velho da Costa (1938) e Maria Teresa Horta (1937) - e Lídia Jorge (1946), a literatura de autoria feminina representa uma importante parcela da produção artística daquela cultura, a qual, no entanto, há menos de 30 anos vem sendo estudada mais detidamente, em sua especificidade - provas disso são os textos de "O sexo dos textos", de Isabel Allegro de Magalhães (1995), primeira coletânea de artigos dedicada à literatura portuguesa de autoria feminina como categoria, e, no Brasil, a existência de apenas um grupo de pesquisa cadastrado no Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), que tenha essa vertente da literatura portuguesa como objeto de estudo sistemático... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Mariana Eufrasino do Nascimento - Integrante / Mauro Dunder - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2017 - 2018

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsa de Iniciação Científica, Carga horária: 20

2011 - 2012

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsa de Iniciação Profissional, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

2014 - 2015

Companhia de Aguas e Esgoto do Rio G do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Cadastradora, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

2019 - 2021

Escola Freinet Natal

Vínculo: Cooperado, Enquadramento Funcional: Professora de Língua Portuguesa, Carga horária: 20

2022 - Atual

Prefeitura de São Gonçalo do Amarante (RN)

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de Língua Portuguesa, Carga horária: 30