Alexandre Forte Maia

Especializado em Direito do Estado pela Universidade Cândido Mendes. Possui graduação em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (2004). Atualmente é procurador do BANCO CENTRAL DO BRASIL - Banco Central. Procurador-Chefe da Procuradoria Especializada em Regulação do Sistema Financeiro (PRNOR), desde 2015. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito da Regulação. Já atou como: Encarregado de Assistência Judiciária na DEFENSORIA PÚBLICA DO DISTRITO FEDERAL - 2002/2003; Advogado privado - 2004/2005; Advogado público do CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA - 2006; Procurador Federal - PROCURADORIA-GERAL FEDERAL - 2006/2007; Professor de Processo Civil - FACULDADE ESPAM - 2008/2009.

Informações coletadas do Lattes em 30/04/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado profissional em andamento em Ciências das Religiões

2018 - Atual

Faculdade Unida de Vitória
Título: Deus e o Real em debate, Ano de Obtenção:
Orientador: Osvaldo Luiz Ribeiro
Grande área: Ciências Sociais AplicadasGrande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Ciências da Religião Aplicada.

Especialização em Direito do Estado

2005 - 2006

Universidade Candido Mendes
Título: Responsabilidade do Estado pela Revogação Lícita de Lei de Isenção Tributária

Graduação em Teologia

2007 - 2010

Faculdade de Teologia Integrada

Graduação em Direito

1999 - 2004

Centro Universitário de Brasília, UniCEUB
Título: Responsabilidade do Estado por atos legislativos lícitos
Orientador: Eleonora Medeiros Saraiva

Graduação interrompida em 2003 em Ciências Políticas

1999 - interrompida

Universidade de Brasília, UnB
Ano de interrupção: 2003

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Grego

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito.

Participação em eventos

X Simpósio do Mestrado em Ciência da Religião.Comunicação. 2019. (Seminário).

IX Simpósio do Mestrado em Ciências das Religiões. 2018. (Simpósio).

Produções bibliográficas

  • MAIA, A. F. . Parecer Juridico 6/2015-BCB/PGBC, que a analisa a questão relativa à autoridade competente para analisar e aprovar operação de interesse de administradora de consórcio que possa caracterizar atos de concentração no sistema de consórcio.. Revista da Procuradoria-Geral do Banco Central , v. 9, p. 149, 2015.

  • MAIA, A. F. . Parecer PGBC-339/2011, que analisa minuta de voto que propõe a realização de audiência pública sobre novas regras de capital regulamentar, tendo em vista as regulamentações do Comitê de Basileia (Basileia III), e a possibilidade de o Conselho Monetário Nacional alterar os requisitos legais de título de crédito.. Revista da Procuradoria-Geral do Banco Central , v. 6, p. 245, 2012.

  • MAIA, A. F. . Parecer PGBC-179.001/2012, que examina minuta de resolução que dispõe sobre o funcionamento de instituições fi nanceiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e sobre o exercício de cargos estatutários das referidas instituições.. Revista da Procuradoria-Geral do Banco Central , v. 6, p. 305, 2012.

  • MAIA, A. F. . Parecer PGBC-273/2009, que analisa o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 263/2004, do Senador Rodolfo Tourinho, que dispõe sobre a formação de cadastro positivo de crédito.. Revista da Procuradoria-Geral do Banco Central , v. 3, p. 255, 2009.

  • MAIA, A. F. . Conformidade da expressão 'Deus seja louvado' com laicidade brasileira. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • MAIA, A. F. . Deus e o Real em debate. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • MAIA, A. F. . Protección del usuario de servicios bancarios ante las prácticas bancarias modernas. Desafíos de la banca central - Centro de Estudos Monetários Latinoamericanos (CEMLA). 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MAIA, A. F. . Seminário Sobre Temas Jurídicos no Âmbito do Sistema Financeiro. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MAIA, A. F. . XIV Encontro de Juristas dos Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    A educação da religião para o jogo democrático (V), Descrição: 1. Pressupostos Considerando-se um olhar de longa duração, tome-se em consideração a seguinte macroleitura dos marcos epistemológicos ocidentais dos últimos dois mil e quinhentos anos, a que se acrescentam observações programáticas como antecipações das teses do presente Projeto de Pesquisa: a) as ?religiões? pressupõem conteúdos ?revelados?, originados no e do ?mundo dos deuses? ? quaisquer que sejam as suas expressões discursivas. Dessa característica universal das religiões, advém a consequência de que o conteúdo de seus ensinos postula pôr-se ? e, na prática, põe-se ? política e epistemologicamente acima da cultura, logo, da sociedade. Pressupõem-se, antes, a subordinação da cultura e da sociedade não apenas aos conteúdos próprios das religiões, mas também de seus valores, de suas normas, de suas interdições. Ainda em sua última conferência, em 1965, o renomado teólogo Paul Tillich defendia a tese de que a religião desdobrava-se acima da cultura, não se confundindo totalmente com ela... b) o pensamento ocidental tem seu berço ? mesmo quando considerada a Grécia, e com tanto mais razão ? na disjunção epistemológica entre ?mundo físico? e ?mundo metafísico?. O platonismo de fundo que caracteriza o pensamento ? a episteme ? ocidental partiu ? e em grande medida ainda parte ? do pressuposto teológico/mitológico/filosófico de que o ?conhecimento? constitui, para todos os fins, uma gnose de caráter anamnésico, uma sintonia em relação ao rememoramento das Ideias absolutas e metafísicas. A matéria, tanto ela quanto a própria sociedade em si, constituíam antes obstáculos do que veículos adequados ao conhecimento. c) no Ocidente ? e, contudo, vale o mesmo para o Oriente ? o ?pensamento? e a ?verdade? marcaram-se pela pressuposição de sua origem metafísica. Se, de um lado, a série Mito ? Teologia ? Filosofia aponta para uma ?racionalização? cada vez maior do próprio sistema epistemológico ocidental, por outro lado, se trata, a despeito dessa racionalização, da mesma estrutura de pensamento, marcado profundamente pela disjunção entre, de um lado, o ?pensamento?, o ?espírito?, e, de outro, a ?matéria?, o ?corpo?. d) no Ocidente, dois ?ruídos? se fizeram introduzir no sistema metafísico. Primeiro, a tradição judaica. Nos termos da cultura geral israelita/judaica pré-persa e pré-helênica, a existência humana é necessariamente, sempre, intracosmogônica: a criação é o limite intransponível dessa existência. A própria divindade ?reside? aí, sendo-lhe solidária. Em termos epistemológicos, a própria vida constitui a plataforma de operação epistemológica ? e, ainda que a religião tenha sua estrutura de ?além? e ?aquém?, concebe-se a perfeita interação entre essas duas esferas da ?criação?. Essa valorização da criação será um fator relevante na síntese entre neoplatonismo e judaísmo, próprio da teologia cristã de primeira onda ? porque o caráter necessariamente negativo da matéria, na epistemologia helênica, encontrará resistência na consideração positiva da criação, no judaísmo, de modo que a síntese terá de estabelecer uma ?história? da negativação da criação positiva: a ?queda? gnóstico-platônica das almas na matéria será traduzida na interpretação histórico-alegórica do mito de Gn 2-3: a expulsão de Adão e Eva do Paraíso é assumida como a ilustração historicizante da queda, e, a partir daí, a negativação da matéria, ponto fundamental da epistemologia ocidental, é atualizada pela contaminação da criação pelo pecado humano. Os dois pontos iniciais são costurados, ao preço da descaracterização da positividade assumida na cosmogonia. Isto é ? já não faz diferença se a criação era boa (Gn 1) ? agora, depois que Adão e Eva pecaram, a criação tornou-se contaminada. Assim, platonismo e ?cristianismo(s)? tornam-se epistemologicamente coincidentes. e) o segundo ruído constitui-se pela introdução de Aristóteles, a partir das invasões (continu.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (12) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Alexandre Forte Maia - Integrante / Osvaldo Luiz Ribeiro - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2019 - Atual

Faculdade Unida de Vitória

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2007 - Atual

Banco Central

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Procurador do Banco Central do Brasil

2006 - 2007

PROCURADORIA GERAL FEDERAL

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Procurador Federal, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

2002 - 2003

Defensoria Publica do Distrito Federal

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Encarregado de Assistência Judiciária, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

2006 - 2006

Conselho Federal de Medicina Veterinária

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Advogado, Carga horária: 44

2008 - 2009

Faculdade ESPAM

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor de Processo Civil, Carga horária: 20