Patrícia Marcelino
Psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com especialização em Psicologia Escolar e Educacional pela Uninter. Possui MBA em Gestão de Projetos pela USP Esalq e atualmente cursa o Mestrado Profissional em Políticas Públicas no Insper.Atuou como Analista de Projetos Sociais na Fundação Abrinq, desenvolvendo e acompanhando programas voltados à infância e adolescência. Tem experiência na formulação e implementação de editais, gestão de projetos sociais e educacionais, monitoramento de organizações da sociedade civil, análise de impacto e articulação intersetorial com escolas, ONGs e órgãos públicos.Foi consultora de projetos educacionais no Instituto Resgatando Vidas Rede Gerando Falcões, atuando com planejamento e consultoria em desenvolvimento social e captação de recursos. Também possui experiência clínica no atendimento psicológico de crianças, adolescentes e adultos.Na pesquisa acadêmica, foi bolsista do CNPq-CEPE, investigando a dimensão subjetiva da desigualdade social em São Paulo. Durante a graduação, atuou como monitora voluntária da disciplina de Fenomenologia.Atualmente, também é conselheira fiscal na Creche Elza Galvão, contribuindo para a gestão de instituições do terceiro setor voltadas à educação infantil.
Informações coletadas do Lattes em 28/05/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização em andamento em Psicologia Escolar e Educacional
2022 - Atual
Especialização em Gestão de Projetos
2023 - 2024
USP Esalq
Título: A relevância da gestão de qualidade em organizações da sociedade civil - impacto na maturidade organizacional.
Orientador: Leonardo Queiroz Leite
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Participação em eventos
Acompanhamento das Violências no Estado de São Paulo: Notificação Intersetorial da Violência?.. 2017. (Oficina).
III Seminário de Psicologia e Políticas Públicas Temas: Reforma Política e Participação Social. 2016. (Seminário).
Produções bibliográficas
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MARCELINO, P. . OS AFETOS NAS SIGNIFICAÇÕES DE VÍNCULO HUMANO- CONVÍVIO COLETIVO E POLÍTICO: SOB UMA PERSPECTIVA SÓCIO-HISTÓRICA.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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MARCELINO, P. . A Dimensão Subjetiva da Desigualdade Social em São Paulo (direitos e cidadania). 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MARCELINO, P. ; MACEDO, A. L. F. ; LOPES, M. ; PIRES, C. S. . Perspectivas do futuro de jovens em situação de exclusão social.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
Outras produções
MARCELINO, P. . Programa Arvorar. 2022.
Projetos de pesquisa
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2016 - 2017
Dimensão Subjetiva da desigualdade social na cidade de São Paulo, Descrição: O presente trabalho constitui a 4a etapa da pesquisa Dimensão Subjetiva da Desigualdade Social na cidade de São Paulo, cujo objetivo é aprofundar a compreensão da vivência da desigualdade em relação aos subtemas educação, questão urbana, direitos e cidadania, mais especificamente aqui trata-se da relação com a cidade. Desta forma foi elaborado um roteiro de entrevista visando apreender as significações produzidas pelos indivíduos residentes na cidade acerca de sua própria história, e de sua sociedade, e como tais conteúdos constituem e produzem e mantém o fenômeno da desigualdade social. A pesquisa é fundamentada na Psicologia sócio-histórica, que concebe a desigualdade social como constituída, não apenas, pela sua parte objetiva (diferença de acúmulo de riqueza), mas também por uma parte subjetiva (simbólica), assim se constituindo a partir da significações que o indivíduo traça em sua história. Ambas ocorrem de forma conjunta, por meio de mediações, como por exemplo, a linguagem. O instrumento de entrevista foi orientado pelo método de conversação de González Rey (2005). Foram realizadas duas entrevistas com moradores da região vermelha- maior índice de exclusão social (Pochmann, 2004) com ênfase na relação de cada um deles com a cidade. A análise foi realizada a partir da proposta de construção de indicadores e núcleos de significação de Aguiar e Ozella (2006). Os resultados indicam significações da vivência na cidade de São Paulo relacionadas com ideologia dominante, tais como a meritocracia, trazendo uma escala valorativa de pessoas, onde o rico permanece no topo, e eles, pobres, ocupam a base desta escala, frequentemente trazendo o sentimento de não pertencimento à cidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Patricia Marcelino - Coordenador / Sandra Sanchez - Integrante / Graça Marchina Gonçalves - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Histórico profissional
Experiência profissional
2017 - 2017
Diretoria Regional de EnsinoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágiaria, Carga horária: 4
2018 - 2018
INSTITUTO PEDRO HENRIQUE DE DIREITOS HUMANOSVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágiaria, Carga horária: 4
2019 - 2019
Escola PrimeiraVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 30
2022 - 2022
Consultora de projetos sociaisVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Autônoma, Carga horária: 30
2023 - 2025
Fundação AbrinqVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Analista de Projetos Sociais, Carga horária: 40
Outras informações:
Análise do cenário da infância e adolescência para contribuição de novas estratégias e ações a fim de melhorar os resultados dos programas e projetos; Apoio na formulação e implementação dos editais dos programas e projetos - definição de critérios de avaliação, estruturação dos formulários de inscrição; Análise e avaliação dos projetos temáticos e propostas de reformas em editais; Assessoria e acompanhamento de projetos sociais das organizações da sociedade civil conveniadas ao Programa Nossas Crianças; Realização de visitas técnicas presenciais em organizações da sociedade civil (OSCs) em todo território nacional; Apoio no planejamento e desenvolvimento encontros formativos presenciais; Planejamento e desenvolvimento das reuniões mensais (temas, convidados, formato) da Rede Nossas Crianças; Elaboração dos relatórios técnicos do assessoramento; Participação nos espaços de debate com foco na criança e adolescente (fóruns, reuniões, seminários e outras atividades de mobilização e articulação); Apoio as ações de comunicação: sugestão de pautas, depoimentos, cases e histórias dos beneficiários;
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