Breno Falcão de Carvalho

Sou Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba, Mestre e atualmente doutorando em Ciências Biológicas, com especialização em Zoologia, pela mesma universidade. Minha atuação é focada em ecologia, estrutura de comunidades, modelagem de nicho e ecofisiologia, além da diversidade da herpetofauna neotropical. Sou pesquisador colaborador em projetos como "História Evolutiva, Ecologia e Conservação da Herpetofauna da Caatinga" e "Mudanças Climáticas e a Sociobiodiversidade Amazônica: Perspectivas da Herpetofauna".

Informações coletadas do Lattes em 03/12/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Ciências Biológicas (Zoologia)

2023 - Atual

Universidade Federal da Paraíba
Título: ECOLOGIA TÉRMICA DE LAGARTOS TROPICAIS: Desvendando padrões de tolerância, desempenho e risco de extinção frente as mudanças climáticas na Caatinga, Cerrado e Floresta Amazônica no Brasil
Daniel Oliveira Mesquita. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: lagartos; ecologia térmica; caatinga; cerrado; amazônia.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia.

Mestrado em Ciências Biológicas (Zoologia)

2020 - 2022

Universidade Federal da Paraíba
Título: ECOLOGIA DA TAXOCENOSE DE LAGARTOS NA SERRA VERMELHA: DESVENDANDO PADRÕES DE DIVERSIDADE E USO DO RECURSO EM UMA ÁREA DE TRANSIÇÃO ENTRE OS BIOMAS CAATINGA E CERRADO NO NORDESTE DO BRASIL, Ano de Obtenção: 2022
Daniel Oliveira Mesquita.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Comunidade; Ecótono; Estrutura; Réptil.Grande área: Ciências Biológicas

Graduação em Ciências Biológicas

2016 - 2020

Universidade Federal da Paraíba
Título: USO DE RECURSOS ESPACIAIS EM TAXOCENOSE DE GIRINOS EM UMA ÁREA DE MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DA PARAÍBA - BRASIL
Orientador: Daniel Oliveira Mesquita

Formação complementar

2017 - 2017

Ecologia Geral e Técnicas de Amostragem de Pequenos Mamíferos. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2016 - 2016

Citogenética Animal e Humana. (Carga horária: 6h). , Universidade Estadual da Paraíba, UEPB, Brasil.

2016 - 2016

Microalgas e suas Potencialidades Biotecnológicas. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Participação em eventos

XVI Semana da Biologia. 2017. (Congresso).

ENGEB. 2016. (Encontro).

XV Semana da Biologia. 2016. (Congresso).

Produções bibliográficas

  • MARQUES, R. ; GARDA, A. A. ; FURTADO, A. P. ; BRUINJE, A. C. ; PROTAZIO, A. S. ; CARVALHO, B. F. ; VIEIRA, C. R. ; GOMES, D. ; PANTOJA, D. L. ; FIGUEIREDO, D. S. ; SHEPARD, D. B. ; CAMURUGI, F. ; COELHO, F. E. A. ; MAGALHAES, F. M. ; CAETANO, G. H. O. ; COLLI, G. R. ; PAULINO, H. M. ; CARVALHO, I. T. S. ; GRACIENE, J. ; ALVARENGA, J. M. . Herpetofauna of protected areas in the Caatinga VIII: An updated checklist for the Serra das Confusões region with new data from Serra Vermelha, Piauí, Brazil. Biota Neotropica , v. 4, p. e20231520, 2023.

Projetos de pesquisa

  • 2024 - Atual

    Mudanças climáticas e a sociobiodiversidade amazônica: perspectivas da herpetofauna, Descrição: Nós propomos utilizar a herpetofauna amazônica como referencial de biodiversidade para entender e mitigar os impactos das mudanças climáticas globais sobre espécies e populações naturais Amazônicas, através de novas abordagens eco-evolutivas e socioambientais integrativas. A proposta concentra-se na interação com comunidades ribeirinhas, estabelecendo quatro objetivos com metas específicas: (1) desenvolver e aplicar uma ferramenta de análise do discurso sobre as relações entre biodiversidade e clima e suas alterações históricas e contemporâneas em comunidades e aldeias ribeirinhas (aplicada a comunidades tradicionais das bacias do Rio Negro e Araguaia, onde equipes proponentes possuem pontos de articulação e apoio já estabelecidos); (2) fortalecer e expandir práticas de monitoramento e manejo de ninhos e ovos de quelônios amazônicos realizadas nessas comunidades ribeirinhas com o objetivo de monitorar a qualidade termal e os impactos de incrementos de temperatura sobre a expressão fenotípica e genética de filhotes de quelônios amazônicos e sobre as práticas sustentáveis de manejo que as comunidades tradicionais desenvolvem, como o Turismo de Base Comunitária; (3) coletar e analisar dados de anfíbios e répteis amazônicos ao longo de gradientes ambientais para realizar modelagem preditiva dos impactos de mudanças climáticas na biodiversidade, com enfoque inovador que integra ecologia, fenótipos funcionais, genética e informações de reprodução e desenvolvimento (e assim transpor os conhecimentos adquiridos no objetivo 2 para a ampla escala regional da Amazônia e zonas de transição) e ; (4) a partir da análise de discurso do objetivo 1, desenvolver produtos de engajamento do público com a ciência envolvendo os resultados obtidos nos objetivos (2) e (3) junto a aldeias e comunidades ribeirinhas envolvidas na proposta e a setores envolvidos na tomada de decisões e políticas públicas em conservação, estabelecendo um modelo de transposição do conhecimento científico para comunidades locais que possa ser aplicado em diferentes localidades da região amazônica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Breno Falcão de Carvalho - Integrante / Daniel Oliveira Mesquita - Coordenador.

  • 2021 - Atual

    História evolutiva, Ecologia e Conservação da Herpetofauna da Caatinga, Descrição: A Caatinga cobre cerca de 850.000 km , que representa cerca de 11 do território brasileiro. Ela ainda éum ambiente pouco amostrado, sendo sua riqueza muito subestimada. Para a herpetofauna, atualmente estão descritas cerca de 312 espécies, sendo 79 de lagartos, 112 de serpentes, 10 de quelônios, 3 Crocodylia, 98 anfíbios anuros e 3 Gymnophiona. Ainda, esses números devem aumentar muito, uma vez que 40 do Bioma nunca foi investigado, e 80 permanece sub-amostrado. A biota da Caatinga tem sido descrita na literatura como pobre, abrigando poucas espécies endêmicas, sendo portanto de baixa prioridade para preservação. Entretanto, estudos recentes têm mostrado uma realidade extremamente diferente. Durante as últimas décadas, a Caatinga foi ocupada de forma avassaladora por atividades agropecuárias e mesmo as projeções mais otimistas indicam que grande parte dos seus ambientes naturais desaparecerão dentro de algumas décadas. Modelos climáticos que incorporam as mudanças do uso da terra e a perda de hábitats predizem importantes alterações no ciclo hidrológico e do carbono, com profundos impactos sobre o clima da Caatinga. A interação entre mudanças climáticas e a perda de hábitats, aliada à negligência governamental com a conservação da biodiversidade e o uso sustentável dos recursos naturais da Caatinga, apontam para uma crise de perda de biodiversidade de grandes proporções, comprometendo seriamente a capacidade do Brasil de cumprir suas obrigações frente à Convenção sobre Diversidade Biológica CDB, assim como a capacidade da Caatinga de fornecer serviços ecossistêmicos para sustentar o desenvolvimento humano. Apesar da sistemática e da taxonomia serem a base para o estudo da biodiversidade, até recentemente a contribuição dessas disciplinas para a biologia da conservação esteve aquém das possibilidades. A conservação das espécies não é suficiente para a manutenção da diversidade biológica. O reconhecimento de populações como unidades biológicas para conservação envolve a distinção entre a existência de uma estruturação genética antiga ou recente. Ainda, o Bioma carece de informações ecológicas e revisões sistemáticas de espécies do mesmo. Estes estudos tornam-se necessários para formular uma biogeografia histórica do bioma, bem como para produzir subsídios para a preservação do mesmo. Os poucos esforços na amostragem, associados ao conjunto de grupos que claramente compreendem complexos de espécies ainda contribuem para que a biodiversidade desse bioma seja subestimada. O objetivo deste projeto é produzir e divulgar conhecimentos sobre ecologia e evolução da herpetofauna da Caatinga, de maneira a promover sua conservação. Especificamente, identificar padrões e processos da distribuição espacial e temporal da biodiversidade da Caatinga, definir estratégias e ações para promover a conservação e o uso sustentável e formar recursos humanos altamente qualificados em herpetofauna da Caatinga. Este projeto trata-se de mais um dos esforços do grupo de pesquisa Herpetologia do Nordeste, que vem desde 2008 trabalhando para gerar subsídios para o conhecimento da herpetofauna do Nordeste do Brasil, principalmente da Caatinga. Trata-se de uma iniciativa de longa duração, que envolve pesquisadores de pelo menos cinco universidade brasileiras (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Universidade de Brasília, Universidade Federal da Paraíba, Universidade Estadual do Maranhão e Universidade Federal do Rio Grande do Norte), e duas universidades norte americanas (American Museum of Natural History e Auburn University at Montgomery).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Breno Falcão de Carvalho - Integrante / Daniel Oliveira Mesquita - Coordenador.

  • 2020 - 2022

    ECOLOGIA DA TAXOCENOSE DE LAGARTOS NA SERRA VERMELHA, PIAUÍ, NORDESTE DO BRASIL: DESVENDANDO PADRÕES DE DIVERSIDADE E USO DO RECURSO EM UMA ÁREA DE TRANSIÇÃO ENTRE OS BIOMAS CAATINGA E CERRADO, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Breno Falcão de Carvalho - Coordenador / Daniel Oliveira Mesquita - Integrante.

  • 2019 - 2020

    Correlação Entre Variáveis Microclimáticas e o Canto de Anúncio de Anuros no Bioma Caatinga, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Breno Falcão de Carvalho - Integrante / Daniel Oliveira Mesquita - Coordenador / Arielson dos Santos Protázio - Integrante / Gabriel David Moura de Figueiredo - Integrante.

  • 2018 - 2019

    Uso de Recursos Espaciais em uma Taxocenose de Girinos em uma Área de Mata Atlântica no Estado da Paraíba, Brasil, Descrição: A maneira de como as espécies ocupam os espaços disponíveis no habitat reflete em como essas espécies interagem com a comunidade em que estão inseridas, e o modo como as espécies se distribuem podem até mesmo refletir na composição de espécies de um determinado local, por isso, entender essa interação e distribuição da comunidade é de alta relevância. Estudos anteriores apontam diversos diversos fatores que influenciam e moldam a distribuição de girinos no seu habitat mas ainda não há um consenso sobre os fatores que determinam e moldam tais taxocenoses. Sendo assim, este trabalho teve como objetivo analisar como as espécies de girinos utilizam o recurso espacial em um fragmento de Mata Atlântica (APA Mata do Buraquinho), averiguando como os girinos estão distribuídos através do habitat e microhabitat e verificando quais são os fatores que estão agindo como pressões modeladoras sobre a taxocenose. O esforço amostral foi verificado, através de curvas de rarefação por indivíduos. Para verificar se a distribuição e a abundância de espécies variam em função das características do ambiente foram utilizadas Análises de Correspondência Canônica (CCA). A sobreposição de nicho espacial foi estimada pelo índice de sobreposição ?jk de Pianka (1974). 1262 indivíduos de 8 diferentes espécies foram coletados no total. Concluímos que a taxocenose se mostra estruturada e que dentre variáveis analisadas, 3 foram as mais importantes na estruturação da taxocenose, sendo essas por ordem de relevância: presença de macrófitas, área do corpo d?água e índice de turbidez. Cada um dos 3 parâmetros influenciando a taxocenose de uma forma geral, mas com diferentes intensidades em relação a cada espécie.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Breno Falcão de Carvalho - Integrante / Daniel Oliveira Mesquita - Coordenador / Izabel Regina Soares da Silva - Integrante.

Projetos de desenvolvimento

  • 2022 - 2024

    GESTÃO AMBIENTAL: DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES TÉCNICO-CIENTÍFICAS NO LICENCIAMENTO, FISCALIZAÇÃO, MONITORAMENTO AMBIENTAL E NA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE E RESERVA LEGAL, Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Breno Falcão de Carvalho - Coordenador / Bruno Marsicano Soares - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2022 - Atual

SUPERITENDÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2018 - 2019

Universidade Federal da Paraíba

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2018 - 2018

Serviço Social do Comércio - Paraíba (PB)

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Educador em Ciências e Humanidades, Carga horária: 20