Kanéa Emilie de Sousa Gauthier
Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Social, Saúde Mental e Saúde Indígena. Formou-se em Psicologia pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, com o Trabalho de Conclusão de Curso e Iniciação Científica com Bolsa intitulada "Diversidade e saúde indígena: perspectivas de profissionais no cuidado às populações tradicionais". Estágio de 1 ano, em 2019, no Complexo Comunitário Vida Plena de Pau da Lima, Salvador-BA, coordenando grupos terapêuticos na unidade, fazendo visita domiciliar em saúde mental e triagem no acolhimento de psicologia. Participou durante 3 anos do Grupo de Pesquisa Psicologia, Diversidade e Saúde da EBMSP.
Atualmente, pós-graduanda em Biossíntese pelo Centro de Biossíntese da Bahia coordenado por Eunice Rodrigues.
Informações coletadas do Lattes em 22/08/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em Psicologia
2015 - 2019
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Título: Diversidade e saúde indígena: perspectivas de profissionais no cuidado às populações tradicionais
Orientador: Marilda Castelar
Formação complementar
2016 - 2016
Extensão universitária em SUPERA. (Carga horária: 150h). , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.
2016 - 2016
Grupo de Estudos em Filosofia. (Carga horária: 36h). , Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, EBMSP, Brasil.
2015 - 2015
Análise do Comportamento aplicada aos problemas de casais. (Carga horária: 12h). , Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, EBMSP, Brasil.
2010 - 2012
Todo mundo faz teatro e canto juvenil. , Todo mundo faz teatro, TMFT, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia.
Participação em eventos
I Semana da Psicologia.Profissionais de Saúde na Atenção às Populações Indígenas. 2019. (Simpósio).
XVIII Mostra Científica e Cultural: Ciência, Arte e Saúde na Luta pela Democracia e XVI Jornada de Iniciação Científica/PIBIC. Diversidade Cultural na Saúde: Concepções de Profissionais que Atendem Populações Indígenas. 2018. (Feira).
Estratégias e Contextos. 2017. (Oficina).
I Congresso Latinoamericano y IV Argentino de Gestalt. 2017. (Congresso).
III Fórum de Juventudes do CAJU. 2017. (Outra).
III Jornada Junguiana da Bahia. 2017. (Outra).
Plantas medicinais: nos fazem bem ou mal?. 2017. (Oficina).
Seminário de Saúde Mental: Nós que travam e entrelaçam a rede de cuidados em saúde mental. 2017. (Seminário).
11° Simpósio Internacional sobre Consciência e 2° Simpósio Internacional sobre Autoconhecimento. 2016. (Simpósio).
Comunicação de Notícias Difíceis (Protocolo Spikes). 2016. (Oficina).
I Congresso Internacional do Nordeste de Psicologia Jurídica e Direito Penal. 2016. (Congresso).
II Acrovida - Encontro de Pacientes com Acromegalia e MPS Day.Acrovida. 2016. (Encontro).
XII Jornada de Análise do Comportamento. 2016. (Outra).
9° Congresso Norte Nordeste de Psicologia. 2015. (Congresso).
I Seminário Clínico APICE. 2015. (Seminário).
IX Congresso Transpessoal Internacional ALUBRAT - Florescer da Consciência e IV Colóquio de pesquisas em transpessoalidade. 2015. (Congresso).
Musicoterapia em saúde mental. 2015. (Oficina).
Relações raciais na formação de profissionais de saúde. 2015. (Outra).
Show: tantas palavras... uma pausa para inclusão!. 2015. (Outra).
XV Mostra Científica e Cultural.Direito de ir e vir: a percepção sobre acessibilidade na rodoviária de Salvador. 2015. (Outra).
Produções bibliográficas
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GAUTHIER, K. E. S. . Profissionais de Saúde na Atenção às Populações Indígenas. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
Projetos de pesquisa
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2018 - 2019
Diversidade e saúde indígena: perspectivas de profissionais no cuidado às populações tradicionais, Descrição: Introdução: os povos indígenas, desde antes da colonização europeia, utilizam plantas medicinais, rituais de cura e práticas diversificadas de promoção da saúde, contando com as figuras de saber e cura dos pajés, curandeiros e parteiras tradicionais. Os profissionais de saúde, que recebem formações no universo acadêmico com epistemologias de origem europeia, precisam lidar com visões distintas dos processos de saúde-doença no atendimento aos indígenas. No sentido de contribuir para reflexões acerca desse atendimento, buscou-se compreender essa relação cultural sob a ótica dos profissionais. Objetivo: compreender as perspectivas de saúde-doença de profissionais de saúde que atendem populações indígenas na Bahia. Metodologia: trata-se de uma pesquisa qualitativa com uso de entrevistas e que teve como base para a compreensão das respostas obtidas o perspectivismo ameríndio teorizado por Viveiros de Castro, antropólogo pós-estruturalista. Resultados e discussão: os entrevistados associaram a saúde aos determinantes sociais, autonomia, preservação da natureza, fazer profissional e alimentação. A questão da luta por direito de terras e sobrevivência foi fortemente marcada e o território foi mencionado como principal fator de saúde ou adoecimento, desde a luta por vida digna à preservação da cultura, da vida indígena e da natureza. Portanto, falar em saúde indígena é também refletir sobre as condições de organização político-social na história humana. Considerações finais: as perspectivas ameríndias podem apresentar possibilidades de relacionamentos decolonizadores, de coexistência entre as diferenças, preservando a natureza que é, por si só, diversidade. Palavras-Chave: Saúde; Saúde Mental; Indígenas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Kanéa Emilie de Sousa Gauthier - Integrante / Marilda Castelar - Coordenador.
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2018 - Atual
Atuação de Profissionais de Saúde nos Conselhos e na Efetivação da Política Nacional de Saúde Mental na Bahia, Descrição: INTRODUÇÃO: A participação social nas políticas públicas está prevista na legislação brasileira. No Sistema Único de Saúde (SUS), ela se ocorre historicamente por meio dos conselhos e das conferências municipais, estaduais e nacional de saúde. Esta prática do controle social, que busca garantir os direitos da população à saúde pública de qualidade, deve permear todas as ações e serviços de saúde, desde a fiscalização dos serviços e dos recursos financeiros até a formulação de estratégias, o acompanhamento, e a deliberação de políticas e programas. Porém, os conselhos de direitos nem sempre conseguem viabilizar um efetivo controle social definido em amplo arcabouço jurídico. No campo da saúde mental, o controle social exerce papel fundamental como importante instrumento na luta antimanicomial em favor da implantação e efetivação da Política Nacional de Saúde Mental em cada município do estado da Bahia. Ressalta-se a importância desta pesquisa devido ao fato de ela ocorrer em uma conjuntura especial, com relevante desgaste político e protestos populares reivindicando melhorias em prol da sociedade, em especial na saúde e na educação. OBJETIVO: Analisar a atuação dos profissionais de saúde e de educação atuantes nos conselhos de direitos e na efetivação da Política Nacional de Saúde Mental na Bahia, transversalizando com aspectos étnico-raciais, de gênero e geracionais. MÉTODOS: Trata-se de uma pesquisa quantitativa e qualitativa. A primeira etapa será descritiva observacional do tipo avaliativa, com corte transversal. A coleta da amostra ocorrerá de forma aleatória por conglomerados, e consistirá em conselheiros municipais de saúde de cidades das 09 macrorregiões de saúde existentes na Bahia. Os dados serão levantados por meio de questionários, a serem enviados aos conselheiros e profissionais via plataforma Survey Monkay, por e-mail e smartphone. Os resultados serão analisados por método de estatística descritiva, com análise bivariada através do teste Qui Quadrado. Em paralelo será desenvolvida a Etapa Qualitativa que consistirá na análise de perguntas abertas do questionário, entrevistas gravadas em áudios e observações participantes a serem realizadas em equipamentos de saúde e educação, análises de entrevistas, incluindo as já realizadas com profissionais de saúde do banco de dados do grupo de pesquisa, as transcrições e demais informações, serão analisadas conforme análise de conteúdo e dos discursos dependendo do objetivo específico a ser alcançado. RESULTADOS ESPERADOS: Espera-se que esta pesquisa possa contribuir para o aperfeiçoamento do funcionamento dos conselhos de direitos e para maior participação da sociedade civil; para a formação e atuação profissional em saúde e educação que atuam no campo da saúde mental incluindo suas interfaces com outras políticas públicas, e dessa forma conscientizar a comunidade acadêmica acerca da importância da sua atuação profissional nos conselhos de saúde, representando a rede de atenção psicossocial que estão engajados na luta antimanicomial. E assim colaborar para uma possível tomada de consciência de profissionais de saúde e de educação sobre a existência de sofrimento psíquico e de práticas não humanizadas na assistência dos usuários dos serviços de saúde, visando dessa forma restabelecer possibilidades de convívio em nossa sociedade. Palavras Chave: Atuação Profissional, Política Pública, Saúde Mental, Conselhos de Saúde, Controle Social.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (4) . , Integrantes: Kanéa Emilie de Sousa Gauthier - Integrante / Verena Souza Souto - Integrante / Juliana Serafim Gonçalves Rocha - Integrante / Marilda Castelar - Coordenador / Jamile Dantas Nascimento Santos - Integrante / Jailson Vieira Machado - Integrante / Daniela Maria Barreto Martins - Integrante / Camila Barreto Bonfim - Integrante / Yasmin Guanaes Silva de Carvalho - Integrante / Larissa Ribeiro Nogueira Lima - Integrante / Manuela Santos Rocha - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2018 - 2019
Escola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante
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