GABRIELA CAILLOUEL

Formada em Técnico em Agropecuária (2018). Graduanda em Medicina Veterinária no Instituto Federal Catarinense - Campus Araquari, bolsista e integrante do Núcleo de Ensino, Extensão e Pesquisa em Produção Animal (NEPPA).

Informações coletadas do Lattes em 05/05/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Medicina Veterinária

2018 - Atual

Instituto Federal Catarinense - Campus Araquari

Curso técnico/profissionalizante

2015 - 2017

Instituto Federal Catarinense - Campus Araquari

Ensino Médio (2º grau)

2015 - 2017

Instituto Federal Catarinense, IF-Catarinense

Formação complementar

2023 - 2023

Inspeção Sanitária de Suínos: Exame Post-mortem e Registros de Inspeção - T. (Carga horária: 30h). , Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de SC, CIDASC, Brasil.

2021 - 2021

Academia ELO - Times de Alto Impacto. (Carga horária: 8h). , ELO, ELO, Brasil.

2019 - 2019

Nutrição Animal na Agroindústria. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2019 - 2019

- Fases de criação de um cão-guia, do nascimento ao cão-guia graduado e Atu. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2019 - 2019

A Importância do Mycoplasma e seus prejuízos na produção de suínos. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2019 - 2019

Diarreias Crônicas em Cães. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2019 - 2019

Controle de qualidade em Centrais de Difusão Genética de suínos. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2019 - 2019

Análise De Efusões Cavitárias. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2019 - 2019

Avanços no diagnóstico e monitoramento da mastite bovina. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2019 - 2019

Nutrição de Cães e Gatos. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2018 - 2018

Modalidades de fisioterapia equina no HVLL. (Carga horária: 130h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2018 - 2018

O papel do Médico Veterinário em um zoológico. (Carga horária: 130h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2018 - 2018

Terminação de bovinos em confinamento: riscos e vantagens. (Carga horária: 130h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2017 - 2017

Criação de bezerras leiteiras. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2017 - 2017

Palestra - Desafios e perspectivas para o uso da inseminação artificial em. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2017 - 2017

Retomada da atividade cíclica pós-desmame em fêmeas suínas: fatores que in. (Carga horária: 1h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2017 - 2017

Afecções do aparelho locomotor dos equinos. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

2017 - 2017

Bem-estar animal e a sustentabilidade da produção leiteira. (Carga horária: 1h). , INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI, IFC, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente.

Participação em eventos

Encontro de Líderes do MEJ EDL 21. 2021. (Encontro).

Encontro Nacional de Empresas Juniores. 2021. (Encontro).

SEPE - Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão - SEPE.PARÂMETROS ZOOTÉCNICOS E METABÓLICOS DE MARRECOS-DE-PEQUIM (ANAS BOSCHAS). 2021. (Outra).

Congresso Catarinense de Empresas Juniores. 2020. (Congresso).

SEPE - Semana de Ensino, Pesquisa e Extenção.COMPORTAMENTO DE FÊMEAS SUÍNAS E DESEMPENHO ZOOTÉCNICO DE LEITÕES ALOJADOS EM BAIAS PARIDEIRAS. 2018. (Outra).

SEPE - Semana de Ensino Pesquisa e Extensão.O que a física tem a ver com a suinocultura?. 2017. (Outra).

SEPE - Semana de Ensino Pesquisa e Extensão.Mortalidade embrionária em suínos pela ação da micotoxina zearalenona (ZEA) ? uma revisão de literatura. 2016. (Outra).

Produções bibliográficas

  • PERIPOLLI, V. ; CAILLOUEL, G. ; OLIVEIRA JUNIOR, J. M. ; NORNBERG, J. L. ; Bianchi, I ; SCHWEGLER, E. ; MOREIRA, F. . Efeito da substituição parcial do milho por melaço de cana-de-açúcar sobre parâmetros sanguíneos e a composição do músculo longissimus thoracisde suínos em crescimento. CIÊNCIA ANIMAL BRASILEIRA , v. 24, p. 1, 2023.

  • SILVA, F. B. ; CAILLOUEL, G. ; PELISSARO, P. R. ; ZUFFO, J. P. ; PERIPOLLI, V. ; OLIVEIRA JUNIOR, J. M. ; Bianchi, I ; SCHWEGLER, E. ; MOREIRA, F. . IMUNIDADE MATERNA DO FRANGO NAS ARTRITES CAUSADAS POR REOVÍRUS. In: Carlos Alexandre Oelke; Rosemary Laís Galati. (Org.). ZOOTECNIA: TÓPICOS ATUAIS EM PESQUISA. 1ed.: , 2023, v. 2, p. 126-135.

  • CAILLOUEL, G. ; BAKO, E. P. M. ; FORTUNATO, M. E. ; MOREIRA, F. ; OLIVEIRA JUNIOR, J. M. . COMPORTAMENTO DE FÊMEAS SUÍNAS E DESEMPENHO ZOOTÉCNICO DE LEITÕES ALOJADOS EM BAIAS PARIDEIRAS. In: XI Mostra Nacional de Iniciação Científica e Tecnológica Interdisciplinar (MICTI), 2018, São Bento do Sul. Anais da XI Mostra Nacional de Iniciação Científica e Tecnológica Interdisciplinar (MICTI), 2018. v. 1.

  • CAILLOUEL, G. ; MOREIRA, F. ; PERIPOLLI, V. ; OLIVEIRA JUNIOR, J. M. ; BORGES, J. H. R. . AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE DESINFECÇÃO DE OVOS FÉRTEIS SOBRE ÍNDICES DE CONTAMINAÇÃO ASSOCIADO AO USO DE PROBIÓTICO SOBRE O DESEMPENHO DE FRANGOS. 2021. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - 2023

    Perfil imunológico e parâmetros zootécnicos de frangos provenientes de matrizes de idades diferentes e sua relação com artrite infecciosa por reovírus, Descrição: O frango de corte após o nascimento não é imuno-competente e depende da transferência de anticorpos maternos via ovo para que desenvolva proteção contra patógenos nos primeiros dias de vida. Esta é a fase onde as aves estão mais susceptíveis a microrganismos patogênicos, os quais são causadores de artrite infecciosa, como o reovírus aviário. Apesar de conhecer sobre fatores que contribuem para o tamanho e conteúdo do saco vitelino, pouco se sabe sobre como a idade da matriz influencia na transferência de imunoglobulinas para a gema de ovo e, consequentemente, na concentração de imunoglobulinas na progênie. O estudo tem por objetivo avaliar o efeito da idade de matriz sobre a imunidade e o desempenho zootécnico de frangos e sua relação no desenvolvimento de artrites infecciosas por reovírus. Serão utilizados 3.840 machos, Ross 95, divididos em três tratamentos. No T1, serão alojados frangos provenientes de matrizes com idade de 28 a 34 semanas; no T2, frangos provenientes de matrizes de 35 a 41 semanas e no T3 frangos provenientes de matrizes de 42 a 48 semanas de idade. As aves serão distribuídas em 96 boxes, com 40 aves cada box, por meio de delineamento de blocos ao acaso, sendo divididos em 1.280 aves para cada tratamento. Serão realizadas análises nos grupos de tratamento no dia 1, 21 e 42 de idade dos frangos, para avaliação do desempenho zootécnico por meio de pesagens em cada um dos três momentos (idades), para o ganho médio diário, conversão alimentar, taxa de mortalidade, para cada tratamento durante todo o tempo de alojamento. Será coletado material de duas aves por box em cada uma das idades por meio da eutanásia por deslocamento cervical, onde será coletado sangue para a avaliação do perfil imunológico, Bursa de Fabrícius e articulação tibiotársica para a análise de RT-PCR Real-Time para detecção de reovírus e porções de intestino delgado para a análise da morfometria intestinal. Ainda fragmentos da Bursa, articulação e intestinos serão coletas em formol a 10% para a avaliação histopatológica. Todos os resultados obtidos serão comparados entre si por meio de análises estatísticas ao nível de significância de P<0,05 realizadas usando o software Jamovi 2.0... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Gabriela Caillouel - Integrante / Fabiana Moreira - Coordenador / Vanessa Peripolli - Integrante / Ivan Bianchi - Integrante / Elizabeth Schwegler - Integrante / Fernanda Brunel da Silva - Integrante / Paulo Roberto Pelissaro - Integrante / João Paulo Zuffo - Integrante.

  • 2020 - 2021

    Parâmetros zootécnicos e metabólicos de Marrecos-de-Pequim (Anas boschas), Descrição: O marreco-de-Pequim (Anas boschas) tem sido criado pelos chineses a mais de 3000 anos em consorciação com arrozeiras (anarizicultura). Por volta de 1368-1644 o marreco-de-Pequim começou a ser criado para o abate por imperadores e pessoas de alta patente do continente Asiático (PAULA, 2004). No Brasil sua criação iniciou na década de 50 no Estado de Santa Catarina, mais precisamente na região do Vale do Rio Itajaí, devido à forte influência da cultura alemã que aprecia e promove o seu consumo. Contudo, ao aumento da escala e a preponderância da finalidade comercial da atividade é mais recente, tendo se estruturado principalmente ao longo dos anos 1990 e 2000 e se fixou nas mesorregiões Norte Catarinense e Vale do Itajaí, onde se localiza a maior agroindústria do país para abate dessas espécies (GIEHL., et al 2018). Embora o estado de Santa Catarina seja mais conhecido pela produção de frangos de corte e suínos, outras espécies também se destacam, como é o caso dos bovinos, perus, patos e marrecos (GIEHL.,2018). O estado é, atualmente, o maior polo industrial de produção de patos (Cairina moschata domesticus), marrecos (Anas boschas L.) e gansos (Anser anser L.), constituindo 60% da produção brasileira e 99% das exportações (ABPA, 2018). Na indústria avícola, os marrecos e patos possuem a característica de proporcionar uma série de produtos que vão desde a produção de carne à ovos, penas para fins ornamentais, fígados engordurados e outros produtos para atendimento de um mercado cada vez mais em ascensão, porém pouco explorado na América Latina (RUFINO et al., 2015). Em 2001 foram abatidos 272 mil patos e marrecos, com produção de 653 toneladas de carne. Nos anos seguintes observou-se um salto na produção, atingindo-se 2,85 mil toneladas em 2004, sendo Santa Catarina responsável por 79% dos abates. (UBA, 2005, p.68). Em 2007, último ano que se tem informações de todos os estados produtores, foram abatidas 1,58 milhão de aves, com produção de 3,87 mil toneladas. Na ocasião, Santa Catarina era responsável por 83,11% dos abates. Sendo que, parte significativa da produção é consumida nas cidades de colonização europeia próximas às regiões produtoras de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro (GIEHL.,2018).O marreco-de-Pequim (Anas boschas) tem sido criado pelos chineses a mais de 3000 anos em consorciação com arrozeiras (anarizicultura). Por volta de 1368-1644 o marreco-de-Pequim começou a ser criado para o abate por imperadores e pessoas de alta patente do continente Asiático (PAULA, 2004). No Brasil sua criação iniciou na década de 50 no Estado de Santa Catarina, mais precisamente na região do Vale do Rio Itajaí, devido à forte influência da cultura alemã que aprecia e promove o seu consumo. Contudo, ao aumento da escala e a preponderância da finalidade comercial da atividade é mais recente, tendo se estruturado principalmente ao longo dos anos 1990 e 2000 e se fixou nas mesorregiões Norte Catarinense e Vale do Itajaí, onde se localiza a maior agroindústria do país para abate dessas espécies (GIEHL., et al 2018). Embora o estado de Santa Catarina seja mais conhecido pela produção de frangos de corte e suínos, outras espécies também se destacam, como é o caso dos bovinos, perus, patos e marrecos (GIEHL.,2018). O estado é, atualmente, o maior polo industrial de produção de patos (Cairina moschata domesticus), marrecos (Anas boschas L.) e gansos (Anser anser L.), constituindo 60% da produção brasileira e 99% das exportações (ABPA, 2018). Na indústria avícola, os marrecos e patos possuem a característica de proporcionar uma série de produtos que vão desde a produção de carne à ovos, penas para fins ornamentais, fígados engordurados e outros produtos para atendimento de um mercado cada vez mais em ascensão, porém pouco explorado na América Latina (RUFINO et al., 2015). Em 2001 foram abatidos 272 mil patos e. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriela Caillouel - Integrante / Fabiana Moreira - Coordenador.

  • 2019 - Atual

    Perfil lipídico do músculo Longissimus dorsi em carcaças de leitões suplementados com melaço como palatabilizante da dieta, Descrição: O custo de uma produção suína está ligado diretamente à nutrição, podendo representar quase 70% dos custos totais de uma granja. Neste sentido, os produtores têm buscado cada vez mais alternativas para minimizar os custos com a alimentação mantendo o potencial de produção e o mercado com produtos de qualidade. A nutrição que o animal recebe durante sua vida, torna a carne suína com alto padrão de qualidade, que está, cada vez mais relacionada à deposição de músculo na carcaça e menor espessura de gordura subcutânea. O objetivo do projeto é avaliar o efeito do melaço como palatabilizante pós-peletização sobre o perfil lipídico do músculo Longissimus dorsi da carcaça de leitões em fase de crescimento. Para o estudo, serão utilizadas carcaças de 20 leitões abatidos em frigorífico local, em fase de crescimento de ambos os sexos, abatidos com 90 dias e peso médio de 70Kg. Os animais foram submetidos a 2 tratamentos distintos, sendo eles o grupo controle com palatabilizante açúcar (n= 10 leitões) e melaço (n= 10 leitões), ambos com dieta basal formulada para atender as exigências nutricionais de acordo com a faixa etária. O grupo tratamento recebeu ração com melaço pulverizado como palatabilizante após a peletização, enquanto o grupo controle recebeu o açúcar, adicionado durante a batida das rações, ambas processadas a temperatura de 90oC. Após todas as etapas do abate, quando ocorrer o rigor mortis, serão extraídas amostras da meia carcaça esquerda do músculo Longissimus dorsi entre a 12a e 13a vértebra torácica, esta amostragem colhida será em torno de 500 gramas. A área de olho de lombo (AOL) e a espessura de gordura subcutânea serão medidas pelo método com paquímetro, e valores expressos em milímetros. As amostras serão identificadas individualmente, separadas em peças de 100 gramas aproximadamente referente a cada animal, e fotografadas para posteriormente medir a AOL pelo software Image J. Após as amostras serão acondicionadas em sacos plásticos e congeladas (freezer a -20°C), para posteriores análises físico-químicas. As amostras do músculo Longissimus dorsi, previamente trituradas e homogeneizadas, serão utilizadas para as determinações de umidade, cinzas e proteína bruta de acordo com a Association Of Official Analytical Chemists (AOAC, 1995)AOAC, proteína total será quantificada seguindo a metodologia utilizada por Lowry (1951). Para as análises do perfil lipídico serão realizadas de acordo com Hara e Radin (1978), e a transesterificação do perfil de ácidos graxos de acordo com Christie (1989). Dessa forma, pretende-se demonstrar o impacto da composição do perfil lipídico da carne suína, já que os padrões nutricionais que o animal recebeu durante sua vida, podem melhoram a qualidade das carcaças com baixa quantidade de gordura saturadas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Gabriela Caillouel - Coordenador / Fabiana Moreira - Integrante / Vanessa Peripolli - Integrante / Juahil Martins de Oliveira Junior - Integrante., Financiador(es): INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI - Auxílio financeiro.

  • 2016 - 2017

    Baias parideiras na Suinocultura - uma nova perspectiva para os sistemas produtivos promotores do bem-estar animal, Descrição: Atualmente, os padrões europeus de bem-estar em criações suínas se mostram referências mundiais, representando potenciais barreiras mercadológicas de comercialização de carne suína. Consumidores americanos e europeus, principalmente da União Européia questionam a forma como os animais são criados com relação à intensificação da produção, não aceitando mais certas práticas de manejo e alojamento, como o manutenção de fêmeas gestantes em gaiolas individuais, o que culminou com sua proibição legal nos sistemas produtivos da União Européia em 2013. O Brasil, sendo um dos maiores produtores e também exportadores de suínos, intensificou ao longo do tempo as suas ações para se adaptar as esse novo cenário, de tal forma que algumas agroindústrias catarinenses já sinalizam a proibição da criação de fêmeas em gaiolas na gestação a partir de 2020. Entretanto, ainda não tem sido dado ênfase à discussão sobre a manutenção ou não das matrizes em celas parideiras durante a fase de lactação, embora haja um consenso no meio acadêmico que a maximização do espaço útil para as fêmeas nessa fase propicie a demonstração de comportamentos naturais de forma mais evidente do que no sistema de gaiolas individuais. Observando-se o avanço no panorama atual de adaptações do mercado suinícola e percebendo a necessidade de estudos que aliem o bem-estar animal com a produtividade, a avaliação do comportamento de fêmeas suínas e do desempenho zootécnico de leitões alojados em baias parideiras na fase de lactação, se mostra uma pesquisa importante para desenvolvimento desse novo tipo de produção rumo a sistemas promotores do bem-estar animal, portanto mais sustentáveis e ambientalmente corretos. Desse modo, o objetivo deste projeto foi avaliar a perspectiva do uso de baias parideiras para matrizes e leitões durante a fase de lactação nos sistemas de produção de atuais por meio da observação do comportamento das fêmeas e mensuração do desempenho zootécnico dos leitões. O projeto foi conduzido na Unidade de Ensino e Aprendizagem de Suinocultura do IFC-Araquari, envolvendo 6 matrizes e suas respectivas leitegadas, alojadas do 7 dia antes do parto até o desmame de, em média,28 dias, em baias parideiras.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriela Caillouel - Coordenador / Erica Perez Marson Bako - Integrante / Maria Eduarda Fortunato - Integrante., Financiador(es): INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS ARAQUARI - Auxílio financeiro.

Histórico profissional

Experiência profissional

2020 - Atual

Instituto Federal Catarinense - Campus Araquari

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

2019 - 2019

Instituto Federal Catarinense - Campus Araquari

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

Atividades

  • 02/2020 - 02/2020

    Estágios , Granja Geórgia Schiffer.,Estágio realizado, Unidade Produtora de Leitões Desmamados.

  • 07/2019 - 07/2019

    Estágios , UFSM.,Estágio realizado, Laboratório de Bromatologia - NIDAL.

  • 01/2018 - 01/2019

    Estágios , CLINIVET SANTOS LTDA.,Estágio realizado, Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais.

2023 - 2023

Clínica Veterinária Vet Plus

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 30

2021 - 2022

Clínica Veterinária Vet Plus

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 30

2022 - 2022

Clínica Veterinária Casa de Cachorro

Vínculo: Estagio, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 25

2020 - 2021

ConsuPEJ

Vínculo: Empresário Júnior, Enquadramento Funcional: Presidente, Carga horária: 20

Outras informações:
Empresa Júnior voltada a consultoria agropecuária na região do norte Catarinense.

2021 - 2021

Federação de Empresas Juniores de Santa Catarina

Vínculo: Empresário Júnior, Enquadramento Funcional: Assessora de Gente e Gestão, Carga horária: 20

2022 - 2023

Clínica Veterinária Bicho Solto - Animal Care

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 24