Ademir José de Lima
Possui graduação em Filosofia pela Universidade Estadual do Paraná (2010). Atualmente é professor - EEB Professor Balduíno Cardoso. Tem experiência na área de Filosofia e ciências sociais, com ênfase em Filosofia. Possui pós graduação em Ensino de filosofia e ciências sociais.
Informações coletadas do Lattes em 25/09/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado profissional em andamento em Filosofia (PROF-FILO)
2018 - Atual
Universidade Estadual do Paraná
Título: Indústra Cultural na Educação, Ano de Obtenção:
Orientador: Samon Noyama
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Ensino de Filosofia.Grande área: Ciências Humanas
Especialização em Ensino de Filosofia e Ciências Sociais
2012 - 2012
Universidade Estadual do Paraná
Título: A Indústria Cultural segundo Adorno
Orientador: Samon Noyama
Graduação em Filosofia
2007 - 2010
Universidade Estadual do Paraná
Título: A Formação do Homem em Nietzsche
Orientador: Samon Noyama
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia.
Projetos de pesquisa
-
2015 - Atual
Filosofia, artes e mídias: o pensamento e seus modos de expressão, Descrição: Esse projeto visa investigar e estabelecer relações entre a História da Filosofia e os diferentes modos de expressão humana (teatro, música, literatura, cinema, etc.) e mídias (TV, internet, revistas, jornais, materiais didáticos diversos, etc.) para reflexão sobre a prática e a confecção de material didático-pedagógico para o Ensino de Filosofia. Tem como objetivo secundário investigar os processos metodológicos para produção e divulgação do pensamento filosófico a partir de experimentações que considerem a cultura do ambiente escolar. Em que medida o cinema, o teatro, a música, a literatura, enquanto modos de expressão humana, podem representar o pensamento filosófico e servem à sua divulgação como objeto de análise, reflexão e crítica para ensinar a filosofar? Como utilizar tais ferramentas mantendo o rigor e a densidade do pensamento filosófico? O próprio cinema, por exemplo, como objeto de reflexão requer a incursão crítica em temas já tradicionais da Filosofia, como o trágico, a duração e o tempo, as exigências das estruturas sobre os sujeitos-autores, a psicanálise, a representação, o realismo e o expressionismo, o ser e a aparência. Da mesma forma, a expressão teatral revela o corpo que fala e pode produzir uma reflexão filosófica. As músicas veiculadas nos meios de comunicação expressam em suas letras um hedonismo que tem repercussões éticas. As personagens da literatura podem produzir representações filosóficas. As mídias e demais expressões servem ao Ensino de Filosofia? Como produzir material didático? Quando a crítica é necessária? As Teorias da Comunicação e a Filosofia da Linguagem abrem possibilidades para debater e produzir textos filosóficos sobre as mídias e outras formas de expressão, seja como objeto de entretenimento, seja como críticas aos próprios meios de comunicação de massa. Os fenômenos de massa e multidão veiculados ideologicamente nos meios hegemônicos de comunicação (mídias e outras formas) podem ser objeto de estudo filosófico? Outra questão importante a ser investigada é a forma como se ensina, que precisa ser metodologicamente atraente aos alunos. Durante o processo de formação de professores, torna-se necessário pensar em diferentes abordagens e métodos para a sua melhor efetivação. Nesse sentido, a metodologia para a formação adota a Filosofia como uma atividade para elaborar conceitos, no sentido da busca por compreender a ordem interna dos textos filosóficos, direcionado para o ensino e a aprendizagem como um exercício contínuo entre o docente e o estudante. Entendemos que as artes, as mídias e outras expressões podem potencializar esse fim. A perspectiva ora apresentada fundamenta e justifica a necessidade de formar professores em condições de ler a realidade filosoficamente, estando aptos a intervir na política e gestão da educação/ensino, nos currículos formais das escolas com propostas de trabalho diferenciadas, mesmo que por meio de um currículo oculto, prevendo que terá uma carga horária restrita para ensinar a História da Filosofia, bem como dificuldades para preparar o material didático adequado para atingir o público-alvo. A competência política e técnica do professor do Ensino Médio se voltam para fazer recortes pontuais da História da Filosofia com o objetivo de concretizar os objetivos específicos, bem como para a produção de seus próprios materiais didáticos. Duas facetas envolvem o processo de ensino e aprendizagem: o professor que ensina, dispondo de ferramentas e materiais didáticos adequados para esse fim, e os alunos que aprendem, adquirindo habilidades e competências a partir dos conteúdos dispostos de forma atraente... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (3) . , Integrantes: Ademir José de Lima - Coordenador / Samon Noyama - Integrante / Paulo Sérgio Gomes Soares - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2013 - Atual
EEB PROFESSOR BALDUÍNO CARDOSOVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor
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