Letícia Possoli dos Santos

Possui graduação em Engenharia Ambiental (2015) e Especialização em Segurança do Trabalho (2019) pela Universidade do Extremo Sul Catarinense. Atualmente atua no Centro Tecnológico SATC.

Informações coletadas do Lattes em 06/05/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

2016 - 2019

Universidade do Extremo Sul Catarinense
Título: Levantamento dos riscos profissionais nas atividades de coleta ambientais realizadas em campo.
Orientador: Sérgio Bruchchen

Graduação em Engenharia Ambiental

2010 - 2015

Universidade do Extremo Sul Catarinense
Título: Predição de drenagem ácida de mina em Áreas impactadas pela mineração de carvão. Estudo de caso: Área Santa Augusta e Linha Batista - Criciúma/SC
Orientador: Rosimeri Venâncio Redivo

Curso técnico/profissionalizante em Técnico em Meio Ambiente

2007 - 2009

Associação Beneficente da Indústria Carbonifera de Santa Catarina

Formação complementar

2019 - 2019

Segurança do Trabalho. (Carga horária: 10h). , Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Brasil.

2019 - 2019

Brigada de combate a incêndio. (Carga horária: 16h). , Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina, SATC, Brasil.

2019 - 2019

Palestra Barragens - controle e monitoramento. (Carga horária: 2h). , Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina, SATC, Brasil.

2015 - 2015

Sistema de Cobertura Seca para Áreas Degradadas. (Carga horária: 4h). , Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina, SATC, Brasil.

2015 - 2015

ARCGIS Passo a passo para projetos de gestão territorial e ambiental. (Carga horária: 40h). , Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Brasil.

2014 - 2014

Extensão universitária em Auditor Interno da Norma ISO 14001. (Carga horária: 30h). , Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Brasil.

2014 - 2014

Extensão universitária em Chuvas Intensas e dimensionamento de projetos de engenharia. (Carga horária: 8h). , Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Brasil.

2013 - 2013

Extensão universitária em Tipologias vegetacionais de SC e métodos para caracterização de vegetação... (Carga horária: 4h). , Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Brasil.

2013 - 2013

Extensão universitária em Licenciamento Ambiental aplicado a prática diária do Profissional. (Carga horária: 4h). , Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Brasil.

2012 - 2012

Extensão universitária em Manejo Compartilhado de Áreas Protegidas. (Carga horária: 4h). , Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Brasil.

2010 - 2010

Informações sobre fauna em estudos de EIA/RIMA e PRAD. (Carga horária: 4h). , Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Brasil.

Áreas de atuação

Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais.

Organização de eventos

SANTOS, L. P. . V Congresso Brasileiro de Carvão Mineral. 2017. (Congresso).

Participação em eventos

V Congresso Brasileiro de Carvão Mineral. 2017. (Congresso).

IV Seminário Regional de Recuperação de Áreas Degradadas. 2015. (Seminário).

Seminário de Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração de Carvão. 2015. (Seminário).

VI Seminário de Pesquisa em Planejamento e Gestão Territorial - Hidrografia e Sustentabilidade. 2015. (Seminário).

Feira Internacional de tecnologia para o Meio Ambiente -FIEMA. 2014. (Feira).

VIII Semana Acadêmica de Engenharia Ambiental e I Semana Acadêmica de Engenharia Ambiental e Sanitária. 2013. (Outra).

VII Seminário de Engenharia Ambiental da UNESC: Recursos Energéticos. 2013. (Seminário).

VII Simpósio Brasileiro de Engenharia Ambiental. 2012. (Simpósio).

VI Seminário de Engenharia Ambiental da UNESC: Recursos Energéticos. 2010. (Seminário).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA PARA A DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO EM EMISSÕES ATMOSFÉRICAS E RESÍDUOS SÓLIDOS ORIUNDOS DA COMBUSTÃO DE CARVÃO MINERAL NACIONAL EM LEITO FLUIDIZADO DE USINAS TERMELÉTRICAS, Projeto certificado pela empresa Copel Geração e Transmissão em 04/01/2021., Descrição: O mercúrio é reconhecido como uma substância que produz efeitos neurológicos adversos significativos e outros efeitos para a saúde. Em 2009, após uma extensiva análise da questão, o Conselho de Administração da ONU consensou que as ações voluntárias não foram suficientes para resolver o impacto negativo do mercúrio, e decidiu pela necessidade da adoção de medidas, incluindo a preparação de um instrumento global juridicamente vinculante, resultando na Convenção de Minamata sobre o Mercúrio. O Brasil ratificou a convenção em agosto/2017, tendo a mesma adquirido status de lei em novembro/2017. O objetivo da Convenção é proteger a saúde humana e o meio ambiente das emissões e liberações antropogênicas de mercúrio e seus compostos, por meio de um conjunto de medidas declaradas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Letícia Possoli dos Santos - Coordenador / DANIEL PAZINI PEZENTE - Integrante / MAURO DOS SANTOS ZAVARISE - Integrante / WILLIAM DE OLIVEIRA SANT'ANA - Integrante / Giovana Dalpont - Integrante.

  • 2013 - 2015

    Ensaios de infiltração e permeabilidade: estudo comparativo entre dois métodos e análise da sua representatividade na aferição da eficácia da impermeabilização das camadas de cobertura de áreas degradadas pela mineração de carvão., Descrição: Com o objetivo de atender a demanda do Ministério Público Federal (MPF) relativa a compactação de depósito de rejeito de mineração este projeto foi desenvolvido visando nortear um estudo que compare os preceitos, métodos e resultados da metodologia proposta pela CIENTEC, com a norma NBR 13.292/1995.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Letícia Possoli dos Santos - Integrante / Denise Olimpio Ugioni Garcia - Coordenador.

  • 2012 - 2014

    CARACTERIZAÇÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE CARGAS POLUENTES PROVENIENTES DA MINERAÇÃO DE CARVÃO PARA PRIORIZAÇÃO DAS ÁREAS A SEREM RECUPERADAS NA BACIA CARBONÍFERA DO SUL DE SANTA CATARINA., Descrição: As áreas impactadas pela mineração de carvão ocupam um total de 6.607,44 ha de áreas degradadas em superfície. Deste total, 3.205,61 ha correspondem a áreas com depósitos de rejeitos; 3.091,17 ha, de áreas onde houve mineração a céu aberto; 310,66 ha, com áreas onde ocorreu mineração a céu aberto e posteriormente disposição de rejeito; 200 ha de lagoas ácidas e 818 bocas de minas abandonadas com uma média de 15% deste total com potencial gerador de drenagem ácida. Todas estas situações modificaram o relevo original da área, alterando a paisagem local e, provocando o mais grave problema da região, que é a geração de drenagem ácida de mina (DAM). Estudos realizados na região, por diversos pesquisadores, apontam que a característica da DAM depende das condições geológicas de formação do carvão, como temperatura, pressão e composição dos constituintes (macerais) do carvão, onde, a partir do beneficiamento, os rejeitos são gerados. Alguns resultados de Silva et al (2010), demonstram que a mineralogia da fase inorgânica do carvão é bastante diversificada, e é composta por quartzo, caulinita, gesso, microclínio, muscovita e pirita. Além disso, uma assembleia de minerais semelhantes foi relatado por Silva e Oliveira (2010,) onde em fases incluem albita, ankerita, barita, brucita, calcita, hematita, marcassita, ilita, jarosita, mulita, oligoclásio, siderita, esfalerita, talco, zircão, dentre outros. Todos estes elementos foram verificados via difração de raios X. Como toda esta gama de minerais expostos, em contato com a água e o oxigênio atmosférico ocasionam a oxidação da pirita (Devasahayam 2006; Weber et ai. 2006) para formar o sulfato e o óxido de ferro (Silva et al. de 2010). A oxidação da pirita pode liberar para o meio ambiente poluentes, como As, Hg, Se ou Pb, dentre outros (Finkelman 1994). O principal problema em termos de preocupação ambiental não é somente o teor total de um dado metal, mas as proporções que são transferidas para a fase aquosa na forma iônica. Desta forma, é necessário avaliar as pilhas de rejeitos e de estéreis exposto e confinados, a fim de analisar a carga potencial de contaminação que estes metais ainda podem gerar e contribuir para a poluição ambiental dos recursos hídricos da região. E é, direta a associação entre o escoamento superficial de áreas de impacto ambiental pela mineração de carvão contendo pirita e a degradação dos recursos hídricos superficiais das bacias hidrográficas inseridas na região carbonífera. Uma vez que essas características forem bem compreendidas, traçam-se estratégias eficazes para reduzir os riscos ambientais que podem ser abordados. E esta preocupação não é somente local, estudos comprovam que países como os EUA, o Japão, a Colômbia, a África do Sul, a China e o Brasil, aplicam esta técnica para priorização de ações (Okuyama et al. 2009; Pieres et al. 2009; Taute et al. 2009; Silva e Oliveira 2010).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Letícia Possoli dos Santos - Integrante / Jonathan Jurandir Campos - Coordenador / Antonio Silvio Jornada Krebs - Integrante / Maria Gisele Ronconi de Souza - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Centro Tecnológico SATC. , Rua Pascoal Meller, Universitário, 88805380 - Criciúma, SC - Brasil, Telefone: (48) 34317500

Experiência profissional

2020 - Atual

Faculdade SATC

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2015 - Atual

Centro Tecnológico SATC

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Engenheira Ambiental

2015 - 2015

Centro Tecnológico SATC

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Graduanda de Engenharia Ambiental, Carga horária: 30

2013 - 2014

Centro Tecnológico SATC

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Graduanda de Engenharia Ambiental, Carga horária: 30